O governo antecipou, de 9 a 11 dias, depende do final do Número de Identificação Social (NIS), o calendário de pagamento do Auxílio Brasil no mês de agosto. A mudança foi determinada em segunda instrução normativa publicada no “Diário Oficial da União” desta feira (25).
Como os meses restantes do ano (setembro, novembro e dezembro) não foram agendados outros meses pela mudança.
A liberação das verbas é feita de acordo com a numeração final do NIS do beneficiário.
Veja o novo calendário abaixo:
2 de 2 calendário de pagamentos do Auxílio Brasil 2022 atualizado — Foto: Economia g1
Calendário de pagamentos do Auxílio Brasil 2022 atualizado — Foto: Economia g1
Valor sobe em agosto
O programa garante um repasse mínimo de R$ 400 a cada beneficiário. O repasse médio recebido pelas famílias em julho foi de R$ 408,80. Mas em agosto o valor vai subir .
Portaria publicada no “Diário Oficial da União” no dia 20 de julho regulamentou o adicional de R$ 200 para o Auxílio Brasil, elevando o valor mínimo do benefício de R$ 400 para R$ 600, o pagamento do novo valor entre agosto e dezembro deste ano.
Esse pagamento será feito dentro do calendário do programa, usando os mesmos meios de pagamento, diz a portaria.
O acréscimo de R$ 200 não será levado em conta no caso de pagamento de parcelas retroativas, segundo um anúncio.
O Auxílio Brasil é destinado a famílias em situação de extrema pobreza. Famílias em situação de pobreza também podem receber desde que tenham, entre seus membros, gestantes ou pessoas com menos de 21 anos.
As famílias em situação de pobreza extrema são aqueles que possuem renda familiar mensal de até R$ 105. As em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210.
Segundo dados da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, o Nordeste é a região com o maior número de famílias beneficiadas: quase 8,6 milhões de famílias. Na sequência aparecem as regiões Sudeste (5,2 milhões), Norte (2,1 milhões), Sul (1,2 milhões) e Centro-Oeste (941 mil).
Entre os estados, a Bahia lidera no número de famílias contempladas, com 2,26 milhões ao todo. Também há mais de um milhão de contemplados nos estados de São Paulo (2,18 milhões), Pernambuco (1,44 milhão), Minas Gerais (1,43 milhão), Rio de Janeiro (1,33 milhão), Ceará (1 ,32 milhões), Pará (1,15 milhão) e Maranhão (1,1 milhão).
Desde o início da pandemia de Covid-19 no Brasil, a diretora do Quilombo Casa Akotirene, Joice Marques, notou uma diferença no tipo de público que passou a procurar sua organização, localizada no bairro Ceilândia Norte, no Distrito Federal. Inaugurada em 2018, a casa começou a trabalhos com foco em atividades culturais a serem realizadas para a comunidade – que majoritariamente.
No entanto, com o começo da pandemia, conta Joice, que também é cultural e educadora, moradores da região busca a procura de uma casa em ajuda para acessar e itens de higiene. E mesmo com a queda no desemprego – em maio, o país registrado a menor taxa desde o trimestre de 2016 –, a Akotirene seguedo em janeiro de 2016 –, a Akotirene seguedo em janeiro de 2016 alimentos. De acordo com a diretora, a maior parte das famílias atendidas são chefiadas por negras que são mães solo.
“São realidades bem duras. São mães de quatro, cinco crianças, delas são crianças especiais, mas falta creche, atenção à saúde, educação, emprego e renda. A gente tem buscado potencializar uma oferta de cursos, atividades de formação e capacitação para romper essa estrutura”, explica.
Para Joice, negras “hoje se encontram nesse lugar muito à deriva corda bamba”. No Dia Internacional da Mulher Negra nesta segunda-feira, comemorado (25), os dados-feira mostram que o que Joice é prática na prática se reflete nas estatísticas .
Segundo o 2º Insegurança Alimentar Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid 9 no Brasil (II Visan), a cada 10 lares chefiados por ou por pessoas negras de ambos os gêneros, 6 têm algum nível de gênero de gêneros alimentares, de acordo com-1 uma pesquisa. Entre famílias chefiadas por homens, independentemente de raça, o índice é de 53,6%; entre lares chefiados por pessoas brancas, é de 46,8%.
