A Prefeitura de Parnamirim segue realizando o Censo Canino e Felino em diversos bairros do município. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesad), tem como objetivo levantar dados sobre a população de cães e gatos na cidade. Com essas informações, será possível planejar e implementar políticas públicas voltadas à saúde animal e ao controle populacional.
Nesta primeira etapa, as equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) estão visitando residências nos bairros de Cajupiranga, Centro, Cohabinal, Cotovelo, Liberdade, Parque de Exposições, Parque do Jiqui, Santa Tereza e Vale do Sol.
Durante o censo, os agentes de campo realizam visitas rápidas, nas quais os moradores não precisam apresentar documentos ou dados pessoais. Eles devem apenas informar o número de pessoas que vivem no imóvel e fornecer dados sobre os cães e gatos da residência.
É importante que a população colabore atendendo os agentes, que estarão devidamente identificados. Todas as informações coletadas serão utilizadas exclusivamente para o planejamento de ações públicas, como campanhas de vacinação, castração, prevenção de zoonoses, além de ações educativas e de promoção do bem-estar animal e da comunidade.
A brasileira Juliana Marins, 26, presa a 650 metros de profundidade após cair durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, morreu. A informação foi confirmada pela família dela nas redes sociais.
O que aconteceu Informação sobre morte veio após o quarto dia de tentativa de resgate da brasileira. Poucas horas antes da confirmação da família, o Ministério do Turismo afirmou que ela estava em “estado terminal”, segundo avaliação das equipes de busca.
Pai de Juliana está a caminho de Bali. Manoel Marins disse nas redes sociais que estava partindo de Lisboa para o país asiático por volta das 8h (horário de Brasília). Ele chegou ao aeroporto português ontem, mas não conseguiu voar para por causa de bombardeios que fecharam aeroportos no Oriente Médio.
Equipe de sete socorristas se aproximou do ponto onde a brasileira está, mas precisou voltar para acampamento móvel porque estava anoitecendo. A informação foi publicada pela administração do parque nas redes sociais, que afirmou também que “continuam os esforços” para buscar Juliana com uma técnica de resgate vertical.
O “acampamento móvel” fica no caminho entre o topo da trilha e o ponto onde Juliana foi vista pela última vez. A ideia dos times de resgate é de que o grupo de socorristas não precise voltar até o começo da trilha, se guindo com as operações assim que o clima e a luz do sol permitirem.
Condições climáticas não permitiram que um helicóptero fosse usado para o socorro, já que há acúmulo de névoa. Segundo a família, equipes trabalham com três abordagens diferentes para retirar a brasileira do local, porém não foram divulgados detalhes sobre quais seriam as outras.
Trecho da trilha onde jovem caiu foi fechado para a operação de resgate. A informação foi confirmada pela administração do parque, que, por três dias, permitiu a entrada e passagem de turistas pelo mesmo local onde a brasileira se desequilibrou e caiu.
A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Saúde (SESAD), realizou nesta segunda-feira (23) uma manhã de acolhimento no Centro Clínico de Parnamirim (CCPAR) para os pacientes que estão em processo de avaliação pré-operatória para cirurgias eletivas.
A ação é mais um passo no compromisso da gestão em reduzir uma fila reprimida de cirurgias, que ultrapassava mil pessoas desde a gestão passada. Durante esta segunda e terça-feira (24), estão sendo realizadas 320 avaliações pré-operatórias, atendendo pacientes que aguardam por cirurgias de vesícula, histerectomia e correção de hérnias.
Este ano, cerca de 500 cirurgias já foram realizadas em apenas cinco meses. Entre os procedimentos estão laqueaduras, correção de fístulas, hemorroidectomias, suspensão de bexiga, postectomias (fimose), tratamento de hidrocele, vasectomias e diferentes tipos de correção de hérnias.
As cirurgias estão ocorrendo em diversos hospitais do estado, inclusive Memorial, Universitário Onofre Lopes, Maria Alice, Januário Cicco, e ainda Hospital do Coração e Incor Natal, entre outros.
