O cantor baiano Ricardo Chaves, usou as redes sociais para se pronunciar sobre sua saída do Carnatal depois de 30 anos tocando no evento. Em 2022, o cantor reclamou da estrutura do evento, e fez sua passagem pelo Corredor da Folia em um tom de despedida. Ricardo Chaves, participou do Carnatal desde sua segunda edição, e sempre esteve a frente do Bicho, onde reuniu uma legião de fãs.
“Depois de 30 anos, a minha história no Carnatal se interrompe. Foram anos comandando o mesmo bloco. Juntos, invadimos os vários circuitos da festa com a nossa energia e nosso jeito único de brincar. Um jeito que contagiou várias gerações e criou laços afetivos que o tempo não destruiu, nem destruirá. Nos tornamos uma religião de fiéis escudeiros, devotos de um estado de espírito que conquistou muitos corações, chamado bloco Bicho. Nos últimos anos, eu dizia que o “jeito Bicho de ser”, já não se encaixava no modelo atual da festa. Sempre soube que isso iria acontecer e já tinha registrado nos versos, “sei que tudo isso um dia vai passar mas, a nossa história, ninguém vai mudar, é só fechar os olhos e lembrar do que a gente viveu”. Esse dia chegou. Obrigado a todos os foliões que, ao longo desses 30 anos, honraram o abadá do Bicho. Obrigado pelos momentos mágicos que proporcionamos a quem nos viu passar. Que venham novos momentos. A nossa religião é maior do que um evento. Por tudo o que fizemos juntos, o natalense sabe que, o Bicho é o rei dessa cidade!” escreveu.
A maior micareta fora de época do Brasil, Carnatal, não terá a presença do cantor Ricardo Chaves neste ano. A notícia foi confirmada pelo empresário do artista, Beto Ramos. “Este ano, até o momento, Ricardo Chaves não faz parte das atrações do carnatal 2023”, disse.
A programação da micareta que acontecerá de 8 a 10 de dezembro, na Arena das Dunas, foi lançada de forma on-line, na noite desta terça-feira (13).
Ricardo Chaves participa do evento há trinta anos e seu show, no domingo do ano passado, foi em tom de despedida. Ele que sempre foi muito querido e esperado pelos foliões potiguares, comentou algumas vezes que aquela poderia ser sua derradeira participação na micareta.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (13) projeto que autoriza escolas públicas a receber doações, em dinheiro ou não, de pessoas físicas e jurídicas. A proposta, do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), recebeu parecer favorável do relator, senador Rodrigo Cunha (União-AL). Agora, o texto será analisado pela Comissão de Educação (CE), em decisão terminativa.
O PL 5.193/2019 altera as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394, de 1996) para permitir a doação. Styvenson ressalta que não há previsão legal de doações às instituições de ensino. Por isso, a proposta estimula a prática a fim de incentivar o desenvolvimento dos estabelecimentos de ensino infantil, fundamental e médio.
Ele lembra também que as possíveis doações não alteram a obrigação do Estado de financiar a educação e nem estabelece incentivos fiscais aos doadores, o que acarretaria a diminuição das verbas dos entes federados e reduziria o investimento público na área.
Para o senador, a escassez de recursos destinados à rede pública de ensino do Brasil é uma das principais causas dos problemas enfrentados na área da educação.
“As instalações são inadequadas ou carecem de reparos, os recursos didáticos são precários e os profissionais da educação são submetidos a desgastantes jornadas de trabalho e a salários baixos, além de não terem as devidas oportunidades de requalificação”, afirma.
Rodrigo Cunha pontuou que o autor “é sensível aos desafios fiscais enfrentados pelo país e não deseja gerar, neste momento, quaisquer riscos fiscais adicionais que possam comprometer o andamento da demanda”.
— O projeto não traz qualquer impacto econômico-financeiro para a União, tendo em vista que se trata de doação privada para a educação básica, sem contrapartida em termos de benefícios fiscais ou de qualquer outra natureza. Não se torna, portanto, necessário verificar o atendimento do disposto na legislação sobre finanças públicas — afirmou o relator.
Para o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), o projeto é um incentivo para conscientizar as comunidades de que não devem ficar apenas na dependência do governo central, seja em que esfera for.
A defesa das mulheres vítimas de violência doméstica foi o foco de discussão na tarde desta terça-feira (13), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Por iniciativa do deputado Adjuto Dias (MDB), a Casa realizou uma audiência pública com o foco na possibilidade e viabilidade de implantação da Patrulha Maria da Penha em cidades do interior potiguar. O deputado Adjuto Dias anunciou a criação de um grupo de trabalho para auxiliar os municípios interessados em criar a política pública, com suporte técnico para aspectos legais e de captação de recursos, inclusive federais.
