
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, emitiu uma nota oficial para expor as providências tomadas acerca das manchas de óleo encontradas na praia de Camurupim, município de Nísia Floresta, litoral Sul do Rio Grande do Norte, no último sábado.

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, emitiu uma nota oficial para expor as providências tomadas acerca das manchas de óleo encontradas na praia de Camurupim, município de Nísia Floresta, litoral Sul do Rio Grande do Norte, no último sábado.

A Câmara Municipal de Parnamirim promoveu, nesta terça-feira (13), a 85ª Sessão Ordinária, realizada no Plenário Dr. Mário Medeiros. Na ocasião, parlamentares aprovaram diversas proposições legislativas, visando o benefício da população.
Dentre os projetos de lei, aprovados em segunda votação, destaca-se o PL nº 164/2023, de autoria do vereador Gabriel César (PL), que institui a Semana Municipal de Conscientização da preservação dos mares, rios, afluentes e nascentes no âmbito do município.
Outros projetos aprovados, também em segunda votação, foram:
Além disso, foram aprovados dois requerimentos legislativos, uma emenda, dois projetos de lei complementares, duas redações finais, e uma moção de congratulação.
Fonte: Malu Figueiredo Ascom / CMP

Um laudo emitido pelo CREA-RN aponta que as oito moradias que desabaram parcialmente em Natal estavam em local inadequado. O fato ocorreu no conjunto Pirangi, localizado no bairro Neópolis, zona Sul da capital, durante a manhã da última segunda-feira (21).

A região da Grande Natal tem três trechos impróprios para banho, de acordo com Boletim de Balneabilidade do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA) deste domingo (20).
Os locais são Foz do Rio Pirangi, em Nísia Floresta; Rio Pium, no trecho da Ponte Nova, em Parnamirim; e Balneário Pium, também no município da Grande Natal.
A classificação é feita com base em observações in loco de efluentes não tratados lançados constantemente na praia e o número de coliformes termotolerantes encontrados nas amostras, o que indica que a água apresenta contaminação fecal.
Por Tribuna do Norte
Foto: Carlos Azevedo/NOVO Notícias
A licença prévia (LP) é só uma das três etapas de licenciamento para a obra de engorda da praia de Ponta Negra. A primeira fase, ainda travada em processo de análise no Idema, vai permirtir que a Prefeitura do Natal dê início à licitação para definir qual empresa fará os serviços de alargamento da faixa de areia.
No entanto, o órgão ambiental ainda ficou de requisitar informações complementares do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), por meio de uma solicitação de providência.
A semana terminou sem que a demanda tenha chegado à Prefeitura. O Idema informou que deve fazer a inclusão do pedido no processo de emissão da LP até a próxima sexta-feira (30).
Depois da emissão da LP ainda será necessário que o Idema emita a licença de instalação (LI). Com essa liberação, os serviços poderão iniciar de fato.
Para isso, a Prefeitura precisa licitar a obra e apresentar os projetos de como os procedimentos de engorda serão feitos, que também serão analisados pelo órgão ambiental estadual.
O Executivo natalense, deputados e entidades do turismo potiguar se queixaram do tempo de espera pelo licenciamento. O processo para análise da primeira etapa foi iniciado em setembro do ano passado.
Se o Idema emitir a licença prévia, Carlson Gomes, secretário municipal de Infraestrutura (Seinfra), avalia que a Prefeitura do Natal deve concluir o processo licitatório entre 45 e 60 dias. A obra da engorda é conduzida pela pasta junto com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb).
Com informações de Tribuna do Norte

