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Agripino sem mandato e com muito prestígio no RN e em Brasília

O ex-senador José Agripino Maia iniciou a semana comemorando vitórias nos principais colégios eleitorais do estado, elegendo 28 prefeitos e prefeitas. Em sua cidade natal, Mossoró, a tarefa foi relativamente fácil: ele entregou a legenda ao jovem prefeito Allyson, que se reelegeu com folga e garantiu mais um mandato no Palácio da Resistência.

No entanto, o verdadeiro desafio foi organizar as alianças em Natal e Parnamirim. A experiência e expertise do veterano JAJA deram-lhe a confiança e o direcionamento para enfrentar o coronel Taveira em Parnamirim. Isso possibilitou uma aliança estratégica entre a professora Nilda e a vice-prefeita Kátia Pires, criando as condições para uma vitória no terceiro maior colégio eleitoral do estado.

Para encerrar sua participação na eleição de 2024 com chave de ouro, Agripino voltou seu foco para a capital, Natal, onde a disputa foi para o segundo turno. Ele ofereceu a Paulinho Freire não apenas o apoio do União Brasil, mas também uma estrutura política e financeira robusta. Assim, o deputado federal teve condições de enfrentar e derrotar Natália Bonavides, a candidata apoiada pelo presidente Lula e pela governadora Fátima Bezerra, rivais tradicionais de Agripino na política estadual e nacional.

Mesmo sem ter disputado um cargo, o ex-senador José Agripino navega em céu de brigadeiro após os resultados nas urnas do Rio Grande do Norte. Sua atuação fortaleceu sua imagem pública e ampliou seu capital político, preparando o caminho para conversas estratégicas em Brasília, especialmente com seu aliado e amigo David Alcolumbre, uma figura influente no orçamento nacional e futuro presidente do Congresso. Vida longa a José Agripino, que continua a fazer história, mesmo sem mandato, enquanto muitos outros políticos se mantêm apenas no discurso.

 

Carla Dickson assumirá vaga de deputada federal em janeiro de 2025

Menos uma: Carla Dickson descarta candidatura ao Governo - Por dentro do RN

Com a eleição de Paulinho Freire (União Brasil) como prefeito de Natal, Carla Dickson retornará à Câmara dos Deputados em janeiro de 2025. Como primeira suplente do partido, Dickson assumirá a vaga deixada por Freire, retomando suas atividades parlamentares.

Ela já exerceu o mandato de deputada federal e, agora, terá nova oportunidade para representar o Rio Grande do Norte em Brasília.

RN Noticias 

Paulinho Freire (União) é eleito prefeito de Natal (RN) com 56% dos votos

Paulinho Freire (União), com 30 anos na política, recebeu o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro
Divulgação/Câmara dos Deputados

O deputado federal Paulinho Freire (União Brasil), de 59 anos, foi eleito pela primeira vez como  prefeito de Natal, capital do Rio Grande do Norte, ao obter 56,25% dos votos válidos nesse segundo turno . Freire, que conquistou 134 mil votos no segundo turno das eleições neste domingo (27), recebeu o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha.

A também deputada federal Natália Bonavides (PT), de 35 anos, apoiada pelo presidente Lula, estava na disputa no segundo turno e obteve 43,75% dos votos válidos. 

No primeiro turno, Freire, apoiado pelo atual prefeito Álvaro Dias, obteve 44,08% dos votos, contra 28,45% de Natália Bonavides (PT). Conheça um pouco mais sobre os dois políticos que disputaram o segundo turno das eleições em Natal:

Paulinho Freire (União Brasil)

Paulo Eduardo da Costa Freire, conhecido como Paulinho Freire, é empresário, natural de Natal (RN) e tem 59 anos. Atua na política potiguar há mais de 30 anos. Em 1992, foi eleito para o primeiro de seis mandatos como vereador. De 1997 a 2002, ocupou o cargo de presidente da Câmara Municipal.

