Senador Jean é eleito um dos parlamentares mais influentes do Brasil

Jean é o único parlamentar do Rio Grande do Norte na lista dos “Cabeças do Congresso Nacional”.

O Senador Jean (PT-RN) está na lista dos 100 parlamentares mais influentes do país. A eleição dos “Cabeças do Congresso Nacional” é feita anualmente pelo Departamento Intersetorial de Assessoria Parlamentar (Diap) e tem 69 deputados e 31 senadores. Jean é o único do Rio Grande do Norte citado.

Em 2021 o Senador Jean também esteve na lista dos “Cabeças do Congresso” e em 2020 foi mencionado pelo Diap como “parlamentar em ascensão”.

De acordo com o Diap, a lista dos “cabeças” é composta por aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais no processo legislativo, na capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações.

Esse destaque pode ocorrer pelo domínio do conhecimento sobre as pautas, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando essa repercussão e tomada de decisão.

“Ficamos muito honrados com esse reconhecimento da nossa atuação no Congresso. Trabalhamos muito e diariamente para entregar o melhor para o Brasil e para o Rio Grande do Norte, e essa homenagem é fruto desse trabalho”, declarou o Senador Jean.

O parlamentar do Rio Grande do Norte é o líder da Minoria no Senado Federal e líder do Partido dos Trabalhadores no Congresso. Desde que assumiu a cadeira, tem se destacado nas pautas relacionadas a energias renováveis e desenvolvimento sustentável.

Jean relatou o Marco das Ferrovias, projeto que devolverá a vida às linhas férreas do país. Ele é o autor da lei que vai regular toda a exploração de energia offshore no Brasil, PL que deve ter grande impacto no RN em virtude da capacidade de exploração eólica no mar do estado potiguar. Também é do Senador Jean a proposta de criação de uma conta de compensação para reduzir o preço dos combustíveis pagos pelos consumidores.

O parlamentar tem dialogado também para a duplicação da BR-304 no Rio Grande do Norte até o Ceará, tendo colocado a obra na Lei de Diretrizes Orçamentárias e no Plano Plurianual. Alem disso, tem levantado o debate e articulou recursos para bancar um estudo de viabilidade para a reestruturação do porto de Natal.

Atualmente, o senador está relatando o Marco da Mobilidade Urbana, uma lei nacional que pretende resolver os problemas de transporte e mobilidade nos estados e municípios.

“São projetos e propostas estruturantes e importantes para o nosso país e para o nosso estado. Tenho muito orgulho do caminho que temos trilhado no Congresso, porque sei dos avanços que temos conseguido para melhorar a vida do povo brasileiro e potiguar”, disse o Senador Jean.

Preço do etanol recua em todos os estados do Brasil; Veja os preços

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou novos dados que revelam uma queda nos preços do etanol. A pesquisa mostra que a redução ocorreu nos 26 estados brasileiros e também no Distrito Federal.

Na semana passada, o biocombustível era vendido a uma média de R$ 4,410 o litro. O recuo é de 2,43% em relação à semana anterior, quando o litro saía por R$ 4,52.

A queda mensal do etanol chega a 11,84% em todo o país, com o Mato Grosso liderando o ranking após registrar redução de 19,73% nos preços.

Após a redução do ICMS sobre os combustíveis, o preço no estado de São Paulo caiu de R$ 4,210 para R$ 4,120. Os números representam diminuição média de 2,14% no maior estado produtor brasileiro.

Na ponta superior da lista está Roraima, a unidade da federação com a maior queda percentual da semana. Por lá, o litro do etanol foi de R$ 6,120 para R$ 5,520 (-9,8%).

Minas Gerais tem o menor valor encontrado, de R$ 3,390 o litro. Já o maior foi verificado no Rio Grande do Sul, a R$ 7,890 o litro.

Considerando a média estadual, o estado campeão de preço baixo é o Mato Grosso, onde o etanol custava R$ 3,91 o litro. Fechando a lista está o Amapá, com preço médio de R$ 6,01, o maior verificado entre as unidades federativas.

Créditos: Edital Concursos.

 

Fonte: Terra Brasil notícias

 

Partidos iniciam convenções, e Lula e Bolsonaro terão maiores fatias de rádio e TV

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), que até o momento lideram as pesquisas de intenção de voto, também ficarão com as maiores fatias da propaganda eleitoral no rádio e na TV, com espaço mais ou menos similar para as duas candidaturas.

O tempo de TV dos candidatos será anunciado oficialmente pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) após a definição dos nomes que vão concorrer de fato à Presidência da República. A partir desta quarta-feira (20) até 5 de agosto os partidos realizarão suas convenções para tornar oficial os seus candidatos.

