Sinal amarelo é acionado na campanha da professora Nilda

 

Duas reuniões administrativas que acenderam a luz amarela na base da campanha da professora Nilda. A primeira reunião contou com a presença do pastor Silvio Menezes e o apóstolo Jonas Fernandes, o tom da reunião foi a reabertura das igrejas na cidade. Já a segunda foi com o afilhado político do apóstolo Jonas, o irmão Gabriel, que preside o PSL em Parnamirim, o jovem veio falar sobre a situação dos comerciantes e comerciários da cidade. Esses encontros tiveram um cunho meramente administrativo, mas os apoiadores da parlamentar não aprovaram e isso não suou bem junto á militância da professora Nilda, especialmente em ver os integrantes do seu partido, o PSL, conversando com o seu principal adversário e alguns apoiadores enxergaram como uma possível aproximação com o grupo situacionista. Nem tudo que parece é, mas malandro é malandro, mané é mané.

Maia: é melhor que decisão de adiar o Enem venha do presidente

Rodrigo Maia afirmou hoje que o ambiente na Câmara e no Senado é pelo adiamento do Enem, mas disse que o ideal é que a iniciativa de adiar o exame venha do próprio governo federal. “O melhor era que pudesse vir do presidente uma decisão antes que o Senado e a Câmara tomassem a decisão de votar, para não parecer que é uma coisa contra o governo. Essa demanda de adiamento do Enem vem de todo o Brasil”, declarou o presidente da Câmara. O Senado deve votar em plenário um projeto que prorroga de forma automática exames de acesso ao ensino superior em caso de calamidade pública ou comprometimento das instituições de ensino. Se aprovado, o projeto resultará no adiamento do Enem de 2020 –marcado para novembro–, porque o Brasil está em calamidade pública até 31 de dezembro deste ano em razão da pandemia do coronavírus.

(O antagonista)

Confira pagamentos e tributos adiados ou suspensos durante pandemia

 

Terminar o mês escolhendo quais boletos pagar. Essa virou a rotina de milhões de brasileiros que passaram a ganhar menos ou perderam a fonte de renda por causa da pandemia do novo coronavírus. Para reduzir o prejuízo, o governo adiou e até suspendeu diversos pagamentos esse período. Tributos e obrigações, como o recolhimento das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ficarão para depois.

Além do governo federal, diversos estados estão tomando ações para adiar o pagamento de tributos locais e proibir o corte de água, luz e gás de consumidores inadimplentes. No entanto, consumidores de baixa renda ficarão isentos de contas de luz por 90 dias em todo o país. Em alguns casos, a Justiça tentou agir. No início de abril, liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo proibiram o corte de serviços de telefonia de clientes com contas em atraso, mas a decisão foi revertida dias depois.

Os adiamentos não valem apenas para os consumidores. O Congresso aprovou uma lei que suspende o pagamento da dívida dos estados com a União de março a dezembro e autoriza os governos locais a renegociarem débitos com bancos públicos e organismos internacionais.

Empresas

•        Adiamento do pagamento da contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os pagamentos de abril serão quitados em agosto. Os pagamentos de maio, em outubro. A medida antecipará R$ 80 bilhões para o fluxo de caixa das empresas.

•        Adiamento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) do 15º dia útil de abril, maio e junho para o 15º dia útil de julho.

•        Redução em 50% da contribuição das empresas para o Sistema S por três meses, de abril a junho.

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Micro e pequenas empresas

•        Adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro.

•        Adiamento, por três meses, da parte estadual e municipal do Simples Nacional. Os pagamentos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, pertencente aos estados) do Imposto sobre Serviços (ISS, dos municípios) de abril, maio e junho passaram para julho, agosto e setembro.

•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.

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Microempreendedores individuais (MEI)

•        Adiamento das parcelas por seis meses. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. A medida vale tanto para a parte federal como para parte estadual e municipal (ICMS e ISS) do programa.

•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.

Pessoas físicas

•        Adiamento, por dois meses, do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física e do pagamento da primeira cota ou cota única. A data passou de 30 de abril para 30 de junho.

•        O cronograma de restituições, de maio a setembro, está mantido.

Empresas e pessoas físicas

•        Suspensão, por 90 dias, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos. Imposto deixará de ser cobrado de abril a junho, injetando R$ 7 bilhões na economia.

