Pneumonia segue como principal causa de morte de crianças no país

Foto: Jorge Antonio Pex / Prefeitura do Rio

No dia em que se celebra o Dia Mundial de Combate à Pneumonia, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) alerta para a importância da prevenção da doença, que segue sendo a principal causa de morte em crianças de até 5 anos de idade.

Segundo a entidade, embora a taxa de mortalidade da pneumonia tenha tido uma redução de 25,5% entre 1990 e 2015, a quantidade de internações e o alto custo do tratamento ainda são desafios para a saúde pública e a sociedade como um todo.

“Entre janeiro e agosto deste ano, 417.924 pacientes foram hospitalizados por causa de pneumonia no Brasil, totalizando gastos totais de mais de R$ 378 milhões com serviços hospitalares. No mesmo período do ano passado, foram 430.077 internações, de acordo com informações do Datasus”, disse a SBPT.

Dados do DataUnicef, ligado ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), também alertam para os riscos da doença que é a maior causa de morte por doença infecciosa de adultos e crianças, sendo responsável pela morte mais de 802 mil crianças com até cinco anos, em 2018, em todo o mundo. A entidade chama atenção para o fato de que, no mundo, a cada 39 segundos morre uma criança vítima de pneumonia.

A doença

A pneumonia é uma doença inflamatória aguda que acomete os pulmões e pode ser provocada por bactérias, vírus, fungos ou pela inalação de produtos tóxicos. O Streptococcus pneumoniae é o agente causador em 60% dos casos. As principais manifestações clínicas da doença são tosse com produção de expectoração; dor torácica, que piora com os movimentos respiratórios; mal-estar geral; falta de ar e febre.

Além disso, quadros de resfriado comum e gripe podem se agravar e contribuir para o desenvolvimento da pneumonia causada por bactérias.

A integrante da Comissão Científica de Infecções Respiratórias da SBPT pneumologista Rosemeire Maurici da Silva lembra que a qualquer sinal desses sintomas a pessoa deve procurar um médico.

“Devemos ficar atentos para os sinais e sintomas e procurar auxílio médico precocemente, principalmente no caso de pacientes que apresentam maior risco de complicações e de morte, como crianças e idosos, além de portadores de outras doenças crônicas ou situações em que ocorre deficiência do sistema imunológico”, disse Rosemeire.

Recomendações

As principais recomendações da SBPT para prevenir a pneumonia são lavar as mãos com frequência; não fumar; não usar bebidas alcoólicas; evitar aglomerações e se vacinar. No Brasil, a vacinação contra a doença é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de forma gratuita.

Algumas das populações prioritárias para a vacinação são os adultos com idade igual ou superior a 60 anos, portadores de doenças crônicas, indivíduos em situação de imunossupressão, gestantes, residentes em lares de idosos, profissionais da saúde, cuidadores de crianças, indígenas, população carcerária, tabagistas e portadores de asma.

Além da pneumonia, o SUS garante o acesso gratuito a 19 vacinas, que protegem contra mais de 40 doenças, entre elas doenças infecciosas como a poliomielite, meningite, difteria, tétano, coqueluche, sarampo, caxumba, rubéola, hepatites virais, gripe, tuberculose, febre amarela, entre outras.

Covid-19

A pandemia do novo coronavírus (covid-19) também é um fator a mais de preocupação. O Ministério da Saúde (MS) ressalta a necessidade de se trabalhar para aumentar o acesso ao oxigênio medicinal.

“O oxigênio sempre foi um remédio essencial e a covid-19 está mostrando ao mundo o quanto ele é importante”, disse o ministério.

De acordo com o Ministério da Saúde, em todo o mundo a covid-19 pode provocar um aumento das mortes por pneumonia por “todas as causas” em mais de 75%.

“Estima-se que as interrupções do atendimento nos serviços de saúde, por conta da pandemia, possam causar até 2,3 milhões mortes infantis adicionais – 35% delas por pneumonia e sepse neonatal”, alerta o ministério.

