PF abre inquérito para investigar fala de Bolsonaro que associava vacinas ao vírus da AIDS

Bolsonaro associa HIV a 'comportamentos sexuais diferenciados'; veja vídeo

A Polícia Federal instaurou um inquérito para investigar se Jair Bolsonaro incorreu nos crimes de crime de pandemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação à prática de crime durante uma live, transmitida no dia 21 de outubro do ano passado, em que leu uma suposta notícia alertando que “vacinados [contra a Covid-19] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]”. A informação, porém, foi desmentida rapidamente por médicos e especialistas que afirmaram que a associação é falsa e absurda. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

A apuração do caso foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e a investigação está sob a responsabilidade da delegada Lorena Lima Nascimento, que atua na Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores da PF. O inquérito foi aberto mediante um pedido apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) junto à Corte.

De acordo com a delegada o inquérito foi instaurado “para o fim de apuração das condutas do presidente da República ao propagar nas suas redes sociais, notícias supostamente inverídicas, as quais configuram, em tese, os delitos de epidemia, de infração de medida sanitária preventiva e de incitação ao crime”.

A Procuradoria-Geral da República (PGR  chegou a abrir uma investigação preliminar, na época em que Bolsonaro fez a declaração ancorada em fake news, mas a demora do procurador-geral, Augusto Aras, de dar prosseguimento levou o ministro Alexandre de Moraes a determinar que o caso foi investigado pela PF.

Ministra da agricultura adverte que preços dos alimentos podem subir com a guerra na Ucrânia

www.brasil247.com - Ministra Tereza Cristina

“A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta quarta-feira (2) que a expectativa do governo é a de que o preço dos alimentos sofra uma alta, em mais uma consequência da guerra na Ucrânia”, informam os jornalistas Ricardo Della Coletta e Julio Wiziack, na Folha de S. Paulo.

“Isso tudo depende. Se a guerra acabar hoje ou amanhã, é um impacto. Se continuar por mais tempo, é outro”, disse a ministra. “Tudo vai depender do tempo. A gente tem que diminuir esses impactos, achar alternativas para ter o fornecimento. O preço quem faz é o mercado. O trigo subiu nas alturas porque a Ucrânia é um grande produtor. Hoje o mundo é globalizado. O preço a gente acha que terá uma alta. A soja subiu, caiu um pouco depois. O milho subiu e caiu depois. Isso é uma commodity. Temos de acompanhar e diminuir os impactos”, acrescentou.

Mais de 1 milhão de pessoas já deixaram a Ucrânia desde o início da guerra

Pessoas fogem da Ucrânia na fronteira húngara-ucraniana, em Beregsurany

A invasão da Ucrânia pela Rússia causou mais de 1 milhão de refugiados na primeira semana do conflito, informou o alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), Filippo Grandi.

“Em apenas sete dias assistimos ao êxodo de 1 milhão de refugiados da Ucrânia para os países vizinhos”, escreveu Grandi, na manhã desta quinta-feira (3), no Twitter.

“Para muitos milhões mais, dentro da Ucrânia, é tempo de as armas se calarem, para que possa ser prestada assistência humanitária que salve vidas”, acrescentou.

O comissário vai avaliar a situação dos refugiados numa visita à Romênia, Moldávia e Polônia, três dos países que estão acolhendo os refugiados, para assegurar o apoio dos governos ao Acnur, adiantou.

Mais de metade dos refugiados já chegaram à Polônia e alguns milhares a outros países, como a República Tcheca, onde existe grande comunidade ucraniana.

Em mensagem publicada na rede social, Grandi disse que, desde do início da invasão russa, o número de refugiados “cresce exponencialmente, hora a hora” e que nos 40 anos em que tem trabalhado com refugiados nunca viu “um crescimento tão rápido no êxodo de uma população”.

“Até que o conflito cesse, os ucranianos continuarão a fugir”, afirmou, reiterando a estimativa de que esta crise poderá resultar em 4 milhões de refugiados.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar com três frentes na Ucrânia, incluindo forças terrestres e bombardeios em várias cidades.

Agência Brasil

Janela Partidária para quem vai concorrer eleições deste ano, começa hoje

Logo Eleições 2022

Deputadas e deputados federais ou estaduais que pretendem trocar de partido político antes das Eleições 2022 terão 30 dias para fazê-lo sem perder o mandato por infidelidade partidária. Esse período é a chamada janela partidária, que começa a ser contada a partir de hoje, 3 de março e termina no dia 1º de abril.

