Após sete anos, Tribunal do Júri condena Josias Teixeira a seis anos de prisão por colisão que resultou na morte da bailarina Gislâne Cruz | BNews RN – Divulgação Reprodução internet.
Sete anos após um acidente que abalou o meio cultural potiguar, a Justiça definiu a punição para o responsável pela morte da professora de dança e bailarina Gislâne Cruz do Nascimento.
Em julgamento realizado nesta semana, o Tribunal do Júri condenou o oficial de Justiça Josias Teixeira de Morais a seis anos de prisão em regime semiaberto.
Julgamento definiu responsabilidade pelo acidente
Durante a sessão do Tribunal do Júri, acusação e defesa apresentaram argumentos, provas técnicas e depoimentos colhidos ao longo da investigação e da tramitação do processo.
Após a análise do caso, os jurados entenderam que o acusado teve responsabilidade pela colisão que resultou na morte da bailarina, levando à condenação anunciada pela Justiça.
Como aconteceu a colisão
O acidente ocorreu na Avenida Prudente de Morais, uma das principais vias da capital potiguar.
Segundo as investigações, Gislâne seguia como passageira em um veículo de transporte por aplicativo quando o carro conduzido pelo réu teria invadido a faixa contrária da pista.
A batida frontal provocou o capotamento do automóvel em que a professora estava, deixando ainda outras pessoas feridas.
Segundo as investigações, Gislâne seguia como passageira em um veículo de transporte por aplicativo quando o carro conduzido pelo réu teria invadido a faixa contrária da pista.
Investigação apontou consumo de álcool
As apurações realizadas pelos órgãos responsáveis indicaram que o motorista apresentava sinais compatíveis com embriaguez no momento da ocorrência.
Conforme os registros do caso, ele também teria admitido ter ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. Essas informações integraram o conjunto probatório analisado durante o julgamento.
O que foi apontado na investigação:
• Colisão frontal registrada na Avenida Prudente de Morais;
• Veículo conduzido pelo acusado teria invadido a contramão;
• Carro onde estava a vítima capotou após o impacto;
• Equipes do Samu foram acionadas para o resgate;
• Indícios de consumo de álcool foram registrados durante a ocorrência.
Trajetória marcada pela dança e pela cultura
Gislâne Cruz era uma das profissionais conhecidas do cenário cultural potiguar. Além de atuar como professora de dança, participou de projetos artísticos e integrou a Companhia de Dança do Teatro Alberto Maranhão.
Seu trabalho na formação de novos talentos e sua participação em eventos culturais renderam reconhecimento dentro e fora da capital.
Pouco antes do acidente, ela havia conquistado o título de Rainha do Carnaval de Parnamirim, ampliando ainda mais sua visibilidade no estado.
Condenação encerra uma etapa do caso
A sentença representa um novo capítulo no processo que acompanhou a rotina da família da vítima ao longo dos últimos anos.
Embora a decisão judicial não apague a perda sofrida por parentes, amigos e alunos, ela marca a conclusão de uma importante fase da busca por responsabilização em um dos acidentes de trânsito mais lembrados da história recente do Rio Grande do Norte.
A Receita Federal intensifica ações contra fraudes e sonegação, focando em empresas de apostas ilegais de quota fixa sem autorização | BNews RN – Divulgação MPRN.
A Receita Federal em parceria com o Ministério Público dos Estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco, participou nesta quinta-feira (18) da Operação “Conto da Sorte”.
A operação apura crimes de lavagem de dinheiro, induzimento à especulação, exploração de jogo de azar e loteria não autorizada, associação criminosa e crimes contra as relações de consumo.
O objetivo é colher provas sobre um esquema de exploração irregular de apostas de quotas fixas e jogos de azar na internet, das chamadas bets.
O trabalho realizado tem por objetivo a apreensão de documentos diversos e informações em mídia como elementos de prova para a investigação, bem como a apreensão de bens e direitos até o limite de R$ 145 milhões para garantia de restituição dos ilícitos apurados.
