Natal entrou no grupo das cidades brasileiras com maior valorização imobiliária. Dados do Índice FipeZAP de Venda Residencial mostram que a capital potiguar teve alta de 9,44% no preço médio dos imóveis residenciais nos últimos 12 meses e alcançou a quarta posição entre 56 cidades pesquisadas.
O levantamento aponta ainda que, apenas em junho, os imóveis residenciais em Natal subiram 0,36%. No acumulado de 2026, a valorização chega a 5,03%, colocando a cidade entre os melhores desempenhos do país, conforme informações do BNews RN.
Apesar da valorização recente, Natal ainda mantém um valor médio do metro quadrado abaixo da média nacional. Na capital potiguar, o preço médio é de R$ 6.421, enquanto o índice nacional registra R$ 9.853 por metro quadrado.
Entre os bairros analisados, Barro Vermelho lidera a valorização nos últimos 12 meses, com alta de 19,1%. Na sequência aparecem Lagoa Nova, com crescimento de 15,2%, e Capim Macio, com valorização de 13,5%.
Capim Macio permanece como o bairro com o metro quadrado mais valorizado de Natal, com preço médio de R$ 7.674.
Representantes de empresas, associações e entidades do setor produtivo brasileiro participam, a partir desta segunda-feira (6), de audiências públicas nos Estados Unidos para tentar evitar a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos do Brasil. A medida foi proposta pelo governo Donald Trump no âmbito de uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, o USTR, órgão responsável pela formulação da política comercial americana.
As audiências fazem parte do processo aberto com base na Seção 301 da legislação comercial americana, mecanismo usado pelos Estados Unidos para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país. Nessa etapa, empresas, entidades, governos e demais interessados podem apresentar argumentos antes da decisão final de Washington, prevista para até 15 de julho.
Entre os participantes brasileiros estão representantes da indústria, do agronegócio e de segmentos exportadores. A lista inclui entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), além de setores como café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e pescados.
De acordo com o g1, a linha central da defesa brasileira será demonstrar que a sobretaxa também pode afetar empresas, consumidores e cadeias produtivas dos Estados Unidos. A indústria pretende argumentar que a relação comercial entre os dois países é integrada e que parte dos produtos exportados pelo Brasil funciona como insumo para atividades econômicas americanas. No caso de máquinas e equipamentos, por exemplo, entidades do setor sustentam que há cadeias produtivas entre empresas do mesmo grupo econômico nos dois países.
O governo brasileiro não se inscreveu para discursar nas audiências públicas, mas a embaixada do Brasil em Washington enviará representantes na condição de observadores. Segundo o g1, a avaliação do Itamaraty é que as audiências servem para exposição de argumentos, mas que a negociação efetiva deve ocorrer em reuniões técnicas e de alto nível entre os governos brasileiro e americano.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o influenciador político Paulo Figueiredo estão entre os inscritos para discursar nas audiências.
Além da apuração específica que propõe tarifa de 25%, o Brasil também aparece em outro processo americano relacionado a supostas falhas no combate à entrada de produtos feitos com trabalho forçado. Nesse caso, a tarifa proposta é de 12,5%. De acordo com a Folha de São Paulo, o governo brasileiro deve argumentar ao USTR que os Estados Unidos ignoraram evidências apresentadas pelo Brasil e chegaram a conclusões consideradas arbitrárias.
Somadas, as duas medidas podem elevar a cobrança sobre parte dos produtos brasileiros para até 37,5%, caso não haja exceções ou mudança de entendimento por parte do governo americano. Entidades do setor produtivo afirmam que a imposição de novas tarifas pode reduzir a competitividade das exportações brasileiras e aumentar custos para compradores nos Estados Unidos.
Nos bastidores, o governo brasileiro aposta em negociações diretas com autoridades americanas antes do prazo final. Na última semana, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa, conversou com o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. Novas reuniões técnicas entre os dois países são esperadas nos próximos dias. O prazo é 15 de julho para ser fechado um acordo.
Nesta terça-feira (30), cerca de 9,5 milhões de contribuintes recebem o maior lote de restituição do Imposto de Renda da história. Ao longo do dia, a Receita Federal pagará R$ 16 bilhões a 9.585.797 pessoas. O pagamento contempla o segundo lote da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026 e restituições residuais de anos anteriores.
Segundo a Receita, os dois primeiros lotes de 2026 representam 80% das restituições previstas para este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes. Dos R$ 16 bilhões liberados neste lote, R$ 4,494 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal.