Agência Brasil

Enfrentamento negativo de situações pode levar a doenças, diz médico

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O enfrentamento negativo de situações, envolvendo o sentimento de raiva, falta de perdão e ruminação, pode levar ao adoecimento, conforme avaliou o médico cardiologista Álvaro Avezum, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp). A recomendação da Socesp é de que os cardiologistas abordem a questão do que definem como espiritualidade com seus pacientes. No entanto, a orientação não tem relação com religião, conforme ressaltou Avezum.

Segundo ele, a definição “é que espiritualidade é o conjunto de valores morais, mentais e emocionais que norteiam os nossos pensamentos, os nossos comportamentos e as nossas atitudes, na vida de relacionamentos consigo mesmo e com o outro. Mas nós acrescemos: passível de observação e mensuração científica”. Ele acrescenta que os padrões de comportamento, pensamentos e sentimentos devem ser levados em consideração no tratamento e na prevenção de doenças cardiovasculares.

O tema da espiritualidade e cardiologia comportamental e social estão na última edição da revista da Socesp, que trouxe a discussão sobre a integração desses elementos na prática clínica. “Este é um assunto em que a ciência está se envolvendo e deve se envolver cada vez mais, porque é uma maneira de avaliar o paciente na sua integralidade e não apenas um órgão isoladamente”, disse o cardiologista.

A orientação da entidade para que haja uma avaliação por parte dos médicos envolvendo fatores de espiritualidade está baseada na Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Avezum reforça que a indicação de abordagem dessas questões é para pacientes considerados estáveis. “Se o paciente estiver em situação clínica instável, em uma UTI, você não deve avaliar isso. Entretanto, o paciente estável, em ambulatório ou consultório, deve ter sua espiritualidade avaliada.”

“[Infarto e acidente vascular cerebral] constituem a causa número um e número dois de morte no Brasil, e o AVC é a causa número um de incapacitação. Dentro dos fatores de risco, além da hipertensão, do diabetes, tabagismo, da obesidade, do colesterol alterado, da alimentação não saudável e do sedentarismo, nós já tínhamos a confirmação de que estresse e depressão são preditores independentes de infarto, como também de acidente vascular cerebral”, disse. O termo preditores independentes significa que a presença daquele fator aumenta significativamente a chance da ocorrência dos eventos, no caso, infarto e AVC.

O médico avalia que a associação é significativa. Segundo ele, prevenir e gerenciar estresse evita em torno de um terço do total de casos de infarto. “O enfrentamento negativo das situações adversas – raiva, hostilidade, não perdoar, mágoa, ruminação, isso é enfrentamento negativo – está associado à liberação e produção de determinados hormônios [adrenalina e cortisol], aumentando a atividade inflamatória e pró-coagulante, associando-se ao adoecimento cardiovascular”, disse Avezum ao explicar que atividade inflamatória é nociva para o paciente.

Segundo ele, o enfrentamento positivo – quando o indivíduo tem disposição ao perdão, altruísmo, gratidão – está associado a uma melhor saúde cardiovascular. “Há estudos mostrando a associação de enfrentamento negativo, sentimentos não edificantes, com adoecimento cardiovascular. Se isso se associa com adoecimento, eu preciso avaliar, dentro da minha consulta, se o indivíduo tem questões de estresse, de depressão ou de enfrentamento negativo das situações adversas, sejam conjugais, profissionais ou mesmo na sociedade.”

Estudos

O cardiologista citou dois estudos norte-americanos que avaliaram se um fator de risco estava associado a uma doença. Em ambos foi observada a associação entre raiva e adoecimento. “Quando nós falamos primeiro do diabetes, esse estudo chamado MESA avaliou quase 5,6 mil indivíduos e seguiu por 11 anos. Ele mostrou que indivíduos que tinham o traço de raiva, o indivíduo mais explosivo,  aumentava o risco de desenvolver diabetes em 50%.”

O segundo estudo, chamado Aric, envolveu em torno de 13 mil pessoas e seguiu por 18 anos, de acordo com Avezum. “[O estudo] mostrou que indivíduos que tinham prontidão para raiva aumentavam em 44% a chance desenvolver insuficiência cardíaca. Então não são apenas os fatores convencionais que conhecemos que aumentam o risco de diabetes ou de insuficiência cardíaca. Complementarmente, há fatores ligados à espiritualidade que mostram associação com adoecimento”, disse.