Joice Marques, diretora no quilombo urbano Casa Akotirene, Ong de mulheres negras do DF
O levantamento capitaneado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede PENSSAN), foi feito nos 26 estados e no DF, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Foram 35.022 em 12.745 domicílios, entre 2021 e abril de 20 novembro2.
De acordo com o estudo da Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade, as mulheres negras que ocupam a base do mercado de trabalho foram o segmento da sociedade que mais morreram de Covid-19 em 2020.
Elas foram durante as pandemias mais importantes que foram impostas também pela renda familiar – mais presentes pela parte significativa de sua renda e sem vínculos de trabalho, muitas mulheres negras a parte significativa de sua alimentação.
2 de 3 crianças participantes da atividade no Quilombo Casa Akotirene, em Ceilândia (DF) — Foto: Divulgação
Crianças participantes da atividade no Quilombo Casa Akotirene, em Ceilândia (DF) — Foto: Divulgação
As taxas de desocupação e de subutilização (situação em que a pessoa trabalha por menos horas do que gostaria2) deste grupo, por exemplo, são maiores do que verificadas entre dados de mulheres não negras, segundo da PNAD Contínua do 2º trimestre de 021, do IBGE análise pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socionômicos ( Dieese ). Em rendimentos médios no mesmo período, as mulheres negras receberam 46,6% da remuneração de homens não negros.
Uma das consequências dos fatores é a alimentar.
A economista e titular da cátedra Josué de Castro da USP, Tereza Campello , entende que os efeitos da pandemia sobre fatores como renda, acesso a empregos e políticas políticas têm sido mais graves entre as mais graves, mas ressaltam que a situação de maior vulnerabilidade das mulheres negras não é nova. “Piorou muito [a situação das mulheres negras], mas já era uma característica da situação da fome no Brasil em outros momentos da história”, pondera.
O que é alimentar
Fome passou por ‘nacionalização’
Para Tereza Camp, a volta do mapa da fome se deve a uma escolha política e não foi país durante a pandemia. “Em 2018, dois anos antes da pandemia chegar, o Brasil já tinha invertido os principais indicadores de segurança alimentar”, diz.
Na visão da pesquisadora, este caminho começou a ser trilhado em 2016, quando foi aprovado o teto de gastos. De lá para cá, uma série de políticas que possam mitigar a situação pública de existir ou funcionar, “justamente no período em que possa mitigar aumentar, que a aumentar”.
3 de 3 Mulheres e crianças participantes da atividade no Quilombo Casa Akotirene, em Ceilândia (DF) — Foto: Divulgação
Mulheres e crianças participantes da atividade no Quilombo Casa Akotirene, em Ceilândia (DF) — Foto: Divulgação
Para a professora, a situação que o país atravessa hoje tem algumas diferenças em relação a anteriores. Hoje, diz, passou a ser um fenômeno nacionalizado. Se antes o problema era localizado em regiões, hoje está presente em todo o país.
Como exemplo, ela pequena diferença em números absolutos de pessoas que vivem em situação de absolutos de pessoas no Nordeste (1,1 milhões) e de acordo com o II Vigisan.
“Se você olhasse esse década na de 1980, 1990, essa situação não teria essa mesma peculiaridade”, afirma, ressaltando que proporcionalmente a fome segue mais grave no Norte e no Nordeste.
Questionada a professores para enfrentar a crise da fome, a faz avaliação semelhante à do país de Joice: é preciso rede de rendas políticas integradas proteção, que compreendem a oferta de alimentos pode ser, uma ideia da população da alimentação, a geração de empregos e retomada de medidas de inclusão que foram abandonadas nos anos.
Na opinião da professora, o país pode não esperar 2023 para resolver o problema. “A gente precisa começar agora a reverter esse quadro, investir em políticas públicas. Isso não é gasto. As pessoas tratam como de saúde, educação, assistência social, alimentação escolar – isso é um investimento”, afirma.
‘Meritocracia’
Para Kelly Quirino, professora e pesquisadora de relações raciais da Universidade de Brasília ( UnB ), historicamente as mulheres negras são as mais fragilizadas e permanecem na base da pirâmide social em razão do racismo, do patriarcado e do capitalismo.