Empresas e empregadores domésticos

•        Suspensão das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por três meses, inclusive para empregadores domésticos. Valores de abril a junho serão pagos de julho a dezembro, em seis parcelas, sem multas ou encargos.

Compra de materiais médicos

•        Redução a zero das alíquotas de importação para produtos de uso médico-hospitalar

•        Desoneração temporária de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens necessários ao combate ao Covid-19

Contas de luz

•        As suspensões ou proibição de cortes de consumidores inadimplentes cabe a cada estado. No entanto, consumidores de baixa renda, que gastam até 220 quilowatts-hora (kWh) por mês, estarão isentos de pagarem a conta de energia. O valor que as distribuidoras deixarão de receber será coberto com R$ 900 milhões de subsídio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Contas de telefone

•        Apesar de liminar da Justiça Federal em São Paulo ter proibido o corte de serviço de clientes com contas em atraso, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recorreu e conseguiu reverter a decisão. Os clientes de telefonia continuarão a ter a linha cortada caso deixem de pagar as contas. Segundo o presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, desembargador Mairan Maia, as operadoras precisam de recursos para manterem a infraestrutura e financiarem a crescente demanda por serviços de telecomunicação durante a pandemia”, afirmou, no texto.

Dívidas em bancos

•        Autorizados por uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), os cinco principais bancos do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander – abriram renegociações para prorrogarem vencimentos de dívidas por até 60 dias.

•        Renegociação não vale para cheque especial e cartão de crédito.

•        Clientes precisam estar atentos para juros e multas. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é preciso verificar se o banco está propondo uma pausa no contrato, sem cobrança de juros durante a suspensão, ter cuidado com o acúmulo de parcelas vencidas e a vencer e perguntar se haverá impacto na pontuação de crédito do cliente.

Financiamentos imobiliários da Caixa

•        Caixa Econômica Federal ampliou, de 90 para 120 dias, a pausa nos contratos de financiamento habitacional para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra. Quem tinha pedido três meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para quatro meses.

•        Clientes que usam o FGTS para pagar parte das parcelas do financiamento poderão pedir a suspensão do pagamento da parte da prestação não coberta pelo fundo por 120 dias.

•        Clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso podem pedir a redução do valor da parcela por 120 dias.

•        Carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.

Produtores rurais

•        CMN autorizou a renegociação e a prorrogação de pagamento de crédito rural para produtores afetados por secas e pela pandemia de coronavírus. Bancos podem adiar, para 15 de agosto, o vencimento das parcelas de crédito rural, de custeio e investimento, vencidas desde 1º de janeiro ou a vencer.

Inscritos na Dívida Ativa da União

•        Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional manteve, por 90 dias, o parcelamento de contribuintes que renegociaram a dívida e estão inadimplentes desde fevereiro.

•        Prorrogação por 90 dias da validade das Certidões Negativas de Débitos (CND) e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativa (CPEND) válidas em 23 de março.

Estados devedores da União

•        Congresso aprovou suspensão dos débitos dos estados com o governo federal e com bancos públicos de março a dezembro. A medida injetará R$ 35 bilhões nos cofres estaduais para enfrentarem a pandemia.

•        A nova lei também autoriza a renegociação de débitos dos estados e dos municípios com bancos públicos e organismos internacionais, deixando de pagar R$ 24 bilhões.

•        Enquanto lei não é sancionada, 17 estados conseguiram liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspenderem as parcelas de dívidas com a União.

(ABr)

“Minha força está no Senhor”

