O cantor Zezo teve a sede empresarial invadida por criminosos na noite de domingo (14). O galpão, que fica localizado em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, foi alvo pela segunda vez em pouco mais de 30 dias.
“Invadiram minha sede e levaram novamente toda a fiação, instalação e alguns equipamentos. Na primeira vez o prejuízo foi de quase 60 mil, e agora foi em torno de 10 mil, ou seja, em menos de um mês uma perda de mais de 70 mil reais”, lamenta o cantor.
O local é utilizado pelo artista para guardar equipamentos, ônibus e serve como base dos funcionários. Uma moto de um colaborador também foi levada. Zezo fala sobre sua indignação diante do caso. “Estamos a mercê da bandidagem e não sei quando isso vai parar”, disse.
Um policial militar matou dois colegas de trabalho na manhã desta segunda-feira (15) em Salto (SP). O ataque ocorreu por volta das 9h. O atirador se entregou e foi detido.
De acordo com relato de testemunhas, um sargento, identificado como Gouveia, invadiu e trancou uma sala na 3ª Companhia da Polícia Militar de Salto e atirou contra as vítimas, o sargento Roberto da Silva e o capitão Josias Justi, comandante da PM na cidade.
O atirador estava com um fuzil e a motivação do crime é desconhecida. Bombeiros foram chamados para atender a ocorrência, mas os policiais não resistiram aos ferimentos e morreram no local.
Capitão Josias Justi (à esquerda) e sargento Roberto da Silva foram mortos a tiros por colega na base da Polícia Militar, em Salto (SP) — Foto: Reprodução
Um registr0 feito logo após a tragédia mostra viaturas das equipes de resgate em frente à 3ª Companhia da PM. Peritos e até o helicóptero Águia, da PM, também foram à base da corporação em Salto. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba (SP).
Policial Militar matou dois colegas de trabalho na 3º CIA de Salto (SP) — Foto: V. Lenzi Jr./Jornal Taperá
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a corregedoria da corporação acompanha a investigação do crime para esclarecer a motivação.
Corpos de PMs são retirados da 3ª Companhia da Polícia Militar, em Salto (SP) — Foto: V. Lenzi Jr./Jornal Taperá
“É com extremo pesar que a Polícia Militar informa que nesta segunda-feira (15), por volta das 9h, dois policiais militares foram atingidos por disparos de arma de fogo efetuados por um Sargento da Instituição por razões ainda a serem esclarecidas. O crime ocorreu nas dependências da 3ª Companhia do 50º Batalhão de Polícia Militar do Interior (50º BPM/I), situada na cidade de Salto. Infelizmente, as vítimas entraram em óbito. Todas as providências de Polícia Judiciária Militar estão em andamento neste momento e a Corregedoria da Instituição acompanha as apurações”, completa a pasta.
Policial militar trancou 3ª Companhia da corporação e matou dois colegas de trabalho em Salto (SP) — Foto: Google Maps/Reprodução
Luto em Salto
Após o ocorrido, a Prefeitura de Salto divulgou uma nota de pesar e decretou luto por três dias. Confira abaixo, na íntegra:
“Com profunda consternação, a Prefeitura de Salto lamenta a morte do capitão Josias Justi da Conceição Junior, comandante da 3ª Companhia da Polícia Militar de Salto, e do 2º sargento Roberto da Silva, também integrante dessa companhia, se solidarizando com familiares e amigos, pelas irreparáveis perdas. Em sinal de pesar, fica decretado luto oficial de três dias, devendo a bandeira do município ser hasteada a meio mastro, na sede do Paço Municipal e nas repartições municipais.”
Operação Arcanjos VI foi deflagrada nesta sexta-feira (12). Homem de 43 anos é suspeito de armazenar material contendo cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Polícia Civil potiguar deflagraram nesta sexta-feira (12) uma operação conjunta com o objetivo de combater crime cibernético de armazenamento de conteúdo contendo cenas de abuso sexual de criança e adolescentes. A operação Arcanjos VI tem como suspeito um homem de 43 anos que mora em Mossoró.
