Prefeitura de Parnamirim reforça a importância das campanhas vacinais

 

 

Neste sábado, 11 de junho, a Secretaria de Saúde de Parnamirim reforça a importância da continuidade do esquema vacinal contra a Covid-19, Influenza e Tríplice Viral de combate ao Sarampo, Rubéola e Caxumba,

Lembramos que a aplicação da terceira e quarta doses é o desafio deste momento, e também precisamos avançar para o segundo reforço de pessoas acima de 50 anos e trabalhadores da saúde, como também a terceira dose de reforço para os adolescentes a partir de 12 anos e estamos vacinando crianças a partir dos 5 anos de idade.

É fundamental convocar a população parnamirinense para tomar a dose de reforço, que é a garantia de uma proteção ampliada contra a COVID-19.
No Rio Grande do Norte nesse momento está havendo um grande crescimento de infectados pelo vírus da COVID-19. De acordo com os números da Secretaria de Saúde do Estado no último dia 09 de junho, em 24 horas foram confirmados 421 novos casos e o estado está com o total de 509.483 casos confirmados.

Até o momento, a Prefeitura de Parnamirim não tem medido esforços para o combate da COVID 19 e outras doenças mantendo todo o cronograma vacinal, com um diálogo aberto com a população e também com os pais convidando para a vacinação de suas crianças.

Neste sábado a vacinação acontece na Leroy Merlin no bairro de Nova Parnamirim e na Escola Ivanira Paisinho no bairro da Cohabinal, nos horários das 8h às 14h.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim

Bolsonaro diz estar “maravilhado” com Biden

Jair Bolsonaro está “maravilhado” com Joe Biden.

Ao voltar para o hotel em que está hospedado, em Los Angeles, ele disse para a imprensa que o saldo de seu encontro com o presidente dos Estados Unidos, durante a Cúpula das Américas, foi extremamente proveitoso:

“Foi excepcional, muito melhor do que eu esperava. Naquela aberta a vocês, colocamos os pontos básicos e depois fomos para a reservada, confidencial, segredo de Estado. Vão ficar curiosos, segredo de Estado. Há um interesse dos Estados Unidos muito grande no Brasil, e a recíproca é verdadeira. E se a gente conseguir realmente consolidar, ampliar esse eixo Norte-Sul, será bom para todo mundo (…). Posso dizer que estou maravilhado com ele.”

Fonte: o antagonista

Atleta parnamirinense é bicampeão mundial de jiu-jítsu em campeonato nos Estados Unidos

 

O atleta parnamirinense, Jefferson Alves Goteu, conquistou mais uma vez o primeiro lugar em um campeonato internacional. Dessa vez, Jefferson trouxe o título de bicampeão mundial de jiu-jítsu em um torneio na Califórnia, Estados Unidos.

Para chegar ao título, o atleta passou por 5 lutas, onde estiveram competindo 53 atletas. Jefferson, antes morador de Pirangi, litoral de Parnamirim, vive atualmente em Dubai, onde se encontra estabelecido há 5 anos. Em fevereiro deste ano, representando a categoria adulto profissional – faixa roxa – até 85 kg, do jiu-jitsu, Jefferson conquistou o primeiro lugar no campeonato AJP TOUR ABUDHABI INTERNATIONAL PRO 2022, nos Emirados Árabes.

O atleta parnamirinense tem sido motivo de orgulho para o nosso município, e a Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEL), não mediu esforços em proporcionar oportunidades e apoiar o sonho de Jefferson e tantos outros atletas do nosso município que, ao longo dos últimos anos, têm colecionado vitórias para Parnamirim, trazendo cada vez mais reconhecimento e felicidade para a nossa cidade.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim

Câmara Municipal de Natal entrega título de cidadão natalense ao Desembargador Marco Antônio Marques da Silva


_Sessão solene será realizada no dia 10 de junho, pela proposição da vereadora Ana Paula_