A Câmara de Parnamirim realizou, nesta segunda-feira (5), um evento alusivo ao Dia Mundial do Meio Ambiente. O momento integrou programações voltadas à conscientização em relação aos cuidados ambientais.
“É importantíssimo esse momento, para que a gente possa multiplicar o trabalho da Câmara, que também está preocupada com a sustentabilidade”. Assim declarou o presidente da Casa, vereador Wolney França, durante a abertura.
Também estiveram presentes os parlamentares Binho de Ambrósio, Dr. César Maia, Éder Queiroz, Fativan Alves, Irani Guedes, Michael Borges e Thiago Fernandes.
Na ocasião, servidores e servidoras da Casa tiveram acesso a um café da manhã com aperitivos saudáveis e uma aula de ginástica laboral com o vereador Thiago Fernandes. Além disso, foi inaugurada uma horta compartilhada, organizada pelos funcionários, e canecas foram entregues.
A representante da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, destacou a relevância do evento em relação à conscientização ambiental. “Todos nós temos direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, que é essencial à nossa qualidade de vida. E por que não dizer que esse direito também é um dever?”, explicou.
Já o vereador Eder Queiroz salientou a importância do desenvolvimento sustentável como método a ser adotado pelo município. “Somos a 3ª maior cidade do estado, mas que em breve, tenho certeza absoluta, vamos nos tornar a 2ª, e isso requer crescimento sustentável. É cuidar da nossa vegetação e do nosso meio ambiente o tempo inteiro”, destacou.
Projeto Vale Luz
Integrantes do Projeto Vale Luz estiveram presentes para representar a organização, divulgando suas ações e recolhendo materiais.
O Vale Luz é um projeto da Neoenergia Cosern que prevê a troca de resíduos sólidos por descontos na conta de energia.
Câmera Municipal de Parnamirim

Preservar o meio ambiente é fundamental. Ele possui os recursos naturais necessários para a sobrevivência da humanidade, como água, alimentos e matérias-primas. Sem esses recursos, todas as formas de vida do planeta podem acabar.
Motivados por essa reflexão, aliada ao encantamento do estudo sobre o universo, a Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Cultura (Semuc) e Secretaria de Meio Ambiente e do Desenvolvimento Urbano (Semur), proporcionou aos alunos da Escola Municipal Ivanira Paizinho, uma tarde diferente, durante visita realizada ao Planetário Municipal de Parnamirim, nesta segunda-feira (5).

A sessão cultural oferecida, faz parte das comemorações alusivas à Semana do Meio Ambiente, e foi adaptada para esse tema levando todos à uma viagem por planetas, galáxias, buracos negros, estrelas e tantos outros elementos que habitam o céu. Foi abordado também sobre os problemas da poluição e como podemos contribuir com um Meio Ambiente ecologicamente equilibrado para as atuais e futuras gerações.
Yasmim Rodrigues, coordenadora de Meio Ambiente da Semur, comenta sobre a importância de refletirmos sobre a qualidade do nosso planeta. “Devemos ter consciência e cuidar da nossa casa que é o planeta onde vivemos. Isso reflete na qualidade dos nossos dias e na vida das futuras gerações”, disse.
“O nosso objetivo é conscientizar os alunos de que devemos preservar o planeta, pois ele é a nossa morada ideal”, comentou Vanessa Lima, astrônoma, planetarista e diretora do planetário.
Planetário de Parnamirim
Foi inaugurado em 30 de dezembro de 2008. Está localizado no Parque Aluísio Alves, no bairro Cohabinal e conta com uma cúpula de 8m de diâmetro, sendo o terceiro construído na região Nordeste e o segundo do Brasil com tecnologia totalmente nacional. A estrutura do Complexo conta com 59 poltronas, espaço para um cadeirante, um projetor de alta tecnologia e outros dois projetores auxiliares para a exibição de conteúdos multimídia. A sessão dura 40 minutos.Dia
Mundial do Meio Ambiente
Comemorado todos os anos em 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente é a principal data das Nações Unidas para sensibilizar e impulsionar ações eficientes diante de problemas ambientais que vão da poluição marinha e o aquecimento global até o consumo sustentável e os crimes contra a vida silvestre.
Assessoria de comunicação de Parnamirim – ASCOM (Texto: Jean Xavier)
Fotos: Ney Douglas
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O litoral da Grande Natal tem oito pontos impróprios para banhistas neste fim de semana, segundo informou o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema).
Os dados são do boletim da balneabilidade das praias do Rio Grande do Norte emitido nesta sexta-feira (12). O documento ainda informa que 25 trechos analisados estão próprios para banho.
Os pontos identificados como impróprios ficam em Natal, Parnamirim e Nísia Floresta.
Na capital, são a Redinha (Rio Potengi), Praia do Forte, Praia de Areia Preta (Praça da Jangada) e Ponta Negra, em dois pontos – perto do Morro do Careca e no final do calçadão.
Em Parnamirim, os trechos impróprios ficam ambos no Rio Pium – um é no balneário Pium e o outro na ponte nova).
Em Nísia Floresta, o ponto impróprio é na foz do Rio Pirangi.
Segundo o Idema, foram coletadas e classificadas 33 amostras de água em pontos distribuídos na faixa costeira dos municípios de Extremoz, Natal, Parnamirim e Nísia Floresta, a fim de informar aos banhistas as condições das praias monitoradas.
A base dos dados analisa a quantidade de coliformes encontrados nas águas. A classificação tem como base as normas estabelecidas na Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
O estudo é uma parceria entre o Idema, o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern), e faz parte do Programa Água Azul.

