Kátia Pires não quer nem ouvir falar em vice escolhido fora da Câmara

A vereadora Kátia Pires está em seu quinto mandato, sendo considerada uma das políticas mais experientes e conciliadoras de Parnamirim. Nas eleições deste ano, como líder do prefeito Taveira, já avisou: o candidato a vice deve sair da Câmara.

Kátia, entrevistada na Liberdade FM pelos jornalistas Gilson Moura e João Ricardo Correia, disse manter um relacionamento de amizade com todos os vereadores e qualquer um que acompanhe Taveira na chapa terá seu apoio, desde que a indicação seja do legislativo.

A vereadora ratifica o acordo político com o colega Abidene e, segundo ela, ambos permanecerão juntos, numa suposta possibilidade de um dos dois ser o companheiro de chapa do coronel Taveira.

Kátia atribui a “fofoca” informes que alimentam cochichos políticos de Parnamirim, dando conta que a primeira dama Alda Leda, que sonhou um dia ser suplente de senadora, não a aceitaria como companheira de chapa do marido prefeito em cima do palanque. “Nos damos muito bem, eu e Leda, isso não passa de fofoca. Não acredito em nenhum veto por parte dela, se caso meu nome fosse escolhido para vice”, pontuou.

Sobre a possibilidade de ser a vice em uma chapa adversária a Taveira, caso ele escolha um vice, ela enfatizou que é da base do prefeito e que permanecerá sua aliada, em quaisquer circunstâncias.

O fetiche da sandália havaiana volta à cena e até o preá se assustou

 

Um vereador que tem fascínio por mulheres que usam sandálias havaianas resolveu atuar a pedido do seu mentor político, visando carimbar a vaga de vice na chapa da situação, em uma cidade da Grande Natal.

Um fotógrafo vem registrando tudo e passando ao Blog do GM, que anda atento ao pisado da sandália. Alguns vereadores não gostaram da forma como o colega, que nem é mais da base, fez a abordagem e preferiram abrir o bico para o presidente, que não assinou embaixo.

O metido a esperto e “auto-intitulado” articulador dessa manobra vai ser chamado pelo prefeito, pois ao invés de ajudar criou um ambiente de revolta dentro da Câmara.

Querendo ser solidário, o homem da chinela havaiana vem ganhando espaço e muitos colegas já estão de olho e afirmam que basta bater uma foto e enviar para o mentor que seu pedido tem prioridade, mesmo sendo de oposição.

Resta saber se o apaixonado pelas sandálias também não deforma e nem solta as tiras.

Em nome do pai, do filho e do vereador.

Coronel Dolvim terá o vice-presidente Mourão em seu palanque e considera que gestão de Taveira “deixou a desejar”

O coronel Dolvim está com a artilharia pronta e infantaria treinadíssima; pronto para a guerra que pretende disputar no dia 15 de novembro próximo. Pré-candidato a prefeito de Parnamirim, assegura que no seu palanque, além de tantos outros incentivadores, estará o vice-presidente da República, general Mourão, seu colega de partido, o PRTB. Homem com 33 anos de serviços prestados ao Exército e com livre acesso aos gabinetes governamentais e políticos de Brasília, garante que em hipótese alguma retirará sua candidatura, avisa que, se eleito, mandará auditar as contas municipais e empunha a bandeira de fazer o Aeroporto da cidade “Trampolim da Vitória” voltar a funcionar. Na entrevista que concedeu aos jornalistas Gilson Moura e João Ricardo Correia, neste sábado (04), na Liberdade FM, Dolvim estava convicto que disputará a Prefeitura de Parnamirim. Disse que existe um clamor, entre os eleitores, por uma gestão honesta e transparente. Em nenhum momento, o coronel especialista em combate ao terrorismo, à lavagem de dinheiro e ao crime organizado, levantou suspeita sobre a honestidade do prefeito Rosano Taveira, também coronel – da Polícia Militar potiguar -, mas considera que o município parou no tempo nas últimas gestões e analisa: “A gestão de Taveira deixou a desejar. Ele só fez duas rótulas. As obras maiores foram todas do Governo Federal. Nem um terminal rodoviário Parnamirim tem, as pessoas descem dos ônibus nos postos de combustíveis”. Dolvim já visitou escolas, onde diz encontrado cenários de abandono e falta de estrutura. Está fotografando tudo. Considera muito ruim o sistema de saúde municipal. Lamentou o fechamento de 16 fábricas, no município, nas últimas gestões. Ele nem admite ser candidato a vice na chapa liderada por Taveira, por entender que o prefeito que sucedeu Maurício Marques representa a velha política. Também ainda não sabe quem será seu companheiro ou companheira de chapa. O colega de farda do vice-presidente Mourão tem o apoio do deputado federal General Girão: “Foi ele que me indicou”, ressaltou. Na terça-feira (07), Dolvim terá audiência com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, considerado um dos principais articuladores do Governo Federal. E já conversou sobre obras com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

