URGENTE: igreja de Silas Malafaia é destruída por incêndio em Recife, VEJA IMAGENS

Um incêndio atingiu a Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, localizada no bairro Caxangá, em Recife, Pernambuco. O templo é ligado ao pastor Silas Malafaia.

Após o incêndio, o pastor se manifestou sobre o ocorrido e pediu orações aos fiéis. Em uma publicação, Malafaia lamentou o episódio, mas afirmou manter a confiança em Deus diante da situação.

“Uma excelente igreja, com um excelente povo pegou fogo. Aprendemos a dar Graças a Deus por tudo. Temos certeza que Deus tem o melhor pra nós, contamos com suas orações.”

O pastor também afirmou que acredita na possibilidade de reconstrução do templo ou na obtenção de um novo espaço para a igreja.

“Deus vai nos dar um novo lugar ou a reconstrução deste lugar.”

Novas informações sobre o caso podem ser divulgadas pelas autoridades responsáveis.

ASSISTA:

Com informações de @assembleianosdevaloroficial

Suspeito é baleado durante confronto com a PM em Areia Preta, em Natal

Homem possui antecedentes criminais por roubo e tráfico de drogas – Foto: Ilustração

Um suspeito foi baleado durante uma intervenção da Polícia Militar, no bairro de Areia Preta, na zona Leste de Natal. Segundo a PM, em nota, divulgada no sábado (15), a ocorrência teve início após as equipes policiais serem recebidas com disparos de arma de fogo.

Conforme a nota, houve confronto entre os policiais e os suspeitos. Nenhum agente de segurança ficou ferido. Um dos suspeitos foi atingido e socorrido para o Hospital dos Pescadores, onde recebeu atendimento médico. Ainda segundo a nota, o homem possui antecedentes criminais por roubo e tráfico de drogas.

Após a intervenção, equipes permaneceram na região realizando diligências e buscas para localizar outros possíveis envolvidos na ocorrência, além de reforçar o policiamento no bairro.

O ABC entra em campo contra o Nacional para confirmar o acesso à série C

Foto: reprodução

O ABC recebe o Nacional-AM neste domingo (16), às 17h, na Arena das Dunas, pelo jogo de volta das quartas de final da Série D do Campeonato Brasileiro.

Depois de vencer a partida de ida por 2 a 1, em Manaus, o Alvinegro precisa apenas de um empate para garantir a classificação e confirmar o acesso à Série C de 2027.

A expectativa é de casa cheia para o confronto decisivo. Mais de 30 mil torcedores já estão confirmados no estádio, que deve atingir a capacidade máxima para a partida.

Com o apoio da torcida, o ABC entra em campo em busca de um resultado histórico para o futebol potiguar.

A força das arquibancadas será um dos principais trunfos do ABC nesta tarde. A torcida alvinegra promete transformar o estádio em um caldeirão e empurrar a equipe durante os 90 minutos.

Do outro lado, o Nacional-AM precisa vencer por dois gols de diferença para avançar diretamente. Caso consiga uma vitória por apenas um gol, a decisão da vaga será nos pênaltis.

O confronto reúne todos os ingredientes de uma grande decisão: vantagem construída fora de casa, estádio cheio e a possibilidade de o ABC retornar à Série C diante de sua torcida.

Sobreviventes e familiares relembram tragédia de Igapó 45 anos depois; veja vídeo

 

Para a família, a dor também veio acompanhada da sensação de que a tragédia nunca teve uma resposta definitiva. Foto: Adriano Abreu

 

A tragédia de Igapó, que levou à morte de 26 pessoas na Avenida Bacharel Tomaz Landim, aconteceu há quase 45 anos, mas a memória do acidente permanece entre os potiguares que perderam familiares e daqueles que sobreviveram àquele dia.

Era o início da manhã de 29 de novembro de 1982, por volta das 5h, quando pessoas que saíam de casa para trabalhar e seguir para o ponto de ônibus foram surpreendidas por um acidente. Uma Kombi desgovernada atingiu um poste na Avenida Bacharel Tomaz Landim e provocou a queda de um fio de alta tensão de 69 mil volts que levou à vida de 26 potiguares.

Tragédia de Igapó: quase 45 anos depois, sobreviventes e familiares relembram o dia que marcou a ZN

Pessoas que se aproximaram para tentar ajudar ou apenas observar o acidente também foram atingidas pelas descargas elétricas. Além das mortes, o ocorrido deixou mais de 80 feridos.

Entre os sobreviventes estava a dona Francinete Araújo, 66. Na época com 22 anos, estava em casa com a mãe quando ouviu os gritos: “eu acordei justamente com ela clamando: ‘Nossa Senhora, que Deus acuda aquele povo’”, relembra. A mãe tentou impedir que Francinete saísse de casa: “Minha mãe falou para mim: ‘Minha filha, não vá’ mas bati o pé e desobedeci.” Segundo ela, ao chegar no local havia muitas pessoas na região, assim como ela, movidas pela curiosidade mas o que chamou sua atenção foram os corpos no chão.

