
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a se manifestar sobre o caso envolvendo Luís Pablo e o ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão Raimundo Cutrim. Durante a sessão desta quinta-feira (13), no plenário da Corte, Dino reagiu às críticas ao Supremo relacionadas a uma suposta violação do sigilo da fonte.
Dino afirmou que ele e familiares foram alvo de monitoramento no Maranhão e comparou o episódio à perseguição sofrida por ministros do STF durante a ditadura militar. Segundo o ministro, antes dele, apenas um integrante da Corte e sua família teriam passado por situação semelhante.
Na sequência, citou pessoas que, segundo ele, tiveram envolvimento com o regime e atualmente fazem críticas ao Supremo em nome da liberdade. Dino defendeu que o debate considere o contexto histórico e as garantias constitucionais, como liberdade de imprensa, sigilo da fonte e independência judicial, que, afirmou, não deve ser alvo de intimidação.
Diário do Brasil Notícias
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