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Prefeitura de Parnamirim leva projeto “Educar PRF” para escolas do município

Prefeitura de Parnamirim segue trazendo o projeto Educar PRF, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, que tem como objetivo levar, de forma lúdica e interativa, conhecimento sobre trânsito a escolas, especialmente para alunos do ensino fundamental I e II. As atividades que começaram na última segunda-feira (21), seguirão, inicialmente, até a próxima terça-feira (29) e buscam contemplar o maior número de escolas do município.

A ação tem grande importância na formação de uma nova geração mais consciente sobre a segurança no trânsito. Os estudantes participarão de palestras que prometem promover maior interação com a temática, além disso, serão selecionados para uma visita à sede da PRF em Natal, com critérios definidos por cada escola.

Para o Policial Rodoviário Federal, Osvaldo da Costa, a educação no trânsito é fundamental para moldar o futuro viário junto as crianças: “Ao influenciar as crianças nessa temática e no bom comportamento em relação ao trânsito, teremos uma mudança de atitude no futuro. Também trabalhamos a educação para o trânsito com adultos, mas é natural que eles tenham resistência para adquirir novos conhecimentos. Já as crianças estão mais abertas.

Trabalhar essa temática agora, na formação delas, traz um impacto diferenciado lá na frente. Nossa perspectiva é que, ao focar nesse público, teremos um reflexo futuro muito positivo no comportamento e na transformação da sociedade “, afirmou.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Parnamirim – ASCOM

Vereador Wolney França apresenta moção de aplausos ao piloto da FAB por ação heroica em Parnamirim/RN

O vereador Wolney França (PSDB) apresentou na Câmara Municipal de Parnamirim/RN, uma moção de aplausos ao Capitão Aviador Lucca Minhaqui Azevedo, piloto da Força Aérea Brasileira (FAB), pela atuação decisiva que evitou uma tragédia no município. Durante um voo de treinamento, o caça F-5 pilotado pelo oficial apresentou uma falha, mas o piloto conseguiu desviar a aeronave de áreas residenciais próximas ao bairro da Coophab, direcionando a queda para uma área inabitada, salvando a sua própria vida e evitando vítimas.

Após garantir a segurança dos moradores, o capitão ejetou da aeronave e foi resgatado em segurança. “A coragem e o profissionalismo do Capitão Azevedo evitaram uma tragédia e merecem nosso reconhecimento”, declarou Wolney França ao justificar a moção. A ação do piloto foi uma rápida e precisa resposta ao ocorrido. “Ele foi abençoado por Deus, demonstrou equilíbrio emocional, uma capacidade técnica gigante e demonstrou que a nossa Força Aérea é preparada no ponto de vista da capacitação e do treinamento”, disse.

Lula cortava a unha do pé quando caiu no banheiro e bateu a cabeça

Lula cortava unha do pé quando caiu e bateu a cabeça - 22/10/2024 - Mônica  Bergamo - Folha
Foto: Ricardo Stuckert

Presidente levou pontos e cancelou viagem à Rússia.

O presidente Lula (PT) estava cortando as unhas do pé no banheiro quando caiu de um banco e bateu a cabeça, no sábado (19).

O acidente aconteceu quando ele terminou o corte em um dos pés, se movimentou para começar no outro pé —e se desequilibrou.

O petista bateu a nuca em uma quina, e sangrou muito. Manteve a consciência, mas se assustou.

Decidiu então ir imediatamente ao Hospital Sírio-Libanês, onde levou cinco pontos e fez uma série de exames. Eles revelaram que houve uma pequena hemorragia cerebral.

O próprio Lula revelou a interlocutores que considera que o acidente foi “grave”.

O presidente tinha um voo marcado para a Rússia no domingo (20), para participar da cúpula do Brics. Mas cancelou a viagem por orientação de seu cardiologista, Roberto Kalil Filho.

O médico, que mora em São Paulo, embarcou para Brasília assim que foi avisado do acidente. Levou com ele o neurologista clínico Rogério Tuma, o neurocirurgião Marcos Stavale e Francisco Sampaio, cirurgião de coluna.

