Assinada ordem de serviço para pavimentação de ruas no bairro Santa Terezinha

As ruas Allan Veríssimo e Mestre Pedro Guajiru, no bairro Santa Terezinha, serão pavimentadas pela Prefeitura de São Gonçalo. A ordem de serviço foi assinada nesta manhã de quinta-feira (24), pelo prefeito Eraldo.

São mais de 4,5mil m² de ruas calçadas em paralelepípedo pelo método tradicional. A obra vai garantir mais mobilidade e infraestrutura para região. Além da pavimentação, também está incluso a construção de calçadas nas vias já mencionadas, bem como nas ruas Carmelita Cabral e São Cristóvão.

O Santa Terezinha tem recebido diversos investimentos em pavimentação nos últimos meses. Em junho e setembro deste ano foram assinadas outras duas ordens de serviços, garantindo o calçamento de oito ruas no bairro.

Fonte: prefeitura de São Gonçalo do Amarante

Violência surda


Reprodução

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay

A irresponsabilidade golpista do Presidente passou de todos os limites. Desde o fim das eleições, o país está envolto em boatos e movimentações que tentam desestabilizar a Democracia. De tão caricaturais, beiram o ridículo, mas, ainda assim, ocupam o imaginário popular e levam insegurança para as pessoas. A cena dos bolsonaristas tentando contato com extraterrestres retrata bem o grau de insanidade desses seres teratológicos. A tentativa vulgar de questionar as urnas eletrônicas atingiu o ápice: a retórica agora é a de que apenas o resultado do segundo turno deve ser anulado. No primeiro turno, quando foram eleitos governadores, senadores e deputados bolsomínions, os hipócritas defendem a legalidade do pleito. É muito baixo nível, além de tudo cansa.

O PL tenta, no Tribunal Superior Eleitoral, uma esdrúxula “Representação Eleitoral para Verificação Extraordinária” com a finalidade de anular o resultado da eleição presidencial. É óbvio que o livre acesso ao judiciário é um dos pilares do regime democrático, mas torna-se necessário apontar que o absurdo deveria ter limite. É exatamente em nome de uma falsa ideia de Democracia que esses golpistas insistem em dilacerar a estabilidade institucional.

Com uma oratória banal e rasa, insistem em fustigar a Constituição e criam uma sensação de pânico ao ocuparem as estradas, as ruas e o noticiário. Um bando de desocupados a serviço de grupos golpistas que devem ser responsabilizados. Há uma evidente tentativa de ruptura institucional. Parece inquestionável que um movimento organizado, com financiadores capitalizados, busca desestabilizar a Democracia.

A repercussão internacional da vitória do Lula – uma incrível e emocionante receptividade dos governos mundo afora -, que deveria apenas comprovar a legitimidade das eleições, parece que humilhou os idiotas e abriu um fosso ainda maior. O mundo despreza solenemente a trupe bolsonarista. A civilização não aguenta mais ter que conviver com esse tipo de gente. A baixaria não deveria incomodar, mas, quando ela está representada pelo poder da Presidência da República, é evidente que certa desestruturação ocorre.

É necessário conter tanta insanidade. Mais uma vez, o país deposita seu futuro no Poder Judiciário. Mas já é hora do Congresso Nacional, da classe política, dos empresários, da sociedade civil e de todos que têm compromisso com a democracia darem um basta em tanta irresponsabilidade. Não é possível acolher e abrigar esses movimentos teratológicos. Já passa da hora de voltarmos a cuidar da normalidade democrática.

Venho defendendo que o Brasil só estará seguro se, com o devido respeito às regras constitucionais e aos direitos e garantias individuais, nós fizermos o enfrentamento e a responsabilização de todos os crimes cometidos durante o governo que agoniza. Se vingar um pacto de proteção a esse grupo, nós não encontraremos a necessária paz social.

Esse movimento irracional de extrema instabilidade é fruto exatamente da sensação de impunidade que embala os grupos golpistas. É difícil defender que, de alguma maneira, o Direito Penal pode servir como anteparo para a Democracia. Mas, neste momento, faz-se necessário restabelecer a normalidade institucional. É urgente sermos intolerantes com os intolerantes. Até porque eles agem com a violência surda que corrói as instituições, que subjuga a inteligência e que, de maneira insidiosa, se espalha pelo imaginário popular de um bando de cretinos que acreditam ser a Ditadura um direito em nome da Democracia.

Lembrando-nos de Bertolt Brecht, no poema Os Medos do Regime, “Um estrangeiro, voltando de uma viagem ao Terceiro Reich, ao ser perguntado quem realmente governava lá, respondeu: o medo.” “Porque temem tanto a palavra clara?”, pergunta-se Brecht.

Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay

Fonte: poder 360

Relatório técnico do TSE desmonta tese do PL

Relatório técnico do TSE desmonta tese do PL
Documento que baseou decisão de Alexandre de Moraes aponta o Código de Carga como meio de identificação das urnas, confirmando o publicado por O Antagonista

A decisão de Alexandre de Moraes, que rejeitou o pedido do PL sobre revisão das urnas e condenou o partido ao pagamento de R$ 22,9 milhões, é baseada numa análise técnica do TSE sobre as alegações do partido. O relatório assinado pelo secretário de Tecnologia da Informação, Júlio Valente da Costa Júnior, confirma o que O Antagonista publicou mais cedo sobre o uso do Código de Carga para identificação da urna.

“Do ponto de vista lógico, a identificação das urnas depende de terem sido preparadas para eleições. Nesse sentido, esclarece-se que nem todas as urnas eletrônicas são utilizadas nas eleições. Aquelas que são utilizadas recebem uma carga de dados e programas. Isso ocorre em cerimônia pública (Res. TSE 23.669, artigos 83 a 90). Essa carga gera um código que identifica que a urna em questão foi preparada para uma determinada seção eleitoral naquela cerimônia específica. Esse código de carga é o que identifica não somente a urna eletrônica, como também o momento de sua preparação e a seção em que recebeu votos.”

Veja a identificação do Código de Carga no log da urna:Captura de Tela 2022 11 23 as 20.54.33 1

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Fonte: o antagonista

Tarifa de energia deve subir, em média, 5,6% no ano que vem, calcula Aneel

Tarifa de energia deve subir, em média, 5,6% no ano que vem, calcula Aneel
Foto: Divulgação/Aneel

A tarifa de energia deve subir, em média, 5,6% no ano que vem, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A estimativa foi encaminhada ao grupo de Minas e Energia do governo de transição.

O impacto, porém, vai variar conforme cada distribuidora de energia. As projeções da Aneel (foto) apontam que sete distribuidoras devem ter reajuste superior a 10%; 15 distribuidoras com reajuste entre 5% e 10%; 17 distribuidoras devem ter reajuste entre 0% e 5% e 13 distribuidoras devem ter reajuste inferior a 0%.

As diferenças ocorrem devido aos custos de compra, transmissão e distribuição de energia, que variam conforme cada distribuidora, além de eventual crédito tributário que a empresa possa ter direito.

Fonte: o antagonista