No dia 10 de junho, a Câmara Municipal de Natal, através da proposição da vereadora Ana Paula, vai entregar o título honorífico de cidadão natalense ao Desembargador Dr. Marco Antônio Marques da Silva.
Este título foi apresentado e aprovado pelo ex vereador Júlio Protásio, através do Decreto Legislativo de Nº 1070/2012 em Sessão Ordinária do dia 18 de abril de 2012, sendo aprovado por unanimidade e publicado no dia 20 de abril do mesmo ano.
Natural de Itapetininga, São Paulo, Dr. Marco Antônio possui graduação, mestrado e doutorado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Também é pós-doutorando em Direito Penal, Econômico e Europeu pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em Portugal.
Além de sua extensa atividade acadêmica como professor, coordenador, diretor e presidente em diversas universidades do curso de Direito, ele também possui experiência como desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e foi membro de diversas comissões institucionais.
É autor de livros e artigos nessas áreas e, atualmente, o desembargador é Membro do Conselho Científico da “Lisbon Law Review”, Revista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa; integra a Comissão Científica da “Interpretatio Prudentium: Direito Romano e Tradição Romanista em revista” e é membro do Centro de Investigação Jurídica do Ciberespaço da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Com intensa atividade docente no Brasil e no exterior, foi coordenador-geral e de diversos núcleos da Escola Paulista de Magistratura, entre os anos de 2006 a 2008. Também atuou como coordenador da Comissão de Imprensa do TJSP. É presidente da Academia Brasileira de Direito Criminal e diretor da Academia de Jurisprudentes de Língua Portuguesa Lisboa/Portugal e presidente da Cátedra Sérgio Vieira de Mello (PUC-SP e ACNUR/ONU), recebeu muitas condecorações e títulos honoríficos e coleciona mais de 20 publicações acadêmicas.
Dr. Marco Antônio tem Natal como sua segunda casa e, aqui, criou laços de amizades, memórias inesquecíveis e foi mestre de grandes juristas de nossa terra.

O espantalho era o corvo


Sou do interior de Minas e sempre fui da roça. Nas plantações de milho, que, quando menino, eu gostava de contemplar, aquele palhaço – fantoche, boneco de pano – feito para afugentar os corvos sempre me encantou. Olhando de longe, movimentado pelo vento, dava uma sensação de ser bailarino, artista ou ator. Bailava ao vento e cumpria um papel: era a segurança da colheita na lavoura. Os pássaros, mesmo famintos, fugiam dele. Nunca me ocorreu indagar se fugiam de medo ou por respeito.

Mas eu me recordo que não eram fáceis de colocar em pé aqueles fantoches. Tinha um cerimonial: um pau que os sustentava numa altura razoável, uma cartola que chamasse atenção e uma roupa um pouco espalhafatosa. Porém, o mais difícil era manter o “conteúdo” aprumado e balançando ao vento. Se o espantalho não fosse preenchido com um material firme, ele não conseguia ficar ereto para cumprir o seu papel de afugentar as aves daninhas. E, para isso, não bastava ter a madeira que o sustentava, nem as roupas vistosas e nem a cartola de artista; era necessário ter um estofo que desse segurança para que ele pudesse enfrentar o vento.

A vida passa, os espantalhos e os fantoches se multiplicam e se proliferam tentando ocupar outros espaços.

Quando a Operação Lava Jato começou, percebi, ainda em 2014, que o magistrado responsável era um fantoche; por isso, cuidei de correr o país apontando a fragilidade dele e do grupo que ele coordenava. Guiado por um juiz, um bando de procuradores atuava com o objetivo de instrumentalizar o Poder Judiciário e o Ministério Público na busca insana, imoral e desmedida de um projeto de poder. Mesmo com toda a imprensa incensando-o como herói nacional, o meu olhar vislumbrava apenas um espantalho sem estofo e sem sustentação própria. Um fantasma.

Acostumado a ver as roças no interior e a admirar o poder dos espantalhos afastando os corvos e os predadores, eu notava que esse fantoche de juiz era, ao contrário, um ímã para os que queriam se locupletar.

Mas ele – descobri, perplexo – era o próprio corvo, a ave daninha, o predador. O chefe de um bando que tentava, sem limites, usufruir de todas as benesses. O poder pelo poder. Com apoio da grande mídia e sem maiores voos intelectuais, acreditou ter tudo.