A janela partidária faz parte do Calendário Eleitoral e está prevista na Lei dos Partidos Políticos (artigo 22-A da Lei 9.096/1995). A regra foi regulamentada pela Reforma Eleitoral de 2015 (Lei nº 13.165/2015), após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que firmou o entendimento segundo o qual o mandato obtido nas eleições proporcionais (deputados e vereadores) pertence à agremiação, e não aos candidatos eleitos. A regra também está prevista na  Emenda Constitucional nº 91/2016.

O parlamentar que trocar de partido fora da janela partidária sem apresentar justa causa pode perder o mandato. São consideradas “justa causa” as seguintes situações: criação de uma nova sigla; fim ou fusão do partido; desvio do programa partidário ou grave discriminação pessoal.

Em 2018o TSE decidiu que só pode usufruir da janela partidária a pessoa eleita que esteja no término do mandato vigente.Ou seja, vereadores só podem migrar de partido na janela destinada às eleições municipais, e deputados federais e estaduais naquela janela que ocorre seis meses antes das eleições gerais.

Estado registra menor média de pedidos por leitos da covid desde maio de 2020

Hospital Leonardo da Vinci ganha nova ala com 23 leitos de UTI para atender  pacientes com Covid-19 - Governo do Estado do Ceará

A situação da pandemia no Rio Grande do Norte tem melhorado e, neste momento, o estado tem a menor média móvel de solicitações por leitos covid desde o dia 5 de maio de 2020. Na manhã desta quarta-feira (2), a ocupação de leitos críticos estava em 31,4% e a fila por vagas estava zerada tanto para leitos críticos quanto clínicos.

Em 5 de maio de 2020, no início da pandemia, o portal Regula RN, que acompanha os dados da pandemia desde os primeiros casos registrados, apontou média de 10 solicitações diárias por leitos relacionados à covid. Com os dados consolidados até a terça-feira (1º), o Rio Grande do Norte fechou a média de 11 solicitações de leitos diários.
A queda nas solicitações ocorreu de maneira acentuada no período de um mês. No dia 28 de janeiro, quando a variante ômicron passou a ser a predominante no país, a média diária de solicitações foi de 82 por dia, a maior desde o dia 18 de junho de 2021. Porém, nos 30 dias seguintes, a queda foi progressiva, equivalente a 86,6%.
Com a redução na solicitação por leitos, as UTIs Covid estão em situação mais confortável em todo o estado. Somente de leitos públicos, há 108 livres, enquanto outros 169 clínicos estão à vagos e disposição da população. A ocupação dos leitos críticos está em 31,4% no estado, com 20% no Seridó, 26,8% no Oeste e 35,6% na Região Metropolitana.
Em 5 de maio de 2020, no início da pandemia, o portal Regula RN, que acompanha os dados da pandemia desde os primeiros casos registrados, apontou média de 10 solicitações diárias por leitos relacionados à covid. Com os dados consolidados até a terça-feira (1º), o Rio Grande do Norte fechou a média de 11 solicitações de leitos diários.
A queda nas solicitações ocorreu de maneira acentuada no período de um mês. No dia 28 de janeiro, quando a variante ômicron passou a ser a predominante no país, a média diária de solicitações foi de 82 por dia, a maior desde o dia 18 de junho de 2021. Porém, nos 30 dias seguintes, a queda foi progressiva, equivalente a 86,6%.
Com a redução na solicitação por leitos, as UTIs Covid estão em situação mais confortável em todo o estado. Somente de leitos públicos, há 108 livres, enquanto outros 169 clínicos estão à vagos e disposição da população. A ocupação dos leitos críticos está em 31,4% no estado, com 20% no Seridó, 26,8% no Oeste e 35,6% na Região Metropolitana.

Resultado da primeira chamada do Prouni será divulgado nesta quarta

Lista de espera do Prouni: último dia para comprovar informações | Guia do Estudante

O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para todos (Prouni) será divulgado nesta quarta-feira (2). O Prouni oferece bolsas de estudo integrais ou parciais (50%) em faculdades particulares a estudantes de baixa renda.

