Vereador Abidene descarta disputar a prefeitura, mas quer ser vice em 2020

O suplente dos deputados estaduais coronel Azevedo e Cristiane Dantas, o vereador Abidene Salustiano do PSC, candidato mais bem votado, na última eleição em Parnamirim, com 6.315 votos, vem tendo o seu nome cotado para compor uma das chapas na eleição majoritárias de 2020. Sempre com uma atuação voltada para bem servir a população mais carente da cidade Trampolim da Vitória, Abidene consolidou seu espaço na política de Parnamirim com sua humildade e zelo com a coisa pública. Amigo particular do deputado coronel Azevedo, com quem têm uma sintonia boa, quando o assunto é a política e o interesse do povo do Rio Grande do Norte. O deputado esteve visitando o gabinete do vereador na Câmara Municipal de Parnamirim e o assunto principal foi a possibilidade da mudança de partido do coronel Azevedo e sua candidatura a prefeito de Natal, consolidando sua disposição de fazer oposição ao projeto da governadora Fátima Bezerra. Mas, a política local também foi tratada pelos dois políticos, o vereador Abidene não escondeu a vontade de fortalecer o projeto político liderado pelo Prefeito Rosano Taveira que atualmente enfrenta dificuldades na articulação política de seu grupo. Abidene não descarta a possibilidade de ser o vice, mas, por enquanto, o seu projeto é fortalecer o seu partido e ampliar o espaço do PSC na Câmara Municipal de Parnamirim, fazendo três vereadores. Abidene Salustiano descartou totalmente a disputa pela prefeitura de Parnamirim, estando sempre disposto a contribuir para o crescimento da cidade. O coronel e deputado estadual Azevedo ouviu e ficou feliz com a posição do suplente que poderá se tornar deputado estadual, caso o projeto de Natal seja vitorioso.
[29/4 12:20 AM] Gilson Moura Mano Atual: Vereador Abidene descarta disputar a prefeitura, mas quer ser vice em 2020

Parnamirm faz história ao homenagear o imortal padre João Medeiros Filho

Em uma sessão bastante concorrida, promovida pelo vereador Abidene Salustiano, a Câmara Municipal de Parnamirim presta duas homenagens ao imortal padre João Medeiros Filho. A primeira honraria, foi o título de cidadão Parnamirinense e a segunda honraria foi alusiva aos 54 anos de ordenação sacerdotal do homenageado. Os amigos e familiares lotaram as dependências do plenário, compareceram ao evento várias autoridades, representante do judiciário, desembargador Amílcar Maia, o prefeito da cidade de Jucurutu, Valdir Medeiros, ex-secretários da prefeitura de Parnamirim, os arcebispos eméritos, Dom Matias Patrício de Macedo e Dom Heitor de Araújo Sales, Monsenhor Lucas Batista Neto, as irmãs da congregação de Emaús. Em seu brilhante e erudito discurso, o padre João Medeiros citou os clássicos literários, como a Ilíada de Homero e a Bíblia Sagrada, bem como ressaltou o conceito de cidadania, como sendo “[…] conjunto de direitos e deveres exercidos por um indivíduo que vive em sociedade[…]” e enfatizou a importância do exercício dessa. O homenageado dedicou a honraria recebida aos profissionais da área da saúde e da educação, ademais rememorou os momentos em que contribuiu para a formação católica dos militares e da comunidade Parnamirinense, assim como as relações de amizade que mantinha com o então prefeito Agnelo Alves. O padre João como educador parabenizou o vereador Abidene Salustiano pelo projeto biblioteca itinerante disponibilizada aos munícipes Parnamirinenses. Em todos os momentos da cerimônia, o padre João Medeiros emocionou a plateia com seus ensinamentos, rememorando conceitos do direito, da filosofia e da vida cristã. Além disso, destacou a importância da prática da cidadania para promoção de uma convivência mais harmônica na sociedade hodierna.

Trump promete saída dos Estados Unidos do Tratado sobre Comércio de Armas

Os Estados Unidos prometem abandonar o Tratado sobre Comércio de Armas (TCA). O anúncio foi feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, em reunião da Associação Nacional do Rifle (NRA), ocorrida que em Indianápolis (Nordeste dos EUA), nesta sexta-feira (26).

