Bebida alcoólica durante o dia pode ser pior do que à noite

Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma caipirinha à beira da piscina, uma cerveja gelada num churrasco no feriado –dias bonitos, você diria, são perfeitos para um drinque gelado. Mas por que uma bebida durante o dia parece diferente daquelas tomadas depois do jantar? E há alguma maneira de evitar a ressaca à noite?

Não há ensaios clínicos robustos que avaliem os efeitos para a saúde de ingerir bebida alcoólica durante o dia. Mas psiquiatras e especialistas em álcool disseram que existem alguns fatores únicos que influenciam como o consumo diurno pode diferir do noturno.

Não há fim definido

À noite, você pode estar mais sintonizado com os sinais de que é hora de parar –depois que o jantar acaba, por exemplo. Por outro lado, a bebida alcoólica à tarde significa que as pessoas nem sempre controlam o quanto estão consumindo, diz Akhil Anand, psiquiatra da Clínica Cleveland.

Se você está bebendo ao longo do dia, e não necessariamente está monitorando quando fará sua próxima refeição, você pode acabar sem comida suficiente nos estômago para ajudar a diminuir o ritmo em que seu corpo absorve o álcool –isso significa que a intoxicação num curto período de tempo é mais provável.

Está quente

Beber enquanto há sol aumenta a probabilidade de você ficar desidratado, o que pode intensificar os efeitos da intoxicação: você pode se sentir cansado, tonto ou simplesmente fora de si, diz Sarah Andrews, professora assistente de psiquiatria e ciências comportamentais na Universidade Johns Hopkins.

Em um dia abafado, você pode perder mais líquidos do que consegue repor, o que significa também perder sódio e minerais que ajudam o corpo a funcionar normalmente. Isso, além da natureza desidratante do próprio álcool, que age como um diurético e empurra os fluídos para fora do seu organismo, faz você urinar com mais frequência.

A ressaca pode chegar mais cedo

Quanto mais cedo você começar a beber, mais cedo virá aquela sensação de boca seca e cabeça pesada da ressaca. Um brunch com mimosas pode causar uma ressaca na hora do jantar, diz Danesh Alam, psiquiatra da Universidade Northwestern, embora seja mais provável que a ressaca comece cedo na manhã seguinte, quando o teor de álcool no sangue voltar a zero.

Como beber durante o dia pode ser muito desidratante, os sintomas da ressaca provavelmente serão piores, aponta Anand.

As melhores maneiras de evitar uma ressaca são beber pelo menos um copo de água por bebida alcoólica, garantir que você coma o suficiente, evitar bebidas açucaradas e, é claro, limitar a quantidade de álcool em geral (não importa a que horas você comece).

A ansiedade pode vir com força

A desidratação também acentua os efeitos fisiológicos que podem vir com uma ressaca –mãos trêmulas, náusea, tontura. Às vezes, os sinais corporais de ressaca causados pela bebida podem desencadear sentimentos reais de medo e nervosismo, também conhecidos como ansiedade.

Nas horas ou dias após o consumo diurno, quando é mais provável que você fique mais desidratado, a ansiedade pode ser especialmente forte, indica Thea Gallagher, psicóloga clínica da Langone Health, Universidade de Nova York.

Você vai dormir bem depois? Essa é uma dúvida geral

Algumas taças de vinho antes de dormir são uma receita para uma noite mal dormida, uma vez que o álcool compromete seu sono REM (fase dos sonhos) e o faz ir ao banheiro. Beber durante o dia também pode causar estragos em seu ciclo sono-vigília, diz Alam. Você pode tirar um cochilo, o que pode dificultar o sono mais tarde. Ou você pode ganhar força durante o dia e depois sofrer as típicas consequências noturnas que acompanham a bebida: acordar agitado de madrugada.

Mas se você der a si mesmo um período de três ou quatro horas entre a última bebida e a hora de dormir –especialmente se beber água e comer nesse período–, seu corpo pode ter a chance de metabolizar o álcool antes de dormir, permitindo que você descanse o suficiente.