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser até três salários mínimos por pessoa. É necessário também que o interessado tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede privada com bolsa integral ou parcial.
Este ano, a novidade é que um decreto, assinado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, estabelece que a pré-seleção dos estudantes inscritos no Prouni considere as duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em cursos de graduação ou sequencial de formação específica. No Enem, o candidato deve ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não pode ter tirado 0 na redação.
Até então, a regra em vigor era de que apenas a nota da última edição do Enem, aquela imediatamente anterior ao processo seletivo do Prouni, poderia ser utilizada pelos candidatos para entrar no programa.
ProUni 2/2022:
A edição do Prouni do segundo semestre deste ano pode ampliar o acesso de estudantes de escolas privadas não bolsistas ao programa. A possibilidade está prevista na Medida Provisória (MP) 1.075/2021, editada pelo presidente Jair Bolsonaro em dezembro. Para sair do papel, no entanto, a regra precisa ser convertida em lei pelo Congresso até o dia 17 de março, quando perderá o efeito. O texto tramita na Câmara em regime de urgência e, se aprovado, segue para o Senado.
Cronograma:
 
Comprovação de informações: 3 a 14 de março
Segunda chamada: 21 de março
Comprovação de informações: 21 a 29 de março
Lista de espera: 4 e 5 de abril
Resultado: 7 de abril
Comprovação de informações: 8 a 13 de abril
Agência Brasil

Parlamento Europeu defende a entrada da Ucrânia na União Europeia

Parlamento europeu.

Presidentes de 8 países da Europa Oriental assinaram uma carta à UE (União Europeia) dizendo que “a Ucrânia merece a perspectiva de adesão” ao bloco e pediram aos membros da entidade que tomem medidas para conceder ao país o status de candidato. Na 2ª feira (28.fev.2022), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou um pedido oficial para a Ucrânia ingressar na UE. Ele pediu ao bloco que permita que seu país se torne membro imediatamente por um procedimento especial, uma vez que está sob ataque russo

A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, defendeu a entrada da Ucrânia no grupo. “Acolhemos favoravelmente o pedido para o status de candidato e trabalharemos para atingir tal objetivo. Precisamos enfrentar o futuro juntos”. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também disse à Euronews que queria ver a Ucrânia se juntar à UE. “Eles são um de nós e nós os queremos”, disse.

No entanto, funcionários da UE destacaram que o processo de inclusão ao bloco pode levar anos. A comissária Europeia para Assuntos Internos, Ylva Johansson, disse, também à Euronews, acreditar que o processo levará muito tempo, mas que apoia a entrada da Ucrânia à UE. “Eu compartilho com quase todos os europeus quando digo que a Ucrânia pertence a nós –esse é o aspecto emocional.

Mas ser membro da UE é um caminho longo e bem regulamentado, então acho que levará muito tempo.” Zelensky defendeu que o pedido de adesão é a escolha da Ucrânia e do povo ucraniano, e que eles “mais do que” merecem “Conquistamos nosso direito de estar com todos na Europa. A candidatura já foi entregue em Bruxelas e está oficialmente registada. A hora chegou”, disse em pronunciamento na 2ª feira.

Poder 360

Bombeiros encerram buscas por vitimas em Petrópolis

Com 152 mortos, Petrópolis tem maior tragédia de sua história | CNN Brasil

O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro encerrou, neste domingo (27), as buscas por vítimas no Morro da Oficina, em Petrópolis, na Região Serrana do estado. Foram encontrados 93 mortos no local. Hoje, cerca de 230 militares atuam na operação.

A missão registrou mais de cem pontos de buscas, envolvendo mais de 500 bombeiros locais, 140 de outros estados e 50 cães farejadores.

A corporação trabalha desde 15 de fevereiro nas operações de busca das vítimas das fortes chuvas que atingiram a cidade.

Até o momento, segundo a equipe Técnica e Científica da Polícia Civil, foram registradas 229 mortes, sendo 136 mulheres, 93 homens e 43 menores. Foram regatadas 24 pessoas com vida, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

Os militares permanecem trabalhando na Chácara Flora, em que buscam por duas pessoas. E ainda fazem varredura nos rios da cidade, em que três vítimas desapareceram.

“Estamos acompanhando de perto todo esse trabalho e vamos seguir garantindo o suporte necessário para que os militares encontrem os que ainda estão desaparecidos no nosso município. Nossa prioridade são essas buscas e o atendimento de todas as pessoas afetadas”, destacou o prefeito Rubens Bomtempo (PSB).