“Jamais deixaremos que burocratas estrangeiros pisem nas liberdades garantidas pela segunda emenda” da Constituição, explicou Trump ao comunicar sua intenção. O tratado visa pôr fim ao comércio ilícito de armamentos e equipamentos para finalidade não autorizada.

Conforme o termo, são proibidas exportações de armamentos caso haja conhecimento de uso contra civis, em crimes de guerra, ou se houver risco de apropriação pelo crime organizado. Os países signatários do tratado devem reforçar o controle interno para que não haja venda de armamentos e equipamentos, desde de pistolas a mísseis, aviões e navios de guerra.

A decisão de Trump foi criticada pelas Nações Unidas. Conforme o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, o TCA “é o único instrumento em escala mundial que busca melhorar a transparência e a responsabilidade no comércio internacional de armas”.

O acordo foi aprovado há seis anos por 154 países em assembleia das Nações Unidas (ONU), com o voto dos Estados Unidos e também do Brasil. À época, votaram contra o tratado países não alinhados aos norte-americanos como a Coreia do Norte, Síria e Irã. Rússia e China se abstiveram.

Até o momento, o tratado foi ratificado por 101 países. No Brasil, o termo foi assinado em junho do ano passado pelo então presidente da República Michel Temer.

(Diário do poder)

Reforma da Previdência vai equilibrar contas públicas, diz Alcolumbre

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse hoje (26) que o Congresso Nacional vai aprovar uma reforma da Previdência capaz de equilibrar as contas públicas do país e gerar mais emprego e renda.

“Há, sim, na reforma, pontos em que há certa divergência entre deputados e senadores. É natural da democracia, vamos debater. Nós vamos entregar para o Brasil uma reforma que possa de fato equilibrar as contas públicas e dar tranquilidade jurídica para o Brasil se desenvolver para gerarmos emprego, gerar mais renda para a população e darmos para os brasileiros o que eles esperam na classe política: emprego. É o que os brasileiros querem e a reforma vai proporcionar isso”, afirmou Alcolumbre.

Segundo Alcolumbre, o presidente Jair Bolsonaro espera que a reforma saia do Congresso com a força suficiente para provar que o Brasil tem capacidade de ajustar suas contas e de seguir um novo caminho. O senador lembrou que o presidente tem dito que quem trata da economia no seu governo é o ministro Paulo Guedes. “Ele tem humildade de falar isso como presidente da República para mostrar para a nação brasileira, como líder da nossa nação, que ele delegou essa atribuição ao ministro da Economia, que tem todo nosso respeito, nosso reconhecimento e a nossa admiração”, afirmou.

Câmara

Ontem (25), após acordo de líderes, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou os nomes dos deputados Marcelo Ramos (PR-AM) para presidir a comissão especial que analisará a reforma da Previdência e Samuel Moreira (PSDB-SP) para a relatoria do parecer. A comissão especial foi instalada nessa quinta-feira. A primeira sessão do colegiado será no dia 7 de maio.

(Diário do poder)

Maia anuncia o comando da comissão especial de reforma da Previdência

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, anunciou na manhã desta quinta (25) o deputado Marcelo Ramos (PR-AM) como presidente da comissão especial sobre a reforma da Previdência na Casa. A relatoria ficará com o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).

A decisão foi anunciada após uma reunião entre Maia, líderes de partidos e o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

“Para nossa felicidade, tinha muita procura para presidir e relatar a matéria. Decidimos em conjunto, todos aqui presentes, a presidência ao Marcelo do PR e a relatoria ao deputado Samuel do PSDB”, disse Maia. “Espero que o relator Samuel consiga construir um sistema que ele tenha subrelatores, porque a demanda para ajudar é muito grande.”

Maia afirmou ainda que gostaria de ter escolhido os deputados Pedro Paulo e Arthur Maia, ambos do seu partido — assim como deputados de outros partidos tinham interesse em assumir as posições —, mas que acredita que os dois escolhidos terão um papel importante na reforma da Previdência.

