Esposa de espanhol encontrado morto em lagoa no RN é presa suspeita de envolvimento no crime

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A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (4) duas pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato do empresário espanhol Joan Suriol Giralt, de 52 anos, encontrado morto no dia 23 de dezembro de 2025 na Lagoa do Vital, em Maxaranguape, no Litoral Norte potiguar.

Os presos são a própria esposa do espanhol, que tem 48 anos, e um homem de 25 anos, apontado como funcionário de confiança do casal. A polícia suspeita que Joan tenha sido morto por motivação patrimonial e passional, devido à proximidade da formalização do divórcio.

Conforme as investigações, o crime ocorreu no dia 20 de dezembro. Após o registro do desaparecimento da vítima, comunicado por sua então companheira, a polícia iniciou diligências para apuração dos fatos e encontrou o corpo em uma ilhota na lagoa.

Durante as investigações, a forma como o corpo foi localizado chamou a atenção dos policiais, uma vez que pessoas ligadas ao convívio da vítima indicaram o local com precisão.

“Os álibis apresentados pelos suspeitos foram confrontados com provas técnicas. As apurações também apontaram que o crime ocorreu pouco antes da formalização de um divórcio previamente agendado, o que levanta a hipótese de motivação patrimonial ou de natureza passional, possivelmente relacionada a um casamento realizado com a finalidade de regularização migratória”, informou a polícia.
De acordo com a Polícia Civil, diante dos elementos colhidos, das inconsistências verificadas nos depoimentos e dos indícios de tentativa de ocultação de provas, a corporação pediu a decretação das prisões preventivas, deferidas pelo Poder Judiciário.

Após serem detidos, os suspeitos foram conduzidos à delegacia e, posteriormente, encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento.

G1RN

Suspeito de estupro coletivo no Rio é filho de subsecretário de Direitos Humanos

Um dos jovens foragidos por envolvimento em um estvpro coletivo contra adolescente de apenas 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, é filho de um subsecretário do governo do Rio de Janeiro.

A coluna Mirelle Pinheiro apurou que trata-se de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. Ele é filho de José Carlos Costa Simonin, advogado e atuante em frentes de direitos humanos.

Segundo o currículo divulgado no site do governo do Rio, José Carlos Costa Simonin é integrante titular do Conselho Gestor do Fundo de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais (FECP), membro do Conselho Gestor do Fundo Estadual de Investimentos e Ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social (FISED).

Ele também é vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS/RJ), participante da Elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social (PEDES), e atual Subsecretário de Governança, Compliance e Gestão, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

A vítima relatou que recebeu uma mensagem de um aluno da sua escola a convidando para ir à casa de um amigo.

Ao chegar ao prédio, em 31 de janeiro, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi prontamente recusado por ela.

No interior do apartamento, a vítima foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com outros três rapazes que insistiam para ela manter relações com eles.

Com a negativa, os adolescentes passaram a despir-se e a praticar atos l1bidinosos mediante v1olência física e psicológica contra ela. A adolescente afirmou que foi segurada pelos cabelos, agred1da com um chute 

Operação Mulheres prende suspeito de violência doméstica em Mãe Luiza

Foto: reprodução.

Um homem de 40 anos foi preso preventivamente na quinta-feira (26) suspeito de ameaçar, injuriar e invadir a casa de uma mulher em Natal. Segundo a investigação, os crimes foram motivados pela condição da vítima ser mulher, o que caracteriza violência doméstica e familiar.

A prisão foi realizada por equipes da Polícia Civil do Rio Grande do Norte no bairro Mãe Luiza, na Zona Leste da capital. Após diligências, os policiais localizaram o suspeito e cumpriram o mandado de prisão preventiva.

Ele foi levado à delegacia para os procedimentos de praxe e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

A ação integra a Operação Mulheres 2026, mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para intensificar o combate à violência contra a mulher. A força-tarefa ocorre entre 19 de fevereiro e 5 de março e antecede o Dia Internacional da Mulher, com foco no cumprimento de medidas cautelares contra investigados e condenados por crimes desse tipo.

A Polícia Civil informou que denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone 181.

Facção tentou tomar emendas da Câmara de Natal e movimentou R$ 6 milhões, diz polícia

A Polícia Civil revelou detalhes da Operação Decreto, que mira um grupo criminoso com atuação no Passo da Pátria, na Zona Leste de Natal. Segundo a investigação, a facção tentou interferir no orçamento público da capital usando um ex-funcionário da Câmara Municipal de Natal para pressionar o envio de emendas parlamentares ao Carnaval de 2025.

