Agentes do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) prenderam um idoso de 62 anos que apresentava visíveis sinais de alteração da capacidade psicomotora e se recusou a realizar o “bafômetro”. Ao receber voz de prisão, ele passou a desacatar os policiais. O caso ocorreu na noite deste sábado (21), em blitz na Cidade da Esperança, Zona Oeste de Natal.
De acordo com o condutor, ele é motorista por aplicativo, e estava em plena atividade. O idoso foi encaminhado à Central de Flagrantes e autuado pelos crimes de resistência, desobediência e embriaguez ao volante.
A fiscalização culminou ainda na autuação administrativa de mais nove condutores por misturar álcool e direção.
Candidato a vice-presidente na chapa com Jair Bolsonaro (PL) em 2022, o general Braga Netto (PL) foi preso pela PF (Polícia Federal) neste sábado (14.dez.2024). Ele é alvo das investigações da Operação Contragolpe, que investiga o planejamento de uma tentativa de golpe e de homicídio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do STF Alexandre de Moraes.
São cumpridos, segundo a PF, 1 mandado de prisão preventiva, 2 mandados de busca e apreensão e uma cautelar diversa da prisão “contra indivíduos que estariam atrapalhando a livre produção de provas durante a instrução processual penal”. “As medidas judiciais têm como objetivo evitar a reiteração das ações ilícitas”, disse a corporação.
A PF fez buscas na casa de Braga Netto, em Copacabana, bairro da zona sul do Rio de Janeiro. O general será entregue ao Comando Militar do Leste e ficará sob custódia do Exército Brasileiro.
OPERAÇÃO CONTRAGOLPE
Investigações da PF que embasaram a Operação Contragolpe pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, miram uma organização criminosa responsável por planejar, segundo as apurações, um golpe de Estado para impedir a posse do governo eleito nas Eleições de 2022.
Os agentes miram os chamados “kids pretos”, grupo formado por militares das Forças Especiais, e investigam um plano de execução de Lula e Alckmin.
Ainda conforme a corporação, o grupo também planejava a prisão e execução do ministro Alexandre de Moraes. Os crimes investigados, segundo a PF, configuram, em tese, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado e organização criminosa. Ao todo, os envolvidos podem ser condenados até 28 anos de prisão.
Em nota, a PF disse que uma organização criminosa “se utilizou de elevado nível de conhecimento técnico militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022”.
O plano estava sendo chamado de “Punhal Verde e Amarelo” e seria executado em 15 de dezembro de 2022.
BRAGA NETTO NEGOU PARTICIPAÇÃO
Em 23 de outubro, o ex-ministro de Bolsonaro se pronunciou pela 1º vez sobre o assunto e negou que tenha participado do planejamento de tentativa de golpe de Estado e assassinatos.
Em suas redes sociais, o também ex-ministro chefe da Casa Civil afirmou que “nunca se tratou de golpe, e muito menos de plano de assassinar alguém”.
“Agora parte da imprensa surge com essa tese fantasiosa e absurda de ‘golpe dentro do golpe’. Haja criatividade…”, escreveu Braga Netto.
Assim como o ex-presidente Jair Bolsonaro, Walter Braga Netto também foi declarado inelegível até 2030 por abuso de poder político, uso indevido dos meios de comunicação e conduta vedada a autoridades nas eleições presidenciais de 2022.
Os ex-policiais rodoviários Paulo Rodolfo Lima Nascimento, William de Barros Noia e Kleber Nascimento Freitas foram condenados pelos crimes de tortura e homicídio triplamente qualificado pela morte de Genivaldo de Jesus Santos, ocorrida em maio de 2022.
A sentença foi proferida na madrugada de sábado (07) pelo juiz Rafael Soares Souza após um julgamento que começou na manhã de sexta (6) e durou quase 24 horas.
Penas
Paulo Rodolfo foi condenado a 28 anos de prisão, enquanto William de Barros Noia e Cleber Nascimento Freitas receberam penas de 23 anos cada. O júri popular, que começou no último dia 26, ouviu o depoimento de 28 pessoas e o interrogatório dos três ex-agentes.
O caso
Genivaldo, que sofria de esquizofrenia e fazia uso de medicamentos controlados, foi morto durante uma abordagem policial violenta na cidade de Umbaúba, em Sergipe. Ele foi abordado por andar de moto sem capacete na BR-101. Depois, foi trancado no porta-malas de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e submetido à inalação de gás lacrimogêneo por cerca de 11 minutos.