“Espero que o relator possa construir um processo do voto dele, ouvindo e colocando esses parlamentares em uma participação de forma efetiva, até porque uma votação dessa é uma construção coletiva, e não individual”, concluiu o presidente da Câmara.

A criação da comissão foi anunciada por Rodrigo Maia nesta quarta (24) e será instalada ainda nesta quinta. A comissão especial terá 49 integrantes e 49 suplentes.

Na primeira etapa da tramitação do projeto na Casa, o parecer do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG) pela admissibilidade do texto foi aprovado por 48 votos a 18 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na terça (23).

Em comunicado em rede nacional, o presidente Jair Bolsonaro agradeceu aos parlamentares e a Maia pela aprovação no colegiado. “O governo continua a contar com o espírito patriótico dos parlamentares para a aprovação da Nova Previdência nessa segunda etapa e também, posteriormente, no plenário da Câmara dos Deputados”, completou.

(Diário do poder)

Rodrigo Maia nega impeachment de Mourão e vê ‘denúncia inadmissível’

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou nesta quarta-feira (24) o seguimento à denúncia com pedido de impeachment apresentada pelo deputado Pastor Marco Feliciano (Pode-SP) contra o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB).

Maia disse que a denúncia é “inadmissível” e tem “propósito acusador”, por se tratar de condutas não referentes ao exercício do cargo.

Feliciano pediu o impeachment de Mourão por acusá-lo de “conduta indecorosa, desonrosa e indigna” e de “conspirar” para conseguir o cargo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A rejeição do pedido de impeachment acontece em meio a intensificação das críticas do filho do presidente e vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSL), que tem exposto posicionamentos do vice-presidente contrários ao de seu pai como uma suposta estratégia de Mourão para suceder Jair Bolsonaro.

(Diário do poder)

Governo vence de goleada na aprovação da reforma daPrevidência na CCJ: 48×18

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou na noite dessa terça-feira (23), por um placar de 48 votos a 18, o texto do relator Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) pela admissibilidade da Prosposta de Emenda à Constituição (PEC 6/19), que trata da reforma da Previdência. A PEC segue agora para análise de uma comissão especial que, segundo a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann, deve ser instalada nesta quinta (25).

A PEC da reforma da Previdência está em tramitação na Câmara há dois meses. Para concretizar a aprovação de seu relatório, o deputado  Delegado Marcelo Freitas, apresentou uma complementação de voto para retirar quatro prontos da proposta, que, segundo ele, estavam em desacordo com a Constituição. O secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, acompanhou o anúncio da medida.

Os quatro itens que foram suprimidos da proposta foram negociados com líderes da base governista. O primeiro é o fim do pagamento da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do recolhimento do fundo do trabalhador aposentado que voltar ao mercado de trabalho.

O segundo ponto é a concentração, na Justiça Federal em Brasília, de ações judiciais contra a reforma da Previdência. Os outros pontos são a exclusividade do Poder Executivo de propor mudanças na reforma da Previdência e a possibilidade de que a idade de aposentadoria compulsória dos servidores públicos (atualmente aos 75 anos) seja alterada por lei complementar, em vez de ser definida pela Constituição, como atualmente.

(Diário do poder)

CCJ começa a votação da admissibilidade da reforma da Previdência

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados está reunida neste momento para analisar a proposta do Executivo para reforma da Previdência (PEC 6/19). O relator, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), vai apresentar uma complementação de voto que retira quatro pontos do texto original.

Devem ser excluídos os trechos que tratam:
– do fim da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para aposentados que continuam trabalhando;
– da possibilidade de redução por meio de lei complementar na idade de aposentadoria compulsória de servidor, hoje em 75 anos;
– da prerrogativa exclusiva do Executivo para propor mudanças nas regras de aposentadoria; e
– da restrição que previa a possibilidade de ações contra a Previdência Social somente na Justiça Federal.

Segundo Freitas, a complementação de voto não reabre prazo para discussão nem para pedido de vista.

 

Divulgação de dados

Um aspecto que pode atrapalhar a análise da proposta na CCJ é a recusa do Ministério da Economia de compartilhar informações que embasam o texto do Executivo. Alguns deputados pediram esses dados ao ministério mas não obtiveram resposta.

