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Moraes decreta prisão domiciliar de Bolsonaro

Foto: Mateus Bonomi/AGIF – Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decretou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na decisão, o ministro argumentou que o ex-presidente tem feito “reiterado descumprimento das medidas cautelares”.

Segundo a decisão, Bolsonaro está proibido de receber visitar, com exceção de seus advogados, podendo apenas de receber contatos de pessoas autorizadas pelo Supremo.

O ex-presidente ainda está proibido de usar o celular, direta ou indiretamente por intermédio de terceiros. Ontem, o senador Flávio Bolsonaro fez uma chamada de vídeo de Bolsonaro na manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Moraes ainda reafirma a decisão que manteve as cautelares em proibir o ex-presidente de ter contato com embaixadores e se aproximar de embaixadas ou autoridades estrangeiras. Além manter a proibição do uso das redes sociais.

Moraes ainda reafirma a decisão que manteve as cautelares em proibir o ex-presidente de ter contato com embaixadores e se aproximar de embaixadas ou autoridades estrangeiras. Além manter a proibição do uso das redes sociais.

“O descumprimento das regras da prisão domiciliar ou qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e na decretação imediata da prisão preventiva, nos termos do art. 312, 1º, do Código de Processo Penal”, ressalta o ministro.

CNN Brasil

Prefeitura realiza manutenção e limpeza na Lagoa de Captação da Abel Cabral, em Parnamirim, após longo período sem os devidos cuidados

A nova gestão da Prefeitura de Parnamirim iniciou nesta segunda-feira (04) iniciou os serviços de manutenção e limpeza na Lagoa Nezinho Alves, localizada na Avenida Abel Cabral, em Nova Parnamirim. Há mais de dez anos, o equipamento não passava por intervenções por parte do poder público municipal. As equipes das secretarias municipais de Serviços Urbanos (Semsur) e Meio Ambiente e Urbanismo (Semur) estão atuando na retirada de resíduos sólidos dos taludes e do sobrenadante do equipamento. A prefeita Nilda Cruz esteve no local para acompanhar o início da ação

“Com muito zelo, compromisso e respeito estamos enfrentando essa problemática antiga na nossa cidade. Estamos agindo de forma emergencial para resolver de vez a situação da lagoa, que está com a sua capacidade comprometida em virtude da falta de manutenção. Nossa gestão vem trabalhando muito para oferecer a população de Parnamirim uma cidade estruturada”, pontuou Nilda.

De acordo com as secretarias envolvidas na ação integrada, a próxima etapa depois da finalização da retirada dos materiais é a de monitoramento em busca de ligações clandestinas na rede de esgotamento, que quando forem encontradas serão fechadas. Na sequência, a água da lagoa passará por uma oxigenação para combater o mal odor. Por fim, as fendas nos taludes limpos serão preenchidas com cal virgem com o objetivo também de evitar cheiros indesejáveis no local.

Igor Cabral, preso por espancar namorada com mais de 60 socos, diz que estava sob efeito de substâncias

O ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, preso após agredir a namorada com 61 socos dentro de um elevador em Natal (RN), divulgou nesta segunda-feira (4) uma nota à imprensa em que admite ter estado sob efeito de substâncias e enfrentando instabilidade emocional no momento do ataque.

Lamento profundamente que minha conduta, influenciada por um contexto de uso de substâncias e instabilidade emocional, tenha contribuído para essa situação. Embora as circunstâncias ainda estejam sendo apuradas, sinto a necessidade sincera de expressar meu pedido de perdão a todos que, de alguma forma, foram afetados“, diz o documento.

Veja a nota na íntegra:

“Eu, Igor Eduardo P. Cabral, venho com profundo respeito, me manifestar diante dos acontecimentos recentes que abalaram tantas pessoas. Reconheço que houve dor, angústia e sofrimento, especialmente para Juliana, sua filha, sua família, bem como para os meus pais e demais entes queridos.

Lamento profundamente que minha conduta, influenciada por um contexto de uso de substâncias e instabilidade emocional, tenha contribuído para essa situação. Embora as circunstâncias ainda estejam sendo apuradas, sinto a necessidade sincera de expressar meu pedido de perdão a todos que, de alguma forma, foram afetados.

Não tenho intenção de justificar nada, tampouco minimizar o impacto dos fatos. Apenas desejo que Juliana consiga encontrar força para seguir em frente, com serenidade, coragem e paz. A ela, sua filha e sua família, envio minhas orações e meu mais genuíno respeito.

