A Prefeitura de São Gonçalo assinou a ordem de Serviço para a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Novo Santo Antônio nesta quarta-feira (31), marcando um momento significativo para a saúde da comunidade. A UBS será um marco importante para a região, proporcionando atendimento de qualidade e melhorando a acessibilidade aos serviços de saúde.
A unidade será equipada com um consultório odontológico, sala de inalação coletiva, sala de curativos, consultórios, sala de recepção, sala de observação/procedimento/coleta, sala de vacinas, dispensação de medicamentos, banheiros, sanitários, entre outros espaços. Todos com acessibilidade− o que vai garantir um espaço completo e adequado para os cuidados de saúde da população.
Com um valor de obra superior a R$ 760 mil, o investimento na construção da UBS demonstra o comprometimento da administração municipal em fornecer serviços de saúde de qualidade e abrangentes para a comunidade.
O prefeito Eraldo, ao assinar a ordem de serviço, destacou a importância da obra para a melhoria da qualidade de vida dos moradores do Novo Santo Antônio. “A construção da Unidade Básica de Saúde é um passo crucial para aprimorar o atendimento de saúde na nossa cidade. Estamos cada dia buscando aprimorar os nossos serviços de saúde para melhorar a qualidade de vida e bem estar da nossa população. Assinar essa ordem de serviço é uma conquista importante para todos nós”, destacou.
A secretária de Saúde, Aldenísia Albuquerque, também comentou sobre a importância da UBS: “A construção dessa unidade representa um grande avanço para a saúde pública local. Teremos um espaço moderno e adequado para oferecer atendimento de qualidade aos pacientes, além de ampliar os serviços disponíveis. Estamos comprometidos em proporcionar um ambiente acolhedor e seguro para a população, fortalecendo a promoção da saúde e prevenção de doenças”, disse.
Prédio da USF Planalto será devolvido à Prefeitura de Parnamirim – Foto: reprodução
O prédio da Unidade de Saúde da Família do Planalto (USF Planalto) será devolvido à Prefeitura de Parnamirim, por estar localizado em território do município. Com isso, a unidade que era administrada pela Secretaria de Saúde de Natal foi desativada. A pasta da capital potiguar informou que os usuários passaram a ser acompanhados por outros serviços de saúde do município a partir desta quinta-feira (1º).
A população assistida pela equipe número 140 deve procurar atendimento na Unidade de Saúde Ronaldo Machado, localizada na rua Desportista Arthur Veiga, nº 145, Planalto. Já os usuários de saúde do SUS assistidos pelas equipes de saúde números 138 e 139 devem procurar a unidade de Rosangela Lima, localizada na Rua Santa Beatriz, S/N, Planalto.
“O prédio em que a população de Natal era atendida está localizado no território de Parnamirim e será devolvido para a prefeitura do outro município para organização e assistência à população de Parnamirim, enquanto que a parcela dos usuários de Natal que recebia atendimento na unidade, vai receber assistência dentro do nosso território”, ressaltou a secretária adjunta/SMS, Rayanne Araújo.
A Secretaria de Saúde de Natal reforçou que todos os serviços de atenção à saúde oferecidos para essa população, continuarão sendo ofertados nessas novas unidades de referência.
Um médico que atendia na rede pública de Osasco, na Grande São Paulo, foi demitido depois de prescrever sorvete de chocolate e videogame para tratar uma criança de 9 anos que estava com inflamação na garganta e sintomas gripais.
A mãe da criança, Priscila da Silva Ramos, 37, reclama do atendimento. “Eu acho que foi um deboche do meu filho doente”, afirmou.
O atendimento ocorreu na madrugada do último dia 18, na UPA Jardim Conceição, em Osasco.
“Meu filho passou bastante mal, vomitou, aí eu fui levar ele. O médico atendeu, não levou nem cinco minutos na sala. Ele perguntou se eu tinha olhado a garganta do menino. Eu falei que não, que era ele o médico e quem tinha que estar olhando a garganta do menino”, relatou.
No entanto, ainda assim, segundo a mãe, o médico não examinou a criança. A reportagem da Folha de S. Paulo tentou mas não conseguiu contato com o profissional.
“Ele começou a escrever a receita sem examinar meu filho, sem olhar a garganta, sem examinar o peito, sem nada nada. Aí ele perguntou para o meu filho se ele gostava de sorvete, ele falou que sim. Perguntou se de chocolate ou morango, meu filho respondeu de chocolate. Só que até então não imaginava que ele prescreveu o sorvete na receita. Aí ele prescreveu o sorvete e prescreveu o jogo”, contou.