As investigações sobre os crimes cometidos por este homem começaram em dezembro do ano passado. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRN) e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Mossoró apontaram que, em menos de dois meses, o suspeito armazenou em seu computador material que continha cenas de abuso sexual de crianças e/ou adolescentes. Essa prática constitui crimes previstos no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).
No momento do cumprimento do mandado os investigadores fizeram buscas para confirmar o armazenamento de CSAM pelo suspeito. A nomenclatura é de origem estrangeira “Child sexual abuse material”, e refere-se, em livre tradução, à “material de abuso sexual infantil”, termo mais adequado para ser abordado nas investigações, por dar ênfase à situação de vulnerabilidade das vítimas. As evidências colhidas no local da busca serão encaminhadas ao laboratório forense computacional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPRN, para serem analisadas.
Ao todo, participaram do cumprimento do mandado de busca e apreensão uma promotora de Justiça, quatro servidores do MPRN, uma delegada de Polícia Civil e quatro agentes da PC.
Disque Denúncia
O MPRN reforça à população que continua recebendo denúncias anônimas de crimes. As comunicações podem ser realizadas pelo Disque Denúncia 127, que é um canal direto do MPRN. O cidadão pode ligar gratuitamente para o número. A identidade da fonte será preservada.
Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por WhatsApp para o número (84) 98863-4585 ou por e-mail denuncia@mprn.mp.br.
Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No WhatsApp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas.
Suspeitos roubam equipamentos e deixam oito cidades sem abastecimento de água no Agreste Potiguar. Devido a ação, as cidades estão sem o serviço desde a madrugada desta quinta-feira (11), depois que criminosos estiveram em uma estação de bombeamento em Serra Caiada, e roubaram além dos equipamentos, a fiação.
Os meliantes levaram uma moto da Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) e o veículo do operador que estava trabalhando no local durante a ação.
As cidades sem água são Tangará, Japi, Santa Cruz, Lajes Pintadas, São Bento do Trairi, Coronel Ezequiel, Jaçanã e Campo Redondo.
A Caern trabalha para levantar os danos e providenciar a reposição e conserto dos equipamentos para restabelecer o fornecimento de água para a região. Também tomou providências na esfera policial.
Um vídeo registrado por câmeras de segurança mostra o momento em que um homem sai do carro em que William de Souza Avelar, de 28 anos, foi encontrado morto na noite de segunda-feira (8). O veículo estava em frente à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Parnamirim, na Grande Natal. O carro pertencia à própria vítima.
No vídeo, é possível ver o carro estacionado com o pisca-alerta ligado e, no momento seguinte, um homem de camisa preta sai pela porta do motorista.
Momento depois, Willian foi encontrado morto dentro do próprio carro parado em frente ao estacionamento da UPA de Nova Esperança. Familiares que moram próximo a UPA foram avisados e, ao chegarem ao local, encontraram a vítima no banco de trás do carro, só de cueca e com vários hematomas pelo corpo.
Os familiares empurraram o carro até a frente da UPA e um médico saiu para prestar os primeiros socorros, mas constatou que o jovem já estava morto. O Itep foi acionado e fez a remoção do corpo. A Polícia Civil vai investigar o caso.
Uma cachorra foi roubada por dois homens que estavam em uma moto enquanto passeava na av. Rodrigues Alves, na noite desta segunda-feira (8).
A tutora do animal afirmou que os criminosos a jogaram no chão puxando seu cabelo e em seguida efetuaram o roubo. A cachorra da raça bulldog atende pelo nome de Ayka e foi roubada por volta das 20h30. Qualquer informação pode ser repassada através do telefone (84) 99852-3362. Uma recompensa está sendo oferecida a quem encontrar Ayka.
Vinte e três pessoas foram presas na manhã deste domingo, 7, suspeitas de aplicar o golpe do bilhete premiado em quatro estados do Brasil. As prisões ocorreram no Rio Grande do Sul, com 18 presos, Santa Catarina (1), Paraná (3) e Espírito Santo (1). Além disso, outras cinco pessoas que já estavam detidas no sistema prisional respondem pelo crime.
