Urgente: em relatório ao TSE, Ministério da Defesa não identifica fraude nas urnas e apenas sugere recomendações

Urgente: em relatório ao TSE, Ministério da Defesa não identifica fraude nas urnas e apenas sugere recomendações
General Paulo Sérgio diz que “não é possível afirmar que o sistema eletrônico de votação está isento da influência de um eventual código malicioso”

O Ministério da Defesa apresentou, na noite desta quarta-feira (9), o relatório com a análise das forças Armadas sobre o sistema de votação eletrônico brasileiro. O documento de 63 páginas, obtido em primeira mão por O Antagonista, não traz provas de fraude eleitoral, mas aponta fragilidades de segurança e recomenda ajustes.

“Primeiro, foi observado que a ocorrência de acesso à rede, durante a compilação do código-fonte e consequente geração dos programas (códigos binários), pode configurar relevante risco à segurança do processo. Segundo, dos testes de funcionalidade, realizados por meio do Teste de Integridade e do Projeto-Piloto com Biometria, não é possível afirmar que o sistema eletrônico de votação está isento da influência de um eventual código malicioso que possa alterar o seu funcionamento”, diz o documento, assinado pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

O general solicita ao TSE que atenda às sugestões dos técnicos militares no sentido de “realizar uma investigação técnica para melhor conhecimento do ocorrido na compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos; e promover a análise minuciosa dos códigos binários que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas”.

Oliveira sugere a criação de uma comissão específica, integrada por “técnicos renomados da sociedade e por técnicos representantes das entidades fiscalizadoras”.

e-mail ao TSE

“Em face da importância do processo eleitoral para a harmonia política e social do Brasil, solicito, ainda, a essa Corte Superior considerar a urgência na apreciação da presente proposição. Por fim, reafirmo o compromisso permanente do Ministério da Defesa e das Forças Armadas com o Povo brasileiro, a democracia, a liberdade, a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem.”

Fonte: o antagonista

Derreteu: Maioria dos eleitores não quer que Biden seja candidato em 2024


Mais de dois terços dos eleitores dos candidatos à Câmara não querem que o presidente Joe Biden concorra à reeleição em 2024, de acordo com os primeiros resultados da pesquisa nacional realizada em meio às eleições de meio de mandato para a CNN e outras redes de notícias pela Edison Research.

Mais de sete em cada 10 eleitores independentes e cerca de nove em cada 10 eleitores republicanos disseram que não querem que Biden esteja na campanha presidencial de 2024. Menos de seis em cada 10 eleitores democratas acharam que ele deveria concorrer.

Pouco menos de seis em cada 10 eleitores independentes têm uma visão desfavorável de Biden, e quase a mesma parte desaprova o trabalho que ele está fazendo como presidente. Apenas um em cada 10 eleitores democratas tem uma visão desfavorável do presidente e desaprova um pouco mais seu desempenho no trabalho.

Mais de nove em cada 10 eleitores do Partido Republicano têm uma visão desfavorável de Biden e desaprovam o trabalho que ele está fazendo.

Fonte: Terra Brasil notícias

Mercado digere nomes na transição de Lula; Bancos movimentam bolsa

Mercado digere nomes na transição de Lula; Bancos movimentam bolsa
Avanço das discussões sobre como serão adequadas as despesas extras previstas pelo novo governo também estão no radar dos investidores

Os investidores devem reagir no pregão de hoje aos nomes indicados para a equipe de transição do governo Lula para o grupo que vai tratar das questões econômicas. Ontem, durante o anúncio dos integrantes, o mercado se assustou ao ver o nome de Guido Mantega na lista e zerou os ganhos da sessão. Informações posteriores, no entanto, indicaram o ex-ministro no grupo do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Foram confirmados os nomes de Pérsio Arida, André Lara Resende, Nelson Barbosa e Guilherme Mello para a economia. De acordo com Geraldo Alckmin, coordenador da transição, os integrantes podem ou não ocupar cargos no novo governo a partir de janeiro.

