Um vídeo mostra o momento exato em que o servidor do TJRN, João Batista de Carvalho Neto, foi preso nesta quarta-feira (24), quando entrava em um condomínio de luxo em Natal. Ainda não se tem confirmação sobre o motivo exato do crime, mas o suspeito confessou confessou ser o autor.
A vítima foi encontrada morta em sua casa, em Assu, no Oeste potiguar, por volta das 18h da última terça-feira (24). O corpo estava amordaçado e com marcas de ferimentos feitos com armas brancas.
Uma mulher, identificada como Fabiana Maia Veras, foi encontrada morta dentro de uma residência em Assu, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, durante o fim da tarde da última terça-feira (24). De acordo com a Polícia Militar, o corpo da vítima estava amarrado e com sinais de violência, apontando uma possível luta corporal.
Câmeras do Circuito Fechado de Televisão (CFTV) da residência da psicóloga, cedidas pela Polícia Militar, mostram que por volta das 16h40 um homem de estatura baixa, forte, vestido com uma camisa social, calça jeans, luvas e rosto coberto com pano árabe aguardava na frente do local. Ela demora a reconhecê-lo, mas mesmo assim abre a porta. De acordo com a Polícia Militar, o comportamento da mulher pode demonstrar que ela conhecia o suspeito.
Ao homem entrar, ela mostrou a clínica, que funcionava no mesmo local, e ao mesmo tempo demonstrava estar surpresa com as roupas dele. Eles entraram em um quarto da residência e após 20min o homem sai com um pano coberto de sangue e fica aguardando um veículo do tipo Peugeot Sedan na cor preta e sem calotas. Além do motorista, a informação da PM é que também havia uma outra pessoa no banco da frente.
De acordo com a Polícia Militar, as imagens das câmeras foram repassadas à Polícia Civil, que confirmou que o caso deverá ser investigado pela Delegacia de Assu. Não há informações da possível relação da vítima com o homem.
Horas antes do crime, a psicóloga publicou um vídeo nas redes sociais falando com os seguidores sobre a importância da positividade e a importância de evitar falar palavras negativas sobre si. Fabiana era bastante ativa no Instagram, com dicas de saúde mental e mostrando a rotina intensa de treinos.
A Polícia Rodoviária Federal prendeu, nesse fim de semana, nos municípios de Parnamirim, Macaíba e São José de Mipibu/RN, quatro pessoas e recuperou dois veículos.
Na noite da sexta-feira (19), uma equipe PRF realizava fiscalização, no km 106 da BR 101, em Parnamirim/RN, quando foi dada ordem de parada a um Civic de cor cinza, que desobedeceu e empreendeu fuga. Após acompanhamento tático, o veículo foi interceptado, e dois homens de 28 e 26 anos, condutor e passageiro de um Civic de cor cinza, foram presos pelo crime de receptação. A equipe PRF constatou que o veículo havia sido roubado cinco dias antes e circulava com placas de outro veículo de iguais características. O condutor do veículo também foi autuado por trafegar em velocidade incompatível com a segurança e por dirigir sem habilitação, gerando perigo de dano. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Plantão da Polícia Civil, em Parnamirim/RN.
Na mesma noite, durante fiscalização no km 295 da BR 304, em Macaíba/RN, foi recuperada uma motocicleta Factor de cor preta, que possuía registro de roubo no mês de fevereiro do ano corrente. O condutor, um homem de 26 anos, foi preso pelo crime de receptação e a ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Plantão da Polícia Civil, em Parnamirim/RN.
Na tarde do último domingo (21), dois homens compareceram na Unidade Operacional da PRF, localizada em São José de Mipibu/RN, para comunicar o acidente de trânsito ocorrido no km 122 da BR 101, em São José de Mipibu/RN, no qual estavam envolvidos. Os policiais constataram que um dos homens (40), condutor de um Gol de cor preta, apresentava sinais visíveis de influência de álcool.
Ambos realizaram o teste do bafômetro que resultou em 0,0mg/L para um e 0,56 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões para o condutor do Gol. O homem foi preso pelo crime de embriaguez ao volante e conduzido a 3a Delegacia de Plantão da Polícia Civil em Parnamirim/RN.
A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN) estuda solicitar a federalização das investigações referentes a morte da advogada Brenda Oliveira, assassinada a tiros enquanto acompanhava um cliente em uma delegacia na cidade de Santo Antônio. Se avançar, a jurisdição do caso deixará a esfera da Polícia Civil do RN e ficará a cargo da Polícia Federal. A informação foi concedida pelo presidente da OAB/RN, Aldo Medeiros. Um dos problemas é a demora para a conclusão do inquérito. Apesar disso, segundo a Ordem, segue o diálogo com a Polícia Civil para a celeridade das investigações.