“Hoje tratamos a hipertensão arterial porque houve confirmação de que ela é fator de risco para infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, e que tratamento anti-hipertensivo permite a redução desses eventos cardiovasculares. Os estudos clínicos em espiritualidade são preliminares e promissores, havendo necessidade de realização de estudos maiores para definir se intervenções baseadas em perdão ou em gratidão, por exemplo, podem reduzir a ocorrência de infarto do miocárdio, acidente vascular e morte cardiovascular”, acrescentou o especialista.

Agência Brasil

Covid-19: Brasil passa de 5,7 milhões de casos

Foto: Reuters / Diego Vara / Direitos Reservados

O Brasil passou da marca de 5,7 milhões de casos de covid-19. De acordo com balanço divulgado na noite desta terça-feira (10) pelo Ministério da Saúde, foram notificados 25.012 novos diagnósticos positivos da doença. Com isso, o número acumulado chegou a 5.700.044.

Situação epidemiológica da Covid-19 no Brasil 10/11/2020
Situação epidemiológica da Covid-19 no Brasil 10/11/2020 – Divulgação/Ministério da Saúde

O Brasil é o terceiro país em número de casos, conforme o mapa global da universidade norte-americana Johns Hopkins, usado como referência mundial de acompanhamento das estatísticas da pandemia. À frente, estão a Índia (8,59 milhões) e os Estados Unidos (10,2 milhões), ambos mais populosos que o Brasil.

O número de mortes pela covid-19 chegou a 162.829 no Brasil. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 201 novos óbitos em função da doença, causada pelo novo coronavírus-19. Até ontem (9), o painel do Ministério da Saúde marcava 162.628 óbitos em razão da doença.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde em nova atualização na noite de hoje. O balanço é feito a partir de informações coletadas pelas secretarias estaduais de Saúde acerca das mortes e casos em cada localidade.

Ainda há 2.295 mortes em investigação, além de 364.575 pacientes em acompanhamento e 5.064.344 que já se recuperaram. Esses dados, contudo, são relativos ao dia 4 de novembro. O Ministério da Saúde atribuiu a dificuldade de atualização a problemas técnicos experimentados no sistema do órgão na semana passada.

O número de casos e de mortes é mais baixo nos domingos e nas segundas-feiras por causa da limitação na sistematização dos dados e alimentação do painel do ministério pelas secretarias estaduais nos fins de semana. Nas terças-feiras, os números diários tendem a subir pelo acúmulo de casos do fim de semana reportado neste dia.

Estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (39.717), dados ainda do dia 5, e Rio de Janeiro (20.905), dados referente ao dia 9. Em seguida, vêm Ceará (9.416), Minas Gerais (9.204), dado do dia 7, e Pernambuco (8.763).

As unidades da Federação com menor número de casos são Roraima (695), Acre (704), Amapá (766), Tocantins (1.115) e Rondônia (1.482).

Agência Brasil

Fiocruz se adianta para garantir distribuição da vacina contra Covid-19

Foto: Ricardo Borges/Veja

A Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, responsável pelos testes envolvendo a vacina contra a Covid-19 produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca, já começou a se mexer para garantir a estrutura logística em torno da vacinação. A Fiocruz solicitou ao governo a dispensa de licitação para a compra de seringas, ponteiras, rótulos e até mesmo caixas de papelão, essenciais para a distribuição do imunizante. O pedido foi feito para agilizar os processos de vacinação para que, assim que aprovada, a autarquia tenha estrutura para iniciar a campanha.

O requerimento foi feito por meio do decreto baixado pelo presidente Jair Bolsonaro em meio ao estado de calamidade que permite a aquisição ou contratação de bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus. “Sempre procuramos enquadrar o processo dentro da legislação pertinente e que apresente os melhores benefícios para Biomanguinhos”, disse a Fiocruz ao Radar Econômico.

Veja

Ministro da Saúde Eduardo Pazuello é internado em Brasília

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, foi internado em um hospital particular de Brasília nesta sexta-feira (30). Exames indicaram um quadro de desidratação e, por isso, Pazuello ficou no hospital para receber soro.