Folha de São Paulo com The New York Times

Hanna Safieh: Depressão causa mais uma morte na rua Jundiaí em Natal

Foto: ShutterStock

A depressão causou mais uma morte na classe média de Natal. Ontem, foi no edifício Hanna Safieh, na rua Jundiaí, em Tirol. Dessa vez foi com arma de fogo, um sujeito novo, 30 anos, pai de uma criança de 5 anos.

Para quem tem depressão, até os remédios são caros. Os psiquiatras, em regra, não aceitam planos de saúde, as consultas são demoradas e os planos não pagam bem, fica inviável para eles consultar sem ser no particular. Então, isso restringe muito o acesso, só quem tem uma condição diferenciada frequenta.

As pessoas preferem comprar uma calça, uma bolsa, a pagar uma consulta. Essa é a realidade que deve ser enfrentada. Uma consulta não é uma despesa, é um investimento. O investimento mais rentável é na própria pessoa. 

Na rede pública, o atendimento é muito precário. Pouquíssimos profissionais. Ter acesso a um psiquiatra ou psicólogo no Brasil é difícil. A consequência disso é o avanço da depressão. 

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

Assinada ordem de serviço para construção da Unidade Básica de Saúde do Novo Santo Antônio

Obra tem investimento superior aos R$ 760 mil

A Prefeitura de São Gonçalo assinou a ordem de Serviço para a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Novo Santo Antônio nesta quarta-feira (31), marcando um momento significativo para a saúde da comunidade. A UBS será um marco importante para a região, proporcionando atendimento de qualidade e melhorando a acessibilidade aos serviços de saúde.

A unidade será equipada com um consultório odontológico, sala de inalação coletiva, sala de curativos, consultórios, sala de recepção, sala de observação/procedimento/coleta, sala de vacinas, dispensação de medicamentos, banheiros, sanitários, entre outros espaços. Todos com acessibilidade− o que vai garantir um espaço completo e adequado para os cuidados de saúde da população.

Com um valor de obra superior a R$ 760 mil, o investimento na construção da UBS demonstra o comprometimento da administração municipal em fornecer serviços de saúde de qualidade e abrangentes para a comunidade.

O prefeito Eraldo, ao assinar a ordem de serviço, destacou a importância da obra para a melhoria da qualidade de vida dos moradores do Novo Santo Antônio. “A construção da Unidade Básica de Saúde é um passo crucial para aprimorar o atendimento de saúde na nossa cidade. Estamos cada dia buscando aprimorar os nossos serviços de saúde para melhorar a qualidade de vida e bem estar da nossa população.  Assinar essa ordem de serviço é uma conquista importante para todos nós”, destacou.

A secretária de Saúde, Aldenísia Albuquerque, também comentou sobre a importância da UBS: “A construção dessa unidade representa um grande avanço para a saúde pública local. Teremos um espaço moderno e adequado para oferecer atendimento de qualidade aos pacientes, além de ampliar os serviços disponíveis. Estamos comprometidos em proporcionar um ambiente acolhedor e seguro para a população, fortalecendo a promoção da saúde e prevenção de doenças”, disse.

Prefeitura de São Gonçalo do Amarante

Unidade de Saúde do Planalto é desativada e prédio será entregue a Parnamirim; entenda


Prédio da USF Planalto será devolvido à Prefeitura de Parnamirim – Foto: reprodução

O prédio da Unidade de Saúde da Família do Planalto (USF Planalto) será devolvido à Prefeitura de Parnamirim, por estar localizado em território do município. Com isso, a unidade que era administrada pela Secretaria de Saúde de Natal foi desativada. A pasta da capital potiguar informou que os usuários passaram a ser acompanhados por outros serviços de saúde do município a partir desta quinta-feira (1º).

A população assistida pela equipe número 140 deve procurar atendimento na Unidade de Saúde Ronaldo Machado, localizada na rua Desportista Arthur Veiga, nº 145, Planalto. Já os usuários de saúde do SUS assistidos pelas equipes de saúde números 138 e 139 devem procurar a unidade de Rosangela Lima, localizada na Rua Santa Beatriz, S/N, Planalto.

