RN registra 57.898 casos confirmados e 2.081 mortes por Covid-19

O Rio Grande do Norte tem 57.898 casos confirmados de Covid-19 e 2.081 vítimas da doença. Os dados estão no boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) nesta segunda-feira (17). Outras 231 mortes estão sob investigação.

O estado também registra 22.832 casos suspeitos e outros 98.170 foram descartados. O número de confirmados recuperados segue em 34.186. No novo boletim, os casos inconclusivos, que agora são tratados como “Síndrome Gripal não especificada”, somam 51.688.

De acordo com a Sesap, o RN tem atualmente 323 pessoas internadas por causa da Covid-19, sendo 243 na rede pública e 80 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 62,06% na rede pública e de 23% na rede privada.

O novo boletim também destaca que 152.710 testes de coronavírus foram realizados no estado desde o início da pandemia, sendo 72.510 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 80.200 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 57.898 casos confirmados
  • 2.081 mortes
  • 34.186 confirmados recuperados
  • 22.832 casos suspeitos
  • 98.170 casos descartados
G1

Caixa paga amanhã abono salarial para nascidos em agosto

Brasília, DF, Brasil: Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Caixa paga amanhã (18) abono salarial para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em agosto. Já o Banco do Brasil libera também nesta terça-feira o pagamento para servidores públicos com final de inscrição 1 no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Esse calendário é válido para quem não tem conta na Caixa ou no Banco do Brasil.

O crédito na conta da Caixa, no caso de trabalhadores de empresas privadas, e na conta do Banco do Brasil, para servidores públicos, ocorreu no final de junho.

Para os trabalhadores da iniciativa privada, vinculados ao Programa de Integração Social (PIS), é considerado o mês de nascimento no calendário de pagamentos. Já para os funcionários públicos, vale o dígito final do número de inscrição do Pasep.

Os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro recebem o abono salarial do PIS ainda este ano. Os nascidos entre janeiro e junho terão o recurso disponível para saque em 2021.

Os servidores públicos com o final de inscrição do Pasep entre 0 e 4 também recebem este ano. Já as inscrições com o final entre 5 e 9, em 2021. O fechamento do calendário de pagamento do exercício 2020/2021 será no dia 30 de junho de 2021.

PIS

A Caixa inicia amanhã o pagamento do abono salarial calendário 2020/2021 para os trabalhadores nascidos em agosto que ainda não receberam por meio de crédito em conta. Os valores podem ser sacados com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos Correspondentes Caixa Aqui, bem como nas agências.

Segundo o banco, mais de 736 mil trabalhadores nascidos em agosto tem direito ao saque do benefício, totalizando cerca de R$ 568 milhões em recursos disponibilizados.

O saque pode ser realizado até 30 de junho de 2021. Em todo o calendário, a Caixa disponibilizará R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões trabalhadores.

Os trabalhadores com conta na Caixa, nascidos de julho a dezembro, receberam o crédito do abono salarial referente ao calendário 2020/2021, em 30 de junho deste ano.

Para os demais trabalhadores, sem conta na Caixa, o pagamento é escalonado conforme o mês de nascimento. Para nascidos em julho, o pagamento foi liberado no dia 16 de julho; nascidos em agosto, 18 de agosto; nascidos em setembro, 15 de setembro; nascidos em outubro; 14 de outubro; nascidos em novembro; 17 de novembro; nascidos em dezembro, 15 de dezembro; nascidos em janeiro e fevereiro, 19 de janeiro de 2021; nascidos em março e abril, 11 de fevereiro de 2021; e nascidos em maio e junho, 17 de março de 2021.