O corpo do jovem de 20 anos de idade que despareceu após entrar no mar com a namorada na manhã de quinta-feira (5) em Areia Preta, na Zona Leste de Natal, foi encontrado na manhã deste sábado (7) na praia da Redinha.
O corpo foi visto na praia por volta das 5h e foi retirado da água por uma equipe do Corpo de Bombeiros. O Instituto Técnico-Científico de Perícia realizou perícia e recolheu o corpo para identificação.
Ainda no início da manhã, familiares reconheceram a vítima como Niedson Felix Gonzaga de Lima. O jovem completaria 21 anos de idade no próximo dia 24, véspera do feriado de Natal.
No dia do afogamento, testemunhas disseram ao Corpo de Bombeiros que Niedson e a namorada teriam entrado no mar por volta das 10h30. A namorada do jovem começou a se afogar e ele tentou ajudá-la. Um banhista percebeu o afogamento dos dois e conseguiu retirar a garota da água. Niedson, no entanto, foi levado pela correnteza.
O Corpo de Bombeiros iniciou as buscas no mesmo dia, inclusive com auxílio do helicóptero Potiguar 1, da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), mas o jovem não tinha sido localizado até o início da manhã deste sábado (7).
Perigo
O trecho onde o casal se afogou é sinalizado aos banhistas com bandeiras vermelhas sobre os riscos de afogamento. Em um fim de semana de novembro, pelo menos cinco pessoas foram resgatadas de afogamentos nas praias Areia Preta e Praia do Forte.
Henrique Santos/Inter TV Cabugi
“Infelizmente não tínhamos a presença de guarnição aqui no local, ela foi acionada de imediato através da ligação de um popular. A guarnição mais próxima chegou por volta de 1 minuto aqui no local,”, explicou o subtenente Helder, do Corpo de Bombeiros na quinta-feira (5).
Após sete anos de espera, a família de Maria Regina da Silva, de 20 anos, recebeu a sentença que tanto aguardava. O julgamento, realizado no Fórum Desembargador Túlio Bezerra de Melo, em São José de Mipibu, na Região Metropolitana de Natal, terminou na noite desta quinta-feira (28) com a condenação de Luiz Rodrigo de Oliveira.
O juiz Pedro Paulo Falcão Júnior considerou o réu culpado pelo assassinato brutal de Maria Regina, que estava grávida de oito meses. Na sentença, destacou a crueldade do crime: “A vítima foi asfixiada e, em seguida, carbonizada após o acusado atear fogo na casa”, afirmou.
Luiz Rodrigo foi condenado a 22 anos de prisão pelo feminicídio e 5 anos e 7 meses pelo crime de aborto, totalizando 27 anos, 7 meses e 15 dias de pena em regime fechado.
Apesar de negar a autoria dos crimes durante o julgamento, o réu foi condenado com base nas provas apresentadas pelo Ministério Público e nas investigações da Polícia Civil.
Após a sentença, Luiz Rodrigo foi transferido para uma unidade prisional do estado, onde permanecerá à disposição da Justiça. O caso, marcado pela violência e longa espera por respostas, chega ao fim com a condenação do responsável.
Relembre o caso:
O crime aconteceu no dia 10 de outubro de 2017. No dia, Regina foi encontrada morta dentro da casa onde morava com os pais no distrito de Arenã, em São José de Mipibu. A jovem estava com uma corda amarrada no pescoço e a casa em chamas. Segundo a perícia, ela foi assassinada por esganadura e teve aproximadamente 50% do corpo queimado. As investigações apontaram Luiz Rodrigo de Oliveira como o autor do crime. De acordo com as investigações, o acusado teria ordenado a vítima a abortar a criança, após descobrir que ela estava grávida de oito meses.
Um corpo foi encontrado na manhã desta sexta-feira (22), na Praia do Meio, zona Leste de Natal. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN), ainda não foi possível identificar a vítima e as causas da morte.
De acordo com o CBMRN, populares acionaram a Polícia Militar, que realizava um patrulhamento pelo local, e informaram que haveria um corpo na praia. A PM acionou a guarnição do posto guarda-vidas dos Bombeiros, que foram até o local e constataram a presença do cadáver no local.
A fiscalização da Lei Seca realizada na noite da terça-feira (19) e início da madrugada desta quarta-feira (20), registrou a prisão de um homem de 47 anos pelo crime de embriaguez ao volante. Outros 10 motoristas foram autuados por misturar álcool e direção.