CNN Brasil

País chega a marca de 64 milhões de vacinas de reforço contra a covid 19 aplicadas

Confira audiência pública sobre vacina contra covid-19 para crianças |  Agência Brasil
O Brasil ultrapassou o número de 64 milhões vacinas de reforço contra a covid-19 neste domingo, 27, o que representa cerca de 30% da população. A vacinação de reforço é defendida por especialistas como necessária neste momento de transmissão ainda considerada alta do coronavírus.
Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em conjunto com as secretarias de Saúde dos 26 Estados e do Distrito Federal, em balanço divulgado às 20 horas.
Segundo o balanço, o País tem 172,4 milhões de pessoas com a primeira dose (80,2% da população) e 154,9 milhões com a segunda dose ou o imunizante de dose única (72,1%). Em 24 horas, foram aplicadas 489,1 mil novas doses, das quais 234,6 mil eram de reforço. Nas últimas 24 horas, não ocorreram atualizações nos dados dos Estados de Alagoas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.
O número de crianças de 5 a 11 anos vacinadas com uma dose está em 8,7 milhões, ou seja, 42,6% do público-alvo. A vacinação começou mais tarde para este público, mas dados compilados pelo Estadão evidenciam que a imunização infantil avança em ritmo lento.
Também de acordo com o consórcio, o País tem 649,1 milhões de mortes causadas pela covid-19. A média móvel (calculada com base nos últimos sete dias) é de 690 óbitos diários.
Estadão Conteúdo

Entenda o pensamento de Putin para decidir atacar a Ucrânia

Durante o ano de 2021, o presidente da Rússia, Vladmir Putin, esclareceu seus posicionamentos em relação aos EUA e ao que pensava sobre a possibilidade de invasão à Ucrânia. Vídeos de março e dezembro com falas do líder russo explicam sua visão sobre os Estados Unidos e os motivos de a Rússia se sentir ameaçada com a aproximação da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Em um vídeo de 18 de março de 2021, o presidente russo responde o presidente norte-americano, Joe Biden, depois de ser chamado de “assassino por ele. Na ocasião, Biden falava que Putin “pagaria” por sua suposta interferência nas eleições presidenciais dos EUA.

Nas imagens, Putin começa dizendo que deseja “saúde” ao presidente dos EUA. Afirma também que existem muitos norte-americanos “dignos, honestos e inspiradores” que querem viver “em paz e amizade” com a Rússia.

O presidente russo também diz que a classe governante dos Estados Unidos é responsável por “genocídios”. Cita o movimento Black Lives Matter, indaga onde o movimento começou e diz que até hoje os afro-americanos enfrentam a injustiça e extermínio.

É governando com tais ideias que a classe governante dos EUA resolve problemas internos e externos. Os EUA foram o único país que usou armas nucleares, e no mais contra um país não nuclear, contra o Japão no fim da 2ª guerra. Isso foi um extermínio direto da população civil“, afirmou Putin em março de 2021.

Assista ao vídeo de 18 de março de 2021 (5min39s):

Em outro vídeo, este de 23 de dezembro de 2021, Putin responde a uma jornalista sobre os motivos de a Rússia se sentir ameaçada pela aproximação da Otan no Leste Europeu.

Na época, o presidente russo já afirmava que tal expansão era “inaceitável“. Também indagava se era a Rússia quem tinha se aproximado dos EUA com mísseis.

Somos nós que colocamos mísseis junto das fronteiras dos EUA? Não. Foram os EUA que vieram com esses mísseis para perto de nós. Os mísseis estão na porta da nossa casa“, disse Putin.

Ele também questionou qual seria a reação dos norte-americanos se a Rússia agisse dessa forma. “Como os Estados Unidos reagiriam se colocássemos nossos mísseis na fronteira entre o Canada e os EUA, ou na fronteira do México com os EUA?“.

No mesmo trecho, o presidente russo diz que ninguém se lembra dos conflitos do México com os Estados Unidos.

Será que o México e os EUA nunca tiveram disputas territoriais? De quem eram a Califórnia e o Texas antes? Já esqueceram? Tudo bem, já passou. Ninguém lembra disso hoje como lembram da Crimeia. É incrível“, afirmou.

Os Estados é quem deveria dar garantias sobre a segurança, segundo Putin. Para ele, o Ocidente enganou a Rússia ao afirmar que não expandiria a Otan para o Leste Europeu nos anos 90. O presidente russo diz que “houve expansão” e que foi enganado “descaradamente“.

