O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que esperava “humanidade e solidariedade” do presidente Jair Bolsonaro(PL) com as vítimas das chuvas na Bahia. O chefe do Executivo passa férias em Santa Catarina enquanto o Estado enfrenta o resultado das enchentes.
Costa disse, em entrevista ao jornal O Globopublicada nesta 5ª feira (30.dez.2021), que tem evitado comentar as atitudes de Bolsonaro. Mas que, diante de “um desastre desses, esse sofrimento, o mínimo que você espera é uma demonstração de humanidade e de solidariedade de todos, inclusive do presidente da República”.
As férias de Bolsonaro têm sido criticadas pela oposição. A hashtag #BolsonaroVagabundo ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter na 3ª feira (28.dez).
A declaração de Costa foi feita antes de o Ministério das Relações Exteriores ter dispensado ajuda humanitária da Argentinaao Estado. Segundo o governo da Bahia, o Brasil agradeceu a ajuda e informou que “a situação na Bahia ‘está sendo enfrentada com a mobilização interna de todos os recursos financeiros e de pessoal necessários’”.
“Quando você olha o valor por estrada é algo absolutamente irrisório [o montante destinado à Bahia]. Algumas rodovias prejudicadas não têm valor nenhum previsto”, falou o governador.
“Não dá nem para fazer a pintura da pista. Não dá nem para fazer a sinalização. Tem de ser olhado com mais atenção e mais carinho o que aconteceu na Bahia. E a expectativa que as pessoas têm, que a Bahia tem, de apoio do governo federal.”
Fonte: Poder 360.
O secretário Daniel Américo vai passar a virada do ano de olho no diário oficial, pois o seu irmão que é vereador mandou um senhor presente de final do ano.
O vereador Diogo Américo anunciou em suas redes sociais um alinhamento político com o deputado Hermano Morais e isso quer dizer um distanciamento do prefeito Taveira e do projeto do coronel de eleger a primeira dama Alda Leda deputada estadual.
Já que Hermano Morais irá disputar o mesmo cargo que Lêda Taveira. Um outro ponto, é que o irmão do vereador, é secretário do município e essa fatura será cobrada, então tem confusão a vista para todos, inclusive para os Américos, pois essa Dobradinha de Diego com Hermano Morais em Parnamirim, não será bem vista pela família Taveira.
Essa movimentação de Diego Américo no PSB, também é de olho na acomodação partidária visando as eleições de 2024 em Parnamirim.
O tempo é umdesafio. Não se trata apenas de uma sucessão automática de dias, apesar dos avanços da ciência e suas ingentes conquistas, nas últimas décadas. A sua realidade fugidia é complexa e inexplicável por conceitos meramente cronológicos. Porém, a humildade – que desnuda o coração humano de toda pretensão – é capaz de criar a possibilidade de não o transformarem um aguilhão,ferindo cotidianamente cada um de nós. A simplicidade faz-nos aceitar os enganos das escolhas. O tempo passa inexoravelmente. Hoje, tem-se a sensação de que ele é mais veloz. Há avalanches de propostas, informações e dadosveiculados pelas redes sociais, possibilidades e necessidades criadasque nos assaltam. Muitas delassão desprovidas de interioridade. Mestres da espiritualidade, místicos,filósofos ensinam que o tempo é, antes de tudo, uma questão interior. Se concentrarmos tudo na exterioridade, ele não só passará mais rápido, como também se esvai à nossa revelia.
O desejo de um verdadeiro “Feliz Ano Novo” necessita de algo mais profundo. Urge cultivar a sensibilidade humana, desenvolvendo outro estilo de relacionamento social. O profeta Isaías, para despertar a consciência do povo sobre um novo tempo, fala do sentimento e propósito de Deus a serem assumidos por todos. O hagiógrafo afirma que o Onipotente, por amor e solidariedade a seu povo, não descansará enquanto “não surgir na sociedade, como um luzeiro, a justiça, e não se acender nela, como uma tocha, a paz” (Is 62, 1). E isso é a novidade para o profeta. Deste modo, desenha-se o caminho para que nos coloquemos na contramão dosinteresses egoístas, partidários,até mesmo religiosos, àsvezes, mesquinhos e alienantes. Infelizmente, há em diversos paísesmovimentospolíticos, ideológicos e culturais, querendo apagar as luzes da Boa Nova (Evangelho), trazidas pelo cristianismo.
Para que haja realmente um Ano Novo “é preciso renovar-vos pela transformação espiritual de vossa mente”, aconselhou o apóstolo Paulo (Ef 4, 23). Vamos reduzir a insensibilidade, a violência, o ódio, o radicalismo e regar de ternura nossos sentimentos mais íntimos. Em 2022, empenhemo-nos poracreditar em nós mesmos e emnossa criatividade para superar crises. Inegavelmente,carregamos dentro de nós a força maior da fé,da esperança e do amor. Esforcemo-nos para estender aos outros os nossos braços, como pessoas livres e não reféns do deletério egoísmo. Épreciso cuidar daquilo que se fala. Não pronunciemos ou escrevamos difamações e insultos, nem repassemos mentiras e injúrias. O ódio destrói quem o carrega em seu coração e não o odiado. Troquemos a maledicência pela benevolência. Adotemos o costume deexpressar alguns elogios por dia, em vez de desconfianças,críticas e lacrações.