As restituições estão distribuídas da seguinte forma:
7.709.752 contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber a restituição via Pix (prioridade não prevista em lei); 1.106.923 contribuintes com idade entre 60 e 79 anos (prioridade legal);
507.768 contribuintes cuja principal fonte de renda é o magistério (prioridade legal); 155.060 contribuintes com mais de 80 anos (prioridade legal); 106.294 contribuintes com deficiência física ou mental ou com doença grave (prioridade legal). Neste lote, não haverá pagamento para contribuintes sem prioridade.
A consulta está disponível desde a última terça-feira (23), no site da Receita Federal. Basta acessar a área “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, clicar em “Consultar a Restituição”. A consulta também pode ser feita pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.
Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituição, com pagamentos realizados no fim de maio, junho, julho e agosto.
Pagamento
O pagamento do segundo lote será realizado ao longo desta terça-feira (30), na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda.
Caso o contribuinte não esteja na lista de beneficiados, deverá acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) para consultar o extrato da declaração. Se houver alguma pendência, será possível enviar uma declaração retificadora e aguardar os próximos lotes de restituição.
Mastercard é acusada de cobrar tarifas excessivas. — Foto: Reuters
O Banco Central de Cuba anunciou que o país deixará de processar transações realizadas com cartões Visa e Mastercard a partir deste sábado (6). A medida ocorre após o endurecimento das sanções impostas pelos Estados Unidos à ilha.
Segundo a autoridade monetária cubana, a instituição financeira estrangeira responsável pelo processamento dessas operações decidiu limitar seus serviços depois da entrada em vigor de um decreto norte-americano publicado em 1º de maio, que ampliou significativamente as restrições comerciais contra Cuba.
Em comunicado oficial, o Banco Central afirmou que a decisão impedirá o país de receber pagamentos por bens e serviços por meio das principais bandeiras internacionais de cartão de crédito.
“Como consequência dessa medida, Cuba não poderá mais receber receitas provenientes da venda de produtos e serviços utilizando cartões internacionalmente reconhecidos, como Visa e Mastercard”, informou a instituição.
O novo pacote de sanções também vem provocando o afastamento de empresas estrangeiras do mercado cubano. Nas últimas semanas, redes hoteleiras, companhias aéreas e empresas globais do setor marítimo reduziram ou encerraram operações na ilha diante das restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos.
A medida representa mais um desafio para a economia cubana, que enfrenta dificuldades para atrair investimentos externos e ampliar suas fontes de receita internacional.
Empresário potiguar reforça defesa da livre iniciativa, responsabilidade fiscal e ambiente favorável aos investimentos.
O empresário potiguar Flávio Rocha voltou ao centro do debate econômico nacional ao conceder entrevista à CNN Brasil, onde apresentou suas avaliações sobre o cenário econômico do país, defendeu o fortalecimento do setor produtivo e fez críticas ao que considera uma excessiva participação do Estado na economia.
Durante a entrevista, Flávio Rocha reforçou posições que marcaram sua trajetória empresarial e política, destacando a necessidade de medidas capazes de estimular o empreendedorismo, a geração de empregos e a ampliação da competitividade das empresas brasileiras. Segundo ele, o crescimento econômico sustentável passa pela redução da burocracia, pela simplificação tributária e pela criação de um ambiente mais seguro para investimentos.
Ao longo da conversa, o empresário demonstrou preocupação com o aumento dos gastos públicos e seus reflexos sobre a atividade econômica. Para Rocha, a responsabilidade fiscal deve caminhar lado a lado com políticas que incentivem a produção, a inovação e a livre iniciativa.
“O Brasil precisa libertar quem produz” foi uma das mensagens centrais defendidas pelo empresário ao abordar os desafios enfrentados por empreendedores e investidores. Na avaliação dele, o país possui enorme potencial de crescimento, mas ainda convive com obstáculos estruturais que dificultam a expansão dos negócios e a geração de oportunidades.
A entrevista também repercutiu nos meios político e empresarial por ocorrer em um momento em que temas como equilíbrio fiscal, reforma administrativa, produtividade e desenvolvimento econômico voltam a ocupar espaço no debate público nacional. Analistas observam que a participação de Flávio Rocha contribui para ampliar a discussão sobre o papel do setor produtivo na construção de uma economia mais dinâmica e competitiva.
No Rio Grande do Norte, as declarações ganham relevância adicional em razão da trajetória do empresário, reconhecido como uma das principais lideranças empresariais do estado. Sua atuação à frente da Guararapes Confecções, controladora da Riachuelo, confere ao empresário voz ativa nas discussões sobre emprego, renda e desenvolvimento regional.
Mais do que uma análise do cenário atual, a entrevista reafirma um posicionamento que Flávio Rocha vem sustentando ao longo dos anos: a defesa de uma economia baseada na livre iniciativa, na valorização do empreendedorismo e na redução dos entraves que, segundo ele, limitam a capacidade de crescimento do Brasil.
