Dólar inicia ano em forte alta e fecha a R$ 5,26

Em meio a uma nova onda de lockdowns em países europeus e a instabilidade política nos Estados Unidos, o dólar começou 2021 com forte alta, aproximando-se dos R$ 5,30 em alguns momentos. A bolsa de valores, que operou em alta durante a manhã, não sustentou os ganhos e fechou em baixa.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (4) vendido a R$ 5,268, com alta de R$ 0,079 (+1,53%). Num dia de fortes oscilações, a cotação chegou a cair para R$ 5,12 por volta das 9h15, mas disparou durante a tarde. Na máxima do dia, por volta das 16h50, chegou a R$ 5,28.

A volatilidade também foi sentida no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 118.858 pontos, com recuo de 0,13%. Pela manhã, o indicador chegou a bater recorde e superar os 120 mil pontos, mas não conseguiu manter o ritmo, influenciado pelo cenário internacional.

O aumento global de casos de covid-19 e o ritmo lento de vacinação em alguns países alimentaram o clima de pessimismo. Hoje, o Reino Unido decretou lockdown total no país até meados de fevereiro para conter a disseminação da variante do novo coronavírus mais contagiosa que as anteriores.

O clima político nos Estados Unidos, com a realização do segundo turno para as eleições do Senado na Geórgia, também influenciou os mercados. Os três principais índices que compõem o mercado em Wall Street afastaram-se dos recordes recentes e fecharam em forte queda. O Dow Jones (das empresas industriais) caiu 1,27%, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) perdeu 1,49%, e o Nasdaq (das empresas de tecnologia) recuou 1,48%.

*Com informações da Reuters

Agência Brasil

Brasil tem 20 mil novos casos de covid-19 em 24 horas

Uso de máscara para proteção contra o novo coronavírus.

O balanço divulgado hoje (4) pelo Ministério da Saúde (MS) mostrou o registro de 20.006 pessoas com  covid-19 em 24 horas, desde o boletim deste domingo(3). Nesse mesmo período, foram registradas 543 novas mortes. A soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia atingiu 7.753.752 enquanto 196.561 pessoas morreram por complicações da doença.

O balanço mostra ainda que 6.813.008 pessoas se recuperaram da covid-19. Os dados divulgados pelo ministério vêm de informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde de todo o país.

Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações de fim de semana que são enviadas ao ministério.

Covid-19 nos estados

São Paulo chegou a 1.473.670 de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (552.104) e Santa Catarina (498.910). Já o Acre tem o menor número de casos (42.117), seguido de Amapá (68.775) e Roraima (68.947).

São Paulo também lidera o número de mortes, com 46.888. Rio de Janeiro (25.617) e Minas Gerais (12.063) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Roraima (787), Acre (806) e Amapá (936).

Agência Brasil

Brasil tem mais 462 mortes por covid-19 em 1 dia e total supera 195 mil

Sérgio Lima/Poder360 2

O Brasil inicia 2021 com pelo menos 195.411 mortes por covid-19. É o número de vítimas confirmadas até as 18h30 desta 6ª feira (1º.jan.2021), de acordo com o Ministério da Saúde. São 462 mortes a mais que o total registrado no dia anterior.

Foram mais 24.605 casos em 24 horas, totalizando 7.700.578 infectados.

Reprodução/Ministério da Saúde – 1º.jan.2021

Os dados indicam que 6.756.284 pessoas estão recuperadas da doença, e 748.883 permanecem em acompanhamento.

O Brasil perdeu 21.805 vidas em dezembro. O número de vítimas é superior ao registrado em novembro (13.236) e outubro (15.932).

MORTES POR COVID-19 

Só os Estados Unidos têm mais vítimas que o Brasil. Eram mais de 355 mil mortos até a publicação desta reportagem.

O número de mortos no Brasil também é elevado na comparação proporcional. São 923 mortes por milhão de habitantes segundo cruzamento de dados do Ministério da Saúde com a última estimativa populacional divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

 

A taxa coloca o Brasil na 21ª posição do ranking mundial. Em 31 de outubro, ocupava o 4º lugar.

A Bélgica é o país onde a covid-19 mais mata em relação ao número de habitantes. São 1.681 mortes por milhão de habitantes. Entenda aqui os motivos dos números belgas.