O diretor-técnico do Idema, Werner Farkatt, quer mais municípios fazendo o licenciamento ambiental para novos empreendimentos no Rio Grande do Norte. Durante o seminário Motores do Desenvolvimento, na tarde desta quinta-feira (11), Farkatt disse que existe um gargalo no Idema devido à alta demanda de licenciamento.
De acordo com o diretor, dos 167 municípios potiguares, apenas seis fazem o próprio licenciamento. Farkatt explicou que isso provoca uma sobrecarga e consequente falta de celeridade dos processos.
“Fechamos o ano de 2022 com 400 licenças/mês. Há períodos com maior pico. Obviamente, com algumas aplicações dentro do próprio Idema, conseguimos dar mais transparência deixando as regras muito claras. Sabemos que é difícil trabalhar e empreender sem celeridade dos órgaos licenciadores, por isso precisamos de mais municípios (fazendo o licenciamento) para o Idema desafogar esses processos”, disse.
Farkatt explicou que em todo o estado, a àrea litorânea é a mais procurada pelos empreendedores da Construção Civil, mas o diretor diz que há uma tendência de interiorização para outras regiões, como a Serrana e Costa Branca. “A dificuldade é que maior parte dos municípios não tem regramento próprio e não licenciam, isso dificulta porque tem que usar o regramento federal, o que interfere em algumas situações por não estarem em consonância com a realidade do estado”, argumentou.
Em Natal, o secretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Thiago Mesquita, ressaltou que a Semurb dispensa 461 atividades de licenciamento, baseada na Legislaçao Federal, o que garante celeridade para micro e pequenos empreendedores abrirem seus negócios. A regulamentação das ZPA`s e o Plano de Manejo do Parque da Cidade são outros avanços citados pelo gestor, além do Plano Diretor da cidade.
“Atingimos a expectativa de investimentos de R$ 1,1 bilhão para os próximos anos em Natal. Adotamos inovação tecnológica para acompanhamento dos processos de licenciamento e investimos em produtovidade dando eficiência aos procedimentos”, destacou Thiago Mesquita.
“Atingimos a expectativa de investimentos de R$ 1,1 bilhão para os próximos anos em Natal. Adotamos inovação tecnológica para acompanhamento dos processos de licenciamento e investimos em produtovidade dando eficiência aos procedimentos”, destacou Thiago Mesquita. “O Plano Diretor era uma necessidade não apenas legal. Estávamos com plano com desequilíbrio porque priorizava aspectos socioambientais – alguns questionáveis – e não o aspecto de desenvolvimento econômico. Começamos a corrigir pela questão conceitual. O fator econômico é tão importante quanto o socioambiental”, disse.
Por Tribuna do Norte