Segundo informações do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual(CPRE), ao ser submetido ao teste de alcoolemia, o infrator apontou valor de 0.45mg/l, configurando crime previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.
O portal LeoDias descobriu que a Polícia Civil do estado de São Paulo cumpriu um mandado de prisão preventiva contra Natacha Horana, que integrou o balé do Faustão entre 2015 e 2022, sob acusação de lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e organização criminosa. Com ela, os oficiais apreenderam R$ 119.650 reais em dinheiro vivo.
Um carro, o qual ela alega ser emprestado, também foi aprendido na ação, além das bolsas em que foram encontradas as notas. Estes e os demais objetos apreendidos serão entregues ao Ministérios Público do Rio Grande do Norte, de onde mandado foi expedido.
Já nesta segunda-feira (19/11), o perfil da bailarina publicou um stories com paisagem de praia junto a um texto em inglês dizendo sobre “recarregar as energias”. Em 2020, durante a pandemia, Natacha já havia sido presa em suposta festa ilegal, o caso foi arquivado em 2021.
A Polícia Federal apreendeu documentos nos quais militares golpistas tramaram assassinar, em dezembro de 2022, o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin.
Trechos do documento constam na representação enviada pela PF ao Supremo Tribunal Federal, que embasou a prisão de quatro militares do Exército e um policial federal nesta terça-feira (19).
No material, intitulado “Planejamento Punhal Verde Amarelo”, os militares listam uma série de “demandas” operacionais e logísticas para concluir os planos e indicam, também, as “condições de execução” – ou seja, as circunstâncias que permitiriam, de fato, executar a chapa presidencial eleita em outubro de 2022.
Além disso, segundo a PF, “considerando todo o contexto da investigação, o documento [também] descreve um planejamento de sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes”.
Há pontos de coincidência, de acordo com os investigadores, entre o planejamento descrito no documento e o evento “Copa 2022”, em que militares chegaram a se posicionar nas ruas de Brasília para tentar sequestrar Moraes. O plano foi abortado antes de qualquer contato com o ministro.
Veja abaixo detalhes do documento encontrado pela PF:
Página 1 – reconhecimento operacional e veículos Na primeira página do documento, os golpistas listam as demandas de “rec op” – segundo a PF, abreviação de “reconhecimento operacional”.
O grupo lista “pontos de controle”, como o Eixo Monumental (via no centro de Brasília onde ficam os ministérios, o Palácio do Planalto e o prédio do STF), a via L4 (também nas imediações dos prédios oficiais) e a Avenida do Exército (via do Quartel-General do Exército, mais afastada).
Lista, também, o tamanho das equipes de segurança pessoal e veículos SUV e blindados.
Plano de militares golpistas para assassinar Lula e Alckmin em 2022 – página 1 — Foto: PF/ReproduçãoPlano de militares golpistas para assassinar Lula e Alckmin em 2022 – página 2 — Foto: PF/ReproduçãoPlano de militares golpistas para assassinar Lula e Alckmin em 2022 – página 3 — Foto: PF/Reprodução
Um homem arrancou a cabeça do próprio pai e tentou fugir com ela em uma mochila, na manhã desta terça-feira (19), no bairro de Lagoa Nova, zona Sul de Natal. Conforme informações repassadas ao Portal 96, o assassino foi interceptado e baleado pela Polícia Militar, enquanto ainda estava em fuga com a cabeça do seu pai.
Ainda não há mais detalhes sobre o que poderia ter motivado o homem a cometer o crime. Além de matar o pai, o criminoso ainda teria tentado tocar fogo na própria casa, mas optou por fugir.
Advogada teria sofrido agressões no domingo (17) em Serrinha dos Pintos. Foto: Arquivo TN
Por meio de nota divulgada nas redes sociais, a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do (OAB/RN) informou que uma advogada, identificada como Gennyelle Beatriz Lemos, denunciou um caso de agressão, sofrida por ela e cometida por policiais militares, durante a madrugada de domingo (17) em Serrinha dos Pintos, cidade localizada na região Oeste do território potiguar. A Seccional informou que solicitou ao secretário de segurança pública do e o comandante geral da PM/RN, a instauração dos procedimentos necessários e o afastamento dos policiais envolvidos.