Em um momento de intensas discussões sobre os rumos da economia nacional, a participação de Flávio Rocha na CNN Brasil recoloca em evidência um debate que continua mobilizando diferentes setores da sociedade: qual deve ser o equilíbrio entre a atuação do Estado e a força da iniciativa privada para impulsionar o desenvolvimento do país.
A agropecuária registrou o pior saldo do RN em abril, com -1.050 vagas formais de trabalho | Foto: Alex Régis
Rio Grande do Norte foi o terceiro estado com maior perda de postos de trabalho formais em abril de 2026, com saldo de -156 empregos, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quinta-feira (28). O resultado ocorre após um mês positivo na geração de empregos – em março o RN criou 1.127 novas vagas com carteira assinada. No acumulado do ano, o saldo do RN é de 242, resultado de 83.142 admissões e 82.900 desligamentos.
Em abril, o RN registrou 20.089 admissões e 20.245 desligamentos. Três dos cinco grupos de atividades econômicas tiveram resultado negativo no estado: agropecuária (-1.050), indústria (-152) e comércio (-354). Por outro lado, construção criou 185 novas vagas, e serviços teve saldo positivo de 1.218 postos de trabalho.
Apenas três estados tiveram saldo negativo na geração de emprego em abril: RN, Alagoas (-1.505) e Rio Grande do Sul (-1.396).
Em abril de 2025, o saldo do RN foi positivo, com geração de 2.686 vagas (22.687 admissões e 20.001 desligamentos) e desempenho positivo em quatro setores, com destaque para o de serviços, que terminou o mês com um saldo de 2.432 vagas. Na sequência, vêm construção (440), comércio (217) e indústria (206). O setor agropecuário apresentou saldo negativo, com -608 vagas.
O Brasil gerou 85.888 postos de trabalho com carteira assinada em abril de 2026: 2.268.655 admissões e 2.182.767 desligamentos. No acumulado do ano, foram gerados 699.762 postos de trabalho, representando um crescimento de 1,5% em relação ao estoque de dezembro de 2025.
Por outro lado, a criação de empregos caiu 63,9% em comparação a abril do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. Em abril de 2025, o País havia registrado a criação de 238.216 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.
Já em relação aos meses de abril desde 2020, esse é o segundo resultado mais baixo da série. O pior resultado foi registrado no mesmo mês de 2020, que registrou o fechamento de 981.342 postos, no início da pandemia de covid-19.
O Ministério do Trabalho e Emprego afirma que, nos últimos 12 meses (maio/2025 a abril/2026), o saldo de empregos gerados chegou a 1.059.860 postos de trabalho, um crescimento de 2,3% no período.
O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de serviços, que gerou 69.601 postos de trabalho (+0,3%). Em seguida, vêm construção, com saldo positivo de 23.525 empregos (+0,8%), e indústria, com saldo de 9.256 novas vagas de trabalho (+0,1%).
No mês, foram registrados saldos positivos em 24 estados. Os maiores saldos foram verificados em São Paulo (+20.202), Rio de Janeiro (+11.741) e Minas Gerais (+8.991).
Na comparação regional, o Sudeste liderou a criação de vagas, com 44.545 postos. Em sequência, vêm os resultados de Nordeste (18.714), Centro-Oeste (10.890), Norte (6.651) e Sul (4.449).
A gasolina A e o Diesel A S500 tiveram redução nos preços praticados nesta quinta-feira (28) pela Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, operada pela Brava Energia. Os valores, atualizados semanalmente, caíram R$ 0,23 no caso da gasolina e R$ 0,25 no diesel, tanto na modalidade EXA quanto na LCT.
Com a nova atualização, a gasolina A passou de R$ 4,22, valor praticado em 21 de maio, para R$ 3,99. A queda interrompe a alta registrada na semana anterior, quando o combustível havia subido R$ 0,20.
No caso do Diesel A S500, a modalidade EXA passou de R$ 4,98 para R$ 4,73, redução de R$ 0,25. Na modalidade LCT, o preço caiu de R$ 4,99 para R$ 4,74, também com recuo de R$ 0,25. Os valores haviam permanecido estáveis na semana anterior, após reduções registradas em maio.
Apesar da queda nesta semana, os combustíveis seguem com alta acumulada desde o início do levantamento. A gasolina A registra aumento total de R$ 1,48 desde 19 de fevereiro, quando era vendida a R$ 2,51, o que representa reajuste de 58,96% em 112 dias.