Em 2002, chegou à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Em 2008, se elegeu vice-prefeito de Natal e foi eleito prefeito no pleito seguinte. Em 2022, conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados. Paulinho Freire teve como candidata a vice-prefeita a ex-secretária de Saúde de Natal, Joanna Guerra (Republicanos).

Concorreu pela coligação Bora Natal, integrada pelos Republicanos, pela Federação PSDB Cidadania (PSDB/Cidadania), pelo Progressistas (PP), pelo Podemos (Pode), pelo Solidariedade, pelo Partido Liberal (PL) e pelo União Brasil. 

Natália Bonavides (PT)

Natália Bonavides, natural de Natal (RN), tem 36 anos e é advogada. Ainda na graduação de Direito, se engajou no movimento estudantil, onde deu início à atuação política. Fundou o projeto Escritório Popular, que presta assessoria jurídica a movimentos sociais, e foi advogada do MST.

Em 2016, venceu as eleições locais e chegou à Câmara Municipal. Nas Eleições 2018, foi eleita deputada federal e reeleita em 2022, sendo a mais votada do Rio Grande do Norte. Natália Bonavides foi candidata a prefeita de Natal em 2022 na chapa com o vereador Milklei Leite (Rede) como concorrente a vice.

Concorreu pela coligação Natal Merece Mais, integrada pela Federação Brasil da Esperança – FE Brasil (PT/PCdoB/PV), pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).

www.ultimosegundo.ig.com.br

Justificativas de ausência até 13h30 passam de 650 mil, diz TSE

Foto: TSE

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) afirmou que 650.675 eleitores justificaram ausência neste segundo turno das eleições municipais até as 13h30. Foram 578.699 justificativas feitas no Brasil, além de 71.976 realizadas por eleitores que estão no exterior.

O eleitor que estiver fora de seu domicílio eleitoral e não puder votar neste domingo pode apresentar a justificativa até as 17h pelo aplicativo e-Título ou de forma presencial, em postos de atendimento da Justiça Eleitoral. O TSE ainda informou que foram emitidos 53.328.322 e-Títulos até as 23h59 de sábado (26).

Folhapress

Quem só direito sabe

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República
Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

Tenho me batido, aqui e na vida, contra aquilo que chamo de “mito da especialização”. Como já alertava Rubens Alves, em “Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras” (Editora Brasiliense, 1981), circunscrevendo o nosso pensamento e induzindo o nosso comportamento, “a especialização pode transformar-se numa perigosa fraqueza”.

No direito, isso tem até um toque especial e curioso.

Como muitos já devem ter notado, historicamente, os cursos jurídicos no Brasil sempre foram formadores de bacharéis cujas vocações, ao final dos estudos, acabavam sendo direcionadas para diversas outras profissões além daquelas consideradas estritamente jurídicas (magistratura, ministério público, advocacia etc.). Era – e ainda o é – uma característica do direito. 

Na verdade, segundo Nelson Werneck Sodré, em “Síntese de história da cultura brasileira” (DIFEL, 1985), “a tantos aspectos negativos de que têm sido acusados os cursos jurídicos, em sua unilateralidade ou em sua preponderância – e que devem ser historicamente situados –, há que juntar um aspecto positivo quase sempre esquecido. É que tais cursos forneceram, como era de sua finalidade, conhecimentos que permitiam a atividade ligada ao Direito, mas forneceram, paralelamente – e, até o fim da fase de que nos ocupamos, unicamente –, aqueles conhecimentos, ainda que em nível rudimentar, que seriam fornecidos, adiante, por centros especializados de estudos, e, bem mais adiante, pelas Faculdades de Filosofia, isto é, o saber universal, humanístico, filosófico – com alguma licença nessas qualificações. De sorte que os bacharéis não se habilitavam apenas ao exercício profissional, mas às letras, ao jornalismo, à política, ao magistério, sem falar nas funções públicas. Não espanta que nos cursos jurídicos encontrassem eco especial as atividades mencionadas, de que ali se fizesse o noviciado, que tornavam estes cursos focos de ideias e de irradiação de campanhas, não esquecendo o papel, que tiveram, de unificadores da cultura, pela aproximação de elementos oriundos das mais distantes e diversas regiões do país, a que retornavam muitos com as marcas dessa formação”.