Na receita médica constam cinco indicações de medicamentos: amoxicilina, ibuprofeno, dipirona, prednisolona e acetilcisteína —além de sorvete de chocolate duas vezes por dia, mais Free Fire diário.
Ramos contou que viu a lista de medicamentos, mas não percebeu a prescrição do sorvete e do jogo no final da receita. “Alguns remédios eu conhecia, outros não. Mas ele não explicou nada, simplesmente escreveu e me dispensou”, afirmou.
Só no dia seguinte a tia do menino pegou a receita e estranhou a indicação do médico. “Depois eu e minha irmã resolvemos colocar no Facebook”, explicou.
O médico é identificado na receita como Marcos Wesley Silva, neurologista. No site do CFM (Conselho Federal de Medicina) a situação dele consta como regular, mas sem especialidade registrada.
Segundo a Prefeitura de Osasco, a OS (Organização Social) responsável pelas UPAs informou que desligou médico de seu quadro de prestadores de serviços.
Para o advogado Henderson Furst, presidente da Comissão de Bioética da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo), esse tipo de prescrição, geralmente, tem o objetivo de humanizar a relação.
“Alguns médicos que têm uma prática de humanizar a relação fazendo umas receitas que contenham algumas coisas fora do comum, mas que representam naquela relação um um ato de humanização. Já vi receita, por exemplo, que o médico falava ‘cuide-se, você é especial, abrace mais’. É claro que essa mesma receita feita por um médico no contexto em que a relação médico-paciente está ruim pode soar muito estranha”, disse.
De acordo com o advogado, não é possível opinar sobre a conduta sem conhecer o contexto. “Não temos como saber se ele realmente não foi diligente, não atendeu bem. Mas não dá para condenar a prática em si”, afirmou.
“Pode ser que o profissional tenha dosado mal a mão ao não perceber que a mãe estava angustiada, preocupada com a situação da criança e que aquela mensagem não iria cair bem. Talvez, em outro contexto, isso viralizaria como algo muito positivo”, avaliou.
A mãe da criança disse que espera que o caso traga melhora nos atendimentos médicos na cidade. “Que deem mais atenção, principalmente quando é criança. A gente fala, muitas vezes ignoram, não olham na cara, fingem que escutam, uma ignorância tão grande. Que comecem a ouvir mais o paciente. A gente vai porque necessita, ninguém quer viver em hospital”, disse.
Piso da enfermagem ainda é alvo de discussão no STF – Foto: Alex Régis/ Tribuna do Norte
Os recursos garantidos pelo Governo Federal para a implementação do piso da Enfermagem são insuficientes para, pelo menos, metade das 167 cidades potiguares, de acordo com estimativa da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn). Segundo Luciano Santos, presidente da Federação, um levantamento sobre a situação deve ficar pronto até a próxima sexta-feira (26). A orientação, de acordo com o presidente da Femurn, é para que os prefeitos tenham cautela e analisem as próprias condições orçamentárias na hora de discutir a implantação do piso.
No último dia 12, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Portaria GM/MS nº 597, que destina R$ 7,3 bilhões aos Estados, Municípios e ao Distrito Federal, para assegurar o pagamento. Ao Rio Grande do Norte serão enviados R$ 118,4 milhões, valor a ser repartido entre a rede estadual de saúde – que ficará com R$ 21,7 milhões – e as 167 cidades potiguares.
Aos municípios, cabe dividir, portanto, R$ 96,6 milhões. Os recursos serão encaminhados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) em nove parcelas. A portaria sancionada pelo Governo federal aponta que essas parcelas “serão transferidas mensalmente a partir de maio de 2023”, sendo que duas delas serão encaminhadas em dezembro deste ano. Até o momento, nenhum recurso chegou ao RN.
Segundo a portaria sancionada pelo Governo Federal, após os valores serem creditados nos fundos de saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, será contado um prazo de 30 dias para que esses entes efetuem o pagamento dos recursos financeiros correspondente à primeira parcela.
A decisão que restabeleceu a Lei do Piso (nº 14.434), ainda está em análise no Pleno do Superior Tribunal Federal (STF). O ministro Luiz Roberto Barroso havia suspendido a lei a pedido da Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos de Serviços (CNSaúde). Na ocasião, Barroso entendeu que era preciso estar claro de onde viriam os recursos para pagamento do piso. Diante da liberação dos R$ 7,3 bilhões por parte do Governo Federal, o ministro considerou que há valores mínimos para a implantação e revogou a suspensão parcialmente.
