URGENTE! Homem é devorado por leão após invadir jaula no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa

Um homem morreu depois de entrar na jaula de uma leoa no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa. Em imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver o momento em que o homem sobe em uma estrutura que dá acesso ao telhado do recinto e entra no espaço do animal.

A leoa acompanhou todo o percurso do homem até a entrada da jaula e, no momento em que ele entrou, avançou e o atacou pelo pescoço, provocando a morte. O animal não se alimentou da vítima, apenas realizou o ataque.

Equipes do zoológico fizeram a contenção da leoa para permitir que a Polícia Militar entrasse na área e desse início aos procedimentos de investigação. A perícia foi ao local para fazer todos os levantamentos. Até o momento da publicação desta reportagem, a Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa havia apenas confirmado o caso mas estava com equipes se dirigindo para o local para, então, se pronunciar oficialmente.

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TRAGÉDIA: Grande incêndio deixa 44 mortos e 300 pessoas desaparecidas em Hong Kong

Um incêndio de ocorrências históricas atingiu um conjunto de arranhões em Tai Po, Hong Kong, na última quarta-feira (26), deixando pelo menos 44 mortos e quase 300 pessoas desaparecidas. O fogo consumiu sete prédios de 31 andares cada, em um complexo com quase 2 mil apartamentos e mais de 4,6 mil moradores, incluindo explosões, fumaça densa e calor extremo.

Entre as vítimas é um bombeiro que não foi resgatado. As chamas se espalharam com velocidade impressionante devido às andaimes de bambu usadas nas reformas — técnica tradicional da região que facilita a propagação do fogo. Hong Kong não enfrentou um incêndio de nível cinco, ou mais grave, há quase 20 anos. Equipes de mais de 700 bombeiros atuam ininterruptamente para controlar a situação e resgatar moradores.

A tragédia evidencia a crise de moradias locais: prédios superlotados, apartamentos pequenos chamados por moradores de “caixões” e condições precárias. “Para muitas pessoas, isso aqui é uma casa. Não sou claustrofóbico, mas a sensação é horrível”, relatou o correspondente Rodrigo Carvalho, que esteve na região para cobrir a crise habitacional em outubro.

As autoridades já prenderam três pessoas suspeitas de provocar o incêndio acidental e abriram investigação para apurar as causas. 

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“Último abraço”, pediu mãe após ser esfaqueada pelo filho de 9 anos

Mulher parda, decabelos longos, sorri para câmera - Metrópoles

Ná última semana, um caso comoveu a cidade de Parelheiros, na zona sul de São Paulo. A comerciante Caline Arruda dos Santos, de 37 anos, morreu após ser esfaqueada pelo filho de 9 anos. Segundo testemunhas, a mãe chegou a pedir um último abraço ao menino depois de ser ferida no abdômen. De acordo com informações registradas pela Polícia Civil, pouco antes do crime, Caline discutiu com o filho em frente ao comércio dela, pedindo que o garoto parasse de brincar na rua. Mais tarde, na casa do padrasto do menino, ela teria dito que informaria a um parente sobre o comportamento “respondão” da criança.
O menino então foi até a cozinha da residência, pegou uma faca e a escondeu sob a manga da camiseta. Ao se aproximar da mãe, que estava acompanhada do filho mais velho, de 19 anos, desferiu um único golpe na região abdominal.
Já ferida e perdendo os sentidos, Caline teria dito: “Venha aqui me dar um último abraço, porque não irei sobreviver”, relatou uma das testemunhas. Ela foi levada por um vizinho ao pronto-socorro Balneário São José e transferida para o Hospital de Parelheiros, mas chegou sem vida.
Por ter menos de 12 anos, o menino não pode ser responsabilizado criminalmente e não foi levado à delegacia. Ele está sob os cuidados de uma prima da vítima, Maria Amália Jesus de Oliveira. “Ele tá por dentro de que a mãe dele morreu, depois que outro menino falou isso para ele”, afirmou. O caso foi registrado como ato infracional análogo a homicídio e segue sob investigação pela Polícia Civil.
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Policial penal federal que matou a esposa caicoense se dopa no presídio, é entubado e morre na Grande Natal


