Economistas erraram as projeções para a Selic em 14 dos últimos 19 anos

Moedas, dinheiro, Real. Brasilia, 03-09-18. Foto: Sérgio Lima/Poder360

Os economistas e operadores do mercado financeiro erraram as projeções para a taxa básica, a Selic, em 14 dos últimos 19 anos.

O levantamento feito pelo Poder360 foi feito com base no Boletim Focus, que é o relatório semanal do BC (Banco Central), responsável por divulgar as estimativas dos principais indicadores econômicos do país.

O relatório é publicado às segundas-feira e resume desde 2000 as projeções estatísticas de analistas consultados pela autoridade monetária. É possível conhecer as instituições que mais acertam aqui.

A taxa básica de juros é decidida a cada 45 dias pelo Copom (Comitê de Política Monetária). O objetivo central é controlar a inflação.
De 2002 a 2020, os economistas erram as projeções para a Selic em 14 oportunidades. O Poder360 levou em consideração a 1ª projeção da cada ano para o mesmo ano. As erradas são as que ficaram de fora do intervalo das estimativas mínimas e máximas para o período.

É provável que haja um novo erro em 2021. O 1º Boletim Focus indicava que a mediana das estimativas estava em 3,25% ao ano. A mínima era de 2% e a máxima, 5,5%.

A Selic atualmente está em 4,25% ao ano, conforme divulgou na 4ª feira o Copom.

Agora, o último Boletim Focus mostra que o mercado estima a Selic aos 6,25% no fim do ano, fora do intervalo de estimativas do 1º relatório do ano.

Os economistas erraram menos com a inflação. De 2002 a 2020, houve 7 equívocos. Nos últimos 5 anos, foram 2: em 2017 e 2020, sendo que o último durante a pandemia de covid-19. No 1º Boletim Focus de 2020, o mercado não esperava o cenário pandêmico provocado pelo coronavírus.

O número de erros para a inflação, porém, deve aumentar neste ano. A máxima das projeções deste ano sugeria que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficaria em até 4,18% neste ano. A mediana era de 3,32%. No acumulado de 12 meses até maio, o IPCA ficou em 8,06%. O mercado espera, agora, que termine em 5,82%.

O percentual também é superior ao teto da meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), de 5,25%.

Os operadores do mercado também erraram os 2 últimos anos para a previsão do PIB (Produto Interno Bruto). Nos últimos 19 anos, equivocou-se em 8 oportunidades.

Tende a acertar em 2021, já que o intervalo para este ano é de 1,93% a 5,29% de alta. O mercado estima agora crescimento de 4,85% no ano.

Fonte poder 360.

Passaporte de imunidade “não vai dar certo” no Brasil, diz Mourão

Presidente Jair Bolsonaro participa da cerimonia comemorativa dos 160 anos da Caixa Econômica Federal com o presidente da CEF, Pedro Guimarães e os ministros Braga Netto, Paulo Guedes, Onix Lorenzoni e a primira-dama Michelle Bolsonaro. Sérgio Lima/Poder360 12.01.2021

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, disse não acreditar que um passaporte sanitário concedido a quem está imunizado contra a covid-19 funcione no Brasil. A medida, já adotada em alguns países, está em discussão no Congresso.

“Cada um terá de andar com um cartãozinho na carteira dizendo que foi vacinado. O cara na entrada do restaurante vai me cobrar isso? E no parque? Isso aqui é Brasil, pelo amor de Deus! Vai ter falsificação do passaporte, venda no camelô. Você vai à Central do Brasil, aí no Rio, e vai comprar o passaporte para você”, declarou em entrevista ao podcast A Malu tá ON, do Grupo Globo e apresentado pela jornalista Malu Gaspar.

O jornal O Globo divulgou trechos da entrevista nesta 5ª feira (17.jun.2021). O episódio completo estará disponível na 6ª (18.jun).

Agora, para viajar de um país para outro, acho que será necessário, como na questão da vacina da febre amarela e outras. No deslocamento dentro do país, é uma discussão inócua”, declarou.

O vice-presidente recebeu a 2ª dose da vacina contra a covid-19 em 26 de abril. Ele foi imunizado a CoronaVac, vacina desenvolvida pela Sinovac e fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan.

O projeto de um passaporte de imunidade foi aprovado no Senado em 10 de junho e ainda será analisado pela Câmara.

O Brasil se inspirou na União Europeia, que criou um documento para que residentes imunizados contra a covid-19, que já tenham se recuperado da doença ou que apresentem teste negativo possam circular livremente dentro do bloco. O certificado europeu entra em vigor em 1º de julho.

O texto brasileiro prevê a criação do CSS (Certificado de Imunização e Segurança Sanitária). O documento permitiria que pessoas vacinadas ou que testaram negativo para a covid-19 possam entrar em espaços públicos e privados independentemente das medidas sanitárias de restrição adotadas para conter o avanço do coronavírus.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que deve vetar o projeto de lei.

PAZUELLO

Questionado sobre a decisão do Exército em não punir o ex-ministro da Saúde e general da ativa, Eduardo Pazuello, pela participação em um ato ao lado do presidente Jair Bolsonaro em maio, Mourão disse não ver “nenhum problema para o comandante Paulo Sérgio”.