Ainda na seara política, o mercado aguarda a definição dos planos econômicos para o próximo mandato. Alckmin declarou ontem que a solução deve passar pela aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) e que o martelo deve ser batido hoje.

No cenário corporativo, os resultados dos bancos devem movimentar o Ibovespa hoje. Ontem após o fechamento, o Bradesco divulgou resultados abaixo do esperado pelo analistas, seguindo a performance ruim de Santander no terceiro trimestre. Hoje, após o pregão, será a vez de Banco do Brasil apresentar o balanço, e, amanhã, Itaú. Os bancos sozinhos responde por cerca de 17% do Ibov.

No exterior, a atenção voltada para os resultados das eleições de meio de mandato, com a chance de a oposição ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, poder ganhar controle do Senado e da Câmara dos Deputados por lá. Parte do mercado entende que uma maioria Republicana pode ajudar a conter alguns dos planos de gastos previstos por Biden.

Agra pela manhã, os futuros de Wall Street operavam em leve queda, com o S&P 500 em -0,22% e o Nasdaq100 em -0,18%. O EuroStoxx 600. na Europa, também negociava no vermelho em -0,57%.

Fonte: o antagonista

Deputado que teve conta no Twitter derrubada pelo TSE pede GLO para garantir liberdade de expressão


Após ter a sua conta no Twitter bloqueada por ordem judicial, o deputado federal José Medeiros (PL-MT) afirmou que protocolou um pedido de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ao Exército Brasileiro, na noite desta terça-feira (8).

Medeiros afirmou que sempre questionou a legitimidade do ministro Alexandre de Moraes (presidente do TSE) de conduzir o processo eleitoral, mas ressaltou que a Constituição lhe garante o direito de se expressar. “Ele deveria ter se declarado impedido pela ligação que ele tinha com um dos candidatos. Foi isso que eu disse. Agora, eu tenho o direito de dizer isso”, disse o parlamentar.

O vídeo foi compartilhado no Twitter pelo deputado federal General Girão Monteiro (PL-RN), que endossou o clamor de Medeiros por liberdade. “Os que aplaudem a censura alheia, em breve, serão as próximas vítimas”.

Os parlamentares Nikolas Ferreira, Major Vitor Hugo, Carla Zambelli e Coronel Tadeu, todos do Partido Liberal (PL), também tiveram suas contas derrubadas nas redes sociais nos últimos dias.

A censura não se limita a parlamentares. Influenciadores e usuários comuns que levantaram questionamentos sobre o processo eleitoral ou críticas a ministros também estão sofrendo restrições no ambiente virtual. É o caso do youtuber Monark, que teve seu canal no Youtube bloqueado na tarde desta terça-feira (8) e do candidato a vice-presidente na chapa de Soraya Thronicke (União Brasil), Marcos Cintra.

A lista extensa de censurados inclui artistas, políticos e até uma juíza. A magistrada conservadora Ludmila Lins Grilo perdeu as contas nas redes sociais, por ordem judicial, em outubro. Já os cantores Zezé Di Camargo e Latino foram bloqueados no início de novembro.

Confira o vídeo de José Medeiros:

Fonte: Terra Brasil notícias

Primeiras urnas são fechadas em eleição que pode complicar governo Biden nos EUA


As primeiras urnas foram fechadas nas eleições norte-americanas de meio de mandato desta terça-feira (8), que determinarão se os republicanos ganharão o controle do Congresso dos Estados Unidos. Isso lhes daria o poder de bloquear grande parte da agenda do presidente Joe Biden nos próximos dois anos.

Preocupados com a alta inflação e a criminalidade, os eleitores estavam prontos para iniciar uma era de poder dividido em Washington, apesar dos avisos dos democratas sobre a erosão dos direitos ao aborto e o enfraquecimento das normas democráticas em caso de controle republicano do Congresso.