Ocorrida no dia 30 de janeiro, a morte da advogada criminal está em sigilo, segundo a própria Polícia Civil. Contudo, o presidente da OAB/RN avaliou inoperância nas ações atuais. Para ele, inicialmente, as investigações foram intensas e ativas. A possibilidade da federalização do caso foi levantada por interlocutores da Ordem e levada ao presidente nesse período, mas a ideia foi vetada em princípio. Porém, ele afirmou que as investigações se tornaram morosas. A demora tem deixado a categoria frustrada.
O presidente Aldo Medeiros também criticou a falta de comunicação entre as forças policiais e a OAB/RN. “Inicialmente, ficamos muito convictos de que a Polícia Civil iria elucidar o caso, confiamos na capacidade técnica da organização. Mas depois começou um silêncio, uma falta de informações, que muito nos incomoda. Eu já estou muito preocupado com esse trabalho da Polícia Civil. Sem notícias, alimentamos o nosso ceticismo”, afirmou.
Sobre a federalização, ele ressaltou que a Ordem mantém cautela, devido a espera de uma confirmação de que a instituição não obteve exito nas investigações.
Por conta da demora, Aldo Medeiros afirma que é possível concluir que a elucidação do caso não é importante para o poder público. Ele relatou que solicitou uma reunião com a governadora Fátima Bezerra (PT), mas demorou cerca de 20 dias para obter uma resposta. O Executivo informou que um encontro poderia ocorrer durante a semana, mas o presidente estava em Brasília. “Na verdade, eu acredito que a audiência já perdeu até o sentido. Está muito claro que a apuração da morte da advogada não é uma prioridade da Polícia Civil e, por extensão, não é uma prioridade do próprio governo”, disse.
A falta de celeridade nas ações policiais é um fator que preocupa advogados em todo o Estado, aumentando a sensação de insegurança. O presidente da Ordem dos Advogados concluiu afirmando que os advogados estão expostos a criminalidade.“Os advogados, principalmente os criminais, estão por sua própria conta e risco da porta para fora do fórum. Esse é um assunto que tem que ser enfrentado e tratado pela sociedade”, concluiu.
O assassinato de Brenda dos Santos Oliveira e Janielson Nunes de Lima, o seu cliente, ocorreu no momento em que ela saía da delegacia. A cerca de 500 metros do local, quatro indivíduos interceptaram o veículo da advogada e efetuaram disparos contra ela e Janilson.
De acordo com a Polícia Militar, durante os disparos, o carro acabou colidindo com um ônibus na pista. Além das vítimas, também estavam no carro a mãe, a irmã e uma amiga do cliente que sofreram lesões leves e foram socorridas a uma unidade hospitalar.
Crime Outro caso envolvendo o assassinato de uma advogada foi registrado no RN. Porém, este teve as investigações finalizadas. Em 28 de fevereiro, a advogada Andreia da Silva Teixeira e seu namorado, Lenivaldo César de Castro, foram executados a tiros pelo ex-companheiro dela, Émerson Carlos Pereira, dentro do condomínio em que ela vivia no bairro de Nova Parnamirim, na Grande Natal. Ele conseguiu acessar o local e a esperou chegar, para a surpreender e cometer o crime. Três dias depois, em 1 de março, policiais conseguiram localizar e interceptar o investigado pela prática do duplo-homicídio. Ao ser cercado por viaturas da Polícia Civil em posto de combustíveis no bairro de Emaús, em Parnamirim, Emerson tirou a própria vida com um disparo de arma de fogo, segundo informou a PC. A Polícia também esclareceu que não há elementos que apontem para possíveis cúmplices do crime. O homem teve acesso ao condomínio por ser ex-companheiro da advogada.
Érika de Souza Vieira Nunes foi levada da 34ª DP (Bangu) para o sistema prisional Reginaldo Pimenta/Agência O Dia
A Justiça do Rio converteu em preventiva a prisão de Érika de Souza Vieira Nunes durante audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (18). A mulher foi presa em flagrante na última terça-feira (16), suspeita de levar o cadáver do idoso Paulo Roberto Braga, de 68 anos, a uma agência bancária em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Érika responde por vilipêndio de cadáver e furto.