As Forças Armadas, em particular o Exército, não estão envolvidas na política. Apesar de nós termos alguns companheiros que ocupam cargos políticos no governo, na imensa maioria, são todos da reserva. Acho que Pazuello é o único da ativa hoje, e ele ocupa um cargo comissionado, não político.

O vice-presidente afirmou acreditar que Pazuello deve ir para a reserva “no momento em que terminar a CPI” da Covid.

Ainda existe a possibilidade dele voltar a depor. Acredito que essa seja a preocupação dele. Em mais um ou dois meses, talvez ele vá para a reserva”, falou.

Pazuello perdeu o lugar dele dentro do Exército. Não há mais função pra ele.

Mourão afirmou que essa perda de lugar não tem relação com a ida ao ato em maio.

Ele é o oficial de intendência mais antigo dentro do Exército. Então, ele deveria ocupar o cargo de sub-secretário de Economia e Finanças, que já está ocupado por outro general. Então, não tem lugar para ele”, disse.

Fonte poder 360.

A civilidade, essa esquecida

Padre João Medeiros Filho

Parece longe o tempo em que se cultivavam a civilidade e o respeito aos outros. Era comum ouvir ospais orientar seus filhos, valendo-se de conselhos e advertências. De modo análogo, instituições educacionaise religiosas enfatizavam processos de aprendizagem das normas de boa conduta e convivência. Isto não consiste simplesmente em ensinar etiquetas. Implica na aceitação do próximo e na consciência de que a liberdade de cada um não é absoluta. Com o decorrer dos anos, esses valoresvêm perdendo sua importância, comprometendo osrelacionamentos saudáveis entre os cidadãos. A qualidade das relações sociais de um povo é basilar para a presençado Bem ou do Mal. Por isso, restaurar e fortalecer a civilidade é necessário e urgente.

Aos olhos de alguns, tal abordagem pode parecer supérflua e na contramão do mundo pós-moderno. Afinal, vive-se uma época em que as subjetividades e os direitos individuais reivindicam total autonomia ou soberania. Disto resulta uma cultura, na qual tudo o que não atende aos interesses individuais ou partidários é inaceitável. Com isso, cada um direciona seu comportamento,observando apenas as suas ambições e as de seus líderes, desconsiderando o pensar dos outros. Esse abandono da postura de urbanidade contribui para o primado do subjetivismo. A quem grita pelos princípios constitucionais de total liberdade de expressão, convémlembrar que os outros têm igualmente direitos, inclusive o de não ser molestado, agredido e contestar o que se veicula. Há meses, ouvimos o desabafo de um senhor: “Caminha-se para uma sociedade sem limites. O que dizer do projeto da família de alguns? Como calar diante de obras ditas artísticas, verdadeiro acinte ou achincalhe à fé dos outros?” Haver-se-ia de repetir o poeta Virgílio: “Quantum mutatus ab illo! (O quanto as coisas mudaram). Hoje, em nome da liberdade de expressão, cada pessoa pretende considerar-se referência absoluta. A dignidade e o respeito a outrem são ignorados e rechaçados nas decisões.

A possibilidade de cada indivíduo ser livre para emitirjulgamentos alimenta uma perversa anomia. É o que se verifica constantemente nas redes sociais. Com a ausência de regras e normas definidas, cada um passa a dizer ou escrever o que bem entende, sem parâmetros. Eis um caminho para que a arbitrariedade se instale, nutrindo agressividade e violência. Não cultivar posturas de respeito e urbanidade é destruir a percepção das diferenças e o equilíbrio da vida comunitária. Esse mal atinge não apenas certas pessoas ou segmentos da sociedade. Alcança muitos, desencadeando descompassos no âmbito da cultura e rupturas no tecido social. Isso parece bem enraizado na mentalidade de tantosinfluencers”,governantes, parlamentares, homens públicos etc. que não prezam em ser exemplos de honestidade intelectual elhaneza em seus pronunciamentos e debates. Não se contentam apenas em divergir. Importa desqualificar edestruir quem pensa diferentemente!

Diante da lógica das ideologias, torna-se difícil perceber o lugar da civilidade. Esta abrange desde oscomezinhos gestos de delicadeza até às decisões capazes de tornar a sociedade mais humana e justa. Sem valorizar a urbanidade, todos continuarão convivendo com frequentes ultrajes, depredação moral e patrimonial. É uma ignomínia assistir o estilo de vida de certas autoridades – com excesso de privilégios e gastos abusivos, custeados pelos contribuintes – alimentando uma realidade distante da maioria dos cidadãos, que são largados à própria sorte. Tais representantes esquecem que foram escolhidos para servir ao povo e não se servir dele!

A civilidade incide também sobre o estabelecimento de prioridades coletivas, tais como, o uso honesto de recursos para promover o bem-estar de todos e o zelo pelo que é público. Isso significa comprometer-se com a ética e o equilíbrio da sociedade. Assim, será possível promover eformar cidadãos aptos a oferecer soluções às demandas de uma nação mais fraterna e solidária. Saber escolher pessoas dignas é fundamental para reverter o que hojetanto se amarga. O Brasil precisa de respeito e urbanidade. O apóstolo Paulo, pregando aos cristãos de Corinto, foiperemptório: “Tudo me é permitido, mas nem tudo é lícito e edifica. Ninguém busque o seu próprio interesse, mas o do outro.” (1Cor 10, 23-24).

