Guarda Municipal de Parnamirim reforçada! Nova sede e viaturas oficialmente entregues

Parnamirim teve nesta sexta-feira (3), um dia marcante para a segurança pública. O poder executivo entregou oficialmente a nova sede do órgão municipal, que vai abrigar o comando e os servidores da Guarda Municipal. Sob uma leve chuva, a solenidade foi realizada, contando com a presença da banda de música da Polícia Militar e do sexteto da Fundação Parnamirim de Cultura, que abrilhantaram a ocasião.

Diversas autoridades da segurança estiveram presentes no solo Trampolim da Vitória para acompanhar a cerimônia de entrega das novas viaturas e da nova sede, incluindo os deputados Benes Leocádio, Karla Dickson e o superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Luiz Pinheiro.

A localização do prédio, no bairro de Santos Reis, foi escolhida com o objetivo de que a Guarda fincasse sua base em uma área mais central da cidade, com maior movimentação de veículos e de pessoas.

Cel. Marcondes Pinheiro, titular da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Mobilidade Urbana (Sesdem), fez um breve histórico da segurança pública na cidade nos últimos anos. O chefe da pasta deu lugar de destaque à emenda parlamentar do deputado Benes Leocádio, destinada à aquisição de viaturas para a GM. A parceria com a Polícia Militar, que formou 15 servidores da Guarda Municipal em proteção ao meio ambiente, e já tem a pretensão de formar agentes na patrulha Maria da Penha também foi citada. A mudança de sede da Polícia Militar, do Centro para a Cohabinal, e a chegada da unidade de combate a incêndios do Corpo de Bombeiros Militares à cidade também foram lembrados. O secretário encerrou falando da necessidade de implantação da delegacia de plantão de Parnamirim para evitar deslocamentos à capital.

Além da nova sede, localizada em Santos Reis, 6 viaturas e 12 motocicletas foram entregues à Guarda Municipal para promover segurança à população parnamirinense. As viaturas, modelo Renault Duster, de transmissão automática, são adaptadas à condução de suspeitos com total segurança aos servidores em atividade. As motocicletas são modelo Honda XRE, 300 cilindradas, e serão destinadas à ronda escolar.

Perfilados, os 115 servidores da Guarda Municipal acompanharam a cerimônia e as palavras do prefeito Taveira, que falou da provável chegada de mais uma delegacia para o município, a da infância e do adolescente. O gestor mencionou também parcerias que fortalecem a segurança pública na cidade. “A população espera muito dos nossos guardas e nós, da gestão pública, também esperamos! Nossa determinação é que cada agente atenda as ocorrências como gostaria de ser atendido”, disse. Encerrando as palavras, Taveira anunciou que o plano de cargos da Guarda Municipal, que já está em execução, é um dos 3 últimos que faltam ser implantados pela gestão municipal.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim

Taveira Jr aparece bem na Pesquisa Sensatus/BAND para Deputado Estadual

O empresário Taveira Jr aparece bem na lista dos citados para deputado estadual. Esse é o momento que o nome do filho do prefeito Taveira ganha corpo nessa disputa eleitoral, pois nas conversas dos políticos nos corredores da assembleia legislativa, Taveira Júnior é considerado um nome competitivo pela importância de Parnamirim no cenário político e também pelo carisma que o pré candidato tem. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de maio e possui margem de erro de 2,4% pontos percentuais para mais ou para menos, ouviu pessoas de 55 municípios do Rio Grande do Norte, possui taxa de confiança de 95%. A pesquisa tem Registro RN-02196/2022.

Confira os nomes dos mais citados na disputa estadual:

Olhos no espelho

 

Manifestações contra o governo de Jair Bolsonaro, em Brasília

É urgente que os brasileiros voltem a ter a coragem de indignar-se com a realidade de violências e atentados aos direitos, escreve Kakay

Um dos efeitos deste momento trágico pelo qual passa o país é risco de acomodação dos sentimentos contra a injustiça. Um governo com viés fascista, desumano, sem nenhuma empatia e que produz uma quantidade inesgotável de absurdos leva o cidadão a certa apatia.

É difícil resistir ao exame das melhores e atitudes teratológicas que vêm, especialmente, por parte do presidente da República. Dia a dia nós somos testados a enfrentar os mais diversos descalabros. É um verdadeiro respeito aos direitos garantidos ao cidadão, ao respeito à vida social, à tentativa de uma chance de segurança. A todo instante, nós somos chamados a dar uma resposta aos pedidos à estabilidade democrática. Com isso, a sociedade vai se tornar cada vez mais insensível

Na última semana, entre vários outros, o mundo voltou os olhos para acompanhar mais uma chacina no Rio de Janeiro . Uma ação policial desastrada que deixou o saldo de 25 mortos. A tragédia da Vila Cruzeiro é a 2ª maior na história do Estado, ficando atrás apenas do massacre de Jacarezinho, que teve 28 mortes .

