Diretor-geral da PRF convoca efetivo para desobstruir rodovias, mas não detalha operação

Diretor-geral da PRF convoca efetivo para desobstruir rodovias, mas não detalha operação
Silvinei Marques não detalhou como seria essa operação de desobstrução, nem estabeleceu prazos ou critérios para a liberação das vias

Após a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, o diretor-geral da PRF, Silvinei Marques, suspendeu folgas e determinou o emprego de todo o efetivo do órgão para desobstruir as rodovias federais interditadas por bolsonaristas inconformados com o resultado do pleito deste ano.

Apesar da determinação, Marques não detalhou como seria essa operação de desobstrução, nem estabeleceu prazos ou critérios para a liberação das vias.

“Tendo em vista a necessidade de aplicação do máximo efetivo policial para a garantia da livre circulação nas rodovias federais, sob responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal, determino que sejam suspensas atividades especiais (administra­vas) não essenciais bem como as folgas para compensação de horas de todos os policiais rodoviários federais”, escreve Marques.

Leia na íntegra o despacho do diretor-geral da PRF

Fonte: o antagonista

Garcia pede que Bolsonaro reconheça derrota das urnas

O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB; foto), se valeu de uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (1º) para pedir ao presidente Jair Bolsonaro que reconheça a derrota nas eleições deste domingo (30). 

“Nós já reconhecemos a vitória do presidente Lula, e todos nós aguardamos que a democracia e a boa política no Brasil façam com que aqueles que ganhem as eleições sejam cumprimentados e aqueles que percam reconheçam sua derrota, e é isso que todos nós esperamos do presidente Bolsonaro”, disse Garcia – que deu apoio “incondicional” a Bolsonaro no segundo turno.

Ele continuou: “Existe um resultado soberano das urnas, se houver questionamento, que se faça dentro do Estado Democrático de Direito, mas nós temos um presidente eleito que é o Lula.”

Bolsonaro já não tuíta ou se manifesta há dois dias, desde antes do fechamento das urnas.

 

Fonte: o antagonista

Moraes libera PMs a desbloquear vias federais, estaduais ou municipais, multar e prender responsáveis

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (1º) que as polícias militares dos estados desobstruam as estradas bloqueadas no país e identifiquem os responsáveis pelos bloqueios.

Segundo balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), há bloqueios em 227 rodovias federais. Desde o último domingo (30), apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) passaram a impedir o fluxo em vias por todo o país contra o resultado das eleições.

Nesta segunda (31), Alexandre de Moraes já havia determinado às polícias que adotassem as medidas desnecessáriaspara desbloquear as vias.

“As polícias militares dos Estados possuem plenas atribuições constitucionais e legais para atuar em face desses ilícitos, independentemente do lugar em que ocorram, seja em espaços públicos e rodovias federais, estaduais ou municipais, com a adoção das medidas necessárias e suficientes, a critério das autoridades responsáveis dos Poderes Executivos Estaduais, para a imediata desobstrução de todas as vias públicas que, ilicitamente, estejam com seu trânsito interrompido, com o resguardo da ordem no entorno e, principalmente, à segurança dos pedestres, motoristas, passageiros e dos próprios participantes do movimento ilegal que porventura venham a se posicionar em locais inapropriados nas rodovias”, escreveu o ministro na decisão.

“[E] identifiquem eventuais caminhões utilizados para bloqueios, obstruções e/ou interrupções em causa, e que remeta imediatamente a juízo, para que possa ser aplicadas aos respectivos proprietários multa horária de R$ 100.000,00 (cem mil reais) e prisão em flagrante delito daqueles que estiverem praticando os crimes”, acrescentou.

Fonte: G1

Gleisi diz que Lula vai indicar coordenador da transição nesta terça-feira

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann disse ao blog que Lula (PT) vai indicar o nome do chefe da transição ainda nesta terça-feira (1º).

Na segunda-feira (31), ela manteve conversas com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, que, segundo ela, afirmou que a pasta está pronta para iniciar a transição.