Procuremos não desperdiçar o tempo e nossa vida,hipnotizados pelas redes sociais. Acautelemo-nos para não navegar irresponsavelmente pela internet. Não raro,muitos naufragam no turbilhão de imagens e incontáveis informações que muitas vezes nãoconseguem absorver. Não deixemos que as seduções da mídia neutralizem ou destruam nossa capacidade de discernir, transformando-nos em consumidores autômatos e compulsivos. A publicidade anuncia felicidade. Entretanto, nada nos oferece, a não ser prazeres fugazes. Tentemos centrar nossas vidas em valores permanentes e não nos efêmeros. Busquemos o silêncio neste mundo ruidoso. Lá encontraremos a nós mesmos e, com certeza, Deus, que é poucolembrado.
Cuidemos da saúde, sem a obsessão das dietas e a escravidão das balanças e malhações. Os extremos são perigosos e nocivos. Aceitemos as inevitáveis cãs e rugas.Não temamos as marcas do tempo em nosso corpo. Elas são sinal de sabedoria e experiência. Usemos revitalizadores da compreensão, generosidade e compaixão. Não devemos confundir o urgente com o prioritário. Não nos deixemos guiar pelos modismos. Afastemos de nossa mente sentimentos que discriminam epensamentos que excluem. A vida é breve e, de definitivo e certo, só sabemosda chegadaimplacávelda morte. Guardemos um espaço em nosso cotidiano para ir à procura do Transcendente. Deixemos que Ele habite em nossa subjetividade e aprendamos a fechar os olhos para as aparências. Assim, haveremos de concluir que “Deus é o eternamente novo”, como expressou Santa Teresa de Calcutá!
No final do ano passado, o prefeito Taveira anunciou que depois do veraneio de 2021, teria a famosa reforma administrativa, mas por motivos superiores, essa mexida foi transferida para 2022. O comentário é que haverá mudança em 6 pastas(Educação, Gabinete Civil, Administração, Esporte, Sensur e Obras). Essas mudanças não significam exoneração e sim um famoso rodízio para melhorar a gestão. O prefeito Taveira quer dinamizar a gestão pública, integrando tecnologia, recursos humanos e gestão funcional. Porém uma coisa é certa, essa reforma mexerá na base de sustentação política, no poder legislativo. Ou seja, terá vereador que irá para o executivo e suplente que sentará na cadeira de vereador, essa é uma notícia universal que circula nas igrejas, na prefeitura, nas praças e etc… Enquanto isso, aguardemos os próximos episódios dessa série “poder e governança.”
Não percam, fiquem atentos, nos próximos dias, pois já apareceu até jacaré em Pirangi e com certeza teremos novidades… Lembrem-se: só o Blog do GM tem notícia séria na hora certa.
Tomei conhecimento hoje da perda do amigo Joezil Barros, a imprensa pernambucana está de luto, faleceu na terça-feira, um dos mais importantes nomes da história jornalismo nacional. O jornalista Joezil Barros, ex-presidente do Diario de Pernambuco, foi diagnosticado com um câncer de pulmão e morreu aos 84 anos, às 9h, por falência múltipla dos órgãos. Joezil deixa a esposa, Neide Maria Pereira Barros, os filhos Lydia e Roberto, quatro netos e cinco bisnetos.
O jornalista trabalhou por mais de 60 anos no Diario, onde exerceu diversas funções, como repórter de polícia, editor regional, editor de Cidades, gerente comercial, diretor comercial, superintendente e presidente. Na mais alta função do veículo, também exerceu comando sobre diversos outros órgãos de imprensa do mesmo grupo, como a TV e a rádio Clube e os jornais Aqui PE, O Norte, Diário da Borborema e Diário de Natal.
Sua última função como jornalista foi a de chefe da assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Pernambuco, cargo que exerceu até seu falecimento.
Formado pela Escola Superior de Relações Públicas e pela Faculdade de Direito de Olinda, Joezil também teve uma trajetória notabilizada pela participação em projetos e organizações sociais, como o Rotary Club, onde sempre buscou se engajar em iniciativas voltadas a ajudar os mais necessitados.
De origem humilde, o jornalista nasceu filho de um condutor de bondes e precisou iniciar sua vida profissional ainda na adolescência, passando por várias empresas. Mas foi no Diario onde Joezil imprimiu sua marca na história de Pernambuco, comandando o jornal mais antigo da América Latina.
Em artigo publicado no Diario em setembro, Joezil comentou sua trajetória profissional, que se confunde com a história do jornalismo em Pernambuco. Ao celebrar os 90 anos da Associação da Imprensa de Pernambuco (AIP), entidade que presidiu entre 1971 e 1974, o recifense nascido no bairro da Torre rememorou os primeiros anos de profissão. “Entrei no jornalismo muito cedo — tinha apenas 16 anos e sem qualquer formação acadêmica”, lembrou Joezil. Foi com essa idade que o adolescente começou a trabalhar como repórter policial no extinto Jornal Pequeno, “com a garantia de receber pequena quantia para o lanche”. Após a experiência no jornal, o jovem repórter trabalhou na Rádio Olinda e na Rádio Clube de Pernambuco, empresa da qual seria o presidente, juntamente com o Diario de Pernambuco, muitos anos depois.
Com praticamente 70 anos dedicados ao jornalismo e à comunicação, Joezil desempenhou papel importante na profissionalização da imprensa. Além de comandar a AIP, ele dirigiu o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Recife e foi presidente da Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais, em Brasília. Ocupou, ainda, o Conselho Fiscal da Associação Nacional de Jornais por dois mandatos e do Conselho Fiscal da Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe).