E, mais uma vez, a dor vira estatística. O luto transforma-se em números e as execuções seguem sem que o Estado possa dar uma resposta à barbárie institucionalizada. O único exclusivo de autoria, cínico e vulgar , por parte das autoridades é: os executados ou pessoas com ficha criminal, ou que eram suspeitos de cometimento de crimes. A desfaçatez ea inversão de valores absolutos por parte Estado, que deveria ser o responsável pela segurança da sociedade, são revoltantes.

A cultura de agressividade e desrespeito aos direitos do cidadão mais necessitado está a tal ponto arraiga que as forças de segurança sequer se preocupam em dar uma explicação. Talvez por não existir mesmo nenhuma resposta; ou porque a institucionalização da violência já é considerada uma realidade aceita pela maioria. O resultado de um governo fascista e que faz apologia ao armamento, à tortura, à guerra racial, à violência contra as mulheres e à comunidade LGBTQIA+ é exatamente o recrudescimento contra os invisíveis sociais.

Chega a serra desesperada a situação do negro e do desprovido no Brasil. O empobrecimento do país, atolado em uma crise sem precedentes, levou um contingente de brasileiros a viver nas ruas sem emprego, sem esperança e sem perspectivas.

O sentido etimológico da palavra chacina é o esquartejamento do porco. E essa parece ser a melhor imagem para explicar essa tragédia: o miserável e o negro são tratados como animais abatidos e esquartejados. E as estatísticas que já não comovem ninguém.

É necessário uma reflexão sobre o momento pelo qual passa o país. É que todos nós devemos cobrar uma punição evidente dos agentes do Estado que a ordem Mas é preciso que levou a refletir sobre os rumores que o Brasil. Urge que olhemos a sociedade que estamos desenvolvendo. Quem afinal somos nós? Como profetizou o poeta Charles Bukowski:

“ O que é terrível não é a morte, mas como vidas que vivem ou não vivem suas. A maioria das mortes das pessoas é um engano. Não sobrou nada para morrer. 

morte do Genivaldo em uma câmara de gás improvisada diante de uma multidão de pessoas e à luz do dia. Uma tortura filmada e sem qualquer reação das pessoas para impedi-la. A barbárie consentida e a covardia como reação geral. O sadismo, a indiferença, o desprezo à vida humana e a completa falta de empatia: todos cúmplices! Viramos uma sociedade robotizada. No máximo, faremos um movimento, depois da consumação do assassinato, para cobrança aos agentes públicos responsáveis ​​pelo crime. E esse ato de cobrar uma penalidade nos dá a sensação de estarmos cumprindo a obrigação como cidadão –resposta civilizatória. Exime-nos de qualquer culpa ou responsabilidade. Nossa hipocrisia recompensada até que outra tragédia se apresente.

De onde vem tanta indiferença? O que fez de nós essas seres insensíveis que desviam, a cada instante, o olhar da miséria alheia acumulada nas ruas brasileiras? Não temos mais coragem de olhar nos olhos dos pais que carregam os filhos nas sarjetas. Não olhamos mais sequer para nossos olhos no espelho. É impossível nos reconhecermos na nossa indiferença cotidiana. Para sobreviver, deixamos de existir.

Muito triste o nosso destino. Um país que se curvou a um presidente que faz apologia à tortura abertamente, que distribui armas, que zomba das mulheres e dos negros, que se gaba de ser fascista, racista, misógino e homofóbico e que optou por exaltar a barbárie em sentido literal. Esse país só podia nos legar essa multidão de zumbis atordoados e sem reação que justifique a nossa existência.

É urgente que voltemos a ter a coragem da indignação e a tentar ser agentes da nossa história, e não objetos desse enredo trágico que paralisa a sociedade brasileira. E é possível fazer isso dentro dos limites institucionais, afastando, pelo voto , essa realidade macabra.

Vamos trazer nosso Brasil de volta por nós mesmos. Ou nós nos damos essa chance ou continuamos seguindo como párias em um país vazio, estranho e desumano; e, o pior, a viver essa solidão interior que passa a ser a nossa única companhia. Sempre me amparando em Clarice Lispector:

“ Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar. 

Fonte: Poder 360-

Olhos no espelho

O pacto de não agressão entre Ciro e Simone só tem chance de dar certo se eles souberem explicar o que é o centro

Ciro Gomes e Simone Tebet firmaram um pacto de não agressão.

Carlos Melo, do Insper, disse para o Estadão:

“Ninguém disputa o terceiro lugar. Se um bater no outro, os dois caem fora. Bolsonaro quer Lula como adversário e vice-versa. Portanto, os outros ficam falando sozinhos. Eles vão ter de romper essa barreira. A primeira pergunta é: por que são centro? Não ser nem Lula nem Bolsonaro não qualifica ninguém. Ciro tentou se posicionar como algo mais propositivo, mas encontrou o teto e agora a estratégia é esperar que o Bolsonaro se inviabilize para que o antipetismo o avalie como um anti-Lula não bolsonarista. Já Simone se coloca de duas formas genéricas: nem Lula nem Bolsonaro e, depois, se diz candidata das mulheres, o que parece pouco. Basta o bolsonarismo dizer que esse argumento serviu para Dilma.”

Fonte: o antagonista