A investigação apura o funcionamento de bets, as empresas de apostas em quota fixa, que funcionam sem autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda.
Essas empresas apresentaram movimentação financeira de bilhões de reais (o valor exato ainda será revelado com os dados coletados nas buscas, apreensões e quebras de sigilo).
As apurações iniciaram com a criação pela Prefeitura de Bodó, município do Rio Grande do Norte, da autarquia LOTSERIDÓ, que passou a credenciar, de forma irregular, empresas de apostas de quota fixa. A LOTSERIDÓ foi encerrada em outubro de 2025, mas as empresas permanecem atuando sem autorização do órgão regulador desse tipo de atividade, a SPA.
Segundo o MPRN, o grupo utilizava como âncora o órgão Lotseridó, criada pela Prefeitura de Bodó/RN, para dar aparência de legalidade a dezenas de plataformas de apostas online em âmbito nacional.
A Justiça determinou o bloqueio de valores em contas correntes, poupanças, investimentos, planos de previdência privada, além da indisponibilidade de veículos e de bens imóveis dos investigados.
Operação contra Bets ilegais – MPRN
Modus operandi
O grupo investigado constituiu dezenas de empresas de exploração de jogos de azar e apostas e instituições de pagamento, que eram então repassadas formalmente a terceiros, sem capacidade econômica, enquanto o controle gerencial e financeiro permanecia com o grupo.
Foi identificado, inclusive, que alguns dos sócios ostensivos seriam beneficiários de auxílio emergencial, enquanto outras empresas teriam sido colocadas em nome de parentes dos investigados. Parte das empresas sequer possui existência de fato, utilizadas apenas para a movimentação financeira em suas contas bancárias.
As investigações apontam que existe movimentação financeira incompatível com os rendimentos declarados, indícios de sonegação fiscal, de lavagem de dinheiro com a aquisição de imóveis e ausência de repasse sobre a receita líquida de apostas, prevista na Lei nº 13.756/2023, que regulamenta a atividade das bets.
Como os golpistas atuavam na internet?
As pessoas caiam nos golpes induzidas a erro por meio de artifícios digitais. O grupo criminoso realizava a invasão de sistemas de computadores de órgãos públicos e injetava códigos em páginas de boa reputação, como sites com finais “.gov.br” e “edu.br”.
Essa adulteração criava arquivos de indexação forjados que direcionavam o robô de buscas da internet e os usuários para os sites ilegais de apostas, transmitindo uma falsa credibilidade.
Segundo o MPRN, o grupo apresentou um crescimento patrimonial expressivo e movimentou grandes volumes de recursos financeiros.
A própria Prefeitura de Bodó demonstrou em manifestações públicas que as empresas arrecadaram cerca de R$ 415 milhões em apenas 10 meses de funcionamento, gerando um repasse de R$ 8,3 milhões para os cofres municipais. Além disso, só uma das empresas envolvidas obteve créditos de R$ 4,6 bilhões no ano de 2025.
Para conseguir movimentar os valores e ocultar os verdadeiros donos do negócio, os líderes estruturaram uma rede de empresas de fachada chamadas de facilitadoras de pagamento ou de apoio operacional.
Essas firmas eram registradas em nome de laranjas, que eram pessoas de baixa renda, beneficiários de programas de assistência social ou parentes dos organizadores. Os chefes do esquema mantinham o controle das contas bancárias por meio de procurações públicas.
A apuração descobriu ainda que as empresas funcionavam de forma irregular, utilizando endereços inexistentes, salas comerciais vazias ou escritórios virtuais.
O grupo também manteve o fluxo financeiro e continuou operando mesmo depois de os registros de CNPJ terem sido formalmente baixados e extintos na Receita Federal. O MPRN identificou que os líderes criaram pelo menos 21 empresas registradas em um mesmo endereço fantasma em Bodó.