O Diesel A S500 também acumula avanço no período. Na modalidade EXA, o preço saiu de R$ 3,28 em 5 de fevereiro para R$ 4,73 nesta quinta-feira, alta de R$ 1,45, equivalente a 44,20%. Já na modalidade LCT, o valor passou de R$ 3,30 para R$ 4,74, aumento de R$ 1,44, ou 43,63%.
Confira o detalhamento, semana a semana desde o dia 5 de fevereiro, conforme levantamento realizado pela TRIBUNA DO NORTE:
Gasolina A:
19 de fevereiro – R$ 2,51 26 de fevereiro – R$ 2,59 – Alta de R$ 0,08 5 de março – R$ 2,89 – Alta de R$ 0,30 12 de março – R$ 3,19 – Alta de R$ 0,30 19 de março- R$ 3,82 – Alta de R$ 0,63 26 de março- R$ 3,82 – Valor se manteve 02 de abril – R$ 3,85 – Alta de R$ 0,03 09 de abril – R$ 3,85 – Valor se manteve 16 de abril – R$ 3,77 – Redução de R$ 0,08 23 de abril – R$ 3,77 – Valor se manteve 30 de abril – R$ 4,02 – Aumento de R$ 0,25 7 de maio – R$ 4,02 – Valor se manteve 14 de maio – R$ 4,02 – Valor se manteve 21 de maio – R$ 4,22 – Aumento de R$ 0,20 28 de maio – R$ 3,99 – Redução de R$ 0,23
Total: Aumento de R$ 1,48
Reajuste de 58,96% em 98 dias
Diesel A S500 – modalidade EXA:
05 de fevereiro – R$ 3,28 12 de fevereiro – R$ 3,28 – Valor se manteve 19 de fevereiro – R$ 3,28 – Valor se manteve 26 de fevereiro – R$ 3,32 – Alta de R$ 0,04 5 de março – R$ 4,07 – Alta de R$ 0,75 12 de março – R$ 5,07 – Alta de R$ 1,00 19 de março – R$ 5,52 – Alta de R$ 0,45 26 de março – R$5,62 – Alta de R$ 0,10 02 de abril – R$5,62 – Valor se manteve 09 de abril – R$ 5,77 – Alta de R$ 0,15 16 de abril – R$ 5,31 – Redução de R$ 0,46 23 de abril – R$ 5,24 – Redução de R$ 0,07 30 de abril – R$ 5,56 – Aumento de R$ 0,32 7 de maio – R$ 5,21 – Redução de R$ 0,30 14 de maio – R$ 4,98 – Redução de R$ 0,23 21 de maio – R$ 4,98 – Valor se manteve 28 de maio – R$ 4,73 – Redução de R$ 0,25
Total: Aumento de R$ 1,45
Reajuste de 44,20% em 112 dias
Diesel A S500 – modalidade LCT:
05 de fevereiro – R$ 3,30 12 de fevereiro – R$ 3,30 – Valor se manteve 19 de fevereiro – R$ 3,30 – Valor se manteve 26 de fevereiro – R$ 3,33 – Alta de R$ 0,03 5 de março – R$ 4,08 – Alta de R$ 0,75 12 de março – R$ 5,08 – Alta de R$ 1,00 19 de março – R$ 5,53 – Alta de R$ 0,45 26 de março – R$5,63 – Alta de R$0,10 02 de abril – R$5,63 – Valor se manteve 09 de abril – R$ 5,78 – Alta de R$0,15 16 de abril – R$ 5,33 – Redução de R$ 0,45 23 de abril – R$ 5,25 – Redução de R$ 0,08 30 de abril – R$ 5,78 – Aumento de R$ 0,53 7 de maio – R$ 5,22 – Redução de R$ 0,56 14 de maio – R$ 4,99 – Redução de R$ 0,23 21 de maio – R$ 4,99 – Valor se manteve 28 de maio – R$ 4,74 – Redução de R$ 0,25
Total: Aumento de R$ 1,44
Reajuste de 43,63% em 112 dias
O papel estratégico do Brasil no cenário global de energia, os desafios regulatórios e o avanço rumo às fontes renováveis foram os temas centrais do Seminário LIDE Energia, realizado na última terça-feira (26), na Casa LIDE, em São Paulo. O evento reuniu as principais autoridades, diretores de agências reguladoras e grandes players do setor para mapear os caminhos da segurança jurídica, investimentos e descarbonização industrial.
A curadoria e a condução do seminário ficaram a cargo de Jean Paul Prates, head do LIDE Energia, ex-presidente da Petrobras e ex-senador. Reconhecido como uma das principais vozes da transição energética no país, Prates foi apontado pelo co-presidente do LIDE, João Doria, como o “100% responsável” pela articulação e presença das lideranças estelares que compuseram os debates.
