A FAVOR DA POPULAÇÃO: Agentes de Trânsito auxiliam na recuperação de veículo roubado

Uma das equipes de agentes de trânsito da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Mobilidade Urbana (Sesdem) teve a oportunidade de reafirmar ainda mais o seu compromisso com a população parnamirinense e não decepcionou. Na tarde da última terça-feira (26), os servidores se depararam com uma situação de roubo de veículo e não mediram esforços para atender os proprietários da melhor forma possível, em uma ocorrência que teve final feliz.

À equipe de trânsito, os proprietários de um veículo de passeio contaram que tiveram o carro tomado de assalto nas proximidades do Colégio Gênesis, localizado na Avenida Comandante Petit, no Centro da cidade. O veículo tinha bloqueador e parou a menos de 1km do local do crime.

No momento da pane, uma equipe de agentes de trânsito da Prefeitura de Parnamirim passava pelo local em patrulhamento. Ao perceber a presença dos servidores, os criminosos abandonaram o veículo e se evadiram do local, fugindo na direção da Travessa Everaldo Breves, próximo ao Mar Vermelho Atacado. A equipe identificou o veículo, que ainda não tinha queixa de roubo, dado o curto intervalo entre o roubo e o abandono, isolando a área e notificando a Central de Operações Integradas (COI), no 156, sobre o ocorrido. O apoio de mais uma equipe foi solicitado.

Antes que a outra equipe chegasse, o filho da proprietária abordou os agentes e informou que o carro era de sua mãe e que haviam sofrido um assalto momentos antes. De acordo com o Agente de Trânsito Municipal, Antônio Nogueira, os servidores deram todo o apoio necessário aos cidadãos e os conduziram à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Parnamirim para a realização dos procedimentos de praxe por parte da autoridade policial.

Os Agentes de Trânsito, popularmente conhecidos como ‘amarelinhos’, trabalham dia e noite nas ruas da cidade com a principal atribuição de organizar o tráfego de veículos e pedestres mas também são, acima de tudo, servidores dedicados e comprometidos com o bem-estar da sociedade como um todo e o funcionamento da cidade e dos serviços públicos de forma satisfatória.

Com atuações como essas, os agentes atendem um dos principais deveres de todo servidor público: servir à população com qualidade e eficiência.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim

Poderes imperiais: eu avisei…

Não há nada mais chato e pedante do que começar uma discussão com a frase peremptória: “eu avisei que isso ia acontecer!!!”

Toda a mídia enfatiza agora os pedidos de arquivamento, pela Procuradoria-Geral da República, das investigações abertas contra o presidente da República por atos e omissões praticados durante o enfrentamento da pandemia.

As imputações do relatório final da CPI da Pandemia, tais como crimes de epidemia com resultado morte, prevaricação, infração a medidas sanitárias preventivas, charlatanismo, emprego irregular de verba pública, entre outros, foram solenemente desprezadas. Estão na fila para o inexorável pedido de arquivamento outros procedimentos, como a responsabilização do Presidente pela omissão na morte de pelo menos 1/3 dos quase 700 mil brasileiros mortos pelo vírus e organização criminosa.

Alguns articulistas, de maneira incauta, afirmam que, assim que o Bolsonaro sair do cargo e perder o maldito foro privilegiado, será denunciado por procuradores de primeira instância. Não custa avisar – olha eu aí de novo-: quando o procurador-geral da República pede o arquivamento, o Judiciário tem que arquivar, pois o PGR é o dono da ação penal contra o Presidente da República. Só poderá haver nova investigação e denúncia se houver fatos novos. Não se pode dar uma outra roupagem e interpretação da investigação sobre os mesmos fatos. E eu, sinceramente, espero que não tenhamos outras 700 mil mortes para ensejar nova investigação.

O fato é que, durante a CPI, conversei com diversos senadores, escrevi vários artigos, participei de debates comentando o risco dos poderes imperiais nas mãos do procurador-geral da República. Ele, e só ele, é que pode propor ação penal contra o Presidente da República. Nem os 11 ministros do Supremo Tribunal podem instaurar um processo penal se não houver denúncia assinada pelo PGR.