Atuação da operação nos Estados
A operação cumpriu 14 mandados de busca e apreensão nos Estados de Pernambuco, Ceará e São Paulo, expedidos pela 2ª Vara da Comarca de Currais Novos, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra sete pessoas físicas e seis pessoas jurídicas em imóveis residenciais e comerciais situados nas cidades de Recife, Caruaru e Toritama, no Estado de Pernambuco, além de Fortaleza, no Estado do Ceará, e dos municípios de São Paulo e Iguape, localizados no Estado de São Paulo.
O que diz a lei?
A atuação do MPRN se deu porque os Municípios não possuem competência para criar leis sobre loterias e apostas.
A tese se baseou no entendimento do Supremo Tribunal Federal que estabelece que apenas a União pode legislar sobre essa atividade.
As medidas judiciais buscaram interromper o esquema que causa prejuízos aos consumidores, apostadores e garantir a reparação dos danos e assegurar o recolhimento dos valores obtidos de forma ilícita.
Operação contra Bets ilegais – MPRN
Participaram da ação:
– 9 auditores-fiscais da Receita Federal do Brasil e 2 analistas tributários da Receita Federal do Brasil
– 6 Promotores de Justiça
– 19 servidores do MPRN e MPPE
-10 servidores da Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Norte
– 28 policiais civis e militares
Na operação, a Receita Federal contribuiu com a análise fiscal dos investigados, a verificação do efetivo funcionamento das pessoas jurídicas constituídas, a capacidade econômico-financeira de sócios e administradores e a formação de grupo econômico de fato.
A Receita Federal continua cumprindo seu compromisso com:
– o combate a fraudes que utilizam CNPJs de fachada;
– o combate à sonegação fiscal e a falta de recolhimento de repasses federais;
– a atuação integrada com órgãos de investigação e controle.
Mais dois suspeitos de envolvimento no atentado contra o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal, Cabo Deyvison (PL), foram presos na manhã desta quarta-feira (17), na cidade de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte. Até o momento, não foram divulgadas imagens dos indivíduos.
A informação foi confirmada pelo comandante-geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), Coronel Alarico, à reportagem da TRIBUNA DO NORTE. Segundo Alarico, duas armas foram apreendidas com um dos suspeitos durante a prisão.
O ataque ocorreu na noite de segunda-feira (15), em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró. Alyson Diego, que operava uma transmissão ao vivo realizada pelo vereador nas redes sociais, foi atingido na cabeça e morreu. Cabo Deyvison foi baleado nas pernas e segue internado.
Na terça-feira (16), dois suspeitos de envolvimento no ataque contra o vereador foram presos pela Polícia Militar no estado do Ceará. A dupla trafegava em um táxi, vindo de Mossoró, quando foram abordados por uma equipe da PM cearense, na rodovia CE-040, no município de Beberibe.
Os dois homens confessaram participação direta no crime. O caminho dos suspeitos foi descoberto pela Polícia Militar do RN após o recebimento de uma denúncia via telefone 190, informando que dois homens em atitude suspeita seguiam em um veículo em direção à divisa com o Ceará.
Novas informações sobre o atentado que vitimou o assessor parlamentar e cinegrafista Alyson Diego e deixou o vereador Cabo Deyvison (PL) ferido apontam para a captura de dois suspeitos de participação no crime.
De acordo com informações preliminares, os dois homens foram localizados e detidos ao chegarem em Fortaleza, no Ceará. Eles são apontados como suspeitos de envolvimento tanto no atentado contra o vereador mossoroense quanto na morte de Alyson Diego, ocorrida durante a ação criminosa registrada em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Mossoró.
Os suspeitos foram identificados como José Antônio da Costa, que aparece usando uma camisa na cor vinho, e Vinícius Gabriel, que estaria vestindo uma camisa branca no momento da
captura.
As prisões representam um importante avanço nas investigações conduzidas pelas forças de segurança, que trabalham para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação do atentado e a possível participação de outras pessoas na ação.
O caso causou forte comoção em Mossoró e ganhou repercussão em todo o Rio Grande do Norte após a morte de Alyson Diego, assessor e homem de confiança de Cabo Deyvison. O vereador foi atingido por disparos nas pernas e segue em recuperação.