Uma pesquisa da Edison Research mostrou que a inflação e o aborto eram os principais problemas para os eleitores, com três de dez citando um ou outro como sua principal preocupação.

As primeiras urnas foram fechadas às 18h (horário de Brasília) no Kentucky.

Trinta e cinco cadeiras do Senado e todas as 435 vagas da Câmara dos Deputados estão em disputa. Os republicanos são amplamente favoritos para ganhar as cinco cadeiras de que precisam para controlar a Câmara, enquanto no Senado –atualmente dividido em 50-50, com os democratas detendo o voto de desempate da vice-presidente dos EUA, Kamala Harris– a disputa se resume a quatro Estados: Pensilvânia, Nevada, Geórgia e Arizona.

Com a votação em andamento, as autoridades norte-americanas disseram não ver uma “ameaça específica ou credível” para perturbar a infraestrutura eleitoral. Autoridades locais relataram problemas isolados em todo o país: uma ameaça de bomba na Louisiana, uma falta de cédulas no condado de Luzerne, na Pensilvânia, e um site fora do ar em Champaign County, Illinois.

No condado de Maricopa, no Arizona –um campo de batalha decisivo– as autoridades disseram que estavam no processo de consertar as máquinas de tabulação que não funcionavam e disseram que todo voto seria contado. O caso alimentou afirmações entre grupos da direita de que as falhas eram deliberadas.

“O povo não vai tolerar isso!!”, escreveu o ex-presidente Donald Trump no Truth Social, sua plataforma online, sem oferecer provas de fraude eleitoral.

Especialistas relataram novas teorias de conspiração espalhadas pelo Twitter, dias depois que a empresa demitiu metade de seus funcionários e de o novo proprietário da rede social, Elon Musk, endossar os republicanos.

Biden advertiu que centenas de candidatos republicanos fizeram eco às falsas alegações de Trump de que sua derrota em 2020 para Biden foi devido a uma fraude generalizada.

“Eles negam que a última eleição foi legítima”, disse Biden em um programa de rádio dirigido aos eleitores negros. “Eles não têm certeza de que vão aceitar os resultados a menos que ganhem”.

Muitos eleitores disseram que estavam motivados a votar pela frustração com a inflação, que, em 8,2%, está na taxa mais alta dos últimos 40 anos.

“A economia está terrível. Eu culpo o atual governo por isso”, disse Bethany Hadelman, que disse ter votado nos candidatos republicanos em Alpharetta, Geórgia.

O medo do aumento da criminalidade também foi um fator mesmo em áreas tradicionalmente de esquerda, como Nova York, onde a atual governadora democrata, Kathy Hochul, enfrenta um duro desafio do republicano Lee Zeldin.

“Temos criminosos que repetem constantemente os crimes. Eles vão para a cadeia e saem algumas horas depois ou no dia seguinte”, disse John Delsanto, de 35 anos, um assistente jurídico que disse ter votado em Zeldin.

Os resultados em disputas acirradas podem não ser conhecidos durante dias ou mesmo semanas.

Mais de 46 milhões de norte-americanos votaram antes do dia das eleições, seja pelo correio ou pessoalmente, de acordo com dados do Projeto Eleitoral dos EUA, e os funcionários eleitorais estaduais advertem que levará tempo para contar todas essas cédulas. O controle do Senado pode não ser conhecido até um possível segundo turno de 6 de dezembro na Geórgia.

No Congresso, uma Câmara controlada pelo Partido Republicano seria capaz de bloquear projetos de lei que tratam de prioridades dos democratas, como o direito ao aborto e a mudança climática. Os republicanos também poderiam iniciar um confronto sobre o teto da dívida da nação, o que poderia abalar os mercados financeiros, além de lançar investigações sobre a administração e a família de Biden.

Fonte: Terra Brasil notícias