Policiais Civis e Servidores da Sesed fazem uma mobilização geral em frente à Secretaria de Administração, no Centro Administrativo, na manhã desta quarta-feira (07). Segundo o sindicato que representa a categoria, o objetivo do movimento é cobrar do Governo do Estado a valorização dessas categorias e também a nomeação de novos agentes, escrivães e delegados.
O movimente teve início às 8h, com os servidores se concentrando no Centro Administrativo. Às 11h, haverá uma reunião do SINPOL-RN com a Secretaria de Administração para discussão das pautas apresentadas.
“Os Policiais Civis estão há 5 anos sem nenhuma valorização salarial e esperam que a governadora Fátima Bezerra reconheça todo esforço que vem sendo feito com recordes de prisões, operações e apreensões”, comenta Nilton Arruda.
O presidente do SINPOL-RN ressalta ainda que outro objetivo da luta é a nomeação dos alunos que foram formados na segunda turma do Curso de Formação da Polícia Civil, bem como a convocação de nova turma.
As duas meninas, uma criança e uma adolescente que foram resgatadas pela Polícia Civil após denúncias de maus-tratos e tortura praticadas pelas próprias mães, em Parnamirim, passaram nesta terça-feira (7), por avaliação médica psicológica, no Instituto Técnico-Científico de Perícia.
A informação foi repassada com exclusividade para a reportagem do NOVO Notícias. A Polícia Civil informou que não vai comentar sobre o caso neste momento.
De acordo com a informação que foi apurada pelo repórter Rafael Araújo, as duas garotas foram submetidas a avaliação durante a tarde desta terça-feira. O procedimento é de praxe pela e, considerado “uma das provas mais importantes do inquérito policial”.
As duas vítimas estão em uma casa de acolhimento, enquanto, as mães foram detidas e permanecem à disposição da justiça.
O caso
Duas mulheres foram presas pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte na sexta-feira (02), no bairro Parque das Nações, em Parnamirim. De acordo com as investigações, as mulheres foram autuadas pelos crimes de torturas, maus-tratos e violência psicológica contra uma criança e uma adolescente.
Segundo a polícia, no dia 26 de janeiro, um boletim de ocorrência foi registrado em uma cidade do interior do RN sobre o possível crime de maus-tratos contra as vítimas. As mulheres, que seriam mães das meninas, foram ouvidas pela autoridade policial e negaram os crimes. Porém, de acordo com o laudo pericial do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e de depoimentos, foram constatadas lesões corporais nas vítimas.
O caso está sendo investigado sob sigilo pela Delegacia Especializada na Proteção da Criança e do Adolescente e até o momento 17 pessoas foram ouvidas.
Um incêndio, neste exato momento, na parte da mata localizada na área superior do Morro do Careca, chamou atenção de todos na Praia de Ponta negra. Até o momento, não existem suspeitas sobre a sua causa. Porém, pode ter sido provocado de forma proposital. O Corpo de Bombeiros está à caminho.
Joka foi um dos personagens do documentário “Não estamos à venda”, dirigido por Raquel Cardozo | Foto: reprodução.
Uma das figuras mais conhecidas da Vila de Ponta Negra, João Batista de Lima, de 63 anos, mais conhecido como “Joka”, criador da Tapiocaria da Vó, foi assassinado na madrugada da última segunda-feira (5). Ele reagiu a um assalto e levou um tiro na “prainha de Pirangi”, em Parnamirim. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar pouco antes das 3h. Ele estava com uma amiga quando foi abordado por um homem que anunciou um assalto. O criminoso ainda levou R$ 100 e dois celulares. Uma unidade do Samu foi acionada, mas Joka não resistiu e morreu no local. A ocorrência foi atendida pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Plantão, e o crime será investigado pela DHPP de Parnamirim. A suspeita é de latrocínio, mas a Polícia Civil informou que as investigações ainda irão aprofundar a motivação. A Tapiocaria da Vó, da qual era responsável, funciona como um espaço cultural com comidas regionais e frutos do mar. Colorida e muito bem decorada, reúne músicos para apresentações culturais e aglutina a comunidade local. Neste início de fevereiro, o clima já era de carnaval, com prévias e muita boemia. Lia Araújo, moradora da Vila de Ponta Negra e integrante do Coletivo Enegrecer, diz que a comunidade “amanheceu sentindo o peso de ter perdido um dos grandes moradores e articuladores daqui”. Eles costumavam trabalhar juntos no desenvolvimento de projetos culturais. E era um dos defensores para que a Vila pertencesse aos nativos de Ponta Negra.