Destaques da Condução e Falas de Jean Paul Prates
Ao assumir o púlpito para as considerações finais e o encerramento do evento, Jean Paul Prates celebrou o feito de, em um único painel matinal, o LIDE conseguir conectar toda a cadeia produtiva — desde o “petróleo velho de guerra” e o gás natural até as fronteiras tecnológicas do hidrogênio verde, aço verde e mineração crítica.
Momento Histórico da Regulação: Prates destacou o peso institucional do encontro, que conseguiu reunir de forma inédita o passado, o presente e o futuro da regulação nacional, contando com as presenças de Sandoval Feitosa (atual diretor-geral da ANEEL) e do Dr. Ábdo, além dos primeiros diretores da história das duas agências reguladoras do setor.
O Desafio da Integração e Escalabilidade: Utilizando uma metáfora esportiva, o head do LIDE Energia reforçou qual deve ser a meta central do país: “O grande desafio que coloquei inicialmente é a integração. É escalar o time direito para ganhar a Copa do Mundo das fontes energéticas e nos projetar como um país viável. Um país não mais do futuro, mas do presente — que pensa no futuro, mas já vive esse presente”.
Referências Internacionais: Prates instigou a audiência e o mercado a buscarem inspiração em modelos globais consolidados de planejamento estratégico. Citou a velocidade de implementação da infraestrutura na China e a consistência histórica da Noruega, cujas empresas participantes do evento iniciaram como estatais e hoje são referências globais de transição organizada.
Visão Multilateral e Negócios
O seminário também ecoou debates profundos sobre a geopolítica e a necessidade de o Brasil se posicionar como um polo pacificador e seguro para atração de capital estrangeiro. Lideranças presentes lembraram que a descarbonização global passa obrigatoriamente pelas vantagens competitivas do Brasil, que possui uma matriz elétrica limpa e potencial de produção de hidrogênio verde incomparável.
O encerramento do painel reforçou o compromisso do LIDE Energia em continuar promovendo debates dinâmicos e eficientes para destravar investimentos e desenhar políticas públicas robustas para o setor produtivo nacional.
O Seminário LIDE Energia contou com o patrocínio e apoio de grandes marcas como Fontes Verdes, Alvorada Heavy Industries, Hydro, Shell e Vale.
Sobre o LIDE:
O LIDE – Grupo de Líderes Empresariais é uma organização que reúne corporações nacionais e internacionais com o objetivo de debater o desenvolvimento econômico e social, promovendo a livre iniciativa, a inovação e a sustentabilidade.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que tipifica como crime o aumento abusivo dos preços de combustíveis, com pena prevista de até quatro anos de prisão. A proposta, que ainda precisa ser votada no Senado, foi aprovada no contexto da escalada de preços provocada pelo conflito entre Irã e Israel, que pressionou o mercado internacional de petróleo e encareceu o abastecimento no Brasil.
Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o litro do diesel saltou de R$ 6,09, antes da intensificação do conflito no Oriente Médio, para R$ 7,20 na medição mais recente. Na prática, a nova legislação permitirá a responsabilização criminal de empresários e donos de postos que praticarem reajustes artificiais sem justa causa, com o objetivo de obter vantagem econômica indevida aproveitando fatores externos.
“A lei agora vem para separar o bom empresário do mau empresário, punindo aquele que artificialmente se vale de um argumento legítimo para poder fazer um aumento ilegítimo às custas da população”, afirmou o economista Filipe Vieira, especialista em direito do consumidor. O motorista de aplicativo Adriano Silveira resumiu o sentimento de quem sofre na ponta: “A gente trabalha bastante para colocar o pão dentro de casa e acaba sendo surpreendido.”
O projeto segue agora para análise do Senado Federal. Se aprovado, dependerá da sanção presidencial para entrar em vigor.
A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR), publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (21), o edital de chamamento público para o credenciamento de comerciantes ambulantes que desejam atuar durante a Marcha para Jesus 2026, marcada para o dia 30 de maio, no Largo da Cohabinal.
O credenciamento é destinado às modalidades fixa, móvel e food truck, contemplando comerciantes que atuarão temporariamente durante o evento. Ao todo, serão disponibilizadas 50 vagas, distribuídas entre comercialização de alimentos, bebidas e produtos diversos.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 25 de maio, presencialmente na sede da SEMSUR, localizada na Rua Frei Henrique de Coimbra, nº 235, bairro Emaús, das 8h às 14h.
Para participar, os interessados devem apresentar a documentação exigida no edital, bem como o fornecimento de número de telefone e/ou WhatsApp válido, para fins de comunicação oficial.
