URGENTE: Zanin condena deputados do PL

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (17) pela condenação de deputados do PL e outros quatro réus por corrupção passiva, mas se manifestou pela absolvição quanto ao crime de organização criminosa. O caso é analisado pela Primeira Turma da Corte.

A ação penal envolve os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE). Ao todo, oito pessoas são rés na ação, com acusações que incluem corrupção passiva e participação em organização criminosa.

Zanin foi o primeiro a se manifestar por ser relator do caso. Faltam os votos de Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Em seu voto, o ministro afastou a acusação de organização criminosa por entender que não há provas suficientes de que os réus integravam um grupo estável e permanente para a prática de crimes.

“Não estou aqui, por outro lado, afastando a possibilidade de que essa organização criminosa tenha sido formada. Até porque, para além da investigação que resultou nessa ação penal, existem outras investigações em curso que poderão vir a revelar que de fato havia uma organização criminosa”, ponderou Zanin.

Entenda o caso

A ação penal reúne os seguintes réus, com as respectivas acusações:

  • Josimar Maranhãozinho: corrupção passiva e participação em organização criminosa, com agravantes por liderança e envolvimento de agente público.
  • Pastor Gil: corrupção passiva e participação em organização criminosa, com agravante por envolvimento de agente público.
  • Bosco Costa: corrupção passiva e participação em organização criminosa; atualmente é suplente e não está no exercício do mandato.
  • João Batista Magalhães: corrupção passiva e participação em organização criminosa.
  • Thalles Andrade Costa: participação em organização criminosa.
  • Antônio José Silva Rocha: corrupção passiva.
  • Adones Nunes Martins: corrupção passiva.
  • Abraão Nunes Martins Neto: corrupção passiva.

Segundo a denúncia, os parlamentares teriam cobrado propina de 25% para direcionar recursos ao município de São José de Ribamar (MA). De acordo com a acusação, foram solicitados R$ 1,6 milhão ao então prefeito José Eudes Sampaio em troca da liberação de R$ 6,67 milhões em emendas.

A investigação começou em 2020, após o ex-prefeito apresentar uma notícia-crime. Ele negou participação em irregularidades e relatou ter sofrido cobranças e intimidações de integrantes do suposto esquema.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação dos acusados. Para o órgão, Josimar Maranhãozinho liderava a organização criminosa e exercia papel central no controle e na destinação das emendas.

A PGR também solicitou a perda dos mandatos dos parlamentares e o pagamento de indenização por danos morais coletivos. Segundo a acusação, eles integravam o “núcleo central” do esquema investigado.

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Flávio Bolsonaro participa de ato de filiação do PL neste sábado no RN

Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cumpre agenda no Rio Grande do Norte neste sábado (21), onde participa de um ato de filiação do Partido Liberal. O evento será realizado às 15h, no Boulevard Hall, em Nova Parnamirim.

A atividade reunirá lideranças políticas do estado e contará com a presença dos pré-candidatos ao Governo do RN, Álvaro Dias, e vice, Babá Pereira. Também estará presente o senador Rogério Marinho, presidente estadual do PL-RN.

O encontro integra o processo de fortalecimento do PL no estado, com foco na ampliação da base partidária e na organização política para as eleições de 2026.

Credenciamento

O evento será aberto à imprensa. Para ter acesso, basta fazer credenciamento pelo email imprensaplrn@gmail.com, informando nome, CPF e telefone para contato.

Ato de filiação do PL-RN

Quando: Sábado (21/03)
Local: Boulevard Hall
Endereço: Av. Maria Lacerda, Nova Parnamirim.
Horário: 15h

Serviço:

📍 Boulevard Music Hall – Av. Maria Lacerda Montenegro, 1953
📅 Sábado, 21 de março
⏰ 15h

Kelps espera que futuro Governo do RN ataque o problema das aposentadorias

Kelps é pré-candidato a deputado federal e tem estudado os problemas do Rio Grande do Norte. Uma de suas grandes preocupações é o risco de colapso da aposentadoria estadual. A previdência só piorou nos últimos anos e nenhum gatilho de solução foi acionado.

Por isso, Kelps espera que o futuro governador do RN, seja quem for, não fuja do problema das aposentadorias. O afastamento do novo mandatário deste tema será uma tragédia para o Estado.

Para Kelps, é melhor começar a discutir o problema agora do que esperar a insolvência e correr o risco do cidadão chegar no dia do pagamento e não receber o dinheiro porque o instituto de previdência do Estado quebrou.