“O prédio em que a população de Natal era atendida está localizado no território de Parnamirim e será devolvido para a prefeitura do outro município para organização e assistência à população de Parnamirim, enquanto que a parcela dos usuários de Natal que recebia atendimento na unidade, vai receber assistência dentro do nosso território”, ressaltou a secretária adjunta/SMS, Rayanne Araújo.

A Secretaria de Saúde de Natal reforçou que todos os serviços de atenção à saúde oferecidos para essa população, continuarão sendo ofertados nessas novas unidades de referência.

Por Tribuna do Norte

Médico é demitido após prescrever sorvete e videogame para criança com dor de garganta

Imagem: reprodução

Um médico que atendia na rede pública de Osasco, na Grande São Paulo, foi demitido depois de prescrever sorvete de chocolate e videogame para tratar uma criança de 9 anos que estava com inflamação na garganta e sintomas gripais.

A mãe da criança, Priscila da Silva Ramos, 37, reclama do atendimento. “Eu acho que foi um deboche do meu filho doente”, afirmou.

O atendimento ocorreu na madrugada do último dia 18, na UPA Jardim Conceição, em Osasco.

“Meu filho passou bastante mal, vomitou, aí eu fui levar ele. O médico atendeu, não levou nem cinco minutos na sala. Ele perguntou se eu tinha olhado a garganta do menino. Eu falei que não, que era ele o médico e quem tinha que estar olhando a garganta do menino”, relatou.

No entanto, ainda assim, segundo a mãe, o médico não examinou a criança. A reportagem da Folha de S. Paulo tentou mas não conseguiu contato com o profissional.

“Ele começou a escrever a receita sem examinar meu filho, sem olhar a garganta, sem examinar o peito, sem nada nada. Aí ele perguntou para o meu filho se ele gostava de sorvete, ele falou que sim. Perguntou se de chocolate ou morango, meu filho respondeu de chocolate. Só que até então não imaginava que ele prescreveu o sorvete na receita. Aí ele prescreveu o sorvete e prescreveu o jogo”, contou.

Na receita médica constam cinco indicações de medicamentos: amoxicilina, ibuprofeno, dipirona, prednisolona e acetilcisteína —além de sorvete de chocolate duas vezes por dia, mais Free Fire diário.

Ramos contou que viu a lista de medicamentos, mas não percebeu a prescrição do sorvete e do jogo no final da receita. “Alguns remédios eu conhecia, outros não. Mas ele não explicou nada, simplesmente escreveu e me dispensou”, afirmou.

Só no dia seguinte a tia do menino pegou a receita e estranhou a indicação do médico. “Depois eu e minha irmã resolvemos colocar no Facebook”, explicou.

O médico é identificado na receita como Marcos Wesley Silva, neurologista. No site do CFM (Conselho Federal de Medicina) a situação dele consta como regular, mas sem especialidade registrada.

Segundo a Prefeitura de Osasco, a OS (Organização Social) responsável pelas UPAs informou que desligou médico de seu quadro de prestadores de serviços.

Para o advogado Henderson Furst, presidente da Comissão de Bioética da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo), esse tipo de prescrição, geralmente, tem o objetivo de humanizar a relação.

“Alguns médicos que têm uma prática de humanizar a relação fazendo umas receitas que contenham algumas coisas fora do comum, mas que representam naquela relação um um ato de humanização. Já vi receita, por exemplo, que o médico falava ‘cuide-se, você é especial, abrace mais’. É claro que essa mesma receita feita por um médico no contexto em que a relação médico-paciente está ruim pode soar muito estranha”, disse.

De acordo com o advogado, não é possível opinar sobre a conduta sem conhecer o contexto. “Não temos como saber se ele realmente não foi diligente, não atendeu bem. Mas não dá para condenar a prática em si”, afirmou.

“Pode ser que o profissional tenha dosado mal a mão ao não perceber que a mãe estava angustiada, preocupada com a situação da criança e que aquela mensagem não iria cair bem. Talvez, em outro contexto, isso viralizaria como algo muito positivo”, avaliou.

A mãe da criança disse que espera que o caso traga melhora nos atendimentos médicos na cidade. “Que deem mais atenção, principalmente quando é criança. A gente fala, muitas vezes ignoram, não olham na cara, fingem que escutam, uma ignorância tão grande. Que comecem a ouvir mais o paciente. A gente vai porque necessita, ninguém quer viver em hospital”, disse.

