Sextooou. Secretariado da Ilusão

A ilusão pelo poder, quando não contida, costuma bater à porta da insanidade. Nos bastidores políticos, um comentário recente ganhou força e chegou aos ouvidos de alguns vereadores, que logo fizeram eco ao que muitos já chamam de “o sonho impossível de Odete Roitman”. O burburinho cresceu, espalhou-se e, em pouco tempo, transformou-se em piada de mau gosto entre os corredores do poder.

Ao tomar conhecimento da fofoca, a mulher forte limitou-se a sorrir e declarar:
“Deus é justo e fiel na minha história. O povo é forte e resistirá a mais essa manobra rasteira, fruto da ambição dos que tentam desafiar a vontade popular e divina.”

Fontes próximas afirmam que já há uma lista de nomes cotados para compor o chamado “secretariado da ilusão”. Segundo especulações, o menino de recados ficaria com a Saúde; o rábula urubu assumiria a Segurança; a ave de rapina comandaria a Limpeza; em Obras, o homem velho teria recusado o convite, mas chegou a ser sondado; e, para a Sensur, estaria reservada a chamada “fera prateada”. Outros nomes, dizem, viriam do Legislativo e da enigmática capa preta.

Por ora, o tema permanece restrito às conversas de bastidor. Mas, ao que tudo indica, não demorará para que o assunto venha à tona — e a ilusão revele quem, de fato, serve ao povo e quem serve apenas ao poder.

Conselho de Administração reconduz diretoria da Potigás para mais dois anos de mandato

O Conselho de Administração da Companhia Potiguar de Gás (Potigás) aprovou, na reunião desta quinta-feira (13), a recondução da diretoria executiva da concessionária para mais dois anos de mandato. A decisão reforça a confiança no trabalho liderado pela diretora-presidente Marina Melo, que permanece à frente da empresa ao lado da diretora administrativa e financeira, Alyne Valentim, e do diretor técnico e comercial, Dennis Falcon.

A atual gestão atravessa um ciclo de expansão acelerada, marcado pelo aumento expressivo dos investimentos, pelo avanço da interiorização do gás natural com a chegada de infraestrutura a mais municípios, e pela modernização da companhia. Entre 2020 e 2022, a Potigás investiu R$ 24,5 milhões na ampliação da rede de distribuição. No triênio 2023–2025, esse volume saltou para R$ 63 milhões, refletindo o novo ritmo de crescimento da empresa.

O principal vetor desse avanço é o Polo Gás Sal, obra iniciada em janeiro de 2025 que irá levar gás natural canalizado para a região salineira do estado, atendendo indústrias, postos de combustíveis, comércios e condomínios. Paralelamente, a companhia vem fortalecendo sua governança com a digitalização e o mapeamento de processos, além de ampliar práticas de transparência e eficiência interna.

“Assumimos com grandes desafios de interiorização do gás natural e modernização da Potigás. Mas fomos além, fortalecendo também a responsabilidade social da empresa, ampliando os investimentos em projetos culturais, esportivos e em promoções voltadas à conversão da frota veicular”, destaca Marina Melo, que preside a companhia desde 2022. Reconduzida para um novo ciclo, Marina reforça que a continuidade permitirá avançar em projetos estruturantes e acelerar investimentos estratégicos, como a conclusão do Polo Gás Sal, prevista para 2026, e o atendimento a mais um município, Grossos, que passará a integrar a malha de distribuição.

“Para o próximo biênio, nosso foco é expandir ainda mais essa interiorização do gás natural, chegando com infraestrutura moderna e segura a um número crescente de municípios, além de intensificar os investimentos em inovação e impulsionar novas frentes como o biogás. Seguimos firmes na missão de entregar energia segura, competitiva e sustentável aos potiguares, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Norte”, afirma.

O diferencial digital da Ratts Ratis: marketing de precisão de alta performance com IA

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Prefeita Jussara Sales participa do 4º Simpósio de Segurança Pública no Rio de Janeiro

A prefeita de Extremoz, Jussara Sales, e a secretária municipal da Mulher, Sheila Freitas, participaram nesta quinta-feira (13), do 4º Simpósio de Segurança Pública, realizado na cidade de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro. O evento reuniu autoridades, estudiosos e gestores públicos de diversas regiões do país para discutir avanços e desafios na área da segurança, com foco em políticas integradas e ações de proteção social.

Entre os temas em destaque, os 19 anos da Lei Maria da Penha, o desenvolvimento da inteligência municipal, o controle social e a fiscalização de recursos públicos, entre outros assuntos relevantes para o setor.

Durante o simpósio, a prefeita Jussara Sales foi convidada a compartilhar a experiência de Extremoz no fortalecimento das políticas públicas voltadas para a segurança do cidadão. Em sua fala, ela destacou iniciativas implementadas no município que têm contribuído para a melhoria do ambiente urbano, prevenção à violência e ampliação da proteção às famílias.

