MOTORHOME DE KELPS FOI ATÉ A RÁDIO FM LIBERDADE DE PARNAMIRIM

Kelps está viajando 30 dias direto pelo Rio Grande do Norte. E como está dormindo nas cidades, está fazendo a viagem dentro de um ônibus adaptado, um motorhome, uma casa sobre rodas.

Neste sábado à tarde, 14 de maio, Kelps foi até a FM Liberdade de Parnamirim ser entrevistado por Gilson Moura e Tapioca.

Ao lado dele estavam a pré-candidata a deputada federal de Parnamirim, Professora Nilda e o vereador Binho de Ambrósio.

Kelps explicou que por causa da Pandemia foi obrigado a ficar dois anos longe do interior e além disso emendou vários meses dedicado à CPI do RN, o que o impediu de visitar as cidades.

Para compensar, Kelps optou por passar 30 dias direto pelo RN frequentando os municípios, estudando a situação atual do Rio Grande do Norte e, para dormir nas próprias cidades, ele alugou um ônibus adaptado, que funciona como uma casa completa. A viagem começou no dia 6 de maio.

Na entrevista da FM Liberdade, Kelps explicou que o Solidariedade está muito organizado porque fez o dever de casa, começando seu projeto pelo alicerce: montou duas chapas de alta competitividade, uma estadual e outra federal

A chapa de federal possui nomes fortíssimos, como professora Nilda em Parnamirim, Lawrence em Mossoró, Tê em Assú, Gilvan em Apodi, Ana Paula em Natal, Garibalde Leite no Agreste, Rose da Causa Animal, Igor em Macaíba e Alessandru no Trairi.

Depois das chapas de estadual e de federal formadas, foi possível construir uma pré-candidatura para governador que vem conseguindo unir a oposição na principal meta desta eleição de 2022, que é interromper a atual gestão do Governo do Estado comandada pelo PT.

Com o PT o RN está patinando e sofrendo abstinência de desenvolvimento, diz Kelps.

Ezequiel elogia gestão de Alan em Apodi e participa de assinatura da ordem de serviço para Ponte do Vale

No início da noite desta sexta-feira, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) participou de evento institucional da Prefeitura Municipal de Apodi. O prefeito Alan Silveira (MDB) assinou ordem de serviço para a construção da Ponte do Vale, na Zona Rural. A ponte vai beneficiar mais de cinco mil famílias da região.

“O prefeito Alan Silveira entra para a história como o maior gestor de Apodi. Jovem, com visão futura realizará uma obra que vai contribuir com o direito da população ir e vir. Vai permitir a ligação das comunidades em definitivo”, salientou Ezequiel durante fala na solenidade realizada na sede da Associação do Sítio Juazeiro 1, zona rural de Apodi.

Além do prefeito Alan, vereadores e secretários municipais, lideranças políticas, a solenidade contou ainda com as presenças dos deputados federais Walter Alves (MDB) e Rafael Motta (PSB). O ex-governador Garibaldi Filho (MDB) também esteve no evento.

Ezequiel também prestou contas das ações e obras que tem ajudado através de seu mandato à gestão municipal em Apodi. Na pandemia conseguiu 200 mil para custeio na saúde, 8 mil litros de álcool a 70%, 2 mil máscaras e diversas cestas básicas. Atendendo o pedido do prefeito Alan, viabilizou cerca de R$ 1 milhão para pavimentação e drenagem de várias ruas, nova viatura para a Polícia Militar e a perfuração de 13 novos poços tubulares, além da instalação completa de seis poços.

Uma escavadeira hidráulica também foi destinada ao município do Médio Oeste. Uma luta do deputado Ezequiel também permitiu a colocação de Apodi no Circuito de Exposição do Estado. Além disso, abraçou várias lutas como: as UTI’s do Hospital Regional, autonomia financeira da UERN, Campus da UERN em Apodi, Manutenção das nossas estradas RN, Saneamento Básico e expansão da rede de abastecimento pela CAERN, dentre outras pautas.

 

Mentira como estratégia

Presidente Jair Bolsonaro participa da cerimônia de modernização de normas de segurança e saúde no trabalho, acompanhado pelos ministro Onix Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Marcelo Queiroga (Saúde) e João Roma (Cidadania). Bolsonaro aproveito o momento para fazer críticas ao ex-pres. Lula e os governos petistas. Sérgio Lima/Poder360 07.out.2021

Dê- me o controle da mídia e farei de qualquer país um rebanho de porcos.”

Do nazista, Joseph Goebbels

É muito triste viver em um país no qual a mentira e a ameaça são o que sustentam a estratégia de poder. Triste e cansativo. Não há espaço para uma discussão séria e madura sobre os rumos do Brasil. As naturais divergências que pontuavam as discordâncias com outros democratas, em governos passados, saíram de cena. O modus operandi truculento e vulgar assumiu a direção da cena política. Um governo que não se faz respeitar não tem o pudor de tentar dar uma aparência de respeito às relações institucionais entre os poderes constituídos. É um governo que optou por instituir o blefe e as bazófias, declaradamente, como método de ação política.