O policial penal federal Rafael Gonçalves Barbosa, de 42 anos, estava preso desde o início de setembro de 2025 na Cadeia Pública Dinora Simas Lima Deodato, em Ceará-Mirim. Exclusivo RN NEWS.
Ele era suspeito da morte da própria esposa, Maria Cláudia de Medeiros, de 29 anos. No dia 29 de agosto, data do crime, Rafael afirmou à Polícia Militar que teria efetuado um disparo acidental contra a companheira, atingindo-a no peito. A Polícia Civil informou que ele foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio.
Após passar por audiência de custódia no dia seguinte, Rafael teve a prisão preventiva decretada e foi encaminhado ao sistema prisional. Desde então, apresentava comportamento considerado anormal no presídio.
Na última terça-feira (23), ele tentou suicídio ao ingerir cerca de 20 comprimidos controlados. Em seguida, passou mal e foi socorrido ao Hospital Percílio Alves, em Ceará-Mirim, onde precisou ser entubado às pressas. Na noite de quarta-feira (24), foi transferido para o Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho, em Macaiba, onde permaneceu internado sob cuidados médicos até por volta das 21h desta quinta-feira (25), quando não resistiu e morreu. Exclusivo RN NEWS.
Rafael Gonçalves estava preso preventivamente, aguardando o andamento das investigações e o julgamento. Com a sua morte, o processo criminal deverá ser extinto.
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Homem morre durante partida de futebol em clube de Natal; amigos fazem roda de oração

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Um homem morreu enquanto participava de uma partida de futebol no campo do Clube Telern na manhã deste domingo 21, no bairro Nossa Senhora de Nazaré, em Natal. Jogadores e amigos da vítima formaram uma roda de oração ao redor do corpo.

O homem, chamado Gilberto Ferreira das Neves, teria sofrido um mal súbito durante o jogo e caiu no gramado. Companheiros de time tentaram ajudá-lo, enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado.

Apesar da rápida chegada da equipe médica, não houve possibilidade de reanimação. Os profissionais constataram o óbito no local.

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A luz e a lama no Rio Grande do Sul

A luz e a lama no Rio Grande do Sul
Foto: LAURO ALVES/SECOM)

Por mais que tentemos escrever sobre solidariedade, as palavras não são suficientes para expressar a beleza de um gesto humano no momento em que o semelhante mais precisa.

O que fica de uma tragédia como essa, que atingiu os nossos irmãos do Rio Grande do Sul, além da lama, da aflição e do medo? Fica o gesto de quem estendeu a mão, de quem entregou um cobertor, de quem arriscou a própria vida, de quem cedeu seu tempo, de quem juntou alguns pertences para doação no intuito singelo de colaborar, o mínimo que fosse.

Diante de uma tragédia, o que se mostra além do caos, é o ato genuíno de compaixão, que nos lembra daquilo que nos foi ensinado em parábolas cristãs mas que pouco sentido fazia até que nos deparamos nós mesmos com o bom samaritano que cada um pode ser quando a frieza do seu coração se dissipa diante do sofrimento do seu próximo.

O que podemos fazer também em respeito à dor dos gaúchos é limitar nossos comentários maledicentes, educar nossa língua ferina, refrear nossa necessidade infantil de apontar o dedo para este ou aquele político em especial, como se houvesse um único culpado para uma catástrofe ambiental na qual todos estamos enredados.

Tampouco é pertinente insistir em teorias ideologizadas que utilizam as mudanças climáticas para justificar radicalismos que nada têm a ver com a questão ambiental.

O que nos falta é coragem para enxergarmos que estamos todos juntos em um mesmo barco que afunda. Somos partícipes de erros e irresponsabilidades coletivas, mas somos, sobretudo, responsáveis pelos nossos próprios atos.

Cada um de nós tem um papel a realizar nesse ensaio cacofônico para que ele se torne uma sinfonia. Cada um de nós é um instrumento que pode se afinar e se harmonizar a fim de ser utilizado por Deus para soerguimento da terra convulsa. Isso pressupõe liberdade e responsabilidade.

Não é livre aquele cujo pensamento está subjugado à ideologia da hora ou cujas ações têm por móbil somente o autointeresse, desconsiderando o apelo ao bem comum, ao cuidado com o outro.

A solidariedade não se submete a partidarismos; a luz que brota do coração humano quando ele se vê fortemente inclinado em direção ao próximo que necessita de ajuda não se confunde com o holofote que jogam sobre si aqueles que se aproveitam das calamidades públicas para a autopromoção.

Todos os políticos deveriam olhar hoje para o Rio Grande do Sul e se envergonhar. Não porque sejam diretamente culpados pelo evento trágico, mas porque aquilo que podem fazer é mínimo diante da catástrofe. E isso mostra quão ridícula é a sua soberba, quão fantasiosa é a sua presunção de que o Estado pode mais do que o povo unido em torno de um objetivo comum.

Tudo o que o Estado brasileiro representa hoje está em descrédito. A opulência, as regalias, as emendas bilionárias, os orçamentos secretos, os desvios por corrupção, os fundos partidários, a ineficiência: tudo isso fica mais gritante diante do cenário de guerra que se avista no Rio Grande do Sul. É como se a lama na qual o estado gaúcho submerge materializasse a lama moral da qual a política brasileira jamais se limpou.