O rateio da propaganda leva em conta o peso do partido, da coligação e o número de concorrentes. Caso se confirmem as 13 candidaturas à sucessão de Bolsonaro, além das coligações previamente anunciadas, Lula terá o maior espaço na TV.

O petista, que deve ter sete partidos em sua coligação, terá cerca de 3 minutos e 10 segundos a cada bloco de 12 minutos e 30 segundos. Bolsonaro virá logo em seguida, com cerca de 2 minutos e 50 segundos.

A propaganda eleitoral no rádio e na TV será veiculada de 26 de agosto a 29 de setembro, três dias antes do primeiro turno das eleições (2 de outubro).

São dois blocos de 12 minutos e 30 segundos às terças, quintas e sábados, além de peças diárias veiculadas nos intervalos comercias das emissoras, as chamadas inserções.

Pré-candidato que nem chegou a pontuar na última pesquisa do Datafolha, o deputado federal Luciano Bivar terá o terceiro maior espaço, caso confirme mesmo sua candidatura —pouco mais de 2 minutos por bloco.

Isso se dá porque sua sigla, a União Brasil, é fruto da fusão do DEM com o PSL, partido pelo qual Bolsonaro se elegeu em 2018 e que saiu vitaminado daquelas eleições.

Logo atrás virão Simone Tebet (MDB) —cerca de 1 minuto e 50 segundos—, que enfrenta um racha interno para confirmar sua candidatura, e Ciro Gomes (PDT), com cerca de 50 segundos.

Há uma avaliação majoritária no mundo político de que as inserções são mais importantes por serem diárias e atingirem o eleitorado que não assiste aos blocos fixos de propaganda.

A divisão delas também é feita proporcionalmente ao tamanho dos partidos e das coligações. Lula deve ter sete inserções diárias de 30 segundos por emissora, e Bolsonaro, 6.

As propagandas no rádio e na TV sempre foram prioridade dos candidatos a cargos majoritários, rendendo fama e milhões de reais a marqueteiros como Duda Mendonça, que morreu em 2021, e João Santana.

Esse último foi responsável pelo marketing das campanhas de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff (PT) em 2010 e 2014. Rompido com o PT após ser preso e virar delator no escândalo da Lava Jato, hoje está com Ciro Gomes.

Em 2018, a propaganda na TV e rádio de nada adiantou para figurões como Geraldo Alckmin (então no PSDB) e Henrique Meirelles (então no MDB), que tiveram grande espaço, mas, assim como quase todo o tradicional mundo político, foram varridos pela onda conservadora que elegeu Bolsonaro, dono então de um minúsculo espaço na propaganda.

A campanha daquele ano, porém, é considerada um ponto fora da curva que dificilmente irá se repetir agora.

Em eventual segundo turno, a divisão da propaganda na TV e rádio é igualitária entre os dois candidatos.

A partir desta quarta, os partidos terão 17 dias para confirmar os nomes de seus candidatos não só ao Palácio do Planalto, mas ao Congresso (toda a Câmara será renovada, além de um terço do Senado), aos governos estaduais e às Assembleias Legislativas.

​O primeiro nome que deve ser confirmado na disputa ao Palácio do Planalto é o de Ciro Gomes, que tentará pela quarta vez se eleger presidente da República.

O PDT abre a temporada de convenções com evento presencial na sede do partido, em Brasília.

Ciro aparece isolado em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, e, com ataques a Lula e Bolsonaro, tenta ganhar impulso para chegar ao segundo turno. Enfrentando resistências internas nos meses anteriores, o pedetista não conseguiu atrair outros partidos para sua candidatura. A dificuldade também deve se manifestar na escolha do vice para compor a chapa.

Das convenções já definidas, apenas a da senadora Simone Tebet (MDB) será virtual, no dia 27 de julho. Tebet tem a candidatura questionada dentro do próprio partido.

Nesta segunda, ala do MDB se reuniu com o ex-presidente Lula em São Paulo para oficializar apoio ao nome do petista à Presidência no primeiro turno. Na abertura da reunião, o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), afirmou que a decisão foi tomada por 11 estados, dos quais 9 tinham representantes na reunião.

Em uma rede social, o presidente do partido, Baleia Rossi, disse ter conversado com alguns desses dirigentes “que supostamente estariam com outro candidato a presidente”.

“Eles me garantiram que vão apoiar @simonetebetbr na convenção que vai homologá-la candidata. Decidimos por maioria, respeitando as minorias. Teremos apoios nos 27 estados”, afirmou.

“O Brasil precisa de uma alternativa aos polos. Mais do que tudo, precisa respeitar as decisões democráticas. Nesse último caso, todos os dirigentes do MDB estão de pleno acordo. Exatamente porque essa é a maior força do nosso partido”, escreveu.