Assista ao vídeo de 23 de dezembro de 2021 (7min55s):

Fonte: Poder 360

Biden falará com aliados nesta 2ª sobre guerra na Ucrânia

 

President Joe Biden delivers remarks to Department of Defense personnel, with Vice President Kamala Harris and Secretary of Defense Lloyd J. Austin III, the Pentagon, Washington, D.C., Feb. 10, 2021. (DoD photo by Lisa Ferdinando)

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reunirá com aliados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) nesta 2ª feira (28.jan.2022) para discutir os desdobramentos do ataque da Rússia à Ucrânia. O objetivo do grupo é desenvolver uma resposta conjunta para o conflito, que entrou no seu 5º dia.

Segundo um comunicado divulgado pela Casa Branca, a conversa será feita via videoconferência, a partir das 11h15 locais (13h15 no horário de Brasília).

ONU

A Assembleia Geral ONU (Organização das Nações Unidas) também convocou uma reunião emergencial para esta 2ª. No encontro, devem ser discutidas novas sanções contra a Rússia.

A convocatória foi articulada pela diplomacia dos EUA na sequência do veto russo à resolução condenatória ao conflito na 6ª feira (25.fev). Será a 11ª sessão deste tipo desde 1950.

A Rússia vetou a resolução, mas não pode vetar nossas vozes, o povo ucraniano e a Carta das Nações Unidas. A Rússia não pode e não vai vetar a responsabilização”, disse a embaixadora do país norte-americano no Conselho de Segurança, Linda Thomas-Greenfield.

NEGOCIAÇÕES EM BELARUS

Também nesta 2ª feira (28.fev), Rússia e Ucrânia iniciaram negociações para o fim do conflito em Belarus. O consenso entre os 2 países sobre o diálogo abre a 1ª possibilidade de fim da guerra.

As conversas começaram pouco depois das 12h no horário local (6h em Brasília).

Fonte: Poder 360

Kakay: 1º turno já

Bolsonaro é 'serial killer' de crimes de responsabilidade, diz Kakay -  Notícias - R7 Brasília

“A vida não é o que deveria ter sido e sim o que foi. Cada um de nós é a sua própria história real e imaginária.” – Ferreira Gullar

É assustadora a instabilidade que o governo Bolsonaro implantou no país. Em todas as áreas. Ao desmantelar a saúde, a educação, a segurança e a cultura, esse governo fez o Brasil recuar décadas na escala civilizatória. Mesmo se derrotarmos o bolsonarismo nas próximas eleições, teremos um longo percurso para voltarmos a um patamar digno. E sabemos todos que, num sistema presidencialista, a reeleição é a regra, mesmo com um presidente que não parece sequer compreendender a importância e a relevância do cargo. Um completo inepto.

De todas as instabilidades que representam a tônica do governo, a institucional é a que mais preocupa em um ano eleitoral. Desde o início do exercício do seu mandato, o próprio Bolsonaro, por diversas vezes, cuidou de esticar a corda nas relações com os Poderes, numa tentativa clara e evidente de impor um projeto de ruptura.

Ele próprio, de maneira irresponsável e perigosa, provocou o Poder Judiciário com ameaças veladas ou explícitas no sentido de fechar o Supremo Tribunal, de aumentar o número de ministros para ter maioria, de não obedecer às ordens emanadas daquele tribunal, de não acatar as decisões da Corte Eleitoral e de desclassificar o processo de votação questionando a sua legitimidade. Sem contar os ataques pessoais aos ministros usando, inclusive, xingamentos e palavras de baixo calão. Um show de horror!.

Foi necessário que os ministros do STF e do TSE reagissem com dignidade e firmeza para impedir que a crise chegasse a um ponto insustentável. Até mesmo uma notitia criminis, assinada por todos os ministros do Tribunal Superior Eleitoral, foi apresentada ao Supremo contra o presidente da República. É um fato de gravidade ímpar, mas foi essencial para conter o ímpeto golpista do chefe do Executivo.

O mesmo tratamento desrespeitoso e indigno foi dispensado ao Poder Legislativo pelo presidente Bolsonaro. Um completo acinte ao princípio básico da harmonia necessária entre os Poderes para existir uma democracia saudável e segura. O país vive, desde o início desse governo, um período de sobressaltos e de instabilidade. Por isso, mais do que nunca, é preciso resistir. Apoiando-nos em Clarice Lispector: “Perdi muito tempo até aprender que não se guarda as palavras. Ou você as fala, as escreve, ou elas te sufocam”.

