Morre o cantor Ozzy Osbourne, aos 76 anos

Buffalo Bills v Los Angeles Rams
Foto: Harry How/Getty Images

Ex-vocalista do Black Sabbath, o cantor Ozzy Osbourne morreu nesta terça-feira (22/7). Ele estava com a família e “cercado de amor”.

Morreu nesta terça-feira (22/7) o cantor Ozzy Osbourne, ex-vocalista do Black Sabbath, aos 76 anos. Segundo um comunicado da família, ele morreu “cercado de amor”. O cantor tinha sido diagnosticado com Parkinson em 2020.

“É com mais tristeza do que palavras podem expressar que temos que informar que nosso querido Ozzy Osbourne faleceu esta manhã. Ele estava com sua família e cercado de amor. Pedimos a todos que respeitem a privacidade da nossa família neste momento”, diz o comunicado emitido por familiares.

A família não revelou qual foi a causa da morte do cantor. Entretanto, ele foi diagnosticado com Parkinson e também precisou passar por uma cirurgia na coluna em 2022 para tratar de lesões adquiridas após uma queda em 2019.

Carreira

Ozzy ficou muito conhecido como o icônico vocalista da banda de heavy metal Black Sabbath. O grupo foi um dos pilares do heavy metal nas décadas de 1970 e 1980.

O cantor esteve em vários álbuns de sucesso da banda, como Paranoid e Master of Reality. Ele deixou o grupo em 1979 e também fez sucesso na carreira solo com os hits Crazy Train e No More Tears.

Outros sucessos da carreira dele incluíram Bark at the Moon e Perry Mason. Foi com a música Changes, com a participação da filha Kelly, que o cantor conquistou o primeiro lugar no topo das paradas de música britânicas.

Ozzy foi casado duas vezes. Com Thelma, teve dois filhos: Jessica e Louis; com Sharon, teve três filhos: Kelly, Jack e Aimee.

Em 2023, ele cancelou uma turnê pelo Reino Unido e pela Europa por estar “fisicamente fraco” após o diagnóstico de Parkinson. A última apresentação do cantor foi no dia 5 de julho de 2025, ao lado da formação original do Black Sabbath, pela primeira vez desde 2005. O show beneficente serviu como uma grande despedida da banda.

Metrópoles

Deputados do PL exibem bandeira pró-Trump e causam divergência

Bandeira Trump
Foto: Sérgio Lima/Poder360

Faixa foi retirada minutos depois a pedido de congressistas aliados; deputado Paulo Bilynskyj disse que a decisão se deu porque não era o “foco da reunião”.

Deputados do PL (Partido Liberal) exibiram uma bandeira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), durante fala à imprensa na Comissão de Segurança Pública nesta 3ª feira (22.jul.2025). O ato causou divergências entre os congressistas do partido.

Os deputados haviam se reunido no local para votar moções de louvor ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Momentos antes, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), proibiu a realização de reuniões de comissões até o fim do recesso branco, em 1º de agosto.

Os aliados do ex-presidente, então, chamaram a imprensa para dar uma declaração. O deputado Delegado Caveira (PL-PA) exibiu a bandeira com o nome do presidente dos EUA e o slogan “Make America Great Again”. Na sequência, ele foi orientado por aliados a guardar a faixa.

Questionado pelos jornalistas sobre o motivo de esconder a bandeira, o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), presidente da Comissão de Segurança Pública, disse que não era o local apropriado e que o “foco da reunião” era outro.

A manifestação da oposição se dá em um momento em que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta associar as tarifas de 50% anunciadas por Trump aos bolsonaristas.

O presidente norte-americano citou em carta endereçada a Lula para anunciar a taxa, em 9 de julho, o julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado como um dos motivos para taxar produtos brasileiros.

O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), criticou a oposição por hastear o “símbolo de uma potência estrangeira que quer impor sanções ao Brasil” dentro da “Casa do Povo Brasileiro”.

“Enquanto o país luta contra o tarifaço e defende sua soberania, eles prestam continência a um grupo externo. Isso tem nome: traição!”, escreveu o congressista em seu perfil no X.

Poder 360

Moradores de Parnamirim têm 20% de desconto no IPTU com o Programa Adote o Verde

Foto: Augusto Ferreira

Quando se fala em fazer economia no orçamento doméstico e viver em um bairro organizado, limpo e arborizado, é consenso que ambos os assuntos estão entre os principais interesses da população de qualquer cidade. 