Padre João Medeiros Filho
O que se vislumbra para o Brasil, no período pós-pandemia? O momento atual lembra o episódio bíblico da tempestade sobre o mar da Galileia (cf. Mt 8, 23-27), em que Cristo dormia na proa de um barco. Os apóstolos ficaram amedrontados e gritaram: “Acorda, Senhor, senão iremos perecer” (Mt 8, 26). Então, Jesus os tranquilizou, acalmando as ondas. Recentemente, a humanidade foi sacudida por um vírus invisível, sentindo-se atônita. Ventos tenebrosos sopraram sobre a nau de nossas vidas! Quem haverá de nos apaziguar? Para quem tem fé, eis um momento de reflexão sobre a existência humana.
O país, cindido pelo radicalismo político, mergulhou o vírus nas entranhas da ideologia. Ouviram-se declarações e pronunciamentos polêmicos, alguns contagiados por puro partidarismo. A população encontra-se mascarada, confinada e aturdida, sedenta de alento e esperança. Aonde querem nos conduzir? Seremos submetidos a mais privações e provações? Falta quem nos traga tranquilidade. Em lugar de mostrar serenidade, certas autoridades se omitem, são blindadas ou aparecem como arautos do medo e mensageiros do pânico! Em vez de palavras de ânimo, presenciam-se contendas partidárias, angustiando-nos ainda mais. No entanto, como diz o canto religioso “nada poderá me derrotar. Nossa força e vitória têm um nome: é Jesus”. E outro hino, inspirado no Saltério, proclama: “Se as águas do mar da vida quiserem te afogar, segura na mão de Deus e vai… Ela te sustentará”. O Onipotente ampara-nos, mesmo que sejamos largados à nossa própria sorte.
O homem elevou-se a um estágio de desenvolvimento, graças à ciência e tecnologia. Deus o dotou de inteligência para coisas sublimes, colocando seu coração para além da temporalidade. Contudo, o seu grande erro foi voltar-se apenas para si, relegando a um segundo plano coisas essenciais, como respeito, diálogo, compaixão, tolerância, justiça e amor. O egocentrismo foi levado ao extremo, conduzindo ao fracasso. Thomas Merton pregava no século passado: “Homem algum é uma ilha”. Ignorou-se que somos irmãos. Exploramos a terra, os bens e os outros, em função de nossos interesses. A crise presente obrigou a refletir sobre o valor de cada coisa, deixando a descoberto nossas falsas seguranças. Mostrou que esquecemos aquilo que nutre a vida. Trocamos o espiritual pelo material, o permanente pelo efêmero, olvidamos que “somos cidadãos de outra pátria” (Fl 3, 20).
Diante do quadro hodierno, tomamos consciência de nossa fragilidade. A economia está abalada. A cada dia aumenta a pobreza. Nossa debilidade humana necessita ser protegida por múltiplos auxílios. Quem salva é a solidariedade, e não o dinheiro. Assistiu-se a ineficiência de governos e revelaram-se colapsos estatais, crônicos e latentes há décadas. Sem Deus, como será o amanhã? As igrejas não conseguiram ainda sensibilizar a sociedade para a vivência do Evangelho, a qual está mais voltada para projetos ideológicos do que para a essência da vida. Isso leva-nos a olhar para o alto e reconhecer que Deus é nossa origem e destino. É preciso contemplar a grandeza do amor de Cristo e caminhar na humildade, como filhos de Deus. Este não é nosso concorrente, e sim o Emmanuel (Deus conosco).
Vive-se uma situação surpreendente até para as imaginações mais férteis. Depois do que passamos ultimamente, que transformações virão? Ao longo da História, a humanidade deu grandes passos, após traumáticas crises. O primeiro deles é a consciência de nossa pequenez. Mas, Deus vê a beleza que se esconde em cada um de nós. Apesar de “feitos de argila, fomos tocados pelo sopro da vida” (Gn 2, 7). As calamidades ensinam que devem desaparecer os rótulos colocados nos outros. Somos iguais e passíveis dos mesmos sofrimentos. Se, depois de todo o ocorrido, não lutarmos por um mundo sem tantas diferenças, preconceitos e egos inflados, é sinal de que não aprendemos nada. Vale lembrar as palavras proféticas do teólogo Rubem Alves: “No passado, Deus tomou a decisão de lavar o mundo com água [dilúvio]. Um dia [hoje], Ele poderá purificá-lo com lágrimas e nelas afogar a empáfia de muitos”. O desafio é descobrir como o Senhor se manifestará. Mas, “quem é de Deus, reconhece as suas palavras” (Jo 8, 47).

A trindade da política de Parnamirim. Em nome do Padre, do PT e de Maurício Marques, amém

O padre Antônio Murilo de Paiva nunca figurou na lista de filiados do Partido dos Trabalhadores de Parnamirim. No entanto, apesar de ser um militante ativo da agremiação partidária, o vigário, em todas as suas entrevistas não esconde o desejo de influência na sucessão de 2020. Em um bate-papo com amigos, ele tem revelado a sua preferência pela candidatura do ex-prefeito Maurício Marques, que luta para consolidar seu nome como candidato de oposição ao governo Taveira. O padre Murilo já garantiu a presença do PT e também da governadora, Fátima Bezerra, no palanque da oposição nessa eleição. Resta agora concluir os arranjos partidários para poder definir as coligações no campo majoritário, mas uma coisa é certa, o PROS, legenda de Maurício em Parnamirim, saíra coladinho com o PT que é o partido do coração do Padre.