MÉDIA MÓVEL DA MORTES E CASOS

Os 2 gráficos a seguir mostram o número de mortes e de novos casos diários, mas também a média móvel dos últimos 7 dias. A curva matiza eventuais variações abruptas, sobretudo porque nos fins de semana há sempre menos casos relatados.

A média de mortes diárias está acima de 600 desde 8 de dezembro de 2020.

Já a média móvel de novos casos está acima de 35.000 desde 25 de novembro de 2020.

Bolsonaro pula no mar para encontrar com banhistas, que depois xingam Doria

O presidente Jair Bolsonaro pulou no mar nesta 6ª feira (1º.jan.2020) para encontrar com banhistas na Praia Grande, reduto popular no litoral paulista. O presidente está passando os feriados de final de ano no Guarujá, município próximo. Com a praia lotada, pessoas se aglomeraram ao redor do presidente dentro da água. Os apoiadores gritaram “mito” e ofensas ao governador de São Paulo, João Doria.

A comitiva presidencial estava em um barco navegando paralelamente à costa acenando para a população. Em certo momento, o presidente entra na água acompanhado de seus seguranças e nada até onde estava a maior quantidade de pessoas. Ao fim do encontro, Bolsonaro nadou de volta para a embarcação.

Quando Bolsonaro deixou o local, era possível ouvir alguns banhistas gritando: “Ei, Doria, vai tomar no cu”. O presidente publicou o vídeo em seus perfis nas redes sociais, mas o trecho da ofensa foi cortado.

Assista ao vídeo que Bolsonaro postou (2min38s), sem as ofensas a Doria:

 

 

Agora, assista ao vídeo completo, incluindo as ofensas a Doria na parte final (2min10s):

 

O governador de São Paulo usou sua conta no Twitter para responder à publicação. Disse que o presidente gosta mesmo “cheiro da morte, do cheiro da pólvora e do cheiro do dinheiro das rachadinhas”. Além disso, responsabilizou a gestão do presidente pelas mais de 190 mil mortes por covid-19 no Brasil e cobrou: “Trabalhe mais e fale menos”.

Depois, o secretário especial de Comunicação do Ministério das Comunicações, Fábio Wajngarten, também foi ao Twitter para provocar Doria. Ele criticou o enrijecimento das medidas restritivas contra a covid-19 decretadas pelo governador e sua viagem à Miami de férias, que depois foi cancelada pelo tucano.

Na véspera de Natal, Doria teve que se desculpar pela viagem. Doria cancelou a licença de 10 dias após o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), ter sido diagnosticado com covid-19 em 23 de dezembro. Ele ocuparia o cargo como interino.

Um dia antes, o governo paulista anunciou o retorno à fase vermelha de restrições de atividades, de 25 a 27 de dezembro e de 1º a 3 de janeiro de 2021. Apenas serviços essenciais como transporte, saúde, padarias, mercados e farmácias poderão funcionar nessas datas.

O Executivo paulista também comunicou que nenhuma região deverá retornar à fase verde –a penúltima na escala de abrandamento– durante o mês de janeiro.

Congresso derruba menos vetos de Bolsonaro em 2020, mas posterga 27

Fachada do Congresso Nacional. Brasilia, 26-10-2018Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O Congresso derrubou 14,3% dos vetos de Jair Bolsonaro que analisou em 2020. No ano anterior foram 24,4%. Os vetos mantidos passaram de 62,22% para 71,43%.

O presidente da República pode vetar trechos ou a íntegra de projetos aprovados pelo Legislativo. O Congresso, porém, pode não aceitar. Para rejeitar um veto e restituir a redação do projeto aprovado é necessário ter maioria absoluta dos votos tanto na Câmara quanto no Senado.

Trata-se de um processo que causa atritos entre o Legislativo e o Executivo. Quanto pior a relação entre Planalto e Congresso, maior costuma ser a propensão dos congressistas a derrubar vetos.

Em 2020 o Planalto se aproximou do Centrão e se aliou a políticos experientes como Arthur Lira (PP-AL) e Ricardo Barros (PP-PR). Também ofereceu cargos e influência sobre recursos federais a congressistas.

Bolsonaro abraça Arthur Lira na posse do ministro das Comunicações, Fábio FariaSérgio Lima/Poder360 – 17.jun.2020

A seguir, os resultados das votações dos vetos de Jair Bolsonaro em 2019 e 2020. Não foram computados os vetos de Michel Temer analisados em 2019 e nem os de Bolsonaro que ainda não foram deliberados.