Em Parnamirim, moradores e empresas podem ter acesso a esses e outros benefícios com o Programa Adote o Verde. Por meio da adoção de uma praça ou canteiro da cidade, é possível ter acesso a 20% de desconto no IPTU de um imóvel e ainda contribuir com uma cidade cada vez mais agradável. 

Por meio dessa iniciativa, a Prefeitura propicia a participação da sociedade em geral nos cuidados com a cidade para melhorar a qualidade de vida no município. Funciona da seguinte forma: associações de moradores, conselhos e entidades comunitárias, empresas ou cidadãos precisam acessar o sistema Parnamirim Digital ou se dirigir à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semur) para dar entrada na proposta junto ao órgão municipal, que é o responsável por todas as informações necessárias.

Aprovado o projeto, o cidadão – ou a empresa – assina um termo de convênio com o poder público no qual se compromete a zelar pela praça ou área verde adotada e, depois do primeiro ano, poderá fazer jus a benefícios como o desconto de 20% no IPTU de um imóvel de sua propriedade na cidade e a realização de publicidade na área, conforme os parâmetros municipais. Por meio da participação no ‘Adote o Verde’, o cidadão economiza no pagamento de tributos e contribui para a preservação e conservação dos espaços públicos. 

Para o secretário da Semur, Raimundo Filho, a parceria da Prefeitura com a população consolida uma das missões da secretaria, que é atuar na preservação do patrimônio público e do meio ambiente, além de desenvolver a consciência ecológica nas lideranças empresariais, comunitárias e instituições educacionais.

Programa Adote o Verde em Parnamirim

Parnamirim Digital (https://portalparnamirimdigital.parnamirim.rn.gov.br/)

Semur – Rua Dr. Carlos Matheus, 1464, Centro, Parnamirim.

Bolsonaro mostra tornozeleira eletrônica após reunião com aliados na Câmara: “Símbolo da máxima humilhação em nosso país”

WILTON JUNIOR / ESTADÃO CONTEÚDO
Foto: WILTON JUNIOR / ESTADÃO CONTEÚDO

Ex-presidente se reuniu com aliados nesta segunda-feira (21). Na saída dele do local houve tumulto, que resultou em uma mesa de vidro quebrada.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mostrou a tornozeleira eletrônica nesta segunda-feira (21). O aparelho foi instalado na sexta-feira (18), após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Depois de reunião com deputados e senadores aliados na Câmara, Bolsonaro falou com a imprensa e exibiu o aparelho. Antes, já havia posado para fotos com membros de seu partido. Na semana passada, em entrevistas, o ex-presidente se recusou a mostrar o equipamento alegando que era vergonhoso.

— Não roubei os cofres públicos, não desviei recurso público, não matei ninguém, não trafiquei ninguém. Isso aqui é um símbolo da máxima humilhação em nosso país. Uma pessoa inocente. Covardia o que estão fazendo com um ex-presidente da República. Nós vamos enfrentar a tudo e a todos. O que vale para mim é a lei de Deus — disse, conforme o g1.

A saída dele da Casa legislativa foi tumultuada. Enquanto fotógrafos e cinegrafistas se aglomeravam para tentar fazer imagens do presidente, o que estava na frente foi derrubado.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), por exemplo, foi ferido no rosto no meio da confusão — segundo a assessoria do parlamentar, ele foi atingido por uma canopla de um microfone. Ele teve um corte na “parte debaixo do olho” e teve sangramento, mas já está bem.

Uma mesinha da Câmara ainda foi destroçada, espalhando cacos de vidro pelo Salão Verde da Casa.

O ex-presidente foi alvo de operação da Polícia Federal (PF) e cumpre, além do uso da tornozeleira, outras medidas cautelares:

  • Está proibido de utilizar redes sociais
  • Não pode sair de casa entre 19h e 6h e nos fins de semana
  • Está proibido de comunicar-se com embaixadores e diplomatas ou se aproximar de embaixadas
  • Não pode conversar com outros réus investigados pelo STF, entre eles o filho Eduardo

Suspeita de ataque à soberania

Uma das medidas cautelares proíbe Jair Bolsonaro de falar com o filho, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos. Isso porque, assim como Bolsonaro, Eduardo é um dos investigados em inquérito que apura ataques à soberania nacional e interferência na independência dos Poderes.