Kelps foi três vezes deputado estadual, é advogado e tem pós-graduação e mestrado na área pública. Na visão dele, o maior problema do Rio Grande é, de longe, o da previdência.

“O problema do RN é grave. Somos uma economia extremamente dependente da renda dos aposentados e estamos vulneráveis caso a previdência atrase pagamentos por períodos prolongados”.

No sistema de previdência do Estado, o número de servidores ativos já é menor do que os inativos e, por isso, a matemática não fecha. Não há servidores suficientes trabalhando para sustentar os aposentados e o Estado tem que complementar todos os meses o rombo da previdência.

Kelps gravou um vídeo sobre o tema da previdência. Assista – https://www.instagram.com/p/DRkhak-EcNc/

Fátima vai concluir o mandato de governadora e cuidar da candidatura de Samanda ao Senado como se Samanda fosse ela própria

A governadora Fátima Bezerra não vai renunciar ao mandato para ser candidata ao Senado. E não é porque o PT nacional pediu. É porque o PT nacional não pediu. Não fez. Não agiu. Não articulou. Sem acenar com apoio financeiro a municípios, via mandatos de deputados estaduais, ficou difícil do grupo da governadora Fátima reunir o número de votos suficientes no plenário da Assembleia Legislativa, para eleger um governador interino, para ocupar o governo em um mandato tampão de quase 9 meses, entre a renúncia da governadora e a posse do governador eleito no pleito de outubro.

Sem o apoio do seu partido, Fátima seguirá com o seu mandato até 31 de dezembro. Sem sinalização para os partidos, cada grupo começou a ameaçar que teria um, dois ou tantos mais nomes dispostos a disputar o mandato tampão.

De palhaçada a nomes técnicos, muitos foram apresentados. Até mesmo a possibilidade do vice-governador Walter Alves deixar para renunciar no último minuto do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, e desistir de renunciar, assumindo automaticamente o governo que passaria a apoiar a eleição de Allyson Bezerra para o governo.

Foram muitos cenários desenhados, verdadeiros ou não, mas que serviram de subsídios para a governadora tomar a decisão que o leitor do Blog sempre soube: não desistir de sua gestão. Não entregar os últimos meses de sua gestão a um adversário, como quem entrega a própria arma ao inimigo e diz: atire em mim. Me mate com o meu revólver.

Seria exatamente assim se um direitista extremo se elegesse governador interino.

Fátima segue no cargo, e segue também na campanha. Agora reforçando as energias em torno da pré-candidatura de Cadu Xavier para o governo e da vereadora Samanda Alves como pré-candidata ao Senado no seu lugar. Fátima vai cuidar da campanha de Samanda como se Samanda fosse ela própria.

Resta saber se o PT terá um segundo nome para o Senado e se esse nome será Jean Paul Prates, do PDT. O fato é que Fátima será Samanda, e vai correr com força e com vontade pelo mandato de senadora.

A foto diz muito sobre o momento. Não é sobre Carnaval, é sobre confiança.

Fátima fundou o bloco Sonífera Ilha, e quando assumiu o governo e não pôde mais tocar a agremiação, confiou a Samanda.

Agora, sem conseguir tocar a sonhada campanha para o Senado, é a Samanda que ela confia a missão.

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Segurança e acolhimento: gestão Nilda leva proteção humanizada para as escolas com a Ronda Escolar

Em Parnamirim, a segurança é um dos pilares prioritários da gestão Nilda. A administração municipal tem executado diversos investimentos com o objetivo de proteger e garantir mais tranquilidade para a população. Uma das grandes iniciativas que comprovam isso foi a criação da Ronda de Proteção Escolar (ROPE), uma ação que reforça o cuidado, a atenção e o zelo com a comunidade escolar.

Os investimentos já apresentam resultados concretos: Parnamirim se consolida hoje como a cidade mais segura do Rio Grande do Norte e uma das mais seguras do Nordeste, reflexo direto de uma política séria, contínua e eficiente na área da segurança pública.

A Ronda Escolar prioriza a presença constante da Guarda Municipal nas unidades de ensino, estimulando o diálogo e a prevenção. A atuação próxima permite identificar vulnerabilidades com antecedência e agir de forma rápida diante de qualquer situação de risco, ampliando a sensação de segurança dentro e no entorno das escolas.

