CNH’s devolvidas pelo Correios estão disponíveis para retirada no Detran

Foto: Reprodução

A entrega da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pelo Correios, é uma das medidas que visa facilitar o serviço e comodidade do cidadão. No entanto, em algumas ocasiões a entrega não é devidamente realizada. Diante da situação, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) organiza o mutirão de entrega desses documentos que se encontram na sede.

Neste primeiro momento, apenas serão entregues as carteiras devolvidas pelos Correios dos municípios de Natal ( ano 2018, 2019, 2020 e 2021) e Parnamirim (ano 2018, 2019 e 2020).  A entrega será na sede do Detran, no horário entre 8 às 16h, iniciando nesta segunda (9) e terminando na sexta(13). 

O cidadão poderá consultar a listagem completa no site www.detran.rn.gov.br (botão cidadão/mutirão CNH -listagem), caso o nome esteja na lista, basta comparecer na sede com documento de identificação e informar na guarita. O nome será conferido na listagem para que o cidadão possa ter acesso ao setor de retirada da CNH.

A ideia é estender o mutirão para os outros municípios também, mas nesse primeiro momento direcionamos para Natal e Parnamirim, explica Jonas Godeiro, Coordenador de Registro de Condutores. Aproximadamente quinhentas carteiras de habilitação estão na sede e nunca foram reclamadas.

Facebook lança recurso para orações on-line e divide opinião de religiosos


O Facebook lançou um recurso para pedido de orações. Apesar de ser uma ferramenta para engajar fiéis, líderes religiosos têm preocupações acerca da privacidade e segurança. Alguns pontuam que a empresa estaria ganhando dinheiro em cima da fé das pessoas.

A nova funcionalidade está em versão de teste em grupos religiosos dos Estados Unidos. Nesses grupos, os fiéis pedem orações para ajudá-los em entrevistas de emprego, no tratamento de doenças e outros desafios pessoais. Depois que a postagem vai para o ar, outros usuários podem reagir com “eu orei” ou outras reações já existentes, deixar comentários ou enviar mensagem privada para o dono do post.

Durante a pandemia da covid-19, vimos muitas comunidades de fé e espiritualidade usando nossos serviços para se conectar, então estamos começando a explorar novas ferramentas para apoiá-los”, diz nota de um porta-voz da empresa.

A política de dados do Facebook permite que as informações dos usuários sejam utilizadas de várias formas, como na personalização de anúncios. Contudo, a empresa afirma que mensagens de oração não serão usadas para esse fim.

O recurso divide opinião de religiosos. O Reverendo Robert Jeffress, da 1ª Igreja Batista em Dallas, disse à AP que a rede social está sendo extremamente importante na pandemia e que, como qualquer outra ferramenta, pode ser mal utilizada.

O Facebook e outras plataformas de mídia social continuam a ser ferramentas incríveispara evangelizar e conectar os crentes entre si, especialmente durante esta pandemia”, falou Jeffress. “Embora qualquer ferramenta possa ser mal utilizada, apoio esforços como esse, que incentivam as pessoas a se voltarem para o Deus único e verdadeiro em nossos momentos de necessidade”, completou.

Adeel Zeb, líder muçulmano do The Claremont Colleges, na Califórnia, se disse otimista, mas tem algumas ressalvas. “Contanto que essas empresas tomem precauções e protocolos adequados para garantir a segurança das comunidades religiosamente marginalizadas, as pessoas de fé devem embarcar no apoio a esta iniciativa vital”, declarou à publicação.

O reverendo Bob Stec, pastor da Paróquia Católica de St. Ambrose, em Ohio, reconheceu a boa intenção. No entanto, ele afirmou que a comunidade on-line não substitui a necessidade de orar da forma tradicional. “Precisamos juntar nossas vozes e mãos em oração. Precisamos ficar ombro a ombro uns com os outros e passar por grandes momentos e desafios juntos”, falou à AP.

Sobre a segurança dos fiéis, o pastor questiona se “é sensato postar tudo sobre todos para que o mundo inteiro veja”. “Quando estamos sob estresse ou angústia ou em um momento difícil, é quase muito fácil entrar em contato com todos no Facebook”, avaliou.

Jacki King, ministra para mulheres na Second Baptist Conway, congregação Batista do Sul em Conway, Arkansas, vê o benefício que a comunidade pode ter para pessoas que estão isoladas em meio à pandemia e lutando contra problemas de saúde mental, finanças e outros. “Eles são muito mais propensos a entrar e fazer um comentário do que entrar em uma igreja agora. Isso abre uma linha de comunicação”, disse.

O bispo Paul Egensteiner, da Igreja Evangélica Luterana no Sínodo Metropolitano de Nova York, tem ressalvas sobre o Facebook, mas está satisfeito com o novo recurso. “Espero que este seja um esforço genuíno do Facebook para ajudar as organizações religiosas a avançar em sua missão”, falou. “Também oro para que o Facebook continue melhorando as suas práticas para impedir a desinformação nas redes sociais, o que também está afetando nossas comunidades religiosas”, completou.

O reverendo Thomas McKenzie, da Igreja do Redentor, uma congregação anglicana em Nashville, Tennessee, lamentou que o Facebook esteja disposto a explorar a fé das pessoas por dinheiro. Ainda assim, disse enxergar o lado positivo da iniciativa. “As motivações malignas do Facebook podem ter fornecido uma ferramenta que pode ser usada para o bem”, disse McKenzie.