— Eu sou ex-presidente da República, tenho 70 anos de idade. Isso é uma suprema humilhação — disse.

O sigilo da decisão foi derrubado durante a manhã. No documento, Moraes afirma que o ex-presidente confessou de forma “consciente e voluntária” uma tentativa de extorsão contra a Justiça brasileira.

“A conduta do réu Jair Messias Bolsonaro (…) é tão grave e despudorada que na data de hoje (17/7/2025), em entrevista coletiva, sem qualquer respeito à Soberania Nacional do Povo brasileiro, à Constituição Federal e à independência do Poder Judiciário, expressamente, confessou sua consciente e voluntária atuação criminosa na extorsão que se pretende contra a Justiça brasileira, condicionando o fim da ‘taxação/sanção’ à sua própria anistia”, diz trecho do texto.

Na casa do ex-presidente, foram encontrados US$ 14 mil e R$ 7 mil, bem como a cópia da petição inicial da ação que a plataforma de vídeos Rumble move contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes. 

Além disso, também foi encontrado um pen drive, que passou por perícia. Nesta segunda, a PF divulgou que o conteúdo encontrado é irrelevante. 

Gazeta Zero Hora

Ataque de Trump ao Brasil está saindo pela culatra, diz Washington Post

(Foto: Reprodução/Washington Post)
Foto: Reprodução/Washington Post

Segundo o jornal, diplomatas americanos demonstram desconforto nos bastidores com a ofensiva, afirmando que a medida é prejudicial à credibilidade dos EUA.

A ameaça de imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros por parte do governo de Donald Trump está produzindo efeitos opostos aos desejados, segundo análise publicada neste domingo (20) no jornal americano The Washington Post. Segundo o texto, publicado na coluna WorldView porIshaan Tharoor, a ofensiva comercial em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro acabou fortalecendo politicamente o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A análise reforça que, o que era para ser uma demonstração de força do MAGA e de sua extensão brasileira, acabou transformando Lula em um símbolo da resistência nacional. O jornal destaca que as tarifas foram anunciadas mesmo com os EUA mantendo superávit na balança comercial com o Brasil, o que deixa claro que o objetivo da medida foi pressionar o governo Lula a interromper processos judiciais contra Bolsonaro e punir o ministro Alexandre de Moraes, relator dos inquéritos que atingem o ex-presidente.

Tharoor observa que o momento foi aproveitado politicamente por Lula, que tem feito declarações públicas de enfrentamento à pressão externa. Em entrevista à CNN, o presidente criticou Trump e disse que ele não foi eleito para ser “imperador do mundo”.

Ainda segundo o jornal, diplomatas americanos demonstram desconforto nos bastidores com a ofensiva. Um funcionário do Departamento de Estado disse, sob anonimato, que “é difícil conceber uma ação mais prejudicial à credibilidade dos EUA na promoção da democracia do que sancionar um juiz de uma Suprema Corte estrangeira por discordar de suas decisões”.

Post também cita uma declaração de um diplomata brasileiro, sob condição de anonimato, sobre os efeitos internos da medida: “O Papai Noel chegou mais cedo para o presidente Lula, e o presente foi enviado por Trump com esse ataque desastrado à soberania brasileira”.

Caso não haja negociação, as tarifas impostas por Trump entram em vigor em 1º de agosto e representam, até o momento, a maior sanção comercial imposta pelo governo americano no atual mandato de Trump. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda (21) que o governo brasileiro mantém canais diplomáticos abertos e deseja negociar, mas não vê disposição do lado dos EUA. Segundo ele, o objetivo é não retaliar, para proteger a economia brasileira.

Para o Washington Post, o tarifaço de Trump, embora tenha provocado recuos em outros países da região, encontrou no Brasil um governo com economia mais diversificada e disposto a enfrentar a pressão política.

Infomoney

Moraes dá 24 horas para Bolsonaro explicar uso de redes sociais

Brasília (DF), 26/03/2025  - Ex-presidente Jair Bolsonaro durante declaração a imprensa após virar Réu no STF. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Perfis mostraram ex-presidente exibindo tornozeleira eletrônica.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para a defesa de Jair Bolsonaro se manifestar sobre o descumprimento das medidas cautelares determinadas contra o ex-presidente.

A medida foi determinada horas após o ministro advertir Bolsonaro sobre a publicação de links de entrevistas concedidas nos últimos dias à imprensa. Entre as medidas estabelecidas na semana passada contra o ex-presidente, figura a proibição de uso das redes sociais.