O resultado do credenciamento será divulgado no dia 27 de maio, no Diário Oficial do Município. Já a reunião obrigatória com os habilitados acontecerá no dia 29 de maio, às 10h, na sede da SEMSUR, quando serão repassadas as orientações finais e entregues as credenciais de atuação.
O edital também prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência e prioriza comerciantes residentes em Parnamirim.
Interessados podem acessar todas as regras e recomendações dispostas no Edital, diretamente no Diário Oficial publicado no dia 21 de maio, por meio do link: https://diariooficial.parnamirim.rn.gov.br/#/.
MODALIDADES E VAGAS
Modalidade Fixa (Alimentos e Bebidas): 20 (vinte) vagas, com estrutura de até 3x3m;
Modalidade Móvel (até 1m²): 20 (vinte) vagas, destinadas à comercialização de produtos como balas, pipoca, algodão doce e similares;
Modalidade Food Truck: 10 (dez) vagas, destinadas a veículos adaptados com dimensão superior a 3 metros. Parágrafo único. Fica expressamente proibida a comercialização de bebidas em recipientes de vidro.
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA
• Documento oficial com foto (RG ou CNH);
• CPF;
• Comprovante de residência atualizado;
• Fotografia tipo selfie do requerente;
• Fotografia da estrutura ou equipamento a ser utilizado;
• Termos de responsabilidade e compromisso devidamente assinados.
Os comerciantes dos mercados públicos de Mossoró se preparam para receber o mês de junho, com expectativas de crescimento nas vendas. No próximo mês, a realização do “Mossoró Cidade Junina” (MCJ) e da Copa do Mundo mobilizam a população que intensifica a procura por produtos e serviços, aquecendo a economia local.
No Mercado Central e no Centro Comercial de Mossoró, por exemplo, o São João é um dos principais períodos do ano, em relação a faturamento com vendas. O “Mossoró Cidade Junina” movimenta os estabelecimentos comerciais, com consumidores em busca de artigos juninos, adereços, itens de vestuário, acessórios, entre outros.
A comerciante Gilvânia Rodrigues trabalha há 38 anos no ramo de vestuário. “Graças a Deus, todos os anos aqui estamos bombando nas vendas e estamos com as melhores expectativas. São muitas vendas. Nós temos vestidos infantis e adultos, camisas masculinas, conjuntos com blusas e saias infantojuvenil, e ainda, teremos muitas novidades que estão por vir. Roupas de Lampião, Maria Bonita, rainha do milho, estão entre as mais procuradas”, declarou.
Neste ano, o colorido junino se mistura com as cores verde e amarelo, anunciando o São João e a Copa do Mundo. Dois grandes eventos realizados no mês de junho, elevando as expectativas dos comerciantes.
“Estou muito feliz esperando o São João. Neste ano, teremos também a Copa do Mundo. Então, será um mês muito bom para todos nós, onde conseguimos vender bem, se Deus quiser vamos vender muito como no ano passado. É uma festa que esperamos o ano inteiro, uma festa animada que atrai muitos turistas e consumidores”, pontuou Lúcia de Fátima, comerciante.
Os vendedores do Centro Comercial de Mossoró também apostam na gastronomia para atração dos consumidores, neste período junino. Para isso, um cardápio de comidas típicas e regionais promete atrair o público.
“A expectativa é maravilhosa para esse período junino. Desde que cheguei aqui não tenho do que reclamar, tem sido uma benção. Agora vai bombar mais ainda com a chegada das festas, os clientes gostam e vamos preparar um cardápio especial para esta época ao ano”, disse Zuzilene da Silva, comerciante.
Assim como o Natal e o Ano Novo, o mês de junho se apresenta como um dos principais períodos do ano em termos de vendas. “Nós estamos com a expectativa muito grande. Numa comparação com o ano passado, os comerciantes estão mais entusiasmados. O período junino movimenta bastante a nossa cidade com os turistas que querem provar da nossa culinária regional. Comidas que eles só encontram nos mercados públicos de Mossoró. Os espaços estão sendo ornamentados, proporcionando que os comerciantes entrem nesse clima de São João, em preparação para esse período tão importante para nossa cidade”, destacou Suendel Carlos, gerente de Mercados Públicos do município.
Para este ano o “Raiá do Dia”, que estreou ano passado, continua na programação do MCJ. “O nosso ‘Mossoró Cidade Junina’ começará no dia 6 com o ‘Pingo da Mei Dia’. E já no dia 7, teremos o ‘Raiá do Dia’, a partir das 6h30 da manhã, nos mercados públicos, com forró pé de serra. Neste ano, a programação se encerra dia 28, após o ‘Boca da Noite'”, revelou Suendel Carlos.