Outro que tem a candidatura contestada é Luciano Bivar, presidente da União Brasil. O partido, até o momento, foi o que marcou a convenção mais distante: a reunião será em 5 de agosto, em São Paulo. O apoio de Bivar é cortejado por Lula para tentar vencer a disputa no primeiro turno.

Com 2% das intenções de voto no último Datafolha, o deputado federal André Janones, do Avante, também arrisca ficar de fora da disputa. Ele já disse que só sai da corrida eleitoral por decisão do partido.

Empatados com 1% das intenções de voto, Vera Lúcia, do PSTU, e Pablo Marçal, do PROS, farão convenção no mesmo dia: 31 de julho.

No Podemos, ainda não há data nem local definidos para confirmar o nome do general Santos Cruz como candidato do partido. No último Datafolha, o ex-ministro de Bolsonaro não atingiu 1% das intenções de voto. O partido inicialmente apostava no ex-juiz Sergio Moro para disputar as eleições. Moro, no entanto, acabou trocando o Podemos pela União Brasil, e vai concorrer ao Senado pelo Paraná.

A convenção do PT será realizada na quinta-feira (21), no hotel Jaraguá, em São Paulo. A de Bolsonaro ocorrerá dois dias depois, no domingo (24) no Maracanãzinho (Rio de Janeiro).

O PSB, que faz parte da coligação do partido de Lula, ainda tenta resolver disputas por diretórios estaduais, em particular no próprio Rio de Janeiro, onde André Ceciliano (PT) e Alessandro Molon (PSB) querem ser senador.

Após as convenções, os partidos têm um prazo para registro de todos os seus candidatos na disputa. O limite é 15 de agosto.

Fonte: uol notícias

PIX Saque e PIX Troco movimentaram R$ 122,1 milhões em sete meses de existência

Apesar do sucesso das transações feitas em PIX entre os brasileiros, as funcionalidades PIX Saque e o PIX Troco, que foram lançadas em novembro do ano passado, ainda têm registrado uma baixa adesão em comparação ao volume total de transferências via PIX.

Entre dezembro do ano passado e junho deste ano, foram realizadas 868.256 transações das modalidades, movimentando um total de R$ 122,1 milhões, de acordo com balanço feito pelo Banco Central do Brasil.

Em junho, o sistema de pagamento instantâneo movimentou R$ 772,735 bilhões, em 1,634 bilhão de transações. Desde a criação do PIX, em novembro de 2020, R$ 17,537 trilhões foram movimentados nessa modalidade de transferência.

No entanto, é possível observar que os números de operações com as modalidades – sobretudo a de PIX Saque, que movimentou mais de R$ 31 milhões no último mês de junho – têm sido crescentes desde que foram lançadas, como é possível conferir nas tabelas abaixo:

PIX Troco

Mês Nº de transações Valores
dezembro/2021 293 R$ 26.215
janeiro/2022 1.284 R$ 145.774
fevereiro/2022 1.591 R$ 189.652
março/2022 2.077 R$ 243.520
abril/2022 1.952 R$ 236.482
maio/2022 2.216 R$ 267.530
junho/2022 2.693 R$ 321.500

PIX Saque

Mês Nº de transações Valores
dezembro/2021 3.588 R$ 442.129
janeiro/2022 66.551 R$ 9.677.297
fevereiro/2022 91.553 R$ 13.031.478
março/2022 135.542 R$ 19.271.637
abril/2022 150.783 R$ 21.650.594
maio/2022 184.710 R$ 25.793.594
junho/2022 223.423 R$ 31.029.876

Com as funcionalidades, os usuários podem fazer saques em estabelecimentos comerciais, não apenas em caixas eletrônicos. A questão é que a oferta destes produtos, no entanto, é opcional e depende de adaptação dos sistemas das lojas.

PIX Saque e PIX Troco: mapa mostra onde fazer operações

PIX Saque e PIX Troco: mapa mostra onde fazer operações

Como encontrar pontos que oferecem o PIX Saque e o PIX Troco

 

A relação dos postos de atendimento está disponível pelas próprias instituições no formato de Dados Abertos. Os usuários podem ainda encontrar onde as modalidades estão disponíveis por meio de um mapa, desenvolvido em parceria pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e a Pay Ventures.

A ferramenta é gratuita e está disponível para quem quiser utilizá-la, com atualizações de duas em duas horas dos caixas eletrônicos e estabelecimentos comerciais e horário de funcionamento.

Basta entrar no site mapapix.com.br, indicar sua localização e o mapa irá indicar os estabelecimentos nas proximidades que oferecem o PIX Saque e PIX Troco.