Agência Brasil

Prazo de validade vencido. Em Parnamirim, a oposição insiste em renovar data da escolha do nome que tratará a união

A oposição vive uma crise de identidade, pois há nomes que sempre fizeram parte do governo e, por vaidade ou ambição, deixaram o poder e agora querem impor as regras do jogo no grupo da oposição. Nas primeiras reuniões, constavam nomes como Carlos Augusto, Ricardo Gurgel, Nilda, Elienai, Airene Paiva, Santana e Gildásio Figueiredo. Esse grupo iria sair unido e até uma data foi acordada, 30 de maio, para escolha do candidato a prefeito e quem tivesse melhor na pesquisa, os demais apoiariam. Só que surgiram novos fatos: a mudança da data da eleição, o grupo de Elienai votou contra Maurício e a chegada de novos integrantes para oposição, como pastor Alex, Fativan, integrantes do PTB e o PV. Além das saídas de Ricardo Gurgel, Carlos Augusto e Gildásio Figueiredo para apoiar Taveira.

Com isso, pessoas ligadas aos deputados Kleber Rodrigues e João Maia começaram a incentivar, junto ao grupo da professora Nilda, a prorrogação da data para escolha desse nome. Uma nova pesquisa definirá o “salvador da pátria”. O grupo da professora Nilda foi colocado em uma solitária para poder perder as forças e ceder a pressão dos outros membros da new oposição, mas não tem surtido efeito. A professora, que é a única que tem moral para bater em Taveira, continua mesclando o seu trabalho como vereadora e sua atuação política como pré-candidata, firme como oposicionista raiz. Agora, é esperar as convenções e aguardar quem irá ceder. O pastor Alex já colocou o seu pescoço na guilhotina. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos, com a seguinte questão: quem vai abrir mão dos seus projetos particulares em nome da tão sonhada união das oposições?

Jacó e Damares juntos na casa da mulher brasileira

Um convênio entre a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e o Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos viabilizará a construção da Casa da Mulher Brasileira no município. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (14) pela ministra Damares Alves.

A Casa da Mulher Brasileira é um centro de atendimento humanizado e especializado no atendimento à mulher em situação de violência doméstica, reunindo em um mesmo espaço, Juizado Especial voltado para o atendimento à mulher, Núcleo Especializado da Promotoria, Núcleo Especializado da Defensoria Pública, Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, alojamento de passagem, brinquedoteca, apoio psicossocial, e capacitação para a sua autonomia econômica.

De acordo com informações da Semas, a pareceria se deu mediante a necessidade do aumento do aparato relativo ao acolhimento das mulheres que ainda sofrem com violência física e moral. Ainda segundo a secretaria, o próximo passo será a efetivação do termo de convênio.

O demônio do ódio

Padre João Medeiros Filho

Cristo deu aos apóstolos “poder e autoridade para expulsar toda espécie de demônios.” (Lc 9, 1). Na Sagrada Escritura encontram-se os termos: demônio (daimon), significando espírito mau e diabo (diábolos), representando o que divide o ser humano, não necessariamente o anjo decaído. Santo Anselmo de Cantuária dizia: “Há muitos diabinhos escondidos dentro de nós.” E um deles é o ódio, sentimento intenso de aversão, rancor, execração etc. É concretizado em atos de ojeriza ou repulsa contra alguém ou algo. Nele há sempre um desejo oculto ou patente de afastar e destruir. O desdém e o desprezo são também formas de sua manifestação. A lei de talião, contida no Código de Hamurabi, caminhava nessa direção: “Olho por olho, dente por dente.” (Mt 5, 38).

O ensinamento do Senhor é o oposto: “Amai os que vos odeiam.” (Mt 5, 44). No catecismo católico o ódio é um pecado capital, ou seja, cabeça de outros males, atraindo mais “diabos” para cada um de nós. “Legião era seu nome, pois eram muitos” (Mc 5, 9). Jesus veio anunciar o amor, princípio de unidade e antídoto do ódio. “Amai-vos uns aos outros” (Jo 13, 34). O cristianismo é a religião do amor. Aliás, a definição de Deus, encontrada no Novo Testamento, é: “Deus caritas est” (1Jo 4, 16), título e objeto de uma encíclica do Papa Bento XVI, promulgada em 2005.
Teólogos e exegetas analisam as consequências do ódio, que causa divisões, cega e violenta os seres humanos. Segundo São Boaventura, é como “uma planta daninha que corrói a alma de quem o guarda dentro do coração.” Muitos reconhecem a beleza do poema atribuído a São Francisco de Assis: “Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor”. Associado à inveja, causou o primeiro homicídio registrado na Sagrada Escritura, materializado no assassinato de Abel (cf. Gn 4, 8). Odiar é não saber conviver e respeitar as diferenças e divergências. Está na origem da imposição, do totalitarismo e da violência.