Na sexta-feira (19), o STF começou a analisar a medida. “Estamos aguardando a manifestação do Pleno sobre a questão. Por enquanto, a gente está tentando apurar a situação no RN, mas, pelo que temos até agora, os repasses da Portaria Nº 597 não atendem a contento, a pelo menos metade das nossas cidades”, disse Luciano Santos, da Femurn.
De acordo com a medida que está em análise no STF, a lei federal não pode impor piso salarial a estados e municípios sem aportar integralmente os recursos necessários para cobrir a diferença remuneratória, sob pena de comprometimento da autonomia financeira desses entes. Assim, em relação aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o relator fixou que a obrigatoriedade do piso só existe no limite dos recursos recebidos da União.
No caso dos profissionais da iniciativa privada, o ministro previu a possibilidade de negociação coletiva. Para o setor público, o início dos pagamentos do piso deve observar a Portaria 597 do Ministério da Saúde. Já no setor privado, os valores devem ser pagos pelos dias trabalhados a partir de 1º de julho de 2023.
Dados inconsistentes
Para o presidente do Conselho Regional de Enfermagem no RN (Coren-RN), Manoel Egídio, há uma lacuna nas informações repassadas pelos Municípios ao Ministério da Saúde (MS). Esta seria, segundo ele, a razão para a insuficiência de recursos.
“O Ministério da Saúde faz os cálculos com base na RAIS [Relação Anual de Informações Sociais] e no CNES [Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde]. Se os dados dos municípios estão incompletos, nós entendemos que quem tem que arcar com esse ônus são os próprios municípios.
Algumas cidades, em vez de ter pessoal efetivo, têm contratos precarizados, os quais não são sequer informados ao MS. É uma estratégia muito usada pelas prefeituras para que não haja concurso público e para fugir da Lei de Responsabilidade Fiscal. Então, são feitos contratos com cooperativas e organizações sociais”, pontua Egídio.
“Só que agora essas organizações e cooperativas irão querer rediscutir o valor dos contratos, porque os profissionais vão querer receber o piso”, completa. A solução de acordo com Egídio, seria tentar corrigir as informações junto ao Ministério da Saúde.
“O que acontece é que algumas prefeituras pagam um salário mínimo aos profissionais. Quando o MS verificou que aquele enfermeiro não ganhava o piso, apenas complementou o valor”, explica Luciano Santos, da Femurn. “Sem falar que o Ministério considerou apenas os serviços especializados, porém, os repasses para a Atenção Básica já carecem de complemento há muito tempo, o que é feito pelas prefeituras. E esses profissionais [da Atenção Básica] ficaram de fora [da Lei do Piso]”, prossegue o presidente da Federação.
Uma das formas de reduzir os impactos nas cidades potiguares seria, de acordo com Santos, adicionar 1,5% de recursos ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A sugestão consta na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, defendida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). As estimativas feitas pela CNM são de um impacto de R$ 10,5 bilhões para os Municípios de todo o País somente no primeiro ano de implementação da medida.
A Confederação vê com preocupação a inconsistência de informações. “As bases de dados consideradas não contemplam a totalidade dos profissionais vinculados à administração municipal. Para um número de Municípios, as parcelas a serem repassadas, se somadas, não representam um salário-mínimo e mais de 100 outras cidades simplesmente deixam de ser consideradas no repasse e sequer são citadas na portaria publicada. Destaca-se que cerca de 200 mil profissionais terceirizados podem não estar contemplados. E ainda [o crédito do Governo Federal] se trata de um recurso temporário, vigente apenas para o ano de 2023.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante informa, à população, que está ampliando a vacinação contra Influenza, para maiores de seis meses de idade. Os interessados em receber a dose devem procurar a unidade de saúde mais próxima.
A influenza, também conhecida como gripe, é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, responsáveis por um grande número de internações hospitalares no país.
A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Saúde do município (Sesad), informa que as doses da vacina da gripe (Influenza) estão à disposição da população parnamirinense. Os imunizantes estão liberados para cidadãos ainda não vacinados, a partir dos 6 meses de idade.
Para tomar a vacina, basta procurar a sala de vacina mais próxima, em uma das 29 Unidades Básicas de Saúde da cidade, portando algum documento de identificação pessoal.
De acordo com a Sesad, Parnamirim também recebeu a insulina Lanthus, que será disponibilizada para a população por meio do Centro Integrado de Saúde (CIS), onde também funcionam os seguintes serviços:
Farmácia Centra
Glaucoma
Serviço Social
Suporte Nutricional
Fraldas e Insumos
Insulinas e fitas
Funcionamento
CIS – 8h às 12h e 13h às 17h
Farmácia Central – 7h30 às 14h
Rua Aspirante Santos, 307, na lateral da Escola Maria do Céu, em Santos Reis.