Extremoz acaba de consolidar um dos maiores investimentos privados de sua história. A prefeita Jussara Sales confirmou a instalação da indústria Bom Todo no município, em um projeto que prevê aplicação de quase R$ 100 milhões e a geração inicial de aproximadamente 400 empregos diretos.
O anúncio é resultado de uma articulação conduzida pela gestão municipal ao longo dos últimos meses, envolvendo planejamento técnico, diálogo institucional e construção de um ambiente favorável aos negócios. Segundo a administração, o empreendimento reforça a estratégia de atração de investimentos como eixo central da política de desenvolvimento econômico da cidade.
Além do impacto imediato na geração de empregos, a chegada da empresa deve impulsionar a cadeia produtiva local, movimentar o comércio, ampliar a arrecadação e fortalecer a economia regional. A expectativa é que parte significativa das vagas seja destinada a mulheres, ampliando a inclusão no mercado de trabalho e promovendo maior autonomia financeira para as famílias.
Com o novo investimento, Extremoz se posiciona de forma mais competitiva no cenário estadual, reforçando seu potencial logístico e sua capacidade de receber grandes empreendimentos. A confirmação da Bom Todo é vista pela gestão como um marco estratégico que projeta o município para uma nova etapa de crescimento, consolidando sua imagem como ambiente seguro para negócios e desenvolvimento sustentável.
“Esse é um momento histórico para Extremoz. Trabalhamos com responsabilidade, diálogo e visão de futuro para tornar nosso município atrativo para grandes investimentos. A Bom Todo chega para gerar empregos, renda e mais desenvolvimento para nossa população”, afirmou a prefeita Jussara Sales.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta terça-feira (12) que a estatal prepara um aumento no preço da gasolina nos próximos dias. Sem detalhar valores ou a data do reajuste, ela declarou que a alta “vai acontecer já já”.
Segundo Magda, a decisão leva em conta a recente queda no preço do etanol, principal concorrente da gasolina no mercado brasileiro.
“Quando nós estávamos observando o aumento do preço da gasolina, observamos isso frente ao preço do etanol no mercado brasileiro nos últimos pouco mais de 15 dias. Nós tivemos um preço do etanol baixando bastante no mercado brasileiro. Ele é competidor, sim, do nosso mercado. Então, nós estamos agora tratando desse aumento de gasolina, mas sempre de olho no nosso ‘market share’ e na evolução do mercado do etanol.”
A declaração ocorre em meio à alta do petróleo e dos derivados no mercado internacional. Apesar disso, Magda afirmou que a Petrobras mantém uma política comercial para evitar o repasse imediato das oscilações externas aos consumidores brasileiros.
A presidente da estatal também disse que a companhia e o governo trabalham em medidas para reduzir os impactos da alta nos combustíveis.
“Estamos trabalhando na questão da gasolina e, em breve, os senhores vão ter também boas notícias em relação à nossa gasolina”, disse.
Magda reforçou ainda que a Petrobras monitora riscos de desabastecimento e busca preservar sua participação no mercado nacional.
“Nós não estamos dispostos a abrir mão dele”, afirmou, ao comentar o “market share” da empresa.
Segundo a executiva, a gasolina exige uma análise mais cuidadosa do que o diesel por causa da concorrência direta com o etanol hidratado, especialmente diante da grande frota de veículos flex no Brasil.
Ela também confirmou que haverá aumento no preço do gás natural e informou que a empresa avalia novos mecanismos de suporte para amortecer os efeitos da alta internacional dos combustíveis.
A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (Sedint), prorrogou até o dia 5 de junho de 2026 o prazo de inscrições do primeiro edital de Contrato Público para Solução Inovadora (CPSI) do município, vinculado ao programa Co.NE.
O edital busca soluções inovadoras para melhorar a jornada das pessoas atendidas pelo Programa de Acessibilidade Especial (PRAEM), aumentando a previsibilidade das viagens, reduzindo deslocamentos desnecessários e falhas de comunicação, além de tornar mais eficiente a operação do programa.
A iniciativa prevê oportunidade de desenvolvimento e teste da solução selecionada por meio do instrumento de Contrato Público para Solução Inovadora (CPSI), com possibilidade de contrato de até R$ 200 mil.
As informações atualizadas do certame estarão disponíveis na Plataforma Desafios, a partir do dia 11 de maio de 2026, data em que os interessados poderão consultar a versão vigente do edital e demais documentos relacionados.