“Ciro disse que estão preparados para fazer a transição, aguardando apenas os nomes. Que o Centro Cultural Banco do Brasil está à disposição. Temos direito a 50 nomes e, hoje, vamos bater o martelo sobre quem vai comandar”.

 

Ciro Nogueira não se manifestou publicamente sobre o assunto até aqui.

As negociações de bastidor entre o PT e integrantes do governo Bolsonaro contrastam com a postura do próprio presidente da República, que tem se recusado a se pronunciar publicamente sobre a derrota nas eleições, passadas mais de 30 horas da divulgação do resultado e do reconhecimento dele pelos chefes de outros Poderes e líderes nacionais.

Não custa lembrar que, quando perdeu em 2018, o petista Fernando Haddad ligou para Bolsonaro ainda na noite do domingo do segundo turno.

Segundo o blog apurou, o comitê de Lula prefere que o chefe da transição de Bolsonaro seja alguém da política – e não o ex-ministro da Defesa e candidato a vice Braga Netto, como foi cogitado por aliados de Bolsonaro.

Na reunião do Alvorada na segunda, Bolsonaro, inclusive, foi aconselhado a não indicar Braga Netto pelo perfil hostil e sem interlocução com outros Poderes.

Fonte: G1

Ministro da Justiça determina reforço de efetivo para liberar rodovias

O ministro da Justiça, Anderson Torres, afirmou na noite desta segunda-feira (31) que determinou “um reforço de efetivo” para liberar rodovias paralisadas por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).

“Situação das paralisações nas estradas sendo monitorada minuto a minuto pela PRF e PF”, publicou Torres no Twitter na noite desta segunda (31).

“Acabo de determinar um reforço de efetivo, e de meios de apoio, a todas as ações possíveis para normalização do fluxo nas rodovias, com a brevidade que a situação requer”, acrescentou.

Fonte: O Antagonista

 

Protesto contra o resultado das eleições bloqueia BR-101, em Parnamirim, nos dois sentidos


Um protesto contra o resultado das eleições bloqueou a BR-101, em Parnamirim, na Grande Natal, nos dois sentidos. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o bloqueio começou por volta das 23h25 desta segunda-feira (31), no KM 104 da rodovia, e segue nesta manhã de terça-feira (1).

A PRF orienta os motoristas que para evitar o bloqueio desviem por dentro da cidade de Parnamirim. Devido a essa alternativa, ruas no interior da cidade e próximas à rodovia federal registram trânsito intenso nesta manhã.

O movimento registrado no RN se repete em outros estados do Brasil. Desde esta segunda-feira, caminhoneiros bolsonaristas ocuparam trechos de rodovias em estados do país em protesto contra a derrota do presidente Jair Bolsonaro na eleição para Luiz Inácio Lula da Silva do último domingo.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite desta segunda-feira que a PRF e as polícias militares dos estados tomem ações imediatas para desobstrução de vias ocupadas ilegalmente.

Nas primeiras horas desta terça-feira, outros ministros da Suprema Corte brasileira acompanharam Moraes e formaram maioria para confirmar a decisão individual do magistrado.

Fonte: G1 RN

Celebração da saudade e do amor

Padre João Medeiros Filho

Deus enxugará toda lágrima de seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto nem dor, porque as coisas de antes passaram” (Ap 21,4). Sábio versículo do Apocalipse de João, de consolo e esperança para os cristãos.  Na comemoração de Finados, a saudade reina em toda parte. Também experimentamos a morte, quandoperecem nossos sonhos e ideais. Não percamos o sentido da existência, mesmo cônscios da certeza da partida.Finados é dia de enxugar o pranto. Chorar é próprio de quem ama.

Buscaremos conforto, redimensionando a saudade,revalorizando nossas raízes, famílias e amizades. Somos convidados a reformular as redes de nossos afetos,ressuscitar os tecidos mortos das relações interpessoais ebuscar a felicidade ensinada por Jesus Cristo. Por isso, importa transformar nossa casa em templo, a mesa em altar, a conversa em alegria e a convivência em alimento espiritual. É indispensável fazer da família um recanto deamor e diálogo, vida e renovação. Talvez assim sejapossível suavizar as lágrimas. Isso poderá acontecer, se tornarmos nosso lar em sacrário da ternura, tabernáculo de Deus. O Verbo foi concebido numa pequena residência deNazaré (Lc 1, 31). Em moradias simples aconteceram a última ceia (Mc 14,15) e as primeiras missas (At 2, 42). Ali, a fé era celebrada e vivida.