Érika de Souza Vieira Nunes é levada da 34ª DP (Bangu) para presídio Reginaldo Pimenta/Agência O Dia
Na decisão, a juíza Rachel Assad contesta a alegação da defesa de Érika em afirmar que o idoso estaria vivo no momento da ação. “O ponto central dos fatos não se resume em buscar o momento exato da morte, informação que sequer o exame de necrópsia conseguiu apontar. A questão é definir se o idoso, naquelas condições, mesmo que vivo estivesse, poderia expressar a sua vontade. Se já estava morto, por óbvio, não seria possível. Mas ainda que vivo estivesse, era notório que não tinha condições de expressar vontade alguma, estando em total estado de incapacidade”, escreveu a magistrada.
Ainda segundo Assad, ainda que seka alegado não ter a custodiada percebido a morte de Paulo Roberto e não ser possível estabelecer o momento exato em que ela teria ocorrido, “certo é que o idoso não respondia a qualquer estímulo, o que pode ser notado nos vídeos veiculados em todos os meios de comunicação”.
A defesa de Érika, representada pela advogada Ana Carla de Souza, afirmou que pedir a revogação da prisão preventiva.
A 34ª DP (Bangu), responsável pelas investigações, ouve testemunhas para esclarecer se Paulo já chegou na agência morto ou morreu no local. Imagens de câmeras de segurança também estão sendo analisadas pelos investigadores.
O que diz Érika
Em depoimento, Erika contou que é sobrinha do idoso e que o mesmo tinha solicitado o empréstimo de R$ 17 mil para comprar uma televisão nova e reformar a casa. Na sua oitiva, a mulher alegou que Paulo chegou vivo ao banco e que parou de responder no momento do atendimento no guichê.
Erika entrou com o corpo em uma cadeira de rodas e conversou com ele normalmente, pedindo inclusive para que Paulo assinasse o documento que autorizava o recolhimento do dinheiro. Funcionários da agência bancária desconfiaram e chamaram equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
De acordo com ele, o episódio ocorreu no momento do desembarque no estacionamento de um shopping no bairro. Imagens de câmeras de segurança flagraram o momento em que Érika o retira do veículo com a ajuda do motorista. Em seguida, Paulo Roberto é colocado em uma cadeira de rodas que a mulher pegou no estabelecimento. Segundo o motorista, o idoso e a mulher foram deixados no shopping porque o acesso de veículos é proibido na agência bancária.
Laudo inconclusivo
O laudo de exame de necropsia do idoso apontou que não é possível determinar se o homem veio a óbito antes ou depois de chegar no banco. Segundo o documento, a morte teria acontecido entre 11h30 de terça-feira (16), dia em que foi na agência, e 1h de quarta-feira (17), ou seja, de 10h a 24h de o idoso ser submetido ao exame de necropsia. Com isso, o laudo é inconclusivo sobre o momento exato da morte de Paulo.
A causa da morte, de acordo com o laudo, foi broncoaspiração do conteúdo estomacal e falência cardíaca. O texto também destacou que a rigidez cadavérica se desenvolve de forma progressiva, começando pela nuca e descendo para outros membros. Os peritos colheram o sangue do idoso para saber se houve algum tipo de envenenamento. Ainda não há informações sobre o local e horário do sepultamento de Paulo Roberto.
Na última segunda-feira 15, os policiais civis do Rio Grande do Norte decidiram suspender as diárias operacionais. Foto: José Aldenir/AGORA RN
Policiais civis do Rio Grande do Norte realizaram nessa terça-feira 16 um ato público em forma de protesto saindo em caminhada da sede do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sinpol-RN), na Avenida Rio Branco, em direção à Assembleia Legislativa, para cobrar dos deputados a aprovação do auxílio-fardamento dos policiais civis, um dos pontos da mais recente pauta de reivindicações.
Na última segunda-feira 15, os policiais civis do RN decidiram suspender as diárias operacionais, inclusive nas delegacias de plantão. Com isso, nenhum agente ou escrivão está realizando trabalho extraordinário. De acordo com o presidente do Sinpol-RN, Nilton Arruda, a decisão da categoria afetará o funcionamento das delegacias de plantão.
“Muitas delegacias precisam do serviço extraordinário e voluntário dos policiais, através das diárias operacionais, para conseguir formar uma equipe de atuação. Delegacias como as Deams, as plantões da Grande Natal e as plantões regionais do interior não têm efetivo fixo suficiente e são compostas por policiais civis que trabalham além da carga horária para suprir essa necessidade. Sem a realização das DOs, as unidades podem ficar fechadas”, disse Nilton Arruda.