O reconhecimento dos colegas de profissão era motivo de orgulho, em razão de sua história pessoal. “Comandar no seu posto máximo tão importantes instituições dos jornalistas brasileiros, muitos dos quais intelectuais da maior expressão, significou para mim motivo de muito orgulho, tendo em vista a minha origem humilde, filho de pais operários, sem nenhuma representação social e financeira, morando na “beira chié”, como era conhecido o bairro da Torre, onde residíamos, mesmo local em que morava grande parcela dos desempregados do Recife e operários da fábrica de tecidos do mesmo bairro e os servidores da Pernambuco Tramways, empresa de bondes, veículos utilizados para transporte da população e que antecedeu a chegada dos ônibus no Recife”, relembrou o jornalista, no texto publicado em setembro.
A trajetória de Joezil também reflete, em boa medida, a evolução dos Diários Associados no Nordeste. Em 1992, ele foi eleito membro do Condomínio Acionário das Emissoras e Diários Associados. Ao ingressar no grupo de comando formado por Assis Chateaubriand, Joezil assumiu a presidência da antiga TV Guararapes e dos jornais O Norte (PB), Diário de Natal (RN) e Diário da Borborema (PB), bem como das rádios e estações de TV desses respectivos estados.
“Perdemos um ilustre companheiro, um verdadeiro líder pernambucano e um guerreiro de grandes batalhas. Estamos de luto”, afirmou o presidente do Condomínio dos Diários Associados, Álvaro Teixeira da Costa.
Foram inúmeros os projetos comandados por Joezil Barros à frente do Diario. Entre as iniciativas editoriais, pode-se registrar o lançamento do Panorama Literário, publicação que se tornou referência no jornalismo cultural. Foram as páginas do Panorama Literário que testemunharam o nascimento da Geração 65, sociedade de jovens poetas pernambucanos que publicavam os primeiros versos no jornal.
Com uma longa carreira na imprensa , Joezil Barros também teve projeção no âmbito do direito. De 1985 a 1990, atuou como juiz classista do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, aposentando-se neste cargo. Entre 2018 e 2020, trabalhou como assessor de comunicação da Corregedoria Geral de Justiça de Pernambuco. Em sua mais recente atuação profissional, comandou a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Pernambuco.
Profissional respeitado, empresário e cidadão pernambucano, Joezil também era conhecido pelo carinho com os amigos. Em 2014, ao escrever um texto de despedida sobre uma pessoa próxima, recém-falecida, relembrou uma passagem de Santo Agostinho: “A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do Caminho. Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo. Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do Criador. Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim. A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado. Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas. Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do Caminho.”
Uma das pessoas mais próximas de Joezil, o condômino Maurício Dinepi lembra o início de uma amizade de praticamente 50 anos. “Joezil era gerente de publicidade no Diario de Pernambuco, e eu, iniciando na área de publicidade, com representação dos jornais Associados no Rio de Janeiro, em 1973”, conta. “Houve uma empatia muito grande. Desde então nos tornamos amigos, muito amigos e irmãos. Rimos e choramos juntos inúmeras vezes”, lembra.
Em razão da pandemia, os encontros pessoais não eram mais possíveis. Mas as conversas continuavam frequentes, e o carinho, intacto. “Nos últimos dois anos, não nos encontramos pessoalmente, por motivos óbvios. Mas sempre nos falávamos ao telefone. Quando um dos dois falhava, sempre ele mandava uma mensagem ‘Alguma novidade?’. Foram 48 anos de amizade sincera. Já está fazendo falta!!”, afirma Dinepi.
Eu, Gilson Moura, tive o privilégio de conhecer e conviver por alguns anos com esse amigo que virou um irmão e já estou sentindo muito sua falta, enchendo meus olhos de lágrimas, mesmo sabendo que nesse momento ele está ao lado do pai. Minha mensagem de pesar a Neide e aos familiares, pois sempre é bom lembrar, que a felicidade começa com a fé em Deus, depois que tudo acabou. Sejam fortes nessa hora, como o nosso Joezil Barros sempre foi.
Um ministro do STF procurou pessoalmente alguns dos envolvidos na negociação que havia entre União Brasil e Podemos para uma aliança dos dois partidos.
Nessas conversas, esse ministro, um dos mais críticos a Moro no Supremo, apresentou fortes argumentos para que a chapa não saia do papel.
Moro vem tentando o apoio do União Brasil com afinco, que robusteceria sua candidatura, dando tempo de TV e mais estrutura de campanha país afora.
O vice-presidente Hamilton Mourão escolheu passar o Réveillon longe do presidente Jair Bolsonaro. Enquanto Bolsonaro deve passar a virada no litoral de Santa Catarina, o general passará o feriado na Bahia.
Segundo auxiliares, assim como em 2020, o vice-presidente deve ficar hospedado na Base Naval de Aratu. Trata-se de uma unidade da Marinha do Brasil situada em São Tomé de Paripe, próximo de Salvador.
A previsão é que Mourão embarque para a Bahia já na próxima segunda-feira (27/12) e só retorne a Brasília no dia 3 de janeiro. O vice-presidente deve passar o Natal na capital federal.
Em três anos de governo, general do Exército e o capitão reformado têm tido posições diferentes, o que não tem agradado o presidente BolsonaroMourão foi a terceira opção do ex-capitão para ser seu companheiro de chapa. Inicialmente, Bolsonaro pensava em Janaína Paschoal e o “príncipe” Luiz Philippe de Orleans BragançaA chapa foi eleita em 2018, mas a harmonia acabou rapidamente. A crise entre Bolsonaro e Mourão se arrasta desde o fim de janeiro de 2019 e o presidente já disse que não quer o atual vice em uma eventual disputa pela reeleição
Em 19 de dezembro, no entanto, Bolsonaro sinalizou um recuo e disse que pode escolher Mourão para repetir a chapa de 2018 no ano que vem
A Câmara Municipl aprovou o Projeto de Lei n° 281/2021, que dispõe sobre a doação de até seis motocicletas para o Poder Executivo do Município. O PL, idealizado pelo Poder Legislativo, direciona o fornecimento dos veículos para a ronda escolar da Guarda Municipal. O projeto foi aprovado em dois turnos, por unanimidade, e sua segunda votação ocorreu na 126ª Sessão Ordinária desta legislatura, realizada na última terça-feira (21).