Até o momento, as autoridades ainda não divulgaram detalhes oficiais sobre o depoimento dos suspeitos nem sobre a possível relação deles com organizações criminosas. A expectativa é que novas informações sejam apresentadas nas próximas horas.
O vereador Cabo Deyvison (PL) foi alvo de um atentado a tiros na noite da segunda-feira (15), em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró. O parlamentar foi atingido em uma das pernas e socorrido inicialmente na própria unidade de saúde.
Durante a ação criminosa, o assessor do vereador, Allysson Diego de Oliveira Morais, também foi baleado. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
Segundo informações preliminares, Cabo Deyvison realizava uma transmissão ao vivo pelas redes sociais quando homens armados efetuaram diversos disparos. Após receber os primeiros atendimentos, o vereador foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).
A Polícia Civil informou que armamento de grosso calibre foi utilizado no ataque. No local, os investigadores encontraram um carregador de munição para fuzil calibre 5.56.
Em entrevista à imprensa, o delegado de plantão, Renato Oliveira, revelou que um veículo possivelmente utilizado pelos criminosos foi localizado abandonado em uma estrada carroçável nas proximidades do bairro Papoco.
As circunstâncias e a motivação do crime seguem sob investigação. De acordo com o delegado, uma das linhas apuradas pela polícia aponta para possível relação com a atuação de facções criminosas, tema que vinha sendo frequentemente abordado e denunciado pelo vereador.
Suspeito integra um grupo criminoso especializado em furtos de motocicletas – Foto: Reprodução.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, na última sexta-feira (12), um homem, 22 anos, suspeito pelos crimes de associação criminosa e furtos, no município de Macaíba.
De acordo com as investigações, o suspeito integra um grupo criminoso especializado em furtos de motocicletas, com atuação em Natal e em outros municípios da Região Metropolitana.
As diligências foram iniciadas após o furto de mais uma motocicleta atribuído ao grupo criminoso. Após a ação criminosa, equipes policiais realizaram acompanhamento tático, que resultou na prisão em flagrante de um dos integrantes da associação criminosa. O homem foi conduzido á delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde pertencerá á disposição da Justiça.
A Polícia Civil informa que as investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar, localizar e responsabilizar os demais integrantes do grupo criminoso envolvido nos furtos de motocicletas na região, e reforça a importância da colaboração da população, solicitando que informações que possam contribuir com as investigações sejam repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
Os três homens presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jumping em Limeira, no interior de São Paulo, afirmaram à Polícia Civil que não sabem explicar como ocorreu a falha que levou a jovem a ser lançada sem a corda de segurança.
Segundo a delegada plantonista Andréa Dantas, os responsáveis pela preparação da vítima para o salto não conseguiram esclarecer quem deveria ter instalado o equipamento nem em que momento ocorreu o erro. A jovem morreu após cair de uma altura de aproximadamente 40 metros durante a atividade realizada na região conhecida como Ponte do Esqueleto.
De acordo com a investigação, a corda que deveria estar presa à vítima foi encontrada enrolada no chão da plataforma de salto. Em depoimento, os envolvidos disseram não se recordar de como o procedimento de segurança deixou de ser realizado.
“Eles não conseguem se recordar qual foi a falha, quem teria que ter colocado a corda ou se houve falha na fiscalização”, afirmou a delegada.
Vídeo registrou momento do acidente
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os instantes que antecederam o acidente. No vídeo, Maria Eduarda é conduzida por funcionários até a estrutura de salto. Após ser impulsionada da plataforma, pessoas que acompanhavam a atividade percebem a ausência da corda e começam a gritar em desespero.
Os homens que aparecem nas imagens usavam camisetas das empresas responsáveis pela operação do salto. Até a última atualização do caso, as empresas não haviam se manifestado publicamente.
“Nunca tinha acontecido”
Os investigados relataram à polícia que atuam há anos com a prática de esportes de aventura e afirmaram nunca ter enfrentado situação semelhante.