Até as 22h30, o ministro da Saúde seguia em monitoramento no hospital, e sem horário previsto para alta. Segundo o ministério, Pazuello permaneceu no hospital “para hidratação e acompanhamento médico e deve ser liberado em breve” (veja nota abaixo).

Pazuello já tinha enfrentado um quadro de desidratação na última semana, quando descobriu estar infectado pelo novo coronavírus. O ministro anunciou ter contraído Covid-19 no último dia 21, há nove dias.

Além da desidratação, Pazuello relatou febre e dores de cabeça. Desde então, ele cumpria isolamento no hotel de trânsito dos oficiais no Setor Militar Urbano, em Brasília.

Nota

Leia a nota divulgada pelo Ministério da Saúde nesta sexta:

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, compareceu ao hospital DF Star, em Brasília, na noite desta sexta-feira (30) para se submeter a exames de acompanhamento do tratamento da Covid-19. O procedimento faz parte da conduta indicada pela equipe médica do ministro.

G1

Covid-19 pressiona Reino Unido a seguir lockdowns de França e Alemanha

Foto: REUTERS / John Sibley/Direitos reservados

O Reino Unido resistia nesta quinta-feira (29) à pressão para impor um segundo lockdown nacional depois que França e Alemanha adotaram restrições abrangentes à vida social para conter uma disparada de infecções por coronavírus que colocou os serviços de saúde no limite.

O governo do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, evitou até o momento um lockdown de âmbito nacional, preferindo um sistema escalonado de controles locais concebidos para endurecer as medidas em regiões afetadas e deixando outras menos limitadas.

Um novo estudo do Imperial College de Londres sublinhou a situação aflitiva enfrentada pelo Reino Unido, país com o maior número de mortes de coronavírus na Europa, mostrando que os casos da Inglaterra dobram a cada nove dias.

Steven Riley, o autor do estudo, disse que o governo deveria decidir rapidamente se quiser seguir o exemplo de França e Alemanha.

“E cedo é melhor do que tarde”, disse Riley, professor de dinâmica de doenças infecciosas, à rede BBC.

Mas o ministro da Habitação, Robert Jenrick, disse que não acha inevitável o Reino Unido copiar França e Alemanha e impor restrições nacionais.

“O julgamento do governo hoje é que um lockdown nacional generalizado não é adequado, faria mais mal do que bem”, disse ele à Rádio Times

As economias europeias mergulharam na recessão mais profunda já registrada devido aos lockdowns generalizados adotados no início da crise, em março e abril, e as restrições mais recentes apagaram os sinais tímidos de recuperação vistos durante o verão.

Os mercados financeiros se reergueram em parte nesta quinta-feira depois de uma liquidação brutal no dia anterior, devido a perspectiva de uma recessão de mergulho duplo.

Os governos estão desesperados para evitar uma repetição dos lockdowns da primavera, mas foram forçados a agir devido à velocidade das infecções novas e a uma taxa de mortalidade que cresce continuamente em todo o continente.

Os lockdowns francês e alemão estão mantendo as escolas e a maioria dos negócios abertos, mas limitam severamente a vida social ao fechar bares, restaurantes, cinemas e estabelecimentos semelhantes, assim como a movimentação de pessoas.

A chanceler alemã, Angela Merkel, alertou que “o inverno será duro”.

Agência Brasil

Dia D da vacinação antirrábica acontece neste sábado (24) em Parnamirim

Foto: Divulgação

Mais de 49 postos de imunização serão disponibilizados durante o Dia D da Campanha de Vacinação Antirrábica. A ação é da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad), em parceria com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Cães e gatos a partir de três meses de idade deverão ser protegidos contra a raiva, doença infecciosa viral aguda, que acomete animais mamíferos e pode ser transmitida ao homem.

A vacinação está ocorrendo desde 25 de julho e já imunizou, até o momento, cerca de 11 mil animais, o que equivale a 37% do total registrado no município. O Dia D acontece para potencializar a ação e ofertar vários outros pontos de vacinação à população.

De acordo com a SESAD, animais que estão doentes, prenhes ou amamentando não devem ser vacinados. Neste caso, os donos podem procurar o CCZ, de segunda a sexta, para mais informações. Vale lembrar que a vacinação está disponível ao longo de todo o ano.

