Assistência e Saúde realizam ação com usuários acompanhados em situação de rua

A Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e Secretaria Municipal de Saúde (SESAD) realizaram na manhã desta segunda-feira (25), no CAPS AD, uma ação conjunta com o Centro Pop, Albergue Noturno Municipal, Caps AD III e equipe de saúde, com o objetivo de integrar em diversas atividades, os usuários acompanhados pelos serviços que se encontram em situação de rua.

O projeto “Portas Abertas para a Vida”, integrou as equipes de diversas redes de atendimento para oferecer aos usuários acompanhados, um dia de saúde e lazer, onde várias atividades foram realizadas, como o serviço de acolhimento, café da manhã, palestras com profissionais, práticas integrativas e corporais, banho de piscina e alongamentos, almoço, testagem rápida e orientação em saúde.

Bianca Lira, coordenadora do CAPS AD III, explica a importância do acolhimento dos usuários acompanhados pelos serviços da Semas. “Todos os usuários são acompanhados pelos serviços da Semas, que são o Caps, Centro Pop e Albergue. Então aqui eles estão recebendo o acolhimento da equipe, serviços em saúde, atendimento médico com psiquiatra, pedagogo, assistente social e psicólogo através de palestras, além da terapia ocupacional, cadastro único, momento de lazer com piscina  com educador físico, entre outros serviços. É um momento integrado com serviços de saúde, lazer e serviço social, que de forma completa estão atendendo esses usuários”, disse.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim

Caixa Econômica Federal está liberando linha de crédito de até R$ 3 mil que pode ser solicitado; veja quem tem direito

A nova operação de crédito, disponibilizada pela Caixa Econômica Federal em parceria com o Governo Federal, começa em março de 2022. Assim, já é possível solicitar um empréstimo de até R$ 3.000.

 

Essa nova linha de microcrédito é voltada para empreendedores que são pessoas físicas ou microempreendedores individuais (MEIs). O grupo alcançado pelo SIM Digital também inclui pessoas com CPF negativo e beneficiários de programas de transferência de renda, como o Auxílio Brasil.

Empréstimo de até R$ 3.000 pode ser solicitado

 

De acordo com as regras, o crédito é destinado a pessoas que querem abrir ou investir em seu próprio negócio. O banco revisará o perfil financeiro do requerente antes de liberar o dinheiro. Dessa forma, mesmo quem tem o nome negativo pode pedir os valores. Para obter o empréstimo junto à Caixa Tem, você deve atender aos requisitos:

 

 

  • Não ter dívidas superiores a R$ 3.000 a partir de 31 de janeiro de 2022, com exceção do financiamento imobiliário e do crédito bancário que não foi utilizado;
  • Se o requerente for MEI, deverá ter pelo menos 12 meses de atividade, apresentar comprovante de residência, documentos pessoais e da empresa;
  • Relatar ocupação e renda no caso dos beneficiários do Brazil Aid, incluindo aqueles que estão desempregados.

 

As condições de empréstimo são as seguintes:

 

  • Pessoas físicas poderão solicitar valores entre R$ 300 e R$ 1.000, com juros a partir de 1,95% ao mês, para parcelas entre 12 e 24 meses;
  • Os MEIs podem solicitar valores entre R$ 1.000 e R$ 3.000, com juros a partir de 1,99% ao mês, para dividir em parcelas entre 18 e 24 meses.

 

 

Caixa de Empréstimo Tem: como se candidatar?

Os interessados precisam entender, inicialmente, que os valores disponibilizados à Caixa Tem são apenas para pessoas físicas. Para solicitar crédito para o aplicativo (Android e iOS), você precisará:

 

  • Digite seu número de Segurança Social e senha (ou crie uma conta);
  • Clique em “Empréstimos” no menu;
  • Em seguida, selecione a opção “SIM Digital”.