Talvez seja por isso que o folclore jurídico tenha consagrado o ditado “quem só direito sabe nem direito sabe”, cuja autoria muitos atribuem ao grande Pontes de Miranda (1892-1979), com o qual tendo deveras a concordar.

Mas se no passado essa “generalidade” do direito no Brasil era mais intuitiva pela própria necessidade de quadros profissionais, acho que hoje essa tendência do direito de ir além da sua especialização vem ganhando ares sistemáticos e espaço formal na academia. De fato, no direito, uma das atuais “coqueluches” é a interdisciplinaridade, aqui entendida, no seu sentido lato, como a interação, nos mais diversos níveis de complexidade (multidisciplinaridade, pluridisciplinaridade, interdisciplinaridade em sentido estrito e transdisciplinaridade), das áreas do saber, visando à compreensão e ao aperfeiçoamento da realidade que nos cerca. Nas últimas décadas o estudo interdisciplinar do direito tem ganhado institucionalmente espaço na academia e na literatura jurídica em geral, sobretudo nos EUA, com movimentos/disciplinas do tipo “law and society”, “law and economics”, “critical legal studies”, “law and literature”, “law and film”, dentre outros. E, mesmo que de forma não tão organizada como nos EUA, no Brasil, nos cursos de bacharelado e de pós-graduação, aos professores e estudantes é recomendado trabalhar toda e qualquer disciplina jurídica curricular em interação com os demais ramos de direito, assim como interagir com as demais ciências, tais como a filosofia, a política, a economia e a sociologia.

Seguindo essa boa tendência da interdisciplinaridade, eu faço a minha parte. Sempre misturo as enfadonhas tecnicalidades do direito com a filosofia, a literatura e o cinema, entre outras sabenças. E você, caro bacharel, tem se lembrado de fazer a sua?

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República
Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

Eleitores levam menos de cinco minutos para votar no maior local de votação de Natal

A votação no local com mais eleitores em Natal tem sido tranquila e dentro da normalidade. No Instituto Presidente Kennedy, em Lagoa Nova, eleitores têm levado menos de cinco minutos para acessarem as cabines de votação. O local de votação é o maior da cidade.

“Foi muito rápido, hoje está ótimo, tranquilo. Cheguei e votei. Foi rapidíssimo. Levei menos de um minuto. Já vou pra casa”, declarou o aposentado João Maria, 66 anos, morador de Natal.

Desde as primeiras horas da manhã, o Instituto Presidente Kennedy, que conta com 20 seções e 7.292 eleitores, tem registrado poucas filas e em alguns casos, seções vazias. “O que demora mais é a questão da biometria, mas no geral tem sido bem rápido”, explicou uma mesária.

O local de votação conta com 20 seções eleitorais e em alguns casos, não há filas. No momento em que a reportagem esteve no local, a maior fila registrada foi de apenas 3 pessoas, diferentemente do primeiro turno de eleições.

A dona de casa Francisca Lins, 57 anos, disse que “foi muito rápido. Não demorou nada o processo de votação”, cita. “Espero que quem ganhar realmente cumpra com o que estão dizendo, porque todos merecem uma boa oportunidade. Precisamos de saúde, emprego e renda. Temos muita gente desempregada e educação, que é importante. Respeito e segurança tambem”, declarou. Ela votou ao lado da filha, a manicure Shirley Lins, 28 anos, que disse que o processo também foi rápido e durou menos de cinco minutos para acessar a cabine de votação.

www.tribunadonorte.com.br

Disque-Eleições: serviço ficará disponível neste fim de semana

O serviço do Disque-Eleições do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) estará ativo neste fim de semana, nos dias 26 e 27 de outubro, para ajudar os eleitores com informações importantes sobre o processo eleitoral. O serviço oferecerá suporte para dúvidas relacionadas ao local de votação, regularidade do título eleitoral e como justificar a ausência nas eleições.