Senado vai incluir micro e pequenas empresas no novo Refis

O Senado promete ampliar o escopo do novo Refis para permitir que micro e pequenas empresas do Simples Nacional também possam regularizar dívidas tributárias com desconto.

Um projeto do senador Jorginho Mello (PL-SC) será apensado ao projeto original de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) propondo o Refis do Simples. Jorginho Mello discutiu o assunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que é relator do novo Refis e líder do governo no Senado, na 3ª feira (15.jun.2021).

Jorginho Mello chama o projeto de RELP (Renegociação Extraordinária de Longo Prazo) e propõe descontos de 50% a 60% dos juros e multas relativas às dívidas das micro e pequenas empresas. “A pandemia deixou todo mundo mal. A empresa não consegue vender, como vai pagar tributo? Então vai renegociar, dar um fôlego”, afirmou.

Já Fernando Bezerra Coelho quer desconto integral das multas e juros. Ele vai consultar o TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a legalidade desse desconto nesta 4ª feira (16.jun.2021). Ele também já disse que o novo Refis vai abranger dívidas anteriores à pandemia de covid-19.

O novo Refis está na pauta de 5ª feira (17.jun.2021) do Senado. Fernando Bezerra vai apresentar o parecer no mesmo dia. A Casa, contudo, pode não ter tempo de avaliar o projeto caso a votação da privatização da Eletrobras atrase.

Fonte: poder 360.

A civilidade, essa esquecida

Padre João Medeiros Filho

Parece longe o tempo em que se cultivavam a civilidade e o respeito aos outros. Era comum ouvir ospais orientar seus filhos, valendo-se de conselhos e advertências. De modo análogo, instituições educacionaise religiosas enfatizavam processos de aprendizagem das normas de boa conduta e convivência. Isto não consiste simplesmente em ensinar etiquetas. Implica na aceitação do próximo e na consciência de que a liberdade de cada um não é absoluta. Com o decorrer dos anos, esses valoresvêm perdendo sua importância, comprometendo osrelacionamentos saudáveis entre os cidadãos. A qualidade das relações sociais de um povo é basilar para a presençado Bem ou do Mal. Por isso, restaurar e fortalecer a civilidade é necessário e urgente.

Aos olhos de alguns, tal abordagem pode parecer supérflua e na contramão do mundo pós-moderno. Afinal, vive-se uma época em que as subjetividades e os direitos individuais reivindicam total autonomia ou soberania. Disto resulta uma cultura, na qual tudo o que não atende aos interesses individuais ou partidários é inaceitável. Com isso, cada um direciona seu comportamento,observando apenas as suas ambições e as de seus líderes, desconsiderando o pensar dos outros. Esse abandono da postura de urbanidade contribui para o primado do subjetivismo. A quem grita pelos princípios constitucionais de total liberdade de expressão, convémlembrar que os outros têm igualmente direitos, inclusive o de não ser molestado, agredido e contestar o que se veicula. Há meses, ouvimos o desabafo de um senhor: “Caminha-se para uma sociedade sem limites. O que dizer do projeto da família de alguns? Como calar diante de obras ditas artísticas, verdadeiro acinte ou achincalhe à fé dos outros?” Haver-se-ia de repetir o poeta Virgílio: “Quantum mutatus ab illo! (O quanto as coisas mudaram). Hoje, em nome da liberdade de expressão, cada pessoa pretende considerar-se referência absoluta. A dignidade e o respeito a outrem são ignorados e rechaçados nas decisões.

A possibilidade de cada indivíduo ser livre para emitirjulgamentos alimenta uma perversa anomia. É o que se verifica constantemente nas redes sociais. Com a ausência de regras e normas definidas, cada um passa a dizer ou escrever o que bem entende, sem parâmetros. Eis um caminho para que a arbitrariedade se instale, nutrindo agressividade e violência. Não cultivar posturas de respeito e urbanidade é destruir a percepção das diferenças e o equilíbrio da vida comunitária. Esse mal atinge não apenas certas pessoas ou segmentos da sociedade. Alcança muitos, desencadeando descompassos no âmbito da cultura e rupturas no tecido social. Isso parece bem enraizado na mentalidade de tantosinfluencers”,governantes, parlamentares, homens públicos etc. que não prezam em ser exemplos de honestidade intelectual elhaneza em seus pronunciamentos e debates. Não se contentam apenas em divergir. Importa desqualificar edestruir quem pensa diferentemente!

Diante da lógica das ideologias, torna-se difícil perceber o lugar da civilidade. Esta abrange desde oscomezinhos gestos de delicadeza até às decisões capazes de tornar a sociedade mais humana e justa. Sem valorizar a urbanidade, todos continuarão convivendo com frequentes ultrajes, depredação moral e patrimonial. É uma ignomínia assistir o estilo de vida de certas autoridades – com excesso de privilégios e gastos abusivos, custeados pelos contribuintes – alimentando uma realidade distante da maioria dos cidadãos, que são largados à própria sorte. Tais representantes esquecem que foram escolhidos para servir ao povo e não se servir dele!