A Grande Natal tem oito trechos de praias e rios impróprios para banho neste fim de semana. Os dados estão dispostos no Boletim de Balneabilidade, do Programa Água Azul, divulgado nesse sábado (1º). Os pontos estão distribuídos por Natal (5), Parnamirim (2) e Nísia Floresta (1).
Os pontos impróprios em Natal são Praia de Ponta Negra (acesso principal), Via Costeira (Cacimba do Boi e Barreira D’Água), Areia Preta (Praça da Jangada) e Redinha (Rio Potengi). Em Parnamirim, os trechos são no Rio Pium (Ponte Nova e Balneário Pium). Já em Nísia Floresta, a área contraindicada é a foz do Rio Pirangi.
Ao todo, são coletadas e classificadas 33 amostras de água em pontos distribuídos na faixa costeira dos municípios de Extremoz, Natal, Parnamirim e Nísia Floresta, a fim de informar aos banhistas as condições das praias monitoradas.
A base dos dados analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas. A classificação tem por base as normas estabelecidas na Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.
O estudo é uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern), e faz parte do Programa Água Azul.
As informações completas do boletim estão disponíveis no site do Idema.
Fonte: Tribuna do Norte

O biólogo marinho Ricardo Gomes falava com a câmera para mostrar o lixo na praia de São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro, quando ouviu um estrondo. Chegou a pensar que era um helicóptero caindo, mas ao virar viu um “tsunami de plástico”, nas palavras dele, varrendo a areia.
Naquela mesma hora ele dizia aos espectadores ao vivo que o oceano estava fazendo um chamado. “A sensação foi de que eu era Moisés e estava batendo o cajado na água. Não vai acontecer outra vez de o oceano falar comigo de uma maneira tão impactante”, conta ele.
O tsunami era uma grande quantidade de detritos que havia sido trazida pela maré ou descido por valões e galerias pluviais da região, que inclui a favela da Rocinha e casas de luxo, após grandes chuvas que atingiram a cidade e “lavaram” as ruas no fim de semana. As imagens que Gomes gravou no sábado (2) rodaram o mundo.
Até o americano Kelly Slater, campeão mundial de surfe 11 vezes, compartilhou o vídeo do Instituto Mar Urbano, do qual Gomes é fundador e diretor. O biólogo afirma que ouviu uma “sinfonia do final do mundo” em São Conrado, com barulhos de flauta ecoando nas garrafas pet vazias.
Ele conta que, quando chove muito, costuma ir a praias cariocas onde já sabe que o lixo se concentra para mostrar “o tamanho da nossa pegada” nos oceanos, já que logo depois as ondas levam grande parte dos detritos para o fundo do mar e não é mais possível vê-los.
Na manhã de domingo (3), a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) fez uma operação de limpeza em São Conrado e retirou 960 quilos de resíduos. O órgão afirma que ainda está contabilizando o peso retirado nesta segunda e que voltará para fazer remoções enquanto o lixo estiver na areia.
A praia hoje está limpa, mas parte do lixo continua descendo dos valões e sendo trazido pela maré. “Mesmo com as limpezas, a gente tem que fazer alguma coisa. Se não diminuir o uso de plástico descartável, não tem Comlurb no mundo que vá dar jeito”, pondera Gomes.
Um relatório publicado em dezembro pela ONG Oceana, que tem como objetivo proteger e recuperar o oceano em escala global, cita que existem ao menos 5 trilhões de pedaços de plástico no mar, dos quais cerca de 94% estão abaixo da superfície.
“Quando o plástico chega ao oceano, ele flutua na superfície ou afunda. À medida que o plástico se desgasta pela luz do sol ou pela ação da água salgada, ele se decompõe em pedaços menores e é ingerido pela vida marinha”, diz o documento.
Uma das cenas registradas por Gomes no domingo foi a de pássaros comendo os detritos na praia. O biólogo explica que, ao longo dos meses ou anos, os plásticos ingeridos pelos animais produzem uma sensação de saciedade, por isso muitas aves, por exemplo, param de comer e morrem de inanição.

Um estudo publicado na revista “Science” com dados de 2010 colocou o Brasil em 16º lugar no ranking de 20 países com maior volume de resíduo plástico mal gerido. Atualmente o país é responsável pelo despejo de 325 mil toneladas de plástico no mar por ano, considerando apenas a parcela da população que vive próximo à costa.
Gomes lembra que este ano marca o início da “Década do Oceano”, instituída pela ONU para conscientizar a população global sobre a importância dos mares e para mobilizar atores públicos, privados e da sociedade civil organizada em ações que favoreçam sua sustentabilidade.
O oceano cobre 70% do planeta, absorve um terço do gás carbônico produzido pela atividade humana, retém o aquecimento global e serve como subsistência direta de bilhões de pessoas. “O mundo inteiro já viu que se a vida no mar acaba, a vida no planeta também. Não existe vida sem oceano”, diz Gomes.
Folha de São Paulo