Foto: cedida
“Não tem como não mencionar que todo esse acervo cultural que hoje a Vila resgata foi fruto do trabalho de Joka. E Joka foi da juventude da Vila, do clube de jovens da Vila na época dele. Foi presidente do conselho comunitário. Ele era conhecidíssimo, não somente aqui na Vila, mas em Natal. Nacionalmente ele tinha articulação. A Tapiocaria da Vó é um dos pontos hoje que deveria se tornar ponto de memória, porque ele fazia questão de fazer com que aquele lugar fosse reconhecido exatamente pelos valores que a comunidade traz. É uma perda irreparável. Um cara tranquilo, que não tinha problema com ninguém, um cara que era bem visto. É uma tragédia”, lamenta.
Joka era Rendeiro, pescador, filho, neto e bisneto de pescador e rendeira, “nascido de uma paixão precoce pela arte”, como diz um texto biográfico, escrito por Lia, anos atrás para a inscrição de um projeto, em que Joka também fazia parte. A relação com a arte vinha realmente de família: seu pai era brincante do Rei do Congos de Calçola, e o artista iniciou sua jornada explorando diversas formas de expressão por meio do convívio com as rendeiras, com o forró tradicional e a experiência com os grupos folclóricos da Vila de Ponta Negra.
A Vila para quem é da Vila
Joka foi um dos personagens do documentário “Não estamos à venda”, produzido pela documentarista Raquel Cardozo. Em um dos trechos da produção, ele lamenta a gradativa saída dos moradores locais para a vinda de pessoas sem identificação cultural com a comunidade. “Hoje o que me entristece muito é ver os nativos saindo daqui, vendendo a grande parte pra gringo. E com os nativos vai embora a cultura”, disse. Porém, não deixava se abater e falava da Vila com carinho:
“As maiores emoções que eu tive em minha vida foram ver um pitoco acender uma lamparina e abrir um treco que saía água. Essas são várias coisas que marcaram minha vida como nativo, além de sobreviver da caça, sobreviver da pesca, sobreviver do que plantávamos. Meus pais, meus avós, meus bisavós, todos os meus antepassados, na entressafra do peixe plantavam feijão, milho, mandioca, batata, entre outros”, falava no documentário.
Para Raquel Cardozo, Joka era um grande incentivador cultural. “Ele disse que não ia deixar o medo limitar ele, porque ele ama aquela prainha e se realizava demais indo pescar lá”, contou. A documentarista ainda dirigiu uma outra obra com a participação de Joka, sobre a produção do azeite de uma fruta chamada bati. “Ele quem me disse da importância de fazer esse documentário, a importância cultural. Ele é um dos entrevistados e também narra a abertura e o final”, lembrou Cardozo.
Uma das últimas fotos tiradas por Joka antes de morrer | Foto: cedida
Segundo Lia Araújo, a família de Joka foi uma das primeiras famílias negras a habitar aquela região. “Tanto que antes a Vila poderia ser considerada quilombo. Hoje é um território negro, mas antes era um quilombo formado por quatro famílias”, explica.
“O território da Vila era muito maior do que é hoje. Foi fruto da desapropriação da terra que surgiu uma resistência como o Joka. Ele falava muito sobre a vinda das pessoas, essa coisa de ‘nós não estamos à venda, e a gente cobra caro’”.
Servidora pública e moradora da Vila, Ana Carolina Pontes Ros era cliente da Tapiocaria da Vó. “Joka mantinha ali um espaço de resistência cultural de extrema importância pra Vila. Filho de pai pescador e mãe rendeira, mantinha naquele espaço a cultura local viva”.
Ana estava com Joka até horas antes dele ser morto. “Estava muito feliz ontem participando do evento Mungunza Cultural no Porão das Artes e foi embora tranquilo, dizendo que ia ficar na prainha descansando até quarta-feira.”