A decisão do sindicato de realizar o ato na ALRN tinha o objetivo de pressionar os parlamentares, acerca da votação da matéria do auxílio-fardamento. “O auxílio-fardamento é um dos pontos da pauta de reivindicações. O Governo do Estado enviou o projeto para Assembleia, após as cobranças do Sinpol-RN, mas a matéria ainda não foi votada e, por isso, os policiais civis decidiram realizar esse ato nesta terça-feira, para pressionar os parlamentares”, frisou Nilton.
Além disso, a categoria luta pela valorização salarial: foi pedido 15% para 2025 e mais 15% de aumento em 2026, mas a gestão estadual ofereceu 4% e para apenas uma classe dos policiais civis, sendo que ao todo são sete classes. A categoria busca também a nomeação dos 153 policiais civis que foram formados no início do ano. De acordo com o sindicato, a Polícia Civil do RN recebe o terceiro pior salário do país, ficando atrás apenas da Paraíba e de Pernambuco.
O Sinpol pretende realizar uma nova assembleia geral para decidir quais serão as ações futuras, enquanto isso, continuam suspensas as diárias operacionais. Porém, o presidente do sindicato afirmou que deve tomar medidas mais fortes. “Seria prejudicar os outros serviços, não é? Já que o Governo do Estado não nos chama para conversar, está esperando a radicalização do nosso movimento, então vamos cumprir o desejo, atender o desejo do governo. Então, vamos radicalizar mais ainda a nossa mobilização”, relatou.
Na terça-feira (16) uma mulher acusou o ex-marido em Extremoz por agressão. Ela conta que Flaviano Gomes da Silva, 31 anos, pré-candidato a vereador na cidade, lhe espancava e torturava com um alicate, chegando arrancar sua unha com a ferramenta.
A mulher também diz que sofria ameaças constantes e agressão psicológica. Ela deu detalhes do que ele fazia em entrevista a imprensa.
Veja abaixo:
Segundo a mulher, Flaviano Gomes tem o histórico de outras agressões com companheiras anteriores e responde por tentativa de homicídio.
Dois empresários foram indiciados pela Polícia Federal por promover desmatamento não autorizado em uma área de proteção ambiental no município de Espírito Santo, na região do Litoral Sul potiguar.
Segundo a polícia, o desmatamento realizado com tratores e outras máquinas ocorreu na Área de Proteção Ambiental Piquiri-Uma, do bioma Mata Atlântica. Os investigados teriam o objetivo de plantar cana-de-açúcar na área.
“O dano ambiental foi constatado por meio de exame pericial que demonstra vasta derrubada de mangabeiras na área de coleta de mangaba dos rurícolas da etnia ‘Catu’, os quais encontram-se sob regularização perante a Funai, como indígenas”, informou a Polícia Federal.
Ainda segundo a PF, no final de janeiro de 2024, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) já havia autuado o empresário mandante, e notificado um outro empresário, executor do desmatamento, proprietário dos tratores de esteira, além de outras máquinas.
A Polícia Federal informou que vai seguir com a investigação e ouvir outros envolvidos nos crimes ambientais.
Após o indiciamento e conclusão do inquérito policial, os autos serão enviados ao Ministério Público Federal para ajuizamento de processo criminal contra os responsáveis.
O perfil na rede social Instagram do motociclista que empinava moto, atropelou e matou uma mulher de 54 anos na av. João Medeiros Filho, mostra que ele tinha hábito de praticar ‘grau’.
Imagens do perfil de Paulo Cardoso mostram ele em vários momentos, fazendo manobras com motocicletas, inclusive em alta velocidade, chegando a mais de 140 Km/h, na estrada. O perfil já não está mais disponível na rede social, provavelmente foi excluído ou desativado.
Ele chegou a ser preso após o atropelamento que vitimou Maria do Socorro, de 54 anos, mas foi liberado depois de pagar uma fiança no valor de R$ 21 mil.
O motociclista que atropelou e matou uma mulher de 54 anos morreu na tarde desse sábado (14), pagou fiança no valor de R$ 21 mil e foi liberado. O homem empinava sua moto na Avenida João Medeiros Filho, zona Norte de Natal quando atingiu a vítima que morreu no local.
Imagens divulgadas pelo portal Via Certa Natal mostraram que no momento do acidente ele vinha com a moto empinada.