Informações obtidas na manhã desta quinta-feira (11), mostram que, de acordo com novos exames o quadro de saúde do apresentador Luiz Almir é de constante melhora.
Ele teve, recentemente, um quadro de infecção urinária que já estava comprometendo os rins. Porém, relatos de pessoas próximas apontam o controle da doença.
O Blog do GM está feliz com a notícia, na torcida pelo pleno estabelecimento do apresentador.
Um grupo de médicos nos Estados Unidos realizou uma cirurgia inédita ao reparar uma condição potencialmente fatal no cérebro de um bebê ainda no útero da mãe. Durante exames de rotina, os médicos identificaram que o bebê tinha uma condição pré-natal rara, chamada de malformação da veia de Galeno (VOGM, na sigla em inglês).
O problema afeta as artérias que levam sangue de alto fluxo e alta pressão do coração para o cérebro. Se fosse mantida após o nascimento, essa malformação teria efeitos graves no coração, cérebro e pulmões, podendo causar a morte logo após o parto. O procedimento, conduzido por equipes do Boston Children’s Hospital e no Brigham and Women’s Hospital, envolveu uma técnica chamada de embolização in-utero, que foi feita quando o feto tinha 34 semanas (fase final da gestação).
Os médico se orientaram por ultrassom e conseguiram reparar a malformação da veia de galeno com sucesso. Devido à cirurgia, entretanto, o bebê nasceu dois dias depois, de parto natural. Os exames mostraram que a pequena Denver já estava com o coração praticamente normalizado. Não foi necessário nenhum suporte cardiovascular. O exame neurológico foi normal e ela também não apresentou derrames, acúmulo de líquido ou hemorragia em uma ressonância magnética do cérebro.
“Ficamos emocionados ao ver que o declínio agressivo geralmente observado após o nascimento [caso a malformação continuasse] simplesmente não apareceu. Temos o prazer de informar que, com seis semanas, o bebê está progredindo notavelmente bem, sem medicamentos, comendo normalmente, ganhando peso e voltando para casa. Não há sinais de quaisquer efeitos negativos no cérebro”, comemorou o médico Darren B. Orbach, do Boston Children’s Hospital, que integrou a equipe.
A Organização Mundial da Saúde anunciou, nesta sexta-feira (5), que a Covid-19 não é mais uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), o mais alto título de alerta da organização, declarado para o surto do novo coronavírus no final de janeiro de 2020.
“Com grande esperança, declaro o Covid-19 como uma emergência de saúde global”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Em termos práticos, a decisão muda pouco, tendo em vista que muitos países já encerraram seus estados de emergência por Covid e se afastaram de quase todas as restrições de saúde pública implementadas para controlar o vírus.
Dengue, chikungunya e zika são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (foto) Wikimedia Commons
O Brasil contabilizou, até o fim de abril, 899,5 mil novos casos prováveis de dengue, um aumento de 37% quando comparado ao total do mesmo período de 2022 (654,8 mil). Os números atualizados foram apresentados nesta quinta-feira (4) pelo Ministério da Saúde, no lançamento da Campanha Nacional de Combate à Dengue, Zika e Chikungunya.
Os casos de dengue neste ano estão concentrados em todos os estados do Sudeste e Centro-Oeste, além de Paraná e Santa Catarina (Sul) e Acre, Rondônia e Tocantins (Norte). Regiões que não costumavam enfrentar surtos de dengue agora já os têm com frequência.
“Antes, era Norte e Nordeste por conta da miséria, dos depósitos, da baixa capacidade de enfrentamento… aí você vê que ela migra para o Sul e para o Sudeste. O mosquito é inteligente, ele se adapta, então temos que correr mais do que ele. De repente, temos agora um problemaço no Paraná, em Santa Catarina, no Sul do país. Isso era maior no Nordeste”, disse o secretário-executivo do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Jurandi Frutuoso.
Quando o vírus se espalha em áreas onde ele não havia circulado de forma intensa no ano anterior, existe um aumento da quantidade de casos devido ao número de pessoas suscetíveis, abundância de vetores (mosquitos Aedes aegypti) e à própria circulação viral. Alda Maria da Cruz, diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, chamou atenção para o fato de o Aedes ageypti ser um mosquito cada vez mais adaptado aos centros urbanos.
Essa é uma das razões pelas quais se tem observado um “aumento crescente das epidemias, e cada vez com intervalos mais curtos entre os surtos”. Isso vale não somente para a dengue, mas também para a chikungunya e a zika, que são igualmente transmitidas pelo Aedes aegypti.