O delegado Caio Fábio, da 10ª Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP)/Mossoró), detalhou a prisão de um homem, de 20 anos, por assassinar o cinegrafista Carlos Romão Barbosa Filho, de 24 anos, conhecido como “Jubileu”. O crime aconteceu na noite de domingo (04), no bairro Sumaré, em Mossoró.
O suspeito foi preso no final da manhã dessa segunda-feira (05), no conjunto Malvinas. No interrogatório, o suspeito, que foi o autor dos disparos, confessou o crime e disse que matou a vítima por engano. O alvo do assassinato seria um desafeto.
De acordo com o delegado, o acusado também revelou que havia estudado com a vítima durante a adolescência, se mostrando arrependido. “Ele queria matar um inimigo. Ele pediu para a vítima tirar o capacete para poder confirmar a identidade. Acreditava na tese de que realmente era o inimigo e por isso disparou na cabeça. A questão de levar os celulares foi só para ter mais tempo com as vítimas”, contou.
“Ele verificou nas reportagens que realmente matou a pessoa errada. Confirmou isso na delegacia. Inclusive, aparentemente, até um pouco arrependido. Ele disse que conhecia a vítima e teria estudado com a vítima na adolescência”, detalhou o delegado.
Um revólver calibre 38 foi apreendido na casa da avó do suspeito. “Confessou também que a arma utilizada foi a arma apreendida na residencia da sua avó”, completou Caio Fábio, que frisou ainda que o homem preso já era investigado por outros crimes. Um adolescente, que estaria conduzindo a moto utilizada no crime, segue foragido.
Um homem, de 63 anos, identificado como João Batista de Lima, morreu após ser baleado durante um assalto na madrugada desta segunda-feira (5). De acordo com a Polícia Militar, a vítima estava com a esposa quando o crime aconteceu.
Segundo a PM, era por volta das 3h da madrugada. O idoso estava com a companheira em uma área entre as praias de Pirangi e Cotovelo, conhecida como Praia dos Pescadores, no litoral Sul do Rio Grande do Norte, quando foram surpreendidos com a chegada do assaltante.
O criminoso que estava sozinho e chegou a pé, anunciou o assalto e pediu que as vítimas repassassem os pertences. Durante a ação, o pescador e a esposa entregaram dois celulares e cerca de R$ 100.
De acordo com a esposa da vítima, o homem teria se levantado após o criminoso anunciar o assalto. Foi neste momento que o assaltante efetuou os disparos. A companheira do pescador buscou ajuda em um condomínio próximo ao local, mas o idoso de 63 anos não resistiu aos ferimentos.
Ainda segundo informações repassadas para a polícia, a vítima e a companheira seriam da Vila de Ponta Negra e teriam ido pescar no local. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e constatou a morte.
A Polícia Civil através da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) será responsável por investigar o crime.
A operação Lei Seca, realizada pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual(CPRE), prendeu um homem por embriaguez ao volante durante fiscalização na zona Sul de Natal. De acordo com o CPRE, o indivíduo chegou a oferecer R$ 500,00 aos policiais para não ser autuado e recebeu voz de prisão por corrupção ativa. O caso ocorreu na madrugada desta sexta-feira (2).
O CPRE informou que o indivíduo foi preso na blitz realizada na Avenida Engº Roberto Freire e apontou 0.99 mg/l no teste de alcoolemia. Ele tem 26 anos e está à disposição da Justiça. Além dele, um outro homem foi preso durante a fiscalização.
Na avenida Hermes da Fonseca, outro ponto de operação da Lei Seca nesta madrugada, dez receberam notificação administrativa por misturar álcool e direção.
Uma carga com 70 mil maços de cigarros contrabandeados foi apreendida por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na madrugada desta quinta-feira (1), nas proximidades do Km 75 da BR 101, em São Gonçalo do Amarante, na região da Grande Natal. O material apreendido é avaliado em aproximadamente R$ 245 mil.
De acordo com a PRF, os agentes encontraram a carga no interior de um veículo do tipo van Ducato, de cor branca. O veículo estava abandonado em uma área de vegetação, na margem da rodovia federal. A ocorrência foi encaminhada à Superintendência da Polícia Federal do Rio Grande do Norte.
Apesar da apreensão do material contrabandeado, a PRF não informou se o condutor do veículo não foi encontrado. No ano de 2023 a PRF apreendeu mais de 2,7 milhões de maços de cigarro contrabandeados no Rio Grande do Norte.