Reforço para combater o covid-19 chega através de novos médicos contratados pela prefeitura de Parnamirim

Todo apoio para saúde é importante e a cada momento mais pessoas se integram a essas ações. E, para reforçar o grupo já existente, a secretária de saúde Terezinha Rego, fez o anúncio que recebeu mais três médicos para atuar nas Unidades de Saúde de Vida Nova, Parque das Orquídeas e Nova Esperança I. Terezinha Rego, afirmou que isso é demonstração de que a Gestão Municipal vem atuando de forma incansável no trabalho de fortalecimento da Atenção Primária da cidade, visando também o combate do coronavírus.

Forte é o povo Siderley quer voltar de novo

O litoral mostrou sua força na eleição de 2008, quando elegeu o jovem empresário Siderley Bezerra, com 2.644 votos. Ele se tornou o principal líder político da região litorânea de Pium, Cotovelo e Pirangi que passou a ter um representante na Câmara de Parnamirim. Siderley vem de uma família talentosa, homem de hábitos simples, solidário e sempre disposto a ajudar o próximo. A comprovação do seu carisma e a sua força eleitoral, veio em 2012, quando elegeu a vereadora Sheyla para sua cadeira no legislativo. Na época, muitos pensavam que ele não conseguiria manter a cadeira na câmara. Após isso, sem mandato, passou a apoiar o então candidato Robinson Farias que não figurava bem nas pesquisas e no final obteve sua vitória para governador do RN. Siderley ocupou o cargo de coordenador de registro no Detran-RN. Hoje, de volta a iniciativa privada, Sidinho, como é carinhosamente conhecido pelos amigos, quer voltar a sentar em uma cadeira na câmara municipal. Talento e carisma para a política, ele tem de sobra. Resta saber se o eleitor do litoral vai reconhecer o seu trabalho. Só em 2003, Siderley Bezerra, realizou com recursos próprios a compra de uma ambulância para a comunidade de pium, além de contribuir para ampliação do centro social Dr. Mário Medeiros, instalou cinco abrigos de ônibus, sistema de iluminação do campo de futebol de pium, foi o principal patrocinador das festas dos padroeiros de pirangi e pium e tudo isso, sem ter mandato eletivo. Já como vereador foram 13 ruas asfaltadas e suas ações chegaram também a travessas, becos e vielas que foram pavimentadas a paralelepípedo, somando 52 proposições, todas com indicação do então parlamentar do litoral.

STF mantém prazos do calendário eleitoral

O plenário do STF decidiu nesta quinta (14) manter os prazos do calendário eleitoral para o registro de candidatura, filiação partidária, mudança de domicílio eleitoral e desincompatibilização de cargo público. Esses prazos venceram em 4 de abril. O PP pedira sua suspensão por 30 dias, em razão das dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus. O antagonista.