Segundo a delegada, os três demonstraram estar abalados com o ocorrido e disseram que outros saltos haviam sido realizados normalmente antes do acidente.
“O que eles relataram é que praticam isso há muito tempo e nunca tinha acontecido nada parecido”, disse.
Prisão por homicídio com dolo eventual
A Polícia Civil autuou os três homens por homicídio com dolo eventual, entendimento aplicado quando há a avaliação de que os envolvidos assumiram o risco de provocar a morte da vítima.
Para a investigação, a ausência de uma verificação final dos equipamentos de segurança foi determinante para o acidente fatal.
O caso segue sob investigação. A polícia ainda deve ouvir novas testemunhas e aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer todas as circunstâncias da morte de Maria Eduarda.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, 10, uma operação para averiguar possíveis irregularidades na administração do fundo previdenciário dos servidores municipais de Paulista, em Pernambuco.
Conforme a CNN Brasil, o órgão investiga possível relação com o Banco Master, com foco em identificar desvios e práticas ilícitas envolvendo recursos públicos.
Suspeito fugiu no momento em que era retirado do veículo para ser apresentado na Delegacia de Plantão da Zona Norte; equipes da Polícia Penal realizam buscas com apoio de cães farejadores.
Um preso conseguiu fugir durante o desembarque em frente à Delegacia de Plantão da Zona Norte de Natal, localizada ao lado do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Zona Norte.
Segundo informações preliminares, o suspeito estava algemado com as mãos para frente e seria apresentado na unidade policial. No momento em que era retirado do veículo pelos agentes, ele teria alegado estar machucado e aproveitado a oportunidade para se desvencilhar da equipe e iniciar a fuga.
Após escapar, o homem atravessou a Avenida Doutor João Medeiros Filho, conhecida como Estrada da Redinha, e correu por ruas adjacentes até alcançar uma área de mangue localizada após a linha férrea existente na região.
Agentes penitenciários iniciaram uma perseguição imediata, mas o fugitivo conseguiu desaparecer em meio à vegetação.
Logo após a fuga, equipes da Polícia Penal foram mobilizadas para reforçar as buscas. Cães farejadores também foram empregados na operação na tentativa de localizar o preso, que até o momento não havia sido recapturado.
O caso chamou a atenção pelo fato de a fuga ter ocorrido justamente em frente à Delegacia de Plantão da Zona Norte e ao lado de uma unidade prisional, em uma das áreas mais movimentadas da região.
As circunstâncias da fuga deverão ser apuradas pelas autoridades competentes, enquanto as buscas pelo foragido continuam.
Assaltantes levaram um veículo Nissan Versa, uma máquina de moer cana e outros pertences; Polícia Militar realizou buscas, mas ninguém foi preso
Momentos de terror foram vividos por uma família na noite da última sexta-feira (5), na Praia de Búzios, em Nísia Floresta, no litoral sul do Rio Grande do Norte.
De acordo com informações preliminares, criminosos invadiram uma residência e renderam os moradores. Durante a ação, as vítimas foram trancadas em um banheiro enquanto os suspeitos realizavam um arrastão no imóvel.
Após recolherem diversos pertences da casa, os criminosos fugiram levando um veículo Nissan Versa vermelho, de placa PBN-7539. Dentro do automóvel estava uma máquina de moer cana, que também foi levada pelos assaltantes.
Após a fuga do grupo, a Polícia Militar foi acionada e realizou diligências na região na tentativa de localizar os suspeitos e recuperar os bens roubados.
Até o momento, ninguém foi preso e o veículo ainda não havia sido localizado.
Moradores da região relataram clima de apreensão após o crime, que reforça a preocupação com a segurança em áreas residenciais do litoral sul potiguar.
Kleyton Alves Pinto, fundador da A2 Trader, empresa investigada por suposto envolvimento em um esquema de pirâmide financeira com criptomoedas, foi capturado pela Guarda Municipal de Parnamirim, na última sexta-feira (5).