Com a pandemia, o cenário ficou ainda mais grave. “Muitos postos de trabalho de última hora. doméstica”. explicar.
A falta de políticas públicas é importante que, como as mulheres possam cuidar dos filhos também, que, segundo Kelly, o ciclo de vulnerabilidade se torne.
“Quem é rico continua mais rico e quem é pobre sofre cada vez mais. Cada vez mais os trabalhos ficam precarizados. de violência que se tem vida saudável.
Ela crítica ainda a chamada “meritocracia”.
A questão da meritocracia é perversa, porque parte do mérito parece que se a pessoa se iguala a ela vai conseguir, mas ninguém pensa que o negro não da mesma linha de largada . O estado dá condições, há muita violência não alimentar, um lar ou rua no futuro.
‘Marginalizados pelas políticas públicas’
Entre as mulheres da Casa Akotirene está Zilda Bahia de Oliveira, de 54 anos. No início da pandemia de Covid ela viu a fome bater à porta, foi possível ajudar a ONG com cestas básicas, além de apoio psicológico.
“Cheguei a não ter nada em casa. Fazia cuscuz com ovo quase todos os dias e sofria calada”, diz. Zilda lembrou que na infância, após a morte do pai, a mãe dela teve que cuidar sozinha dos 10 filhos. Foram dias sem ter o que vêm em muitas casas.
“A gente ia para a Ceasa [Central de abastecimento] pegar frutas e verduras que as pessoas jogavam fora e também pegávamos osso para comer em um mercado. Hoje quando eu vejo as reportagens de pessoas na fila do açougue para pegar me dói muito porque eu lembro o que eu passei”, diz.
Quando o emprego foi empregado, a cozinheira que Zilda e a mãe conseguiram melhorar a se alimentar de um pouco.
“A gente esperava ela chegar para poder comer. Ela trazia comida pronta dentro de sacos e então a gente comia, mas tinha que deixar um pouco para o café da manhã e almoço do dia seguinte”, conta Zilda.
A mãe retornava 2, por isso, como mães eram pequenas demais, ela não sabia do trabalho porque eles eram ninguém para filhos-los ou ônibus retornacá-los. Os maiores cuidavam dos menores.
Zilda foi alfabetizada depois de adulto. Recentemente, ela está finalizando o Ensino Médio e, agora, pretende estudar para ser técnica em gesso ortopédico. “O racismo, a não têm mais estudo a classe negra e aqueles. Eu vou vencer”, garante.
Em 2023, Joice espera que a casa volte a focar em atividades culturais e sociais. “A gente não quer ficar entregando cesta básica, isso não é o nosso propósito. Isso só mostra o quanto nós estamos marginalizados pelas políticas públicas. A gente não precisa ter seu trabalho, emprego que os jovens têm estudo e cesta básica da violência”, que não precisa de nosso trabalho, emprego que os jovens têm estudo e cesta básica da violência.
“Enquanto a estrutura não muda, a gente vem construir”, finaliza.
Um vídeo impressionante, registrado por câmeras de segurança no interior de São Paulo, chamou a atenção das redes sociais neste fim de semana. Nas imagens, um homem salva uma criança a bordo de uma bicicleta desgovernada, prestes a colidir contra um poste.
Lucas Adriano de Souza, de 26 anos, estava sentado em um bar na mesma calçada em que o acidente iria acontecer quando, “como um gato”, agarra a criança antes que ela pudesse se machucar. As imagens foram registradas por câmeras de segurança da cidade de Américo Brasiliense, no último domingo (17).
Felizmente, a menina não se feriu. Já Lucas ficou com o joelho roxo devido o impacto contra o pedal da bicicleta. Pelas redes sociais, o “ato heroico” do rapaz, bem como seu reflexo durante a ação, chamaram a atenção. “E o troféu de herói do dia vai pra esse rapaz”, escreveu um internauta ao compartilhar o vídeo.
Se a gasolina registrou uma queda de 20,3% em pouco mais de um mês de redução, o diesel não gostou de uma redução, de 1,72% no mesmo período. Segundo o último boletim divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do combustível é de R$ 7,44.