Por isso, defendia a necessidade da proposta, pela CPI, de mudanças legislativas. Um dos poderes das CPIs é exatamente propor aprimoramento na legislação como um todo. Alertei diversas vezes sobre a real possibilidade de uma imensa frustração do povo brasileiro, especialmente os que perderam entes queridos pela criminosa ação do Governo, pois a CPI, no ponto referente ao presidente da República, não teria efetividade.

O que mais dói é que o arquivamento e a não responsabilização do presidente da República, que desdenhou da dor do povo brasileiro, que ridicularizou a doença imitando uma pessoa com falta de ar que, em verdadeiro culto à morte, deixou à míngua por longo tempo, sem vacina, a população do país, não vai trazer de volta os que morreram.

Que se cuidem os senadores da CPI, pois pode surgir algum procurador da república que os processe por prevaricação por, mesmo sabendo da necessidade das mudanças legislativas, quedaram-se inertes e não fizeram as propostas necessárias. E ainda vão afirmar que a satisfação de interesse pessoal, indispensável para o tipo penal, era a necessidade da exposição midiática.

Foram meses de dor e sofrimento impostos pela crise sanitária e de profunda humilhação vinda pela postura cínica, cruel e desumana do chefe da nação. Agora, às vésperas das eleições, o pedido de arquivamento vai ser largamente usado na campanha política para dizer aos eleitores que a conduta do Presidente foi correta e legal. Nada, porém, pode apagar da memória o inferno que vivemos. E nós sabemos que o Presidente alimentava o fogo e ainda brincava com a nossa dor.  Se não fosse pedante, eu diria: ”eu avisei que isto ia acontecer.”

Termino com Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar a nulidade, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay

Fonte: ig último segundo

Ciro Gomes volta a dizer que não há “caminho” para apoio a Lula

Ciro Gomes volta a dizer que não há “caminho” para apoio a Lula
Pedetista negou endossar o petista em 2º turno; “o maior responsável pela tragédia que está acontecendo no Brasil chama-se Luiz Inácio Lula da Silva”, disse

Em sabatina no programa “Central das Eleições”, da GloboNews, nesta quarta-feira (27), Ciro Gomes (foto) voltou a dizer que não vê “caminho” para apoiar Lula em um eventual segundo turno contra Jair Bolsonaro.

“Se eu for para o segundo turno contra Bolsonaro? Claro que eu aceito [o apoio de Lula]. O contrário não há mais caminho”, disse o pedetista sobre o petista, acrescentando: “O maior responsável pela tragédia que está acontecendo no Brasil chama-se Luiz Inácio Lula da Silva”.

Ciro voltou a rebater as críticas dos petistas por ter ido a Paris em 2018, após ficar em terceiro lugar no primeiro turno, e não participar de comícios de Fernando Haddad.

“Na mesma noite, eu me declarei contra Bolsonaro. Fui para a Brasília participar da reunião nacional do PDT, declaramos o apoio crítico ao PT ao Haddad e simplesmente exerci um direito meu de não participar do comício. Será que para mim só resta o direito de apoiar gente desonesta?”

O pedetista também condenou Lula por não tê-lo apoiado quatro anos atrás, mesmo quando estava preso pela Lava Jato e inelegível pela Lei da Ficha Limpa.

“Eles fazem o que fazem comigo e com o povo brasileiro e ainda querem que eu vá fazer campanha do lado deles. Como é que eu dizendo que eles são corruptos, que eles são incompetentes, que eles destruíram o Brasil, que venderam o Brasil para os banqueiros, vou subir no palanque com essa gente?”, indagou Ciro.

Fonte: o antagonista

Rússia perdeu 75 mil homens

 

Entre mortos e feridos, a Rússia já perdeu 75 mil soldados.

A estimativa foi feita pelo governo dos Estados Unidos, em audiência secreta no Congresso.

Enquanto isso, os ucranianos conseguiram isolar a cidade de Kherson, ocupada pelo regime terrorista de Vladimir Putin na primeira semana de guerra.

Fonte: o antagonista