Sonhou com o Supremo Tribunal Federal; vendeu-se para ser Ministro da Justiça; apresentou-se como salvador da pátria – primeiro como Presidente da República, depois Senador, mas servia também Deputado. Agora, desnudado como um reles usurpador da competência eleitoral, foi proibido de ser candidato a qualquer cargo no Estado de São Paulo por fraude no domicílio eleitoral. Triste fim para um indigente intelectual e moral.

Olhando de longe esse cidadão que foi condenado pelo STF como um juiz parcial, incompetente, que corrompeu o sistema de justiça e ludibriou o povo brasileiro, vejo com clareza quem ele é: um espantalho sem estofo para se sustentar. Que usa a falsa imagem de boneco de pano para atrair, e não para afugentar, os corvos, as aves daninhas e os predadores. Seus comparsas e cúmplices na rapina que planejavam. Que baila ao vento sem rumo e sem limites. E que, muito antes de ser qualquer coisa, é um fantoche sem vida, sem alma e sem caráter. Não merece sequer bailar ao sabor dos ventos. Deveria voltar ao esgoto de onde surgiu.

Lembro-me do poeta Cândido Portinari, no poema Espantalho: “Faltam-me as pernas.

Tenho um braço e meus olhos são fracos. O coração palpitando. Sempre.”

Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay

Fonte: último segundo

 

O que diz o Datacentrão

 


O bolsonarismo ataca a pesquisa da XP e diz confiar apenas no Datapovo.

Nesta quinta-feira, porém, os jornais estão cheios de notícias sobre “pesquisas internas” da campanha de Jair Bolsonaro, vazadas por seus próprios integrantes.

Valor:

“A avaliação interna entre os principais aliados do presidente é de que seu comportamento, combinado com os reiterados questionamentos ao sistema eleitoral, não atrai votos. Ao contrário, tem contribuído para ampliar a rejeição do eleitorado ao presidente, segundo sondagens qualitativas que circulam entre lideranças dos partidos aliados.”

Folha de S. Paulo:

“Mais uma vez agora, como em 2020 ou, em particular, no 7 de Setembro de 2021, aliados no Congresso, os regentes do centrão e turma, disseram a Bolsonaro para baixar o tom. Se por mais não fosse, a fúria tira votos, indicam pesquisas qualitativas. A disseminação da ideia de que está com medo de perder e que se debate de maneira desesperada ou eleitoreira pode ser igualmente ruim, dizem.”

Estado de S. Paulo:

“Jair Bolsonaro não se conforma com duas percepções sobre o Auxílio Brasil. A primeira, captada em pesquisas internas de sua campanha, mostra que a população não associa o benefício ao seu governo, mas a prefeituras e políticos locais. A segunda é com a noção das pessoas de que houve uma redução no valor dos benefícios, dos R$ 600 pagos no Auxílio Emergencial para os atuais R$ 400.”

Valdemar Costa Neto, Ciro Nogueira e Arthur Lira não precisam das pesquisas da XP para saber que se meteram numa fria.

Fonte: o antagonista

Projeto de Jacó Jácome que institui gratuidade de estacionamento para doadores de sangue é aprovado na Assembleia Legislativa

Mais um Projeto do deputado estadual, Jacó Jácome é aprovado na Assembleia Legislativa e passará para sanção do Governo do Estado, tornando-se lei. O projeto trata-se da gratuidade de estacionamento para doadores de sangue e que estiverem em processo de doação, no Rio Grande do Norte.

Pelo projeto os doadores são isentos do pagamento da taxa de estacionamento em locais de doação de sangue, como hospitais e clinicas, comprovando serem doadores, incentivando assim a ação e ajudando a salvar vidas.

O eleitor tem medo da “continuidade de Bolsonaro” e da “volta do PT”

 

Para tentar calcular o tamanho do voto útil, a Quaest perguntou do que o eleitor tem mais medo. A “continuidade de Bolsonaro” amedronta 52% dos brasileiros e a “volta do PT” outros 35%.

A pesquisa perguntou também se os eleitores mudariam seu voto para garantir a vitória de Lula no primeiro turno: 27% responderam que sim e 65% que não.