Mas o governo federal projeta uma redução para o diesel como consequência do que adia o cumprimento de metas ambientais pelas distribuidoras de feiras, publicado na última sexta-feira (22).
Como efeito até a estufa terá até março de 2023, não mais o fim deste ano, para efeito de estufa dos Créditos de Descarbonização (CBIOs), obrigatórios para a compensação da emissão de gases do efeito estufa.
Dedicado, respeito e amado, o jornalista Gustavo Brendo está de malas prontas para sua nova casa. Depois de passar um longo período no jornalismo público, Gustavo irá mostrar o seu talento na telinha da emissora global. O jornalista respeitado por todas as correntes, classificou esse momento como um ciclo especial que foi encerrado com o seu pedido de desligamento da assessoria da câmara municipal de Parnamirim.
“Não foi uma decisão simples, porém muito pensada. Ontem, foi meu último dia na Câmara Municipal de Parnamirim, como assessor de comunicação.
Na Casa do Povo, trabalhei por 1 ano 7 meses, com muito orgulho e dedicação. Durante esse tempo, mostrei minha essência, minha seriedade e comprometimento.
Mas, a gente precisa encerrar um ciclo, para que outros iniciem.
Diante disso, sou grato! Agradeço ao amigo e líder Wolney França, pela oportunidade, confiança e respeito durante todo esse período. A família WF pelo convívio diário e companheirismo.
Agradeço a minha equipe ASCOM, sempre aguerrida, criativa e parceria. Agradeço a todos os colegas jornalistas, aos servidores do Poder Legislativo e aos colegas vereadores, minha gratidão, meu carinho e meu respeito aos que me acompanharam essa jornada.
Agora, autoridades, é hora de acreditar que o melhor está por vir, trilhar novos caminhos, e me desafiar ainda mais!
Gratidão.”
O blog do GM deseja sucesso ao colega Gustavo Brendo e vamos lutar pela audiência na telinha.
Conexão Parnamirim/Macaíba rumo a a Assembleia Legislativa. A ex-prefeita de Macaíba Marília Dias entendeu a importância de fortalecer um projeto comum em busca de uma cadeira de deputado estadual para região da grande Natal. Esse é um apoio, considerado pelo grupo do empresário Taveira Júnior como importante para sua pré-candidato a Deputado Estadual.
Taveira Júnior tem avançado nesse projeto político e reafirmou que os apoios na região metropolitana como o de Marília chega para reforçar o time, que tem a meta de eleger um representante para o terceiro maior colégio eleitoral do estado. Esse momento é para deixar claro que Parnamirim e Macaíba estão falando a mesma língua, quando o assunto é uma vaga no poder legislativo estadual.
Rejane de Clênio oficializou ontem sua candidatura a Deputada Federal pelo partido Republicano, em defesa do Rio Grande do Norte. Mãe da jovem vereadora Rhalessa e viúva do saudoso empresário e vereador Clênio José, Rejane sempre acompanhou seu marido na luta pelo bem-estar dos mais necessitados. Esse momento além afirmar o compromisso, registra a força da mulher na política da cidade Trampolim da Vitória. Rejane de Clênio tem a política em seu sangue, filha de feirante, viveu toda infância, juventude e a fase adulta no bairro Monte Castelo. Formada em Serviço Social iniciou sua trajetória ao lado dos seus irmãos Jerônimo, Alcides e Aluízio, que ocuparam cadeiras de Vereador no município de Parnamirim. No percurso da sua caminhada, sentiu o anseio de lutar por políticas públicas principalmente voltadas a Assistência Social e na defesa da bandeira da mulher.
Sempre digo que o vocabulário dos juristas – ou pretensos juristas, melhor dizendo –, o chatíssimo “juridiquês”, é complicado. São palavras enormes, uso desmedido de expressões em latim, verborragia constante, entre outras coisas. E, claro, fica complicado para os leigos, aqueles sem formação jurídica, entender todo esse palavreado “gongórico”.
Por outro lado, ter um vocabulário próprio, dito técnico, é necessário ao direito. Isso se dá – e deve ser assim – com qualquer ciência. Na medida certa, ele ajuda a evitar desentendimentos. E, por conseguinte, é fundamental para nós, supostos juristas, saber usá-lo, esse vocabulário, corretamente.