Na tarde desta segunda-feira (21), após a advertência do ministro, Bolsonaro exibiu a tornozeleira eletrônica ao visitar a Câmara dos Deputados, e as imagens foram publicadas em diversos perfis nas redes sociais e na imprensa.

Na sexta-feira (18), as medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o filho do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), é investigado por sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visando promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo e tentar barrar o andamento da ação penal sobre a trama golpista.

Na decisão, Moraes alertou que Bolsonaro pode ser preso ao descumprir as cautelares.

“Intimem-se os advogados regularmente constituídos por Jair Messias Bolsonaro para, no prazo de 24 horas, prestarem esclarecimentos sobre o descumprimento das medidas cautelares impostas, sob pena de decretação imediata da prisão do réu”, decidiu o ministro.

Confira as medidas determinadas contra Bolsonaro

Uso de tornozeleira eletrônica;
Recolhimento domiciliar noturno entre 19h e 6h, de segunda a sexta-feira, e integral nos fins de semana e feriados;
Proibição de aproximação e de acesso a embaixadas e consulados de países estrangeiros;
Proibição de manter contato com embaixadores ou autoridades estrangeiras;
Proibição de uso de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
Proibição de manter contato com Eduardo Bolsonaro e investigados dos quatro núcleos da trama golpista. 

Agência Brasil

Fux diverge de Moraes e vota contra cautelares impostas a Bolsonaro

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Com voto do ministro, julgamento da Primeira Turma ficou com 4 votos a 1 para referendar a decisão do relator contra ex-presidente.

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), abriu divergência no julgamento da Primeira Turma sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) use tornozeleira eletrônica e cumpra outras medidas cautelares na investigação sobre atentado à soberania nacional.

Último a votar, Fux se posicionou no sentido contrário à maioria — os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam o relator. O julgamento ocorre em plenário virtual até as 23h59 desta segunda-feira (21).

Com a maioria já formada, o voto do ministro não muda o entendimento sobre a questão. O placar final foi de 4 x 1.

Em seu parecer, Fux declarou que neste momento as medidas cautelares impostas ao ex-presidente não são necessárias.

“Em decorrência dessa constatação, verifico que a amplitude das medidas impostas restringe desproporcionalmente direitos fundamentais, como a liberdade de ir e vir e a liberdade de expressão e comunicação, sem que tenha havido a demonstração contemporânea, concreta e individualizada dos requisitos que legalmente autorizariam a imposição dessas cautelares”, citou o ministro.

“Mesmo para a imposição de cautelares penais diversas da prisão, é indispensável a demonstração concreta da necessidade da medida para a aplicação da lei penal e sua consequente adequação aos fins pretendidos”, prosseguiu.

Operação contra Bolsonaro

Na sexta-feira (18), Moraes autorizou a PF (Polícia Federal) a cumprir mandados de buscas e apreensão na casa do ex-presidente e na sede do PL (Partido Liberal), em Brasília. Como mostrou a CNN, os agentes apreenderam um celular, um pen drive e cerca de US$ 14 mil na casa do ex-presidente.

Bolsonaro é investigado pela PF pelos crimes de coação no curso do processo, obstrução à Justiça e ataque à soberania nacional.

A investigação foi instaurada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma taxa de 50% sobre os produtos brasileiros. No anúncio do “tarifaço”, Trump atribuiu a medida, além de uma relação que diz ser injusta com o país, à postura do STF com Bolsonaro.

Na decisão que determina as cautelares, Moraes justifica que Bolsonaro e o filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atuaram contra a soberania nacional, para instigar e auxiliar “o governo estrangeiro a prática de atos hostis ao Brasil e à ostensiva tentativa submissão do funcionamento do Supremo Tribunal Federal aos Estados Unidos da América”.

Medidas cautelares

A decisão de Moraes determina que Bolsonaro deverá cumprir o recolhimento domiciliar entre 19h e 7h, de segunda a sexta-feira, e em tempo integral aos finais de semana e feriados.

O ex-presidente será monitorado por tornozeleira eletrônica e não poderá manter contato com embaixadores, autoridades estrangeiras e nem se aproximar de sedes de embaixadas e consulados.

As medidas foram pedidas pela Polícia Federal e tiveram parecer favorável da PGR (Procuradoria-Geral da República).