A hidrelétrica Armando Ribeiro, localizada na barragem homônima do município Itajá, na Região de Assu, entrou em fase de testes na tarde desta segunda-feira (14) após ser energizada pela Companhia Energética do RN (Cosern). Com capacidade para gerar 4,7 megawatts, esta é a primeira usina hidrelétrica instalada no estado.
O coordenador de desenvolvimento energético Hugo Fonseca e a analista de dados Emília Casanova, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do RN (Sedec), estiveram presentes durante o procedimento, quando 25% da capacidade da Usina foi ativada. Os representantes do Estado foram acompanhados pelo engenheiro Nivaldo, responsável pela operação e manutenção do novo equipamento.
O trabalho dos técnicos da Sedec foi essencial para destravar e viabilizar o processo de ligação com uma subestação da Cosern também em Itajá. “Sem o trabalho de intermediação da equipe da Sedec, nós não estaríamos aqui hoje comemorando essa energização”, comentou o engenheiro Nivaldo em nome da empresa Rodrigo Pedroso, que construiu a usina. A construtora e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) investiram R$ 15 milhões através de uma Parceria Público-Privada (PPP).
ASSECOM RN

Foto: Banco de Imagem PISF / Ministério da Integração
O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse, hoje (4), que o governo federal estuda lançar, até o fim deste ano, um programa de revitalização de bacias hidrográficas. Com a recente entrada em vigor do novo Marco Legal do Saneamento Básico, o Poder Executivo espera atrair investimentos privados para projetos de preservação, conservação e recuperação ambiental das bacias.

“Estamos envolvidos no projeto chamado Revitalização de Bacias”, declarou Marinho ao participar de reunião pública remota realizada pela comissão temporária que o Senado criou para acompanhar as ações de enfrentamento aos incêndios que atingiram o Pantanal nos últimos meses. Segundo o ministro, o projeto foi discutido durante uma reunião com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ontem (3).
No fim de outubro, o ministério enviou um questionário para diversas empresas e associações, de diferentes setores. O objetivo era avaliar o interesse das organizações. A consulta incluiu temas como recuperação, reflorestamento e preservação de nascentes e de áreas de proteção permanente; de áreas de recarga de aquíferos; de áreas degradadas; manejo sustentável de solo, com prevenção de erosão e projetos de geração de emprego e renda por meio do uso sustentável de recursos naturais. O esboço do projeto também já foi discutido com representantes diplomáticos de vários países. Segundo a pasta, a iniciativa faz parte de um processo que “busca novas formas de cooperação para viabilizar os projetos de revitalização”. Segundo a assessoria da pasta, o foco inicial são as regiões banhadas pelos rios São Francisco, Tocantins, Araguaia e Taquari.
“Nossa ideia é atrair a iniciativa privada”, reforçou Marinho. “Hoje, não temos remanescente em termos de recursos [orçamentários] para fazer este investimento. Coincidentemente, ontem, tivemos uma reunião com a ministra Teresa [Cristina] e com o ministro [Ricardo] Sales para, de forma transversal e integrada, tratarmos de como colocar de pé o programa que permita iniciarmos um processo de revitalização de bacias, de preferência até o fim deste ano”, acrescentou o ministro, indicando que a Bacia do Rio da Prata, atingida pelos recentes incêndios pantaneiros e por problemas mais antigos, venha a ser uma das primeiras áreas contempladas.
“O Rio Taquari, que é, talvez, o mais importante da Bacia do Prata, está extremamente antropizado, deteriorado, pela ação agropecuária que ocorreu ali ao longo das últimas décadas. Estamos em tratativas para recrudescer as ações no Rio Taquari, onde teremos condições de lançar um grande programa de revitalização de bacias. E o Rio Araguaia também precisa ser tratado, revitalizado”, pontuou o ministro, destacando que a iniciativa congrega uma série de ações preventivas.
“Revitalizar bacias não é apenas plantar árvores, mas também preservar e proteger as nascentes; desassorear os rios, preservar suas encostas e integrar as populações. Temos uma série de trabalhos preventivos já em curso; projetos que dizem respeito à sustentabilidade, à integração das populações ribeirinhas, para que as pessoas que vivem no perímetro dos rios possam conviver de forma sustentável com os rios e seus afluentes”, concluiu o ministro.
Agência Brasil