Pelo Twitter, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, informou que conversou com o secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, para que ele apresente nesta quinta-feira (25) os números que embasam a proposta. Antes, portanto, da instalação da comissão especial que analisará a reforma.

(Diário do poder )

Com dificuldade no Congresso, Governo aceita mudanças na reforma da Previdência

O acordo para votar a proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados amanhã (23) não terá modificações com impacto fiscal nem terá alterações na “espinha dorsal do projeto”. A afirmação é do secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

“É possível [fazer] algumas modificações. Mas não haverá impacto fiscal, nem se mexerá na espinha dorsal do projeto no que tange à questão previdenciária”, disse Marinho, ao deixar o Ministério da Economia, em Brasília.

Originalmente, a votação da reforma na CCJ da Câmara, que avalia se a proposta não viola a Constituição, estava prevista a última quarta-feira (17). No entanto, a votação foi adiada para amanhã (23).

“Amanhã haverá a votação. É a informação que eu tenho dos líderes, Inclusive do próprio presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Felipe Francischini (PSL-PR), do presidente Rodrigo Maia e daqueles que fazem parte da comissão. A maior parte dos partidos que estão alinhados com a pauta estão convencidos da necessidade de ultrapassarmos essa etapa. Até porque ao mérito iremos discutir oportunamente na Comissão Especial”, disse Marinho.

No último dia 17, o líder do PP na Câmara, deputado Arthur Lira (AL) disse que o governo aceitou as retiradas de pontos da reforma na CCJ, como o fim do pagamento da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do recolhimento do fundo do trabalhador já aposentado que voltar ao mercado de trabalho.

(Diário do poder )

‘Já demos uma trava na Petrobras’, diz Onyx Lorenzoni a caminhoneiro em áudio

Em uma mensagem de áudio enviada a um caminhoneiro, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comentou medidas articuladas pelo Palácio do Planalto para atender demandas da categoria que paralisou o país em maio do ano passado e afirmou ao interlocutor que o governo havia dado uma “trava” na Petrobras para evitar reajustes de combustíveis com frequência inferior a 15 dias.

Logo no início da conversa, para exemplificar o apoio do governo, ele lista algumas iniciativas, entre elas, o que seria uma interferência nos reajustes de preço de combustíveis na Petrobras.

“Já demos uma trava na Petrobras. Qualquer modificação de preço, no mínimo entre 15 e 30 dias, não pode ter menos que isso”, afirma o interlocutor que seria Onyx.

Ele também diz que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) trabalha para melhorar as condições dos caminhoneiros e em breve faria uma manifestação de apoio à categoria:

“O presidente entrou nisso, tu vai ver que já muitas coisas vão começar a acontecer já nesta semana. O presidente amanhã deve se manifestar pelas redes sociais em direção à categoria dos caminhoneiros, particularmente aos autônimos”, diz no áudio.

A conversa teria ocorrido com o caminhoneiro Marconi França em 27 de março, uma quarta-feira, segundo narrou à reportagem o próprio França.

Na véspera (26 de março), a Petrobras havia anunciado, por meio de nota, mudanças na política de reajuste de diesel. As revisões de preços passaram a respeitar um prazo mínimo de 15 dias.
No mesmo dia foi anunciado o cartão pré-pago para os caminhoneiros.

No dia seguinte (28), em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro fez uma manifestação de apoio aos caminhoneiros e tratou das medidas anunciadas pela Petrobras.

França disse à reportagem que, na época, teve autorização do ministro para compartilhar o áudio. “Foi uma conversa minha com ele [Onyx]. Ele é um cara que está aberto ao diálogo, está tentando resolver os problemas da categoria e ao mesmo tempo um problema do governo, porque, sem caminhão, o Brasil para.”

O caminhoneiro conta que a sua ideia era acalmar os ânimos dos colegas. “Eu soltei nos grupos para dizer assim: ‘Olha, gente, vamos ficar quietos. Eu sei que está ruim, está difícil, mas está aí a palavra do Onyx, que está tentando resolver, tentando nos ajudar. O governo não está de braços cruzados. Isso é um problema de 30 anos e a gente não pode bater num governo de três meses’”, afirmou França.