Bolsonaro tentou quebrar a ordem constitucional de diversas maneiras. Uma delas foi a subleitura criminosa e vulgar do artigo 142 da Carta Magna, na tentativa de emplacar a ideia de que as Forças Armadas seriam uma espécie de tutor da nação. O que pretendia o Presidente era emplacar um “golpe constitucional”. Ora, todo golpe é contra a Constituição e visa a instalar o arbítrio e a força. Só não seguiu adiante por não ter o respeito junto à cúpula das Forças Armadas. Tivesse o presidente força para tal, hoje estaríamos sob o jugo de uma ditadura.

E são vários os movimentos que buscam criar um ambiente propício para a ruptura institucional. Um deles é a onda armamentista, responsável por fazer um grande grupo de civis ser detentor de armas, muitas de grosso calibre. Hoje, temos quase 1 milhão e meio de armas nas mãos da população, sem nenhum preparo específico. Isso representa um contingente maior do que possuem os integrantes das forças de segurança do país. Um claro risco para a estabilidade democrática.

E nesse caos, com o Brasil à deriva e completamente desfigurado e sem respeito na comunidade internacional, vimos aproximar as eleições para Presidência da República. Será a votação mais importante da história da nossa curta democracia.

Em um país que voltou ao mapa da fome da ONU, do qual havíamos saído em 2012, com 20 milhões de pessoas passando fome diariamente e 116 milhões de brasileiros em estado de insegurança alimentar –aqueles que não têm certeza do que comerão ao longo do dia– e com um índice humilhante de desemprego, enfrentamos uma tempestade diabólica antes de depositarmos nossa esperança de mudança no voto.

Remetendo-nos a Sophia de Mello Breyner, no poema Liberdade: “Aqui nesta praia onde Não há nenhum vestígio de impureza, Aqui onde há somente Ondas tombando ininterruptamente, Puro espaço e lúcida unidade, Aqui o tempo apaixonadamente Encontra a própria liberdade.”

Em meio a todo esse caldo de cultura, criamos o Movimento pelo Brasil, como já tivemos oportunidade de comentar. A intenção é de que todos os democratas se unam no 1º turno das eleições para eleger Lula e afastar, pelo voto, o fascismo e a barbárie.

E volto ao assunto por uma preocupação específica: a manutenção da segurança institucional no período entre o 1º e o 2º turno, se houver. Todas as investidas de ruptura ao longo do governo estarão de volta no curto período de 2 a 30 de outubro, certamente de maneira mais agressiva.

Não há dúvida de que o bando que governa o país vai recrudescer na tentativa de manter os privilégios e continuar o saque a que estamos sendo submetidos. A violência física vai passar a ser a forma de manifestação oficial do governo, que já submete boa parte da população –os negros, as mulheres, os pobres e os invisíveis– a uma humilhação permanente.

É hora de dar uma esperança à nação, de buscar resgatar uma alegria perdida e uma expectativa que faça o cidadão acreditar que é possível ser feliz de novo. O embrutecimento fascista fez do Brasil um país sem cor, sem alegria e sem charme.

Éramos Éramos vistos como o país do futuro; hoje, somos um retrato opaco na parede. Perdemos o rumo. Ninguém suporta mais o permanente estado de tensão e as atrocidades feitas em nome do governo. É hora de enfrentar a inacreditável horda de fantoches e fantasmas que estão saindo do armário e assumindo a barbárie como projeto. Ou seremos magnânimos, para superar as diferenças partidárias e nos unirmos contra esse projeto fascista de destruição nacional, ou seremos todos responsáveis pelo destino que se anuncia e se apresenta demolidor. A causa da democracia e da estabilidade institucional impõe a todos a responsabilidade de sentarmos à mesma mesa. Antes que seja tarde, nós nos lembraremos do grande Mário Quintana: “O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente…”

Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay.

Prefeitura de Parnamirim retoma pontos extras no Nordestão e Uninassau

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad), retomou na última quinta-feira (24) a vacinação no supermercado Nordestão da Avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim. O ponto da Uninassau, na Cohabinal também segue permanente, bem como das UBS.