Ela conta que, depois de observar a cena, sentiu que deveria voltar para casa: “Aquela coisa tocou meu coração e disse para mim: ‘Vá para casa’. Foi igual a um cochicho no ouvido.”. Mas não houve tempo para voltar, Francinete foi atingida pela descarga elétrica.

Quando caiu no chão perdeu parte da consciência mas ainda conseguiu ouvir o estrondo provocado pela descarga. Dona Francinete permaneceu no chão enquanto era atingida pela descarga elétrica, mas a roupa vermelha que usava naquele momento acabou ajudando a ser identificada por um amigo da família que alertou seu padrasto que estava no local e retirou seu corpo do chão: “Foram os dois anjos que Deus usou pra me salvar”.

“Eu já estava sem sentido. Era como se eu soubesse que ia morrer e não podia fazer nada.”, afirmou Francinete. Depois de ser retirada da área de risco, foi levada para o Hospital Walfredo Gurgel apesar da descarga elétrica, não ficou com sequelas.

Francinete Araújo tinha 22 anos à época da Tragédia de Igapó e acordou com barulho. Foto: Adriano Abreu

A sobrevivência, porém, só ganhou outra dimensão quando Francinete tomou conhecimento do número de mortos. Para ela, ter escapado da tragédia não é apenas uma lembrança, mas uma razão para continuar contando o que aconteceu. “Foram 26 caixões, ia ser 27 com o meu, mas Deus não quis. Não era a minha hora.”, refletiu.

Ao relembrar o episódio, Francinete se emociona. Quase 45 anos depois, ela ainda atribui a sobrevivência às pessoas que entraram no local para retirá-la e a fé: “Eu tinha que ficar viva, que era para contar essa história.”.

Para dona Francinete, sobreviver à tragédia significa carregar consigo a memória daqueles que hoje não podem contar aquela história. Uma dessas pessoas é Severino Ramos, na época com 30 anos, estava passando na avenida no dia o acidente, e movido por uma determinação de ajudar as vítimas que estavam no chão acabou morrendo assim que recebeu as descargas elétricas.

Antes de sair de casa para trabalhar, Severino acordou os cinco filhos e, como fazia diariamente, pediu a bênção. Entre eles estava Ivonete, que tinha apenas nove anos e era muito apegada ao pai.
A filha conta que a mãe ainda tentou convencer Severino a não sair de casa: “Ele disse: ‘Não, eu vou, que eu preciso trabalhar pra dar de comer a meus filhos’.”

No caminho, Severino passou pelo local do acidente, decidiu descer do veículo para tentar ajudar as pessoas que estavam caídas na rua. Segundo a filha, Severino foi arremessado contra uma cerca de arame e ainda tentou se levantar, mas acabou atingido por outra descarga.

A notícia chegou à família pouco tempo depois. Aos nove anos Ivonete não conseguiu aceitar a notícia da morte do pai. “Eu saí escondida da minha mãe, fui correndo lá pro caminho do acidente, que eu queria ver meu pai, que eu me desesperei.”, relembrou Ivonete.

Anos depois, Ivonete reconhece que ter sido impedida de chegar ao local pode ter salvado sua vida. A morte de Severino deixou Maria de Lourdes viúva e com cinco filhos pequenos. Ele era o único responsável pela renda da casa. Sem o marido, ela precisou encontrar uma forma de sustentar a família. A família recebeu uma indenização, mas, segundo Maria de Lourdes, o valor foi insuficiente para garantir o sustento dos filhos.

Ela passou a vender alimentos nas ruas e contou com a ajuda de outras pessoas para conseguir criar as crianças. Ivonete também começou a acompanhá-la: “Eu comecei a ajudar ela a vender também, deixei até de estudar”. Ivonete recorda o enterro do pai e a quantidade de caixões no cemitério naquele momento.
“Naquele dia que meu pai morreu pra mim, acabou o mundo pra mim. Ainda sinto a falta dele ainda. É triste a pessoa perder um pai”, refletiu.

Para a família, a dor também veio acompanhada da sensação de que a tragédia nunca teve uma resposta definitiva. A família afirma que gostaria de ver o motorista da Kombi responsabilizado pelo acidente, o qual nunca foi identificado.

Enquanto Ivonete e Maria de Lourdes carregam a ausência de Severino, Francinete carrega a lembrança de ter escapado de uma tragédia que matou 26 pessoas. Sobreviver, para ela, também significa contar aquilo que muitos não tiveram a oportunidade de contar:“Eu tinha que ficar viva, que era pra contar essa história.”.

Quase 45 anos depois, a Tragédia de Igapó permanece na memória de quem sobreviveu e, principalmente, de quem precisou aprender a viver depois dela. São histórias de perda, sobrevivência e ausência que atravessaram gerações e continuam sendo lembradas por quem estava ali naquela manhã de 29 de novembro de 1982.