De acordo com a Polícia Civil, a exigência era clara: se o dinheiro não fosse destinado, ações políticas seriam proibidas na área dominada pelo grupo. A investigação aponta que a organização movimentou cerca de R$ 6 milhões com a venda de drogas nos últimos 18 meses e é apontada como responsável por pelo menos quatro homicídios em 2024.

Nesta fase da operação, três suspeitos foram presos em Natal. Uma mulher indicada como liderança foi detida no Mato Grosso do Sul, e outro investigado é procurado no Rio de Janeiro. Em Natal, houve apreensão de drogas e dinheiro em espécie.

A Polícia Civil informou que as apurações continuam para verificar se houve participação de outros agentes públicos. O órgão reforçou que denúncias podem ser feitas pelo Disque 181, com garantia de anonimato.

Arrombamento em cigarreira na Avenida Itapetinga revolta comerciante em Natal; prejuízo inclui bebidas, sorvetes e produtos levados

Cigarreira na Avenida Santarém é arrombada novamente e gera prejuízo à comerciante em Natal.

Um novo caso de arrombamento em cigarreira voltou a assustar comerciantes em Natal. A proprietária Maria José, conhecida como dona Zezé, denunciou que o estabelecimento foi invadido durante a madrugada na Avenida Itapetinga, ao lado da 12ª Delegacia de Polícia.

A reportagem exibida no programa Tá Na Hora RN, da jornalista Juliana Lobo, mostrou o buraco utilizado pelos suspeitos para entrar no local. Segundo a comerciante, os criminosos desceram pelo telhado, arrombaram a estrutura e levaram diversos produtos do estabelecimento.

Apesar de enfrentar problemas de saúde, dona Zezé afirmou que continua trabalhando diariamente para manter o negócio aberto. No entanto, ela lamentou a repetição dos crimes e relatou indignação com a ação dos suspeitos. A comerciante disse que essa não foi a primeira vez que o ponto comercial sofreu invasão.

Prejuízos e sensação de insegurança

De acordo com a proprietária, os criminosos levaram principalmente bebidas, sorvetes, gelo e outros itens vendidos na cigarreira. Além disso, ela explicou que havia feito reposição recente de mercadorias, o que aumentou o prejuízo financeiro após o arrombamento em cigarreira.

O caso ocorreu na Avenida Itapetinga, área de movimento comercial na zona Norte de Natal. Mesmo estando ao lado de uma delegacia, a comerciante demonstrou preocupação com a ousadia dos suspeitos e com a vulnerabilidade do estabelecimento durante a madrugada.

Segundo a reportagem, a dona do comércio vem reforçando a estrutura do local para evitar novas invasões. Ainda assim, ela afirma que a sensação de insegurança permanece, principalmente durante a noite, quando a loja fica fechada.

Comerciante relata presença policial

Dona Zezé também afirmou que viaturas policiais passam com frequência pela região e realizam prisões de suspeitos. No entanto, segundo ela, os criminosos aproveitam momentos de descuido para agir e cometer novos arrombamentos.

A comerciante ressaltou que reconhece o trabalho da polícia, mas reforçou que a repetição dos crimes preocupa e gera prejuízos constantes. Mesmo diante das dificuldades, ela garantiu que continuará trabalhando e cobrando mais segurança para evitar novos casos na área.

Operação que terminou com policial ferido, cumpriu 9 mandados de prisão em São João do Sabugi

imagem da viatura da polícia civil com suspeito preso
Foto: PCRN/Divulgação

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nas primeiras horas desta sexta-feira (27), a Operação Vértice, no município de São João do Sabugi, na região Seridó do RN, com foco no enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas e à atuação de lideranças criminosas na região.

Durante diligências na zona rural entre São João do Sabugi e Caicó, houve confronto armado. Na ação, um agente da Polícia Civil, integrante da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCRN), foi alvejado por um dos alvos da operação. O policial foi socorrido e transferido para Natal por transporte aeromédico, onde seguirá sob cuidados médicos.

O criminoso que atingiu o policial foi neutralizado durante o confronto. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão. A operação é resultado de investigação estratégica conduzida ao longo dos últimos meses, que identificou a estrutura de comando de uma associação criminosa envolvida com o comércio ilícito de entorpecentes na região.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte segue acompanhando o estado de saúde do agente ferido, adotando todas as medidas necessárias para seu pleno restabelecimento e se solidariza com os seus familiares, amigos e colegas.