Segundo a corporação, ele era considerado foragido da Justiça e é investigado por suposto envolvimento em golpes financeiros praticados em diversos estados do país.
De acordo com a Guarda Municipal, durante a abordagem, Kleyton apresentou um documento de identidade falso, na tentativa de ocultar sua verdadeira identificação. Porém, após a verificação dos dados, os agentes confirmaram sua identidade e constataram a existência de pendências judiciais em nome dele.
Em seguida, ele foi encaminhado à 3ª Delegacia de Polícia Civil de Parnamirim, onde foram realizados os procedimentos cabíveis. O caso foi comunicado à Justiça.
Kleyton é apontado como fundador da A2 Trader, empresa que tinha sede em Natal e ganhou notoriedade ao prometer altos rendimentos em investimentos ligados ao mercado de criptomoedas. A companhia fechou as portas no fim de 2019.
A empresa atraiu investidores de diferentes estados, mas interrompeu as atividades após relatos de atrasos nos pagamentos e dificuldades para saques.
O caso passou a ser investigado por órgãos de fiscalização e pelo Ministério Público em diferentes estados. Entre as apurações está uma ação civil pública, ajuizada pelo Ministério Público da Bahia, que pede a condenação dos envolvidos ao pagamento de R$: 5 milhões por danos morais coletivos e a restituição dos valores aos investidores que alegam ter sido prejudicados.
De acordo com os autos do processo, a empresa prometia investimentos em criptomoedas com supostos rendimentos diários de 4% sobre o aporte ou de 60% em apenas 40 dias. O modelo de negócio é investigado por suspeita de operar como esquema de pirâmide financeira.
Além da Bahia, o caso também é alvo de investigação no Rio Grande do Norte e de análises por órgãos de fiscalização do mercado financeiro. Os processos e procedimentos relacionados ao caso continuam em tramitação.
Um homem de 29 anos foi preso por tráfico de drogas na manhã deste sábado (6), no bairro Golandim, em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal. A ação foi realizada por policiais militares do Comando de Policiamento da Capital (CPC), por meio da 1ª Companhia do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM).
De acordo com a PM, a equipe se deslocava para abastecer a viatura quando identificou uma motocicleta em atitude suspeita, iniciando o acompanhamento. Durante as diligências, os policiais localizaram um homem em frente a uma residência na Rua Padre João Maria.
Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito tentou fugir a pé e descartou uma bolsa preta. Após ser alcançado, os policiais realizaram a abordagem e encontraram, dentro da bolsa, 13 porções de uma substância análoga à cocaína, uma pedra semelhante a crack, embalagens utilizadas para acondicionamento de entorpecentes, uma balança de precisão e um aparelho celular.
Ainda segundo a corporação, o homem utilizava tornozeleira eletrônica e informou responder a processo por tráfico de drogas.
Diante da situação, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Plantão da Zona Norte, juntamente com todo o material apreendido, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.
Um desmanche clandestino de motocicletas foi localizado por policiais militares do 9º Batalhão da Polícia Militar (9º BPM) na manhã da última sexta-feira (29), no bairro Bom Pastor, na Zona Oeste de Natal. A operação resultou na apreensão de diversas peças e componentes com suspeita de origem criminosa.
A ação ocorreu nas proximidades da Estação de Trem do Bom Pastor, após diligências realizadas pela equipe policial na região. Segundo a Polícia Militar, o local apresentava indícios de funcionamento irregular e possuía materiais que podem estar relacionados a crimes de roubo e furto de veículos.
Além disso, a descoberta reforça o trabalho das forças de segurança no combate à receptação e à comercialização ilegal de peças automotivas. Como resultado, os policiais conseguiram recolher uma grande quantidade de componentes que agora serão analisados pelas autoridades competentes.
Um desmanche clandestino de motocicletas foi localizado por policiais militares do 9º Batalhão da Polícia Militar (9º BPM) na manhã dessa sexta-feira (29), no bairro Bom Pastor, na Zona Oeste de Natal. A operação resultou na apreensão de diversas peças e componentes com suspeita de origem criminosa.