Foram 27 os vetos de 2020 que terminaram o ano sem análise. Ainda, há o veto ao Pacote Anticrime. Ele é de 2019 e ainda não foi analisado. Fez aniversário em 24 de dezembro. Há vetos, entretanto, que foram publicados depois do início do recesso congressual.

É o caso do veto à  LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Bolsonaro vetou o impedimento de contingenciamento –bloqueio temporário de recursos– de uma série de ações, como combate à pandemia de covid-19, à violência contra mulher e à pobreza, e do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

 

 

Desde 2014, os 2 anos em que o Congresso deixou mais vetos sem análise foram sob o governo de Jair Bolsonaro. Em 2020, durante a pandemia, o percentual de vetos que ficou para o ano seguinte chegou a 41%.

Os 2 anos do atual presidente à frente do Planalto são também os com maiores números absolutos de vetos cujas análises ficaram para o os anos posteriores. Foram 17 em 2019 e 23 em 2020.

O levantamento do Poder360 começa a contagem em 2014 porque foi o 1º ano completo depois de uma mudança na tramitação dos vetos. Foi quando essas matérias começaram a “trancar a pauta” do Congresso depois de 30 dias de sua chegada –ou seja, impedir que outras propostas fossem analisadas.

Uma explicação possível para a disparada no percentual de vetos sem análise em 2020 é a pandemia. Houve uma mudança na tramitação para reduzir os riscos de contágio pelo coronavírus nas votações. Senadores e deputados passaram a fazer as análises remotamente.

Ainda, houve falta de acordo em diversos momentos do ano. Sessões que estavam convocadas foram adiadas. O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), procurava minimizar os atritos com o governo. Assim, as matérias se acumularam. Eis alguns exemplos:

Poder 360

Bolsonaro recebeu 23 executivos de mídia e 7 jornalistas em 2 anos de governo

Desde que assumiu a Presidência da República, em janeiro de 2019, o presidente Jair Bolsonaro recebeu 23 executivos ou donos de empresas de comunicação em 32 encontros e reuniões no Planalto e no Alvorada. A Record foi a mais representada: 12 vezes, em 6 ocasiões.

Em 2020 houve uma redução drástica das reuniões com os executivos de mídia. Dos 32 encontros, somente 2 foram no ano passado. Os dados são de levantamento produzido pelo Poder360 com base na agenda do presidente –que às vezes não inclui todas as suas reuniões.

Um dos encontros realizados em 2020 foi em 2 de junho, quando Bolsonaro se com Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes. A reunião foi realizada dias depois da divulgação da reunião ministerial na qual a Band foi citada. O encontro não foi registrado na agenda. É possível que outras reuniões tenham ocorrido e que tenham ficado em sigilo.

Já o outro 2º encontro do presidente com 1 executivo de mídia foi com Marcelo de Carvalho, vice-presidente da RedeTV, em 5 de agosto, no Planalto.

O dono do site Terça Livre, Allan dos Santos, foi o executivo de mídia mais recebido por Bolsonaro, em 4 ocasiões. Em 1 dos encontros com Bolsonaro, Allan dos Santos esteve com sua família:

Foto publicada por Allan dos Santos no Instagram em 21 de agosto de 2019 com a legenda: “Visitando o amigo @jairmessiasbolsonaro com a família toda”Reprodução/Instagram – 21.ago.2019|

O site Terça Livre é conhecido por fazer publicações favoráveis ao governo. Em 1º fevereiro de 2020, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) da Presidência da República negou que o jornalista receba dinheiro para defender Bolsonaro em suas plataformas digitais. Em 27 de maio, Allan foi 1 dos alvos de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal no inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre fake news e ataques contra os ministros do Supremo.

Além de Saad e Allan dos Santos, os executivos que estiveram com Bolsonaro duas vezes ou mais foram:

  • José Roberto Maciel. presidente do SBT: 3
  • Luiz Cláudio Costa, presidente da Rede Record: 3 vezes.
  • Marcelo de Carvalho, vice-presidente da RedeTV: 3 vezes;
  • Marcos Vinícius, CEO da Rede Record: 3 vezes;
  • Silvio Santos, dono do SBT: 3;
  • Amilcare Dallevo Jr., presidente da RedeTV: 2;
  • Douglas Tavolaro, CEO da CNN Brasil: 2;
  • Edir Macedo, dono da Record: 2;
  • Marcio Novaes, presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão: 2.