“Queremos mostrar aos municípios que é possível, mostrar como fazer a implementação da Patrulha Maria da Penha, como colocar o trabalho para frente. É um trabalho que a gente torce que seja expandido aos municípios, principalmente da Região Metropolitana, que têm condições de fazer um trabalho semelhante ao de Natal”, explicou o deputado Adjuto Dias.
Na audiência, autoridades deram exemplos sobre como ocorre o trabalho em Natal e também expuseram possibilidades de angariar recursos para a área junto ao Governo Federal. o deputado Adjuto Dias, que foi secretário de Assistência Social na capital, e a secretária de Defesa Social de Natal, Sheila Freitas, falaram sobre o modelo implantado em Natal a partir de lei municipal e de política viabilizada pelo Executivo Municipal. Segundo eles, além do acompanhamento quinzenal de 13 guardas municipais às 44 mulheres vítimas de violências que foram indicadas pelo Poder Judiciário, o Município também atua na garantia do sustento das mulheres e filhos, com o fornecimento de alimentos e também de cursos profissionalizantes.
“A Patrulha de Natal já é tese de estudo de universidades, que querem saber porque as mulheres que são protegidas pela patrulha não fazem mais parte de estatística, não morrem, não voltam a ser violentadas. O sucesso se deu quando esses complementos da patrulha chegaram às casas das mulheres e observaram que elas não só sofriam com a violência. Elas não trabalhavam, não tinham estudo, profissão, passavam fome”, explicou a secretária Sheila Freitas.
Autora da lei que implementou a Patrulha Maria da Penha no Estado, a deputada Cristiane Dantas (SDD) disse que a lei ainda não conseguiu abranger todo o estado devido ao número de policiais que ainda é pequeno, o que sempre foi uma dificuldade. Porém, ela disse que é preciso que os municípios estejam atentos sobre a importância e que, tendo condições, implantem as patrulhas.
“Começamos em Natal, com alguns bairros, e hoje temos uma atuação tímida na patrulha estadual porque não atinge todos os municípios. O que precisamos é que cada município faça a sua parte. Colabore e implante a patrulha através da capacitação de suas guardas municipais. Quando não tiver a guarda, que sejam criadas e possam fazer essa implementação para trazer mais segurança a essas mulheres vítimas de violência”, disse a deputada.
No transcorrer da audiência, representantes técnicos deram sugestões sobre como os gestores municipais poderiam colaborar para que as patrulhas fossem viabilizadas, assim como a promotora Érica Canuto enalteceu a iniciativa do deputado em ampliar a discussão. Para colaborar com as cidades, Adjuto Dias disse que vai prosseguir fazendo a ponte para colaborar com a implantação das patrulhas no interior do estado.
“O importante dessas audiências é que sempre aprendemos algo novo. Vimos diversas formas de financiamento, inclusive junto ao Governo Federal, e os editais que são mais uma via, junto à União, para implementar essas políticas. Sabemos da dificuldades dos municípios, principalmente dos menores, e é claro que a implementação depende da realidade de cada município, mas é preciso que tenhamos também a proteção social”, disse o deputado, que agradeceu pelo apoio da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte no debate e colocou todo o material discutido à disposição das cidades. “O conteúdo estará disponível no YouTube. Pode dizer aos municípios que tiverem interesse em conhecer o trabalho realizado em Natal, a Guarda de Natal está aberta para receber todos”, finalizou o parlamentar.
A Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) Natal é a campeã do ‘Brazil Master Cup’ de Handebol, vencendo a final por 22 x 8, na competição realizada em São Paulo. A equipe master de handebol ganhou o campeonato brasileiro (42+ anos) na partida contra o Pedreiros ABC Paulista, no último final de semana.
O time, além da conquista coletiva, foi premiado pelo melhor artilheiro da competição, Tiago Porfírio e o melhor atleta da final, Bruno Santana. Os jogadores também são tricampeões do Nordeste na categoria. “Esse título é fruto de muita dedicação”, destacou João Aquino, vamisa 10 da equipe potiguar.
Um dos filhos do cantor Belo foi preso com drogas, na manhã desta terça-feira (13), durante uma abordagem na Rodoviária do Rio, no Santo Cristo, na Região Portuária da cidade. Paulo Arthur Vieira, de 29 anos, chegou a ser conduzido para a 4ª DP (Presidente Vargas), mas foi liberado da delegacia após assinar um termo circunstanciado.