A civilidade incide também sobre o estabelecimento de prioridades coletivas, tais como, o uso honesto de recursos para promover o bem-estar de todos e o zelo pelo que é público. Isso significa comprometer-se com a ética e o equilíbrio da sociedade. Assim, será possível promover eformar cidadãos aptos a oferecer soluções às demandas de uma nação mais fraterna e solidária. Saber escolher pessoas dignas é fundamental para reverter o que hojetanto se amarga. O Brasil precisa de respeito e urbanidade. O apóstolo Paulo, pregando aos cristãos de Corinto, foiperemptório: “Tudo me é permitido, mas nem tudo é lícito e edifica. Ninguém busque o seu próprio interesse, mas o do outro.” (1Cor 10, 23-24).

Câmara de Natal realiza reunião especial para debater acesso da população da Zona Norte à justiça

Com o tema “Zona Norte: melhorias no acesso da população à justiça”, a reunião especial da Comissão de Justiça da Câmara Municipal de Natal, acontece na manhã desta segunda-feira (14), de modo virtual.

Na ocasião, vereadores, representantes do poder judiciário e do Ministério Público, advogados e moradores da Zona Norte discutem sobre os meios de acesso à justiça na região, com destaque para o funcionamento do Fórum Varela Barca.

O equipamento foi reinaugurado em 2020 no formato de Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania. Mas, com o encerramento das atividades do Complexo Jurídico de Potilândia, a ideia é que algumas varas sejam direcionadas para o local.

No G7, Biden corteja europeus a fazer contraponto à China

O G7 e a União Europeia tentaram, durante a reunião de cúpula do fim de semana na Inglaterra, aparentar harmonia. A impressão geral é que de que os diplomatas parecem satisfeitos que o novo presidente americano, Joe Biden, esteja tornando a cooperação transatlântica novamente possível.

Enquanto chefes de Estado e de governo se reuniam em pequenos grupos ou passeavam pela praia de Carbis Bay, os EUA faziam o seu melhor para persuadir os países do G7 a adotar uma linha mais dura em relação à China, como disse um diplomata alemão envolvido nas negociações. Segundo ele, Biden classificou, em encontros privados, os esforços da China para se tornar a economia mais forte do mundo como o maior desafio deste século.

Segundo Anthony Gardner, ex-embaixador dos EUA na UE, Biden precisou se firmar na cúpula do G7 para manter sob controle os críticos e apoiadores de seu antecessor Donald Trump. Os europeus, afirmou o diplomata, fariam bem em seguir Biden se quiserem impedir o retorno de Trump à presidência.

Os representantes alemães na cúpula do G7 deram a impressão de que, em grande parte, concordaram sobre seguir uma linha mais firme frente a Pequim. Eles disseram que as violações dos direitos humanos em relação à minoria uigur, por exemplo, o movimento pró-democracia em Hong Kong e dissidentes, precisam ser abordados e condenados.

Entretanto, a postura conjunta da UE em Carbis Bay é de que a China não é apenas um rival sistêmico e econômico, mas um parceiro necessário em muitas áreas. A chanceler federal alemã, Angela Merkel, disse que não poderia haver progresso real em relação à crise climática sem Pequim. Afinal, a China é o maior emissor de gases nocivos. Ela pretende ser neutra em carbono apenas até 2060, enquanto a UE estabeleceu 2050 como meta.

Violação dos direitos humanos em pauta

Um diplomata americano disse que Biden criticou especificamente o trabalho forçado na China, particularmente em relação à minoria ugur – “muito fortemente”, segundo a fonte. Ele concordou que muitos europeus também haviam condenado o trabalho forçado, mas que não houve acordo quanto à forma de responder a isso. Um diplomata da UE disse que as sanções deveriam ter um efeito e não apenas ser simbólicas.

Os EUA estão mais preocupados que a UE com as provocações e ameaças militares chinesas no Mar do Sul da China, que estarão na agenda da cúpula da Otan nesta 2ª feira (14.jun.2021).

Tanto os EUA quanto a UE impuseram sanções à China por causa das violações dos direitos humanos. Entretanto, antes disso, a UE assinou um acordo comercial com Pequim, sob críticas de Washington.

O CAI (Acordo Global sobre Investimento), que ainda não foi ratificado, está atualmente congelado. O Parlamento Europeu se recusa a debatê-lo enquanto Pequim mantiver suas sanções contra legisladores europeus.

Parceria de infraestrutura

O que é novo é que as democracias mais ricas do G7 concordaram em estabelecer uma parceria global de infraestrutura. Biden chegou à Inglaterra com a firme intenção de liderar o Ocidente com seu plano de investimento “Reconstruir melhor”. O anfitrião da cúpula, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que prevê um novo vínculo transatlântico entre a América do Norte e a Europa, elogiou a ideia.

Até agora, não está claro como isso realmente funcionará. O que está claro é que será uma espécie de alternativa à iniciativa “Nova Rota da Seda”, disseram os diplomatas em Carbis Bay. Desde 2013, a China estabeleceu parcerias econômicas com dezenas de países mais pobres na África, Ásia, América Latina e Europa. Foram mais de 3,4 trilhões de dólares investidos nessa parceria.