Homem é preso no aeroporto de Natal fingindo ser policial federal

A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (26), um homem que se passou por policial federal nas dependências do Aeroporto Internacional de Natal. O suspeito utilizava vestimentas semelhantes às adotadas por policiais federais e portava documento falso similar ao cartão funcional da instituição.

Ele tentava embarcar em voo doméstico quando apresentou a identificação irregular, fato que motivou a abordagem e a verificação pelos policiais.

Após a constatação de falsidade documental e de indevida identificação, o homem foi conduzido à unidade da Polícia Federal, onde foram adotados os procedimentos cabíveis. O investigado poderá responder pelos crimes de uso de documento falso e de falsa identificação funcional.

Jovem é encontrada morta na Grande Natal; companheiro é detido sob suspeita de feminicídio

Foto: Reprodução

Karolina Lisboa, de 22 anos, foi encontrada morta dentro de casa, em um residencial na cidade de São José de Mipibu, na Região Metropolitana de Natal. O companheiro dela foi detido e o caso é investigado como possível feminicídio.

De acordo com a polícia, a jovem pode ter morrido há cerca de 48 horas. A suspeita de feminicídio é considerada porque o homem, que estava na residência, não teria acionado o atendimento médico nem comunicado o caso às autoridades. A motivação da morte ainda será esclarecida pela investigação da Polícia Civil.

A Polícia Militar foi acionada por vizinhos que relataram ter ouvido gritos vindos do imóvel. Quando os policiais chegaram ao local, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estavam na residência e o óbito havia sido confirmado.

Segundo a polícia, havia registro anterior de ocorrência de violência doméstica envolvendo o casal, o que também pesou para a condução do suspeito à delegacia. Duas armas foram apreendidas com o homem, que afirmou utilizar os armamentos para defesa.

O corpo de Karolina foi removido pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte e passará por perícia. O caso ocorre em um cenário de alta nos crimes contra mulheres no estado. Segundo dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine), o Rio Grande do Norte registrou 21 casos de feminicídio em 2025, número superior aos 19 contabilizados em 2024. Também houve aumento nas tentativas de feminicídio no mesmo período.

PF prende ex-prefeito no Rio Grande do Sul em investigação sobre licitação bilionária; SAIBA MAIS

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26/2), a segunda fase da Operação Lamaçal em Lajeado, no Rio Grande do Sul. Agentes cumprem mandados de busca no setor de licitações da prefeitura e em outros endereços ligados à investigação. A coluna Mirelle Pinheiro apurou que um dos alvos de prisão temporária é ex-prefeito Marcelo Caumo.

A operação apura suspeitas de desvio de recursos federais repassados ao município após as enchentes de maio de 2024. À época, a cidade enfrentava situação de calamidade pública durante a gestão do então prefeito.

Segundo a investigação, há indícios de irregularidades em contratos firmados para a prestação de serviços terceirizados nas áreas de assistência social, como psicólogos, assistentes sociais, educadores sociais, auxiliares administrativos e motoristas. A contratação ocorreu mediante dispensa de licitação, sob justificativa de urgência decorrente da tragédia climática.

A apuração aponta que a empresa investigada pode ter sido contratada sem que fosse comprovada a proposta mais vantajosa para a administração pública.

Também há suspeitas de que os valores pagos estejam acima do preço de mercado. O montante inicial dos contratos sob análise soma cerca de R$ 120 milhões.

A primeira fase da Operação Lamaçal foi deflagrada em 11 de novembro de 2025, em ação conjunta da Polícia Federal com a Controladoria-Geral da União (CGU).

Na ocasião, foram cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de 10 veículos e bloqueio de até R$ 4,5 milhões em ativos.

As diligências ocorreram em Lajeado e em outras cidades gaúchas, como Muçum, Encantado, Garibaldi, Guaporé, Carlos Barbosa, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Porto Alegre. Participaram da operação três auditores da CGU e 92 policiais federais.

Fonte: Metrópoles

STF condena irmãos Brazão a 76 anos por mandar matar Marielle

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por unanimidade, a 76 anos e três meses de prisão, os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão como mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes. Os ministros ainda impuseram ao major Ronald e a Robson Calixto o crime de organização criminosa. O ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa foi absolvido da acusação de mandante, mas condenado por obstrução de Justiça e corrupção passiva majorada. Com informações do Metrópoles.

Penas impostas pela Primeira Turma do STF

– Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro — 76 anos e 3 meses, além de 200 dias-multa, em regime fechado.

– Francisco Brazão (Chiquinho), ex-deputado federal — 76 anos e 3 meses, além de 200 dias-multa, em regime fechado.

– Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar — 56 anos de reclusão, em regime fechado.

– Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro — 18 anos de reclusão e 360 dias-multa, regime fechado.

– Robson Calixto Fonseca, o Peixe — 9 anos de reclusão e 200 dias-multa, em regime fechado.

Veja como os ministros condenaram cada um dos acusados pela PGR:

– Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro — condenado por organização criminosa armada, duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado.

– Francisco Brazão (Chiquinho), ex-deputado federal — condenado por organização criminosa armada, duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado.

– Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar — condenado por duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado.

– Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro — absolvido dos homicídios, mas condenado por obstrução de Justiça e corrupção passiva majorada.

– Robson Calixto Fonseca, o Peixe, ex-assessor de Domingos Brazão — organização criminosa armada.

Os quatro ministros da Primeira Turma — Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino — votaram para concordar parcialmente com as acusações feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A única divergência foi com relação a Rivaldo Barbosa.

Os magistrados também definiram indenizações, no valor total de R$ 7 milhões. Sendo R$ 1 milhão em favor de Fernanda Gonçalves Chaves, sobrevivente do ataque, e da filha dela. Além disso, os ministros estabeleceram R$ 3 milhões em relação a Marielle, sendo R$ 750 mil ao pai, R$ 750 mil à mãe, R$ 750 mil à filha e R$ 750 mil à viúva de Marielle.

No caso dos parentes de Anderson Gomes, são também R$ 3 milhões, sendo R$ 1,5 milhão à esposa, Ágatha, e R$ 1,5 milhão ao filho, Arthur.

A Primeira Turma do STF decidiu, ainda, que todos os condenados se tornam inelegíveis. A partir do trânsito em julgado, os direitos políticos de todos os condenados estão suspensos até o término da pena. Além de estarem inelegíveis, não podem sequer votar.

Por fim, fica determinada a perda do posto, da patente ou graduação do militar estadual como efeito secundário da condenação. Também está decretada a perda dos cargos públicos de todos os réus.

Operação do MPRN mira suspeito de golpes virtuais e venda de dados sigilosos em Parnamirim

Foto: Marco Favero / Agencia RBS

O Ministério Público do Rio Grande do Norte deflagrou nesta terça-feira (24) a operação “Firewall” para combater um esquema de golpes virtuais e comercialização ilegal de dados sigilosos. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Parnamirim com apoio da Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

A investigação teve início após a análise de dados extraídos de um celular periciado por autoridade policial. O alvo é suspeito de praticar crimes cibernéticos, incluindo ataques de phishing — modalidade em que criminosos se passam por instituições confiáveis para enganar vítimas e roubar senhas, dados bancários e informações de cartões de crédito por meio de links falsos.

Segundo o MPRN, a ação também buscou proteger dados de acesso restrito das forças de segurança, bloquear a venda clandestina de informações e neutralizar acessos ilegais a sistemas protegidos. Durante o cumprimento do mandado, foram apreendidos celulares, computadores, HDs, pen drives e dispositivos com possível armazenamento em nuvem.

O nome da operação faz referência a mecanismos de proteção digital usados para conter invasões e ameaças virtuais. Participaram da ação um promotor de Justiça, quatro servidores do MPRN e sete policiais militares. As investigações continuam para identificar possíveis ramificações do esquema.

Corpo carbonizado é encontrado na zona rural de Mossoró

Um corpo carbonizado foi encontrado no Sítio Melancias, na zona rural de Mossoró. A vítima só deverá ser identificada após perícias realizadas pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte.

De acordo com a Polícia Militar, um caçador teria encontrado o corpo e acionado os policiais. No local, foram encontradas cápsulas de pistola, além de uma munição intacta. A equipe policial também constatou que o corpo foi queimado com pneus.

O local foi isolado pela PM até a chegada da Polícia Científica e da Polícia Civil, que deverá investigar o crime. O corpo estava em uma área de difícil acesso.

Operação da PM termina com droga, espingarda e prisão em Angicos

Uma ação da Polícia Militar resultou na apreensão de drogas, arma de fogo e veículos na manhã desta sexta-feira (20), no bairro Alto da Esperança, em Angicos, na região Central do Rio Grande do Norte.

De acordo com a PM, equipes da guarnição de Angicos, vinculada à 2ª Companhia do 10º Batalhão, com apoio de uma viatura de Fernando Pedroza e do Grupo Tático Operacional (GTO), foram acionadas após uma denúncia anônima sobre movimentação suspeita em uma residência da área.