No Rio Grande do Sul, agentes da Polícia Civil cumpriram mandados de prisão e busca e apreensão nos municípios de Passo Fundo, Caxias do Sul e Farroupilha. Em Santa Catarina as ações ocorreram em Itajaí, Camboriú e Balneário Camboriú. Já no Paraná foram cumpridos mandados em Pinhais, São José dos Pinhais e no município de Colombo. Em Vila Velha, no Espírito Santo, policiais civis também realizaram uma prisão.
Ao Estadão, a delegada da 3ª DP de Canoas (RS), Luciane Bertoletti, disse que entre os detidos, estão os líderes dessa quadrilha. “As ações de hoje resultaram em 23 suspeitos detidos, sendo que 5 em Caxias do Sul e 13 em Passo Fundo, cidade a qual é considerada pela polícia como o ‘berço do bilhete premiado’”, afirmou. Segundo ela, os estelionatários, têm até “escolas”, onde ensinam os interessados a praticar o crime.
De acordo com ela, o golpe “consiste em fazer com que a vítima, geralmente idosa, acredite estar diante de uma oportunidade de se tornar um milionário e é convencida” pelos criminosos. A vítima é abordada em via pública e o estelionatário se passa por uma pessoa humilde, que tem um bilhete premiado em mãos. Em seguida, outros golpistas aparecem em cena, simulam ajuda e confirmam o suposto bilhete como verdadeiro.
Depois, os bandidos simulam telefonema para o gerente de uma agencia bancária, que confirma o suposto bilhete como verdadeiro. Na sequência, convencem a vítima a transferir valores e entregar cartões para o falso vencedor, como garantia para o recebimento do prêmio. A vítima, inocentemente, acredita que irá ficar com parte da premiação. O crime geralmente ocorre perto de bancos.
As investigações tiveram início em 2021, quando mais de 20 vítimas, a maioria idosos, caíram no golpe do bilhete premiado. A Polícia Civil gaúcha estima prejuízo de cerca de R$ 1 milhão. Os detidos serão enquadrados nos crimes de estelionato e associação criminosa.
A Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR/Caicó) prendeu, nesse sábado (06), Lucas Fredson dos Santos Soares, de 21 anos. Ele foi preso por um assalto praticado no mês de abril, no centro de Caicó. Ao lado de um comparsa, ele roubou celulares, dinheiro e ainda tentou roubar uma moto. A vítima teve um prejuízo estimado de R$ 3.200,00.
Lucas Fredson, integrante de uma facção criminosa atuante na Zona Norte de Caicó, também responde por porte ilegal de arma de fogo, adulteração de veículo e tráfico de drogas. Em novembro de 2022, ele foi um dos alvos da “Operação Decreto”.
Em liberdade no início do mês de abril, ele voltou a praticar o crime com uma arma de fogo na noite do dia 20/04/2023. Hoje (06), um mandado de busca e apreensão foi cumprido, visando coletar mais provas da prática do crime. Na residência dele, foi apreendido um celular oriundo de um furto. Lucas foi autuado também por recepção dolosa. As investigações para encontrar a segunda pessoa envolvida no assalto continuam.
“Foi colocado em liberdade no início do mês e dias depois voltou a delinquir, praticando crime de roubo. No cumprimento de mandado de busca, nossa equipe apreendeu um aparelho celular que foi identificado como oriundo de outro roubo. Ele vai ser flagranteado por recepção dolosa”, pontuou o delegado Leonardo Germano, da Defur/Caicó.
O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), por meio da seção Lei Seca, realizou, na noite desta sexta-feira (5) e início da madrugada deste sábado (6), a prisão em flagrante de três pessoas por se encontrarem dirigindo veículo automotor em estado de embriaguez.
Os pontos de bloqueio foram montados no bairros do Alecrim e Candelária, culminando ainda com a autuação administrativa de outros 11 condutores pela mistura de álcool e direção.
Os três presos foram encaminhados à Central de Flagrantes para os procedimentos criminais cabíveis.
A confusão foi grande na noite desta sexta-feira (5) no Alphaville, que fica na divisa entre Natal e Parnamirim.