Os parceiros foram atraídos com empréstimos baratos e enormes investimentos em infraestrutura, como estradas, ferrovias e portos. Pequim espera construir sua influência política no mundo através da cooperação.

Críticos do projeto dizem que Pequim não leva em consideração boa governança, corrupção e direitos humanos ao alocar fundos.

A alternativa ocidental ao avanço chinês

O plano de infraestrutura alternativa do G7 deve mobilizar bilhões. Embora ainda não tenha sido esclarecido de onde virá o dinheiro, a Casa Branca indicou que capital privado poderia ser investido em um fundo. Um diplomata europeu de alto nível disse que a ideia também é coordenar e promover melhor os projetos de investimento já existentes.

“Não é como se os Estados do G7 não fossem já um grande investidor no mundo”, disse um diplomata. Mas, segundo ele, esta nova iniciativa não será apenas para investir em ferrovias, pontes e estradas, mas também para estabelecer fábricas onde, por exemplo, vacinas podem ser produzidas. Nenhuma decisão foi tomada com relação a quem irá administrar a iniciativa e de onde. “Muitos detalhes ainda não foram discutidos”, disse um diplomata da UE familiarizado com o assunto.

Ceticismo alemão

Do ponto de vista de Washington, a Alemanha é vista especialmente como um obstáculo, disse o eurodeputado alemão Reinhard Bütikofer. “O governo de Merkel é um dos obstáculos mais difíceis para o desenvolvimento das relações transatlânticas. No gabinete da chanceler, há muito ceticismo”, comentou.

Ele explicou que a chanceler alemã é cético em relação à posição dura de Biden sobre Pequim por causa dos fortes interesses econômicos da Alemanha no mercado chinês.

Merkel e Biden terão em breve uma chance de discutir estas questões, quando a chanceler alemã se tornar a primeira líder europeia de a visitar o novo presidente americano em Washington, no próximo mês.

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Fonte: poder 360.

Acordo sobre imposto para multinacionais segue para aval do G20

O embaixador Carlos Marcio Cozendey, delegado do Brasil nas Organizações Internacionais Econômicas em Paris, disse, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, que o acordo dos países do G7 para um imposto mínimo de 15% das multinacionais vai incentivar uma negociação mais forte no G20.

“Isso avançou bastante. Nunca se tinha aceitado discutir um nível de taxação”, disse Cozendey.

Apesar de se falar num porcentual mínimo, os países não são obrigados a acatar a medida, segundo o embaixador.

“Todo mundo vinha demonstrando interesse em fazer essa negociação avançar, mas agora que se tem uma proposta clara, com números, os países conseguem avaliar quanto ganham e quanto perdem. Entramos numa fase de negociação digamos quantitativa de países“, afirmou ao jornal.

Alguns pontos centrais discutidos pelo G7 serão apresentados ao G20 pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Essa negociação não inclui só países da entidade, mas vários outros, como o Brasil.
Fonte: poder 360.

Anvisa autoriza uso da Pfizer para adolescentes a partir de 12 anos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reduziu de 16 para 12 anos a idade mínima para receber a vacina da Pfizer contra a covid-19. O Ministério da Saúde, por enquanto, inclui apenas maiores de 18 anos no plano de imunização contra a doença.

Os Estados Unidos já tinham aprovado o uso da vacina para adolescentes com 12 anos ou mais em 10 de maio. O laboratório pediu a autorização para ampliar o público no Brasil 3 dias depois, mas a Anvisa pediu mais informações.

Agora, a agência concluiu que estudos da Pfizer “indicaram a segurança e eficácia da vacina para este grupo”. O imunizante foi o 1º a obter o registro definitivo junto à Anvisa.

A vacina tem eficácia de 91,3% após 6 meses da aplicação da 2ª dose.

PFIZER NO BRASIL

Recentemente, a Anvisa atendeu a um pedido da farmacêutica e flexibilizou regras de armazenamento do imunizante, o que permitiu sua aplicação fora das capitais brasileiras.

O governo brasileiro comprou 200 milhões de doses da vacina. Mais 2,4 milhões devem ser entregues até o final desta semana, totalizando 5,8 milhões de unidades.

Pesquisa do PoderData indica que 14% das pessoas prefere tomar o imunizante da Pfizer do que outras vacinas disponíveis. Foi a menos citada do levantamento.

Fonte: Poder 360

Senado aprova estímulo à transformação de clubes em empresas

O Senado aprovou nessa 5ª feira (10.jun.2021) o PL (projeto de lei) que traz incentivos à transformação de clubes de futebol em empresas. Atualmente, a maior parte dos clubes é organizada sob a forma de associação. O projeto permite que eles se tornem uma “SAF” (Sociedafde Anônima do Futebol) –ou seja, uma companhia cuja atividade principal consista na prática de futebol em competições profissionais.

O PL permite às SAFs explorar os direitos de propriedade intelectual de sua titularidade e negociar direitos econômicos de atletas profissionais, dentre outras atividades. O texto vai à Câmara.

O projeto também estabelece normas de governança, controle e transparência; institui meios de financiamento da atividade e prevê um sistema tributário específico.