Neste ano, o Brasil já registrou 86,9 mil casos prováveis de chikungunya, com 19 óbitos. A doença está concentrada nos estados de Tocantins, Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Os casos de zika foram 6.295, e não houve óbitos até o momento. Os estados mais afetados são Acre, Rondônia e Tocantins.
O Ministério da Saúde lançou hoje uma campanha de comunicação e o Painel de Monitoramento de Arboviroses, para que a população possa consultar o número de casos de cada uma das doenças, os sintomas e as formas de prevenção. Uma peça audiovisual também será veiculada na mídia.
“A ideia da campanha de comunicação é avisar que, quanto mais rápido você identificar esses sinais e sintomas e buscar o serviço de saúde, mais rápido a gente vai ter o diagnóstico e um desfecho melhor para esse caso”, enfatizou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.
Mortes
As mortes por dengue, todavia, caíram de 557 no ano passado para 333 — ainda há registros em investigação que podem alterar os dados de 2023.
“Em relação ao número de pessoas doentes, não foram tantos, mas são óbitos que nos preocupam e que não deveriam acontecer. Nós termos um caso de óbito por dengue, chikungunya e zika no século 21 é um alerta importantíssimo de que nós devemos melhorar”, afirmou Ethel. Ainda em relação às mortes, o Ministério da Saúde aposta no treinamento adequado das equipes de saúde para evitar que os casos se agravem.
“A gente sabe que, no caso principalmente de dengue e chikungunya, uma grande parte dos óbitos se dá por conta do manejo inadequado dos pacientes — o diagnóstico em tempo hábil e um tratamento adequado ao longo do processo em que a doença se instala. A gente tem que insistir nessa questão da capacitação dos profissionais para que aconteça no tempo, e a gente possa tratar esses pacientes, já que evitar, praticamente, não consegue”, complementou Frutuoso.
Segundo Ethel, observou-se que muitas pessoas já chegavam às unidades de saúde com quadros graves de desidratação, o que dificultava o tratamento.
Medidas
O Ministério da Saúde havia lançado em março o COE (Centro de Operações de Emergências) Arboviroses, para definir estratégias de controle e redução de casos graves e óbitos. A pasta vai apostar em duas tecnologias que envolvem o próprio mosquito Aedes aegypti para tentar reduzir a incidência de dengue, chikungunya e zika.
Uma delas, de acordo com Ethel, envolve o uso da bactéria Wolbachia. “O mosquito é infectado naturalmente por uma bactéria, que impede que ele adquira o vírus e o transmita”, disse.
Um acordo firmado em março entre a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a WMP (World Mosquito Program) prevê a construção de uma biofábrica com capacidade para produzir até 100 mil mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia por semana.
O cronograma prevê que a biofábrica entre em operação no ano que vem. O investimento será de R$ 100 milhões. Outra tecnologia que deve ser introduzida é a de mosquito estéril, que é geneticamente modificado para pôr ovos que não viram larvas, ou seja, não geram outros insetos.
A vacinação é uma das principais medidas de combate à Covid-19 e é fundamental que todos sejam vacinados.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ampliou a vacinação do público-alvo da campanha de vacinação contra covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda a polução acima dos 18 anos.
A vacina está disponível para aqueles que já concluíram, pelo menos, o esquema primário da vacinação contra covid-19, composto pelas duas primeiras doses ou dose única das vacinas monovalentes. O Intervalo mínimo para ser vacinado com a bivalente é de 4 meses após a última dose monovalente recebida.
Além disso, é importante lembrar que quem está com o esquema vacinal atrasado deve procurar a unidade de saúde mais próxima para atualizar sua situação. A atualização é importante para garantir a eficácia da imunização e a proteção contra a Covid-19.
A imunização completa é muito importante para proteger a si mesmo e a comunidade. A vacinação é uma das principais medidas de combate à Covid-19 e é fundamental que todos sejam vacinados.
Foto: Assessoria de Comunicação de Parnamirim – ASCOM
Mais uma vez a cidade de Parnamirim é destaque nacional, desta feita pela atuação exemplar também na saúde pública. O portal do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) publicou na última sexta-feira (28), uma reportagem especial, na qual faz reiterados elogios à atuação dos ACE’s parnamirinenses na condução do projeto MonitorArbo.
De acordo com a matéria publicada, a iniciativa funciona a partir do cruzamento de informações sobre a presença dos insetos e de casos de arboviroses entre a população de uma determinada área. Os dados são coletados pelos Agentes de Combate às Endemias nas residências e estabelecimentos comerciais semanalmente, com as chamadas ovitrampas, espécies de armadilhas instaladas pelo município nesses locais. Hoje, até a base aérea de Parnamirim conta com ovitrampas. Em toda a cidade, que possui cerca de 130 mil imóveis, são 175 áreas monitoradas por semana.