Ao chegarem ao endereço informado, os policiais avistaram dois homens correndo para dentro do imóvel. Durante a entrada na casa, quatro suspeitos foram vistos, mas conseguiram fugir pulando o muro.

No interior da residência, os militares apreenderam uma espingarda calibre 12 com três munições intactas, cerca de 26,6 quilos de uma substância semelhante à maconha, três balanças de precisão, R$ 361 em dinheiro fracionado, material utilizado para embalar drogas, dois celulares e três motocicletas.

Durante as diligências na cidade, um dos suspeitos foi localizado em um estabelecimento comercial e preso. Segundo a polícia, outros possíveis envolvidos já foram identificados e seguem sendo procurados.

O homem detido foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Angicos, junto com todo o material apreendido, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.

Segurança envolvido em agressões contra homem com deficiência auditiva é preso

 

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (19), um dos seguranças envolvidos nas agressões contra um homem com deficiência auditiva durante o Carnaval de Apodi, na última terça-feira (17). O que chama a atenção é que a prisão não foi motivada pelo episódio de violência. De acordo com o delegado Paulo Torres, da Defur de Mossoró, o suspeito foi detido por receptação e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

“Esse suspeito veio realizar um B.O. de ameaça. Ele estaria sendo ameaçado por pessoas que se identificaram como faccionadas e nós identificamos o suspeito e realizamos a abordagem. Ele estava com celular roubado. Posteriormente, fomos ao veículo dele e encontramos uma pistola. Ele foi autuado pelo crime de receptação e pelo crime de porte de arma de fogo de uso restrito”, detalhou.

Segundo o delegado, o suspeito disse que a arma era do pai. No entanto, nem o proprietário teria direito de portar o armamento. “Essa arma seria do pai dele, que seria CAC, mas também não tem porte. Ele só tem a posse e a guia de trânsito para stands de tiro. Ele manteve a história que a arma é do pai e que teria comprado o celular no Vuco-Vuco. Foi encaminhado para a prisão. O pai confirmou que era o dono, mas nem ele poderia estar armado na rua”, acrescentou o delegado.

Sobre o caso de agressão, a Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os envolvidos. Além disso, solicitou que a população continue colaborando com as investigações, repassando informações de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

VÍDEO: desaparecimento de mulher em Parnamirim completa uma semana sem respostas

O desaparecimento de Joseli Suerda dos Santos, de 38 anos, completou uma semana nesta quarta-feira (18) sem que a família tenha recebido informações conclusivas sobre o paradeiro do auxiliar de serviços gerais, que trabalhou no Centro Clínico de Parnamirim (CCPAR). Desde então, os parentes seguem em busca de respostas e cobram agilidade nas investigações.

Joseli foi vista pela última vez na quarta-feira passada, quando saiu de casa por volta das 7h30 para trabalhar. Segundo a filha, Maria Willyane, de 20 anos, mãe e filha mantiveram contato ao longo do dia. Por volta das 16h50, Joseli avisou que estava encerrando o expediente e que pretendia voltar para casa de moto, por meio de aplicativo, por causa da forte chuva. “Ela disse: ‘vou bater o ponto agora e acho que vou pedir um aplicativo’. Quando deu cinco horas da tarde, mandei mensagem e já não chegava mais. As ligações também não atendiam”, relatou Maria Willyane.

A jovem contou que, inicialmente, imaginava que o celular da mãe tivesse sido descarregado, mas o atraso começou a preocupar. “Deu sete, oito, nove, dez horas e nada dela. Aí eu já me desesperei”. Ainda na mesma noite, a família registrou boletim de ocorrência na delegacia de plantão. De acordo com informações repassadas à família pela polícia, imagens de câmeras de segurança mostram Joseli subindo em uma motocicleta em frente ao local de trabalho, mas não em uma corrida solicitada pelo aplicativo. “Chegou uma moto lá na frente e ela subiu”, contou a filha. Até o momento, não há identificação do condutor nem detalhes como placa ou cor do veículo.

Maria Willyane afirmou ainda que, nas semanas anteriores ao desaparecimento, percebeu mudanças no comportamento da mãe. “Ela era uma pessoa aberta, alegre, mas ficou mais fechada. Não sei se estava se relacionando com alguém ou sofreu algum tipo de ameaça. Ela não comentou nada”. Joseli morava com os três filhos. Além de Maria Willyane, de 20 anos, a família é formada por um adolescente de 14 anos e uma criança de sete. Desde o desaparecimento, um jovem diz que assumiu a rotina da casa. “Estou sendo a coluna deles”. Agora RN.

Qualquer informação pode ser repassada para o telefone (84) 99898-1556.