O sofrimento e a fé

Padre João Medeiros Filho
Ao longo dos séculos, um dos questionamentos existenciais mais frequentes é o porquê do sofrimento, fonte das indagações de filósofos, teólogos etc. Para os cristãos, ele só é explicável e suportável à luz da fé. O Livro de Jó coloca essa temática no contexto bíblico-teológico. Entretanto, existem pensadores que concebem o homem como um prisioneiro de sua ilusória liberdade ou um condenado à morte, embora ignore como e quando será o seu final. Para eles, o ser humano busca o inatingível. À medida que o tempo passa, descobre a impossibilidade de alcançar as suas aspirações, defrontando-se com o absurdo da vida. Assim, pode-se constatar nas obras de Kafka, Camus, Sartre, dentre outros.
Tais concepções esvaziam a riqueza da humana vivência terrena. Nesses casos, não se percebe a beleza da existência, enquanto dádiva da prodigalidade divina, fundamento de todos os dons. E hoje, num tempo de crises – especialmente a pandêmica – sente-se o peso do sofrimento e da dor, tolhendo muitos da capacidade de sonhar. Daí, inquietações e angústias. A vida humana é uma alternância de alegrias e tristezas. Teologicamente, não cabe afirmar que o Mal seja uma anomalia da criação, remetendo à interrogação crucial: por que sofrer? Esse mistério sempre nos afeta. A dor manifesta-se como privação do Bem, ruptura ou desordem. Não falta quem queira creditá-la a Deus, como se fosse o responsável por nossas mazelas. Ele é Pai misericordioso e não deseja o Mal para seus filhos.
A fé não suprime o sofrimento, mas despoja-o do seu caráter punitivo. Santo Tomás de Aquino considerava-o “resultante visceral do egoísmo”. Assim, entende-se a presença da fome, da miséria e de tantas formas de malefícios que nos atingem. Como explicar certas doenças e catástrofes? O citado teólogo sustenta que a causa última de tais realidades reside no âmago do ser humano, em seus desajustes, ambições e ausência de solidariedade. Para ele, o homem é o autor do próprio sofrimento e o de outrem. Na narrativa metafórica do Livro do Gênesis, Adão e Eva tentaram negar a autoria e responsabilidade de seu erro (pecado). A ciência demonstra que certos males se originam na contingência da matéria. O ser humano, porém, tem dificuldade em assimilar tal assertiva. Desde os primórdios, desejava ser igual a Deus. Quem não admite sua limitação, aumenta seu padecer.
A fé cristã convida o homem a assumir a si mesmo: “Tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16, 24), ensinou o Mestre. Essa consciência mitiga a dor, favorecendo a esperança e a compaixão. Segundo Elisabeth Elliot “para quem crê, o sofrimento é uma réstia do Divino, pela qual se pode divisar o Infinito”. Ele estabelece uma aproximação de Cristo, “o sofredor de Javé” por excelência (cf. Is 52, 13 – 53,12). Jesus padeceu para ensinar o sentido de todas as dores físicas e espirituais. “Ele sofreu por nós, deixando-nos o exemplo” (1Pd 2, 21). Os que se revoltam diante do sofrimento não aceitam a fragilidade humana, esquecendo que a vida é gratuidade. A honestidade intelectual faz admitir que não somos deuses. A fé não traz respostas ou provas matemáticas para a origem da dor, inexistindo solução universal para essa questão. Todo ser humano é limitado e propenso a erros. Disso, resulta uma série de tribulações. “Muitos são os nossos padecimentos, contudo, de todos eles o Senhor nos livrará” (Sl 34/33, 19).
A dor não é uma vingança, tampouco castigo divino para expiar as faltas. É consequência ontológica de nossa natureza. João Paulo II, em sua Carta Apostólica “Salvifici Doloris”, declara: “sofrer é uma realidade inerente à essência humana”. Todavia, será que sabemos lidar com isso? O tormento do homem moderno cresce, pois tem se distanciado de si mesmo e do Criador. E o indivíduo angustiado e perdido revolta-se, aumentando ainda mais o seu desalento. Só aprende o sentido do sofrimento quem aceita a si mesmo e encontra na fé abertura e força para as dificuldades da vida. [Ela] “consola na provação” (Sl 119/118, 50). “No mundo tereis aflições, mas tende coragem, eu venci o mundo”! (Jo 16, 33), dissera o Filho de Deus.

Deni Marinho, a princesa de Nova Parnamirim é uma mulher de luta, coragem e que gosta de gente

Valdeni Maria de Oliveira Marinho, ou simplesmente Deni Marinho, é natural da cidade de Apodi, no oeste potiguar. Nasceu no dia 08 de março, que por coincidência é o Dia Internacional da Mulher, casada, mãe de uma menina. De uma tradicional família política, Deni dedicou desde de cedo, sua vida aos mais humildes. Atuou na Associação dos Municípios do RN, lá criou laços de amizade com toda classe políticos do RN. Chegou a se filiar ao PMDB, partido que dedicou grande parte da sua vida. Apesar da sua atuação na capital, sua carreira política se projetou na cidade de Parnamirim, lugar que adotou para morar e construir sua história de luta, de muito trabalho, principalmente no campo político. Na cidade Trampolim da Vitória, por meio do saudoso ex-prefeito Agnelo Alves, teve a oportunidade de Coordenar o CRAS de Passagem de Areia e o PETI de Rosa dos Ventos. Essa sensibilidade social logo lhe credenciou a fazer parte do Lion’s Clube de Parnamirim. Deni Marinho é residente do bairro de Nova Parnamirim, por longos anos trabalhou na gerência da Regional do maior bairro da cidade e também foi a primeira coordenadora do CRAS, sempre com um olhar especial para os menos favorecidos. Trabalhou na Câmara de Parnamirim, teve a oportunidade de expandir o seu trabalho para outros bairros. Atualmente, de volta a Regional de Nova Parnamirim, exerce o cargo de assessora técnica da prefeitura da cidade. Formada em gestão pública, sempre lutou para implementar, concretizar e expandir as políticas públicas, visando minimizar o sofrimento da população mais carente. A princesa de Nova Parnamirim, como é chamada carinhosamente pelos amigos, ainda encontra tempo para atuar como voluntária na ADRA – Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, que beneficia as comunidades carentes no bairro. Deni Marinho é gente de luta, é gente da gente que busca um espaço no legislativo para continuar o seu desejo de servir a cidade. Esse olhar sensível de Deni ajudará na sua trajetória política, pois “Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande, é a sua sensibilidade sem tamanho.”