O diretor do Departamento de Vigilância em Saúde de Parnamirim, Kleyton Felipe, disse ser uma alegria para todo o serviço público do município ter no enfrentamento às arboviroses um trabalho reconhecido nacionalmente, mostrando que a cidade está no caminho certo. “Temos servidores valorosos, um prefeito que nos apoia e uma Secretaria de Saúde que nos dá condições de desenvolver um trabalho de enfrentamento cada vez mais efetivo a essas doenças tão corriqueiras. Para nós, é uma felicidade ter um trabalho reconhecido nacionalmente”, disse.
Para manter o padrão em alta, conheça uma das novas perspectivas de Parnamirim: o Boletim Epidemiológico
A Secretaria de Saúde de Parnamirim está em processo de produção de um documento que vai revolucionar a tomada de decisões no município, o Boletim Epidemiológico da cidade. O Departamento de Vigilância em Saúde deve publicar mensalmente dados fidedignos sobre Covid-19, arboviroses, cenários epidemiológico e entomoepidemiológico, doenças e agravos, vigilância das zoonoses, HIV/Aids, hepatites e sífilis.
É mais transparência na divulgação dos dados para ajudar a gestão pública e a própria população a compreender de forma prática a realidade do município. Os dados divulgados pelo Boletim Epidemiológico poderão inclusive nortear toda a gestão da saúde, como auxiliar no processo de compra de medicamentos, traçar políticas com base no número de pessoas com HIV entre muitos outros usos.
O novo endereço da UBS é mais um importante instrumento no investimento na saúde pública de São Gonçalo.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante realizou a entrega das novas instalações da Unidade Básica de Saúde do Santa Terezinha. O espaço conta com salas de odontologia, imunização, enfermagem, entre outras, reformadas e equipadas para melhor atender a população do bairro. O novo endereço da UBS é mais um importante instrumento no investimento na saúde pública de São Gonçalo.
Na ocasião, a secretária de saúde, Aldenísia Albuquerque, destacou o trabalho incansável dos servidores da saúde. “Nós trabalhamos diuturnamente para entregar esse trabalho e, assim, melhorar o atendimento e a saúde da nossa população”, disse. Além disso, ela falou sobre mudanças que estão sendo realizadas na saúde para bem atender todos, entre elas a descentralização do serviço de próteses dentárias para o interior e a criação de uma equipe de ginecologia para melhor atender às mulheres do município.
O prefeito Eraldo, presente durante a inauguração, fez questão de agradecer também aos servidores da saúde pelo cuidado com a população da cidade. Eraldo lembrou obras importantes que estão sendo realizadas e anunciou melhorias na área, com a contratação de mais médicos e melhorias nas unidades de saúde.
O Conselho Federal de Medicina proibiu os médicos de prescreverem anabolizantes para o propósito esportivo, ganho de massa muscular ou fins estéticos. A nova medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 11 de abril. Por conta dessa decisão, ampliou-se o debate sobre o tema. A nova medida serve para pacientes que são atletas e não atletas. Como forma de repercutir o assunto, a reportagem da TRIBUNA DO NORTE, então, ouviu uma endocrinologista e uma pessoa que usou e sofreu os malefícios do uso indevido de esteróides.
A médica endocrinologista Larissa Pimentel entendeu como positiva a decisão do Conselho porque, cientificamente falando, o método usado por pessoas que não necessitam de uma ajuda hormonal não traz benefícios terapêuticos para o corpo, fisiologicamente falando.
“Não existe nenhuma comprovação na literatura, nem mesmo científica, mostrando que seja seguro, eficácia terapêutica com segurança para esse tipo de paciente que não necessita de uma reposição hormonal”, explica a Doutora.
A reposição hormonal é um tratamento, comum entre homens e mulheres quando chegam em determinadas idades, utilizado quando a pessoa não consegue produzir um número adequado para o funcionamento específico daquele hormônio. “O uso é permitido quando a pessoa tem deficiência dos hormônios comprovados. Então, hoje, é comum, a gente encontrar, inclusive, a prescrição desses hormônios para fins estéticos desses esteróides anabolizantes, mascarados de outros nomes, como implantes hormonais, como passado por via transdérmica, usada através da pele, chip da beleza”, citou.
A nutricionista falou, também, que muitas pessoas acabam sendo enganadas por produtos que são implantes hormonais. “A questão é que muitas pessoas usam achando que não são anabolizantes”. Por conta do uso “mascarado”, certos produtos hormonais caíram nas graças do público, inclusive com pacotes de benefícios prometendo: boa noite de sono, disposição, aumento da libído, pele firme, além de um corpo sem celulite e com uma porcentagem mínima de gordura.