Em surto, um morador começou a brigar com uma mulher, também moradora, dentro do condomínio. Ela estava com os dois filhos quando foi xingada pelo homem e foi até em casa contar tudo ao marido, que decidiu tirar satisfação.
O problema que o homem que iniciou a confusão, conhecido como Eriksson Fabiano, estava armado, e deu dois tiros no marido da mulher agredida. Por sorte, os disparos não atingiram ninguém.
Outros moradores fizeram pedidos pela presença da Polícia no grupo do condomínio. Confira:
Na tarde deste sábado (6), a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa de Eriksson, no Alphaville. A juíza Virgínia de Fátima Marques Bezerra determinou a apreensão de armas e munições além de medidas cautelares, proibindo Eriksson Fabiano de se aproximar das vítimas e familiares, no limite mínimo de dois quarteirões de seus domicílios e a 100 metros em locais públicos.
Foto: reprodução – Neném Borges foi executado com três tiros na cabeça em sua casa
Uma pasta contendo supostos documentos de Neném Borges, prefeito de São José do Campestre assassinado no dia 18 de abril, foi encontrada por um homem que transitava na Rua Eleusis Magno Lopes, no bairro Candelária, em Natal. De acordo com informações apuradas pela Tribuna do Norte, a pasta foi entregue a irmã do falecido prefeito. Até o momento, a Polícia Civil ainda não está em posse do documento, e não tem como averiguar sua veracidade.
Joseilson Borges da Costa, o Neném Borges, de 43 anos, foi executado com três tiros na cabeça em sua casa. A morte do político gerou comoção em todo o Rio Grande do Norte, e chegou a repercutir nacionalmente. Até o momento, a Polícia Civil do RN ainda não tem informações sobre o assassino do gestor. Imagens que mostram o autor do crime chegando e saindo do local indicam que o criminoso foi somente para assassinar Neném Borges, pois nenhum bem da família foi levado.
Um idoso de 60 anos tentou empreender fuga após ter sido abordado por policiais do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) durante Operação Lei Seca deflagrada na noite da última terça-feira (25).
Além da tentativa de fuga, o homem, que estava a bordo de uma motocicleta, desacatou os policiais e se recusou a realizar o teste de alcoolemia, terminando preso diante dos sinais de alteração da capacidade psicomotora.
Ele já havia sido autuado outras duas vezes dentro do período de um ano. Todos os casos aconteceram na Avenida Coronel Estevam, localizada no bairro Dix-Sept Rosado. Além dele, outras duas pessoas foram presos em flagrante por dirigirem veículo automotor em estado de embriaguez.
Os pontos de bloqueio foram montados pelo CPRE nas avenidas Romualdo Galvão, Hermes da Fonseca e Café Filho, além da própria Avenida Coronel Estevam. Outros 14 condutores foram autuados administrativamente pela mistura de álcool e direção durante a fiscalização. Todas as ocorrências foram encaminhadas a Central de Flagrantes da Polícia Civil para a realização dos procedimentos legais.
Sete presos em uma operação de combate aos ataques criminosos que aconteceram em março, no Rio Grande do Norte viraram réus na Justiça. O Ministério Público do Rio Grande do Norte denunciou os investigados por promoverem e integrarem a organização criminosa Sindicato do Crime do RN. O grupo está entre os presos na operação Sentinela, deflagrada por forças de segurança estaduais e federais no dia 22 de março.
A ação tinha objetivo de combater a atuação da facção que promoveu mais de 300 atos criminosos em todo o estado. Prédios públicos, veículos e comércios foram atacados com tiros e incêndios provocados. Dos sete réus, quatro são mulheres. Todos já vinham sendo investigados desde 2020, segundo o MP.
“Todas as denúncias são referentes ao crime de integrar, promover e constituir organização criminosa”, informou o MP. A operação Sentinela cumpriu 13 mandados de prisão e outros 26, de busca e apreensão, nas cidades de Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Canguaretama, Bom Jesus, Santo Antônio, Caiçara do Norte, Acari e Macau.