Segundo a Polícia Militar, o 5º BPM (Praça da Harmonia) realizava um policiamento pelas imediações do terminal, quando se aproximou de um grupo. Durante a revista, os agentes encontraram uma pequena quantidade de erva seca com um dos homens e o levou para a delegacia. A Polícia Civil informou que o filho do cantor foi autuado por porte de drogas para consumo próprio e vai responder ao Juizado Especial Criminal (Jecrim).
Procurada, a assessoria de imprensa do cantor Belo informou que Paulo Arthur estava voltando de um show realizado nesta segunda-feira (12), em São Paulo, e que confirmou aos policiais militares que estava portando uma quantidade de maconha para uso próprio, ao ser questionado, durante a abordagem.
Cantor e filha caçula já foram presos
No dia 11 de novembro de 2020, a filha caçula de Belo foi presa junto com outras 11 suspeitas de aplicar o golpe do motoboy. Isadora Alkimin Vieira, à época com 21 anos, integrava uma quadrilha de estelionatários que se passavam por gerentes bancários e ligavam para vítimas informando sobre um falso problema no cartão de crédito, como uma compra não autorizada ou tentativa de clonagem. A jovem responde pelo crime de organização criminosa.
Já em fevereiro de 2021, o próprio cantor acabou preso por provocar aglomeração ao realizar um show no Ciep Professor César Pernetta, na comunidade do Parque União, no Complexo da Maré, Zona Norte. A apresentação não foi autorizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) e aconteceu em meio às restrições impostas pela pandemia de covid-19.
Em 2004, Belo foi preso por associação com o tráfico de drogas, após a polícia interceptar telefonemas do cantor com traficantes. Ele foi condenado a oito anos e ficou quase quatro preso. O pagodeiro ficou livre do processo em março de 2010, quando a Vara de Execuções Penais do Rio concedeu o indulto ao cantor, após pedido da defesa.
Logo após a partida da cantora Rita Lee, no início do mês de maio, diversas notícias divulgadas na imprensa davam conta de que a artista havia planejado o próprio velório nos mínimos detalhes. Conforme seu desejo, o funeral foi realizado no Planetário do Ibirapuera, em São Paulo, por ser um dos seus locais favoritos na cidade.
A artista também havia pedido que não houvessem flores ou velas, que fosse feita uma projeção com a data do seu aniversário no teto do planetário, com o intuito de mostrar a pequenez da morte diante do universo, e que seu corpo fosse cremado. Os familiares respeitaram e realizaram seus desejos, à exceção dos lírios que discretamente ornamentaram sua urna e as diversas homenagens em coroas de flores recebidas pela família.
Já na despedida da cantora Gal Costa, que faleceu em novembro do ano passado, alguns sites informaram que a viúva da artista optou por realizar o sepultamento em São Paulo, e não no jazigo que a artista havia comprado no Rio de Janeiro. Diante de casos como esses, fica o questionamento: as pessoas devem respeitar a vontade de quem faleceu? Ou, nesse momento, é importante priorizar também as necessidades de quem fica?
Segundo a psicóloga especialista em luto do Cemitério e Crematório Morada da Paz, Simône Lira, algumas vontades de quem partiu podem esbarrar nos limites das questões existenciais de cada indivíduo. “Sendo assim, é importante que seja esclarecido que esses desejos se referem ao ente querido que partiu e para ele seria importante que fossem realizados. Esta é uma forma de honrar a sua memória e seu legado, mas diante de fatores limitadores, a família também pode encontrar outras maneiras de homenageá-lo”, explica.
De acordo com ela, conseguir ofertar a possibilidade de acatar todos os desejos do ente querido pode ser uma forma de sentir que fez o melhor por ele até os últimos dias de sua vida. “É importante que todos os desejos sejam conversados previamente para que os familiares entrem em um consenso, pois algumas manifestações podem trazer conflitos também, seja por questões culturais, crenças e valores que divergem entre alguns membros da família ou por esbarrar em limites de entendimento”, orienta.
A cerimonialista do Morada do Morada da Paz, Luciana Trindade, lembra de um atendimento que realizou alguns anos atrás, no qual uma senhora havia pedido que seu funeral fosse conduzido de uma forma diferente e atípica do que a maioria das pessoas estão acostumadas. Ao som das músicas “Bete Balanço” de Cazuza e “Odara” de Caetano Veloso, cerveja gelada e caldinho foram servidos aos familiares e amigos que estiveram presentes na despedida. “Apesar da tristeza e da saudade, ela expressou em vida que não queria ninguém chorando em seu velório, ela queria todos alegres”, lembra Luciana.