O projeto cumpre uma função relevante no tocante aos aperfeiçoamentos dos serviços de segurança prestados pela Guarda Municipal, e o vereador Wolney França, presidente da Casa Legislativa, exerceu um papel importante na idealização do projeto, beneficiando o Povo de Parnamirim. “As motocicletas atenderão a necessidade da Guarda Municipal, o que aprimorará a prevenção, proteção e fiscalização do patrimônio do município”, explica o parlamentar.
Poder virar o ano em sua casa própria. Graças ao programa Casa Verde Amarela, do governo federal, tocado com afinco pela secretaria de Habitação, isso será possível para muitos parnamirinenses.
O auditório foi, mais uma vez, cenário para emoção, choro e abraços de agradecimento.
Essa é mais uma conquista da nossa gestão, que tem como meta reduzir o déficit habitacional e elevar a qualidade de vida do nosso povo.
Me sinto honrado em ter feito parte de todo esse processo tão importante e marcante para o nosso município. Nossa equipe deixou claro que é possível tirar do papel e realizar o sonho da nossa população.
De repente, a gente volta a sentir um misto de ansiedade e medo. O recrudescimento da covid, a descoberta de mais cepas do vírus e a divulgação de novo surto de infectados em diversos países nos dão uma certa insegurança. Quando começamos a ouvir sobre a hipótese de voltar a fechar restaurantes, bares e museus em países da Europa, nós, inevitavelmente, lembramos dos momentos de horror a que o mundo foi submetido há tão pouco tempo. A solidão como companheira no período de isolamento e a contagem macabra dos mortos, que nos obrigava a ficar um pouco insensíveis como fuga para não enlouquecer, uma estratégia de sobrevivência.
Mais do que nunca, confirmamos a importância da vacina ao acompanhar o dia a dia dos novos internados com a constatação, óbvia, de que os negacionistas são os que mais sofrem com o maldito vírus. E ainda assim, continua o show de horror por parte daqueles que negam a importância da Ciência. Agora, a discussão sobre vacinar ou não crianças e adolescentes, como determina a Medicina, mostra, uma vez mais, o lado desumano, imbecil e cruel dos que insistem em negar a ciência. Nem a morte de mais de 610 mil pessoas conseguiu sensibilizar esses bárbaros.
E com tristeza vemos, dois meses após o final da CPI da Covid e a aprovação do relatório final, que nosso alerta sobre a necessidade de tirar os poderes imperiais do presidente da Câmara dos Deputados e do procurador-geral da República, infelizmente, tinha toda razão. Escrevi várias vezes que ou mudávamos a legislação, ou poderíamos não ter a efetividade do trabalho tão sério da Comissão Parlamentar que paralisou o país. O resultado proposto pelo relatório está longe de ter o efeito esperado.
O impeachment e um processo penal no Supremo Tribunal contra o presidente da República já saíram da pauta da sociedade. E o resultado do trabalho da CPI da Covid ficará como objeto de estudo de um tempo de trevas. Frustrante.
Com a possibilidade de um novo agravamento sanitário, voltamos a nos preocupar com os cuidados para o enfrentamento do vírus. Mas constatamos que não haverá punição para esse governo que foi o responsável direto pela intensificação da catástrofe. O Brasil passa a voltar os olhos para a necessidade de sobrevivência diante de uma realidade que sufoca a todos.
O país voltou ao mapa da fome, do qual tinha saído em 2012. Hoje, 27,4 milhões de brasileiros vivem em estado de pobreza extrema. São pessoas que passam fome diariamente. Ver a inflação chegar a dois dígitos e encarar os 15 milhões de desempregados, 14,1% da população, e outros milhões de subempregados. A chamada recessão técnica já é uma realidade. Constatamos que o fosso não tinha chegado ao fundo e que, talvez, nem tenha fundo.
E na certeza absoluta da impunidade, comprada a preço de ouro com a cooptação de parte dos congressistas, o presidente Bolsonaro, em plena segunda-feira, tem a desfaçatez de zombar do país dançando um funk e cantando uma música cuja letra misógina ofende as mulheres ao dizer: “Bolsonaro casou com a Cinderela, enquanto as de esquerda têm mais pelo que cadela”.
Essa é a mensagem do presidente da República para as mulheres brasileiras neste final de ano. Num país onde a violência contra as mulheres cresce assustadoramente, a música escolhida pelo presidente tem como autor um artista acusado de ser agressor de mulher. Nunca é demais recordar que, durante o isolamento social, o Brasil registrou 1.350 casos de feminicídio em 2020, um a cada 6 horas, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. E esse número, claro, é muito menor do que a realidade.
A esperança é que a saída desse estado de barbárie está nas nossas mãos, pelo voto, ainda que infelizmente demore mais um ano. Os brasileiros vão ter a oportunidade de tentar ter de volta um país que esses fascistas destroem diariamente.