A vacinação itinerante percorreu praticamente todos os bairros do município. Os pontos escolhidos foram as escolas, locais estratégicos para a buscativa das crianças, que segue baixa. A ação beneficiou a sociedade como um todo, além estreitar os laços da instituição com a comunidade.

Acompanhe o cronograma para D1, D2 e D3 desta semana:

Nordestão da Maria Lacerda
Horário: das 8h das 14h

Uninassau da Cohabinal
Horário: das 8h às 14h

UBS
Horário: verificar com a própria unidade.

Câmara oficializa o União Brasil, partido com maior número de deputados

União Brasil – Wikipédia, a enciclopédia livre

A Câmara formalizou nesta quarta-feira (23) o reconhecimento ao União Brasil, partido resultante da fusão do PSL com o DEM. A nova sigla nasce como a maior da Casa, com 81 dos 513 deputados. Em segundo lugar aparece o PT, com 53 integrantes. O PL, do presidente Jair Bolsonaro, é o terceiro, com 43 membros.

O União Brasil será liderado pelo deputado Elmar Nascimento (BA), que já liderou a bancada do DEM e tem relações estreitas com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, ex-presidente do DEM e agora secretário-geral do novo partido.

A composição das bancadas sofrerá mudanças em março, no período da janela partidária. Nomes ligados ao presidente Jair Bolsonaro, como as deputadas Bia Kicis (DF) e Carla Zambelli (SP), por exemplo, deixarão o União Brasil. Outros parlamentares, porém, são aguardados na nova legenda, que deverá manter posição de independência em relação ao governo. O União terá sete senadores e discute a criação de uma federação com MDB, PSDB e Cidadania.

O número de legendas na Casa caiu para 23. Nas eleições de 2018 foram eleitos representantes de 30.

De lá para cá, com a cláusula de barreira, houve a incorporação do Partido Republicano Progressista (PRP) ao Patriota; e do Partido Pátria Livre (PPL) ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). No ano passado, o TSE aprovou o pedido de incorporação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) ao Podemos.

Poder 360

Desemprego diminui no RN e em mais 18 estados

Foto de uma carteira de trabalho

O mercado de trabalho mostrou forte geração de vagas ao fim de 2021. No Brasil, a taxa média anual de desemprego caiu de 13,8% em 2020 para 13,2% em 2021 e esse movimento de queda foi acompanhado pela maior parte das regiões. O Rio Grande do Norte fechou 2021 com uma média anual de 1,287 milhão de pessoas ocupadas, o que significa 1,6% a mais que em 2020 (1.226 milhão de pessoas ocupadas) e uma taxa média de desemprego de 14,8%, um recuo de 1,3 ponto percentual ante o ano anterior (16,1%).  No País, 19 das 27 unidades da Federação também apresentaram recuo nessa taxa anual e três apresentaram estabilidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A PNAD Contínua, que trouxe também os dados do último trimestre de 2021, mostra que a taxa caiu de 14,7% no terceiro trimestre para 12,7% no quarto trimestre do ano passado, a mais baixa desde o início da pandemia de covid-19 no primeiro trimestre de 2020. Além da diminuição de dois pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, a taxa caiu quase três pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre de 2020 (15,6%).
Considerando a Pnad trimestral, o RN tem a 11ª maior taxa de desocupação do País, porém a 3ª menor do Nordeste. Enquanto Santa Catarina (4,3%) e Mato Grosso (5,9%) estão em melhor situação no mercado de trabalho do País, Amapá (17,5%) e Bahia (17,3%) têm os piores índices.
A PNAD Contínua estima, em números absolutos, que a força de trabalho potiguar era de 1,53 milhão de pessoas no quarto trimestre do ano passado, dos quais, 1,341 milhão estava ocupado. No comparativo com o último trimestre de 2020,  quando o Estado tinha 1.272 milhão de pessoas ocupadas, esse contingente  aumentou 5,4%.
Da força de trabalho, 194 mil estavam desocupadas no último trimestre de 2021, ante 235 mil no mesmo período de 2020. Com isso, o número de desocupados teve queda tanto na comparação com o trimestre anterior (-12,2%), quanto no mesmo período do ano passado (-17,4%). Considerando o consolidado de 2021, houve recuo de 5% na população desocupada, que saiu de 235 mil (2020) para 223 mil (2021).
São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho e que tomaram alguma providência para conseguir emprego, como entregar currículo, atender a entrevistas de emprego, inscrever-se em concurso, entre outras atitudes. Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram êxito.