Dois homens foram presos em flagrante na ação. Houve apreensão de armas, drogas, aparelhos de telefonia celular, documentos e dinheiro vivo. Cinco mandados de prisão não foram cumpridos porque os alvos não foram localizados, totalizando 18 prisões decretadas na operação Sentinela.
Além das denúncias, o MPRN também conseguiu a prorrogação de cinco prisões temporárias por mais 30 dias e, ainda, a conversão de outras cinco prisões temporárias em preventivas.
Segundo o MP, a maioria dos presos na operação Sentinela já tem condenação por envolvimento com organização criminosa, tráfico de drogas, roubos e homicídios, sendo que alguns deles cumpriam pena em regime semiaberto, com uso de tornozeleiras eletrônicas.
“Já foi apurado que alguns dos presos na operação violaram o sistema de monitoramento eletrônico, coincidentemente antes e durante ataques registrados em março de 2023”, informou o MP.
Para os investigadores, não existem dúvidas sobre o “poder de mobilização das centenas de membros da organização criminosa”.
“A sensação de terror sentido e presenciado pelos potiguares nos últimos dias, decorrente dos ataques criminosos perpetrados contra instituições públicas e privadas e contra agentes de segurança pública, retrata bem tal panorama”, disse a corporação.
As investigações que resultaram na deflagração da operação Sentinela apontam que as pessoas presas na ação são lideranças da organização criminosa em liberdade que exercem ou exerceram funções relevantes para a facção.
As pessoas presas na operação Sentinela são investigadas por crimes com pena prevista de reclusão de 3 a 8 anos. Caso condenadas, podem ser aumentadas até a metade por usarem arma de fogo; agravada para as pessoas que forem identificadas como líderes sobre os demais faccionados; e ainda ampliada pela conexão com outras organizações criminosas.
Em júri popular, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve a condenação do empresário Franquinez Alves de Oliveira a 16 anos e 6 meses de reclusão em regime inicialmente fechado. No dia 15 de outubro de 2021, ele executou a técnica de enfermagem Rosângela Alves Soares com 10 tiros de pistola. O júri popular foi realizado no dia 20 passado.
O crime foi cometido por volta das 7h50, no estacionamento de uma drogaria localizada na avenida Tomaz Landim, no bairro de Igapó, zona Norte de Natal. Rosângela havia saído do plantão no hospital em que trabalhava e estava indo para casa, na cidade de São Gonçalo do Amarante. No percurso, ela resolveu parar na drogaria, deixando o carro no estacionamento. Após sair da farmácia, Rosângela Alves Soares retornou ao estacionamento e, ao abrir o automóvel, foi surpreendida por Franquinez Alves de Oliveira, que portava uma pistola. Rosângela foi atingida por 10 disparos, morrendo no local. Após o crime, o assassino fugiu do local.
Na denúncia, o MPRN destacou que “o crime foi cometido mediante expressiva violência de gênero, contra mulher por razões da condição de sexo feminino, devido a uma relação extraconjugal que o denunciado manteve com a vítima, que chegou ao fim após o marido da vítima descobrir o envolvimento amoroso”.
Franquinez Alves de Oliveira está preso desde 13 de novembro de 2021, quando foi dado cumprimento a mandado de prisão temporária, posteriormente convertida em prisão preventiva. Na sentença condenatória, foi negado a ele o direito de recorrer em liberdade.
Somente nos primeiros quatro meses de 2023, 200 prisões por embriaguez ao volante foram registradas na Grande Natal. O número foi alcançado entre a noite da quarta (19) e madrugada desta quinta-feira (20), quando mais uma operação da Lei Seca foi realizada pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE).
Dessa vez, foram montados dois pontos de bloqueio em Natal: um na Avenida Hermes da Fonseca, na zona Leste, e outro no bairro Potengi, na zona Norte. Quatro pessoas foram presas por embriaguez ao volante e outras 12 foram autuadas por dirigir sob o efeito de álcool.
A embriaguez ao volante é considerada uma infração de nível gravíssimo, com penalidade de seis meses a três anos de detenção, multa e suspensão da permissão para dirigir.