Vice-prefeito de Mossoró declara apoio a Taveira Júnior


O candidato a deputado estadual Taveira Júnior (número 44100), do partido União Brasil, recebeu na noite desta segunda (5) o apoio do candidato a deputado federal Fernandinho da Padaria, do partido PSD, que é vice-prefeito de Mossoró, o segundo maior município do estado.

Fernandinho traz com ele o apoio em dezenas de municípios do RN, com destaque para Seridó, Oeste e Alto Oeste, e é mais um reforço importante à candidatura de Taveira Júnior, que vem pontuando entre os candidatos mais citados a deputado estadual em todas as recentes pesquisas divulgadas.

Para Taveira Júnior “um apoio importante como o de Fernandinho, de Mossoró, demonstra que nossa candidatura atinge todas as regiões do estado, e que nossas propostas são bem aceitas por todo o Rio Grande do Norte” declara.

Fonte: blog Jair Sampaio

Pelo interior, Pezão chama atenção com sua campanha para deputado federal

Candidato irreverente recebe adesões em Macau, Caiçara do Norte, Guamaré e Pau dos Ferros

Candidato a deputado federal, Pezão dedicou uma extensa agenda de quero dias pelo interior do Rio Grande do Norte. As ações foram iniciadas em Caiçara do Norte, passando em seguida por Guamaré, Macau, finalizando na Finecap, em Pau dos Ferros. Pezão é um dos nomes do PSDB à federal e usa 4567 como número de campanha. Ele conscientiza a população a não votar branco e nulo e dá uma oportunidade a quem defende a bandeira do emprego e renda.

Pezão quer fazer uma política diferente e atua nos 70% que as pesquisas registradas apontam que ainda não sabem em quem votar para a Câmara dos Deputados. Ao longo das cidades, foram realizadas carreatas, adesivaço, panfletagem e distribuição do plano de governo corpo a corpo. Durante a passagem, Pezão também se reuniu com apoiadores de campanha, ocasião que arrematou novos apoios.

“Estamos fazendo uma campanha limpa, sem os velhos hábitos da política. Todos os apoios que estamos recebendo são espontâneos, no boca a boca. As pessoas estão entendendo o nosso projeto e somos muito bem recebidos por onde passamos”, destacou.

Em relação a campanha irreverente que faz na capital e no interior, Pezão defendeu a nova política. “Sou candidato a deputado federal pelo PSDB e como gosto de desafios, resolvi entrar na política pois tenho consciência da minha capacidade de gerar oportunidades como empresário e como deputado essa força será turbinada”, explicou Pezão, que sonha com um Estado e país mais justo e que a desigualdade social seja encurtada, e ele vislumbra essa possibilidade no mundo do empreendedorismo.

 

Ipec: 79% dizem ter definido voto para presidente

Pesquisa Ipec divulgada nessa segunda-feira (5) aponta que 79% dos eleitores estão decididos sobre o voto para presidente. Na comparação com o levantamento anterior, publicado em 28 de agosto, o percentual se manteve estável. Os eleitores de Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) continuam sendo os mais convictos.

Ao todo, 86% dos que dizem votar no atual presidente afirma ter certeza da escolha. O percentual oscilou 2 pontos percentuais para cima, dentro da margem de erro. Já em relação aos eleitores de Lula, 85% dizem ter certeza do voto. Houve também uma oscilação para cima de 2 pontos percentuais, também dentro da margem de erro.

Entre os eleitores de Ciro Gomes (PDT), 40% dizem que não vão mudar de candidato, uma queda de 8 pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior. Os que falam que podem mudar de candidato são 59% e 1% não sabe ou não respondeu. Em relação aos demais presidenciáveis, 44% dos eleitores desses candidatos afirmam que a escolha é definitiva, enquanto 56% dizem que ainda podem mudar a escolha.

Encomendada pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre 2 e 4 de setembro em 158 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR‐00922/2022.

Fonte: o antagonista

Com temor de ataques isolados, STF reforça segurança para o 7 de Setembro


Com o temor ataques isolados de “lobos solitários” no 7 de Setembro, o STF decidiu reforçar a segurança do tribunal
, informa o Estadão.

“Integrantes da área de segurança da Corte elaboraram um protocolo de ação para prevenir que apoiadores radicais do presidente Jair Bolsonaro (PL) tentem furar o bloqueio montado pelos órgãos de segurança na Esplanada dos Ministérios no dia da Independência.Para garantir a proteção do prédio, a maior parte do contingente de agentes estará de prontidão para conter os desgarrados com o que chamam de uso ‘seletivo e proporcional da força’”, diz a reportagem.

O Supremo não informou o tamanho do efetivo que será mobilizado, mas disse que o número será 70% maior do que o escalado no ano passado. Além de agentes da polícia judiciária, trabalharão na segurança da Corte vigilantes que integram a equipe de segurança terceirizada. O STF escalou 100% do efetivo privado para trabalhar no feriado. Os agentes estarão com armas que vão desde de tasers a armas longas, como submetralhadoras.