*AEROPORTO*

O coronel Dolvim, que é assessor do astronauta Marcos Pontes, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, é taxativo: “Fechar o Aeroporto de Parnamirim foi um crime”. E vai além, dizendo que os gestores que nada fizeram para que isso acontecesse foram “omissos, incapazes ou subornados”.

Ele revelou, com exclusividade, que já conversou em Brasília – mas não disse com quem – sobre esse tema e revelou que existe a possibilidade de o Aeroporto Internacional Augusto Severo ser reativado, ficando com parte das operações da Força Aérea e com os voos comerciais, enquanto o Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, ficaria com o transporte de cargas e parte de operações da Aeronáutica.

O pré-candidato Dolvim contabiliza que Parnamirim perdeu cerca de R$ 2 milhões somente em impostos, por causa do fechamento do Aeroporto, sem falar nos taxistas, pequenos comerciantes e outros autônomos que faturavam no entorno do equipamento aeronáutico.

Dolvim ainda disse ter recebido, pouco antes da entrevista, mensagem em seu celular dando conta que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante estaria correndo o risco de ser fechado, porque as terras onde foi erguido ainda não teriam sido indenizadas.

Sobre a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro vir a Parnamirim, município onde recebeu, proporcionalmente, a maior votação na região Nordeste, em 2018, Dolvim disse não ter como confirmar a presença do 01 durante sua campanha, até porque o chefe da nação ainda não se pronunciou como atuará no processo sucessório.

Nos bastidores, os comentários dão conta que Dolvim está forte e terá em sua caminhada nomes de peso do cenário político nacional que estão totalmente alinhados com Bolsonaro. Tá oquei?!

Covid: País passa de 63 mil mortes com alta de 1.264 em 24 h, diz consórcio.

O Brasil tem 63.254 mortes em decorrência do coronavírus desde o início da pandemia, diz levantamento do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte. Desde o boletim de ontem à noite, as secretarias estaduais de saúde contabilizam mais 1.264 óbitos. Os 41.998 novos casos eleva o número total para 1.543.341 infectados, segundo consórcio.

Já o Ministério da Saúde divulgou hoje mais cedo que o Brasil tem 1.290 novas mortes por causa da doença. O total é de 63.174 óbitos e a letalidade, de 4,1%. O dado atualizado da pasta é o maior número de novas mortes no país desde o dia 23 de junho, quando o governo federal registrou mais 1.374 em 24 horas. Hoje cedo, um balanço divulgado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) apontou que o Brasil registrou mais mortes pela doença no mundo.

 

De ontem para hoje, o governo federal também somou 42.223 novos casos da doença — nos últimos três dias, o país teve mais de 137 mil novos pacientes infectados. Com os dados atualizados, o total é de 1.539.081 de diagnósticos.

Mesmo contabilizando testes rápidos, ineficazes para o controle da epidemia de covid-19, o país aplicou menos testes para detectá-la do que países menos afetados pela doença. Até a semana passada, segundo o Ministério da Saúde, foram realizados 13,7 testes para cada 1.000 habitantes.

O Chile, que tem dez vezes menos mortes, testou quatro vezes mais. A Eslováquia, que notificou 28 mortes até agora, testou quase três vezes mais que o Brasil. Os dados globais são da Universidade Oxford, que não atualiza mais informações sobre o Brasil devido à falta de informações fornecidas pelo governo federal.

O país ainda tem aos menos 868.372 casos recuperados e 607 mil em acompanhamento, segundo dados do governo.

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro (sem partido) de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa e assim buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes recentes de autoridades e do próprio presidente colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

(Uol notícias)