Horários de Funcionamento

  • Sábado (26): das 8h às 17h
  • Domingo (27): das 6h30 às 17h30

Como Acessar o Disque-Eleições

Os eleitores poderão utilizar o Disque-Eleições pelo telefone 0800 084 6464 para chamadas ou enviar mensagens pelo WhatsApp. O serviço busca garantir que todos possam participar do processo eleitoral de forma informada e regularizada.

 

Ponta Negra News

Conta de luz mais baixa: Aneel anuncia bandeira amarela para novembro

Conta de luz mais baixa: Aneel anuncia bandeira amarela para novembro
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Tarifa sairá de R$ 7,877 na bandeira vermelha para R$ 1,885.

A bandeira tarifária na conta de energia será amarela no mês de novembro, de acordo com anúncio feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A mudança de bandeira vermelha, como foi em outubro, para amarela representa contas de energia mais baixas para os consumidores.

A decisão veio por causa das melhores condições de geração de energia no país com o aumento do volume de chuvas. Assim, a cobrança passa dos R$ 7,877 cobrados na bandeira vermelha patamar 2 a cada 100 kWh consumidos para R$ 1,885 a cada 100 kWh.

Os fatores que acionaram a bandeira vermelha patamar 2 foram o risco hidrológico e o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), influenciados pelo baixo nível nos reservatórios e pela elevação do preço do mercado de energia elétrica.

Apesar das melhores condições, as previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ainda permanecem abaixo da média, indicando a necessidade de geração termelétrica complementar para atender os consumidores.

Entre abril de 2022 até julho de 2024, a bandeira permaneceu verde no país quando foi interrompida com o anúncio da bandeira amarela. Em setembro, ficou vermelha, patamar 1, alcançando o patamar 2 em outubro.

SBT News

Potiguar que canta hit “Casca de Bala” é indicado ao Prêmio Multishow 2024

Foto: Davi Gravações

O artista potiguar Thullio Milionário recebeu sua primeira indicação no Prêmio MultiShow 2024, na categoria Forró/Piseiro do Ano, pela música “Casca de Bala”, que se tornou um hit no Brasil.

Lançada há sete meses nas plataformas de áudio e vídeo, a música é um dos maiores sucessos de 2024, com mais de 1.5 bilhão de streams somados. A música já foi usada mais de 4 milhões de vezes nas redes sociais, incluindo por grandes celebridades como Neymar, Endrick, Ana Maria Braga, entre outros.

Ao saber da sua indicação ao prêmio, o cantor afirmou que espera inspirar outros artistas do território potiguar a acreditarem em seu potencial. “Assim que vi o anúncio, fiquei muito feliz! Representar o Rio Grande do Norte, principalmente em um prêmio tão importante como o MultiShow, é um marco gigante na minha carreira. Estou muito honrado e espero que essa conquista inspire outros artistas do nosso estado a acreditarem nos seus sonhos e lutarem por eles. ‘Casca de Bala’ segue me levando a lugares que nunca imaginei alcançar!”, disse.

A canção, que fez sucesso através da performance do cantor do Rio Grande do Norte, foi composta pelo paraibano Flávio Nunes, conhecido como Flávio Pizada Quente. Ele vendeu a música para o potiguar.

Sobre o prêmio

A 31º edição do Prêmio MultiShow, que ocorrerá no dia 3 de dezembro, é uma das mais relevantes celebrações da música brasileira, reconhecendo e homenageando os artistas que se destacaram ao longo do ano. A cerimônia promete ser um grande evento, reunindo talentos de diversas vertentes musicais e proporcionando um espetáculo vibrante.