 

Depois disso, a própria plataforma irá informá-lo dos passos a serem seguidos. Para quem é microempreendedor individual, o empréstimo deve ser solicitado pessoalmente em uma agência da Caixa Econômica Federal. De acordo com o banco, no entanto, em breve a opção online também será autorizada para esse grupo.

Fonte: Rede Brasil

 

Governo antecipar parcela de agosto do Auxílio Brasil; veja calendário

App Auxílio Brasil — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O governo antecipou, de 9 a 11 dias, depende do final do Número de Identificação Social (NIS), o calendário de pagamento do Auxílio Brasil no mês de agosto. A mudança foi determinada em segunda instrução normativa publicada no “Diário Oficial da União” desta feira (25).

Como os meses restantes do ano (setembro, novembro e dezembro) não foram agendados outros meses pela mudança.

A liberação das verbas é feita de acordo com a numeração final do NIS do beneficiário.

Veja o novo calendário abaixo:

Calendário de pagamentos do Auxílio Brasil 2022 atualizado — Foto: Economia g1

Valor sobe em agosto

 

O programa garante um repasse mínimo de R$ 400 a cada beneficiário. O repasse médio recebido pelas famílias em julho foi de R$ 408,80. Mas em agosto o valor vai subir .

Portaria publicada no “Diário Oficial da União” no dia 20 de julho regulamentou o adicional de R$ 200 para o Auxílio Brasil, elevando o valor mínimo do benefício de R$ 400 para R$ 600, o pagamento do novo valor entre agosto e dezembro deste ano.

Esse pagamento será feito dentro do calendário do programa, usando os mesmos meios de pagamento, diz a portaria.

O acréscimo de R$ 200 não será levado em conta no caso de pagamento de parcelas retroativas, segundo um anúncio.

Esse acréscimo do Auxílio Brasil está dentro da Proposta de Em à Constituição (PEC) e no valor previsto de gastos de R$ 41,2 bilhões em auxílio à população pobre e algumas categorias profissionais.

Quem pode receber

 

O Auxílio Brasil é destinado a famílias em situação de extrema pobreza. Famílias em situação de pobreza também podem receber desde que tenham, entre seus membros, gestantes ou pessoas com menos de 21 anos.

As famílias em situação de pobreza extrema são aqueles que possuem renda familiar mensal de até R$ 105. As em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210.

Segundo dados da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, o Nordeste é a região com o maior número de famílias beneficiadas: quase 8,6 milhões de famílias. Na sequência aparecem as regiões Sudeste (5,2 milhões), Norte (2,1 milhões), Sul (1,2 milhões) e Centro-Oeste (941 mil).

Entre os estados, a Bahia lidera no número de famílias contempladas, com 2,26 milhões ao todo. Também há mais de um milhão de contemplados nos estados de São Paulo (2,18 milhões), Pernambuco (1,44 milhão), Minas Gerais (1,43 milhão), Rio de Janeiro (1,33 milhão), Ceará (1 ,32 milhões), Pará (1,15 milhão) e Maranhão (1,1 milhão).

Fonte: G1

Mulheres negras estão ‘à deriva’, diz diretora de ONG; 6 a cada lares chefs chefs ou pardos incontáveis ​​por alimentos1

Filas por comida na Lapa, região central do Rio, em 2020 — Foto: Marcos Serra Lima - G1

Desde o início da pandemia de Covid-19 no Brasil, a diretora do Quilombo Casa Akotirene, Joice Marques, notou uma diferença no tipo de público que passou a procurar sua organização, localizada no bairro Ceilândia Norte, no Distrito Federal. Inaugurada em 2018, a casa começou a trabalhos com foco em atividades culturais a serem realizadas para a comunidade – que majoritariamente.