O delegado Thyago Batista, que atua na jurisdição de Santo Antônio, no Agreste do Rio Grande do Norte, informou, nesta quarta-feira (31), que “pelo menos quatro elementos alvejaram o carro” conduzido pela advogada Brenda Oliveira, 26 anos, ontem (30), resultando na morte dela e do cliente, Janielson Nunes de Lima, 25, mais conhecido como “Gordinho da Batata”.
Segundo o delegado, mais três pessoas estavam na parte detrás do carro de Brenda, a mãe, a irmã e uma amiga de Janielson, que era suspeito do assassinato do vaqueiro Vitor Costa, 18 anos, madrugada de domingo (28), na vaquejada de Santo Antônio. Felizmente as três tiveram ferimentos leves, foram socorridas e liberadas.
O delegado diz que investigações continuam para identificar os criminosos e se outras pessoas estão envolvidas nos assassinatos. Pede a quem tiver informação que repasse, de forma anônima, para elucidar os crimes.
A juíza da Comarca de Santo Antônio, Dra. Marina Melo Martins Almeida, decretou luto oficial de três dias pelo falecimento da advogada Brenda dos Santos de Oliveira, ocorrido na tarde da última terça-feira (30).
Em portaria publicada decretando o luto na Comarca de Santo Antônio, a magistrada manifesta pesar pela morte trágica da advogada Brenda dos Santos de Oliveira, destacando sua atuação profissional na jurisdição sempre com cordialidade e decoro.”Uma grande perca para a classe jurídica e para sociedade santoantoniense”, afirma Dra. Marina.
A juíza também determinou o hasteamento das bandeiras a meio mastro em forma de luto.
Advogada e cliente foram mortos na tarde dessa terça-feira (30) no município de Santo Antônio, no interior do Rio Grande do Norte. A advogada se chamava Brenda Oliveira e tinha 26 anos. A informação foi confirmada pela OAB-RN.
Segundo informações preliminares, eles foram assassinado por um grupo, em frente à Delegacia do município. Os dois estavam em um veículo branco quando foram surpreendidos pelo grupo.
Antes de ser assassinada, a advogada publicou uma foto nos stories do seu perfil do instagram, com uma mensagem: “A sociedade e a sua mania de condenar um indivíduo apenas com base no “disse me disse”.
O homem, que morreu ao lado da sua advogada, tinha prestado depoimento na Delegacia de Santo Antônio. Ele é supeito de ter matado o vaqueiro Vitor Costa.
Morte do vaqueiro
O vaqueiro Vitor Costa morreu no último domingo (28) na vaquejada em Santo Antônio. O rapaz era batedor de esteira, função muito comum durante atividade.
O jovem tinha 19 anos e foi morto a tiros por volta das 5h, no Parque Maria Salete. Segundo a Polícia Civil, duas pessoas, em uma moto, se aproximaram e mataram o rapaz.
No mesmo dia, um outro praticante da vaquejada sofreu um infarto e morreu. A polícia não confirmou se os casos estão relacionados.
Nota da OAB-RN
Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (30), a OAB-RN diz que recebeu com “profunda indignação” a noticia da morte da advogada. Além de ter decretado luto oficial por três dias.
A entidade pediu, também, uma investigação rigorosa do caso para o secretário de Segurança Pública do Estado. “De imediato, a OAB/RN, por meio de sua diretoria e da Comissão de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, requereu ao secretário de Segurança Pública do Estado o acompanhamento rigoroso das investigações”.
Nota na íntegra:
“O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), a Seccional no Rio Grande do Norte (OAB/RN) e sua Caixa de Assistência (CAARN) receberam, com profunda indignação, a notícia sobre o assassinato da jovem advogada Brenda dos Santos Oliveira.
A advogada estava em pleno exercício de sua profissão quando foi alvo de um ato de violência injustificável, no município de Santo Antônio, no interior do Rio Grande do Norte.
De imediato, a OAB/RN, por meio de sua diretoria e da Comissão de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, requereu ao secretário de Segurança Pública do Estado o acompanhamento rigoroso das investigações.
