Estudantes da Escola Luiz França, em Serrinha, visitam Prefeitura de São Gonçalo


Estudantes da Escola Municipal Luiz de França, em Serrinha de Cima, visitaram a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante nesta manhã. A visita faz parte do projeto “São Gonçalo do Amarante: descubra”, idealizado pelo professor Wanderson Bandeira e realizado com os estudantes do 3º ano.

Segundo Wanderson, o intuito da atividade é despertar nas crianças o espírito de valorização da cultura, saberes e valores do município. Além das instalações da prefeitura, os alunos já estiveram no Aeroporto Internacional Aluísio Alves e Museu Municipal, e devem ir em outros pontos turísticos e históricos, como a estátua do Galo Branco e o Monumento aos Mártires, em Uruaçu.

Durante a visita a Prefeitura, os estudantes puderam conhecer o gabinete civil. Eles foram recebidos pelo prefeito Eraldo, além do secretário do gabinete civil, Abel Neto, e o chefe de gabinete, Neto Xavier.

Partido Verde do RN reelege Milklei Leite presidente da legenda

 

Dirigentes estaduais reuniram-se ontem (25) em Natal. Milklei continua no comando até 2025.
 
O vereador de Natal, Milklei Leite, foi reconduzido ao cargo de presidente do Partido Verde até janeiro de 2025.
Maurício Gurgel e Rivaldo Fernandes são os vices.
Estiveram presentes os membros do diretório estadual.
Os deputados da legenda, Eudiane Macedo, Vivaldo Costa, Hermano Morais e George Soares levaram falta, mas justificaram suas ausências.
Somente George Soares topou compor a direção.
Em tempo: o presidente de Honra e vice-presidente do PV, o experiente Rivaldo Fernandes discursou, elogiou a gestão Milklei e apontou o crescimento responsável da legenda, prevendo um partido maior ainda nos próximos anos.
Fonte: blog do cyrillo

STF rejeita acusação contra Aécio por propinas de R$ 65 milhões

STF rejeita acusação contra Aécio por propinas de R$ 65 milhões
O ministro Edson Fachin classificou a denúncia da PGR como “genérica”; caso foi analisado pelo plenário virtual

O Supremo Tribunal Federal rejeitou nesta sexta-feira, por unanimidade, a denúncia contra o deputado Aécio Neves(foto) por corrupção e lavagem de dinheiro na época em que foi governador de Minas Gerais.

A Procuradoria-Geral da Repúblicaacusou o tucano de receber R$ 65 milhõesem propinas da Odebrecht e da Andrade Gutierrez para defender interesses das empreiteiras na participação da construção da usina de Santo Antônio, no rio Madeira.

O julgamento terminou nesta sexta-feira, 25, no plenário virtual.

O ministro Edson Fachin, relator do caso, classificou a denúncia como “genérica” e disse que a PGR não conseguiu provar como Aécio Neves teria usado sua atuação política em favor das empreiteiras.

Fachin afirmou ainda que a acusação “não aponta, dentre as atribuições do cargo de Governador de Estado, quais seriam os atos passíveis de negociação no interesse das sociedades empresárias consorciadas, em especial no contexto dos procedimentos licitatórios das Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau”.

O ministro apontou ainda que a própria PGR reviu seu posicionamento e passou defender a rejeição da denúncia que ela mesma apresentou.

Em nota, o advogado Alberto Zacharias Toron, que atua na defesa de Aécio, afirmou que, “apesar da importante decisão da Justiça que repõe a verdade, é irrecuperável o dano causado à reputação de pessoas públicas quando se dá ares de veracidade a depoimentos de delatores sem qualquer comprovação, que mentem na busca da absolvição de seus próprios crimes”.

Fonte: o antagonista

AUTORIDADES MARCADAS PARA MORRER PELO PCC EM SÃO PAULO

PCC gastou R$ 640 mil em plano para matar membros de MP, PF e Polícia Civil

Bilhetes apreendidos com um preso na Penitenciária de Avaré (SP) indicam que o PCC (Primeiro Comando da Capital) gastou R$ 640 mil em um plano para cometer atentados contra autoridades do MP-SP (Ministério Público Estadual), Polícia Federal e Polícia Civil de São Paulo.
 
Segundo consta nas mensagens, os alvos são um promotor de Justiça, um delegado da Polícia Federal, um delegado da Polícia Civil que atua na região da Cracolândia, na capital paulista, e outro delegado amigo deste último, responsável por investigações sobre facções criminosas.
 
Policiais penais apreenderam quatro bilhetes na cela do preso. Um deles traz o total de “investimentos” feitos pelo PCC para colocar em prática as ações terroristas. Os nomes dos alvos dos ataques aparecem em números, mas foram decodificados e identificados pela inteligência do sistema prisional.

 
Em um dos bilhetes há informações de que o PCC gastou R$ 100 mil em drones para monitorar e espionar as autoridades ameaçadas. Outros R$ 80 mil foram usados na compra de passagens áreas para os criminosos escolhidos pela facção para pôr em prática os ataques.
 
Há menções ainda de que foram desembolsados mais R$ 50 mil com carros e R$ 130 mil com o aluguel de um apartamento em uma cidade do interior, na região Oeste do estado, onde mora um dos alvos. Mais R$ 30 mil foram gastos com a locação de uma casa no Noroeste paulista.
 
No final do bilhete consta que R$ 250 mil foram usados na aquisição de bananas de dinamite e C4, um explosivo usado por grupos terroristas internacionais com forte poder de destruição.
 
Em outra mensagem um faccionado do PCC reclama da demora na realização dos atentados, planejados para 2018, diz que a facção está com arsenal de guerra e não deu um tiro e pergunta: “Por que não foram estourados os fogos?”, ou seja, por que as autoridades ainda não foram assassinadas.
 
O faccionado adverte que se não forem tomadas providências com urgência, ele vai pedir ajuda para os amigos de outro estado. As autoridades desconfiam que “essa ajuda” pode ser de integrantes do PCC radicados na região Centro-Oeste do país.
 
Dinamite e explosivo C4 Em outro trecho, o faccionado diz compreender a dificuldade para atacar os representantes do Ministério Público e da Polícia Federal, mas relata que em relação aos dois delegados da Polícia Civil de São Paulo, não haveria problemas em concretizar tal ação.

 
Segundo o faccionado, qualquer dependente químico poderia atacar o delegado que atua na Cracolândia: “Basta colocar um noia para apagar o farol dele”, diz uma linha do bilhete.
 
O autor da mensagem afirma ainda que o PCC recebeu pedaços de C4 e explica que são poucos os integrantes da facção criminosa que sabem manipular o explosivo. Ele pede as faccionados para que “instruam uma amiga a manusear o material” e encerra dizendo que “assim que tivermos o retorno vamos por os planos em ação”.
 
O preso flagrado com os bilhetes na cela foi trazido para São Paulo e ouvido no Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), unidade da Polícia Civil.
 
Ele negou a posse das mensagens, disse não saber nada a respeito, afirmou não pertencer a nenhuma facção criminosa e se comprometeu em colher material gráfico para tentar provar que não é o autor dos manuscritos.
 
O prisioneiro pode ser denunciado pelo Ministério Público à Justiça pelos crimes de ameaça e associação à organização criminosa. E também corre o risco de ser transferido para um presídio federal.
 
A reportagem não conseguiu contato com os advogados do preso, mas publicará na íntegra a versão dos defensores dele assim que houver uma manifestação.
Fonte:   UOL