Tribuna do Norte

Nilda é a prefeita, e quem pensar diferente vai perder

Algumas lideranças ligadas à prefeita eleita e ao grupo da atual gestão estão tentando desqualificar a forma de trabalhar da professora Nilda, insinuando que, por ser mulher, quem realmente governará serão pessoas que não receberam os votos.

Quem conhece e convive com Nilda sabe exatamente que ela é quem manda. Perceba, durante a campanha, a capacidade que ela teve de arregimentar inúmeras lideranças, inclusive parlamentares de diversas correntes políticas.

A grande diferença entre Nilda e Taveira é a forma e o modelo mais suave de administrar os problemas. Tudo com Nilda é no diálogo, na conversa amena, no sorriso, mas com a marca de uma mulher firme, que sabe exatamente aonde quer chegar. Ou seja, com entregas que a população aguarda há 26 anos.

E lembre-se: Nilda já deu uma “lapadinha” em Gilson Moura quando venceu a eleição em 2016; em 2024, foi a vez de Salatiel. Quem se meter a besta ou fizer-se de desentendido irá amargar a famosa frase do ministro Barroso que está valendo aqui em Parnamirim: “perdeu, Mané. Não amola”.

 

Morre Zé Carlos, ex-São Paulo e que disputou a Copa do Mundo de 1998

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Foto: Divulgação

Ex-lateral estava na casa da sobrinha em Osasco, São Paulo.

O ex-lateral Zé Carlos, com passagem marcante pelo São Paulo e que disputou a Copa do Mundo de 1998, morreu nesta sexta-feira (25), aos 55 anos. O ex-jogador faleceu na casa de uma sobrinha, em Osasco, São Paulo. Ele deixa uma filha de 8 anos e um filho de 16.

Natural de Presidente Bernardes, no interior de São Paulo, Zé Carlos passava os últimos dias na casa de uma sobrinha, na cidade de Osasco, na Grande São Paulo. A família do ex-jogador considerou estranho que ele demorou para acordar na manhã desta sexta-feira e acionou o Corpo de Bombeiros, com suspeita de parada cardiorrespiratória. Apesar do atendimento no Pronto Socorro do bairro Santo Antônio, a morte do ex-lateral foi constatada.

Zé Carlos teve carreira meteórica

Ao contrário do comum na vida de um jogador de futebol, Zé Carlos teve uma ascensão “atrasada”. Antes de aparecer para o cenário nacional, o lateral acumulou passagens por São José, Nacional, São Caetano e Marília, até se destacar na Matonense, em 1997 — quando participou da campanha que levou o time do interior paulista ao acesso à Série A1 do Paulistão. Foi no meio daquele ano que Zé acertou a ida para o São Paulo, onde começou como titular e se tornou peça importante no título do estadual.

As boas atuações com a camisa Tricolor, lhe renderam a convocação para a Copa do Mundo de 1998, na França, como reserva de Cafu. O grande momento de Zé Carlos no Mundial, foi na semifinal contra a Holanda, quando precisou substituir o lateral que estava suspenso. A trajetória com a Seleção Brasileira foi curta e, após a competição, Zé não foi mais convocado.

O ex-jogador ficou no São Paulo até 2000, quando voltou a rodar o Brasil em diversos times, como Grêmio, Joinville e Ponte Preta. Ele se despediu dos gramados em 2005, no Noroeste.

Lance

Polícia Civil devolve mais de 150 celulares recuperados em Natal e Parnamirim

Foto: Diassis Oliveira/TV Ponta Negra

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte realizou na manhã desta sexta-feira (25), no auditório da Degepol, em Natal, a entrega de mais de 150 celulares que foram roubados nos últimos meses na capital e Parnamirim.

Para receber o celular, os proprietários apresentaram documentos que comprovaram a propriedade do aparelho.

