RN teve mais de 600 pessoas desaparecidas em 2022

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A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte reportou mais de 600 casos de pessoas desaparecidas em 2022. De acordo com a Polícia Civil, o mês de outubro registrou o maior número de desaparecimentos, com 67 casos, enquanto junho apresentou a menor quantidade, com 30 casos.

A investigação dos casos de desaparecimentos ocorre nas delegacias municipais do estado, enquanto nas cidades com delegacias especializadas em proteção às pessoas, as investigações são conduzidas por essas instituições. Aproximadamente 80% das ocorrências em Natal são de pessoas que saem de casa voluntariamente ou têm problemas mentais, segundo Cláudio Oliveira, titular da 9° Delegacia de Polícia da capital. Essas pessoas costumam ser encontradas rapidamente e retornam às suas famílias. Os demais casos envolvem homens jovens residentes em comunidades.

Em todo o Brasil, mais de 80 mil pessoas desapareceram em 2020, sendo 30 mil crianças, segundo o Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos. Somente no Rio de Janeiro, em média, 80 crianças desaparecem por mês. A Fundação para Infância e Adolescência informou que atualmente há 600 crianças e adolescentes desaparecidos no estado do Rio de Janeiro, devido a conflitos familiares, maus tratos e abuso.

Infelizmente, muitos casos de desaparecimentos permanecem sem solução, levando familiares e amigos das vítimas a fazer apelos nas redes sociais e a realizar buscas por conta própria. É essencial que a população esteja atenta e tome precauções para evitar desaparecimentos, como os pais e responsáveis estarem cientes das atividades de seus filhos e saberem onde eles estão em todos os momentos. É fundamental que as pessoas evitem sair sozinhas durante a noite e em locais perigosos, além de informar seus planos e horários de retorno aos familiares e amigos. Tais medidas simples podem ajudar a evitar desaparecimentos e garantir a segurança de todos.

Por Portal 96.

Juíza morta por ex-marido pode virar nome de rua no Rio

Brutalmente assassinada na frente das três filhas pelo ex-marido, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronezi, de 45 anos, pode virar nome de logradouro público. Prefeito interino do Rio após a prisão de Marcelo Crivella (Republicanos), o presidente da Câmara dos Vereadores da capital fluminense, Jorge Felippe (DEM), disse ter feito a solicitação de homenagem.

“Pedi que a Viviane seja homenageada com nome de logradouro público. O feminicídio que a vitimou na véspera de Natal é repulsivo e causa muita indignação. Precisamos estabelecer marcos contra esse tipo de violência. Desejamos e pedimos a Deus que conforte o coração de suas filhas”, escreveu Jorge Felippe.

Viviane foi assassinada, na véspera de Natal, a facadas pelo ex-marido, o engenheiro Paulo José Arronezi, de 52 anos, preso em flagrante. Ele teve a prisão temporária convertida em preventiva e foi encaminhado para um presídio do Rio.

Um vídeo mostra as filhas do casal pedindo ao pai que ele pare de esfaquear a mãe. No carro do engenheiro foram encontradas três facas. Viviane Vieira trabalhava como juíza há quinze anos e estava lotada na 24ª Vara Cível da Capital.

Veja

Operação da PF investiga fraudes e desvio de dinheiro na Paraíba e RN

Foto: Reuters/Sergio Moraes

Segundo a PF, os contratos giram em torno de R$ 54 milhões. “Há indícios de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa, e de lavagem de dinheiro mediante a utilização de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras”, informou a PF em nota.

Na ação, estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa, Araruna (PB) e em Parnamirim (RN), além de ordens de indisponibilidade de bens e afastamento de 4 servidores públicos federais de suas funções. No total 70 policiais federais e de sete auditores da Controladoria-Geral da União participam da operação.

Agência Brasil

Operação da PF desbarata quadrilha nos Correios que desviou R$ 1 milhão em celulares e eletrônicos

A Polícia Federal faz, nesta terça-feira, uma operação contra um esquema de fraudes e desvios de encomendas nos Correios no Rio que pode ter chegado a R$ 1 milhão. Segundo a PF, funcionários do CTE Benfica, maior centro de distribuição de encomendas do Rio, escolhiam encomendas de alto valor, como celulares e eletrônicos, e as desviavam para terceiros. Os suspeitos trocavam etiquetas verdadeiras – que continham os dados da entrega – por etiquetas falsas.

Eram usados números de postagens já utilizados para elaborar essas falsas etiquetas para que os empregados dos Correios mandassem as encomendas para destinatários envolvidos no esquema. Os membros da organização criminosa mantinham um grupo de WhatsApp intitulado ”empresas e negócios”, onde tratavam as fraudes e as vendas dos artigos desviados. Depois de etiquetados, os produtos eram entregues de forma normal pelos carteiros que, aparentemente, não participavam do esquema de desvios.

A Polícia Federal fez, nesta terça-feira (24), operação contra um esquema de fraudes e desvios de encomendas nos Correios no Rio que pode ter chegado a R$ 1 milhão. Segundo a PF, funcionários do CTE Benfica, maior centro de distribuição de encomendas do Rio, escolhiam encomendas de alto valor

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa e peculato. Cerca de 50 agentes cumprem nove mandados de busca e apreensão nos bairros de Bento Ribeiro, Campinho, Coelho Neto, Engenho da Rainha, Madureira, Piedade e Tomás Coelho, além do próprio Centro de Distribuição dos Correios em Benfica, no Rio.

Os mandados foram expedidos pela 10ª Vara Federal Criminal do Rio. As investigações tiveram início em janeiro de 2019 e contaram com apoio dos Correios.