Quem mais sofre com isso é Ciro Gomes. De acordo com a Quaest, ele é a segunda escolha de 26% do eleitorado.

Jair Bolsonaro, nesse quesito, aparece com apenas 6%; Lula, com 5%.

Fonte: o antagonista

Lula vence no primeiro turno em nova pesquisa da Quaest

 

No primeiro cenário da pesquisa da Quaest, Lula tem 46% dos votos, Jair Bolsonaro 30%, Ciro Gomes 7%, André Janones 2%, Simone Tebet 1% e Pablo Marçal 1%. Os outros zeraram.

No segundo cenário, Lula sobe para 47%, Jair Bolsonaro cai para 29%, Ciro Gomes sobe para 9% e Simone Tebet, candidata única da finada Terceira Via, chega a 3%.

Nos dois casos, Lula encerra a disputa no primeiro turno.

Na pesquisa espontânea, Lula ganhou 4 pontos de uma pesquisa para a outra, indo para 32%. Jair Bolsonaro perdeu 2, passando de 22% para 20%. O resto praticamente não pontua.

 

Fonte: o antagonista

Após participar de evento eleitoral, Kakay dispara: “Deltan pode ser considerado inelegível”

Um dos maiores críticos confessos da operação Lava Jato, o advogado Antônio Carlos de Almeida, conhecido como Kakay, voltou a criticar a operação após o Jornal de Brasília divulgar uma entrevista com Deltan Dallagnol, ex-coordenador da força-tarefa de Curitiba, e disse, em conversa com o JBr que o ex-procurador e pré-candidato a deputado federal pode ser considerado “inelegível”.

“Eu participei de um congresso de direito eleitoral em Curitiba há poucos dias e a impressão geral entre os eleitoralistas era de que ele é inelegível por ele tentar buscar na Câmara dos Deputados ou no Senado uma espécie de abrigo para sair da quantidade de processos que ele será investigado.

Confira a entrevista completa:

O senhor foi um dos primeiro críticos à operação Lava Jato, mas hoje (ontem) o ex-procurador Deltan Dallagnol, que também é ex-coordenador da força-tarefa da operação em Curitiba, afirmou ao JBr que o Supremo não só tem deixado de punir corruptos, como tem impedido que outros combatem a corrupção. Como o senhor analisa essa declaração?

Eu atuei na Lava Jato desde o primeiro dia. Eu fui o advogado de Alberto Yusseff no início da operação, mas depois deixei por ele ter sido forçado a uma série de atitudes dentro da delação dele, que eu sou contrário.

Desde o início eu entendi que a Lava Jato significava um projeto de poder. (Sérgio) Moro é um indigente intelectual, extremamente despreparado, mas que tinha uma estrutura muito grande e com um projeto de poder. Hoje eu posso falar isso com tranquilidade, já que o STF considerou, não só que ele é incompetente em diversos casos, mas que Moro foi um juiz parcial. Ou seja, julgou colocando os interesses pessoais dele acima da Constituição.Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Deltan (foto) era um dos coordenados do Moro. Existia uma estrutura de poder, tanto que ele foi condenado a devolver um dinheiro por malversação dos recursos públicos (processo do TCU sobre compras de passagens e diárias suspenso pela Justiça em 1ª instância); existem inquéritos investigando a atuação dos procuradores e do ex-juiz Moro. Então isso que Deltan está falando sobre o Supremo já é uma tentativa de defesa.

Segundo o STF, eles corromperam o sistema de Justiça. Então tem de ter uma investigação séria sobre isso. Mas ele está fazendo uma defesa, já que já há investigações e condenações contra ele (Deltan).

Então o senhor acredita que Moro e os procuradores que atuaram na Lava Jato podem ser responsabilizados e até presos pela atuação à frente da operação?

Eu não tenho nenhuma dúvida de que eles precisam ser responsabilizados. Já existem ações, inclusive para que eles possam devolver os bilhões de prejuízos que eles deram ao país.