A prefeita Nilda destacou o compromisso da gestão com a proteção das pessoas: “Temos plena consciência que segurança se faz com investimento contínuo e inovação. A criação de um grupamento especializado para atuar nas escolas é um passo fundamental para garantir ambientes mais seguros e fortalecer a confiança da comunidade no trabalho da Guarda Municipal.”

O avanço na segurança também é resultado de uma série de investimentos realizados pela gestão, como a convocação de 56 novos guardas municipais, capacitação contínua das equipes e a finalização dos processos para aquisição de armamentos, coletes e viaturas. Além da ROPE, a Prefeitura também implantou a Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), ampliando a atuação da Guarda em toda a cidade com patrulhamento tático e pronta resposta a ocorrências mais graves.

URGENTE: Banco C6 é proibido de atuar em contratos do INSS por irregularidades

BLOSSOM STOCK STUDIO/ADOBE STOCK

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu novos empréstimos consignados do banco C6 em razão de irregularidades nos contratos da instituição financeira com aposentados pela Previdência Social. O órgão quer que o banco devolva R$ 300 milhões a segurados. Em nota, o C6 nega irregularidades e afirma seguir “rigorosamente todas as normas vigentes” (leia mais abaixo).

A decisão foi tomada após a Controladoria-Geral da União (CGU) identificar pelo menos 320 mil contratos de consignados com seguros e pacotes de serviços embutidos, em uma espécie de venda casada.

Auditores concluíram que a irregularidade é grave porque reduz o valor líquido disponibilizado pelo banco a aposentados. O INSS proíbe a inclusão de custos extras, como taxas, prêmios e seguros que não tenham a ver com os empréstimos.

O banco só poderá voltar a fazer novos empréstimos consignados quando restituir os valores cobrados indevidamente.

Para poder vender o produto e descontar as parcelas de consignados diretamente na conta dos aposentados pelo INSS, o banco mantinha um acordo de cooperação técnica com o órgão. Este foi o termo rescindido pelo órgão como parte da penalidade.

A decisão do INSS foi tomada com base em uma apuração da CGU, que identificou irregularidades em milhares de contratos de empréstimos entre o C6 e aposentados.

Entre os achados, auditores entenderam que o banco embutiu indevidamente um seguro de R$ 500 em meio ao contrato de consignados. O serviço é fornecido por uma seguradora em meio aos empréstimos do banco, que tem como acionista o JP Morgan.

Dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação mostram que, entre 2020 e 2025, o C6 faturou R$ 20 bilhões com créditos consignados. No primeiro ano, quando entrou para esse mercado criando o C6 Consig, tinha 514 clientes. Em 2025, já tinha uma carteira de 3,3 milhões de consignados.

O banco chegou a ser condenado judicialmente a indenizar aposentados que afirmaram ter sofrido descontos sem terem contratado empréstimos consignados. Também já firmou acordo com o Ministério Público Federal para cessar fraudes nesses contratos.

Em nota, o C6 afirmou discordar “integralmente da interpretação do INSS”. O banco disse que vai “buscar seu direito de defesa na esfera judicial, porque não praticou nenhuma irregularidade e seguiu rigorosamente todas as normas vigentes”.

“O banco esclarece que a contratação do consignado nunca esteve condicionada à compra de nenhum outro produto e que não desconta parcelas mensais referentes à contratação de pacote de benefícios”, afirmou.

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Dom João e Dom Sílvio

Padre João Medeiros Filho

A pedido de leitores, escolhi pautar este artigo. O profeta Isaías revela uma realidade teológica, exaltando a supremacia divina em relação ao ser humano: “Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos e vossos caminhos não são os meus caminhos” (Is 55, 8). Diga-se o mesmo da Igreja, sacramento do Filho de Deus. A lógica divina difere dos métodos e planos humanos. A vinda de Dom João Santos Cardoso para ser o nosso metropolita e posteriormente a nomeação de Dom José Sílvio de Brito (natural de Cruzeta/RN) para seu bispo auxiliar foram agradáveis surpresas. Dom João veio para o RN descalço, como um frade carmelita, despojado como um franciscano, ouvinte e questionador ao estilo jesuíta, missionário e pregador à semelhança de um dominicano ou redentorista, reflexivo e orante, inspirado em Santo Agostinho. Nosso pastor aqui chegou, revestido de sua fé, seu amor à Igreja, com seus três pets e a certeza da mão estendida d’Aquele que nos conforta. Aliás, é o seu icônico lema episcopal: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4, 13).