A prefeita Nilda Cruz acompanhou a ação e destacou o esforço da equipe da saúde para atender a demanda acumulada. “Nossa equipe está trabalhando todos os dias. Apesar de termos recebido uma fila com mais de mil pessoas, enfrentamos o desafio com responsabilidade e compromisso. Esse é o nosso dever: melhorar os serviços prestados à população, principalmente na área da saúde”, afirmou a gestora.
As cirurgias estão ocorrendo em diversos hospitais do estado, inclusive Memorial, Universitário Onofre Lopes, Maria Alice, Januário Cicco, e ainda Hospital do Coração e Incor Natal, entre outros.
No Mercado da Agricultura Familiar, na capital potiguar, fluxo de clientes é considerado abaixo do esperado por comerciantes | Foto: Alex Régis
A procura por milho verde em Natal tem sido considerada abaixo do esperado neste mês de junho, segundo relatos de comerciantes nos principais pontos de venda da capital. Apesar das datas tradicionais do período junino, o movimento permaneceu fraco nas primeiras semanas do mês, mas com expectativa de melhora neste Dia de São João (24) e na véspera de São Pedro, que é celebrado no próximo domingo (29).
Os comerciantes dos tradicionais pontos de venda de milho verde em Natal estão considerando a procura abaixo da média desde o início do mês de junho. No Mercado da Agricultura Familiar, o comerciante permissionário Marciano considera que o fluxo de clientes está baixo esse ano. “Esse ano tá meio tímido ainda, talvez por causa das chuvas. Teve uma reação hoje, porque hoje é o dia principal de se vender o milho, mas o pessoal não veio todo mundo ainda. Esperamos que venham até o São Pedro, que temos muito milho pra vender”, afirma.
No mercado, o consumidor encontra a unidade de milho a R$ 1 real, e a mão de milho (o equivalente a 50 espigas) pelo preço de R$ 50. Marciano oferece ainda a opção de milho descascado por R$ 1,20 – a mão fica por R$ 60; e R$ 7 uma bandeja.
A administradora Ana Cláudia comprou 20 milhos para consumo da família e mais 2 descascados para fazer canjica. Ela conta que, apesar da baixa procura, não achou que o preço do cereal estava caro. “Eu gostei do preço, achei bom. Só deixei para vir comprar hoje, porque minha filha me lembrou que era São João e me pediu para cozinhar”, explica.
Já a dona de casa Maria Lúcia diz que deixou a compra do milho para a véspera de São João por falta de tempo, mas concorda que o preço está bom esse ano. Ela comprou 25 espigas para fazer canjica e também para cozinhar. “Tá bom [o preço], porque na Ceasa a gente compra cinco espigas por R$ 7; aqui, comprei 25 por R$ 20”, relata.
Na Feira do Milho, localizada na avenida Senador Salgado Filho, próximo ao Centro Administrativo, os comerciantes ainda esperavam mais consumidores nesta segunda-feira (24), véspera de São João. A comerciante Beatriz Graciano acredita que a colheita foi menor este ano, razão pela qual espera conseguir vender tudo. “A expectativa que a gente tinha era de mais vendas, já que deu pouco milho, mas está dando para levar, o pessoal agora que está comendo”, afirma, acrescentando que as vendas no começo do mês surpreenderam negativamente. “As primeiras semanas aqui foram bem fracas, a gente descolava praticamente só o valor de pagar os funcionários, então a expectativa é de que aumente nesse tempo de véspera de São João, e São Pedro”, relata.
A aposentada Ana Santos espera reunir a família no dia de São João, por isso comprou uma mão de milho ao valor de R$ 50. “Eu tento manter uma tradição de sempre cozinhar e fazer canjica. A família me ajuda a preparar tudo, gostamos de muita fartura”, comenta. Na véspera de São João, na Feira do Milho, a unidade do cereal estava sendo vendida a R$ 1, no entanto a mão varia entre R$ 40 e R$ 50. “A varição de preço depende da qualidade e do dia que o milho chega. O milho novinho é sempre R$ 50, aí passam horas e vai pra R$ 45; quando é no outro dia, passa para R$ 40”, explica a comerciante Beatriz Graciano.