Essa iniciativa visa devolver à população os objetos e contribuir para a redução dos crimes de furto e roubo de celulares.

Ponta Negra News

Natália lidera na pesquisa SETA para prefeitura de Natal

 

Fotos: Pablo Valadares e Cleia Viana/Câmara dos Deputados.

Em nova pesquisa realizada pelo Instituto Seta, Natália Bonavides alcança 51,3% e Paulinho Freire 48,7% na apresentação do resultado na forma dos votos válidos.

Veja os demais números.

ESTIMULADA

Natália Bonavides – 42,5%

Paulinho Freire – 40,4%

Ninguém/Branco/Nulo – 7,4%

Não Sabe/Não Respondeu – 9,8%

O levantamento foi realizado entre os dias 23 e 24 de Outubro, entrevistando 800 pessoas. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 3%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número RN-00955/2024.

Renúncia imoral: acinte à soberania nacional

Barragem de Mariana vistoriada pelo Ibama
Trecho atingido pelo rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco, em Mariana (MG).
Por Kakay.
“A verdade é inconvertível, a malícia pode atacá-la, a ignorância pode zombar dela, mas, no fim, lá está ela“.
–Winston Churchill.
Está sendo muito interessante, emocionante até, acompanhar a cobertura de boa parte da mídia do julgamento em Londres sobre o crime ocorrido há 9 anos e que resultou na maior catástrofe ecológica do mundo. A tragédia de Mariana não foi um acidente. Foi um ato criminoso. Claro que sempre haverá, na imprensa, quem represente os interesses das mineradoras. Elas são fortíssimas, e gastar com a mídia é muito mais barato do que indenizar as vítimas e reparar o mal causado ao meio ambiente. A gente, infelizmente, sabe que faz parte do jogo.
Algumas questões de fundo independem de conhecimento jurídico para quem está acompanhando o processo. Perguntas que devem ser respondidas, ou que ficarão como espadas nas nossas cabeças: Por que, em 9 anos, as vítimas não foram, devidamente, indenizadas? Os danos são inquestionáveis e, evidentemente, não há dúvidas sobre eles. Da mesma maneira, há um consenso no sentido da necessidade da reparação. É fato que 19 pessoas morreram, que as famílias perderam casas, plantações e acesso ao rio que significava quase tudo: vida, sustento, lazer, culto, magia e história. Foram despejados 43,8 milhões de m³ de rejeito no meio ambiente.

Famílias ribeirinhas viram suas vidas serem levadas junto à lama. Os quilombolas e as populações originárias foram tragadas pela violência do rompimento criminoso da barragem. Até hoje, os efeitos se estendem e acompanharão esses cidadãos brasileiros por todo o sempre. Porque, depois de todos esses anos, anuncia-se, exatamente quando começa o julgamento em Londres, um grande acordo entre as mineradoras, os governos Federal, de Minas Gerais e Espírito Santo, sem a presença das vítimas, na mesa de negociações? É também estranho que o Estado da Bahia, diretamente atingido pela lama, inclusive

no santuário de Abrolhos, esteja de fora da negociação. Quem teve o poder de barrar a presença dos representantes de 620 mil atingidos, quais sejam os ribeirinhos, os quilombolas e as populações originárias? Em um governo popular, essa mesa está manca e não para em pé. Como já escrevi anteriormente: “Naquela mesa estão faltando eles”.

É óbvio que não cabe criticar a opção daquele que sofreu a dimensão da tragédia em receber uma reparação nesse acordo. Quem ficou 9 anos sem ser indenizado poderá, é claro, optar por receber muito menos do que teria direito. Cabe a todos nós respeitarmos. O que não podemos é nos calar diante das questões que não têm respostas: seria possível usar a força das mineradoras para obrigar os aderentes ao acordo a desistir do processo na Inglaterra? é possível aceitar, sem discutir, pois não estavam à mesa de negociação, valores que foram tramados pelos infratores? essa obrigação de

renunciar à discussão, de abrir mão do direito à indenização na Inglaterra, não seria imoral e significaria o abuso da força contra aquele que ficou 9 anos sem sequer ser chamado à mesa de negociação? É importante frisar, por tudo que acompanhei, que a AGU (Advocacia Geral da União), representada por um ministro probo e justo, não parece concordar com essa exigência. Mas e as mineradoras e os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo?.