O Livro do Gênesis relata que o homem foi plasmado à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 27). Este, em sua essência, é comunidade, diversidade, isto é, em termos dogmáticos, Trindade. O radicalismo e a intolerância são negações de nossas raízes divinas. Quando aluno da Universidade de Louvain (Bélgica), causava-me admiração a multiplicidade de etnias e crenças do alunado. O Reitor, Monsenhor Albert Descamps, agradeceu numa missa a presença de discentes de mais de cinquenta nacionalidades. Pertenciam a diversas culturas e religiões, vivendo em harmonia e espírito ecumênico, buscando a riqueza do saber. Outrossim, aquela autoridade acadêmica lamentava que seus compatriotas se desentendessem por conta de um problema linguístico. “Nada é perfeito no país dos homens,” dizia Exupéry.

Além de uma vacina contra o Sars-Cov-2, o Brasil necessita de um antídoto contra o ódio. É hora de apelar aos filósofos, psicólogos, teólogos, pastores etc. para que desenvolvam urgentemente métodos eficazes contra essa insanidade humana, que grassa atualmente pela nossa pátria. O país está sendo corroído pela intransigência. O radicalismo é de alta periculosidade, como as pandemias. Na política de hoje, não há adversários, mas inimigos, que buscam destruir o opositor. Não basta divergir, há que exterminá-lo.

Há anos, presenciei Dinarte Mariz e Walfredo Gurgel, em torno da mesma mesa, dividindo o pão e as ideias. Ambos, durante anos, militaram politicamente em fronteiras opostas. Era saudável vê-los discutindo civilizadamente. Convivi de perto com o saudoso monsenhor e nunca o ouvi pronunciar algo que desabonasse o senador. E este sempre se referia ao sacerdote como um homem de bem, culto, íntegro e digno. Isto faz lembrar o salmista: “Vede como é bom e agradável os irmãos viverem juntos!” (Sl 133/132, 1). Cristo profeticamente rezou por seus discípulos: “Pai, que todos sejam um como Eu e Tu” (Jo 17, 21). O ódio poderá ser debelado pelo perdão, amor e humildade. “Vale muito mais um prato de legumes com amor do que um boi gordo inteiro, regado a ódio!” (Pr 15, 17).

 

A vice-prefeitura não é das primas

A dobradinha política, que no passado teve sucesso e elegeu pai e filho, prefeitos de Parnamirim e Natal, quer se repetir na vaga de vice. Andréa Ramalho, esposa de Carlos Eduardo, pretendia, em Parnamirim, ser a vice de uma das chapas, com o objetivo de contemplar os interesses do filho de Agnelo. Mas, esse projeto não passou de um sonho, pois a classe política parnamirinense mandou Andréa pegar a BR 101 de volta para Natal. Esse sonho virou um pesadelo para ex-primeira-dama de Natal. Surge a ideia de compensar Andréa Ramalho com a cadeira de vice em Natal, porém o período de transferência eleitoral já havia passado, então a única forma de resolver essa ganância pelo poder era indicando outra pessoa, a prima Aíla Ramalho Cortez. As primeiras conversas aconteceram entre os integrantes do PDT, depois ganhou as ruas e a resposta foi devastadora. Assim como aconteceu em Parnamirim, os vereadores aliados de Álvaro Dias não querem nem ouvir falar nessa prima de Andréa. O rapaz alto, ícone da festa popular do mês de fevereiro em Olinda, está sem força política e atualmente não tem condições de dar esse presentinho de Natal a sua nova família. Família êh! Família ah! Família…