A Crossroads Community Church, uma congregação de Vancouver, Washington, tem o novo recurso no seu grupo do Facebook, que possui 2.500 membros. Por lá, são postados de 20 a 30 pedidos de oração por dia. Cada um deles obtém de 30 a 40 respostas.

Gabe Moreno, pastor executivo de ministérios, reconhece que as motivações do Facebook não são altruístas. De qualquer forma, ele vê benefícios para as igrejas e os fiéis. “Devemos ir aonde as pessoas estão. As pessoas estão no Facebook. Então, vamos lá”, concluiu.
Fonte: poder 360.

Covid: Brasil tem média móvel de mortes abaixo de 1.000 pelo 9º dia seguido

Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) referência no tratamento da covid19 em Brasilia, durante moviemntação de pacientes em transfêrencias. Sérgio Lima/Poder360 11.08.2020

O Ministério da Saúde confirmou 399 novas mortes por covid-19 neste domingo (8.ago.2021). Com isso, o país chegou a 563.151 vítimas desde o início da pandemia.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil também registrou mais 13.893 casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, alcançou 20.165.672 contaminados.

A autoridade de saúde disse que, do total de 20.165.672 de casos, 18.907.243 estão recuperados e 695.278 continuam em acompanhamento médico.

Os registros de mortes não se referem a quando alguém morreu, mas ao dia em que o óbito por coronavírus foi informado ao Ministério da Saúde. Aos fins de semana há menos registros não porque morrem menos pessoas, mas porque há menos funcionários nas autoridades de saúde para reportar os dados.

Eis o boletim deste domingo (8.ago):

Média móvel de mortes e casos

A média móvel de mortes por covid-19 nos últimos 7 dias foi de 902. É o 9º dia consecutivo que fica abaixo dos 1.000.

Para explicar a situação da pandemia, o Poder360 usa como métrica a média móvel de 7 dias. Trata-se da média diária de mortes e casos nos 7 últimos dias, incluindo a data.

O indicador matiza eventuais variações abruptas, sobretudo nos fins de semana, quando há menos casos relatados. Nesses dias, há menos funcionários nas secretarias estaduais de Saúde e no Ministério da Saúde para reportar e compilar os dados, respectivamente.

A média móvel de novos casos está em 32.473. Tanto a média móvel de casos, quanto a média móvel de mortes apresentou redução em relação aos números reportados no sábado (7.ago.2021).

MORTES PROPORCIONAIS

O Brasil tem 2.639 mortes por milhão de habitantes. As piores situações estão em Rondônia, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, com mais de 3.000 mortes por milhão.

As taxas consideram o número de mortes confirmadas pelo Ministério da Saúde e a estimativa populacional do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o ano de 2021 em cada unidade da Federação.

O Brasil ultrapassou Montenegro o dia 28 de julho e agora ocupa a 7ª posição no ranking mundial de mortes proporcionais, de acordo com o painel Worldometer. A lista é liderada pelo Peru, com 5.881 mortes por milhão. No fim de maio, o país decidiu revisar os dados e subiu ao topo do ranking, posição antes ocupada pela Hungria.

Fonte: poder 360.

Seca ou covid-19? Saiba como diferenciar os sintomas respiratórios

Paciente na sala de espera do Hospital Regional da Asa Norte usando máscara. Sérgio Lima/Poder360 14.03.2020

Com um período de estiagem que completa 53 dias neste sábado (07.ago.2021), com o Distrito Federal sem chuva desde 15 de junho, o período de seca vem colaborando para a proliferação de doenças respiratórias, como sinusite, bronquite e rinite. Os sintomas, no entanto, podem confundir quem está receoso com a covid-19. Por isso, o Poder360 trouxe um guia explicando como diferenciar as doenças.

Raphael Rangel, virologista e coordenador do curso de biomedicina do IBMR (Instituto Brasileiro de Medicina e Reabilitação), explica que durante esse período não é o indicado recorrer a diversas instâncias pra resolver os sintomas. Segundo o especialista, duas atitudes “simples” podem resolver a problemática dos sintomas relacionados à seca: a ingestão de líquido, principalmente água, umidificadores para pessoas que sofrem de desconforto respiratório ou compressão nasal.

Como fazer a distinção

Segundo Rangel, a baixa umidade do ar e o calor podem causar, como principais sintomas, a tosse, coriza, desconforto para respirar, irritação dos olhos, ressecamento da pele e congestionamento nasal.

No entanto, de acordo com o virologista, existe 1 singularidade dos principais sintomas respectivos a “seca” que podem assemelhar-se a covid-19, como a tosse, a coriza e o incômodo na garganta.

“Especialmente neste momento de alta de infecções relacionadas a variante delta, sintomas como incômodo da garganta, coriza e o congestionamento nasal também podem parecer. Por isso é importante que os serviços públicos ofereçam a população a testagem RT-PCR para identificar os contaminados pelo coronavírus e isolar essas pessoas para elas não passarem a doença”.

Prevenção

Para prevenir o contágio pelas doenças respiratórias advindas das seca e também covid-19, Rangel aconselha hábitos de higiene, utilização de máscara e distanciamento social.

“É aconselhado que as pessoas mantenham a higienização das mãos, a utilização de máscaras, principalmente os modelos PFF-2 e N-95, por conta da variante dela, e distanciamento social sempre que possível”.

Fonte: poder 360.