Folhapress

Recursos federais para piso da enfermagem são insuficientes para pelo menos metade dos municípios do RN, diz Femurn

Piso da enfermagem ainda é alvo de discussão no STF – Foto: Alex Régis/ Tribuna do Norte

Os recursos garantidos pelo Governo Federal para a implementação do piso da Enfermagem são insuficientes para, pelo menos, metade das 167 cidades potiguares, de acordo com estimativa da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn). Segundo Luciano Santos, presidente da Federação, um levantamento sobre a situação deve ficar pronto até a próxima sexta-feira (26). A orientação, de acordo com o presidente da Femurn, é para que os prefeitos tenham cautela e analisem as próprias condições orçamentárias na hora de discutir a implantação do piso.

No último dia 12, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Portaria GM/MS nº 597, que destina  R$ 7,3 bilhões aos Estados, Municípios e ao Distrito Federal, para assegurar o pagamento. Ao Rio Grande do Norte serão enviados R$ 118,4 milhões, valor a ser repartido entre a rede estadual de saúde – que ficará com R$ 21,7 milhões – e as 167 cidades potiguares.
Aos municípios, cabe dividir, portanto, R$ 96,6 milhões. Os recursos serão encaminhados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) em nove parcelas. A portaria sancionada pelo Governo federal aponta que essas parcelas “serão transferidas mensalmente a partir de maio de 2023”, sendo que duas delas serão encaminhadas em dezembro deste ano. Até o momento, nenhum recurso chegou ao RN.
Segundo a portaria sancionada pelo Governo Federal, após os valores serem creditados nos fundos de saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, será contado um prazo de 30 dias para que esses entes efetuem o pagamento dos recursos financeiros correspondente à primeira parcela.
A decisão que restabeleceu a Lei do Piso (nº 14.434),  ainda está  em análise no Pleno do Superior Tribunal Federal (STF). O ministro Luiz Roberto Barroso havia suspendido a lei a pedido  da Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos de Serviços (CNSaúde). Na ocasião, Barroso entendeu que era preciso estar claro de onde viriam os recursos para pagamento do piso. Diante da liberação dos R$ 7,3 bilhões por parte do Governo Federal, o ministro considerou que há valores mínimos para a implantação e revogou a suspensão parcialmente.
Na sexta-feira (19), o STF começou a analisar a medida. “Estamos aguardando a manifestação do Pleno sobre a questão. Por enquanto, a gente está tentando apurar a situação no RN, mas, pelo que temos até agora, os repasses da Portaria Nº 597 não atendem a contento, a pelo menos metade das nossas cidades”, disse Luciano Santos, da Femurn. 
De acordo com a medida que está em análise no STF, a lei federal não pode impor piso salarial a estados e municípios sem aportar integralmente os recursos necessários para cobrir a diferença remuneratória, sob pena de comprometimento da autonomia financeira desses entes. Assim, em relação aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o relator fixou que a obrigatoriedade do piso só existe no limite dos recursos recebidos da União.
No caso dos profissionais da iniciativa privada, o ministro previu a possibilidade de negociação coletiva. Para o setor público, o início dos pagamentos do piso deve observar a Portaria 597 do Ministério da Saúde. Já no setor privado, os valores devem ser pagos pelos dias trabalhados a partir de 1º de julho de 2023.
Dados inconsistentes
Para o presidente do  Conselho Regional de Enfermagem no RN (Coren-RN), Manoel Egídio, há uma lacuna nas informações repassadas pelos Municípios ao Ministério da Saúde (MS). Esta seria, segundo ele, a razão para a insuficiência de recursos.
“O Ministério da Saúde faz os cálculos com base na RAIS [Relação Anual de Informações Sociais] e no CNES [Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde]. Se os dados dos municípios estão incompletos, nós entendemos que quem tem que arcar com esse ônus são os próprios municípios.
 Algumas cidades, em vez de ter pessoal efetivo, têm contratos precarizados, os quais não são sequer informados ao MS.  É uma estratégia muito usada pelas prefeituras para que não haja concurso público e para fugir da Lei de Responsabilidade Fiscal. Então, são feitos contratos com cooperativas e organizações sociais”, pontua Egídio.
“Só que agora essas organizações e cooperativas irão querer rediscutir o valor dos contratos, porque os profissionais vão querer receber o piso”, completa. A solução de acordo com Egídio, seria tentar corrigir as informações junto ao Ministério da Saúde. 
“O que acontece é que algumas prefeituras pagam um salário mínimo aos profissionais. Quando o MS verificou que aquele enfermeiro não ganhava o piso, apenas complementou o valor”, explica Luciano Santos, da Femurn. “Sem falar que o Ministério considerou apenas os serviços especializados, porém, os repasses para a Atenção Básica já carecem de complemento há muito tempo, o que é feito pelas prefeituras. E esses profissionais [da Atenção Básica] ficaram de fora [da Lei do Piso]”, prossegue o presidente da Federação.
 Uma das formas de reduzir os impactos nas cidades potiguares seria, de acordo com Santos, adicionar 1,5% de recursos ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A sugestão consta na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, defendida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). As estimativas feitas pela CNM são de um impacto de R$ 10,5 bilhões para os Municípios de todo o País somente no primeiro ano de implementação da medida. 
 A Confederação vê com preocupação a inconsistência de informações.  “As bases de dados consideradas  não contemplam a totalidade dos profissionais vinculados à administração municipal. Para um número de Municípios, as parcelas a serem repassadas, se somadas, não representam um salário-mínimo e mais de 100 outras cidades simplesmente deixam de ser consideradas no repasse e sequer são citadas na portaria publicada. Destaca-se que cerca de 200 mil profissionais terceirizados podem não estar contemplados. E ainda [o crédito do Governo Federal] se trata de um recurso temporário, vigente apenas para o ano de 2023.
Por Tribuna do Norte