A coisa não é fácil para nós, registre-se. Há problemas semânticos graves, é verdade. Mas, em outros casos, o que se dá é a falta de cuidado no uso do termo jurídico correto, seja por mera preguiça em procurar essa palavra certa, seja por carência de uma formação acadêmica sólida.
Vou dar um exemplo que me dói aos ouvidos: o uso do termo “jurisprudência” no lugar de “precedente”. Tipo “achei umas jurisprudências no sentido da nossa tese”. Ou “a parte citou umas jurisprudências para justificar o seu pedido”. Não são “jurisprudências” que foram achadas ou citadas; são “precedentes”.
Vamos aos dicionários.
Primeiramente, o significado do vocábulo precedente, em termos não jurídicos, é fácil de se apreender. Segundo o “Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa” (Objetiva, 2001), “precedente” quer significar algo “que precede, ocorrido previamente, anterior”.
Já em termos jurídicos, o precedente judicial pode ser definido, segundo o “Black’s law dictionary” (West Publishing, 1990), como “um caso sentenciado ou decisão de uma corte considerada como fornecedora de um exemplo ou de autoridade para um caso similar ou idêntico posteriormente surgido ou para uma questão similar de direito”. É verdade que podemos ser um pouco mais sutis, enfatizando a questão da persuasividade ou obrigatoriedade do precedente judicial, como consta em “The Oxford Companion to Law” (Clarendon Press, 1980), que define os precedentes judiciais como “decisões prévias das cortes superiores que são consideradas, para um caso subsequente em que se discute a mesma ou semelhante questão jurídica, como aptas a serem referidas como possuidoras de um princípio que pode ter influência ou mesmo, sob a doutrina do stare decisis, ser decisivo na decisão desse caso. Um precedente, portanto, é uma decisão anterior considerada como fonte do direito no caso posterior”.
Mas, definitivamente, não podemos confundir o significado de precedente judicial em seu sentido estrito com jurisprudência: este vocábulo, como consta do “Vocabulário jurídico – De Plácido e Silva” (Forense, 1990), no seu sentido mais comum entre nós – e sentido preciso –, designa “o conjunto de decisões acerca de um mesmo assunto ou a coleção de decisões de um tribunal”. Em outras palavras, “jurisprudência” é conjunto de decisões e não uma decisão isolada.
Bom, é fundamental atentarmos ao correto uso dos termos “precedente” e “jurisprudência”. Eles não são sinônimos. Nem consigo enxergar uma polissemia em qualquer deles para englobar o sentido do outro termo.
E, de uma forma mais ampla, é fundamental consignar que, se num período mais remoto, não existiu uma maior preocupação dos juristas em se estudar o significado das palavras do vocabulário do direito, isso hoje não é mais cabível. Não podemos ser indiferentes ao problema do significado das palavras. “As palavras têm poder”, posso dizer, aproveitando uma expressão comumente utilizada em outro contexto. E devemos atentar para o caráter técnico e científico dessa abordagem “semântica” dos termos jurídicos, prestigiando aqui a interdisciplinaridade entre direito e linguística/semiótica.
Até porque erros gritantes doem nos ouvidos. Isso é fato.
Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República
Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Em entrevista aos jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca, o prefeito de Parnamirim, Rosano Taveira da Cunha, fez uma síntese sobre diversos assuntos relacionados ao município.
O gestor destacou a solidariedade de entidades e comerciantes durante as últimas chuvas, falou sobre alguns problemas que o município atravessa nas áreas de drenagem e saneamento, além de comentar política estadual, mais precisamente sobre a candidatura a deputado estadual do seu primogênito, Taveira Júnior.
Questionado como tem sido esses últimos dias após as chuvas de julho, Taveira disse que o apoio de entidades, comerciantes e da população em geral tem sido algo marcante. “Temos recebido cestas básicas, colchões e lençóis. Tudo isso em função da solidariedade da população”, disse esclarecendo que colocou uma escola, um ginásio e a defesa civil municipal à disposição do município de Nísia Floresta.