Eles tem um raciocínio simplista, político, mas que não é jurídico, de que a Lava Jato conseguiu reaver por meio de acordos de leniência, entre outros acordos, alguns bilhões. Agora, eles quebraram setores importantes do empresariado brasileiro. Eles deram prejuízos com milhões de empregos. Tudo isso precisa ser investigado.O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, no plenário do STF durante julgamento do mensalão. Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Eu não quero falar em prisão, já que acredito que a prisão é a última alternativa, mas eles têm de ser responsabilizados pelo que eles fizeram no Poder Judiciário e no Ministério Público.

O senhor tem criticado também o governo Jair Bolsonaro. O senhor enxerga alguma ligação entre o presidente e a Lava Jato.

Eles são responsáveis, talvez, por uma instabilidade que se criou no Brasil. O principal eleitor desse governo fascista que está aí, de Jair Bolsonaro, chama-se Sérgio Moro e o seu grupo de predileção.

Sérgio Moro aceitou ser ministro do governo que ele ajudou a eleger, ainda com a toga nos ombros. Ou seja, mercadejando a toga.

Naquele momento, eles ganharam. No entanto, como o castelo de fantasias caiu e demonstrou que eles tinham interesse político, terão de responder por isso. Eles instrumentalizaram o Poder Judiciário e o MP, além de corromper o sistema de Justiça. […] O que as pessoas precisam saber, e é bom que se diga, Deltan não fala em nome do MP, nem Moro em nome do Judiciário. Ele (Deltan) é um ex-procurador que tem um projeto de poder, o que é um direito dele ser candidato, salvo se ele se tornar inelegível, já que há discussões sérias sobre a inegibilidade dele.

Então o senhor acredita que Deltan deveria se tornar inelegível?

Eu não sou advogado eleitoral, mas eu participei de um congresso de direito eleitoral em Curitiba há poucos dias e a impressão geral entre os eleitoralistas era de que ele é inelegível por tentar buscar na Câmara dos Deputados ou no Senado uma espécie de abrigo para sair da quantidade de processos que ele será investigado.[…] Eles (Deltan e Moro) estão desmoralizados no meio jurídico e até digo, com a experiencia que tenho advogando por 40 anos em tribunais superiores, que se buscam a Câmara ou Senado porque querem trabalhar lá dentro, é um direito deles. Se forem eleitos, terão de ser evidentemente empossados.

Agora, se eles buscam para se esconder pelo tal foro privilegiado, eles estão fazendo um caminho errado. Eles que procurem um advogado para os orientar, pois eles não têm prestígio no STF e no STJ.

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Sobre o presidente Jair Bolsonaro, como o senhor observa essa crise entre o Executivo e o Judiciário, que parece não terminar?

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Essas crises têm data para terminar, eu espero. Eu digo que essas eleições serão as mais importantes do Brasil, pois podem ser as últimas. Nós vivemos um momento gravíssimo. O presidente da República que, no meu ponto de vista, sabendo o que uma eventual derrota significará para ele e para a família, com a hipótese de seríssimos comprometimentos, inclusive criminais, passou a instigar a possibilidade de quebrar a institucionalidade vigente.

Agora, felizmente o Supremo assumiu um papel de extrema relevância. De serenidade e de cumprimento da Constituição.

