
Documentos e um DVR, equipamento responsável por armazenar imagens de câmeras de segurança, foram levados durante a invasão.
Segundo a Polícia Militar, o imóvel fica na Rua General Bráulio Guimarães, na altura do número 307. Uma moradora percebeu movimentações no portão do escritório e acionou a PM.
Quando os policiais chegaram ao local, nenhum suspeito foi encontrado. O escritório estava completamente revirado.
Durante as buscas no imóvel, os agentes encontraram um celular, um chip, cerca de R$ 19 mil em dinheiro e diversos documentos.
Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles em 21 de setembro, o advogado que defende Milton Leite afirmou que o imóvel seria ligado a um construtor que mantém relação com o ex-vereador.
O caso foi registrado no 11º Distrito Policial (DP), em Santo Amaro.
Operação Vectura Corrupta
Milton Leite está preso desde a última sexta-feira (18/9), na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Ele é um dos alvos da Operação Vectura Corrupta, que investiga uma suposta infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público.
O ex-vereador, que também é presidente estadual do União Brasil em São Paulo, passou mal na manhã de sábado (19/9), quando se preparava para uma audiência de custódia relacionada à prisão temporária determinada no âmbito da operação da Polícia Civil.
Segundo a defesa, o mal-estar foi provocado por um pico de pressão. Milton Leite foi levado pelo Samu ao Hospital Luzia de Pinho Melo, onde permaneceu em observação e realizou exames.
Após o atendimento médico, ele foi encaminhado novamente para a unidade onde permanece preso.