O STF ainda contará com o apoio de outros quatro tribunais do Distrito Federal, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que concordaram em ceder agentes das respectivas Polícias Judiciais para reforçar a estrutura da Suprema Corte. O tribunal não informou paradeiro dos ministros, mas, segundo o Estadão, fontes do Supremo afirmam que cada um terá à sua disposição um grupo da Polícia Judicial.

Fonte: o antagonista

O Dia da Pátria

Padre João Medeiros Filho

Nestes dias, é importante relembrar o pensamento do filósofo Nicolau de Cusa: “Quem não ama verdadeiramente o seu torrão natal, é indigno dele.” É dever do cristão devotar-lhe um amor sincero. Cristo tinha um afeto especial por sua terra. Chorou sobre Jerusalém, antevendo os dias de infortúnio pelos quais a cidadepassaria, em consequência de sua infidelidade a Deus (Lc 19, 41ss). É preciso refletir sobre os destinos da nação. Será que não se deve derramar lágrimas (como Jesus) ao constatar tanta desonestidade material e intelectual, falta de ética e honradez, além do desrespeito às virtudes humanas e cristãs? A pátria é muito mais que os poderes constituídos e seus ocupantes.

Pode parecer pessimismo. Mas, o Brasil estápaulatinamente perdendo a sua identidade e consciência moral. Os costumes estão sendo dissolvidos, a dignidade ferida e o pudor bate em debandada. Falam mais alto a conveniência e os interesses partidários ou ideológicos do que o bem-estar do povo. Atualmente, autoridades são execradas, instituições escarnecidas, preceitos éticos envilecidos, comportamentos, por vezes minoritários, sendo impostos. Para muitos, o foco é desconstruir, conseguindo passividade e inércia. Há desencanto nos cidadãos. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina letárgica. Após dois séculos, o Estado é consideradoainda ineficaz para uma multidão. Eça de Queirózindagava a seus compatriotas: O país está em crise, onde estão as análises sérias e as luzes postas sobre ele?” E nós,como perguntaremos? É hora de lembrar a Palavra de Deus: “Escutai, povo meu, de mim sairá a lei e o meu direito estabelecerei como luz dos povos” (Is 51, 4).

Os brasileiros provêm de uma variedade cultural e étnica. Isto gerou um país de múltiplas faces com elementos positivos e conflitos, muitos dos quais ainda não resolvidos. A história de uma nação não se resume a personagens e fatos constantes nos livros. Algunsacontecimentos mais decisivos envolvem pessoas que exercem funções de destaque. Entretanto, não se pode desprezar o contributo de tantos anônimos. Qual é a realidade atual do Brasil? Vive-se em inquietação e perplexidade. De quem é a responsabilidade? Uma análiseobjetiva da conjuntura é tarefa desafiadora. Cada partido, grupo ou pessoa tem seu ponto de vista, com o qual julga e projeta o país. Mas, muitos cidadãos são recalcitrantes enão se abrem a outras opiniões, fixando-se numa visão restrita e parcial da realidade. Assiste-se aos funerais do diálogo!

A situação do Brasil poderia e deveria ser bemmelhor, considerando suas riquezas humanas e naturais. Entretanto, persistem incontáveis problemas, resultado da omissão, descaso e leviandade de certos governantes. Destacam-se a marginalização de muitos brasileiros,desigualdade social, diversas formas de violência,deficiente sistema educacional e precário acesso à saúde. Acrescentem-se a isso a manutenção iníqua e nociva deum grupo de privilegiados e a falta de reformas estruturais,décadas reclamadas. Mudar esse quadro é imprescindível para que se tenha uma nação livre, justa e soberana.

Uma leitura adequada da realidade presente permite projetar o melhor possível para o amanhã. A doutrina social da Igreja apresenta exigências para a formação da sociedade. A primeira, agregando as demais, é o respeito à pessoa, como a essência de toda estrutura de Estado, da política e economia. Nenhum ser humano pode ser instrumentalizado e diminuído em sua dignidade. Desta e da igualdade de todos derivam: bem comum, subsidiariedade, participação e solidariedade. D,decorrem requisitos basilares da vida social: justiça, verdade e liberdade. Como existem diferentes leituras da realidade, diversas propostas de construção do país. Ospressupostos humanistas e cristãos serão úteis para a definição dos planos e critérios de avaliação da qualidade das proposições.

É urgente reconstruir o Brasil. Para tanto, é precisoque venham a prevalecer as narrativas sérias, fazendo-odespertar para mudanças inadiáveis, varrendo os cenários de vergonhosas desigualdades, garantindo a permanência de postulados inarredáveis. “Dai ao povo brasileiro paz constante e prosperidade”, súplica que deve ser apresentada a Deus. E concluindo, convém lembrar a recomendação do Onipotente nas palavras do profeta Jeremias: “Procurai a paz para a terra onde vos coloquei. Orai a Deus por ela, pois de sua paz depende a vossa” (Jr 29, 7).