Influenza: Prefeitura amplia vacinação

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante informa, à população, que está ampliando a vacinação contra Influenza,  para maiores de seis meses de idade. Os interessados em receber a dose devem procurar a unidade de saúde mais próxima.

A influenza, também conhecida como gripe, é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, responsáveis por um grande número de internações hospitalares no país.

Prefeitura de São Gonçalo do Amarante

Prefeitura disponibiliza vacinas contra Influenza

Foto: ASCOM

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Saúde do município (Sesad), informa que as doses da vacina da gripe (Influenza) estão à disposição da população parnamirinense. Os imunizantes estão liberados para cidadãos ainda não vacinados, a partir dos 6 meses de idade.

Para tomar a vacina, basta procurar a sala de vacina mais próxima, em uma das 29 Unidades Básicas de Saúde da cidade, portando algum documento de identificação pessoal.

De acordo com a Sesad, Parnamirim também recebeu a insulina Lanthus, que será disponibilizada para a população por meio do Centro Integrado de Saúde (CIS), onde também funcionam os seguintes serviços:

  • Farmácia Centra
  • Glaucoma
  • Serviço Social
  • Suporte Nutricional 
  • Fraldas e Insumos 
  • Insulinas e fitas

Funcionamento 

  • CIS – 8h às 12h e 13h às 17h
  • Farmácia Central – 7h30 às 14h
  • Rua Aspirante Santos, 307, na lateral da Escola Maria do Céu, em Santos Reis.
  • Contato: (84) 98893-8798

Assessoria de Comunicação de Parnamirim  – ASCOM
 

Luiz Almir, após novos exames médicos, apresenta melhora

Foto: Reprodução.

Informações obtidas na manhã desta quinta-feira (11), mostram que, de acordo com novos exames o quadro de saúde do apresentador Luiz Almir é de constante melhora.

Ele teve, recentemente, um quadro de infecção urinária que já estava comprometendo os rins. Porém, relatos de pessoas próximas apontam o controle da doença.

O Blog do GM está feliz com a notícia, na torcida pelo pleno estabelecimento do apresentador.

CIRURGIA INÉDITDA: Médicos salvam bebê da morte ao operar o cérebro dela ainda no útero da mãe

Foto: reprodução

Um grupo de médicos nos Estados Unidos realizou uma cirurgia inédita ao reparar uma condição potencialmente fatal no cérebro de um bebê ainda no útero da mãe. Durante exames de rotina, os médicos identificaram que o bebê tinha uma condição pré-natal rara, chamada de malformação da veia de Galeno (VOGM, na sigla em inglês).