Ainda na tarde desta terça-feira (30), foi designada pelo presidente da OAB/RN, Aldo Medeiros, que a Comissão da Advocacia Criminal, por meio de seu presidente, Anesiano Ramos, acompanhe o inquérito policial instaurado pela Polícia Civil. Também foi designado que a Subseção de Goianinha intermedeie a assistência necessária aos seus familiares, a ser prestada pela Seccional.
O crime contra uma advogada em seu exercício profissional, além de uma violência bárbara, é um ataque direto ao Estado Democrático de Direito. O Sistema OAB seguirá vigilante para que o crime não caia na vala da impunidade”.
Um homem suspeito de matar um vaqueiro no fim de semana e a advogada dele foram assassinados a tiros na tarde desta terça-feira (30). O crime aconteceu quando eles saíam da delegacia de Santo Antônio, no Agreste Potiguar.
Ele é conhecido como “Gordinho da Batata”. A advogada foi identificada como Brenda dos Santos Oliveira, de 26 anos. O crime aconteceu nas proximidades da delegacia. As vítimas estavam dentro de um carro. Segundo a polícia, além dos diversos disparos, o veículo ainda bateu em um ônibus.
O suspeito havia sido liberado, pois não havia mandado contra ele. Pouco antes do assassinato, a advogada havia postado uma mensagem nas redes sociais e afirmou: “A sociedade e a sua mania de condenar um indivíduo apenas com base no ‘disse me disse'”.
“Estava sendo ouvido na delegacia, como não tinha mandado de prisão, foi liberado. Ela resolveu dar carona a ele. Recebemos a informação que estava tendo tiroteio. Viemos ao local e constatamos que se tratava da doutora Brenda e do seu cliente que haviam acabado de sair da delegacia”, contou um policial militar.
O crime atraiu uma multidão ao local e será investigado pela Polícia Civil. “Fala-se em duas motos e de um carro também. Mas isso vai ficar a cargo da Polícia Civil”, completou.
Nessa segunda-feira (29), durante uma operação no Passo da Pátria, especificamente no Largo São Francisco, uma mulher tentou se evadir do local ao perceber a presença policial. No entanto, ela foi acompanhada e interceptada. Na revista, foi encontrado o seguinte material:
• 01 porção grande de substância esverdeada, semelhante a maconha; • 01 porção média de substância esverdeada, semelhante a maconha; • 01 porção pequena de uma substância amarelada, análoga a crack; • 1205 papelotes de substância branca, semelhante a cocaína; • R$ 10,00 em dinheiro fracionado; • 01 balança para pesagem do material entorpecente; • 01 celular Samsung cor verde.
Todo o material estava acondicionado em uma sacola plástica. A suspeita e o ilícito foram encaminhados à Central de Flagrantes Zona Sul para os devidos procedimentos legais.
No último sábado (27), duas lanchas foram flagradas realizando “manobras arriscadas” na Praia de Pirangi do Norte, em Parnamirim. Em nota, a Marinha do Brasil (MB) informou que os proprietários foram notificados.
Uma equipe de Inspeção Naval da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte (CPRN) foi até o local para identificar as lanchas. Um Inquérito Administrativo será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do caso, informou a Marinha do Brasil.
De acordo com a Norma da Autoridade Marítima para Atividades de Esporte e Recreio (NORMAM – 211/DPC), as lanchas só podem navegar a partir de duzentos metros da linha da base e devem trafegar com velocidade compatível para reagir, com segurança, às necessidades da navegação.
Nesta sexta-feira (26), o pátio da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), no bairro da Ribeira, recebeu agentes do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (BOPE) para o curso de aplicações táticas em ambientes confinados, entre eles, o transporte público ferroviário.
A ação faz parte curso de especialização do operador de segurança pública em ocorrência de alta complexidade. De acordo com o comandante do curso, o Capitão Faustino, o uso do espaço cedido pela CBTU é de grande valia e importância para que o efetivo tenha condições plenas de atuar na preservação da vida e aplicação das leis.
O superintendente da CBTU, João Maria Cavalcanti, destaca a importância dessa parceria do Governo Federal e do Governo do RN, através do BOPE: “A CBTU mantém suas portas abertas e diálogo permanente com as forças de segurança pública com o objetivo de garantir a segurança dos usuários do sistema de trens urbanos de Natal”.
O treinamento contou com cerca de vinte agentes do BOPE, acompanhados pela equipe técnica responsável pela operação dos trens.