É sempre bom lembrar que esse governo desmantelou as bases humanistas em todas as áreas. Reconstruí-las vai levar um longo tempo. Teremos essa tarefa pela frente. O que causa mais angústia é a certeza de que, para os desempregados e para os que têm fome, o tempo não para e cada dia perdido não tem volta. A espera pode ser possível para nós, mas para boa parte dos brasileiros ela é mortal. Vamos nos recordar disso todos os dias.
Socorro-me ao poetinha Vinicius de Moraes, no Poema de Natal:
“Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar nossos mortos –
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.”
Em solenidade na noite desta terça-feira (21), a Câmara Municipal de Parnamirim concedeu a algumas personalidades a maior honraria que o Poder Público dá anualmente, o Título de Cidadão Parnamirinense.
O título de cidadania honorária é cedido em razão da relevante contribuição de cada agraciado para com o município. Estas pessoas não são naturais do município, mas aqui se destacaram e mantêm uma importante relação com Parnamirim. Pessoas que dedicaram parte de suas jornadas à cidade; e agora têm esse título como uma demonstração de gratidão.
O presidente da Casa, vereador Wolney França, celebrou os agraciados, reafirmando a importância do Título que lhes foi dado. “Este título de cidadão parnamirinense faz justiça ao trabalho, empenho, luta e força dos senhores e das senhoras”, disse o presidente.
A escritora e Advogada Lígia Limeira falou em nome de todos os homenageados, ocasião na qual se mostrou agradecida. “Estamos sendo agraciadas e agraciados com um título que nos torna filhos e filhas deste importante município do estado do Rio Grande do Norte”, afirmou.
_Confira a lista dos agraciados com o Título de Cidadão Parnamirinense_
Lula e Alckmin se encontraram no domingo (19.dez) pela 1ª vez em público depois de discussões sobre formação de chapa
A articulação para uma chapa na eleição de 2022 ao Palácio do Planalto liderada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tendo como vice o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, que acabou de sair do PSDB, deu um passo importante no domingo (19.12.2021) em um jantar que reuniu ambos e outros líderes partidários.
A costura para unir os 2 ex-adversários veio à tona no início de novembro, e no domingo os 2 conversaram em frente às câmeras e posaram para imagens se cumprimentando. Lula discursou e disse que os confrontos anteriores entre ele e Alckmin estavam no passado: “Não importa se no passado fomos adversários, se trocamos algumas botinadas, se no calor da hora dissemos o que não deveríamos ter dito. O tamanho do desafio que temos pela frente faz de cada um de nós um aliado de primeira hora.”
Alckmin, por sua vez, afirmou que o processo “ainda está começando”, mas que “é hora de grandeza política, é hora de união”. O ex-governador deixou o PSDB na última 4ª feira (15.dez.2021), depois de 33 anos no partido, hoje controlado pelo governador paulista João Doria – que foi apadrinhado por Alckmin para se eleger prefeito da capital paulista, mas depois se virou contra ele, afastou tucanos históricos do partido e é o pré-candidato da legenda ao Planalto.
Alckmin ainda não se filiou a um novo partido. As negociações para a eventual chapa em que ele seria vice de Lula envolvem o PSB e o PSD e a definição de outras candidaturas, como a dos governos paulista e mineiro e ao Senado por São Paulo, e os espaços que seriam ocupados no governo em caso de vitória – conversas que devem avançar no próximo ano. Lula atualmente lidera as pesquisas com expressiva vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro.
A DW Brasil conversou com 2 cientistas políticos para explicar o que envolve essa possível união entre os ex-adversários.
O que Lula ganharia?
O cientista político Henrique Carlos de O. de Castro, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS) e coordenador da Pesquisa Mundial de Valores (World Values Survey) no Brasil, afirma que o maior interesse de Lula em ter Alckmin como vice é reduzir a rejeição ao seu nome em setores mais conservadores, da mesma forma como o petista fez em 2002 ao escolher como vice o empresário José Alencar.
“Uma das maiores dificuldades de uma candidatura de Lula à presidência é a resistência que ele tem, muitas vezes infundada, pela imagem de ser de esquerda e até de ser comunista. Ele está longe de ser um comunista e é de uma esquerda muito moderada, não representa o perigo que alguns setores constroem sobre seu nome – mas construir o medo do adversário é uma das formas mais primitivas e eficazes de fazer política”, afirma.
“Ao se aproximar de um candidato conhecidamente conservador – o Alckmin sequer era das figuras mais avançadas do PSDB – ele quer ‘limpar’ a sua imagem. Eleitoralmente, Alckmin não traz em si muitos votos, mas sim uma possibilidade de aceitação em setores mais conservadores da sociedade brasileira, que são a grande maioria dos brasileiros”, diz.
Castro afirma que Lula teria ainda que dobrar a resistência entre petistas ao nome de Alckmin, o que, segundo ele, não será difícil: “O seu eleitorado o tem quase como fãs, ele é uma liderança em certa medida caudilhesca e vai conseguir resolver o problema dessa resistência.”
Lucio Rennó, professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), também destaca a aderência que uma eventual chapa Lula-Alckmin teria em camadas mais conservadoras da população.
“O Alckmin agrega e consolida um apoio da centro-direita (…) Lula pode até perder algum apoio do eleitor mais à esquerda, mas o saldo é positivo. Nenhum desses eleitores à esquerda irá correr o risco de ver uma derrota do Lula para Bolsonaro ou [Sergio] Moro. Ele pode perder um pouco da convicção, vira um voto estratégico”, diz.
O que Alckmin ganharia?
Enquanto Lula obteria a imagem de moderação para sua candidatura, Alckmin ganharia projeção e influência política se for eleito vice-presidente e poderia se gabaritar para novos mandatos eletivos, diz Castro.