O problema afeta as artérias que levam sangue de alto fluxo e alta pressão do coração para o cérebro. Se fosse mantida após o nascimento, essa malformação teria efeitos graves no coração, cérebro e pulmões, podendo causar a morte logo após o parto. O procedimento, conduzido por equipes do Boston Children’s Hospital e no Brigham and Women’s Hospital, envolveu uma técnica chamada de embolização in-utero, que foi feita quando o feto tinha 34 semanas (fase final da gestação).

Os médico se orientaram por ultrassom e conseguiram reparar a malformação da veia de galeno com sucesso. Devido à cirurgia, entretanto, o bebê nasceu dois dias depois, de parto natural. Os exames mostraram que a pequena Denver já estava com o coração praticamente normalizado. Não foi necessário nenhum suporte cardiovascular. O exame neurológico foi normal e ela também não apresentou derrames, acúmulo de líquido ou hemorragia em uma ressonância magnética do cérebro.

“Ficamos emocionados ao ver que o declínio agressivo geralmente observado após o nascimento [caso a malformação continuasse] simplesmente não apareceu. Temos o prazer de informar que, com seis semanas, o bebê está progredindo notavelmente bem, sem medicamentos, comendo normalmente, ganhando peso e voltando para casa. Não há sinais de quaisquer efeitos negativos no cérebro”, comemorou o médico Darren B. Orbach, do Boston Children’s Hospital, que integrou a equipe.

Por R7

OMS decreta fim da pandemia de Covid-19 em todo o mundo

Foto : Adriano Abreu

A Organização Mundial da Saúde anunciou, nesta sexta-feira (5), que a Covid-19 não é mais uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), o mais alto título de alerta da organização, declarado para o surto do novo coronavírus no final de janeiro de 2020. 

“Com grande esperança, declaro o Covid-19 como uma emergência de saúde global”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Em termos práticos, a decisão muda pouco, tendo em vista que muitos países já encerraram seus estados de emergência por Covid e se afastaram de quase todas as restrições de saúde pública implementadas para controlar o vírus.
Por Tribuna do Norte

Número de casos de dengue no Brasil cresce 37% nos primeiros quatro meses de 2023


Dengue, chikungunya e zika são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (foto)
Wikimedia Commons

O Brasil contabilizou, até o fim de abril, 899,5 mil novos casos prováveis de dengue, um aumento de 37% quando comparado ao total do mesmo período de 2022 (654,8 mil). Os números atualizados foram apresentados nesta quinta-feira (4) pelo Ministério da Saúde, no lançamento da Campanha Nacional de Combate à Dengue, Zika e Chikungunya.

Os casos de dengue neste ano estão concentrados em todos os estados do Sudeste e Centro-Oeste, além de Paraná e Santa Catarina (Sul) e Acre, Rondônia e Tocantins (Norte). Regiões que não costumavam enfrentar surtos de dengue agora já os têm com frequência.

“Antes, era Norte e Nordeste por conta da miséria, dos depósitos, da baixa capacidade de enfrentamento… aí você vê que ela migra para o Sul e para o Sudeste. O mosquito é inteligente, ele se adapta, então temos que correr mais do que ele. De repente, temos agora um problemaço no Paraná, em Santa Catarina, no Sul do país. Isso era maior no Nordeste”, disse o secretário-executivo do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Jurandi Frutuoso.

Quando o vírus se espalha em áreas onde ele não havia circulado de forma intensa no ano anterior, existe um aumento da quantidade de casos devido ao número de pessoas suscetíveis, abundância de vetores (mosquitos Aedes aegypti) e à própria circulação viral. Alda Maria da Cruz, diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, chamou atenção para o fato de o Aedes ageypti ser um mosquito cada vez mais adaptado aos centros urbanos.

Essa é uma das razões pelas quais se tem observado um “aumento crescente das epidemias, e cada vez com intervalos mais curtos entre os surtos”. Isso vale não somente para a dengue, mas também para a chikungunya e a zika, que são igualmente transmitidas pelo Aedes aegypti.