Diante dos fatos, várias sociedades médicas, incluindo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), fizeram uma carta solicitando a volta da regulamentação dos esteróides anabolizantes. Depois disso, o Conselho acatou o pedido e proibiu os médicos de repassar a receita.
Nos homens, a terapia de reposição hormonal mais utilizada é voltada para a testosterona, principal substância química masculina. Também é responsável pelo desenvolvimento de tecidos reprodutivos masculinos, como testículos e próstata. Como é o caso também do aumento da massa muscular, maturação dos ossos e do cabelo corporal. Pela responsabilidade do funcionamento de muitas atividades dentro do organismo, o uso indevido dos compostos anabolizante podem causar problemas que vão do coração ao fígado. Ou seja, causando efeitos danosos que podem levar a doenças problemáticas, como exemplifica a médica Larissa Pimentel.
“Nos deparamos com pacientes com conseqüências, que colocam em risco a saúde do paciente, pelo uso dos anabolizantes. Nós atendemos muitos pacientes com problemas cardiovasculares, como infarto, câncer, secundário ao uso do anabolizante; hepatite, por conta do uso do anabolizante pode ocasionar insuficiência hepática”, listou a médica.
Outro efeito colateral perigoso são impactos que podem causar na saúde mental do indivíduo, isto é, transtornos psiquiátricos como depressão, ansiedade, agressividade, insônia e até suicídio.
Segundo estudos, o composto químico do produto altera os genes dos neurônios que produzem substâncias que trazem relaxamento, bem-estar, alegria e prazer, como o caso da serotonina e dopamina. Por isso não é incomum o usuários ficar mais estressado, frustrado e mais agressivo com as pessoas. Isso leva ao aparecimento da ansiedade e da depressão.
“Pacientes com problemas psiquiátricos se tornaram comuns. Por causa do uso de anabolizantes, as pessoas desenvolvem o quadro da depressão. Quando as pessoas fazem o uso para essa iniciativa estética, elas são reféns de profissionais que só explicam os benefícios e escondem os malefícios para a saúde do paciente”, declarou.
Lembrando que médicos que insistirem na indicação desse tipo de tratamento podem sofrer punições nos conselhos regionais de medicina, que vão desde uma advertência até a perda do registro – dependendo do caso.
Problemas Psicológicos
O publicitário Dácio Lima, de 33 anos, fez o uso do sintético quando tinha 22 anos. Ele tinha uma rotina normal de treinos, o que gerou, naturalmente um aumento de massa muscular. Porém, Dácio queria mais e percebeu que um amigo estava tendo um resultado muito satisfatório. Ao saber qual era o “segredo”, resolveu fazer o mesmo. O publicitário comprou o superdrol, esteróide anabólico, usado em forma de ciclo, quando o usuário precisa utilizar durante um intervalo de tempo.
“Na época, eu treinava sem o uso de anabolizantes. Encontrei com um amigo que já tinha feito o uso e falou qual era. Por ter visto resultado nesse amigo e querer ter um pouco de resultado no meu corpo, querer ficar mais forte, querer chamar mais atenção. Eu fiz o uso desse anabolizante”, relembrou.
O diretor de arte passou a fazer o uso, em forma de cápsula, uma vez por dia. No décimo dia de ciclo, enquanto trabalhava, ele teve uma taquicardia – quando o coração acelera o batimento de maneira irregular – e foi para o hospital encontrar o causador desse problema. “Começou uma longa jornada para descobrir o que tinha. Só fui descobrir um ano e meio depois que era um efeito colateral desse anabolizante, que gerou taquicardia e ansiedade. Por conta desses sintomas fui diagnosticado com a síndrome do pânico e comecei a ter ataques”.
Síndrome do pânico é caracterizada por crises de ansiedade repentinas e intensas geradas pelo contexto em que a pessoa se encontra ou gatilhos emocionais que desencadeiam essa patologia. “Eu sempre dou o conselho para não fazer o uso. Eu sou prova viva que tive uma experiência negativa e não recomendo de fato. Não vale a pena correr o risco de desenvolver uma doença, como aconteceu comigo. É melhor procurar os meios naturais, como a suplementação e alimentação do que tentar acelerar e pagar um preço mais alto hoje ou futuramente”.
Resolução do CFM proíbe prescrição
A prescrição médica de terapias hormonais com esteroides androgênicos e anabolizantes (EAA) para fins estéticos está proibida, de acordo com resolução Resolução 2.333/23 do Conselho Federal de Medicina (CFM). O documento aponta que não há comprovação científica suficiente para o uso dessas substâncias para ganho de massa muscular e melhora do desempenho esportivo.