O relator do PL é o senador Carlos Portinho (PL-RJ). Ele explica que o projeto cria “um novo tipo societário, exclusivamente para o futebol, para que, com regras específicas de objeto social, constituição, capitalização, governança e mecanismos de saneamento, possa aprimorar o ecossistema do futebol brasileiro”.

Portinho destacou que, à exceção de poucos clubes, a situação financeira dos clubes de futebol é notória pela oscilação e pela precariedade. E com a pandemia o quadro se agravou. “Houve redução das receitas dos clubes com o consequente aumento do endividamento. As entidades que tinham condições viram-se obrigadas a usar reservas de capital e a venderem jogadores para se manter. Outras, testemunharam o agravamento de uma já comprometida situação financeira e fiscal”, pontua o relator.

Segundo Portinho, não será a salvação do futebol. “Mas estamos dando uma alternativa de mercado. Estamos mudando a forma de atrair investimentos, dando mais responsabilidades aos dirigentes e permitindo mais arrecadação para o governo”, disse.

O senador citou um estudo encomendado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para mostrar que, em 2018, a cadeia produtiva do futebol foi responsável por 0,72% do PIB (produto interno bruto) do país, com a geração de aproximadamente 156 mil empregos e a movimentação de quase R$ 53 bilhões. Segundo o relator, existem mais de 7 mil clubes registrados no Brasil, que reúnem em torno de 360 mil atletas atuantes em cerca de 250 competições.
Fonte: poder 360.

‘Vale tudo’ das empresas sobre salvar Amazônia será cobrado com juros pelo consumidor

A Amazônia estaria salva se dependesse dos anúncios publicados por grandes empresas no Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no último sábado (5.jun.2021). Foi uma avalanche de resultados positivos contra o desmatamento, as queimadas e o aquecimento global.

A JBS, 2ª maior indústria de alimentos do mundo, foi a que tomou a iniciativa mais agressiva e também a que narra os fatos mais contestados por ecologistas. Em anúncios na TV, ela diz que nenhum dos seus fornecedores de gado tem fazendas em áreas desmatadas na Amazônia. A empresa de Joesley Batista diz que agora vai atacar aqueles que fornecem para os fornecedores, uma cobrança que os consumidores europeus, sobretudo os alemães, colocaram nas mesas de negociação há mais de 30 anos. Só agora, JBS?

Originalmente nenhuma empresa existe para salvar a Amazônia, reduzir o aquecimento global ou livrar a Terra do apocalipse. Era assim até a última década do século 20. A partir de então as companhias, por pressão dos consumidores, tiveram que assumir cada vez mais funções sociais.

Aquele velho papo de que a empresa cumpre sua função social criando empregos já não vale mais nada. As empresas precisam ter fornecedores éticos, ser ambientalmente correta e adotar uma política de distribuição de lucros com seus funcionários. É o padrão mínimo. Se for uma grande corporação, terá que cuidar do planeta, também, sob o risco de sofrer boicote dos consumidores mais preocupados com o ambiente. O mundo deu essa virada e não há nenhuma indicação de que vá mudar de ideia.

É por isso que as empresas despejam avalanches de autoelogios não só no Dia do Meio Ambiente. Corporação sem imagem positiva junto ao consumidor virou um passivo tóxico. Vide a Vale. Já deve ter gastado mais de R$ 50 bilhões em ações, indenizações e acordos e continua com a sua imagem no lixo porque a fundação que criou no caso da barragem do Fundão, em Mariana, cujo rompimento em 2015 provocou o maior desastre ambiental do país e 19 mortes, não funciona. Cinco anos depois, a Vale não consegue restituir uma simples casa para quem teve o seu imóvel destruído pela imperícia da empresa. A China, maior comprador da Vale, faz de conta que não viu nada, mas está todo mundo vendo.

A moda agora entre as empresas é o chamado “net zero”, em inglês mesmo (o termo poderia ser traduzido por “carbono zero”, já que esse é o objetivo). Parece que a onda de plantar árvores para compensar a poluição passou, já que esse tipo de compensação mal aparece nos anúncios atuais.

A JBS aderiu ao programa “net zero” e promete zerar as emissões até 2040. A empresa parece séria nesse propósito, mas incluiu dados controversos em sua propaganda na TV. Diz que não compra gado de áreas desmatadas, mas a ONG Global Witness constatou que houve aquisição de 327 fazendas que desmatam a Amazônia. A JBS disse que houve equívoco na análise da ONG e que 40% dos casos citados estavam em fase de regularização ambiental.

A ideia de que as empresas exageram nos feitos e promessas, inventando de supetão programas que somem assim como apareceram, não é minha. Roubei-a do CEO da Klabin, Cristiano Teixeira. “Fico muito impressionado com esse vale tudo que está acontecendo. Quem parar para analisar vai ver que muito do que está sendo dito é puro marketing”, afirma.

Teixeira sabe do que fala. A Klabin foi uma das primeiras empresas brasileiras a aderir ao “net zero”, em 2019, e vai se sentar à mesa em novembro para discutir o papel das corporações no Acordo de Paris, um tratado internacional patrocinado pelas Nações Unidas, que busca frear o aquecimento da Terra. Um vale-tudo ecológico pode ser visto na TV. O Santander anunciou que está patrocinando um jardim vertical numa estação de trem da sede do banco em São Paulo. Jardim vertical pode ser uma obra estética incrível –o melhor que vi foi no Museu do Quai Branly, em Paris, criado em 2005.