Depois de diversos exames, ficou constatado que o problema era apenas na cabeça. O presidente fez repouso e segue em observação.

Folha de S. Paulo

PF investiga o ataque hacker aos sistemas da Anvisa, mas afirma que os dados não foram vazados

A Polícia Federal cumpre nesta quarta (23) um mandado de busca e apreensão em Porto Velho contra um grupo que teria feito um ataque cibernético aos sistemas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A autoridade, no entanto, não informou quando ocorreu este ataque hacker à agência.

“O ataque foi realizado por um grupo hacker que explorou uma vulnerabilidade nos sistemas da Anvisa para extrair arquivos. Apesar do incidente, a Anvisa detectou a invasão rapidamente e restaurou seus sistemas, não havendo indícios de exfiltração de dados sensíveis”, disse a PF em nota sobre a Operação Criptojacking.

A Gazeta do Povo entrou em contato com a Anvisa para apurar quando foi o ataque e as circunstâncias da invasão e aguarda retorno.

As investigações da PF foram conduzidas pela Superintendência Regional do Distrito Federal, embora a possível origem tenha sido da capital rondoniense.

Em meados de maio deste ano, a Polícia Federal conduziu outra operação relativa a ataques hackers em sistemas vinculados à saúde. Na ocasião, um mandado de prisão foi cumprido em Minas Gerais ligado a uma pessoa que teria roubado informações do CadSUS, do Ministério da Saúde.

Ele, ainda, teria colocado os dados à venda e divulgado informações de dois milhões de brasileiros na DeepWeb. O hacker, disse a PF na época, seria conhecido por ter realizado várias invasões a sistemas e ataques de pichação em sites de órgãos governamentais, além de manter contato com outros hackers brasileiros.

E mais recentemente, em agosto, a própria Anvisa alertou usuários para o envio de e-mails fraudulentos sobre uma suposta vistoria em empresas. “Trata-se de ataque de e-mail spoofing, ou seja, uma técnica usada por hackers para se passar por outra pessoa ou uma empresa legítima e roubar dados”.

“Assim, o usuário malicioso induz o leitor a pensar que o e-mail veio de uma fonte confiável e o leva a clicar em algum link, compartilhar informações sensíveis ou baixar arquivos que podem causar danos”, disse a agência em nota na época.

Fonte: Gazeta do Povo

Piloto de jato que caiu no RN passará por avaliações físicas e mentais antes de voltar a voar

Avião da FAB caiu em Parnamirim, na Grande Natal — Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

FAB determina que pilotos envolvidos em acidentes passem por bateria de exames, como teste para avaliar se há estresse pós-traumático. Piloto se ejetou antes de queda e sofreu luxação no ombro.

O piloto que se ejetou antes de um jato da Força Aérea Brasileira (FAB) cair em Natal (RN), nesta terça-feira (22), vai passar por uma bateria de exames antes de poder voltar a voar.

O militar passou por exames no hospital Monsenhor Walfredo Gurgel e teve constatada uma luxação no ombro. Ele já recebeu alta.

Documentos da FAB, aos quais o g1 teve acesso, detalham que pilotos envolvidos em acidentes devem passar por uma bateria de exames antes de estarem aptos a voar novamente.

Entre os exames está a tomografia, por exemplo. Danos na cabeça e na coluna estão entre as principais preocupações decorrentes de uma ejeção de aeronave, como a ocorrida em Natal. O piloto não teve lesões nestes lugares do corpo.

Além desses exames, o piloto deve passar por testes físicos e psicológicos para identificar se há traços de estresse pós-traumático por conta do acidente, de acordo com o documento

“Serão avaliações físicas, psicológicas, psiquiátricas e, também, exame toxicológico”, procedimentos considerados “padrão”, de acordo com o documento da FAB.

Acidente durante treinamento

O caça F-5M caiu durante um de treinamento em uma mata próxima a condomínios residenciais de Parnamirim, na Grande Natal.

Vídeos gravados por moradores mostram o avião pegando fogo e, em seguida, caindo. O piloto conseguiu ejetar e foi resgatado por um equipe de salvamento da FAB. Segundo o órgão, o piloto conseguiu direcionar o caça para uma área desabitada.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou equipes para conter o avanço do fogo na vegetação na área da queda.