Neste ano, o Brasil já registrou 86,9 mil casos prováveis de chikungunya, com 19 óbitos. A doença está concentrada nos estados de Tocantins, Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os casos de zika foram 6.295, e não houve óbitos até o momento. Os estados mais afetados são Acre, Rondônia e Tocantins.

O Ministério da Saúde lançou hoje uma campanha de comunicação e o Painel de Monitoramento de Arboviroses, para que a população possa consultar o número de casos de cada uma das doenças, os sintomas e as formas de prevenção. Uma peça audiovisual também será veiculada na mídia.

“A ideia da campanha de comunicação é avisar que, quanto mais rápido você identificar esses sinais e sintomas e buscar o serviço de saúde, mais rápido a gente vai ter o diagnóstico e um desfecho melhor para esse caso”, enfatizou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

Mortes

As mortes por dengue, todavia, caíram de 557 no ano passado para 333 — ainda há registros em investigação que podem alterar os dados de 2023.

“Em relação ao número de pessoas doentes, não foram tantos, mas são óbitos que nos preocupam e que não deveriam acontecer. Nós termos um caso de óbito por dengue, chikungunya e zika no século 21 é um alerta importantíssimo de que nós devemos melhorar”, afirmou Ethel. Ainda em relação às mortes, o Ministério da Saúde aposta no treinamento adequado das equipes de saúde para evitar que os casos se agravem.

“A gente sabe que, no caso principalmente de dengue e chikungunya, uma grande parte dos óbitos se dá por conta do manejo inadequado dos pacientes — o diagnóstico em tempo hábil e um tratamento adequado ao longo do processo em que a doença se instala. A gente tem que insistir nessa questão da capacitação dos profissionais para que aconteça no tempo, e a gente possa tratar esses pacientes, já que evitar, praticamente, não consegue”, complementou Frutuoso.

Segundo Ethel, observou-se que muitas pessoas já chegavam às unidades de saúde com quadros graves de desidratação, o que dificultava o tratamento.

Medidas

O Ministério da Saúde havia lançado em março o COE (Centro de Operações de Emergências) Arboviroses, para definir estratégias de controle e redução de casos graves e óbitos. A pasta vai apostar em duas tecnologias que envolvem o próprio mosquito Aedes aegypti para tentar reduzir a incidência de dengue, chikungunya e zika.

Uma delas, de acordo com Ethel, envolve o uso da bactéria Wolbachia. “O mosquito é infectado naturalmente por uma bactéria, que impede que ele adquira o vírus e o transmita”, disse.

Um acordo firmado em março entre a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a WMP (World Mosquito Program) prevê a construção de uma biofábrica com capacidade para produzir até 100 mil mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia por semana.

O cronograma prevê que a biofábrica entre em operação no ano que vem. O investimento será de R$ 100 milhões. Outra tecnologia que deve ser introduzida é a de mosquito estéril, que é geneticamente modificado para pôr ovos que não viram larvas, ou seja, não geram outros insetos.

Fonte: www.noticias.r7.com

 

São Gonçalo inicia vacinação para toda população acima dos 18 anos


A vacinação é uma das principais medidas de combate à Covid-19 e é fundamental que todos sejam vacinados.

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ampliou a vacinação do público-alvo da campanha de vacinação contra covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda a polução acima dos 18 anos.

A vacina está disponível para aqueles que já concluíram, pelo menos, o esquema primário da vacinação contra covid-19, composto pelas duas primeiras doses ou dose única das vacinas monovalentes. O Intervalo mínimo para ser vacinado com a bivalente é de 4 meses após a última dose monovalente recebida.

Além disso, é importante lembrar que quem está com o esquema vacinal atrasado deve procurar a unidade de saúde mais próxima para atualizar sua situação. A atualização é importante para garantir a eficácia da imunização e a proteção contra a Covid-19.

A imunização completa é muito importante para proteger a si mesmo e a comunidade. A vacinação é uma das principais medidas de combate à Covid-19 e é fundamental que todos sejam vacinados.