A secretária da Mulher, Sheila Freitas, também participou como palestrante, apresentando o trabalho contínuo da pasta no enfrentamento à violência de gênero e na promoção de políticas que garantem acolhimento, autonomia e segurança para as mulheres. Sheila ressaltou a importância da articulação entre municípios, estados e instituições para avançar nas estratégias de combate à violência e ampliação dos serviços de apoio às vítimas.

A participação de Extremoz no evento reforça o compromisso da gestão em buscar conhecimento, inovação e parcerias que contribuam para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficientes e humanas.

Com alta do óleo e do leite, cesta básica fica 0,55% mais cara

A cesta básica em Natal registrou alta de 0,55% em outubro de acordo com levantamento feito pela Idema, puxada por produtos como o óleo, que apresentou a maior variação no mês, com elevação de 37,92%; leite (alta de 12,7% e margarina (2,54%); carne de boi (2,2%), legumes (1,2%) e café (com variação de 1,04%). Ao todo, seis dos 13 produtos avaliados fecharam o mês com preços mais elevados. Nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a alimentação por pessoa na capital foi de R$ 598,09 no mês passado.

Um supermercado no bairro da Redinha, na zona Norte de Natal, foi consultado na última quinta-feira (13), e foi observado os preços dos produtos que apresentaram as maiores variações no mês passado. O óleo de soja mais caro estava sendo vendido a R$ 10,49. O leite UHT desnatado chegava a R$ 10,48, enquanto o leite em pó integral custava R$ 35,98 o pacote com valor mais alto. O item, no entanto, estava na prateleira com preço promocional de R$ 27,98. A margarina de 500 g mais cara era vendida a R$ 6,98.

A dona de casa Giltânia Ildefonso, de 38 anos, conta que os preços mais salgados impactam diretamente o bolso, especialmente porque ela tem uma filha de um ano e nove meses que faz uso de leite e massas, como farinha láctea. “Não tem como deixar de comprar esses produtos, então, eu procuro os dias de oferta e as marcas que estão mais em conta”, relata.

Para a cozinheira Patrícia Fernandes, de 40 anos, a opção para fugir dos altos preços é reduzir o consumo. “Esses produtos que estão mais caros são itens que eu consumo bastante, então, o jeito é comprar menos”, comenta.

O economista Ricardo Valério avalia que a variação da cesta básica no mês passado na capital é modesta se comparada a outras ocasiões. Ele explica que o aumento no preço do óleo tem relação com o aumento das exportações da soja brasileira para mercados como China e México. “Desse modo, os preços das commodities nas alturas têm levado também à alta de preços para o consumo interno”, afirma Valério.

Sobre o leite e a margarina, o economista pontua que o aumento faz parte de uma sazonalidade ligada ao período de final de ano, época marcada pelos meses de seca, os quais consequentemente geram despesas extras para a cadeia leiteira. Para os próximos meses, Ricardo Valério analisa que a tendência é de queda no preço do óleo e de estabilidade para produtos da cadeia de laticínios.

Variação negativa

De acordo com o Idema, para uma família constituída por quatro pessoas, o valor da cesta básica em Natal alcançou R$ 2.392,36 em outubro. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com vestuário, despesas pessoais e transportes, dentre outros, o dispêndio total seria de R$ 7.377,13. O levantamento do Idema aponta também que sete dos 13 itens pesquisados tiveram variação negativa no período. São eles: arroz (-8,78%), farinha (-7,60%), frutas (-5,78%), pão (-2,75%), feijão (-2,14%), açúcar (-2,04%) e tubérculos (-1,78%).

Segundo o economista Ricardo Valério, as reduções estão relacionadas ao comportamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registra leve baixa pela quinta vez consecutiva. “Há uma tendência natural dos alimentos em geral (exceto os produtos ligados à época natalina e que estão fora da cesta básica) continuarem com essa queda em novembro e dezembro, porque a gente observa reduções de preços no Brasil por cinco IPCAs seguidos em função da cifra recorde de mais de 357 milhões de toneladas de alimentos e graças à produtividade do nosso agronegócio”, disse.

Índice de Preços

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), calculado pelo Idema através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos (CES/Seplan) para Natal, registrou em outubro uma variação positiva de 0,24% em relação ao mês anterior. Com o resultado, a variação no ano ficou em 3,92%, nos últimos 12 meses (novembro/2024 a outubro/2025).

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação negativa de -0,24% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para essa queda de preços foram os Enlatados (-4,99%), Hortaliças (-3,90%), Frutas (-3,48%), Leites e Derivados (-3,33%), Óleos e Gorduras (-2,37%) e alimentação Fora do Domicílio (-2,02%).

O grupo Transportes apresentou neste período uma variação positiva de 1,55% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Combustíveis (2,82%), Veículo Próprio (1,83%) e Transporte Público (0,64%). Já o grupo Educação teve uma variação positiva de 0,80% em função do aumento de preço nos itens de Papelaria (4,05%) e Cursos (0,02%).

Tribuna do Norte