A FAB informou que o acidente será investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

De acordo com relatos de moradores, no momento da queda eles escutaram um barulho muito alto e depois viram uma nuvem de fumaça. “Foi um estrondo muito alto, fora do comum. Os aviões estão passando por aqui nessa região por conta da Cruzex, em treinamento. A base aérea é muito próxima dessa região”, conta o jornalista Jocaff Souza, que mora em um bairro próximo à queda do caça.

O pintor Wemerson Oliveira, de 36 anos, estava trabalhando em um condomínio próximo ao local do acidente. “Eu estava trabalhando no condomínio quando a gente percebeu o avião soltando como se fossem umas bolas de fogo. Ele foi se afastando pra área de mata até que caiu e logo subiu uma nuvem de fumaça.”

Exercícios militares

Entre 3 e 15 de novembro a Base Aérea de Natal recebe o Exercício Cruzeiro do Sul (Cruzex) – exercício multinacional e operacional organizado pela FAB que visa o treinamento conjunto em cenários de conflito e promove a troca de experiências entre os países participantes.

A edição de 2024 vai reunir 16 países, mais de 2 mil militares e cerca de 100 aeronaves, entre brasileiras e estrangeiras.

Esse é o maior treinamento multinacional de guerra da América Latina, liderado pela Força Aérea Brasileira, com a participação do Exército e da Marinha do Brasil. Estão previstas mais de 1.500 horas de voo, com vários tipos de missões, incluindo ataque ao solo, superioridade aérea, escolta e reabastecimento em voo.

G1

Fogo em Patú

Incêndio atinge Serra do Lima, em Patu — Foto: Divulgação/CBMRN

A população patuense vem enfrentado mais um incêndio em seu cartão postal, a serra do Lima. As chamas começaram na manhã de ontem (22).

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte segue mobilizado no combate ao incêndio na Serra do Lima, que fica a 320 km de Natal. Hoje 15 bombeiros estão atuando no local, com o reforço de unidades de outros municípios e o apoio de voluntários da cidade.

Prisão de Putin no Brasil enfrentaria um vácuo legal e dependeria de decisão judicial

Foto: EFE/EPA/VYACHESLAV PROKOFYEV/SPUTNIK/KREMLIN POOL

Um eventual pedido do Tribunal Penal Internacional (TPI) ao Brasil para prender o ditador russo Vladimir Putin, pelos sequestros de quase 20 mil crianças em território ocupado na Ucrânia e envio para adoção por famílias russas, poderia passar por dificuldades de execução devido à ausência de uma lei no país para regulamentar o procedimento.

Embora Putin negue, analistas ocidentais e a inteligência ucraniana não descartam a possibilidade de que ele tente vir ao Brasil para participar do encontro do G20 (o grupo das maiores economias do mundo) em novembro, no Rio de Janeiro.

Caso o russo viesse ao país, sua prisão, já determinada pelo TPI, deveria ser autorizada por um juiz federal de primeira instância, conforme definido em 2020 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Mas, como ainda não há lei específica sobre a questão, o magistrado teria de decidir, inclusive sobre eventuais pedidos de soltura, com base em analogias e princípios do direito penal e internacional que considerasse aplicáveis ao caso.

O Brasil aderiu em 2002 ao Estatuto de Roma, que criou o TPI, sediado em Haia, na Holanda, mas até hoje o Congresso não aprovou uma lei para detalhar como essa e outras medidas de cooperação seriam concretizadas. O TPI, também conhecido como Corte de Haia, define crimes de dimensão internacional, como os crimes de guerra e contra a humanidade, genocídio, apartheid, tortura e desaparecimento forçado.

Ele foi criado para punir pessoas – principalmente autoridades – que agridem de forma grave os direitos humanos de populações locais, e ficam impunes em seus países de origem. As nações que aderiram ao Estatuto de Roma, como o Brasil, se comprometeram a colaborar, e daí a obrigação de que executem prisões determinadas pelo TPI.