“Teve um dia que nos reunimos no gabinete do prefeito de Natal, Álvaro Dias, foram 21 prefeitos. Foi triste ver o prefeito de Touros, chorando por ter visto diversas casas destruídas devido às chuvas.
Os prefeitos de Canguaretama e Tibau também estavam preocupados com a situação em seus municípios. A Federação dos Municípios ficou à disposição para ajudar, especialmente os municípios menores, a preencher o formulário para receber a ajuda do governo federal”, explicou Taveira que comentou temos muito ainda para ser resolvido, mas “em primeiro lugar estão as pessoas”.
Ao responder uma pergunta de uma ouvinte, o prefeito disse: “temos alguns problemas sérios que precisam ser feitos nas áreas de pavimentação e drenagem na Cophab, mas primeiro precisamos resolver a burocracia da licitação”, disse. Um deles é na rua Elisa Branco que terá que ser feita outra licitação, e a outra rua fica no Sonho Verde onde foi feita 70% e para ser concluída precisa de outra licitação porque a empresa que fez quer recalcular os valores.
Durante a entrevista o prefeito esclareceu o fato de a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rosa dos Ventos está sem funcionamento e ser cobrado pela população. “Existe uma decisão judicial que precisamos aumentar a quantidade de salas de aula da escola, então vamos transformar a unidade em salas de aula, anexadas à escola”, explicou.
Na área administrativo-financeira, o prefeito Taveira afirmou que um decreto estabeleceu o piso dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e que agora o município aguarda repasse federal. “Esses são os profissionais que estão à frente das arbovirores em nosso município”, disse. Nos próximos dias recebem uma gratificação os Agentes de Vigilância Sanitária e os funcionários da prefeitura.
Até outubro deste ano Parnamirim deve ganhar um Complexo com as Delegacias do Idoso, da Mulher e da Criança e Adolescente. Segundo o prefeito Rosano Taveira, em audiência com o delegado-geral adjunto, Ben-Hur Medeiros, o local está sendo procurado pela equipe da Secretaria de Segurança com o aval do gestor municipal.
Política
Com a proximidade das Eleições 2022, o prefeito Rosano Taveira disse que foi necessário definir alguém como pré-candidato a deputado estadual pelo município. Apesar do nome da primeira-dama, Alda Leda, ter boa aceitação entre os munícipes, a família optou pelo nome do primogênito Taveira Júnior. “Ela está fazendo um trabalho na secretaria e disse que quer concluir”, garantiu o prefeito.
Sobre a pré-campanha de Taveira Júnior, ele disse estar com uma “aceitação boa”. Taveira disse que foi feito um trabalho no interior e agora está chegando em Parnamirim. “Passamos por diversas cidades do interior, agora faremos um trabalho em Parnamirim e Natal vai surpreender”, conta o prefeito Taveira.
O Ex-vereador e atual Secretário do Município de Parnamirim, Rogério Santiago, mostra sua representatividade política e torna público o seu apoio ao projeto de pré-candidatura estadual a Taveira Jr. e a pré-candidatura federal a Robinson Faria.
Segundo levantamento feito pelo g1, a vacinação das crianças nessas idades começou em todas as capitais exceto Cuiabá, Maceió e Teresina. Mas mesmo na capital paulista, que já começou a vacinar, o público está restrito a crianças com comorbidades, deficiência ou indígenas.
No estado de AlagoasAlagoas, nenhum município começou a vacinação; até a terça-feira (19), Mato Grosso aguardava novas doses para iniciar a vacinação. No Piauí, apenas alguns municípios já vacinam, como Água Branca e Parnaíba (veja mais detalhes da vacinação pelo Brasil abaixo).
Produção interrompida
Fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan, ligado ao governo estadual de São Paulo, a CoronaVac dada às crianças tem a mesma dosagem dos adultos e é aplicada em duas doses. No dia 1º de julho, entretanto, o instituto anunciou que, “na ausência de novos pedidos de compra pelo Ministério da Saúde, a produção da vacina foi interrompida temporariamente”.
“Tomamos essa decisão hoje, antes mesmo da inclusão no PNI (Programa Nacional de Imunizações), para que a gente tenha vacina suficiente para vacinar as crianças de São Paulo e colocá-las à disposição do Ministério da Saúde para vacinar as crianças do Brasil”, disse o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB).