Após o acidente, ele foi preso inicialmente pela população. Após a chegada da polícia, o motociclista foi levado a uma UPA, depois conduzido à delegacia, mas foi liberado após pagar uma fiança no valor de R$ 21 mil.
Uma mulher de 54 anos, morreu após ser atropelada por uma motocicleta na tarde deste sábado (13), na Avenida João Medeiros Filho, na Zona Norte de Natal. Segundo informações de testemunhas, o condutor empinava a moto na via quando perdeu o controle e atingiu a mulher que faleceu no local.
De acordo com o 4º Batalhão de Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, o suspeito ficou ferido e precisou ser conduzido para a UPA Potengi. Após receber atendimento, a guarnição realizou a condução dele para a delegacia de plantão.
Uma equipe do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep-RN), esteve no local e fez o recolhimento do corpo.
Confira abaixo os vídeos do momento em que a mulher foi atingida.
A 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró (RN) revogou, na última quarta-feira (10), as prisões de cinco suspeitos detidos preventivamente, suspeitos de terem colaborado para que dois detentos fugissem da Penitenciária Federal em Mossoró, em 14 de fevereiro.
Como o processo está sob sigilo, nem o nome do juiz que determinou a imediata soltura dos suspeitos, nem os nomes dos cinco detentos beneficiados pela sentença foram divulgados até a publicação desta notícia.
Segundo a assessoria da seção judiciária federal no Rio Grande do Norte, além de revogar as prisões, o mesmo magistrado anulou os efeitos de outros dois mandados de prisão ainda não cumpridos e cujos alvos eram considerados foragidos.
Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça escaparam da penitenciária de segurança máxima na última Quarta-Feira de Cinzas. A unidade potiguar estava passando por uma reforma interna e, segundo investigações preliminares, Nascimento e Mendonça teriam usado ferramentas que encontraram largadas dentro do presídio para abrir o buraco por onde fugiram de suas celas individuais.
A fuga foi a primeira registrada no sistema penitenciário federal desde que este foi criado, em 2006, com o objetivo de isolar lideranças de organizações criminosas e presos de alta periculosidade.
Após 50 dias em fuga, Nascimento e Mendonça foram detidos, no último dia 4, em Marabá, a cerca de 1,6 mil quilômetros de distância da penitenciária federal. Mais de 500 agentes de forças de segurança federais e estaduais participaram das buscas que resultaram na prisão de 14 pessoas, incluindo os dois fugitivos e quatro criminosos que os acompanhavam no momento da detenção.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Fake Tags na manhã desta quarta-feira (10) para investigar comercialização de etiquetas para postagem de encomendas originadas de contratos fraudados na plataforma Correios Fácil. De acordo com a PF, no Rio Grande do Norte houve um grande fluxo da fraude por pequenos comerciantes das cidades de Serra Negra do Norte e Caicó, na Região Seridó do estado.
A polícia relata que o caso chamou a atenção da Área de Segurança Corporativa dos Correios, que passou a monitorar a irregularidade e fez a retenção de 215 objetos postais no centro de distribuição em Natal (RN), com volume aproximado de 16m³ de mercadorias postadas de forma ilegal. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Três Lagoas (MS) e Ipatinga (MG) expedidos pela 9ª. Vara da Justiça Federal em Caicó (RN).
Durante a investigação, a Polícia Federal conseguiu ainda vincular cerca de 69 contratos fraudados ao grupo investigado, os quais geraram um prejuízo para os Correios que supera a ordem dos R$ 2,7 milhões. Os investigados responderão pelo crime de estelionato qualificado, cuja pena máxima pode ultrapassar seis anos de reclusão, além de multa.
Como era feita a fraude
Segundo a Polícia Federal, o grupo oferecia seus serviços principalmente para pequenos negócios de e-commerce, que eram atraídos por tarifas muito baixas, incompatíveis com os preços praticados no mercado pelos próprios Correios ou outras empresas de logística. A colaboração dos Correios e as diligências realizadas durante a investigação permitiram identificar um suspeito em Três Lagoas (MS), apontado como responsável pela formalização de ao menos três contratos fraudulentos elaborados a partir do uso de dados de empresas inexistentes.
As investigações também apontaram que uma mulher, residente em Ipatinga (MG), é suspeita de participação no crime e agia intermediando e promovendo a venda das etiquetas para pessoas em diversos pontos do país, enquanto que no RN foram identificados outros dois intermediários que vendiam as etiquetas fraudadas na cidade de Caicó.