No ano passado, Putin tornou-se alvo de um mandado de prisão internacional expedido pelo TPI. O presidente da Rússia foi considerado responsável pela deportação de ao menos 19 mil crianças ucranianas que viviam em territórios temporariamente ocupados pela Rússia. Posteriormente, elas foram adotadas à força por famílias russas. A maioria dos pais ucranianos não sabe o paradeiro dos filhos que foram vítimas do crime.

A rigor, se Putin pisar num território de um país signatário do Estatuto de Roma, esse país é obrigado a prendê-lo e entregá-lo ao TPI. Como mostrou a Gazeta do Povo em abril, o Brasil tentou aprovar, junto às Nações Unidas, uma regra de imunidade para chefes de Estado de países não signatários do Estatuto de Roma.

Na prática, o objetivo seria que líderes de países que não aderiram à criação do TPI, como Putin, não corressem risco de serem presos por aqueles que se comprometeram com o tribunal internacional, caso do Brasil. Seria uma brecha para que ele pudesse desembarcar no Rio de Janeiro no mês que vem, no encontro do G20.

O russo, no entanto, disse que não virá ao Brasil para não atrapalhar o evento. “Entendemos perfeitamente que, mesmo que deixássemos de lado o TPI, todos falariam apenas sobre isso. Na verdade, impediríamos o trabalho do G20”, disse.

Antes da declaração, o procurador-geral da Ucrânia, Andriy Kostin, havia exigido que o Brasil prendesse Putin caso ele comparecesse à cúpula no Rio de Janeiro.

Nunca houve, porém, boa vontade para isso por parte do atual governo brasileiro. Em setembro do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu que Putin não correria risco de ser preso caso viesse ao encontro do G20 no Rio.

“Se eu for presidente do Brasil, e se ele [Putin] vier para o Brasil, não tem como ele ser preso. Não, ele não será preso. Ninguém vai desrespeitar o Brasil”, disse Lula, durante entrevista em Nova Déli, na Índia.

Na semana passada, numa entrevista à CNN Brasil, também antes da declaração de Putin, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse que existe uma “tradição” de imunidade para chefes de Estado.

“Todos os chefes de Estado têm internacionalmente proteção e privilégios de imunidades. Inclusive em Nova York, as Nações Unidas estão em território americano, há um acordo de sedes que obriga a conceder tratamento diferenciado e com imunidades aos chefes de Estado que participam das assembleias da ONU. Então, é a mesma coisa”, afirmou o chanceler brasileiro.

Mas o próprio Mauro Vieira ressalvou, em seguida, que um juiz de primeira instância poderia determinar a prisão de Putin, de modo a atender ao TPI. “Eu não sei o que pode acontecer, se algum juiz poderá dar uma medida, um pedido de prisão. Eu não posso atuar dentro da futurologia, o que vai acontecer eu não sei”.

Decisão sobre prisão cabe a juiz de primeira instância
A delegação a juiz federal de primeira instância, para determinar a prisão de uma autoridade estrangeira a pedido do TPI, foi definida em 2020 pela ministra do STF Rosa Weber, hoje aposentada. Ela reconheceu que, na ausência de lei específica sobre o assunto, essa tarefa ficaria a cargo de um magistrado de primeira instância.

Ela se baseou em dispositivo da Constituição que define as competências do juízes federais. O artigo 109, inciso III, diz que cabe a eles processar e julgar “as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional”.

Em tese, essa tarefa poderia ficar a cargo do próprio STF, como ocorre nos casos de extradição, quando o criminoso é condenado em um outro país, e não num tribunal internacional, como o TPI. É o que prevê, por exemplo, um projeto de lei em tramitação no Congresso desde 2008 para regular a atuação do Estado brasileiro em relação às ordens do TPI.

Pelo texto da proposta, o pedido de prisão do TPI seria recebido pelo Ministério das Relações Exteriores, que o encaminharia em cinco dias ao Ministério da Justiça. Esse, por sua vez, enviaria o pedido em 30 dias ao presidente do STF, para que julgasse se a solicitação está de acordo com a Constituição e as leis brasileiras.