No entanto, com o começo da pandemia, conta Joice, que também é cultural e educadora, moradores da região busca a procura de uma casa em ajuda para acessar e itens de higiene. E mesmo com a queda no desemprego – em maio, o país registrado a menor taxa desde o trimestre de 2016 –, a Akotirene seguedo em janeiro de 2016 –, a Akotirene seguedo em janeiro de 2016 alimentos. De acordo com a diretora, a maior parte das famílias atendidas são chefiadas por negras que são mães solo.

“São realidades bem duras. São mães de quatro, cinco crianças, delas são crianças especiais, mas falta creche, atenção à saúde, educação, emprego e renda. A gente tem buscado potencializar uma oferta de cursos, atividades de formação e capacitação para romper essa estrutura”, explica.

Para Joice, negras “hoje se encontram nesse lugar muito à deriva corda bamba”. No Dia Internacional da Mulher Negra nesta segunda-feira, comemorado (25), os dados-feira mostram que o que Joice é prática na prática se reflete nas estatísticas .

Segundo o 2º Insegurança Alimentar Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid 9 no Brasil (II Visan), a cada 10 lares chefiados por ou por pessoas negras de ambos os gêneros, 6 têm algum nível de gênero de gêneros alimentares, de acordo com-1 uma pesquisa. Entre famílias chefiadas por homens, independentemente de raça, o índice é de 53,6%; entre lares chefiados por pessoas brancas, é de 46,8%.

Joice Marques, diretora no quilombo urbano Casa Akotirene, Ong de mulheres negras do DF

Joice Marques, diretora no quilombo urbano Casa Akotirene, Ong de mulheres negras do DF

O levantamento capitaneado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede PENSSAN), foi feito nos 26 estados e no DF, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Foram 35.022 em 12.745 domicílios, entre 2021 e abril de 20 novembro2.

De acordo com o estudo da Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade, as mulheres negras que ocupam a base do mercado de trabalho foram o segmento da sociedade que mais morreram de Covid-19 em 2020.

Elas foram durante as pandemias mais importantes que foram impostas também pela renda familiar – mais presentes pela parte significativa de sua renda e sem vínculos de trabalho, muitas mulheres negras a parte significativa de sua alimentação.

Crianças participantes da atividade no Quilombo Casa Akotirene, em Ceilândia (DF) — Foto: Divulgação

As taxas de desocupação e de subutilização (situação em que a pessoa trabalha por menos horas do que gostaria2) deste grupo, por exemplo, são maiores do que verificadas entre dados de mulheres não negras, segundo da PNAD Contínua do 2º trimestre de 021, do IBGE análise pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socionômicos ( Dieese ). Em rendimentos médios no mesmo período, as mulheres negras receberam 46,6% da remuneração de homens não negros.

Uma das consequências dos fatores é a alimentar.

A economista e titular da cátedra Josué de Castro da USP, Tereza Campello , entende que os efeitos da pandemia sobre fatores como renda, acesso a empregos e políticas políticas têm sido mais graves entre as mais graves, mas ressaltam que a situação de maior vulnerabilidade das mulheres negras não é nova. “Piorou muito [a situação das mulheres negras], mas já era uma característica da situação da fome no Brasil em outros momentos da história”, pondera.

O que é alimentar

O que é alimentar

Fome passou por ‘nacionalização’

 

Para Tereza Camp, a volta do mapa da fome se deve a uma escolha política e não foi país durante a pandemia. “Em 2018, dois anos antes da pandemia chegar, o Brasil já tinha invertido os principais indicadores de segurança alimentar”, diz.

Na visão da pesquisadora, este caminho começou a ser trilhado em 2016, quando foi aprovado o teto de gastos. De lá para cá, uma série de políticas que possam mitigar a situação pública de existir ou funcionar, “justamente no período em que possa mitigar aumentar, que a aumentar”.

Mulheres e crianças participantes da atividade no Quilombo Casa Akotirene, em Ceilândia (DF) — Foto: Divulgação

Para a professora, a situação que o país atravessa hoje tem algumas diferenças em relação a anteriores. Hoje, diz, passou a ser um fenômeno nacionalizado. Se antes o problema era localizado em regiões, hoje está presente em todo o país.