Os desejos de fim de vida podem ser expressos a qualquer momento, seja através de conversa com familiares e amigos ou através da elaboração de um documento chamado Testamento Vital, sendo necessário que a pessoa seja civilmente capaz. “Também chamado de Diretivas Antecipadas de Vontade, esse documento permite que além de manifestar os seus desejos, seja em relação aos ritos fúnebres ou aos tratamentos médicos que prefere ter, a pessoa também pode eleger um responsável para assegurar que suas vontades sejam realizadas no momento em que este estiver incapacitado de se manifestar”, informa Simône Lira.
É claro que muitas vezes será necessário bom senso e equilíbrio entre as vontades de quem parte e as necessidades daqueles que ficam, pois a ritualística em torno da despedida pode ser um acalento e reconfortar aqueles que perderam alguém, sendo um facilitador na vivência do luto. “O que importa é que a despedida faça sentido para os envolvidos, sem fórmulas corretas a serem seguidas. Não há nada mais gratificante que a sensação de poder ter feito tudo o que era possível para honrar a memória de alguém que para nós foi um grande amor”, reforça a psicóloga.
A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Setude) divulgou nesta segunda-feira (12), a lista dos arraiás comunitários habilitados na fase de avaliação documental da chamada pública de apoio financeiro. A lista está disponível na edição de sábado (10/06) do Diário Oficial do Município (DOM).
Os representantes dos arraiás comunitários não habilitados, têm até às 14h de hoje (12/06) para recorrer da decisão, através do e-mail setude@parnamirim.rn.gov.br.
A seleção pública teve como objeto, habilitar e selecionar arraiás comunitários, quadrilhas juninas e grupos populares dos diferentes bairros do município, nas seguintes categorias: Arraiás de grande porte: para grupos acima de 2000 mil participantes; Arraiá de médio porte: para grupos entre 1000 e 2000 mil participantes e arraiá de pequeno porte: para grupos entre 200 e 1000 participantes.
Para os arraiás de grande porte, o apoio financeiro será no valor de até R$ 10 mil reais, para os de médio porte, o valor será de até R$ 7 mil reais e para os de pequeno porte, o aporte financeiro será na ordem de até 3 mil reais.
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terminam na próxima sexta-feira (16). Interessados em participar do certame, que será aplicado nos dias 5 e 12 de novembro, podem fazer o cadastro na Página do Participante. O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e deve ser pago até 21 de junho.
O edital com o cronograma e as regras para o Enem 2023 foi publicado no início do mês. Além de apresentar as datas e os horários do exame, o texto detalha os documentos necessários e as obrigações do participante, incluindo situações em que o candidato pode ser eliminado.
A publicação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) traz também critérios para correção das provas e procedimentos para pessoas que precisam de cuidados especiais durante o concurso.
Os gabaritos das provas objetivas serão publicados no dia 24 de novembro no portal do Inep. Já os resultados individuais serão divulgados no dia 16 de janeiro de 2024 no mesmo site.
Policiais civis da 20ª DP (Macaíba) prenderam, na manhã desta segunda-feira (12), um homem suspeito de tentar matar um policial civil no município de Macaíba, localizado na Grande Natal. Uma mulher também foi presa por tráfico de drogas. A prisão ocorreu no bairro Vila São José.
Através de informações colhidas pelas Polícia Civil, os agentes tomaram conhecimento que, na quinta-feira passada (08), no bairro Vila São José, em Macaíba, um agente de polícia civil teria sofrido um atentado, situação que foi confirmada pela vítima e, em detalhes, indicou os dois possíveis suspeitos do fato, o que permitiu um rápido trabalho de apuração para localização dos homens.
Um dos supostos autores desse crime foi identificado como um homem de 28 anos, conhecido como “Capeta”. Ele havia sido preso no ano de 2019 pela equipe, no bairro Residencial Campinas, quando foi flagrado traficando drogas com a sua companheira. Ele era monitorado por tornozeleira eletrônica, mas rompeu o equipamento um dia antes do atentado, na quarta-feira (07), passando à condição de foragido.