Esse projeto de lei (PL 4038/2008) foi apresentado à Câmara pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro de 2008, em seu segundo mandato. Mas está parado na Casa desde 2016. Em 2021, a CPI da Pandemia apresentou projeto de lei semelhante no Senado, mas desde então nunca foi votado na Comissão de Relações Exteriores, primeiro passo na tramitação.

Estatuto de Roma prevê que ditador deve ser preso mesmo que não haja leis nacionais para isso
De qualquer modo, vários artigos do Estatuto de Roma impõem ao Brasil a obrigação de colaborar, mesmo sem leis aprovadas internamente para regular todos os detalhes.

“Os Estados Partes deverão, em conformidade com o disposto no presente Estatuto, cooperar plenamente com o Tribunal no inquérito e no procedimento contra crimes da competência deste”, diz, por exemplo, o artigo 86 da convenção internacional.

Para Vladimir Aras, procurador regional da República e ex-secretário de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral da República (PGR), a prisão de Putin é improvável, e não só no Brasil. Num artigo publicado no ano passado, após a ordem de prisão do russo, ele lembrou que não houve êxito em 2009 e 2010, quando pela primeira vez um chefe de Estado teve uma ordem de prisão decretada pelo TPI – no caso, Omar Al-Bashir, que era presidente do Sudão, acusado de genocídio. Países africanos não colaboraram e ele só deixou o poder em 2019, quando foi deposto e preso dentro do próprio país.

“Dificilmente veremos uma operação internacional, seja dos Estados Unidos ou da União Europeia, para prender o presidente da Rússia, um país que é uma potência nuclear e que, do mesmo modo que EUA e China, não é parte do Estatuto de Roma. Na prática, porém, Putin e Maria Lvova-Belova [acusada de supervisionar a deportação de crianças ucranianas para a Rússia] ficam desde já com seus movimentos limitados. Teoricamente só poderão sair da Rússia para visitar países satélites”, escreveu Vladimir Aras em artigo publicado, em abril de 2023, na revista Conjur.

Fonte: Gazeta do Povo

Queda de avião da FAB em Parnamirim será investigada

Foto: Adriano Abreu

A queda do avião da Força Aérea Brasileira (FAB) nas imediações da base aérea de Parnamirim, nesta terça-feira (22), será investigada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

As partes do avião, que pegou fogo no ar e ficou completamente destruído, serão objeto de perícia por parte da FAB. Na tarde desta terça, militares recolheram diversas partes do caça para análise. O piloto do caça F-5M realizava treinamento quando detectou problemas na nave. Ele conseguiu fazer a ejeção e saiu com ferimentos leves, sendo encaminhado para uma unidade de saúde militar. O estado e nome do piloto não foram divulgados. O acidente acontece prestes à Base Aérea de Natal receber o Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX) 2024. Esta edição reunirá 16 países e cerca de 50 aeronaves.

Segundo informações oficiais, a aeronave que caiu durante um voo de treinamento, segundo a FAB, era um caça F-5M. A instituição também confirmou que, antes de se ejetar, o piloto direcionou o caça para uma região desabitada. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) investigará o acidente a fim de identificar os possíveis fatores contribuintes para evitar que novas ocorrências semelhantes ocorram.

Tribuna do Norte

Turismo do RN alcança, em setembro, melhor resultado dos últimos 10 anos

Foto: Aléx Régis/Tribuna do Norte

O mês de setembro de 2024 para o turismo no Rio Grande do Norte registrou o melhor desempenho dos últimos 10 anos. De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Estado teve um aumento no número de passageiros chegando ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, com um total de 195.255 passageiros. Esse número representa um acréscimo de 15,6% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram registrados 168.780 passageiros, o que corresponde a mais de 26 mil pessoas adicionais. O resultado é considerado “acima da expectativa” pelo Governo por se tratar de um mês fora da alta temporada.

Para o diretor-presidente da Emprotur, Raoni Fernandes, esses resultados são fruto de meses de planejamento estratégico para garantir crescimento mesmo em baixa temporada. “A consolidação do crescimento de setembro, que já estava sinalizado em estudos da Inteligência interna e do Aeroporto de Natal, contribui para a perspectiva de uma das melhores altas temporadas dos últimos anos”, afirma.

Tribuna do Norte