Como exemplo, ela pequena diferença em números absolutos de pessoas que vivem em situação de absolutos de pessoas no Nordeste (1,1 milhões) e de acordo com o II Vigisan.

“Se você olhasse esse década na de 1980, 1990, essa situação não teria essa mesma peculiaridade”, afirma, ressaltando que proporcionalmente a fome segue mais grave no Norte e no Nordeste.

Questionada a professores para enfrentar a crise da fome, a faz avaliação semelhante à do país de Joice: é preciso rede de rendas políticas integradas proteção, que compreendem a oferta de alimentos pode ser, uma ideia da população da alimentação, a geração de empregos e retomada de medidas de inclusão que foram abandonadas nos anos.

Na opinião da professora, o país pode não esperar 2023 para resolver o problema. “A gente precisa começar agora a reverter esse quadro, investir em políticas públicas. Isso não é gasto. As pessoas tratam como de saúde, educação, assistência social, alimentação escolar – isso é um investimento”, afirma.

‘Meritocracia’

 

Para Kelly Quirino, professora e pesquisadora de relações raciais da Universidade de Brasília ( UnB ), historicamente as mulheres negras são as mais fragilizadas e permanecem na base da pirâmide social em razão do racismo, do patriarcado e do capitalismo.

Com a pandemia, o cenário ficou ainda mais grave. “Muitos postos de trabalho de última hora. doméstica”. explicar.

A falta de políticas públicas é importante que, como as mulheres possam cuidar dos filhos também, que, segundo Kelly, o ciclo de vulnerabilidade se torne.

“Quem é rico continua mais rico e quem é pobre sofre cada vez mais. Cada vez mais os trabalhos ficam precarizados. de violência que se tem vida saudável.

Ela crítica ainda a chamada “meritocracia”.

A questão da meritocracia é perversa, porque parte do mérito parece que se a pessoa se iguala a ela vai conseguir, mas ninguém pensa que o negro não da mesma linha de largada . O estado dá condições, há muita violência não alimentar, um lar ou rua no futuro.

‘Marginalizados pelas políticas públicas’

 

Entre as mulheres da Casa Akotirene está Zilda Bahia de Oliveira, de 54 anos. No início da pandemia de Covid ela viu a fome bater à porta, foi possível ajudar a ONG com cestas básicas, além de apoio psicológico.

“Cheguei a não ter nada em casa. Fazia cuscuz com ovo quase todos os dias e sofria calada”, diz. Zilda lembrou que na infância, após a morte do pai, a mãe dela teve que cuidar sozinha dos 10 filhos. Foram dias sem ter o que vêm em muitas casas.

“A gente ia para a Ceasa [Central de abastecimento] pegar frutas e verduras que as pessoas jogavam fora e também pegávamos osso para comer em um mercado. Hoje quando eu vejo as reportagens de pessoas na fila do açougue para pegar me dói muito porque eu lembro o que eu passei”, diz.

Quando o emprego foi empregado, a cozinheira que Zilda e a mãe conseguiram melhorar a se alimentar de um pouco.

“A gente esperava ela chegar para poder comer. Ela trazia comida pronta dentro de sacos e então a gente comia, mas tinha que deixar um pouco para o café da manhã e almoço do dia seguinte”, conta Zilda.

A mãe retornava 2, por isso, como mães eram pequenas demais, ela não sabia do trabalho porque eles eram ninguém para filhos-los ou ônibus retornacá-los. Os maiores cuidavam dos menores.

Zilda foi alfabetizada depois de adulto. Recentemente, ela está finalizando o Ensino Médio e, agora, pretende estudar para ser técnica em gesso ortopédico. “O racismo, a não têm mais estudo a classe negra e aqueles. Eu vou vencer”, garante.