Já nas primeiras horas da manhã do dia de hoje, a Polícia Civil realizou um cerco no imóvel onde o suspeito estava escondido, tendo ele tentado fugir e ocultar um material ilícito que comercializava no local. A companheira dele, uma mulher de 28 anos, também presa no ano de 2019, alertou a presença da Polícia para o suspeito que, em fuga, tentou dispensar a droga, mas não obteve sucesso. Com o casal, foram apreendidas porções de maconha, cocaína e crack, além de um projetor de imagens e um notebook de origem provavelmente ilícita.
O casal foi preso e autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e receptação. As investigações continuarão para confirmar a participação do suspeito, no atentado contra o agente de polícia civil, bem como para identificar os demais envolvidos nessa ação. Até a publicação desta matéria, o segundo suspeito do crime ainda não foi localizado pela Polícia Civil.
Garantir uma infância feliz e segura para nossas crianças é dever de todos. Elas representam o futuro da nossa humanidade. Nesse entendimento, a Prefeitura de São Gonçalo está firme nessa luta e diz NÃO ao trabalho infantil.
Investigado por manter uma mulher surda em condições análogas à escravidão, o desembargador Jorge Luiz de Borba (foto), do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, disse que entrará com pedido judicial para reconhecimento da filiação afetiva dela.
De acordo com denúncia do Ministério Público Federal, a mulher está desde o início dos anos 2000 em cárcere privado. Ela estaria, segundo relato de testemunhas, sem receber salário e assistência à saúde — além de ter o convívio social limitado pelo magistrado e sua esposa. Em nota, Jorge Borba disse que pretende garantir à mulher os direitos hereditários na “intenção de regularizarem a situação familiar, de fato há muito já existente”.
O desembargador foi alvo na semana passada de mandados de busca e apreensão autorizados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A medida cautelar também autorizou o resgate da trabalhadora, assim como a imediata cobrança de dívidas trabalhistas.
Uma caipirinha à beira da piscina, uma cerveja gelada num churrasco no feriado –dias bonitos, você diria, são perfeitos para um drinque gelado. Mas por que uma bebida durante o dia parece diferente daquelas tomadas depois do jantar? E há alguma maneira de evitar a ressaca à noite?
Não há ensaios clínicos robustos que avaliem os efeitos para a saúde de ingerir bebida alcoólica durante o dia. Mas psiquiatras e especialistas em álcool disseram que existem alguns fatores únicos que influenciam como o consumo diurno pode diferir do noturno.
Não há fim definido
À noite, você pode estar mais sintonizado com os sinais de que é hora de parar –depois que o jantar acaba, por exemplo. Por outro lado, a bebida alcoólica à tarde significa que as pessoas nem sempre controlam o quanto estão consumindo, diz Akhil Anand, psiquiatra da Clínica Cleveland.
Se você está bebendo ao longo do dia, e não necessariamente está monitorando quando fará sua próxima refeição, você pode acabar sem comida suficiente nos estômago para ajudar a diminuir o ritmo em que seu corpo absorve o álcool –isso significa que a intoxicação num curto período de tempo é mais provável.
Está quente
Beber enquanto há sol aumenta a probabilidade de você ficar desidratado, o que pode intensificar os efeitos da intoxicação: você pode se sentir cansado, tonto ou simplesmente fora de si, diz Sarah Andrews, professora assistente de psiquiatria e ciências comportamentais na Universidade Johns Hopkins.
Em um dia abafado, você pode perder mais líquidos do que consegue repor, o que significa também perder sódio e minerais que ajudam o corpo a funcionar normalmente. Isso, além da natureza desidratante do próprio álcool, que age como um diurético e empurra os fluídos para fora do seu organismo, faz você urinar com mais frequência.
A ressaca pode chegar mais cedo
Quanto mais cedo você começar a beber, mais cedo virá aquela sensação de boca seca e cabeça pesada da ressaca. Um brunch com mimosas pode causar uma ressaca na hora do jantar, diz Danesh Alam, psiquiatra da Universidade Northwestern, embora seja mais provável que a ressaca comece cedo na manhã seguinte, quando o teor de álcool no sangue voltar a zero.
Como beber durante o dia pode ser muito desidratante, os sintomas da ressaca provavelmente serão piores, aponta Anand.
As melhores maneiras de evitar uma ressaca são beber pelo menos um copo de água por bebida alcoólica, garantir que você coma o suficiente, evitar bebidas açucaradas e, é claro, limitar a quantidade de álcool em geral (não importa a que horas você comece).
A ansiedade pode vir com força
A desidratação também acentua os efeitos fisiológicos que podem vir com uma ressaca –mãos trêmulas, náusea, tontura. Às vezes, os sinais corporais de ressaca causados pela bebida podem desencadear sentimentos reais de medo e nervosismo, também conhecidos como ansiedade.