Ele disse não saber por que o áudio voltou circular. “Talvez sejam pessoas interessadas em uma nova paralisação.”

Nesta semana, caminhoneiros divulgaram que farão nova paralisação no dia 29.

Conversas sobre uma nova manifestação se intensificaram após o anúncio de reajuste de R$ 0,10 no preço do diesel, na quarta-feira (17), seis dias após a estatal voltar atrás no último aumento, por determinação do presidente da República.

França disse ser contra a greve neste momento. “O governo Bolsonaro está disposto a nos ajudar. Nunca tivemos acesso a um ministro da Casa Civil”, afirmou.

(Diário do poder)

A ressureição na política pode acontecer, mas precisa de muita oração e ovo Páscoa

A ressurreição do prefeito Taveira só ocorrerá se ele entender o real propósito dessa Páscoa eleitoral. Com uma política centralizadora e recebendo a influência dos filhos, a administração do coronel até agora só priorizou a continuação do saneamento básico, obra inacabada das gestões de Agnelo e de Maurício. O prefeito preferiu desprezar a atividade econômica como fonte geradora de impostos e resolveu mirar no IPTU para aumentar sua arrecadação. Sentado em cima de um colchão de recursos não utilizados em benefício da população, o coronel segue tocando sua administração sem nenhuma inovação e torcendo por uma divisão da oposição, com isso ele novamente se beneficiará e se manterá sentado na cadeira de prefeito. Vale lembrar que cada pleito tem sua história e seus ensinamentos, na eleição do ano passado, o eleitor fez um acerto de conta com os políticos, resolvendo apostar em gente desconhecida e sem emoção, decidiu friamente matar politicamente figuras tradicionais, dando oportunidade àqueles que se apresentaram como o novo. O coronel Taveira surfou nessa onda em 2016 e agora já está chegando à praia, mais uma eleição, sem nenhuma uma prancha, ou seja, o apoio popular. Isso se deu por três fatores: a falha na comunicação, a influência dos filhos na administração e a forma centralizadora do gestor, especialmente por privilegiar apenas três figuras: Giovani Júnior, Cel. Marcondes e Wolney. O prefeito está esquecendo de abrir diálogo com o grupo de Airene Paiva, Elienai Cartaxo, Abidene, professor Ítalo (PSDB) e setores isolados da câmara como alguns vereadores, sem esquecer de acenar sempre para o presidente da câmara Irani Guedes. Além disso, é importante não ficar perdendo tempo com Carlos Eduardo, pois ele já usou o seu trunfo político, como filho de Agnelo nas últimas eleições e não terá força, nem coragem de gastar na campanha de ninguém para influenciar na sucessão local. Feito isso, o coronel conseguirá organizar sua ressurreição política na cidade Trampolim da Vitória. Fica o conselho do ditado popular, só percebemos o valor da água depois que a fonte seca, trocando em miúdos, além do mais, a Páscoa é a ressurreição e eles querem ganhar o seu presentinho de páscoa.

Joe Biden anuncia pré-candidatura às eleições presidenciais nos EUA, na quarta

De acordo com a imprensa dos EUA, o ex-vice presidente Joe Biden, 76, vai anunciar a sua candidatura para as primárias do Partido Democrata na próxima quarta-feira (24) para concorrer a Presidência.

NBC News e outros veículos da imprensa indicaram que a decisão de Biden já estava tomada, já que em 2016, desistiu de concorrer devido a morte de seu filho Beau, por câncer.

Biden vai concorrer com vários membros da ala mais à esquerda para tentar ser escolhido pelo partido para concorrer a Casa Branca contra Donald Trump.

Joe Biden foi vice no governo de Barack Obama e é considerado um político veterano e experiente.