Registrei estas notas, no limiar de meus oitenta e cinco anos, antes que a lucidez brigue comigo e me abandone. Há fatos e feitos que não posso esquecer. Muitos não esperavam em fevereiro a escolha de Dom Sílvio para o episcopado. Não que lhe faltasse mérito. Comenta-se que outros nomes eram cogitados nas sacristias e casas paroquiais. Ele detém muito das virtudes de nosso arcebispo: discreto, simples, avesso à fama e aos holofotes, focado na pregação do Evangelho. Para mim não foi inesperado.

Este velho escriba confessa sua admiração ao ver nosso pastor chegar aqui, há quase três anos, de mãos vazias, desarmado, coração aberto para acolher e perdoar, imbuído do amor a Cristo e à Igreja. Nada pediu, desejava primeiro ouvir e rezar para agir na hora de Deus. Para cá não o acompanhou nenhum sacerdote ou auxiliar. Começou o pastoreio como o Mestre, e foi conquistando os discípulos. Segundo a rotina eclesiástica, é comum a um bispo, ao ser nomeado para uma diocese desconhecida, levar consigo ao menos um secretário. Dom Joaquim Antônio de Almeida, nosso primeiro antístite, ao tomar posse da diocese do RN, trouxe para Natal seis auxiliares. Dom João, nesse e em outros aspectos, procurou seguir as pegadas do Mestre.

Na homilia da Eucaristia, em memória dos quatorze anos de vida episcopal, Dom João anunciou efusivamente, como presente de Deus, a nomeação de seu primeiro bispo auxiliar. Mais um exemplo de despojamento e valorização do clero potiguar. Não seria menoscabo se tivesse indicado um padre amigo, oriundo de outras dioceses. Escolheu, dentre os sacerdotes da arquidiocese, um dos assessores mais próximos. Isso demonstra respeito e consideração ao nosso clero. Este gesto tampouco o impede de indicar um presbítero de outros bispados para ocupar as futuras dioceses (Assú e Santa Cruz). O que deve falar mais alto é o bem da Igreja. Nosso arcebispo segue Jesus: “caminhando junto ao mar da Galileia, viu dois irmãos (Simão Pedro e André) e os chamou.” (Mt 4,18). Ao escolher seu primeiro bispo auxiliar, seguiu a tradição de seus antecessores Dom Marcolino e Dom Nivaldo. Entretanto, isso não é um impeditivo para outras escolhas, nem desdouro se vier acontecer.

Dom João e Dom Sílvio continuarão abrindo novos caminhos com a força da Palavra Sagrada, colhendo frutos para o bem do Povo de Deus. O desejo que move nosso arcebispo e seu bispo auxiliar é o de compreender, perdoar, amar, viver e difundir o Evangelho, construindo a beleza da Igreja e contribuindo para que possa ecoar sempre a melodia da graça divina. Como nosso Pastor, Dom Sílvio detém as virtudes da simplicidade e ternura evangélicas, independência diante das coisas efêmeras, aceitando o desafio de servir e deleitar-se com o Sagrado. Ambos entendem o poder, em qualquer instância, como um serviço. Dizia Dom Delgado, um grande bispo que pisou o chão do Seridó: “O poder só tem sentido, quando busca melhorar a vida dos outros e aumenta a sede de Deus.” Cristo advertia: “Quem quiser ser o maior, seja aquele que vos serve” (Mc 10,43).

Otto chega e “vovô” vira avô de verdade

Com o nascimento do primeiro neto, o engenheiro Carlos Magno transformou-se, enfim, em um avô de verdade. Antes da chegada do filho de Rafinha, Carlos Magno já era carinhosamente conhecido na cidade como “vovô”. O apelido surgiu de forma espontânea, fruto do respeito e da admiração que conquistou ao longo dos anos, seja pela sua capacidade técnica acima da média, seja pela vasta experiência no mundo da engenharia.

Agora, porém, o título ganha um novo significado, mais profundo, mais verdadeiro e carregado de emoção. A esperança ganhou nome, rosto e um espaço especial no coração do velho engenheiro, que se renova com a chegada de Otto.

A família cresce, os laços se fortalecem e um novo capítulo se inicia, trazendo ainda mais alegria para todos. E aqueles que antes o chamavam de “vovô” por carinho, hoje podem afirmar com orgulho e em alto e bom som: vovô, agora sim, é o avô de Otto, filho de Rafinha e integrante dessa família que se enche de amor a cada novo passo.