Padre Murilo poderá sair da toca, tirar a batina e entrar na campanha em Parnamirim

Em entrevista na Liberdade FM, sem nenhum arrodeio, o vigário da paróquia de Parnamirim falou sobre quase tudo… Padre Murilo elogiou o governo Fátima e criticou o governo Bolsonaro e de Taveira, mas jurou que é amigo pessoal do coronel. Murilo se defendeu das acusações de que usa o púlpito para fazer campanha em favor do ex-prefeito Maurício Marques, mas não escondeu o seu desejo de vê-lo novamente prefeito da terceira maior cidade do RN. O padre é ativista do PT no RN, confessou que se a candidatura de Maurício Marques não decolar, mesmo com o apoio da sua amiga particular, a governadora Fatima, ele poderá tirar a batina e ser candidato a prefeito, menos em 2020, pois não se filou a nenhum partido e portanto, está impedido de ser candidato. O padre deixou claro que vai para luta contra o prefeito Taveira, terá o apoio do governo estadual e de muitos que integram a oposição em Parnamirim. Porém uma fonte nos informou que em tempos remotos, na Cidade de Macau, onde o vigário iniciou sua história político-eclesiástica, ele teve uma oportunidade de ser candidato único e recuou. Para essa fonte, isso não passa de uma estratégia do beato para movimentar e aumentar sua influência no meio político da cidade. Agora é esperar, acompanhar os próximos episódios e ficar de olho no código no canônico, especialmente no artigo 285, que recomenda aos vigários se absterem de tudo aquilo que é inconveniente e indecoroso. Esse artigo também proíbe que os párocos assumam cargos públicos, sobretudo os que implicam participação no exercício do poder civil. Sobre o celibato, o vigário afirmou que se fosse liberado para casar, ele iria seguir o ensinamento de Cristo que morreu solteiro, ou seja, seguir solteiríssimo, sem elo sentimental com ninguém.

O presidente do 14 avalia a coligação com o 10 e hoje a nota é quase zero

Getúlio Batista, presidente estadual do PTB, ainda não consegui digerir a última conversa com o prefeito Taveira, líder da coligação do 10. O coronel autorizou sua vereadora Rhalessa de Clênio a abrir seu coração para conversar sobre política com todos os pré-candidatos a prefeito em Parnamirim. Segundo informações do próprio presidente do clube 14, é remota ou quase ZERO a possibilidade do time dos trabalhistas apoiar a reeleição do atual prefeito Taveira. Vale lembrar que o time do 14 está muito organizado, é um partido forte, está entre as cinco melhores legendas em Parnamirim, com uma nominata para vereador capaz de surpreender em 2020. Detalhe, Getúlio e o ex-prefeito Maurício Marques andaram conversando essa semana sobre política. Os dois saíram felizes e uma fonte que participou da conversa afirmou que o 11 e o 14 combinaram uma dobradinha na majoritária desse ano.

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO MOVIMENTO MUNICIPALISTA À POPULAÇÃO BRASILEIRA

21012020 nota cnmA Confederação Nacional de Municípios (CNM), as entidades estaduais e microrregionais de Municípios, bem como os prefeitos e as prefeitas de todo o Brasil reconhecem o esforço do Congresso Nacional, liderado pelos presidentes da Câmara e do Senado, deputado Rodrigo Maia e senador Davi Alcolumbre, que possibilitou a apreciação e a votação célere do PLP 39/2020, o qual estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, alcançando – dentre outras medidas – o imprescindível apoio financeiro emergencial a Estados e Municípios.
Faz-se fundamental, neste momento, esclarecer a toda a população brasileira que a proposta aprovada recompõe apenas parte das perdas que os Municípios estão sofrendo com a queda na arrecadação de tributos em decorrência da pandemia da Covid-19.