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidades superiores a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta quarta-feira (28), indica que as reservas hídricas superficiais totais do RN somam no final de outubro 2.160.214.923 m³, equivalentes a 49,36% da capacidade total do Estado que é de 4.376.444.842 m³.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório estadual, acumula 1.379.580.327 m³, correspondentes a 58,13% da capacidade total do manancial que é de 2,37 bilhões de metros cúbicos.
Segundo maior manancial do Estado, a barragem Santa Cruz do Apodi represa 187.440.780 m³, equivalentes a 31,26% da sua capacidade total que é de 599.712.000 m³.
Localizada em Upanema, e terceira maior barragem do Estado, Umari acumula 234.891.580 m³, em termos percentuais 80,22% da sua capacidade total, que é de 292.813.650 m³.
A Barragem de Pau dos Ferros acumula 15.206.576 m³, o equivalente a 27,73% do seu volume total que é de 54.846.000 m³.
O açude Bonito II, localizado em São Miguel, acumula 2.246.700 m³, o que em termos percentuais corresponde a 20,68% da capacidade total do reservatório que é de 10.865.000 m³.
Já o açude Itans, localizado em Caicó, entrou no chamado nível de alerta, quando o volume do reservatório fica inferior a 10% da capacidade total. O Itans está com 7.525.955 m³, que correspondem a 9,92% da capacidade total do manancial que é de 75.839.349 m³.
Em contrapartida, Apanha Peixe, localizado em Caraúbas, continua como o único reservatório com volume ainda em torno de 90%. O Apanha Peixe acumula 9.066.667 m³, que equivalem a 90,67% da sua capacidade total que é de 10 milhões de metros cúbicos.
O Marechal Dutra, conhecido como Gargalheiras, represa 11.657.393 m³, correspondentes a 26,24% da sua capacidade total, que é de 44.421.480 m³.
Os mananciais com volumes na faixa dos 80% das suas capacidades, além de Umari, são: Santana, localizado em Rafael Fernandes, com 82% e Mendubim, localizado em Assu, com 86,78%.
Os açudes com volumes na faixa de 70% são: Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes, com 76,92%; Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz, com 79,68%; Rodeador, localizado em Umarizal, com 72,57%; Morcego, localizado em Campo Grande, com 72,28%; Encanto, localizado em Encanto, com 79,72%; Beldroega, localizado em Paraú, com 71,06% e Pataxó, localizado em Ipanguaçu, com 71,07%.
Os reservatórios monitorados pelo Igarn com volumes inferiores a 10% e, portanto, considerados em nível de alerta, com a adição do Itans agora são três: Flechas, localizado em José da Penha, com 7,73%; Esguicho, localizado em Ouro Branco, com 1,42%, o Itans, localizado em Caicó, com os 9,92% e Passagem das Traíras, que continuam passando por obras em sua estrutura e acumula apenas 0,3% da sua capacidade.
Os secos continuam sendo apenas dois: Inharé, localizado em Santa Cruz e Trairi, localizado em Tangará.
Situação das lagoas
A Lagoa de Extremoz, responsável pelo abastecimento de parte da zona norte da capital, voltou ao seu volume total que é de 11.019.525 m³, após as recentes chuvas.
A Lagoa do Boqueirão, localizada em Touros, também teve um pequeno aumento de volume e acumula 9.876.395 m³, passando de 88,2%, na última semana, para 89,18% do seu volume total que é de 11.074.800 m³.
A Lagoa do Bonfim, localizada em Nísia Floresta, também ganhou pequeno volume e está com 44.819.084 m³, correspondentes a 53,19% da sua capacidade total de acumulação que é de 84.268.200 m³. Na última semana estava com 53,12%.
Assecom RN