Fonte: política e poder

A cegueira do ódio

Padre João Medeiros Filho
Segundo a teologia cristã, o ódio (ou suas nuances: cólera, ira, raiva etc.) é um dos sete pilares – pecados capitais – de desajuste dos seres humanos, que os leva à cegueira espiritual. Segundo o relato dos evangelistas, Cristo curou vários cegos (com deficiência visual congênita ou adquirida). Tal situação é verificada na sociedade brasileira da atualidade. Há uma multidão de míopes e “não videntes” ao redor de nós. Faz-nos lembrar o romance de José Saramago “Ensaio sobre a cegueira”, no qual descreve a “epidemia de ablepsia” numa cidade, que chega posteriormente à destruição. Pode ser lembrada também a obra do pintor holandês Pieter Bruegel, o Velho: “De parabel der blinden” (A parábola dos cegos), guardada no Museu de Capodimonte, em Nápoles (Itália). O autor retrata a
alegoria referida por Cristo: “Se um cego guia outro, ambos cairão no abismo” (Mt 15, 14). Nessa passagem de Mateus, Jesus analisa a postura de seus opositores.
Fala-se que o amor é cego. Todavia, pesquisadores afirmam que ele provoca cegueira, quando utópico ou irreal. Por outro lado, o ódio em todas as suas manifestações acarreta ausência de visão interior. Curar-se da ira é deixar que as traves caiam de nossos olhos, recobrando a luz. Tempos de trevas densas envolvem nosso país, levando muitos à barbárie e à desumanização. Atravessam-se dias obnubilados com brumas intensas, provocando desencontros e colisões. Faz-se abertamente a apologia de narrativas falaciosas, parciais e de sofismas, agressões, intransigência, arrogância, polarização etc. Urge conclamar à lucidez aqueles que mergulham profundamente no lamaçal da cólera.
Jesus estimulou os discípulos a respeitar o seu semelhante, apesar de tal atitude não pressupor obrigatoriamente afeto. No entanto, essa é a origem do amor cristão, embora não inclua ternura. Do ponto de vista científico, a raiva é uma doença perigosa em animais e no homem. A ira é uma patologia mental ou espiritual grave, tendendo a tornar-se endêmica no Brasil hodierno. Pode ser mais ofensiva e devastadora que muitos vírus disseminados. Os coléricos não se dão conta do dever de reconhecer no próximo sua individualidade e seus direitos como cidadão. Concebem um mundo unilateral, no qual o “eu” se torna medida
absoluta do valor e desvalor. Isto desumaniza ou inferioriza. Retira-se a dignidade da pessoa e legitima-se ilícita e iniquamente um poder arbitrário de praticar injustiça e opressão. Aqueles que destroem física ou psiquicamente alguém, perderam o sentido de Deus, da vida digna e dimensão social. A ira irracionaliza e apequena as criaturas. Não será este o clima que paira atualmente no Brasil?
Quem curará a nossa amada pátria de tal morbidade? No aludido romance do escritor português uma mulher (esposa de um médico) não foi atingida pela doença e orientava os deficientes visuais. Estamos diante de uma metáfora. Segundo os quatro evangelhos, Cristo libertou da escuridão muitos que não enxergavam biológica ou espiritualmente. O Filho de Deus não está mais fisicamente entre nós. No entanto, a sua doutrina permanece, podendo sarar e transformar. O Brasil contemporâneo carece de conhecimento e vivência da Palavra divina. Infelizmente, ela é instrumentalizada e usada de forma distorcida, até ideologizada, numa afronta tanto à semântica bíblica, quanto à hermenêutica sagrada. “Tende confiança, eu venci
o mundo” (Jo 16, 33). Acreditamos que a cegueira generalizada passe. Um dia, avistar-se-ão os escombros da destruição dos valores éticos da sociedade. Será necessário, como recorda o poema “O fim e o início”, da polonesa Wislawa Szymborska, que alguém faça a faxina, tire os entulhos das ruas e abra os caminhos para que as caçambas passem com o lixo moral. É preciso se imunizar do ódio. Os que têm alguma lucidez devem lutar para que no final dessa triste guerra ideológica, política e social haja quem se dê ao trabalho de um recomeço. Eduquem-se
os brasileiros para o amor, que “é magnânimo, benfazejo, não é invejoso, presunçoso e colérico, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade… e jamais acabará”, como declara o Apóstolo Paulo (1Cor 13, 4-8). E assim proclama o evangelista João: “Deus é amor” (1Jo 4, 8)!

 

Gilson Moura de volta a TV Ponta Negra

Afastado da telinha há mais de 12 anos, o repórter Gilson Moura volta ao vídeo para contar mais uma história em sua carreira profissional.

Gilson Moura, hoje aos 54 anos, irá voltar no tempo dos 35 anos da televisão e contará as histórias, muitas delas como testemunha ocular dos fatos, no quadro de volta ao caso, na TV Ponta Negra.

Esse retorno se deu depois que a família do saudoso Carlos Alberto retomou o controle da emissora, Gilson Moura tido como se fosse da família, pois sempre acompanhou de perto todos os momentos da família Sousa, mais precisamente desde 1987, quando participou do programa Carlos Alberto, no quadro sua excelência o candidato, apresentado pelo pai de Micarla de Sousa.