Já passa da hora de acenarmos um adeus para todos aqueles que parasitam a máquina estatal para o seu próprio benefício.

O mundo dá sinais de convulsão: pandemias, guerras, catástrofes ambientais, terrorismo, fanatismo, histerias coletivas: tudo isso soa como uma espécie de trombeta do apocalipse para os mais impressionáveis. Mas, mesmo para os céticos e para os incrédulos, parece prudente aceitar que o momento pede um pouco de reflexão para reajuste.

Aceitemos a nossa falibilidade, paremos um pouco com a nossa intolerância e com a disseminação de um ódio difuso. Voltemos um pouco para o nosso próprio eu a fim de investigarmos onde temos errado e como podemos redirecionar a conduta a fim de nos tornarmos mais úteis. Tragédias como essa deveriam, pelo menos, trazer o espanto filosófico que leva a um minuto de circunspecção e silêncio.

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Defesa Civil interdita última residência no Conjunto Pirangi após desabamento

Desabamento em Neópolis. Foto: José Aldenir/Agora RN

Os vestígios do deslizamento de terra ainda podem ser vistos entre os escombros da Rua Marcassita e Ouro Preto, no Conjunto Pirangi, quase um mês após o ocorrido. O desastre, que resultou na destruição de todo relevo inclinado, causou a interdição de uma nova casa nesta sexta-feira 15. Agora, são 10 residências impedidas de ter moradores.

Na manhã desta sexta 15, a equipe do AGORA RN esteve no local do incidente e conversou com Jaílton de Souza, um dos moradores afetados. Ele relatou que havia aguardado por três dias uma vistoria em sua residência por parte da Defesa Civil municipal.

Jaílton, cuja casa no primeiro andar foi atingida, lamentou que seu inquilino, que ocupava a moradia no andar de baixo, tenha recebido assistência financeira da Prefeitura, enquanto ele, que vivia no andar superior, ainda não recebeu nenhum tipo de auxílio. “Algumas pessoas receberam aluguel. Eu morava em cima e tinha uma renda de R$ 600 embaixo. Aí o morador de baixo teve direito e está recebendo, e eu, que estou em cima não tenho?”, questionou.

Morador Jailton disse que não estava recebendo auxílio para aluguel. Foto: José Aldenir/Agora RN
Morador Jailton disse que não estava recebendo auxílio para aluguel. Foto: José Aldenir/Agora RN

O morador, que está atualmente desempregado, disse que estava “esgotado” da situação, já que a Defesa Civil havia prometido comparecer nos dias anteriores, mas não apareceu. Ele conta que está morando na casa de familiares, próximo à Macaíba, e que os custos do percurso estão insustentáveis.

A Defesa Civil compareceu ao local no final da manhã e vistoriou a casa de Jaílson. O órgão justificou o atraso devido a outros incidentes próximos à região.

A Diretora do Departamento de Defesa Civil e Ações Preventivas, Fernanda Jucá, responsável pela vistoria, disse que na ocasião do desabamento o morador não estava presente e por isso não teve sua casa totalmente interditada.

Diretora do Departamento de Defesa Civil e Ações Preventivas, Fernanda Jucá. Foto: José Aldenir/Agora RN
Diretora do Departamento de Defesa Civil e Ações Preventivas, Fernanda Jucá. Foto: José Aldenir/Agora RN

“O rapaz, que morava em cima, não tinha feito a vistoria porque ele não estava morando na época. Então, ela [a casa] não tinha sido vistoriada e foi considerada como se fosse uma coisa só. Mas o proprietário informou que é dividido, tanto que a gente viu a escada que dá acesso ao primeiro andar. Então, só agora que ele contactou e a gente conseguiu fazer a vistoria”, disse Jucá.

Ao final da vistoria, a responsável pelo caso avaliou que, de fato, o imóvel deveria estar totalmente interditado. Segundo ela, a construção era conjugada e agora tem um laudo em definitivo que pode dar direito do proprietário buscar benefícios em relação à moradia.

Defesa Civil municipal esteve nesta sexta-feira no local e interditou residência após desabamento. Foto: José Aldenir/Agora RN
Defesa Civil municipal esteve nesta sexta-feira no local e interditou residência após desabamento. Foto: José Aldenir/Agora RN

“Foi realmente interditada a parte de cima, consequentemente por causa da de baixo. Não tínhamos o laudo diferenciando e agora temos. Ele vai ao atendimento da Semtas para ver a questão do direito ao aluguel social, com todos os direitos e benefícios que outras pessoas também tiveram. Aí o julgamento de se ele vai ter direito ou não, com enquadramento na lei, é com a Semtas”, disse.

Fonte: www.agorarn.com.br