Nas horas ou dias após o consumo diurno, quando é mais provável que você fique mais desidratado, a ansiedade pode ser especialmente forte, indica Thea Gallagher, psicóloga clínica da Langone Health, Universidade de Nova York.
Você vai dormir bem depois? Essa é uma dúvida geral
Algumas taças de vinho antes de dormir são uma receita para uma noite mal dormida, uma vez que o álcool compromete seu sono REM (fase dos sonhos) e o faz ir ao banheiro. Beber durante o dia também pode causar estragos em seu ciclo sono-vigília, diz Alam. Você pode tirar um cochilo, o que pode dificultar o sono mais tarde. Ou você pode ganhar força durante o dia e depois sofrer as típicas consequências noturnas que acompanham a bebida: acordar agitado de madrugada.
Mas se você der a si mesmo um período de três ou quatro horas entre a última bebida e a hora de dormir –especialmente se beber água e comer nesse período–, seu corpo pode ter a chance de metabolizar o álcool antes de dormir, permitindo que você descanse o suficiente.
Faleceu neste domingo (11) o cantor e compositor Paulo Souto, um dos artistas mais conhecidos na cena cultural potiguar. Integrante da banda potiguar Du Souto, ele estava internado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). O anúncio do falecimento do artista foi feito por meio de publicação no perfil oficial da banda DuSouto.
“É com uma enorme tristeza que informamos que Tio Paulinho fez sua passagem! Nosso ícone da cultura potiguar, pai, marido, filho, irmão, amigo e pessoa gigantesca descansou”, diz a publicação em homenagem a Paulo Souto.
A esposa do compositor e músico, Sarita Monthiel, também prestou sua homenagem. “Agora faço o que você falou assim que puder, cuidar da gente do outro lado. Te amo eternamente amor! Que Deus me sustente para continuar a jornada por aqui com Duda”, disse a companheira do artista por meio de comentário.
Criada em 2003, a banda DuSouto mesclava música eletrônica, jamaicana, brasileira e nordestina ao unir samba com drum’n’bass, reggae com repente, xote com ragga e forró com surfmusic. Além de Paulo Souto, o grupo era formado por Gabriel Souto (produtor musical e músico) e Gustavo Lamartine. O sucesso do grupo é tão marcante que eles chegaram a tocar no programa do Jô Soares.
Velório
O velório de Paulo Souto será no Vila Memorial/ Centro de Velório São José (Rua São José, 1248 – Lagoa Nova) a partir das 12h e a sua despedida será na Morada da Paz (Emaús) às 18h.
A criança indígena Lesly Jacobombaire Macutuy, de 13 anos, protegeu e cuidou dos três irmãos mais novos durante os 40 dias que eles ficaram perdidos na selva da Amazônia colombiana.
Além de Lesly, Solecni Ranoque Mucutuy, de 9 anos, Tien Noriel Ronoque Mucutuy, de 4 anos, e Cristian Neryman Ranoque Mucutuy, um bebê que completou um ano enquanto estava perdido, são do povo indígena Uitoto e foram resgatados de helicóptero por causa das dificuldades para pousar no meio da floresta.
A mãe deles, Magdalena Mucutuy Valencia, morreu no acidente aéreo junto com outros dois passageiros adultos: o piloto Hernando Murcia Morales e o líder indígena Yarupari Herman Mendoza Hernández.
“Precisamos reconhecer não apenas a coragem de Lesly, mas também sua liderança. Foi por causa dela que os três irmãos puderam sobreviver. Com seus cuidados, com o conhecimento da selva”, disse o ministro da Defesa da Colômbia, disse Iván Velásquez.
O presidente do país, Gustavo Petro afirmou neste sábado (10) que “foi a sabedoria das famílias indígenas, de viver na selva, que salvaram eles”.
Petro disse que as crianças estavam todas juntas quando foram encontradas e que elas são exemplo de “sobrevivência total que será lembrado na história”.
“Eles são filhos da selva e agora são filhos da Colômbia”, acrescentou.
As autoridades conseguiram localizar as crianças depois de ouvir o choro do bebê, segundo o líder indígena Lucho Acosta, que ajudou nas buscas.
“Eles estavam muito fracos, podíamos encontrá-los ouvindo os gritos do mais novo, mas estavam muito cansados, não estavam mais em movimento, como nas primeiras semanas”, disse Acosta à CNN.