O saldo da balança comercial potiguar em abril só foi menor que o do Maranhão (US$ 117,3 mi) e Piauí (US$ 117,2 mi) no Nordeste | Foto: Magnus Nascimento
O comércio exterior movimentou US$ 72,33 milhões no Rio Grande do Norte em abril de 2026, com um saldo superavitário de US$ 18,6 milhões. O total exportado pelo estado representou US$ 45,46 milhões, e o total importado foi de US$ 26,86 milhões. O saldo foi o terceiro maior da região Nordeste, atrás de Maranhão (US$ 117,3 milhões) e Piauí (US$ 117,2 milhões). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (07) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e compilados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-RN).
Os principais produtos exportados pelo RN em abril foram: bulhão dourado (ouro) em forma bruta para uso não monetário, com US$ 24,1 milhões; melões frescos (US$ 4,5 milhões); mamões frescos (US$ 2,7 milhões); melancias frescas (US$ 2,5 milhões) e minérios de tungstênio (US$ 2,4 milhões). Juntos, esses produtos representaram 79,7% do total exportado.
Já no campo das importações, destacaram-se outros trigos e misturas de trigo com centeio (US$ 5 milhões), redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de velocidade (US$ 2,3 milhões), queijo tipo mussarela fresco (US$ 1,4 milhão), outras máquinas/aparelhos de impressão por offset (US$ 1,3 milhão) e camisas, blusas, blusas chemisiers de malha de uso feminino (US$ 781,6 mil). Esses produtos representaram 39,9% do total importado pelo RN no mês.
Quando comparado a abril de 2025, este mês trouxe baixas na balança comercial do RN. Em abril do ano passado, o saldo do mês foi de US$ 46,02 milhões, com US$ 76,8 milhões exportados e US$ 30,8 milhões importados. Em relação ao mês anterior (março de 2026), também houve baixas, após um saldo de US$ 73,76 milhões.
Na avaliação de Hugo Fonseca, secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, o comércio exterior do RN foi expressivo em abril. “Embora o RN seja um estado pequeno, a sua capacidade em termos de movimentação da balança comercial é enorme e se torna representativa para a região Nordeste”, diz. “Isso mostra a diversificação dos produtos na nossa balança comercial e com alto valor monetário, ou seja, os produtos exportados são extremamente valorizados”.
Para Fonseca, o resultado do ouro, principal produto exportado no mês, reflete o cenário geopolítico global. “O ouro tornou-se o mineral de maior valor monetário, em escala comercial. Isso porque ele está sendo valorizado cada vez mais, substituindo o dólar em termos de reserva financeira dos países”, explica.
Em abril de 2026, os principais destinos das exportações potiguares foram: Suíça, com US$ 18,1 milhões e 39,9% do total exportado; Canadá, com US$ 6,1 milhões e 13,6%; Países Baixos, com US$ 6 milhões e 13,4%; Espanha, com US$ 3,2 milhões e 7,2%; e Reino Unido, que movimentou US$ 2,8 milhões e 6,3%. Os cinco principais mercados de destinos somaram 79,7% do total exportado.
Hugo Fonseca: balança do RN é diversificada e com alto valor | Foto: Alex Régis
Hugo Fonseca destaca que a liderança da Suíça mostra a diversificação da pauta exportadora potiguar. “O estado vem ampliando e abrindo novas oportunidades de exportação para outros países”, afirma.
Por outro lado, os principais fornecedores de produtos para o RN foram: China, com o volume de importações de US$ 8,9 milhões e 33,2%; Argentina, com US$ 8,1 milhões e 30,3%; Alemanha, com US$ 1,6 milhão e 6,2%; Índia (5,3%) e Espanha (5,1%) registraram montantes de US$ 1,4 milhão e US$ 1,3 milhão, respectivamente. Juntos, esses países responderam por 79,4% do total das importações.
De acordo com o boletim da Sedec-RN, a via aérea foi o principal meio de transporte das mercadorias exportadas pelo RN em abril: US$ 28 milhões em transações. Na sequência, a via marítima movimentou US$ 17 milhões; e o modal rodoviário movimentou US$ 314,8 mil. Percentualmente, a via aérea representou 61,6% do total exportado.
Já em relação às importações, o modal marítimo movimentou US$ 24 milhões, seguido pela via aérea, com US$ 2,6 milhões. Por meio do modal rodoviário, o estado importou o equivalente a US$ 206,3 mil. A via marítima foi o meio de transporte responsável por 89,5% das transações comerciais do estado.
O valor acumulado de transações do comércio exterior potiguar neste ano – exportações e importações – já ultrapassa os US$ 548 milhões, destaca a Sedec-RN. No Brasil, as exportações somaram US$ 34,1 bilhões em abril, batendo recorde histórico, e as importações, US$ 23,6 bilhões. O saldo nacional foi de US$ 10,5 bilhões.