Aconteceu de tudo nesse carnaval. Maurício isolado no burro elétrico, esperando o rabo cheio que não apareceu. Irani Guedes subindo em tudo que era trio em busca da fama e claro se tornar popular. O suplente de deputado estadual e vereador Abidene visitando os retiros evangélicos e Daniel Américo se reunindo secretamente com lideranças que não caíram na folia. E aí, um folião mais atento, perguntou pelo Prefeito, cadê Taveira? E a reposta veio na voz de Wesley Safadão que tocava em um paredão de som a música “Camarote”, veja que o negócio foi animado, agora assista aí de camarote, eu bebendo gela, e por aí vai…. detalhe, Taveira era só sorrisos.
Imagens mostram homem dançando em cima de ponto de táxi com o dedo no ânus. ‘É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro’, diz presidente. Post passou a ter alerta de conteúdo sensível. Twitter não se manifestou sobre o caso.
O presidente Jair Bolsonaro postou um vídeo com conteúdo pornográfico em sua conta no Twitter nesta terça-feira (5). A cena mostra homens dançando em cima de um ponto de táxi em um bloco de rua no carnaval paulistano. Um deles coloca o dedo no ânus e se abaixa para o outro urinar nele. Posteriormente, a visualização do vídeo foi restringida, com alerta de conteúdo sensível, mas segue disponível. A conta de Bolsonaro tem 3,45 milhões de seguidores.
O presidente tuitou: “Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões (sic)”, escreveu o presidente às 15h08. A polêmica cena foi gravada no desfile do Blocu, em São Paulo, na segunda-feira (4).
Inicialmente, o vídeo era exibido automaticamente a quem acessasse a conta. Foi só algumas horas depois que a sequência passou a ter a visualização restrita: em vez do vídeo, a rede social exibe um alerta de que a mídia pode conter material sensível.
A postagem foi criticada tanto por apoiadores como por críticos de Bolsonaro, que usa o Twitter intensamente para anunciar medidas do governo e se comunicar com a população.
O G1 procurou o Twitter para saber se a visualização foi restringida por ele ou pela própria rede social. Mas até as 8h a rede social não havia se manifestado. O Palácio do Planalto também foi procurado, mas não se manifestou até a publicação desta reportagem.
As regras do Twitter permitem a publicação de conteúdo adulto. A rede, entretanto, orienta os usuários a marcarem esses vídeos como conteúdo sensível.
Quando isso não é feito, usuários podem denunciar os conteúdos que julgam inadequados. A rede, então, inclui o alerta de conteúdo sensível. O vídeo pode ser excluído caso as pessoas gravadas não tenham dado autorização.
A quaresma é o reviver da caminhada do Povo de Deus em busca da Terra Prometida. É tempo de esperança, expectativa de reencontro, época de sonhos e planos. Como estará a pátria de onde saímos e para a qual pretendemos voltar? Como estão as pessoas que ali deixamos? A viagem é sempre um período de reflexão, planejamentos e, por conseguinte, conversão. Deste modo, quis a Igreja nos proporcionar um espaço interno e temporal, durante o ano, a fim de realizarmos uma viagem ao interior de nós mesmos. E assim, voltando ao que é verdadeiramente nosso, possamos nos deparar com o que ali deixamos, encontrando-o mais amadurecido e mais rico. Às vezes, de volta à casa, depois de meses ou anos, muita coisa não existirá mais. Da mesma maneira, o que é velho, no dizer de São Paulo, deverá desaparecer para dar lugar à novidade de Deus. Esse tempo privilegiado na vida cristã é a Quaresma. Mas, esta não é apenas um período litúrgico. Há uma realidade quaresmal também ao longo de nossas vidas, em que devemos retornar para a terra prometida por Deus, que é antes de tudo nossa paz interior e o encontro com nossa verdade e nossa individualidade.
Quaresma é tempo de aniquilamento e renascer. A cerimônia de cinzas representa uma destruição interior, o fim de tudo aquilo que nos afasta de Deus e de nós mesmos. É preciso reduzir a pó ou a cinzas nossa mentira individual ou social, nosso fracasso, numa palavra, nossos pecados para que possa nascer o homem novo, que Cristo veio mostrar. As cinzas são simbólicas, significam nossa conversão, a cremação de nossos pecados e o brotar de novos planos. Por isso deve surgir em nós um desejo autêntico de escuta da palavra de Deus. A caminhada, a viagem nos dá a oportunidade de dialogar e ouvir outras pessoas. A Quaresma é esse convite a uma escuta atenta e profunda de Deus. É sua Palavra que ilumina nossa vida, que nos chama à transformação interior e nos dá a verdadeira dimensão da misericórdia divina, do perdão e da graça.