Jardim vertical pode ser lindo, mas não tem nada de ecológico. Em muitos casos, há desperdício de água e nutrientes, e não serve para compensação ambiental. Só deve estar no anúncio porque o banco não tinha nada melhor para mostrar.

A marquetagem ecológica levou o deputado federal David Miranda (Psol-RJ) a propor um projeto de lei que impediria empresas que tenham passivos ambientais de fazer propaganda sobre as maravilhas ecológicas que estão fazendo pelo mundo. Miranda já apresentou ótimos projetos, como o que institui um programa de prevenção ao suicídio entre militares, mas sua proposta é risível, ineficaz e tem cara de censura. Veto de propaganda só para cigarro, bebida alcoólica e açucarada, armas e remédios; ou seja, de produtos que afetam a saúde e a vida.

Fazer propaganda ambiental enganosa é tiro certo no pé, segundo o CEO da Klabin. Isso acontece por uma razão simples: há organismos independentes para checar tudo que as empresas fazem. As corporações foram tão pródigas em discursos dúbios e evasivas que uma nova figura se tornou essencial, sobretudo no mercado ecológico: o certificador. Todas as promessas feitas agora serão checadas num futuro breve. O mesmo fenômeno das promessas vãs já aconteceu na Europa. Lá, os consumidores educaram as empresas. Pela vara e pelo boicote. Funciona.

Fonte: poder 360.

Projeto Parnamirim on-line na Cultura inicia nesta semana

O Projeto Parnamirim on-line na Cultura terá início no próximo dia 11 de junho com as suas primeiras apresentações em formato on-line, no canal da Fundação Parnamirim de Cultura, no youtube.

Participarão os artistas Ismael Dumangue, às 17h, com o show Atemporal e, logo em seguida, às 19h, o artista Vamz. Todas as presentações estarão disponíveis no endereço: http://bit.ly/canaldafunpac.

O projeto tem como objetivo divulgar os artistas neste momento de pandemia, através de lives produzidas pela Fundação Parnamirim de Cultura.

O presidente da Fundação, Haroldo Gomes, fala sobre a importância projeto. “O Parnamirim On-Line na Cultura tem uma atenção especial por beneficiar os artistas neste momento de pandemia. Estamos atendendo uma solicitação do prefeito Rosano Raveira criando esse edital que começou em abril e vai até agosto para realizações de algumas lives com os artistas da cidade. A participação do público será muito importante pois contribuirá com esses artistas, e todas as contribuições serão bens vindas”. disse.

A cantora Joana Mel gravou a sua live e falou sobre a importância desse projeto para os artistas da terra. “O importante é mostrar nosso trabalho, já que a nossa classe de cantores está bastante sofrida nesta pandemia, mas estou muito feliz com o retorno aos palcos mesmo sem o público presente”. falou.

As próximas apresentações acontecerão no dia 12 de junho, dia dos namorados, com Vitor Albuquerque, a partir das 17h. com o show Policromático. Logo após, será a apresentação de Sérgio Luís, às 19h.

Covid-19: como a pandemia pode afetar quem tem transtornos alimentares

Depois de mais de um 1 ano de mudanças na rotina para frear a disseminação da covid-19 ao redor do mundo e no Brasil, com impactos sociais, econômicos e de saúde relacionados à pandemia, o estresse e a incerteza se tornaram sentimentos presentes — o que em alguns casos, segundo especialistas, pode ser tornar fator para o desenvolvimento ou intensificação de transtornos alimentares.

“O transtorno alimentar é uma perturbação persistente em relação ao comportamento ou consumo de alimentos, que pode resultar em consequências na saúde física, social ou emocional”, define a psicoterapeuta Raquel Mello.

De acordo com Mello, o transtorno alimentar está inserido no CID (Código Internacional de Doenças). “Para as pessoas que já possuem um transtorno alimentar, a pandemia pode ser um gatilho para o agravamento da doença . Além disso, pelos fatores emocionais relacionados à crise de saúde, as pessoas podem desenvolver um transtorno alimentar durante a pandemia”.

A nutricionista Dayse Paravidino acrescenta que “a mudança brusca na rotina e o estresse diante da pandemia, assim como o isolamento social trouxeram como consequência o agravamento de distúrbios psicológicos e consequentemente transtornos alimentares como compulsão alimentar, anorexia e a bulimia”.

É o caso da moradora do Rio de Janeiro Maria Clara Matturo, de 22 anos. A jovem diz que sofre com compulsão alimentar desde criança, mas que a pandemia intensificou o transtorno alimentar por conta do estresse sobre o isolamento social.

“A sensação que tenho é que quando comecei a ficar em casa, lá no início da pandemia, eu precisei encarar de frente toda a situação que era ‘mascarada’ com a correria do dia a dia. Quando você está na rua vivendo é muito mais fácil se distrair dos problemas do que quando você está nesse momento de reclusão”, disse.

No entanto, ponderou que o período ‘contribuiu’ para uma ressignificação de hábitos. “Ainda quando todos os estabelecimentos estavam fechados, comecei a caminhar ao ar livre, em uma rua pouco movimentada perto da minha casa, como uma válvula de escape. E parece que uma coisa vai levando a outra. Então, por estar ‘descontando’ minhas emoções nas caminhadas, passei a descarregar menos aquilo na comida e aos poucos fui conquistando esse equilíbrio”.