Voltando a TV Ponta Negra, Gilson Moura vai recontar a história das grandes matéria, a primeira que vai ao ar nessa terça-feira, será de Genildo Ferreira de França, o homem que ficou conhecido como o autor de uma das maiores chacinas do país, fato ocorrido em maio de 1997, em São Gonçalo do Amarante. Gratidão a Deus, a Micarla, Rose, Priscila, aos colegas da emissora e em especial a dona Mirian, mulher à frente do seu tempo quando se trata de amor ao próximo.

 

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NOTA DE SOLIDARIEDADE

 

Nós leigos e leigas, cidadãs e cidadãos cristãos da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na cidade de Parnamirim/RN, a qual tem como Pároco Padre Antônio Murilo de Paiva evangelizando e cuidando com muito zelo de todos os paroquianos, bem como os Parnamirinenses da cidade, vimos por meio desta nota manifestar nossa solidariedade ao nosso Padre que, durante a homilia reflexiva, cumpriu o seu papel de defender a Igreja Católica e em nenhum momento convidou os fiéis presentes na Santa Missa a reagirem com violência a quaisquer notícias da imprensa.
Somos cidadãos que defendemos a democracia e queremos contribuir com a paz e a cultura da verdade.
Padre Murilo de Paiva é um homem honrado que coloca em prática o que Jesus Cristo ensinou e, em muitos casos, homens com posições são alvos de notícias que não contribuem para a formação crítica do cidadão.
Padre Murilo sempre se colocou aberto ao diálogo.
Com força e resistência ele luta por justiça e defesa de todo e qualquer ser humano, o que inclui seus irmãos sacerdotes. Leigos e Leigas.

Parnamirim/RN, 06 de junho de 2022.

Primeira edição do projeto Câmara Cultural é sucesso de público em Nova Parnamirim

A primeira edição do projeto Câmara Cultural, organizado pela Câmara Municipal de Parnamirim, foi um verdadeiro sucesso. Alegria, musicalidade e humor levaram na sexta-feira (3) parlamentares, servidores e famílias de Nova Parnamirim para prestigiar a primeira edição do projeto. O evento contou com diversas apresentações de artistas parnamirinenses, com destaque para o show de Naldinho Ribeiro, trazendo um repertório eclético com muito forró, que encantou o público.

O evento, em homenagem aos 33 anos de Nova Parnamirim, além do público, mobilizou comerciantes do bairro, que perceberam uma forma de melhorar a renda. A próxima edição já está marcada para o dia 1º de julho, no tradicional Beco do Picado, no centro da cidade.

O presidente da Câmara de parnamirim, vereador Wolney França, responsável pela retomada do projeto, agradeceu o público presente e chamou ao palco os parlamentares e servidores, para demonstrar a união do Poder Legislativo. “Com a Câmara Cultural é possível oferecer acesso gratuito a espetáculos artísticos de qualidade para a população, além de incentivar a cultura e os artistas locais, estamos muito felizes por retomar esse projeto”, afirmou França.

Além de Naldinho Ribeiro, também se apresentaram: o sexteto da Fundação Parnamirim de Cultura, Jobson Maia, Sérgio Luiz e Júnior Sanfoneiro, todos são artistas parnamirinenses. Pela primeira vez o projeto também trouxe um show de humor, com a participação de Tiago Dionísio e sua turma. Além dos shows, o evento ainda contou com uma série de atrações para a população, como parque infantil, praça de alimentação, além de exposição da Ecofeira, artesãos da Semas e do Clube de Mães.

 

KELPS TIRA LICENÇA E PARNAMIRIM VOLTA A TER UM DEPUTADO

A cidade de Parnamirim, terceiro maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte, voltará a ter deputado após três anos e meio sem representante na Assembleia Legislativa.

O empresário Michael Diniz, suplente do partido Solidariedade, assume o mandato nos próximos dias em substituição ao deputado Kelps, que vai tirar licença para cuidar da saúde e organizar sua pré-campanha de deputado federal.

A licença de Kelps é sem remuneração.