Em geral, ninguém caminha sozinho. A viagem é mutirão e partilha. Assim foi o êxodo do Povo de Deus. Durante a peregrinação, muitos conversam e questionam. Por esse motivo, a Igreja instituiu a Campanha da Fraternidade, que é a reflexão em nossa caminhada anual. Neste ano de 2019, a Igreja do Brasil convida-nos a discutir o problema das políticas públicas. Por que? Há muita coisa a ser pensada. Mas, a Terra Prometida que esperamos, o Mundo Novo, feito de mulheres e homens livres, de pessoas solidárias e fraternas, constrói-se na caminhada e começa antes de tudo na retidão de nossas consciências e na sinceridade de nossos corações. Entenderemos assim o que diz Javé, Deus Todo-Poderoso, ao se definir: Eu sou a Libertação. Ouvi o clamor do meu povo e resolvi descer para libertá-lo da escravidão, da opressão e da morte (Ex 3, 7-8).
O lema bíblico escolhido para iluminar a Campanha da Fraternidade 2019 foi extraído do livro do profeta Isaías: Serás libertado pelo direito e pela justiça (Is 1,27). A Sagrada Escritura utiliza, no Antigo Testamento, a palavradireito para designar a ordem justa da sociedade, em sentido objetivo. Uma vez que nem sempre essa ordem é respeitada na vida real, a referida palavra vem invariavelmente acompanhada de outrajustiça, designativa da obrigação moral do direito. Assim, a “justiça” obriga moralmente a pessoa a se preocupar com os mais pobres do povo, representados metaforicamente na Bíblia pela tríade: viúva, órfão e estrangeiro (simbolizando os excluídos e marginalizados), para que haja o direito na sociedade.
Somos convidados a agir como Jesus. Este não é mero observador, mas se envolve na vida do seu povo, participa e incentiva os seus seguidores a participar. Com sua ação, ele vai devolvendo aos pobres e infelizes o que lhes foi tirado. O povo não tinha pão, Cristo partilha o pão; o povo não tinha saúde, Jesus cura os doentes; muitos do povo eram colocados à margem da sociedade, Jesus os traz para o centro.
A estratégia política adotada no último pleito por alguns candidatos a deputado estadual chamou atenção do prefeito Taveira e virou um modelo a ser adotado para a eleição de 2020 em Parnamirim. A tática é agregar o maior número de suplentes de vereadores nos cargos comissionados e estratégicos da administração municipal, visando também o fortalecimento administrativo e político do grupo. O resultado eleitoral deixou o prefeito surpreso, pois dos 20 bairros da cidade Trampolim da Vitória, essa estratégia foi bem sucedida em 11, provando que se bem organizado, o sistema irá funcionar perfeitamente e ampliará a sua votação na cidade. Confiante nessa nova forma de organização política, o coronel Taveira vem ganhando espaço e ficando cada vez mais independente da figura do vereador, sobretudo na corrida para alcançar a reeleição na prefeitura de Parnamirim. Mas, quem não anda nada satisfeito com tudo disso, é a sua base de apoio na Câmara Municipal que já articula uma reação, pois estão percebendo o avanço de Taveira em seus territórios políticos, invertendo o jogo de dependência. Ou seja, agora os vereadores irão depender dos suplentes comandados pelo coronel para poder retornarem à Câmara e por esse motivo, sete vereadores insatisfeitos com Taveira ameaçam romper politicamente e declarar apoio à pré-candidatura de Irani Guedes, atual presidente da Câmara, que sonha em assumir a cadeira que por hora pertence ao coronel. Essa é a grande ressaca de carnaval que o prefeito Taveira terá que enfrentar nos próximos dias. Só lembrando, quem está assistindo toda essa confusão de camarote é o tabelião Airene Paiva e o grupo do ex-deputado Carlos Maia, esperando para ver o que sobra dessa queda de braço entre executivo e legislativo. Detalhe, ainda temos outro carnaval pela frente antes da eleição de 2020 e todos terão que se preparar e pegar seu abadá, se não o bloco sairá e você ficará na pipoca, ou seja, de fora. Sim, só para não dizer que não avisei, Carlos Maia assumiu a presidência da junta comercial do RN.