“O que movimenta a política brasileira é eleição, e Alckmin ganha a possibilidade de ser candidato a vice-presidente numa chapa com condições de ser eleita. Ele pode vir a ser vice-presidente, e isso vai implicar em apoio político e recursos do governo federal para seu grupo político, e quem sabe alçar novos voos no futuro. Ele ganha visibilidade eleitoral e consegue fazer o que nunca conseguiu: chegar à presidência da República, mesmo como vice, e eventualmente assumir a presidência”, diz.
Rennó afirma que, caso essa chapa se confirme e seja eleita, Alckmin poderia se credenciar a se tornar uma “liderança nacional”. E, durante o eventual governo, ganharia poder na forma da ocupação de cargos, influência sobre políticas públicas e definição do Orçamento.
Como repercutiria na campanha de Bolsonaro?
Para Rennó, uma chapa Lula-Alckmin não teria potencial de atrair eleitores que já decidiram votar em Bolsonaro, mas pode trazer o apoio de líderes políticos importantes que ainda estão avaliando o cenário e podem sentir que vale a pena apostar num caminho de “centro mais moderado” e recusar o apoio à campanha de reeleição do presidente.
Já Castro afirma que uma eventual união entre Lula e Alckmin poderia ter reflexos no conteúdo da campanha bolsonarista e reforçar o discurso de raiva e de ódio. “Provavelmente o discurso de ódio terá que ser ampliado. Vão dizer que o fantasma do comunismo está se tornando mais forte e chegando a nomes que eram do PSDB. Vão tentar mostrar que o suposto comunismo do PT está tomando conta de toda a sociedade”, diz.
Qual seria o impacto para os candidatos alternativos?
A eventual união entre o petista e o ex-tucano é um “mau sinal” para nomes que tentam se apresentar como alternativas a Lula e a Bolsonaro, como Moro (Podemos), Doria (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), diz Rennó. “Reduz ainda mais o espaço que esse grupo tem, que já era pequeno. Eles já estavam obrigados a transitar num espaço restrito, e com uma chapa de centro-esquerda caminhando para a centro-direita, ficará ainda mais reduzido”, afirma.
Como Alckmin na vice influenciaria um novo governo Lula?
Rennó, da UnB, afirma que a eventual vitória de uma chapa Lula-Alckmin daria ao grupo do ex-governador uma participação ativa no governo e na divisão de ministérios, mas cujo desenho só ficaria claro mais para frente.
Castro, da UFGRS, ressalta que o papel do ex-governador num eventual novo governo Lula dependeria dos acordos pré-eleitorais, do desempenho da chapa e da eventual adesão de setores conservadores, especialmente se houver segundo turno. “A correlação de forças é que vai dizer”, afirma.
“Outra coisa que seria importante é a proatividade de Alckmin na articulação do eventual futuro governo. Alckmin trabalha mal como candidato em nível nacional, sua rejeição fora de São Paulo é impressionante, mas nos bastidores ele é um grande articulador”, diz Castro.
Fonte: Poder 360.
Em meio a desentendimentos, a ex-deputada e filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil, anunciou sua desfiliação do PTB na 2ª feira (20.dez.2021). No Twitter, Cristiane chamou a presidente da sigla, Graciela Nienov, de “panfleteira semi-analfabeta”. Também criticou a atuação do advogado do partido, Luiz Gustavo Pereira da Cunha, na defesa de Jefferson.
“Pedi hoje minha desfiliação do PTB. Não serei liderada por uma panfleteira semi-analfabeta que quer enterrar meu pai vivo, junto com o dirigente-advogado de ‘defesa’ de seus interesses partidários (porque do meu pai é que não é), Luiz Gustavo. O último que sair apaga a luz. Fui!“, escreveu a ex-deputada.
Na sequência, Cristiane divulgou a imagem do seu pedido de desfiliação e completou: “Depois de 20 anos, me desfiliei do PTB. Gratidão e paz!“.
Ao ser questionada por uma seguidora para qual partido vai, a ex-deputada respondeu que não sabe.
HISTÓRICO
As discórdias entre Cristiane Brasil e o PTB aumentaram quando Roberto Jefferson foi preso e Nienov assumiu a presidência interina do partido. No mês passado, depois de votação interna, Nienov assumiu o cargo de presidente, não mais de forma interina.
Desde então, Cristiane tem pedido a saída de Nienov, até que decidiu ela mesma deixar o partido nessa 2ª.
Jefferson foi preso preventivamente em 13 de agosto por ordem do ministro do STF(Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. O magistrado atendeu a um pedido da PF (Polícia Federal), que investiga uma suposta organização criminosa que atuaria para desestabilizar a democracia e divulgar mentiras sobre ministros da Corte. O político está no presídio Bangu 8.
De acordo com a PGR (Procuradoria Geral da República), Jefferson impediu o exercício dos Poderes, incitando crimes de homofobia e contra a segurança nacional.
Na última 5ª feira (16.dez), Moraes rejeitou um pedido da defesa e manteve a prisão preventiva de Jefferson. Segundo a magistrado, a prisão é “imprescindível à garantia da ordem pública e à instrução criminal”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou ao Poder360, em 5 de dezembro, que pretende conceder o indulto de Natal, mas não disse a quem. Mas o que é esse perdão ou extinção de pena para um grupo restrito de presos? Entenda no Poder Explica desta 2ª feira (20.dez.2021).
