Bandeira branca entre Elienai e Maurício

Os bastidores políticos de Parnamirim indicam que o  Maurício Marques e a vice-prefeita Elienai Cartaxo vão hastear a bandeira da paz. É isso mesmo. Nada como ano eleitoral… Os dois não se encontravam desde a recente derrota de Maurício, na votação da Câmara Municipal, quando vereadores ligados ao grupo de Elienai votaram pela reprovação das contas do ex-prefeito.

A porta dos Cartaxo só ficou aberta devido o voto de Thiago, a favor do ex-prefeito. O filho de Elienai disse sim e garantiu que o encontro de hoje pudesse ocorrer em clima de paz.

Maurício vai  desabafar e também ouvirá as ponderações. No final, asseguram fontes do Blog do GM, vão ter que se entender, pois os irmãos João  (deputado federal) e Zenaide (senadora) não irão gastar dois dinheiros com uma cidade só.  E ainda tem a governadora petista Fátima Bezerra, que será o guarda-chuva dessa campanha de oposição, abençoada pelo padre Murilo. Amém!

Governo amplia vetos na lei que torna obrigatório o uso de máscara

O governo republicou hoje (6), no Diário Oficial da União, dois artigos da lei sancionada na última sexta-feira (3) que torna obrigatório o uso de máscaras de proteção individual em espaços públicos e privados, mas acessíveis ao público, durante a pandemia de covid-19. Com o ato, foram ampliados os vetos à medida.

Independentemente da lei federal, atualmente diversas cidades já têm adotado e regulado o uso obrigatório de máscaras, em leis de alcance local.

Na nova lei aprovada pelo Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro já havia vetado o Artigo 3º-B e alguns de seus parágrafos, que obrigava os estabelecimentos, em funcionamento durante a pandemia de covid-19, a fornecer gratuitamente a seus funcionários e colaboradores máscaras de proteção individual. Com o veto de hoje, ao Parágrafo 5º desse artigo, ele desobriga entidades e estabelecimentos de afixar cartazes informativos sobre a forma de uso correto de máscaras e o número máximo de pessoas permitidas ao mesmo tempo dentro do local.

Em mensagem ao Congresso, que ainda vai analisar os vetos, o governo justifica que, com o veto ao Artigo 3º-B, impõe-se também o veto ao seu parágrafo. Assim, todos os parágrafos do artigo estão agora  vetados.

Além disso, segundo a publicação, o fornecimento de proteção individual já vem sendo regulamentado por normas do trabalho, que abordam a especificidade da máscara e a necessidade de cada setor ou atividade, como a Portaria Conjunta nº 20/2020, que traz orientações gerais para os ambientes de trabalho, e a Portaria Conjunta nº 19/2020, que trata especificamente da prevenção na indústria de abate e processamento de carnes. Ambas as portarias são do Ministério da Economia e da Secretara Especial de Previdência e Trabalho.

Outros vetos

Outro dispositivo vetado hoje, o Artigo 3º-F, previa o uso de máscaras de proteção individual nos estabelecimentos prisionais e nos estabelecimentos de cumprimento de medidas socioeducativas. De acordo com o governo federal, caberá aos estados e municípios a elaboração de normas de prevenção que sejam suplementares e que atendam às peculiaridades de cada setor.

Com a republicação dos artigos, agora são 19 dispositivo vetados, no total.

Além de espaços públicos e privados acessíveis ao público, a obrigatoriedade do uso da proteção facial abrange vias públicas e transportes públicos coletivos, como ônibus e metrô, bem como táxis e carros de aplicativos, ônibus, aeronaves ou embarcações de uso coletivo fretados.

A obrigação, entretanto, não se aplica a órgãos e entidades públicos e estabelecimentos comerciais e industriais, templos religiosos, estabelecimentos de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. Esses dispositivos também foram vetados pelo presidente Jair Bolsonaro, que argumentou que eles criariam despesas obrigatórias ao Poder Público e poderiam ferir a inviolabilidade do domicílio privado.

Fonte: Agência Brasil

O filme revelado de uma novela sem um final feliz

A estratégia para indicar o vice prefeito de Taveira está associada a duas situações. A primeira foi a derrota do ex-prefeito Maurício Marques na câmara. Já a segunda situação trata-se da eliminação dos nomes indicados pela base aliada para ser o vice do coronel. Essa novela do segundo nome na chapa majoritária começou a ser montada com a participação dos novos aliados de Maurício, eles buscavam sua derrota na Câmara e ainda queriam impedir a atuação da governadora Fátima Bezerra como influenciadora do projeto da oposição. Os novos aliados temiam que a presença da governadora fosse determinante, juntos aos que exercem cargos na esfera estadual, impedindo o desembarque do grupo da melancia no quartel do coronel. Para os aliados da governadora a saída de Marques da disputa eleitoral representaria a construção de uma narrativa, em que a Fátima Bezerra ficaria sem força para enquadrar a turma do contracheque a seguir nesse projeto de oposição. O plano parece que está dando certo… O ex-prefeito perdeu na câmara, os caminhos foram ampliados para que o grupo oposicionista desembarcasse no governo municipal. Porém para consolidação dessa estratégia, a turma dos novos aliados precisou rebolar, influenciando vereadores e até ex-secretárias de Maurício, a fazerem discursos contrários ao ex-prefeito e disseram não à aprovação das contas. A primeira parte da estratégia trouxe um resultado favorável aos novos aliados. Chegou a hora de colocar em prática, a segunda fase do plano que é derrotar a base aliada do prefeito na câmara. Os vereadores situacionistas sonham com a vaga de vice. Para pavimentar essa estrada e carimbar a entrada do papa-figo na chapa de vice de Taveira, foi escalado um secretário que tem uma relação de pai e filho com o vereador Marquês de Soveral. O infiltrado já apresentou bons resultados na primeira etapa do projeto. O edil, nada bobinho, foi para o baixo clero do poder legislativo, enquanto os caciques recebiam as visitas para conhecer o projeto, ele sondava tudo silenciosamente… O presidente da casa não concordou com a ideia de retirar a tradição do vice ser indicado pelo legislativo. O interessado ouviu um sonoro não, mas mesmo assim persiste, pois percebeu que há alguns colegas gostando desse negócio. Quem seriam os principais atingidos? A vereadora Kátia Pires, Abidene Salustiano, Ricardo Gurgel, Ítalo Siqueira ou a tradição do poder legislativo que sempre indica o vice na chapa governista. O que deu errado nessa engenharia do poder? O filme da máquina kodak foi revelado antes da hora e mexeu no tabuleiro da disputa eleitoral. Resta saber, se o prefeito Taveira estava sabendo dessa disputa interna, pois um secretário vem limpando os caminhos para chegada da turma da melancia, esse pessoal vai chegar quebrando tradições e empurrando os antigos aliados para oposição. A resposta virá nas convenções. Só lembrando que a Independência do DEM e a coragem do PSC, a língua de Ricardo Gurgel unidos ao PSDB, tanto tem força para reeleger Taveira como para derrotá-lo. Mas o secretário anda dizendo que consegue juntar tudo, depois registra e ainda vai carimbar a vaga de vice.