O que diz Bolsonaro

Por nota, a defesa do ex-presidente afirmou que “recebeu com surpresa e indignação a imposição de medidas cautelares severas contra ele, que até o presente momento sempre cumpriu com todas as determinações do Poder Judiciário”.

Em entrevista coletiva após colocar a tornozeleira eletrônica, Bolsonaro negou que tivesse a intenção de deixar o país e classificou as medidas como “suprema humilhação”.

CNN Brasil

 

MEC autoriza funcionamento do curso de Medicina do UNI-RN

Foto: Divulgação

O MEC autorizou, oficialmente, a implantação do curso de Medicina no Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN) nesta segunda-feira, 21, em publicação do Diário Oficial da União, com a atribuição da nota máxima (5) no Conceito de Curso.

As aulas teóricas e práticas serão ministradas no hospital simulado do UNI-RN, uma estrutura moderna e bem equipada, que conta com UTI, salas de aula, áreas de atendimento ambulatorial e de simulação do programa Saúde da Família. O hospital simulado foi construído e equipado sob criteriosas exigências do MEC, o que resultou na atribuição da nota 5 pelos avaliadores do órgão federal.

O curso terá como coordenador geral o médico cirurgião Aldo Medeiros e como coordenadora adjunta a médica oftalmologista Romeica Rosado, que desde 2008 coordena as Clínicas Integradas do UNI-RN.

“O curso de Medicina do UNI-RN é um projeto que parte da premissa da Instituição em formar profissionais de nível superior com qualidade. É isso que queremos, preparar médicos que a humanidade precisa”, afirmou o Reitor do UNI-RN, professor Daladier Pessoa Cunha Lima.

O processo seletivo do UNI-RN será divulgado em breve, com datas para inscrição no vestibular, realização da prova, matrícula após o resultado e início das aulas. Os candidatos que quiserem receber primeiro as informações podem realizar um cadastro para a lista de comunicação no site https://www.unirn.edu.br/inscricao-de-medicina/ .

Tribuna do Norte

Governo aguarda sinal de Trump para avançar negociação do tarifaço

Bandeiras dos Brasil e dos Estados Unidos
Foto: US Embassy/Reprodução

No governo brasileiro, leitura é de que bola está no campo dos americanos.

O Brasil aguarda um sinal da Casa Branca sobre as cartas já encaminhadas ao governo americano antes de avançar nas negociações para tentar derrubar o tarifaço imposto por Donald Trump às exportações brasileiras.

No governo brasileiro, a leitura é de que a bola está no campo dos americanos. Não há previsão de que o presidente Lula inicie ou provoque um contato com Trump, e nenhuma missão oficial do Executivo brasileiro rumo aos Estados Unidos está sendo planejada.

Segundo o Itamaraty, primeiro é preciso saber qual orientação a Casa Branca dará ao USTR sobre o Brasil. Foi ao órgão — sigla para United States Trade Representative (em tradução livre, Representante Comercial dos Estados Unidos) — que o vice-presidente Geraldo Alckmin encaminhou uma carta no dia 16 de maio, sem resposta, e outra na última terça-feira de julho, na qual demonstra “indignação” sobre o tarifaço, mas se coloca aberto à negociação.

O problema é que, segundo diplomatas brasileiros, os canais diplomáticos estão fechados em todos os níveis e não há interlocutores.

Até mesmo o Congresso brasileiro sofre as consequências. A comitiva de deputados e senadores que pretende embarcar na próxima sexta-feira para Washington com o objetivo de negociar o tarifaço ainda não tem certeza se será recebida por alguém do governo americano com força para negociar.

No governo, ainda prevalece a ideia de que o episódio abriu espaço para que Lula surfe a onda do nacionalismo e da defesa da soberania pelo maior tempo possível — o que tem incomodado o setor privado.

Empresários relatam que, com essa postura, o governo piora a situação, pois nada faz para “desescalar” as tensões e pensar em contramedidas. Também avaliam que a realização de reuniões com o setor privado serve mais para demonstrar diálogo do que para ajudar a definir uma estratégia clara de ação junto aos Estados Unidos.

O receio é de que, com a escalada do nacionalismo e o avanço do STF sobre Jair Bolsonaro, Trump retalie e amplie o tarifaço para 100%.

CNN Brasil

Lula está no Chile e participa de reunião sobre defesa da democracia

Brasília (DF), 21/05/2025 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e Ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Também participam os presidentes do Chile, Colômbia, Espanha e Uruguai.