(Diário do poder)

Governo demite general que ocupava a secretaria de Esportes

O general Marco Aurélio Vieira foi exonerado do cargo de secretário especial de Esporte do Ministério da Cidadania. A decisão foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.
Vieira foi convidado para o cargo em dezembro de 2018, após o governo federal confirmar a extinção do antigo Ministério do Esporte. A pasta passou a fazer parte do Ministério da Cidadania, chefiado por Osmar Terra (MDB-RS). O governo não divulgou quem será o substituto na secretaria, mas o ministro finalmente terá a oportunidade de nomear para o cargo alguém da sua escolha.
General três estrelas e de reserva, Vieira foi desportista militar, trabalhou como diretor-executivo de Operações da Rio-2016 e cuidou do evento da tocha olímpica.
Nos últimos anos, o governo federal reduziu o investimento no esporte. Desde 2015, quando o orçamento da pasta –que existia desde 1995– foi de R$ 3,9 bilhões (em valores atualizados), as receitas disponíveis para a área vem caindo. Em 2018, o montante foi de R$ 1,5 bilhão, cerca de 0,4% do total do país.

(Diário do poder)

Paulo Guedes diz que país não pode ficar parado esperando a reforma

O Brasil não pode ficar parado esperando a aprovação da reforma da Previdência, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião, hoje (17), com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na residência oficial do Senado, em Brasília.

“Não podemos ficar parados esperando isso [reforma da Previdência]. Isso vai ser votado em 2, 3, 4 meses. E temos que continuar deflagrando as reformas”, disse Guedes.

O ministro defendeu o aperfeiçoamento do pacto federativo, para os recursos públicos serem melhor distribuídos, chegando “onde o povo está”, nos estados e municípios. “Isso vai devolver o protagonismo à classe política. O povo não vive em Brasília”, ressaltou.

Senado

O senador Alcolumbre disse que os senadores vão protagonizar o movimento pelo pacto federativo no país. “O pacto federativo tem que estar na pauta do governo e a gente sente que está. Precisamos fazer com que os recursos públicos cheguem na ponta. Esse protagonismo o Senado vai pilotar nesse período”.

Os senadores começarão a discutir o tema enquanto os deputados concentram suas atenções na reforma da Previdência.

A regulamentação do pacto federativo, que expressa as competências e obrigações de cada ente da federação, é uma demanda dos governadores. Na prática, representa uma nova repartição de recursos públicos para os estados. Alcolumbre adiantou que, a partir da próxima semana, o Senado criará grupos temáticos para “aprofundar a discussão e apresentar para a sociedade brasileira”.

Equilíbrio fiscal

O ministro Paulo Guedes disse que o governo está elaborando o plano de equilíbrio financeiro para os estados e municípios. Nesse plano, segundo o ministro, o governo estuda antecipar até R$ 6 bilhões do dinheiro que será arrecadado com o leilão da cessão onerosa do petróleo, previsto para o fim do ano.

“Desde o ano passado falo que gostaria de compartilhar esses recursos com estados e municípios. Mas só posso fazer esse movimentos se eu tiver garantia que as reformas vão ser aprovadas. Essa é a engenharia política que está em andamento”, afirmou.

No total, o plano de equilíbrio deve chegar a R$ 10 bilhões. “Estamos lançando o plano de equilíbrio financeiro, onde estamos pegando mais do que era a Lei Kandir [desoneração do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre alguns produtos destinados à exportação, com a respectiva compensação aos estados pela União] de R$ 1,9 bilhão, mais do que o fundo de exportações [Fundo de Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX)], que era de um pouco menos de R$ 2 bilhões”, disse.

Entretanto, Guedes defendeu que será preciso aprovar as reformas para que a União possa ajudar estados e municípios. “Sem as reformas, a União também está em dificuldade e é um abraço de afogados. A União vai ajudar estados e municípios como, se ela também está afogada?”, argumentou.

Para Guedes, o adiamento da votação da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça para a próxima terça-feira (23) é resultado de inexperiência de alguns parlamentares. “Tem esses pequenos desajustes que vêm até de uma relativa inexperiência. Tem um grupo chegando, tem um grupo que já estava estabelecido, conhece mais as práticas regimentais”, disse.

Para o ministro na comissão deveria ser discutida apenas a constitucionalidade da proposta, sem decisão de mérito. “A hora de fazer política não é dentro da comissão. Ali é uma análise técnica da constitucionalidade das medidas”.

(Diário do poder)