Preço médio aumenta 5,88%
Uma pesquisa do Procon Natal apontou aumento no preço médio da espiga de milho verde neste mês de junho, em comparação com 2024. No ano passado, o valor médio era de R$ 0,80. Em 2025, o preço subiu para R$ 0,85 no início do mês — uma alta de 5,88%. O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 13 de junho em feiras tradicionais da capital, como Carrasco, Igapó e Panorama, onde o preço médio se manteve em R$ 0,80. Ainda assim, na primeira semana da pesquisa, os valores variaram entre R$ 0,80 e R$ 1,10.
Nos pontos tradicionais de venda do produto neste período do ano, como o Mercado de Agricultura Familiar, canteiro da Avenida das Alagoas – ambas na Zona Sul – o preço variou entre R$ 0,90 (na Agricultura Familiar) e R$ 2,00 (na Avenida das Alagoas) na primeira semana. Apesar do aumento na oferta do produto na segunda semana, os preços continuaram a subir. A espiga passou de R$ 0,80 para R$ 0,90 nas feiras livres, comportamento também registrado nos pontos de venda, onde o valor médio saiu de R$ 1,50 na primeira semana para R$ 2,00 na segunda.
Já se aproximam os últimos dias do “Mossoró Cidade Junina” 2025, com sucesso absoluto em todos os polos, realizando o maior São João cultural do mundo. E o Polo Estação das Artes trouxe ao palco artistas renomados de diversas regiões do Brasil, atraindo multidões de cada canto do país.
“Estamos muito felizes com o sucesso que o Polo Estação das Artes edição 2025 vem alcançando. O público tem comparecido em peso, e a energia que sentimos a cada apresentação é incrível. Desde o início da programação, tivemos uma participação muito expressiva das famílias, turistas e moradores locais, que vieram prestigiar os shows, a programação cultural e as diversas atrações que preparamos com muito carinho. O clima tem sido de celebração e valorização da nossa cultura”, declarou William Bruno, coordenador do Polo Estação das Artes.
Este ano foi oferecido ao público algumas mudanças na estrutura e também na programação, para garantir aos frequentadores do polo mais comodidade e diversidade nas atrações, permitindo assim que todos os gostos fossem realizados.
“Sem dúvida, a diversidade da programação foi um dos grandes acertos. Conseguimos reunir atrações para todos os públicos, com shows de artistas locais, regionais e nacionais. Outro ponto importante foi a organização e a estrutura montada no polo, oferecendo segurança, conforto e acessibilidade para todos”, acrescentou William Bruno.
A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (MCJ) está preparando para esta última semana de shows muitos momentos marcantes para ficar na memória de todos que ainda irão prestigiar os eventos.
“A expectativa é a melhor possível para essa última semana. Estamos preparando uma programação de encerramento muito especial, com grandes atrações e momentos emocionantes. Queremos fechar com chave de ouro, mantendo o mesmo nível de qualidade que marcou todo o evento. Esperamos que o público continue comparecendo e aproveite essa última oportunidade de vivenciar o Polo Estação das Artes nessa edição”, disse o coordenador.
Willian Bruno externa seus agradecimentos a todos que já passaram pelo polo e reforça o convite para se fazerem presentes nesta última semana de shows.
“Gostaríamos de agradecer a todos que já prestigiaram o evento e reforçar o convite para que venham viver essa experiência conosco nessa reta final. Ainda temos muitas surpresas e momentos inesquecíveis pela frente. O Polo Estação das Artes é um espaço de celebração da nossa cultura, da nossa música para o nosso povo. Aqui sim é São João de verdade .Esperamos todos vocês, concluiu”.
SEGUE AS ATRAÇÕES DESTA ÚLTIMA SEMANA NO POLO ESTAÇÃO DAS ARTES
25/6 –
Iguinho e Lulinha
Cavaleiros do Forró
Leonardo
26/6 –
Zé Vaqueiro
Jorge e Mateus
Walkyria Santos
27/6 –
Zé Cantor
Bruno e Marrone
Ávine Vinny
Por: Solange Santos Foto: Lucas Bulcão (Secom/PMM)