Os horários serão das 8h às 15h nos pontos abaixo:

CENTRO 

-Farmácia Santa Fé (próximo ao Mercado)

BOA ESPERANÇA

-Escola Municipal Professor Homero de Oliveira Dantas

JARDIM PLANALTO

-Cajupiranga Rações

-Escola Municipal Professora Neilza Gomes de Figueiredo

LIBERDADE 

-Lima Rações

-Unidade de Saúde

CAJUPIRANGA

-Centro de Controle de Zoonoses

-Pet Shop Cães e Gatos

COHABINAL

-Cohabinal Rações

VALE DO SOL

-Escola Municipal Professora Enedina Eduardo do Nascimento

-Escola Municipal Historiador Hélio Mamede Galvão

-Piauí Rações

-Shopping do Criador

NOVA ESPERANÇA 

-Escola Municipal Eulina Augusta de Almeida

-Prime Rações

-Pet Shop Bitinha

-UBS Santa Julia

SANTA TEREZA 

-Escola Municipal Professor Jussier Santos

ROSA DOS VENTOS

-UBS CAIC

-Sertão Rações

-Angra’s Pet

BELA PARNAMIRIM 

-Fedora Rações

-Escola Municipal Maria Fernandes Saraiva

SANTOS REIS

-Real Rações

-P.A. Almoxarifado

PASSAGEM DE AREIA

-Unidade de Saúde II

-RR Rações

VIDA NOVA

-Pet Shop Perimetral

JOCKEY CLUB

-UBS Jockey Club

MONTE CASTELO 

-Escola Municipal Francisca Fernandes da Rocha

-Unidade de Saúde

PARQUE DE EXPOSIÇÃO I 

-Unidade de Saúde

PARQUE DE EXPOSIÇÃO II 

-Escola Municipal Eva Lúcia Bezerra de Souza

EMAÚS 

-UBS Professor Clóvis Gonçalves

PARQUE INDUSTRIAL

-Escola Municipal Administrador Josafá Sisino Machado

-Farmácia Santa Fé

PARQUE DAS ORQUÍDEAS

-Unidade de Saúde

PARQUE DO PITIMBÚ

-Nordestão Maria Lacerda

-Unidade de Saúde João Dias

NOVA PARNAMIRIM 

-Escola Municipal Poeta Luiz Carlos Guimarães

-Patati Patatá Pet Shop

-Pet Shop Rações

-UBS Suzete Cavalcante

-Pet Salon

COOPHAB

-Unidade de Saúde

PARQUE DAS ÁRVORES 

-Mercadinho Dona Marileide

PIUM

-Campo de Pium

-Casar Rações

PIRANGI DO NORTE 

-Secretaria do Litoral

Secom Parnamirim

Anticorpos contra covid-19 duram pelo menos sete meses, mostra estudo

Foto: LMMV/IOC/Fiocruz

Uma das questões que mais tem suscitado interesse e investigação por parte da comunidade científica, desde o início da pandemia, é perceber se os organismos de doentes com covid-19 são capazes de ter uma resposta imune adequada e quanto tempo pode durar essa imunidade. Agora, um novo estudo norte-americano revelou que os anticorpos, que protegem o organismo de ser infectado com o novo coronavírus, podem ter uma duração de até sete meses.

Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, acompanharam durante meses cerca de 6 mil pacientes infectados com o novo coronavírus e descobriram que os anticorpos contra o Sars-CoV-2 podem continuar presentes no sangue por um período de, no mínimo, cinco a sete meses.

Recentemente, foram confirmados casos de pessoas reinfectadas que, de acordo com o jornal espanhol El País, apresentaram sintomas mais graves quando ficaram doentes com covid-19 pela segunda vez – exemplos que suscitam duvidas à comunidade científica quando se fala em imunidade.

Ao longo dos últimos meses foram divulgados diversos estudos que mostravam que os anticorpos – proteínas do sistema imunitário que evitam que o vírus infecte as células do organismo – contra o novo coronavírus iam diminuindo passados alguns meses após a infecção, principalmente em pessoas que apresentaram sintomas ligeiros.