O presidente Lula participa, nesta segunda-feira (21), no Chile, de uma reunião de alto nível sobre a defesa da democracia, organizada pelo presidente chileno Gabriel Boric. 

Também participam do evento os presidentes da Colômbia, Espanha e Uruguai. Três temas vão ser discutidos: a defesa da democracia e do multilateralismo; o combate às desigualdades; e o enfrentamento à desinformação e as tecnologias digitais.

A reunião vai ser reservada para os chefes de Estado e será seguida de um encontro com representantes da sociedade civil, do meio acadêmico e de centros de pesquisa. 

Para o Ministério das Relações Exteriores, a reunião vai dar seguimento ao encontro “em defesa da democracia – lutando contra o extremismo”, realizado em 2024, após convocação do presidente Lula e do presidente da Espanha, Pedro Sánchez.

Uma outra edição desta iniciativa irá ocorrer durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, em setembro deste ano.

Agência Brasil

Parnamirim realiza sua IV Conferência Municipal da Mulher no próximo dia 23 de julho

Foto: Ruben Rafael Rodrigues

Com o tema “Mais democracia, mais igualdade, mais conquistas para todas”, a Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal da Mulher e dos Direitos Humanos (SEMMUD) e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) realiza na próxima quarta-feira (23) a IV Conferência Municipal da Mulher.

Com o objetivo de discutir e fortalecer a construção de políticas públicas efetivas no enfrentamento às violências e na promoção da equidade de direitos, a IV Conferência é aberta ao público e convida mulheres de todas as comunidades, organizações, instituições, movimentos sociais e coletivos a se inscreverem e participarem ativamente desse encontro.

Na conferência serão debatidos os seguintes eixos: 1. Desigualdades sociais e os impactos na vida das mulheres; 2. Autonomia econômica e inserção nos espaços de poder; 3. Instrumentos institucionais e papel da gestão pública. Após as discussões, serão votados em plenária, onde posteriormente serão eleitas delegadas para representar o município na 5ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, que acontecerá nos dias 27 e 28 de agosto, na capital Potiguar.

SERVIÇO

IV Conferência Municipal da Mulher de Parnamirim
Data: 23 de julho de 2025
Horário: 8h às 18h
Local: Auditório Clênio José dos Santos – Centro Administrativo da Prefeitura de Parnamirim.

PL prepara ato pró-Bolsonaro e afirma que “o Brasil vai parar”

Sostenes Cavalcante em ato a favor da anistia
Foto: Douglas Schneider/Poder360

Líder do partido a Câmara dos Deputados diz que é hora de ir para a rua; reunião vai definir data de manifestação.

Aliados de Jair Bolsonaro (PL) iniciaram mobilização para protestos depois de a PF (Polícia Federal) cumprir mandados de busca e apreensão na residência do ex-presidente. A operação desta 6ª feira (18.jul.2025), autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, impôs ao político uma série de restrições, além do uso de tornozeleira eletrônica.

O PL de Bolsonaro definirá os detalhes da manifestação em reunião na 2ª feira (21.jul). Políticos do partido, porém, já falam na necessidade de apoiadores do ex-presidente voltarem às ruas, depois de uma série de atos pela anistia dos acusados de tentar um golpe de Estado no Brasil diante da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), publicou em sua conta no X uma convocação para que os apoiadores de Bolsonaro vão às ruas.

No Instagram, o PL (Partido Liberal) nacional também se manifestou a respeito da operação contra o ex-presidente.

Além disso, a sigla afirmou, em nota publicada nas redes sociais, que “é hora de a sociedade brasileira se posicionar com coragem. O povo deve voltar às ruas, de forma pacífica e ordeira, para exigir respeito à Constituição, à liberdade e à democracia”.

Ainda não há definição sobre data e local da manifestação convocada pelos aliados de Bolsonaro. O ex-presidente é réu em ação penal no Supremo. Ele foi incluído no núcleo central da tentativa de golpe de Estado em 2022.

Poder 360

Morre Preta Gil, aos 50 anos, durante tratamento de câncer nos EUA

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Foto: Reprodução/Internet

A cantora faleceu em casa, neste domingo (20/7), após apresentar uma piora em seu quadro de saúde.

Preta Gil não resistiu ao tratamento contra o câncer nos EUA e morreu, neste domingo (20/7). A coluna Fábia Oliveira descobriu que a cantora teve uma piora em seu quadro de saúde, desde a última quarta-feira (16/7).

