Focus: mercado eleva estimativa de inflação pela 4ª vez seguida

Focus: mercado eleva estimativa de inflação pela 4ª vez seguida
Projeção para este ano passou de 5,82% para 5,88%, de acordo com relatório divulgado pelo BC; previsão de alta do PIB subiu de 2,77% para 2,80%

O mercado financeiro elevou de 5,82% para 5,88% a estimativa de inflação para este ano, de acordo com o novo relatório Focus, divulgado hoje pelo Banco Central. Trata-se da quarta alta seguida.

A meta de inflação para este ano é de 3,5% e será considerada cumprida se ficar entre 2% e 5%. O Banco Central vê chance grande de estouro da meta em 2022, assim como ocorreu no ano passado. Em relação a 2023, a projeção de inflação subiu de 4,94% para 5,01%.

Ainda segundo o Focus, o mercado financeiro elevou de 2,77% para 2,80% a estimativa de crescimento do PIB neste ano. Já para 2023, a previsão de crescimento ficou estável em 0,70%.

A expectativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, também segue no mesmo patamar, em 13,75% ao ano no fim de 2022.

 

Fonte: o antagonista

Urgente: Lula recebe alta após procedimento médico em SP

Lula é internado e passa por cirurgia às pressas; VEJA BOLETIM MÉDICO
Ontem, o presidente eleito foi submetido a uma laringoscopia no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para retirada de lesões na prega vocal esquerda
Lula recebeu alta nesta segunda-feira (21) após passar por procedimento médico no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no domingo.

Segundo boletim médico divulgado há pouco, o presidente eleito foi submetido a uma laringoscopia para retirada de leucoplasia da prega vocal esquerda e não foram detectados sinais de câncer.

No dia 12 de novembro, Lula passou por uma série de exames de rotina que revelaram a presença de lesões que se manifestam como placas brancas nas superfícies da mucosa oral.

Fonte: o antagonista

Da derrubada de árvores a documentos fraudados: câmeras escondidas mapeiam caminho da madeira extraída ilegalmente na Amazônia

O que você vai ver na reportagem especial do Fantástico é o resultado de nove meses acompanhando operações da Polícia Federal e do Ibama em sete terras indígenas ou TIs, como são chamadas. E conhecer por dentro como são flagrados e combatidos os invasores dessas áreas protegidas.

Uma reportagem que usou tecnologia de rastreamento por satélite e celular e câmeras acionadas por movimento para seguir o caminho da madeira e revelar um esquema que movimenta milhões na Amazônia.

As operações que o Fantástico registrou se estenderam por mais de três mil quilômetros dentro das TIs. As terras indígenas ocupam quase 14% do território brasileiro. São 610 Tis – a maioria na Amazônia. E funcionam como fortalezas para conter a destruição da floresta.

“Os índices de proteção são superiores dentro das terras indígenas quando você compara fora das terras indígenas”, diz o pesquisador do Instituto Socioambiental Antonio Oviedo.

 

A conclusão é de um estudo do Instituto Socioambiental, que analisou o uso das terras protegidas da Amazônia como um todo nos últimos 35 anos.

“A Amazônia brasileira já perdeu perto de 20% da cobertura florestal. As terras indígenas nesse mesmo período perderam um pouco mais de 1%, o que mostra que as terras indígenas como um potencial muito importante pra proteção da natureza e para o cumprimento de acordo globais que o Brasil tem assumido”, diz o pesquisador.

 

Um potencial ameaçado. Nos últimos três anos, o desmatamento nas TIs cresceu 130%, comparado ao triênio anterior.

Fonte: G1

Saiba como a maioria republicana na Câmara dos Representantes pode atrapalhar o governo Biden

Saiba como a maioria republicana na Câmara dos Representantes pode atrapalhar o governo Biden

Foto: LEAH MILLIS/REUTERS.

O Partido Republicano conquistou o controle da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos com pelo menos 218 das 435 cadeiras da Casa. A vitória atrapalha os planos do presidente Joe Biden nos próximos dois anos, já que os conservadores poderão combater sua agenda de governo.

Apesar da pequena maioria, os republicanos terão poder suficiente para supervisionar a gestão atual. Eles prometeram realizar investigações sobre a condução da pandemia pelo governo democrata e sobre a retirada americana do Afeganistão, em 2021.

Com a nova configuração, os democratas devem enfrentar dificuldades para aprovar projetos importantes. Em particular, com a nova maioria, os conservadores deram sinais de que vão reconsiderar os recursos destinados ao Fisco para contratar novos agentes e certas reformas no âmbito da educação.

A direita também pode ser mais exigente com a ajuda de Washington à Ucrânia. Ainda promete atacar o direito ao aborto e legislar sobre armas de fogo, o que forçaria Biden a usar sua prerrogativa de veto.

Em última instância, o presidente terá que utilizar suas habilidades de negociação para evitar uma interrupção dos serviços do governo federal, o chamado shutdown, quando verbas ficam paralisadas devido à falta de votação do Orçamento no Congresso.

Além disso, a Câmara republicana poderá discutir o impeachment de Biden e de sua vice, Kamala Harris, além de retomar as alegações de que o presidente favoreceu seu filho Hunter Biden, que atuava em uma empresa de gás natural ucraniana, enquanto ele era mediador do conflito pela península da Crimeia.

O republicano Kevin McCarthy ganhou a eleição por voto secreto para liderar seu partido na Câmara dos Representantes, o que deve permitir que ele se torne presidente da Casa a partir de janeiro.

O congressista californiano de 57 anos, membro do alto escalão republicano na Câmara desde 2014, derrotou seu correligionário Andy Biggs, membro do grupo de extrema direita Freedom Caucus.

Ele deve vencer a votação no plenário do dia 3 de janeiro, quando os 435 novos membros da Câmara dos Deputados, republicanos e democratas, escolherão o speaker (presidente), o terceiro cargo mais importante na política americana depois do presidente e vice-presidente.

“Estaremos preparados para fazer com que a administração Biden preste contas desde o primeiro dia”, disse Kevin McCarthy, após Nancy Pelosi anunciar que deixará de liderar os democratas na Câmara.

Créditos: Portal R7.