Matturo afirmou que estava decidida a continuar cuidando de sua saúde física e mental no período em que as medidas relacionas ao coronavírus na cidade foram flexibilizadas.

“Foi nesse momento que eu procurei ajuda médica de uma nutricionista e terapeuta. Atualmente vivo com altos e baixos, como todo mundo. Tem dias que consigo levar a vida normalmente e até esqueço dessa compulsão, em outros já percebo que estou pensando na comida pelo lado emocional, mas isso é normal. Sinto que estou mais consciente e também mais no controle da minha jornada”, disse.

Segundo a nutricionista e mestre em Nutrição e Saúde Ana Paulo Cancio, a pandemia está sendo um gatilho para a má alimentação de muitas pessoas, além de episódios recorrentes de alimentação por compensação.

“Muitos começam a comer pelo emocional e de caráter de emergência. Essas pessoas geralmente buscam produtos alimentícios baixos em valor nutricional e calóricos”, diz.

Tratamento

Ao Poder360, as 2 nutricionistas e a psicoterapeuta convergiram no tratamento para as pessoas que sofrem com 1 transtorno alimentar em meio à pandemia. De acordo com as 3 especialistas, o cuidado deve ser feito por uma equipe de assistência multidisciplinar composta por nutricionista, psicóloga e educador físico.
Fonte:poder 360

Os Alves estão de volta ao poder em 2022

No RN, as perspectivas políticas para o futuro da família Alves são as melhores possíveis. Uma “briga” política envolvendo os primos Walter Alves, Henrique Alves e Carlos Eduardo Alves vem chamando atenção dos políticos do estado. Eles já contam como certa a vitória de Walter e de Henrique Alves para câmara federal, correndo por fora estão Carlos Eduardo Alves e o vereador Felipe Alves, ambos sonham com o senado federal e o mais jovem irá se credenciar com a vitória dos parentes para 2024, sobretudo para concorrer à prefeitura de Natal. Isso demonstra a fortaleza política que representa essa família tradicional da política do Rio Grande Norte. Um observador da cena, amigo de calça preta, garante que essa briguinha política não passa de uma estratégia para a conquista de duas cadeiras na câmara federal e a situação de Carlos Eduardo Alves, é mais confortável, pois lidera as pesquisas para o senado e ainda tem a possibilidade de disputar o governo apoiado pelos insatisfeitos com o PT. Resta saber se combinaram com os russos, ou melhor, os norte-rio-grandenses.

Conheça a faixa etária dos mortos por covid-19 no Brasil e em mais 4 países

Há um padrão nos países com mais casos de covid-19 e dados confiáveis à disposição: a maior parte das mortes causadas pela doença é de pessoas acima de 60 anos.

O Poder360 fez o levantamento do perfil etário das vítimas do coronavírus no Brasil e em 4 países com grande quantidade de casos diagnosticados.

BRASIL

No país, pessoas com 60 anos ou mais representam 71,5% dos mortos por covid-19 até 31 de maio de 2021. A taxa equivale a 311.929 idosos. O número caiu 1,5 ponto percentual em relação ao período anterior, que vai do início da pandemia até 31 de maio de 2020.

Pessoas fora da faixa etária de risco, que têm menos de 60 anos, são 28,5%, aproximadamente 1 em cada 4 mortes. Mortos com menos de 30 anos representam 1,6% do total.

Foram analisadas as mortes com faixa etária conhecida, já que não se sabe a idade de 74 vítimas no Brasil até o momento.

ESTADOS UNIDOS

Entre os mortos até 29 de maio de 2021, 79,7% tinham 65 anos ou mais. A maior taxa entre as faixas etárias analisadas pelo órgão é entre quem tem 85 anos de idade ou mais. Esse grupo concentra 30% das mortes, uma queda de 3 pontos percentuais em relação ao período que vai até maio de 2020, no início da pandemia.

ITÁLIA

A faixa etária mais afetada são os idosos de 80 a 89 anos, que representam 40,6% das vítimas até 26 de maio de 2021. Dos mortos, 3 não têm idade conhecida e não foram considerados no cálculo.

Entre os países analisados, a Itália é o que tem o menor percentual de vítimas da covid-19 com menos de 30 anos de idade. Essa faixa etária representa 0,1% do total de mortos, taxa que se manteve em relação ao período que vai do início da pandemia até 26 de maio de 2020.

REINO UNIDO

Não foram considerados na análise os registros da Escócia e Irlanda do Norte por falta de detalhamento da faixa etária das vítimas. Inglaterra e País de Gales concentram mais de 90% da população do Reino Unido.

Até 14 de maio de 2021, que é a atualização mais recente dos dados, 93,1% dos mortos nos 2 países tinham 60 anos ou mais. Do outro lado do espectro, os jovens com menos de 30 anos representam apenas 0,2% das vítimas.

SUÉCIA

Os mortos com 60 anos ou mais são 96,4% das vítimas. Os mais afetados têm de 80 a 89 anos, sendo 41,1% do total.

Fonte: poder 360.