A ação ocorreu nas proximidades da Estação de Trem do Bom Pastor, após diligências realizadas pela equipe policial na região. Segundo a Polícia Militar, o local apresentava indícios de funcionamento irregular e possuía materiais que podem estar relacionados a crimes de roubo e furto de veículos.
A descoberta reforça o trabalho das forças de segurança no combate à receptação e à comercialização ilegal de peças automotivas. Como resultado, os policiais conseguiram recolher uma grande quantidade de componentes que agora serão analisados pelas autoridades competentes.
Polícia investiga origem das peças apreendidas
Após a operação, os materiais recolhidos foram encaminhados para a Central de Flagrantes da Zona Sul de Natal. No local, as autoridades realizaram os procedimentos legais necessários para formalizar a apreensão.
A Polícia Militar informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar e localizar o suspeito que fugiu durante a ação. Paralelamente, os órgãos responsáveis irão apurar a procedência das motocicletas e das peças encontradas.
Um homem foi preso na madrugada desta quinta-feira, 28 de maio, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, suspeito de furtar um banco de ofertório da Catedral Nossa Senhora da Piedade.
O crime aconteceu por volta das 11h da quarta-feira, 27 de maio, e foi registrado pelas câmeras de segurança da própria catedral. Segundo a Polícia Militar, o furto só chegou ao conhecimento da corporação no início da noite. A partir disso, equipes passaram a realizar diligências . Por volta das 2h da madrugada da quinta-feira, guarnições da Patrulha do 6º BPM abordaram e identificaram o suspeito, que foi preso em seguida.
De acordo com o tenente-coronel Eugênio, subcomandante do batalhão, o suspeito é natural de Pernambuco e estaria em situação de rua.
“O mesmo se encontrava com as mesmas vestimentas que estava utilizando quando da prática do crime. Ele é natural do Pernambuco e já responde processos em 10 estados da federação e no momento está em situação de rua na cidade de Cajazeiras”, disse o tenente-coronel.
Ainda segundo a polícia, o homem relatou aos militares que o banco de ofertório furtado foi vendido a um taxista da cidade.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil da Paraíba, responsável agora por identificar o taxista citado e tentar recuperar o banco da igreja.
Investigação aponta que organização criminosa movimentou cerca de R$ 200 milhões usando o setor da pecuária bovina para ocultar recursos ilícitos.
A Polícia Federal deflagrou, na última quarta-feira (27), a Operação “Rota do Fim”, que teve desdobramentos no Rio Grande do Norte com o cumprimento de mandados judiciais ligados a uma investigação contra tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.
A ação teve como foco uma organização criminosa investigada por infiltrar recursos ilícitos na cadeia produtiva da pecuária bovina no estado do Acre. Segundo a Polícia Federal, o grupo teria ligação com facções criminosas do Rio de Janeiro e movimentado aproximadamente R$ 200 milhões em valores de origem ilegal.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 30 mandados de busca e apreensão nos estados do Acre, Rondônia, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Mato Grosso. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco, no Acre.
As investigações tiveram início após uma apreensão realizada em 2022, na cidade de Poconé, no Mato Grosso, quando foram encontrados 469 quilos de cocaína e porções de maconha.
De acordo com os investigadores, a organização criminosa utilizava empresas ligadas ao setor agropecuário para misturar dinheiro ilícito a recursos legais, incluindo negócios relacionados à comercialização de gado, processamento de carne e leilões bovinos.
A operação contou com apoio da Receita Federal do Brasil e do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPAC).
Além dos mandados, a Justiça determinou o bloqueio de imóveis, veículos, valores financeiros e rebanhos bovinos vinculados aos investigados.
Segundo a Polícia Federal, três pessoas ainda foram presas em flagrante durante a operação por posse ou porte ilegal de arma de fogo.
Os investigados poderão responder por tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e outros crimes que possam surgir no decorrer das investigações.