O presidente da Ordem no RN, Aldo Medeiros, deu mais detalhes sobre o caso nesta segunda-feira (18). A advogada relatou que a ocorrência foi registrada em uma festa. Durante o evento, um homem foi detido por policiais militares. Ela, que estava no local e também atua como advogada da família do homem, presenciou a situação e se aproximou para entender a ação. Os policiais teriam se negado a informar o motivo da prisão e afirmaram que ninguém poderia acompanhar o detido. Um dos policiais teria afirmado ainda que “ele era o Estado”, segundo o relato da vítima.
O presidente da OAB/RN relatou ainda que, após Gennyelle Beatriz Lemos insistir em acompanhar o homem à delegacia, a discussão se intensificou e a advogada foi atingida por um spray de pimenta. Ela alegou também que sofreu outra agressão, por parte de um dos militares, mas não soube especificar de que forma ocorreu, em função do efeito da substância. “Ela não sabe dizer exatamente se foi um tapa, um soco ou um empurrão, porque ela foi atingida por um spray de pimenta no mesmo momento. Como ela estava muito agitada, ela ficou algumas horas sem enxergar direito”, afirmou.
Procurada pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE e questionada sobre as ações relacionadas ao caso, a Polícia Militar informou que abrirá um procedimento interno para apurar a denúncia.
Leia a nota na íntegra abaixo:
“A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do (OAB/RN), vem a público prestar total e irrestrita solidariedade à advogada Gennyelle Beatriz Lemos, registrada sob o nº 20.142 na OAB/RN. A advogada relatou que, na madrugada deste domingo (17), foi vítima de violência policial, envolvendo policiais militares na cidade de Serrinha dos Pintos.
A Seccional informa que, após conhecimento dos fatos pelos oficiais, já entrou em contato com a advogada, através dos presidentes Aldo Medeiros e Paulo Pinheiro, e vem prestando todo o auxílio necessário para apuração rigorosa do ocorrido. Inclusive, já solicitou ao secretário de segurança pública do e o comandante geral da PM/RN, a instauração dos procedimentos necessários e o afastamento dos policiais envolvidos até análise minuciosa da situação.
A OAB/RN ressalta que não admitirá atos de violência por agentes estatais, e que irá cobrar rigorosamente às autoridades constituídas a punição adequada e exemplar de policiais que desvirtuem a importante missão da polícia.
Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte”.
Na tarde deste sábado (16), a Polícia Militar, através da ROCAM, aprendeu cerca de 50Kg de crack, na Vila de Ponta Negra, zona Sul de Natal. Por volta das 13h, a equipe estava em patrulhamento pela travessa 31 de março quando visualizou um indivíduo em atitude suspeita que empreendeu fuga ao notar a presença dos policiais, deixando no local toda a droga citada.
O entorpecente apreendido foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil para adoção das medidas cabíveis.
A Polícia Federal e a Polícia Militar do Rio Grande do Norte apreenderam uma carga de cigarros contrabandeados, na tarde desta terça-feira (12), no município de Senador Elói de Souza, região do Agreste potiguar. Nenhum suspeito foi preso.
Segundo a PF, a ação foi deflagrada após informações recebidas pelos policiais indicarem um local suspeito de armazenar produtos ilegais.
No imóvel, os policiais encontraram 90 caixas contendo 4.499 pacotes de cigarros de marcas não homologadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), proibidas de serem vendidas no Brasil.
Ainda no local, um aparelho celular foi apreendido.
Segundo a PF, um idoso foi encontrado no imóvel, mas não tinha envolvimento com o produto contrabandeado, de acordo com o apurado pelas investigações.
“A carga de cigarros apreendida encontra-se provisoriamente sob guarda em depósito na Superintendência da Polícia Federal. As investigações continuam com o objetivo de identificar os envolvidos no esquema criminoso”, informou a PF.
À polícia, técnico de enfermagem disse ter cometido abuso contra pelo menos cinco vítima — Foto: Reprodução
O técnico de enfermagem Wesley da Silva Ferreira, de 25 anos, foi preso pela Polícia Civil (PC-PR) suspeito de abusar sexualmente de pacientes na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade Industrial de Curitiba (CIC). A prisão foi na terça-feira (29).
Em alguns casos, as vítimas estavam totalmente inconscientes, conforme a investigação. De acordo com a delegada Aline Manzatto, a polícia descobriu os atos de Wesley após o namorado dele ver gravações dos abusos armazenadas no celular do suspeito. O técnico ainda não tem defesa constituída.
Em uma das imagens, Wesley vai até a cama de um paciente, sobe o lençol e começa a tocar nas partes íntimas da vítima, um homem que estava internado na UPA. A RPC e o g1 tiveram acesso às imagens, mas optaram por não divulgá-las em respeito às vítimas.