 Não se deve temer a morte. Ela não é o fim, mas a porta de entrada na Vida. Não morramos de temor, mas de amor, como fizera o Mestre. Urge abrir as janelas da almapara arejar melhor nosso interior com a mística dos bens divinos. É importante também ser mais compassivo e esperançoso com este mundo adoecido. Necessita-se plantar mais sementes de vida e esperança, empatia e apreço mútuo. É preciso amar profundamente a Deus e ao próximo, acreditando na eternidade.  Assim, não existirão dor e plangido que não sejam consolados

O medo de morrer impede-nos a descoberta da beleza da existência. Tentamos superar o sentimento de perda. Entretanto, ignoramos o outro lado, no qual o Onipotente revela e promete a grandeza da realidade espiritual, que ultrapassa os limites terrenos. Sentimos dificuldade em acreditar nas palavras do prefácio da missa de réquiem: “Aos vossos fiéis, Senhor, não é tirada a vida, mas transformada.” Os teólogos dos primeiros séculos do cristianismo referem-se à morte como a quebra do casulo para que possamos alçar o voo definitivo. Às vezes, queremos ficar presos a esse invólucro e perdemos as maravilhas da liberdade de quem parte para Deus, que nos concede “a vida em plenitude” (Jo 10, 10) pelo seu Filho, encarnação e ícone do perdão misericordioso do Pai.

A celebração desta data deve ser também, simbolicamente, aquela de nossas perdas cotidianas. Certos sofrimentos, decepções, tristezas e derrotas têm o sabor de morte. Mas, o Senhor não nos deixa relegados ao desespero. Pode-se comprovar na história do povo bíblico, em seus exílios e na travessia do deserto. Por outro lado, nesse dia comemora-se igualmente nossa ressurreição ou vitória, oriunda de nossa . Com Deus não corremos perigos e podemos alimentar a chama da esperança. Os tormentos do tempo presente não têm proporção com a glória futura” (Rm 8, 18), assevera-nos o apóstolo Paulo. O Criador reserva-nos o inimaginável, que supera de longe nossas dificuldades e agruras.

O Dia de Finados leva-nos à certeza de uma fé que nos fortalece e anima. Nesse dia, dedicamo-nos a reverenciar a memória daqueles que amamos, apesar de fisicamente invisíveis. O vazio corpóreo e cronológico é preenchido pela força da graça cristã. A liturgia da Igreja coloca-nos numa atitude de escuta silente daqueles que marcaram nossa história. A solenidade dessa data propõe-nos um encontro transcendente, em que nos reunimos para ouvir na quietude interior aqueles que (hoje no reino celestial) nos alegraram e fortaleceram para desfrutar o dom da existência. Para Santo Agostinho, a morte é a aurora da eternidade!” Confiemos nas palavras de Cristo: “Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá para sempre” (Jo 11, 25).

Jean é cotado para presidência da Petrobras e Eletrobras

 

O gesto político do senador Jean Paul Prates (PT), quando se incorporou 100% ao projeto político da governadora, cedendo seu espaço político no Senado Federal para o ex-prefeito Carlos Eduardo e com um currículo invejável, além de uma capacidade de dialogar com o congresso nacional quando o assunto é energia, gás e petróleo lhe coloca na lista dos favoritos para assumir a presidência da Petrobras ou Eletrobras no terceiro mandato presidencial de Lula (PT).

O senador Jean não fala sobre o assunto, mas a grande imprensa já ventila essa possibilidade. Um outro nome forte é José Sérgio Gabrielli.

Jean Paul já esteve com Lula logo depois da vitória e só lembrando, o senador potiguar é o grande conselheiro na área energética e também é um crítico da atual política de preços da
Petrobras. O presidente eleito gosta desse perfil Jean.