Foto: Alex Régis
“Nós estamos observando no Brasil um aumento exponencial da prescrição”, afirmou o presidente do CFM, José Hiran Gallo. “Ouvimos especialistas no assunto, que foram unânimes em afirmar que os benefícios da utilização dessas medicações para esses fins não superam os riscos. Não existe dose mínima segura, como alguns usuários alegam. Por isso, estamos proibindo.”
A relatora da resolução, Annelise Menegusso, foi na mesma linha. “O uso indiscriminado de terapias hormonais com EAA, incluindo a gestrinona, é hoje uma preocupação crescente na Medicina e para a saúde pública, uma vez que, de acordo com as mais recentes evidências científicas, não existem benefícios notórios que justifiquem o aumento exponencial do risco de danos possivelmente permanentes ao corpo humano.”
Dentre os efeitos adversos possíveis do uso sem prescrição estão os cardiovasculares, incluindo hipertrofia cardíaca, hipertensão arterial sistêmica e enfarte agudo do miocárdio, aterosclerose, estado de hipercoagulabilidade, aumento da trombogênese e vasoespasmo; doenças hepáticas, transtornos mentais e de comportamento, incluindo depressão; além de distúrbios endócrinos como infertilidade, disfunção erétil e redução da libido.
A prescrição médica de terapias hormonais é indicada em casos de deficiência específica comprovada, como no tratamento de doenças como hipogonadismo (deficiência na produção de testosterona), puberdade tardia, micropênis neonatal e caquexia (perda de massa muscular por motivo de doença). Também pode ser indicada na terapia hormonal cruzada em transgêneros e em mulheres com diagnóstico de desejo sexual hipoativo. “Nada muda em relação às indicações que já existem na literatura médica e têm respaldo científico”, afirmou José Hiran Gallo. “Nesses casos, entendemos que os benefícios compensam os riscos do uso.”
Refletir sobre a execução de políticas econômicas e sociais diante dos desafios de reduzir os riscos de doenças, fornecendo perspectivas de acesso universal e igualitário, é algo fundamental em qualquer gestão. Seguindo esse critério, a Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) e do Conselho Municipal de Saúde (CMS), promoveu nos dias 19 e 20 de abril, no auditório Vereador Clénio José, a 8ª Conferência Municipal de Saúde com tema baseado na garantia dos direitos e na defesa do SUS, da vida e da democracia.
O evento faz parte de uma das programações da 17ª Conferência Mundial de Saúde promovida em Brasília, pelo Ministério da Saúde, onde cada estado e município desenvolve suas conferências sobre a mesma temática com a presença de autoridades, gestores e usuários que participam de serviços públicos e movimentos sociais.
A abertura deu-se ao som do Hino Nacional Brasileiro e do Hino Oficial de Parnamirim, executados pelo quinteto da Secretaria Municipal de Cultura (Semuc). Os participantes puderam acompanhar várias atividades como palestras, discussão de grupo e escolha de propostas, intervalo cultural e eleição de representantes para a 9ª Conferência Estadual de Saúde.
Foto: Ney Douglas
Compareceram no evento algumas autoridades como a secretária municipal de saúde, Luciana Guimarães; o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Matheus Eutrópio; o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte, Francisco Canindé Santos, o representante da Câmara Municipal de Parnamirim, vereador Michael Borges e o conselheiro nacional de saúde e representante do Movimento Pop na Rua, Vanilson Torres. Também estiveram presentes representantes de conselhos e secretarias.
A secretária de saúde, Luciana Guimarães, fala sobre a importância da conferência. “É preciso aprofundar sempre esse debate em relação às possibilidades sociais objetivando políticas para barrar os retrocessos. O setor saúde necessita, cada vez mais, da democratização do estado”, comentou.
Importância da participação social
A conexão entre o conceito de participação social incorporado ao SUS e o de democracia participativa deve ser sempre mantida e aliada à proposta da comunidade, definindo o serviço público que ela deseja como parte do princípio organizativo do SUS, além do acompanhamento de políticas públicas em defesa do direito à saúde, fiscalizando as ações do Estado.
Eixos temáticos centrais da conferência:
1 – O Brasil que temos. O Brasil que queremos; 2 – O papel do controle social e dos movimentos sociais para salvar vidas; 3 – Garantir direitos e defender o SUS, a vida e a democracia; 4 – Amanhã será outro dia para todos, todas e todes. Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Parnamirim RN – ASCOM Escrito por Jean Xavier