As teorias são várias e as dúvidas ainda mais. Mas a questão mantém-se: as pessoas ficam protegidas após a primeira infeção?

O estudo norte-americano, divulgado na terça-feira (20) na publicação científica Immunity, e considerado um dos maiores realizados até agora, por ter analisado cerca de 6 mil pessoas, indica que sim: quem já esteve infectado com o novo coronavírus pode ter imunidade até, pelo menos, sete meses.

“O nosso estudo mostra que é possível gerar uma imunidade duradoura contra esse vírus”, explicou ao jornal espanhol Deepta Bhattacharya, pesquisador da Universidade do Arizona e coautor do trabalho.

“Nas infeções moderadas que analisamos, a resposta de anticorpos parece bastante convencional. Os níveis dessas proteínas sobem primeiro, depois caem e no fim acabam por estabilizar”, continuou. E quanto às reinfecções, o investigador explica que pode acontecer mas que são casos “excepcionais”.

Quando um vírus infecta o corpo, o sistema imunológico produz células plasmáticas de curta duração, que produzem anticorpos para combater imediatamente o agente patogênico. Esses anticorpos aparecem no sangue, normalmente, até 14 dias após a infecção e, segundo o autor do estudo, alguns deles “são muito sofisticados”, podendo memorizar um patogênico para sempre e desenvolver armas moleculares para o destruir, incluindo diferentes tipos de anticorpos de elevada potência.

Estudo

O estudo norte-americano resultou de uma campanha de testes que envolveu 30 mil pessoas. Os investigadores, no entanto, analisaram e acompanharam 5.882 dessas pessoas, estudando a produção de anticorpos neutralizantes em mais de mil.

A prevalência de infeções é baixa, contando apenas com cerca de 200 pessoas que transmitiram o vírus e produziram anticorpos neutralizantes, explicou Bhattacharya.

“Se os anticorpos fornecem proteção duradoura contra o novo coronavírus tem sido uma das perguntas mais difíceis de responder, essa investigação não só nos deu a capacidade de testar com precisão os anticorpos contra a covid-19, mas também o conhecimento de que a imunidade duradoura é uma realidade”.

Ao analisar o sangue de voluntários que testaram positivo para o novo coronavírus, os cientistas descobriram que os anticorpos estavam presentes em níveis viáveis ​​por um período de, pelo menos, cinco a sete meses. Contudo, o máximo que a equipe conseguiu voltar atrás no tempo, para ver a duração dos anticorpos foi precisamente sete meses, uma vez que a epidemia chegou relativamente mais tarde ao Arizona.

“Só conseguimos testar seis pessoas que foram infectadas há cerca de sete meses, mas temos muitas outras infectadas há três, quatro, cinco meses”, disse o pesquisador. “Não temos uma bola de cristal para saber quanto tempo os anticorpos duram, mas com base no que sabemos sobre outros coronavírus, esperamos que a resposta imunológica seja mantida durante pelo menos sete meses, e provavelmente por muito mais tempo”.

“Sabemos que as pessoas que foram infectadas com o primeiro coronavírus da Sars, que é o mais semelhante ao Sars-CoV-2, ainda conseguem estar imunes 17 anos após a infecção”, acrescentou Bhattacharya. “Se o Sars-CoV-2 for parecido com o primeiro, esperamos que os anticorpos durem pelo menos dois anos, e seria improvável qualquer período muito mais curto [do que isso].”

Agência Brasil

Prefeitura de Parnamirim inicia testagem rápida para diagnóstico de sífilis

Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde de Parnamirim (SESAD) iniciou, na manhã desta sexta-feira (16), a testagem rápida para diagnóstico de sífilis. A Campanha tem a coordenação do Ministério da Saúde e elegeu Parnamirim como um dos municípios prioritários. A coleta está sendo realizada por meio de drive thru, no Serviço de Assistência Especializada (SAE), em Monte Castelo.

Vale ressaltar que todas as Unidades de Saúde (UBS) estão aptas a realizar o exame e dispõem de insumos para testagem. Entretanto, a intenção das campanhas é conscientizar a população e dar maior visibilidade à concentração de esforços, para combater com mais velocidade o problema.