O que o presidente da República e seus comandados fazem em relação às urnas eletrônicas é um escândalo. Entre outros objetivos, o discurso de fraude nas eleições de outubro busca fazer uma cortina de fumaça para tirar de pauta os inúmeros casos de corrupção, de desmatamento criminoso, de esgotamento das políticas públicas, de divisão descarada de dinheiro público entre os apadrinhados e, enfim, do verdadeiro sucateamento do país. É a velha fórmula bolsonarista de criar um fato falso, mentiroso e irresponsável para encobrir o espetáculo do dia.

Porém, a acusação de fraude nas urnase a tentativa de deslegitimar as eleições representa um sério risco à estabilidade democrática. Não é uma tese acadêmica ou uma provocação de especialistas para tentar melhorar a segurança do sistema. Não! É uma acusação feita pelo próprio presidente da República e pelo seu grupo mais próximo, incluindo militares de alta patente, sabidamente falsa, mentirosa e golpista. A insistência nessas imputações de maneira leviana é grave e, sem dúvida, deveria provocar uma investigação por crime de responsabilidade.

A insanidade é tal que, para fortalecer a trama arquitetada, Bolsonaro coloca em dúvida a eleição que o elegeu! Afirma que, na verdade, ele teria vencido no 1º turno. Absolutamente irresponsável!

Há um senso comum de que certos mitômanos passam a acreditar na própria mentira e a depender dela. Não creio ser aqui o caso. Penso que estamos enfrentando a mentira como estratégia de perpetuação do poder. As ameaças frequentes, especialmente dirigidas ao Poder Judiciário, pretendem criar nos seguidores fanáticos um enredo que sustenta a fraude que é esse governo. Um país à deriva e o comandante sem assumir suas responsabilidades. Um drama. Uma lástima.

Repito: é quase impossível estabelecer um debate que tenha uma coerência democrática, pois não há interlocutores. Como sustentar qualquer divergência quando a técnica usada pelos bárbaros é toda baseada em fatos criados sem nenhum compromisso com a realidade? É mais do que mentira, é uma realidade paralela criada para justificar um diálogo com uma turba surda e cega que segue as vibrações de um berrante invisível. Claro que também sustenta essa catedral uma elite ávida para participar da distribuição do botim. Tudo isso no meio de uma tragédia que se abate sobre milhões de brasileiros. Lembro-me da hipotética frase de Napoleão, na Batalha de Borodino, ao se deparar com milhares de soldados mortos e insepultos em cena dantesca: “o que são um milhão de mortos frente a história”.

Para esse grupo, a fome de 20 milhões de brasileiros nada mais é do que uma estatística. Não é uma fome real, não dói e não mata. Não existe uma mãe que deixa de comer para dar um resto de comida ao filho choroso e faminto. O desemprego que desespera  11,1% da população é uma nota desimportante e não entra na pauta. Os 116 milhões de cidadãos que vivem em estado de insegurança alimentar – não sabem se terão que passar fome no final do dia – são só um número incômodo e frio, já incorporado ao desprezo que esse bando nutre pela existência.

A realidade deles não permite que saiam de um círculo invisível de giz no qual se aprisionaram. Os muros que ergueram para se protegerem servem também para isolá-los de qualquer contato que perturbe os sentidos. Nas ruas das grandes cidades, multidões cada vez maiores de sem-teto atenderam ao chamado de “irem para as ruas”. Literalmente. E uma densa cortina de fumaça serve para não deixar passar a luz que poderia levar a esperança de enxergarem o caos a que estamos submetidos. A opção é não ver, não sentir o cheiro da fome e não se misturar com a pobreza.

Assusta ver a insensibilidade. Na verdade, nós é que não queríamos ver quando eles cultuavam a tortura e os torturadores, quando desprezavam as mulheres, quando ofendiam os negros e quando usavam a violência para tensionar as instituições. É interessante essa diferença que, para muitos, passa despercebida, já que eles vivem da mentira e da falsidade, mas eles são genuinamente bárbaros e se vangloriam de serem os representantes de uma escória. Nisso eles não mentem, são orgulhosamente a banda podre da humanidade. Remeto-me a Florbela Espanca:

Tão pobre somos que as mesmas palavras nos servem para exprimir a mentira e a verdade”.

Agora, eles se alimentam da tensão que criaram para desestabilizar o país. Apregoam mentiras sobre as urnas, sobre as eleições e sobre o próprio sistema responsável pela estabilidade democrática. E falam abertamente em golpe e no descumprimento das regras do jogo. Tudo claramente planejado e com estratégia definida. Se tivessem força, e não têm, certamente cumpririam as ameaças. Mas acreditam que o medo faz com que parte da sociedade opte por uma falsa segurança que divulgam. É uma tática do caos. Covarde e irresponsável.

Não passarão. Como ensinou Hermann Hesse, no poema “Confissão”:

Ler nessa escrita de imagens faz minha vida valer a pena, pois sei: o Eterno, e o Ser, dentro de mim, residem e permanecem”.

Fonte: poder 360