Entenda o que é o indulto
É o perdão da pena, com a consequente extinção, se houver o cumprimento de alguns requisitos, conforme os citados anteriormente. Ele é regulado por decreto do presidente da República, que estabelece as condições para a concessão do indulto, indicando os presos que podem ou não ser contemplados.
Para que o indulto seja aplicado, é preciso que cada juiz responsável pela execução das penas analise se o detento cumpre os requisitos do decreto, o que pode levar alguns meses, dependendo de vários fatores.
Em 2019, Bolsonaro concedeu o indulto a policiais e militares. Em 2020, à agentes de segurança pública (policiais federais, policiais civis, policiais militares, bombeiros, entre outros) presos por crimes culposos (sem intenção) cometidos durante o serviço.
O decreto exclui crimes hediondos, tortura, crimes relacionados com organizações criminosas, terrorismo, tráfico de drogas, pedofilia e corrupção.
Faltam 286 dias para o 1º turno das eleições presidenciais, em 2 de outubro de 2022. Até esta 2ª feira (20.dez.2021), o Poder360contabilizou 12 pré-candidatos para as eleições de 2022. Historicamente, é um número alto, superando o número de concorrentes em 1994, 2002, 2006, 2010 e 2014 e empatado com a disputa presidencial de 1998.
A eleição presidencial de 1989, que elegeu Fernando Collor, é a que teve mais candidatos desde a redemocratização: 22 nomes.
A corrida eleitoral está na fase das pré-candidaturas, em que os nomes interessados em concorrer realizam diálogos político-partidários para o próximo ano. Até agora, 4 políticos cogitados para disputar as eleições para o Planalto em 2022 retiraram seus nomes da disputa: o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, o ex-deputado e candidato em 2018 Cabo Daciolo, o jornalista e apresentador José Luiz Datena e o empresário João Amoêdo, ex-presidente do partido Novo e um dos fundadores da sigla.
Eis os pré-candidatos:
Lula (PT)
O ex-presidente Lula está em 1º lugar nas pesquisas para a disputa eleitoral de 2022 | Sérgio Lima/Poder360 – 8.out.2021
Luiz Inácio Lula da Silva, 76 anos, chamado apenas de Lula, é o pré-candidato do PT para as eleições de 2022.
Nascido em Pernambuco, Lula foi metalúrgico e líder sindicalista antes de se candidatar à Presidência pela 1ª vez em 1989, nas primeiras eleições diretas desde a Ditadura Militar de 1964. Passou ao 2º turno e foi derrotado por Fernando Collor, que era filiado ao PRN.
Também foi candidato nas eleições de 1994 e 1998, as duas vencidas por Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Elegeu-se presidente do Brasil em 2002, foi reeleito em 2006 e permaneceu no cargo até 2010. Passou a faixa presidencial à companheira de partido Dilma Rousseff (PT).
Jair Bolsonaro (PL)
Bolsonaro é o 2º nome mais competitivo para a disputa presidencial de 22, segundo as atuais pesquisas | Sérgio Lima/Poder360 11.fev.2020
O presidente Jair Messias Bolsonaro, 66 anos, com nome político de Jair Bolsonaro, é pré-candidato à reeleição pelo PL em 2022.
Nascido em Glicério, no interior de São Paulo, foi registrado na cidade de Campinas. Bolsonaro é o 1º paulista eleito presidente desde Rodrigues Alves, que ganhou as eleições de 1902 e de 1918 (não chegando a assumir na 2ª vez; Alves contraiu gripe espanhola e morreu antes da posse).
Bolsonaro foi deputado federal pelo Rio de Janeiro de 1991 a 2018. É o 1º militar eleito por voto direto em mais de 7 décadas. O último foi Eurico Gaspar Dutra, eleito em 1945.
Sergio Moro (Podemos)
Sergio Moro é pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos | Sérgio Lima/Poder360 – 23.nov.2021
Recém-filiado ao Podemos, Sergio Fernando Moro, 49 anos, é pré-candidato pela sigla ao Planalto em 2o22.
Moro nasceu em Maringá, no Paraná, e é ex-juiz federal, ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e já foi professor da UFP (Universidade Federal do Paraná). Seu nome ganhou projeção nacional quando era o juiz de 1ª Instância responsável pelas condenações relacionadas à Operação Lava Jato.
Ciro Gomes (PDT)
Ciro Gomes é pré-candidato à Presidência pelo PDT em 2022 | Sérgio Lima/Poder360 – 19.jul.2018
Ciro Ferreira Gomes, conhecido apenas como Ciro Gomes, 64 anos, é paulista, nascido no município de Pindamonhangaba. Filho de um defensor público e político e de uma professora, Ciro tem 4 irmãos.
Disputou sua 1ª eleição ainda em 1982. Foi eleito e reeleito deputado federal pelo PMDB (atual MDB) em 1986. Interrompeu o 2º mandato em 1988 para tentar eleger-se prefeito de Fortaleza (CE). Venceu.
Foi governador do Ceará (1991-1994), ministro da Fazenda (1994-95) e ministro da Integração Nacional (2003-2006). Disputou as eleições presidenciais de 1998 e 2002 pelo PPS (atual Cidadania) e de 2018 pelo PDT. Ficou em 3º lugar nesta última, com 12,47% dos votos.
João Doria (PSDB)
O governador de São Paulo, João Doria, venceu as prévias e será o candidato do PSDB a presidente nas eleições de 2022 | Sérgio Lima/Poder360 – 27.nov.2021
João Agripino da Costa Doria Junior, com nome político de João Doria, 64 anos, é um político e jornalista nascido na cidade de São Paulo e filiado ao PSDB desde 1991.
