Sérgio Camargo comemora cancelamento do Carnaval em São Paulo

O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, elogiou nesta 6ª feira (7.jan.2022) a decisão da Prefeitura de São Paulo de cancelar o Carnaval de rua. Segundo o bolsonarista, o cancelamento é uma “vitória do povo de São Paulo” que pressionou o Executivo paulistano.

Camargo citou o “risco do vírus” como um dos motivos em prol da não realização dos blocos. O chefe da Palmares, porém, é um crítico da vacinação contra a covid-19. Em seu perfil no twitter, constantemente compartilha informações falsas sobre os riscos da vacina. Ele diz que não se vacinou contra o coronavírus.

O jornalista também voltou a criticar as festas durante o feriado e o comportamento dos foliões. Camargo disse “esquerdistas”promovem “baixarias” no período. Na visão dele, o cancelamento afasta São Paulo da “má educação” das pessoas durante o Carnaval.

“Parabéns pela vitória! Além do risco do vírus, livra São Paulo das brigas, bebedeiras e baixarias e do lixo, urina e excrementos deixados nas ruas por “foliões” esquerdistas e gente sem a menor educação. Era uma bela festa popular, hj é “confraternização” de selvagens e drogados”, declarou Sérgio Camargo.

Eis a publicação:

Cancelamento do Carnaval em São Paulo

A Prefeitura de São Paulo anunciou nessa 5ª feira (6.jan) o cancelamento do Carnaval de rua na capital paulista. A suspensão da festa está relacionada ao avanço da variante ômicron no Estado.

Os desfiles das escolas de samba foram mantidos. Eles devem ser realizados no sambódromo do Anhembi. A programação, porém, dependerá da Liga de Escolas de Samba, que deve aceitar os protocolos sanitários.

A medida foi tomada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) depois de uma reunião com representantes da Vigilância Sanitária e da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) sobre o quadro epidemiológico da covid-19 em São Paulo nos últimos meses. O estudo indica alta nos casos de covid na cidade.

Fonte: poder 360.

Saúde estuda reduzir o tempo de isolamento para casos de covid

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta 6ª feira (7.jan.2021) que é “possível” que o Brasil reduza o tempo de isolamento de pessoas recuperadas de covid-19. O governo brasileiro seguiria a alteração feita por outros países, como os Estados Unidos.

Isso está sendo analisado. Possivelmente [deve ser adotado], porque está sendo adotado em outros países, tem assento em evidências científicas e é possível que nós adotemos essa mesma medida”, afirmou o ministro à jornalistas nesta manhã.

A redução deve ser para 5 dias para as pessoas que tiveram o diagnóstico de covid-19, mas estão recuperadas ou assintomáticas. Atualmente, o isolamento recomendado é de 10 dias, segundo o Guia de Vigilância Epidemiológica. Eis a íntegra do documento (1 MB).

Queiroga afirmou que a medida está em estudo pela equipe técnica do Ministério da Saúde. O ministro deve se encontrar com secretários de Saúde para tratar do tema nesta 6ª feira (7.jan).

Em 27 de dezembro, O CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) diminuiu tempo recomendado de isolamento para casos confirmados de covid-19 de 10 para 5 dias. Mas o órgão segue recomendando o uso frequente de máscara por mais 5 dias quando o paciente estiver em contato com outras pessoas.

O governo brasileiro também estuda a redução do tempo de isolamento de pessoas infectadas com covid-19 e que estão sintomáticas. Queiroga não confirmou, no entanto, qual seria o novo prazo.

Estamos discutindo isso com a equipe técnica e vamos passar uma posição definitiva.

“NÃO SOU FISCAL”

Sobre a divulgação dos dados de 3 médicosque participaram da audiência pública sobre a vacinação infantil realizada pelo Ministério da Saúde nesta semana, Queiroga afirmou que quem divulgou os dados que deve ser questionado. Mas também disse que “conflitos de interesses” devem ser declarados e “publicizados”.

Entre os dados vazados estão o telefone celular, e-mail e CPF e declarações de conflito de interesses dos médicos.

Em relação a conflitos de interesse, eles têm que ser declarados mesmo, publicamente. Eles são públicos”, disse Queiroga nesta 6ª feira (7.jan). Sobre os dados pessoais que também foram vazados, o ministro afirmou: “Sou ministro da Saúde, não sou fiscal de dados do ministério”.

Queiroga afirmou diversas vezes que a deputada Bia Kicis (PSL-DF), aliada do presidente Jair Bolsonaro (PL) e contrária à vacinação infantil, que deve ser questionada sobre o vazamento. Ao Poder360, Bia Kicis disse não estar envolvida no vazamento, mas confirmou ter enviado as informações para um grupo de WhatsApp.
Fonte: Poder 360.

Avião da Gol faz pouso de emergência em Petrolina após um dos motores parar de funcionar.

 


Um avião da Gol que decolou de Juazeiro do Norte, no Ceará, com destino a Guarulhos, em São Paulo, precisou fazer um pouso de emergência, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O Boeing 737-800, registrado com a prefixo PR-GXM, teve a rota modificada após apresentar uma falha em um dos dois motores.

A aeronave decolou na última sexta-feira (31), às 17h07, transportando 182 pessoas. Durante a fase de subida, uma falha no motor direito foi identificada. Cerca de 35 minutos após a decolagem, a aeronave fez um pouso seguro no Aeroporto Senador Nilo Coelho, em Petrolina.

VEJA TAMBÉM

O g1 obteve o áudio com a conversa de um dos pilotos com o controle de tráfego aéreo (ouça mais acima). Nele, é possível escutar um alarme na cabine de comando; alguns segundos depois, o piloto declara: “pan-pan, pan-pan, pan-pan”.

Essa palavra, repetida três vezes, significa que a tripulação está comunicando ao controlador de tráfego aéreo uma situação de “urgência”. No áudio, o piloto informa que o motor direito apagou e que está voando em monomotor — aviões usados em voos comerciais são preparados para voar em segurança com um único motor em caso de emergência.

O piloto, então, pede para desviar o voo e pousar em Petrolina. E, por medida de precaução, solicita apoio no solo do Corpo de Bombeiros e assistência médica.

O g1 procurou a Gol, que não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.

 

Fonte: G1