A campanha acontecerá ao longo da semana e intensificará os serviços de testes rápidos de sífilis e demais Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). No local, os profissionais alertam para os cuidados e entregam materiais preventivos como preservativos masculinos e femininos, além de lubrificantes.

De acordo coma SESAD, qualquer pessoa poderá realizar o exame desde esteja portando a Carteira de Identidade. A companha reforça a importância da testagem considerando o grande número de casos assintomáticos, principalmente nas gestantes, casos em que a ausência do diagnóstico pode causar danos irreversíveis ao bebê.

Assecom Parnamirim

Amanhã será o Dia D da vacinação em Parnamirim

O Ministério da Saúde vem alertando a população brasileira quanto à importância da vacinação, mesmo em período de pandemia. Nesse ínterim, Parnamirim, que possui no mês de outubro, três campanhas de vacinação em andamento, deve realizar no próximo sábado (17) o Dia D de vacinação. Isto posto, é de suma importância conhecer cada campanha e o público atendido.

CAMPANHA DE MULTIVACINAÇÃO

  • Atende crianças e adolescentes com idade de 0 a 14 anos, que estejam com qualquer dose vacinal do calendário atrasada.

CAMPANHA CONTRA A POLIOMIELITE

  • Atende crianças de 12 meses a menores de 5 anos de idade. A meta é vacinar 13.079 crianças em Parnamirim.

DISPONIBILIZAÇÃO DA VACINA TRÍPLICE VIRAL

  • Atende pessoas de 20 a 49 anos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil possui o maior programa público de imunização do mundo, com a distribuição de mais de 300 milhões de doses de imunobiológicos todos os anos. No sábado (17), todas as salas de vacinação das Unidades Básicas de Saúde da cidade funcionarão no horário normal, até as 16h30.

Para receber a vacina é necessário ir a uma Unidade Básica de Saúde portando os cartões de vacinação, e do SUS ou CPF. Será feita a avaliação da caderneta de vacinação e disponibilizada a dose que estiver em falta.

DIA “D” DA VACINAÇÃO

SÁBADO, 17 DE OUTUBRO

TODAS AS UBS DA CIDADE

DAS 7H30 ÀS 16H30

Doença desconhecida faz Johnson & Johnson pausar teste de vacina anti-covid

Ministério da Saúde.

A pesquisa da Johnson & Johnson para criar uma vacina contra a covid-19 foi suspensa. O motivo é “uma doença desconhecida em 1 participante do estudo”, segundo a empresa.

A informação foi publicada pelo site StatNews (em inglês), o mesmo que revelou em setembro que a AstraZeneca havia interrompido os testes de sua vacina.

Os pesquisadores que conduzem os testes clínicos foram avisados da pausa. Fazem parte do estudo 60 mil pacientes.

De acordo com o site, a empresa não forneceu mais detalhes. Afirmou que precisava respeitar a privacidade do participante do estudo.

A Johnson & Johnson disse à publicação que eventos adversos são comuns em estudos clínicos. Afirmou que o caso é diferente de uma ação regulatória, que pode atrasar muito mais o estudo (não seria esse o caso).

A empresa afirmou que normalmente comunica ao público questões regulatórias, prática não adotada em situações de pausa.

Ainda segundo a Johnson & Johnson, às vezes não possível saber de cara se a reação adversa é de 1 dos participantes que tomou a vacina verdadeira ou placebo.

Poder 360.

Brasil registra mais 290 mortes por covid-19 em 24 horas, total vai a 150.488

Covid-19: Brasil registra 544 mortes em 24 horas, diz consórcio

Covid-19: Brasil registra 544 mortes em 24 horas, diz consórcio

O consórcio de veículos de imprensa que acompanha os dados da Covid-19 junto às secretarias estaduais de Saúde registrou 544 mortes em razão da doença no Brasil nas últimas 24 horas.

O número deste sábado é inferior ao do Ministério da Saúde, que hoje contabilizou 559 óbitos desde ontem.

De acordo com o “pool” de veículos, o número total de mortes no país subiu para 150.236. O total de casos confirmados subiu para 5.091.840, 34.650 a mais que na sexta.