Prefeitura de São Gonçalo do Amarante

Agentes de Combate às Endemias de Parnamirim são destaque nacional

Foto: Assessoria de Comunicação de Parnamirim – ASCOM

Mais uma vez a cidade de Parnamirim é destaque nacional, desta feita pela atuação exemplar também na saúde pública. O portal do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) publicou na última sexta-feira (28), uma reportagem especial, na qual faz reiterados elogios à atuação dos ACE’s parnamirinenses na condução do projeto MonitorArbo.  

De acordo com a matéria publicada, a iniciativa funciona a partir do cruzamento de informações sobre a presença dos insetos e de casos de arboviroses entre a população de uma determinada área. Os dados são coletados pelos Agentes de Combate às Endemias nas residências e estabelecimentos comerciais semanalmente, com as chamadas ovitrampas, espécies de armadilhas instaladas pelo município nesses locais. Hoje, até a base aérea de Parnamirim conta com ovitrampas. Em toda a cidade, que possui cerca de 130 mil imóveis, são 175 áreas monitoradas por semana.

Confira a matéria na íntegra pelo link:

https://portal.conasems.org.br/noticias/581_reportagem-especial-monitorarbo-projeto-de-combate-as-arboviroses-em-parnamirim-vai-alem-do-monitoramento-de-focos

O diretor do Departamento de Vigilância em Saúde de Parnamirim, Kleyton Felipe, disse ser uma alegria para todo o serviço público do município ter no enfrentamento às arboviroses um trabalho reconhecido nacionalmente, mostrando que a cidade está no caminho certo. “Temos servidores valorosos, um prefeito que nos apoia e uma Secretaria de Saúde que nos dá condições de desenvolver um trabalho de enfrentamento cada vez mais efetivo a essas doenças tão corriqueiras. Para nós, é uma felicidade ter um trabalho reconhecido nacionalmente”, disse.

Para manter o padrão em alta, conheça uma das novas perspectivas de Parnamirim: o Boletim Epidemiológico

A Secretaria de Saúde de Parnamirim está em processo de produção de um documento que vai revolucionar a tomada de decisões no município, o Boletim Epidemiológico da cidade. O Departamento de Vigilância em Saúde deve publicar mensalmente dados fidedignos sobre Covid-19, arboviroses, cenários epidemiológico e entomoepidemiológico, doenças e agravos, vigilância das zoonoses, HIV/Aids, hepatites e sífilis.

É mais transparência na divulgação dos dados para ajudar a gestão pública e a própria população a compreender de forma prática a realidade do município. Os dados divulgados pelo Boletim Epidemiológico poderão inclusive nortear toda a gestão da saúde, como auxiliar no processo de compra de medicamentos, traçar políticas com base no número de pessoas com HIV entre muitos outros usos.

Assessoria de Comunicação de Parnamirim ASCOM

 

Prefeitura entrega novas instalações da Unidade Básica de Saúde do Santa Terezinha

O novo endereço da UBS é mais um importante instrumento no investimento na saúde pública de São Gonçalo.

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante realizou a entrega das novas instalações da Unidade Básica de Saúde do Santa Terezinha. O espaço conta com salas de odontologia, imunização, enfermagem, entre outras, reformadas e equipadas para melhor atender a população do bairro. O novo endereço da UBS é mais um importante instrumento no investimento na saúde pública de São Gonçalo.

Na ocasião, a secretária de saúde, Aldenísia Albuquerque, destacou o trabalho incansável dos servidores da saúde. “Nós trabalhamos diuturnamente para entregar esse trabalho e, assim, melhorar o atendimento e a saúde da nossa população”, disse. Além disso, ela falou sobre mudanças que estão sendo realizadas na saúde para bem atender todos, entre elas a descentralização do serviço de próteses dentárias para o interior e a criação de uma equipe de ginecologia para melhor atender às mulheres do município.

O prefeito Eraldo, presente durante a inauguração, fez questão de agradecer também aos servidores da saúde pelo cuidado com a população da cidade. Eraldo lembrou obras importantes que estão sendo realizadas e anunciou melhorias na área, com a contratação de mais médicos e melhorias nas unidades de saúde.

Prefeitura de São Gonçalo do Amarante