Pix: saiba tudo sobre como funciona
Fonte: G1

Dom Delgado e Padre Cícero

Padre João Medeiros Filho
No dia 20 de julho de 2022, celebrar-se-á o octogésimo oitavo aniversário do falecimento de Padre Cícero Romão Batista. Dom José de Medeiros Delgado, primeiro bispo de Caicó, foi um dos defensores e pioneiros da luta pela reabilitação canônica do renomado cearense. Sua atitude corajosa data de 1944. Naquele ano, os bispos da Província Eclesiástica da Paraíba (Natal não era arquidiocese) deliberaram que os sacerdotes não batizassem crianças com o nome de Cícero. O prelado seridoense foi voto vencido, ao ponderar que essa não seria uma atitude cristã. Mesmo sendo verdade o que se atribuía ao “Patriarca do Juazeiro”, não se deveria estigmatizar um nome. Prezando a colegialidade, o antístite caicoense não desejava contrariar os irmãos no episcopado. Procurou, então, Dom Moisés Sizenando Coelho, metropolita de João Pessoa. Assegurou-lhe que os presbíteros de sua diocese seguiriam a orientação do episcopado, apesar de considerá-la desprovida de fundamentação teológica e pastoral. Para evitar atritos do seu clero com pais e padrinhos, ele mesmo administraria o sacramento a quem o solicitasse e decidisse adotar tal prenome. Despediu-se do arcebispo paraibano com as palavras que caracterizariam sua vida episcopal: “Sou eu o responsável diante de Deus pelo meu rebanho.”
À época, o rito do batismo acontecia em latim (língua que a maioria dos fiéis não entendia). Alguns párocos, não querendo afrontar as diretrizes dos superiores nem se indispor com os paroquianos, batizavam as crianças com os nomes dos santos padroeiros das igrejas e capelas. No Seridó, onde exerci o ministério sacerdotal, lidei com vários pedidos de retificação dos assentamentos batismais. Infelizmente, o preconceito ia mais adiante. O “Patriarca do Juazeiro” era devoto de Nossa Senhora das Dores, por isso havia sacerdotes que não benziam quadros e imagens da Mater Dolorosa. Certa feita, um amigo mostrou-me um quadro que pertenceu a sua mãe. No verso estava escrito: “o vigário recusou-se a benzer a santa.”
Enquanto arcebispo de Fortaleza, Dom Delgado intensificou os esforços pela reabilitação do presbítero do Cariri. A esse respeito trocou ideias com pensadores e líderes cristãos, dentre eles, Alceu de Amoroso Lima (Tristão de Athayde), Parsifal Barroso, Luís Sucupira e Monsenhor Azarias Sobreira. Há cartas dele a Tristão sobre o assunto. Em 12/4/1970, assim lhe escreveu o arcebispo: “Estou empenhado em dar à passagem do centenário de ordenação sacerdotal do Padre Cícero Romão Batista (30.XI.1870) um brilho especial.” Prossegue o missivista: “Desde algum tempo, venho me interessando pela reabilitação dele. Escrevi vários artigos sobre o dito sacerdote. Agora para anunciar a celebração centenária, publiquei mais dois pequenos estudos.”
Irmã Annette Dumoulin, em “Padre Cícero, santo dos pobres, santo da Igreja” (publicado pelas Edições Paulinas), analisa os fatos ocorridos no sul do Ceará, apresentando uma síntese da reabilitação pela Santa Sé. O zelo e carinho do “Patriarca do Juazeiro” em acolher especialmente os mais simples e sofridos, ouvindo-os e abençoando-os, constitui, sem dúvida, um sinal de Deus e sua graça. Não adotou a teologia do medo. Ensinou com mansidão e ternura. Não julgava. Ouvia e perdoava, seguindo o Divino Mestre. Não se revoltou com as incompreensões e as punições, hoje reconhecidamente indevidas. Viveu o que escreve o apóstolo Tiago: “Feliz aquele que suporta a provação, receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que O amam” (Tg 1, 12).
Um ilustre eclesiástico natalense afirmou: “Se nossos fiéis tivessem a metade da veneração ao “Padim Ciço”, voltada para os mártires de Cunhaú e Uruaçu, nossa espiritualidade seria mais marcante.” O RN mantinha laços de união com o “Patriarca do Juazeiro”. Além da expressiva devoção que os potiguares lhe dedicam, ele foi colega de estudos de vários dos nossos presbíteros, notadamente do “Apóstolo da caridade”, Padre João Maria Cavalcanti de Brito e companheiro de ordenação do caicoense Sebastião Constantino de Medeiros. Dom Delgado admirava o presbítero cearense, a sua fé, obediência e amor à Igreja. Chamava-o de “Mártir da disciplina.” Durante mais de quarenta anos, empenhou-se pela sua reabilitação. Inspirou-se em Atos dos Apóstolos: “Se esse projeto é de origem humana fracassará. Ao contrário, se vier de Deus não conseguireis destruí-lo” (At 5, 38).