Em 2023, Joice espera que a casa volte a focar em atividades culturais e sociais. “A gente não quer ficar entregando cesta básica, isso não é o nosso propósito. Isso só mostra o quanto nós estamos marginalizados pelas políticas públicas. A gente não precisa ter seu trabalho, emprego que os jovens têm estudo e cesta básica da violência”, que não precisa de nosso trabalho, emprego que os jovens têm estudo e cesta básica da violência.

“Enquanto a estrutura não muda, a gente vem construir”, finaliza.

Fonte: G1

Incrível: Homem salva criança instantes antes de acidente

Um vídeo impressionante, registrado por câmeras de segurança no interior de São Paulo, chamou a atenção das redes sociais neste fim de semana. Nas imagens, um homem salva uma criança a bordo de uma bicicleta desgovernada, prestes a colidir contra um poste.

Lucas Adriano de Souza, de 26 anos, estava sentado em um bar na mesma calçada em que o acidente iria acontecer quando, “como um gato”, agarra a criança antes que ela pudesse se machucar. As imagens foram registradas por câmeras de segurança da cidade de Américo Brasiliense, no último domingo (17).

Felizmente, a menina não se feriu. Já Lucas ficou com o joelho roxo devido o impacto contra o pedal da bicicleta. Pelas redes sociais, o “ato heroico” do rapaz, bem como seu reflexo durante a ação, chamaram a atenção. “E o troféu de herói do dia vai pra esse rapaz”, escreveu um internauta ao compartilhar o vídeo.

Fonte: Terra Brasil Notícias

Governo Bolsonaro deve conseguir nova redução no valor do diesel enquanto resto do mundo vive crise do combustível

Se a gasolina registrou uma queda de 20,3% em pouco mais de um mês de redução, o diesel não gostou de uma redução, de 1,72% no mesmo período. Segundo o último boletim divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do combustível é de R$ 7,44.

Mas o governo federal projeta uma redução para o diesel como consequência do que adia o cumprimento de metas ambientais pelas distribuidoras de feiras, publicado na última sexta-feira (22).

Como efeito até a estufa terá até março de 2023, não mais o fim deste ano, para efeito de estufa dos Créditos de Descarbonização (CBIOs), obrigatórios para a compensação da emissão de gases do efeito estufa.

Fonte: Terra Brasil Notícias

Gustavo Brendo um jornalista respeitado e amado agora é da Intertv Cabugi

Dedicado, respeito e amado, o jornalista Gustavo Brendo está de malas prontas para sua nova casa. Depois de passar um longo período no jornalismo público, Gustavo irá mostrar o seu talento na telinha da emissora global. O jornalista respeitado por todas as correntes, classificou esse momento como um ciclo especial que foi encerrado com o seu pedido de desligamento da assessoria da câmara municipal de Parnamirim.

“Não foi uma decisão simples, porém muito pensada. Ontem, foi meu último dia na Câmara Municipal de Parnamirim, como assessor de comunicação.

Na Casa do Povo, trabalhei por 1 ano 7 meses, com muito orgulho e dedicação. Durante esse tempo, mostrei minha essência, minha seriedade e comprometimento.

Mas, a gente precisa encerrar um ciclo, para que outros iniciem.

Diante disso, sou grato! Agradeço ao amigo e líder Wolney França, pela oportunidade, confiança e respeito durante todo esse período. A família WF pelo convívio diário e companheirismo.

Agradeço a minha equipe ASCOM, sempre aguerrida, criativa e parceria. Agradeço a todos os colegas jornalistas, aos servidores do Poder Legislativo e aos colegas vereadores, minha gratidão, meu carinho e meu respeito aos que me acompanharam essa jornada.

Agora, autoridades, é hora de acreditar que o melhor está por vir, trilhar novos caminhos, e me desafiar ainda mais!

Gratidão.”
O blog do GM deseja sucesso ao colega Gustavo Brendo e vamos lutar pela audiência na telinha.