Ela, que tinha 50 anos, foi à clínica fazer mais uma sessão de quimioterapia e se sentiu mal. Lá, os médicos detectaram que a doença havia se alastrado.

Família prepara comunicado

Esta jornalista sente muito em dar essa notícia. Procurada pela coluna, a assessoria de imprensa confirmou a informação e informou que a família deve se manifestar em breve.

Amigos da artista e o filho, Francisco, estão em terras americanas. Uma das melhores amigas de Preta Gil, Carolina Dieckmmann conseguiu uma brecha nas gravações da novela e viajou para os Estados Unidos, mas ela não sabia que o estado da cantora era tão grave.

Fontes ligadas à família revelaram, ainda, que o pai da artista, Gilberto Gil, teve aumento da pressão arterial ao receber a notícia do falecimento.

Metrópoles

José Maria Marín, ex-presidente da CBF, morre aos 93 anos

José Maria Marín, ex-presidente da CBF, morre aos 93 anos
Foto: Reprodução

Marin foi governador de São Paulo entre maio de 1982 e março de 1983.

O ex-presidente da CBF José Maria Marin, morreu aos 93 anos. O advogado e ex-futebolista, foi também governador de São Paulo entre maio de 1982 e março de 1983, sendo o penúltimo do regime militar.

Com a saída de Ricardo Teixeira, que alegou motivos de saúde, Marin assumiu o cargo de presidente da CBF em 12 de março de 2012. Ele esteve à frente da Confederação Brasileira de Futebol entre 2012 e 2015.

Filho do espanhol Joaquín Marín, o ex-presidente formou-se na turma de 1955 da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Parte de seus estudos foi custeada jogando futebol — ele chegou a ser contratado pelo São Paulo Futebol Clube, entre 1950 e 1952, para atuar como ponta-direita.

Marin também presidiu a Federação Paulista de Futebol entre 1982 e 1988 e foi chefe da Delegação Brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México.

CNN Brasil

Eduardo Bolsonaro diz que não vai renunciar ao mandato de deputado

Brasília (DF) 19/11/2024 Deputado Eduardo Bolsonaro durante entrevista a imprensa.  Foto Lula Marques/ Agência Brasil
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

Licença do parlamentar, que está nos EUA, termina neste domingo (20).

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou neste domingo (20) que não vai renunciar ao cargo. Em março deste ano, o parlamentar, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu licença do mandato e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, a licença de 120 dias termina hoje, e o deputado pode ser cassado por faltas ao não retornar ao Brasil.

Durante uma live realizada nas redes sociais, o deputado disse que vai conseguir “levar o mandato” por mais três meses.

“Eu não vou fazer nenhum tipo de renúncia. Se eu quiser, eu consigo levar meu mandato, pelo menos, até os próximos três meses”, afirmou.

No STF, Eduardo é investigado pela sua atuação junto ao governo norte-americano para promover medidas de retaliação contra o Brasil e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e tentar barrar o andamento da ação penal na Corte sobre a trama golpista, que tem seu pai como um dos réus.

Na transmissão, o deputado voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes e ironizou a decisão do governo do presidente Donald Trump que suspendeu o visto de ministros do STF.

Ele também comentou a decisão na qual Moraes afirmou que o parlamentar “intensificou as condutas ilícitas” e determinou que entrevistas e postagens recentes nas redes sejam incluídas na investigação.

“O cara que se diz ofendido [Moraes], ele pega e junta no processo que ele abriu. O cara que vai me julgar, ele vai ver o que eu faço na rede social. Então, você da Polícia Federal, que está me vendo, um forte abraço. A depender de quem for, está sem visto”, disse.

O deputado também defendeu a anistia para Jair Bolsonaro e afirmou que está “disposto a ir às últimas consequências”.

“É para entender que não haverá recuo. Não é jogar não para ver se depois dá certo, achar um meio-termo. Não estou aqui para isso”, completou.

Na sexta-feira (18), no mesmo inquérito em que Eduardo é investigado, Bolsonaro foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) e foi obrigado a colocar tornozeleira eletrônica e proibido de sair de casa entre 19h e 6h.

As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes após a PGR alegar risco de fuga do ex-presidente, que é réu na ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022 e deve ser julgado pelo Supremo em setembro. 

Agência Brasil