Enfrento o momento atual com humildade e esperança de que, com o tempo, todas as partes envolvidas possam encontrar caminhos de cura, reflexão e recomeço.”

Com arrependimento e respeito,
Igor Eduardo P. Cabral

PREFEITURA DE EXTREMOZ REALIZA OPERAÇÃO TAPA-BURACO NO MOINHO DOS VENTOS

A Prefeitura de Extremoz, por meio da Secretaria de Iluminação e Serviços Urbanos, deu início nesta semana a mais uma frente de trabalho com foco na recuperação das vias da cidade. A ação da vez é a operação tapa-buraco na Avenida Alcides de Araújo, localizada no bairro Moinho dos Ventos.

O objetivo da intervenção é melhorar a trafegabilidade, garantir mais segurança para motoristas e pedestres, além de preservar o pavimento urbano. A equipe da Secretaria está atuando com agilidade, respeitando os padrões técnicos e de sinalização exigidos.

A gestão municipal reforça o pedido de colaboração da população, em especial dos condutores que trafegam pela região. Muitos motoristas não estão respeitando a sinalização da obra, o que coloca em risco a integridade dos trabalhadores.

A operação tapa-buraco faz parte de um cronograma contínuo de manutenção das vias públicas, que vem sendo executado em diversos bairros do município. A Prefeitura segue empenhada em oferecer mais mobilidade, infraestrutura e qualidade de vida para os extremozenses.

Brasil quer ampliar comércio com a Índia, também alvo do tarifaço de Trump

O Brasil e a Índia, parceiros históricos dos Estados Unidos que se tornaram alvos de Donald Trump nos últimos meses, buscam estreitar os laços comerciais.

O movimento do governo federal antecede o tarifaço de Trump, que atingiu os dois países com sobretaxas que, somadas, chegam a 75%.

Em julho, durante a visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a Brasília, os países assinaram acordos nas áreas de segurança, energia e transformação digital.

O governo brasileiro avalia que a Índia, o país mais populoso do mundo e que passou por um processo de industrialização nas últimas duas décadas, ainda é pouco explorada pelos exportadores nacionais.

Além disso, a pauta exportadora do Brasil para Nova Délhi é pouco diversificada: óleos vegetais, açúcares e petróleo bruto representam mais de 60% do total enviado.

A ofensiva brasileira para ampliar o comércio com os indianos se dá em três frentes, segundo autoridades do governo.

Uma das estratégias surgiu após o tarifaço de Donald Trump. O presidente dos EUA decidiu sobretaxar produtos indianos com o argumento de que o país mantém forte dependência energética da Rússia, comprando petróleo e combustíveis russos.

O Brasil vê nesse cenário uma oportunidade. De acordo com estimativas do governo de 2024, cerca de 30% do petróleo importado pela Índia vem da Rússia, enquanto apenas 1% é brasileiro.

Ainda assim, o petróleo já é o segundo item mais exportado do Brasil para a Índia. Em caso de recuo nas compras indianas de petróleo russo, a expectativa é que o Brasil, ao lado de países do Oriente Médio, consiga ocupar parte desse mercado.

Outra frente segue a estratégia adotada pelo Ministério da Agricultura desde o início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: a abertura e diversificação de mercados.

Técnicos da pasta avaliam que há potencial de crescimento para produtos como óleos vegetais, algodão, feijões e pulses, etanol, genética bovina e frutas. Correndo por fora, estão carne de aves, pescado, café e suco de laranja.

O principal entrave, no entanto, são as elevadas tarifas aplicadas pela Índia. O país não incluiu quase nenhum produto do agronegócio no acordo de comércio preferencial que mantém com o Mercosul.

Esse é justamente o terceiro eixo das negociações: ampliar o alcance do acordo comercial vigente.

Hoje, apenas 14% das exportações brasileiras para a Índia estão cobertas pelo acordo. O tratado, de alcance limitado, abrange 450 categorias de produtos, num universo de cerca de 10 mil, e prevê reduções tarifárias modestas, entre 10% e 20%.

A meta do governo brasileiro é negociar a inclusão de novos produtos, especialmente do agronegócio, negociar reduções tarifárias e buscar a retirada de barreiras comerciais.

Com informações da CNN