Considerando esse quadro absolutamente difícil, é imprescindível deixar claro que os prefeitos e as prefeitas continuarão enfrentando enormes dificuldades para vencer os desafios diários de atendimento às necessidades dos cidadãos; e, por isso, estarão obrigados a aprofundar ainda mais as medidas de contenção de despesas que poderão exigir uma cota maior de sacrifícios em suas estruturas e na sustentabilidade das ações e dos serviços públicos locais.

É bom salientar que os Municípios detêm a menor fatia do bolo tributário nacional, e as principais fontes de suas receitas são de transferências constitucionais, realizadas pela União e pelos Estados, e de receitas próprias que são os impostos diretos. Recursos financeiros que sofrerão grandes impactos com a pandemia e com a redução da atividade econômica; portanto, esse auxílio representará uma reposição financeira bem menor do que as despesas que serão efetivamente realizadas.

As estimativas indicam perdas impactantes para todos os Municípios brasileiros. Entre as transferências, o FPM, o ICMS e o Fundeb serão bastante atingidos. O ICMS, tributo que representa uma parcela significativa das receitas municipais, em abril, já sofreu redução média de 24%, a qual, nos próximos meses, deve ser ainda mais aguda, com uma redução de R$ 22,2 bilhões. O Fundeb, que financia a educação básica, deve ter uma redução importante próxima a 30%, o que representa uma perda de R$ 16,3 bilhões. Por fim, o FPM – receita de grande dependência dos Municípios – terá, conforme compromisso do governo federal, uma reposição ao mesmo patamar de 2019, durante os quatro meses, de março a junho deste ano. Além disso, acontecerão perdas, relativas ao período de julho a dezembro, em torno de R$ 5,89 bilhões; assim como a redução de arrecadação nos impostos próprios (IPTU, ISS e ITBI). O ISS terá uma queda estimada de R$ 20 bilhões; enquanto o IPTU e o ITBI, uma queda média de 25%, o que configura perda superior a R$ 10,1 bilhões. Ao todo, ao somar essas perdas, o impacto será no montante de R$ 74,49 bilhões.

Os signatários da presente entendem a importância do apoio emergencial aprovado; porém, têm plena ciência de que ele não conseguirá repor as perdas ocorridas de R$ 74,4 bilhões para os Municípios, sendo que o socorro alcançado no PLP 39/2020 é de R$ 23 bilhões, ou seja, a recomposição será de 30% sobre a perda de arrecadação dos impostos.

Por tudo isso, espera-se que o Poder Executivo federal sancione com a máxima urgência a proposta aprovada no Congresso e que sejam agilizados os repasses pertinentes para que os gestores municipais – com os meios disponíveis – continuem comprometidos e atuantes no sentido de amenizar o sofrimento da população brasileira.

(CMN)

João Peres diz que é preciso lutar na câmara por uma Parnamirim mais bela

O servidor público municipal, líder comunitário, João Peres é bastante conhecido pela população parnamirinense e recebe o carinho do povo. Esse reconhecimento vem de suas lutas em defesa da população da cidade, principalmente dos moradores do bairro Bela Parnamirim. Com sua experiência de vida e de caminhada política, duas campanhas eleitorais para o Legislativo municipal, o atuante defensor dos mais humildes encontrou no PSC uma oportunidade de unir a política e fé. João diz que nessas eleições municipais vem mais preparado, pois conseguiu expandir seu nome através dos amigos para todos os bairros de Parnamirim. Esse servidor público é atuante e tem histórico de luta em defesa da população, com destaque para o plebiscito realizado no bairro de Bela Vista, hoje Bela Parnamirim, para legalização fundiária de todas as terras da região entre os municípios de Parnamirim e Macaíba, favorecendo a Cidade Trampolim da Vitória. João Peres é mais um candidato forte rumo à Câmara Municipal de Parnamirim, ele conhece a realidade do povo, sabe das dificuldades dos mais humildes, tem cheiro de povo e alma de guerreiro.