Em nota enviada ao g1 nesta sexta-feira (22), o Butantan disse aguardar “a decisão do Ministério da Saúde para incorporar a CoronaVac ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) para que possa, assim, ser distribuída em todos os estados e municípios”.
O g1 questionou o Ministério da Saúde sobre a compra, distribuição e aplicação da CoronaVac nas crianças, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Estoques próprios
Enquanto novos lotes da vacina não são distribuídos, capitais, estados e municípios do interior têm usado estoques próprios para iniciar a vacinação.
Alguns locais começaram a vacinação de crianças de 4 anos, mas não de 3 – situação de Brasília, que aplica apenas doses que sobram (da “xepa”) nas crianças mais novas. Outras incluem as de 4 anos e, entre as de 3, apenas as com deficiência ou comorbidades (como João Pessoa).
recebe neste sábado (23) o Viiixe Forró e Piseiro, festival que reúne nomes como Xand Avião, João Gomes, Tarcísio do Acordeon, Zé Vaqueiro, Vitor Fernandes e Nattan. O evento acontece na Arena das Dunas.
O Festival Viiixe Forró e Piseiro está em turnê por algumas capitais do país. Esta é a décima etapa do evento que já passou por Maceió, Goiânia, Fortaleza, Recife, São Paulo, Salvador, São Luiz, Manaus e Belo Horizonte e vem sendo um sucesso de público a cada parada, com muitas surpresas em cada apresentação.
Com ingressos esgotados desde maio, a passagem do Viiixe pelo RN já é um sucesso e promete muita diversão. Para o público, não faltarão hits para cantar e dançar do começo ao fim da festa.
“Balanço da Rede” (Xand Avião), “Se for Amor” (João Gomes), “Hoje Dói” (Tarcísio do Acordeon), “Vagabundo” (Zé Vaqueiro), “Vou Falar que Não Quero” (Vitor Fernandes) e “Storiezin” (Nattan), são alguns dos destaques que serão apresentados durante a noite.
O Partido Social democrático realizou nessa sexta-feira(22), no auditório do Cemure, a sua convenção estadual definindo os candidatos a Deputado Estadual e Federal do partido.
O evento foi dirigido pelo presidente estadual, o deputado Jacó Jácome. “Temos aqui o time que está preparado para representar a população em seus mandatos. Uma nominata pessoas de bem que querem construir um estado melhor” disse Jacó que será candidato a Deputado Federal pelo PSD.
Jacó Jácome destaca ainda que em apenas 12 dias reformulou o partido, construiu uma nominata competitiva e consolidou apoios importantes, que reafirmam a força do PSD.
O candidato a Deputado Estadual Antônio Jácome falou sobre a importância de estar em consonância com as demandas dos municípios. “A gente tem a experiência do nosso trabalho, da nossa proximidade com o povo, com as contribuições que já demos ao RN”, explicou.
Após aprovação do reajuste salarial, Eraldo Paiva é ovacionado por agentes de saúde e de endemias
O prefeito Eraldo Paiva enviou o Projeto de Lei 422/2022 para a Câmara Municipal de São Gonçalo do Amarante, estabelecendo o piso salarial nacional para os Agentes de Saúde e Agentes de Combate as Endemias no município.
Após a aprovação pelos vereadores, de forma unânime, os servidores aplaudiram de pé o gestor e ressaltaram a importância da atitude. “Com esse reajuste, Eraldo concretiza uma luta da nossa categoria, sendo uma das primeiras cidades a efetivar a Lei”, destaca o presidente do Sindicato dos Agentes, Cosmo Mariz.
Os agentes passam a receber R$ 2.424 + 20% de insalubridade. O salário até o mês de abril era de R$ 1.550, tendo um reajuste de 56%. Os valores referentes aos meses de maio e junho vão ser pagos de forma retroativa, e o mês de julho com o reajuste.
Oficializada a aliança entre o União Brasil e o Solidariedade com vistas à eleição para governador. O partido presidido no Rio Grande do Norte pelo ex-senador José Agripino Maia indicou o ex-prefeito de Assú Ivan Júnior para ser companheiro de Fábio Dantas, candidato a governador pelo Solidariedade.