O antagonista.

MP Eleitoral garante liberdade de atos de campanha que respeitem normas sanitárias federais e estaduais

A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio Grande do Norte (PRE/RN) expediu orientação aos promotores eleitorais para reforçar a liberdade de realização de atos de campanha que respeitem normas sanitárias federais e estaduais de prevenção da Covid-19. As limitações podem variar de acordo com a situação epidemiológica de cada região do estado. A PRE/RN e o Ministério Público do RN (MPRN) também cobraram à Secretária de Saúde Pública do estado (Sesap) retificação de parecer técnico que transferiu às Prefeituras a decisão de permitir ou não os atos, o que é vedado pela Constituição Federal.
O objetivo da orientação é compatibilizar os atos de propaganda eleitoral com as restrições sanitárias para garantir a segurança dos eleitores e de todos os envolvidos no processo eleitoral, com atuação coordenada e uniforme entre as Promotorias Eleitorais e acordos com os demais órgãos envolvidos. De acordo com o procurador Regional Eleitoral, Ronaldo Sérgio Chaves Fernandes, “a Justiça Eleitoral tem competência para apurar e inibir a prática de propaganda eleitoral em desacordo com as regras sanitárias impostas por autoridade sanitária estadual ou federal, afastando-se eventual regulamentação por legislação municipal”.
A PRE/RN orienta os promotores a atuarem de forma preventiva para acionar o Judiciário antes da realização de evento eleitoral com tendência a violar as normas sanitárias federais ou estaduais, para fixação de multa coercitiva. Eles também devem cobrar dos candidatos, partidos e coligações a comunicação prévia de atos de campanha, como determinado pela legislação eleitoral, e informar à equipe de fiscalização para acompanhamento.
Além da multa, os responsáveis pelo descumprimento das normas sanitárias responderão por propaganda eleitoral irregular na Justiça Eleitoral. Os promotores eleitorais também irão remeter os casos aos promotores de Justiça do MPRN com atuação criminal para aplicação das sanções penais e administrativas.
Parecer da Sesap
Em recomendação, a Sesap remeteu ao gestor municipal a responsabilidade para autorização dos eventos de propaganda eleitoral, em desacordo com a Emenda Constitucional nº 107/2020, que atribui essa regulamentação ao governo federal e estadual. Dessa forma, a PRE/RN e o MPRN enviaram ofício à Sesap, nesta quarta-feira (7), solicitando “a retificação do parecer expedido, ou mesmo a emissão de outro parecer, em que o Estado se manifeste, de forma específica, sobre os atos de propaganda eleitoral, permitidos ou não, neste ano de 2020, com fundamento na situação epidemiológica em todo o território estadual e considerando as especificidades locais, sem transferir para o município essa responsabilidade”.
O procurador regional Eleitoral e o procurador-geral de Justiça do RN, Eudo Rodrigues Leite, destacaram que “vários prefeitos possuem interesse no resultado do pleito, sobretudo quando se valem do instituto da reeleição. Portanto, não há como se admitir que esses mesmos gestores possam limitar os atos de campanha de seus adversários, ferindo a isonomia que deve permear a disputa eleitoral.”
MP RN

Governo assina contrato da vacina de Oxford, mas ‘esquece’ de anunciar

Foto: Oxford University/AP

Importante passo para a produção da vacina que será produzida pela Fiocruz, a assinatura do contrato de encomenda tecnológica — que seria feita em uma cerimônia pública com a presença do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello — quase que passou em branco.

Sem anúncios por parte do governo, Fiocruz e AstraZeneca firmaram, com pouco alarde, o acordo no último dia 8. Uma nota publicada pela assessoria de imprensa da entidade de pesquisa diz que a assinatura foi feita “eletronicamente”.

Interlocutores da Saúde, porém, dizem que o motivo para tamanha discrição foi a coincidência de datas: também no dia 8 foi anunciada uma paralisação nos testes da vacina, após um voluntário apresentar efeitos colaterais. Os testes, vale recordar, já foram retomados e o medicamento tem sido considerado seguro.

Outra parte do contrato, o de transferência de tecnologia, deve ser firmado nos próximos dias.

Veja