Os levantamentos também identificaram diversos comerciantes que fizeram uso do artifício para diminuir o custo com frete e remeter seus produtos a clientes de outras partes do país. Assim, ao explorar a fraude, o grupo conseguia colocar mercadorias no fluxo postal e as faturas vinculadas aos contratos não eram pagas, restando prejuízo consolidado para os Correios.
Aeronave que fez pouso forçado em Santa Cruz do Rio Pardo ficou danificada — Foto: Amanda Sanches/TV TEM
Uma aeronave que transportava cocaína foi interceptada pela Força Aérea Brasileira (FAB) em operação com a Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (9). O piloto precisou fazer um pouso forçado em uma plantação de laranja próxima ao distrito de Caporanga, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Com o pouso forçado, a aeronave ficou destruída.
De acordo com a FAB, a corporação identificou a aeronave suspeita na fronteira do Paraguai com o Brasil, na região do Mato Grosso do Sul, e deslocou as aeronaves A-29 Super Tucano e o avião radar E-99 da FAB para apoio à ocorrência.
Ao ingressar no espaço aéreo brasileiro, sem plano de voo, o avião passou a ser monitorado pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) e pela PF, que utilizou o helicóptero da corporação. A FAB determinou o pouso obrigatório da aeronave, em Londrina (PR).
Carga com drogas foi apreendida e a ocorrência será apresentada na PF de Marília — Foto: IBTV/ Divulgação
Segundo a FAB, os pilotos de defesa seguiram o protocolo das medidas de policiamento do espaço aéreo brasileiro, interrogando o piloto que transportava a droga, mas não obtiveram resposta.
Com a falta de respostas, a aeronave foi interceptada pela FAB ainda em solo paranaense, e o piloto fez um pouso forçado para tentar fugir por terra já no interior do estado de SP, na região de Santa Cruz do Rio Pardo, por volta das 11h10.
Com a queda, o avião de pequeno porte partiu ao meio e parte da carga, aproximadamente meia tonelada de pasta base de cocaína, ficou exposta pelo laranjal.
O suspeito, de 30 anos, ainda tentou fugir pela mata, mas foi localizado pelo helicóptero da PF que acompanhava a ocorrência e preso. Não há informações sobre seu estado de saúde.
A reportagem do g1 apurou que a aeronave estava com Certificado Aeronavegabilidade (CA) suspenso. O CA é documento emitido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ainda segundo a FAB, a aeronave de modelo CESNA-182 estava com a matrícula clonada.
Equipes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros também foram acionadas para atender a ocorrência. O local foi isolado pela Polícia Militar para o trabalho da perícia. O suspeito será levado pelo helicóptero da PF para a sede da corporação em Marília, onde a ocorrência será apresentada.
Tebet: “É mentira dizer que Jean Paul foi contra o reinvestimento em fertilizantes no Brasil”. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, contestou veementemente um trecho do dossiê que vem circulando entre os aliados do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, contra o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, em entrevista à CNN Brasil nesta terça-feira 9. A investigação completa, junto com a resposta oficial da Petrobras a ela, foram divulgadas pela CNN Brasil na segunda-feira.
O item 6 do dossiê alega que Prates “não incluiu no livro de projetos a conclusão de uma planta de fertilizantes em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul (Pedido de Alckmin e Tebet)”.
Em sua entrevista à CNN Brasil, Simone Tebet contradisse essa alegação: “É exatamente o oposto. Posso afirmar categoricamente que essa parte do dossiê está absolutamente equivocada, errada e distorce os fatos. É mentira dizer que Jean Paul foi contra o reinvestimento em fertilizantes no Brasil”.
Ela enfatizou que o presidente da Petrobras atuou em consonância com seus interesses em investir na conclusão da usina de Três Lagoas, onde Tebet já ocupou o cargo de prefeita.
Dúvidas de Lula sobre Prates
Jean Paul Prates tem passado por processo de fritura por parte de alguns integrantes do governo federal. Foto: Reuters/Adriano Machado
O presidente Lula (PT) expressou incertezas em relação a uma eventual troca no comando da Petrobras após uma conversa com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite desta segunda 8.
Conforme relatos obtidos pela CNN, o presidente indicou que realizará uma nova série de diálogos, incluindo uma possível conversa com o presidente da empresa estatal, Jean Paul Prates.
O teor específico da conversa entre Lula e Haddad tem sido mantido em segredo. No entanto, antes do encontro, fontes do Ministério da Fazenda indicavam que o ministro não se mostrava favorável a uma mudança abrupta.