Foi apresentador do programa O Aprendiz em 2010 e 2011. Elegeu-se prefeito da capital paulista em 2016 e deixou o cargo em 2018 para disputar o Governo de São Paulo naquele ano, função que exerce até hoje.
Rodrigo Pacheco (PSD)
Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco | Sérgio Lima/Poder360 – 03.mar.2021
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), 44 anos, nasceu em Porto Velho, capital de Rondônia. É formado em direito.
Elegeu-se senador em 2018 e foi escolhido como presidente do Senado em fevereiro de 2021. É o seu 1º mandato na Casa Alta. Antes, foi deputado federal.
Simone Tebet (MDB)
A senadora Simone Tebet, pré-candidata do MDB à Presidência da República l Sérgio Lima/Poder360 – 8.dez.2021
O MDB lançou em 8 de dezembro a pré-candidatura da senadora Simone Tebet(MDB-MS), 51 anos, à Presidência da República. Nasceu em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, em 1970.
Elegeu-se senadora em 2015, sendo a 2ª mulher na história a assumir a função pelo Mato Grosso do Sul. Presidiu a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mais importante comissão da Casa Alta, em 2019 e 2020. Hoje é líder da bancada feminina.
Já tentou por 2 vezes ser presidente do Senado Federal: em 2019, perdeu disputa interna no MDB para Renan Calheiros (MDB-AL). Em 2021, perdeu o apoio da bancada do partido na Casa perto do pleito, que foi vencido por Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Alessandro Vieira (Cidadania)
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) durante gravação do Poder360 Entrevista. No dia 20 de agosto, falou sobre sua pré-candidatura a Presidência da República em 2022 | Sérgio Lima/Poder360 – 29.out.2019
O senador Alessandro Vieira, 46 anos, foi eleito para o Senado pelo Sergipe com o nome de urna “Delegado Alessandro Vieira”.É pré-candidato às eleições presidenciais pelo Cidadania.
Vieira nasceu em Passo Fundo, no Mato Grosso do Sul, em 1975. Integra os movimentos RenovaBR e Acredito. É ex-delegado na Polícia Civil. O senador também ganhou notoriedade com suas participações na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid.
Aldo Rebelo (sem partido)
Aldo Rebelo diz que Bolsonaro, “que deveria ser o protagonista” de um sentimento de união, “está dividindo ainda mais o país” | Edilson Rodrigues/Agência Senado – 7.abr.2015
José Aldo Rebelo Figueiredo, 65 anos, conhecido apenas como Aldo Rebelo, nasceu no município de Viçosa, em Alagoas. Foi deputado federal por 6 mandatos pelo PC do B (Partido Comunista do Brasil).
Foi presidente da Câmara dos Deputados de 2005 ao início de 2007, durante o governo Lula. Também foi ministro-chefe da Secretaria de Coordenação Política e Relações Institucionais (2004-2005) e ministro do Esporte (2011-2014).
Na gestão da presidente Dilma Rousseff, Aldo foi ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (2015) e ministro da Defesa (2015-2016).
André Janones (Avante)
O pré-candidato à Presidência da República em 2022 pelo Avante, André Janones | Reprodução/Twitter
O deputado federal André Janones (Avante-MG), de 37 anos, é um advogado mineiro nascido em Ituiutaba. Ficou conhecido em 2018, depois de viralizar com uma série de vídeos sobre a greve dos caminhoneiros. Já foi filiado ao PT (2003–2012) e ao PSC (2012–2018).
No mesmo ano, Janones se elegeu para o seu 1º mandato como deputado federal. Teve 178,6 mil votos.
Apareceu na pesquisa Ipec de 14 de dezembro com 2% das intenções de voto para o Planalto em 2022, empatado com João Doria (PSDB).
Felipe D’Ávila (Novo)
O cientista político e pré-candidato ao Novo, Felipe D’Avila | Gabriela Oliva – 3.nov.2021
Recém-lançado pelo Novo como pré-candidato à Presidência da República em 2022, Felipe d’Avila, 58 anos, é cientista político pela Universidade Americana de Paris.
Nascido na capital paulista, d’Avila tem mestrado em administração pública pela Harvard Kennedy School.
É coordenador do movimento Unidos Pelo Brasil e fundador da organização sem fins lucrativos CLP (Centro de Liderança Pública).
Leonardo Péricles (UP)
O presidente nacional da UP e pré-candidato à Presidência da República em 2022 pela sigla, Leonardo Péricles | Reprodução/Twitter
Leonardo Péricles Vieira Roque, 40 anos, com nome eleitoral de Leo Péricles, é o 1º pré-candidato negro à Presidência da República em 2022.
É presidente do partido mais novo do Brasil, o UP (Unidade Popular pelo Socialismo), criado em dezembro de 2019. Foi candidato a vice-prefeito de Belo Horizonte na chapa da deputada federal Áurea Carolina (Psol-MG). Ficaram em 4º lugar, com 103.115 votos.
Leonardo nasceu em Belo Horizonte, mora em ocupação urbana e é coordenador do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas).
PODERDATA
Pesquisa PoderData realizada de 22 a 24 de novembro de 2021 mostra que Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) seguem isolados em 1º e 2º lugar no 1º turno da corrida eleitoral para as eleições presidenciais de 2022.
O ex-presidente tem de 34%, enquanto o chefe do Executivo marca 29%.
Aparecem com menções competitivas para esse cenário o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 8%, empatado tecnicamente com Ciro Gomes (7%), e João Doria (5%).
A pesquisa entrevistou 2.500 pessoas por telefone em 459 cidades. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.