O Globo

PF cumpre mandados na 75ª fase da operação Lava Jato

Foto: Arquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Policiais federais cumprem hoje (23) mandados de busca e apreensão na operação Boeman, a 75ª fase da operação Lava Jato. São 25 mandados que estão sendo cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro, de Macaé (RJ), São Paulo, Aracaju e Barra dos Coqueiros (SE).

Segundo a Polícia Federal (PF), as medidas são resultado de informações repassadas em acordo de colaboração premiada de lobistas que atuavam junto a funcionários da Petrobras e a políticos com influência na estatal.

As provas apresentadas pelos colaboradores mostram indícios de corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro durante processo de contratação de navios lançadores de linha (PLSV) pela Petrobras.

Segundo a PF, um dos investigados teve acesso a informações privilegiadas da estatal para ter vantagens no processo licitatório. Investigações feitas por autoridades holandesas também teriam constatado ilegalidades no fornecimento desses navios.

As empresas estrangeiras vencedoras da licitação, posteriormente, subcontrataram uma companhia holandesa para execução do serviço licitado. A companhia holandesa contratada era representada por um empresário brasileiro.

Os mandados de busca e apreensão de hoje têm por objetivo cessar a atividade criminosa, aprofundar o rastreamento dos recursos de origem criminosa (propina) e concluir a investigação policial.

Agência Brasil

Geradores furtados de uma empresa de telefonia são recuperados pela PRF em Macaíba/RN

Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal recuperou, no Km 294 da BR 304, em Macaíba/RN, dois geradores que haviam sido furtados na terça-feira (15), de uma empresa de telefonia, em Assú/RN.

Após denúncias, os policiais realizaram a abordagem a um caminhão. Na fiscalização, ficou constatado que os equipamentos eram furtados.

Três homens pernambucanos que estavam no interior do veículo informaram que receberiam a quantia de R$ 700,00 para o frete, mas que teriam decidido vender os equipamentos em outro local.

Ocorrência encaminhada para a Central de Flagrantes em Natal/RN.

Agência PRF

Após ouvir Carlos Bolsonaro, PF intima Eduardo a depor em inquérito no STF

Foto: Reprodução

A Polícia Federal tomou o depoimento do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) no inquérito que apura a participação de empresários e políticos em atos antidemocráticos e que pedem a volta da ditadura militar. Os investigadores ainda intimaram um dos irmãos dele, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para ser ouvido na semana que vem.

Carlos foi ouvido no dia 10 de setembro no Rio de Janeiro. Não se sabe o teor do que ele disse à Polícia Federal. Ele foi ouvido como testemunha, não como investigado. No entanto, não teve compromisso de dizer só a verdade para evitar que, eventualmente, pudesse se auto-incriminar e passar à condição de investigado no caso.

É dessa mesma maneira que Eduardo Bolsonaro será ouvido em Brasília no próximo dia 22 de setembro, ou seja, como testemunha “não-compromissada”.

O inquérito dos atos antidemocráticos foi aberto em 19 de abril a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) depois que uma série de protestos a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu a volta da ditadura militar e o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Empresários e políticos são suspeitos de financiarem os atos, que ocorreram em várias cidades. Houve aglomeração de pessoas nas ruas em plena pandemia de coronavírus, quando o isolamento social e a quarentena eram mais fortes.

O próprio Jair Bolsonaro participou de um desses atos, em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília. No entanto, o procurador geral da República, Augusto Aras, não o colocou como um dos investigados no processo.

Notícias UOL

Trio é preso pela PRF com drogas em Extremoz/RN

Foto: Divulgação PRF

A Polícia Rodoviária Federal prendeu, no final da manhã desta terça-feira (01), no km 66 da BR 101, em Extremoz/RN, um homem de 65 anos e duas mulheres, com 22 e 45 anos. A mais velha já estava sendo procurada pela justiça.

Durante fiscalização, os policiais abordaram um veículo Classic. Durante buscas pessoais e no interior do automóvel, foram encontrados dois saquinhos com 52.5 gramas de cocaína.

Ao realizar consultas aos sistemas, foi constatado o registro do mandado de prisão em aberto, contra a mulher de 45 anos, expedido pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Natal, pelo crime de roubo.

Ocorrência encaminhada à Delegacia de Polícia Civil local.

PRF 

Operação Hórus faz a maior captura de drogas da história do Brasil

Foto: Operação Horus/Polícia Federal

O Ministério da Justiça realizou a apreensão de 33,3 toneladas de maconha, na noite de quarta-feira (26). Realizada no âmbito da Operação Hórus, trata-se da maior captura de drogas na história do país segundo a pasta. 

A carga da droga estava dividida em fardos e foi encontrada em um caminhão bi-trem na região de Maracaju, cidade que fica a 160 quilômetros de Campo Grande (MS). Duas pessoas foram presas em flagrante ao escoltar a carga. O volume representa um prejuízo de mais de R$ 50 milhões às organizações criminosas.

De acordo com o coordenador-geral de fronteiras da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Eduardo Bettini, a apreensão foi uma ação integrada por agentes da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Mato Grosso do Sul e por profissionais que compõem o do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (Vigia).

Segundo a pasta, desde o início da Operação Hórus em Mato Grosso do Sul, em setembro de 2019, o estado lidera as apreensões de drogas. As forças de segurança já tiraram de circulação do estado cerca de 333,5 toneladas de drogas gerando um prejuízo de mais de R$ 535 milhões aos criminosos.

Agência Brasil