Não queremos, obviamente, atrapalhar o recebimento de qualquer montante por parte dos que foram solenemente desprezados, especialmente pelas mineradoras. Porém, cuidar de alertar que não pode haver abuso por parte dos causadores diretos da tragédia e nem dos Estados que se beneficiam do acordo.

No caso concreto, representamos, com muito orgulho, as associações dos Remanescentes dos Quilombos de Produtores e Produtoras Rurais da Agricultura Familiar da Comunidade Quilombola de São Domingos Sapê do Norte, Conceição Da Barra (ES) e dos Remanescentes dos Quilombos de Produtores Rurais da Agricultura Familiar e Pesqueira da Comunidade Morro Da Onça – Sapê do Norte, Conceição da Barra (ES). Por isso, não podemos admitir que, depois de serem tragados pela lama e pela água, sejam, agora, atingidos pela prepotência do poder econômico.
Imagine a hipótese, desumana, de uma estratégia de não fazer o acordo, por 9 anos, sem sequer sentar à mesa com os verdadeiros representantes dos atingidos e, depois, quando se vislumbra uma luz na ação proposta na Inglaterra, mudar o rumo e fazer um acordo no Brasil, sem discussão com as vítimas e exigir que abram mão do direito que será decidido na Inglaterra. Isso sim é dar um drible na soberania nacional. Isso sim é desprezar o Poder Judiciário brasileiro.

Não estamos falando da manobra odiosa só em relação às vítimas, pois elas nunca foram levadas em consideração. Salvo agora, como estratégia para diminuir o prejuízo. Mas é um verdadeiro acinte à própria soberania nacional. O acesso à Justiça deve ser tratado como um direito indisponível no caso concreto. Afinal, as vítimas não foram ouvidas e estão sendo levadas a aderir. Lamentável. Remeto-me à oração do mestre Roberto Lyra Filho, que ele fez para meu convite de formatura na UnB (Universidade de Brasília) em 1981:

“Procurai a justiça social e achareis o direito, não como produto entortado pelos interesses e conveniências de privilegiados contra oprimidos, mas na sua fonte legítima: o sufrágio livre e universal do povo, que não reconhece tutores; que abomina as dominações manhosas ou violentas; que produz a riqueza e deve participar, equitativamente, dos seus frutos; que determina a única segurança verdadeira, com base no exercício da liberdade coletiva e no respeito às garantias individuais”.

www.poder360.com.br

Ex-ator mirim e DJ: João Rebello Fernandes é morto a tiros

O ex-ator mirim da TV Globo e DJ, João Rebello Fernandes, de 45 anos, foi assassinado a tiros na noite da última quinta-feira (24) enquanto estava em seu carro na Praça da Independência, em Trancoso, destino turístico popular no extremo sul da Bahia.

De acordo com a Polícia Civil, testemunhas relataram que João foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta, que se aproximaram e atiraram contra ele à queima-roupa. A 1ª Delegacia Territorial de Porto Seguro investiga o caso e informou que diligências estão em andamento para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.

Carregando o legado artístico da família ao lado do tio, Jorge Fernando, uma das grandes personalidades da televisão brasileira, que morreu em 2019, João Rebello alcançou fama ainda criança, quando participou de novelas da TV Globo.

Ele atuou em produções como Cambalacho (1986), Bebê a Bordo (1988), Vamp (1991) e Deus nos Acuda (1992)

Fonte: CNN Brasil