Tribuna do Norte

O teatro jurídico

Dr. Marcelo Alves Dias

Na interdisciplinaridade entre direito e literatura, costumamos apelidar de “ficção jurídica” as obras – romances, novelas, contos ou peças de teatro – que, de alguma forma, abordam questões jurídicas, variando essa abordagem, consideravelmente, a depender da obra analisada, em termos de intensidade e de estilo. Recordemos, como o faz William P. MacNeil em “Novel Judgements: Legal Theory as Fiction” (Routledge, 2012), que a literatura tem tomado emprestado do direito muitos dos seus temas, das suas personagens e da sua dramaticidade. Ela é, aliás, uma das relações mais fecundas para a arte ocidental, bastando dar como exemplos, entre os clássicos, “O mercador de Veneza” (1596) e “Medida por Medida” (1603) de Shakespeare, “A casa sombria” (1853) de Dickens, “Recordações da casa dos mortos” (1862) e “Crime e castigo” (1866) de Dostoiévski e “O processo” (1925) de Kafka e, mais recentemente, os romances de Scott Turow  e John Grisham.

Para além disso, é possível subclassificar a ficção jurídica com base em critérios diversos. Um deles é o da abordagem da trama. Por exemplo, um subtipo muito característico da ficção jurídica são os “courtroom novels”, nos quais boa parte da estória se passa perante um aparelho judicial em pleno funcionamento, com advogados, promotores e juízes realizando suas performances jurídicas. Outro subtipo, bastante comum também, envolve um pano de fundo filosófico, em que há uma tensão entre a falibilidade do sistema (ou da “justiça humana”) e a noção, com forte apelo no direito natural, do que é a verdadeira Justiça. Há, também, os “legal novels” de vieses históricos, baseados ou inspirados em acontecimentos reais ou mesmo em grandes eventos da história. E existem também livros que são essencialmente estórias de suspense ou mesmo “thrillers” jurídicos. Aqui, até mesmo uma obra de ficção policial ou detetivesca pode ser classificada como ficção jurídica, pela concomitante presença de elementos desta última categoria.

Por esses dias, li em “Os criminosos na arte e na literatura” (Ricardo Lenz Editor, 2001), de Enrico Ferri, uma classificação dicotômica entre o “romance” e o “teatro” judiciário. Chamou-me aí a atenção a segunda categoria e a crítica, quase um menosprezo, feita por Ferri: “Os dramas judiciários apresentam-nos um gênero análogo ao destes romances: têm também por assunto a descoberta de um delinquente, quase sempre um assassino, e excitam a emoção, mostrando-nos um erro judiciário mais ou menos definitivo e o embaraço dos indícios criminais nos episódios de uma vida normal. (…). Esta sorte de dramas, muito frequentes sobretudo no repertório dos teatros mais em voga, são quase sempre tirados de um folhetim. O mesmo é que dizer que a análise da psicologia do criminoso é aí negligenciada e sacrificada à descrição de peripécias judiciárias mais ou menos interessantes. Basta lembrar, de passagem, essa variedade da representação artística do crime, porque ela não nos oferece um verdadeiro estudo dos criminosos e em vão aí buscaríamos a aliança da intuição artística com os dados da ciência”.

Quem sou eu para admoestar Ferri? Contudo, não acho que o “teatro judiciário” seja tão superficial assim (os palcos podem até ter sido ocasionalmente no tempo de Ferri). Sem ir muito longe, estão aí “O mercador de Veneza” (1596) e “Medida por Medida” (1603), citados acima, que não me deixam mentir. E, se quisermos ir longe, no “berço de tudo”, temos Sófocles e o “Édipo Rei” (429 a.C.) e, sobretudo, temos a “Antígona” (441 a.C.), cujos versos e o exemplo têm dimensão simbólica única na história do direito e da nossa civilização.

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República
Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

Ezequiel inicia campanha com grande adesivaço em Parnamirim

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira de Souza, iniciou sua campanha à reeleição para deputado estadual com um grande adesivaço realizado em Parnamirim. A mobilização política aconteceu no centro da cidade e reuniu apoiadores, lideranças políticas e eleitores.

O evento contou com a participação dos vereadores Professor Ítalo e Wolney França, que acompanharam de perto a movimentação. O clima foi de muita alegria, entusiasmo e demonstração de apoio à candidatura de Ezequiel.

Também esteve presente a candidata a deputada federal Nina Souza, que mantém uma forte liderança política em Parnamirim e participou da mobilização ao lado dos apoiadores.

Durante o adesivaço, centenas de veículos receberam os adesivos dos candidatos, marcando o pontapé inicial da campanha e reforçando a força da mobilização política na cidade.

O momento também simboliza o início de um período importante para a democracia, no qual os eleitores terão a oportunidade de escolher seus representantes para a Assembleia Legislativa, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, além de definir os futuros governantes do estado e do país.

Com a campanha oficialmente nas ruas, Ezequiel inicia sua caminhada buscando ampliar o diálogo com a população e fortalecer sua presença política em Parnamirim e em todo o Rio Grande do Norte.

Confira mais fotos abaixo!