A delegada Aline disse que os pacientes abusados estavam sedados. Para a polícia, o suspeito disse ter o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), afirmou fazer tratamento desde 2019, falou saber que a doença é transmissível e, mesmo assim, admitiu que assumiu o risco ao cometer os abusos.
“Todos eles estavam em estado de sedação, alguns totalmente inconscientes e outros ainda se mexiam um pouco. Mas dá para ver que eles não tinham nenhuma reação relacionada a tentar impedir aquele ato. Eles não tinham condições de impedir.”
Além da prisão, o homem também foi alvo de buscas na casa onde mora. Lá, a polícia localizou medicamentos desviados de outros hospitais, entre eles, um analgésico forte que pode ser usado como entorpecente.
Em nota, a Prefeitura de Curitiba, que administra a UPA, disse que este é um caso de polícia, afirmou que Wesley foi demitido e que coopera integralmente com as investigações. Destacou, também, que o técnico foi admitido por processo seletivo em novembro de 2023 e atuava no plantão noturno. Ainda segundo a nota, não há registro de denúncias anteriores contra o servidor.
“Neste mesmo sentido, analisa a necessidade de mudança de processos de trabalho para evitar a ação de criminosos […] Além disso, haverá comunicação ao Conselho Regional de Enfermagem a cerca da conduta do profissional, que atua em outros locais também”, finaliza a nota.
Wesley também trabalha no Hospital Pequeno Príncipe, que ainda não foi acionado formalmente segundo a instituição, mas se pronunciou por meio de nota.
“Ele não tem registro de queixas em relação a sua conduta na instituição, seja reclamação no Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) ou advertência do Setor de Recursos Humanos. O Pequeno Príncipe ainda não foi acionado formalmente, mas está levantando todas as informações para colaborar com as investigações e tomar as medidas necessárias”, disse.
O Hospital também informou que todos os profissionais que mantêm contato direto com pacientes passam por verificação semestral de antecedentes criminais. Wesley estava com a documentação em dia, de acordo com a instituição.
Os Hospitais do Rocio e Santa Cruz, nos quais o técnico também trabalhou em 2020, foram procurados pela RPC. Até a última atualização dessa matéria, nenhum deles retornou o contato.
O Conselho Regional de Enfermagem do Paraná (Coren) manifestou repúdio a qualquer forma de abuso cometido por profissionais no exercício da profissão e disse que já determinou apuração do caso pela Câmara de Ética da Entidade.
De acordo com a polícia, o homem foi preso fora do trabalho. Quando foi questionado sobre os atos, ele confessou os abusos.
No depoimento, segundo a delegada, ele disse que gravou as imagens enquanto atendia os pacientes na UPA da CIC.
Ainda conforme a delegada, o homem disse ter cometido abusos contra cinco pacientes, mas a polícia acredita que esse número pode ser maior.
“A gente vai pedir a quebra do sigilo telemático dele para obter essas informações. Até mesmo no celular dele algumas coisas que foram apagadas a gente conseguiu recuperar, mas é necessário ainda o que tinha antes e isso a perícia consegue recuperar”, disse Aline.
O delegado Tiago Dantas, que também está nas investigações, afirmou que, conforme o suspeito, os abusos eram cometidos há pelo menos um ano.
“Os vídeos que tivemos acesso são os que estão gravados. Podem ter muitas outras vítimas que ele não gravou e aí não tem como a gente contabilizar.”
A delegada Aline disse que Wesley vai responder por estupro de vulnerável, perigo de contágio de moléstia grave, furto qualificado e falsificação de medicação.
O ex-ator mirim da TV Globo e DJ, João Rebello Fernandes, de 45 anos, foi assassinado a tiros na noite da última quinta-feira (24) enquanto estava em seu carro na Praça da Independência, em Trancoso, destino turístico popular no extremo sul da Bahia.
De acordo com a Polícia Civil, testemunhas relataram que João foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta, que se aproximaram e atiraram contra ele à queima-roupa. A 1ª Delegacia Territorial de Porto Seguro investiga o caso e informou que diligências estão em andamento para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.
Carregando o legado artístico da família ao lado do tio, Jorge Fernando, uma das grandes personalidades da televisão brasileira, que morreu em 2019, João Rebello alcançou fama ainda criança, quando participou de novelas da TV Globo.
Ele atuou em produções como Cambalacho (1986), Bebê a Bordo (1988), Vamp (1991) e Deus nos Acuda (1992)