Leia aqui quem se reuniu com Bolsonaro e quando.

ENCONTROS INFORMAIS COM A MÍDIA

Bolsonaro também teve encontros informais com representantes de mídia. Eis abaixo:

  • 4.jul.2019 – recebeu 12 integrantes do grupo “YouTubers de Direita” –assim também foram chamados em agenda oficial. O encontro foi realizado por intermédio da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

Youtubers foram recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro no Palácio do PlanaltoMarcos Corrêa/Planalto – 4.jul.2019

  • 10.out.2019 – visitou a sede do jornal Estado de S. Paulo, na capital paulista. No encontro, Bolsonaro falou em “casamento com o jornal” e recebeu de presente, emolduradas, as palavras cruzadas feitas por ele e publicadas no jornal de 1971 a 1976.

Bolsonaro e Francisco Mesquita Neto, diretor-presidente do Grupo EstadoMarcos Corrêa/PR – 10.out.2020

  • 3.fev.2020 – recebeu 1 microfone em sua homenagem da Band. O presidente Jair Bolsonaro diz ser ouvinte da Rádio Bandeirantes desde a década de 1960.

O presidente Jair Bolsonaro recebe o microfone das mãos do presidente da TV Band, Johnny SaadPlanalto – 3.fev.2020

  • 22.jun.2020 – participou do lançamento do canal AgroMais, da TV Band.

Bolsonaro no lançamento do canal Agro Mais, da TV Band. Na foto, Johnny Saad discursaMarcos Corrêa/Planalto – 22.jun.2020

  • 25.nov.2020 – visitou a redação da CNN Brasil, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo. Foi recepcionado por executivos de jornalismo da emissora, que lhe mostraram as instalações que mantêm a canal por assinatura no ar desde março de 2020.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, e Douglas Tavolaro, CEO e sócio-fundador da emissora (à esq.)Alan Santos/PR – 25.nov.2020

Segundo a CNN, a conversa foi pautada por temas políticos, econômicos e sociais, além de abordar os planos do Executivo para 2020 e 2021. Dentre os membros da emissora presentes no encontro, estavam o CEO e sócio-fundador, Douglas Tavolaro, e o diretor de Jornalismo, Américo Martins.

O fundador do SBT está isolado em sua residência como precaução em relação à pandemia da covid-19. Silvio está no grupo de maior risco da doença por conta de sua idade avançada. Mesmo assim, tanto ele quanto Bolsonaro não utilizavam máscaras. O mandatário já contraiu o coronavírus, mas já há caso comprovado de reinfecção no país.

 

 

REUNIÕES COM JORNALISTAS

Desde janeiro de 2019, Bolsonaro também recebeu 7 jornalistas individualmente no Planalto, em 14 ocasiões, não necessariamente para dar entrevista. Alexandre Garcia (ex-Globo e hoje youtuber solo) foi quem mais reuniu-se com o presidente: 6 vezes. Em seguida estão Heraldo Pereira (2) e Ratinho (2).

Em 2020, Bolsonaro se afastou e houve uma redução nos encontros com a mídia. Só recebeu Garcia –que participou da reunião de escolha de Regina Duarte para a Cultura– e Orlando Brito (Os Divergentes), fotógrafo agredido em ato pró-governo.

CÁFÉS COM JORNALISTAS

Em 2019, Bolsonaro ofereceu 7 cafés da manhã para integrantes da mídia no Palácio do Planalto. Recebeu 114 repórteres, colunistas, editores e apresentadores. É 1 recorde em relação a todos os presidentes da República anteriores.

Nos encontros, os jornalistas não puderam gravar o áudio nem fazer imagens, mas foram liberados a fazer anotações sobre o que foi dito. O Planalto grava tudo, em áudio e vídeo. As imagens são divulgadas depois.

Eis a data de cada 1 dos eventos:

Com o aumento no conflito com a mídia, o presidente não promoveu encontros em grupo com os jornalistas em 2020.

Poder360 preparou 1 infográfico com os principais dados sobre os cafés já realizados. Diferentemente do que acontece com as entrevistas exclusivas, o Grupo Globo até então foi o que mais teve profissionais convidados pelo presidente. Foram 20 profissionais de diferentes veículos do grupo:

Além do café da manhã com jornalistas, em 22 de agosto de 2019, o presidente reuniu-se com 50 pessoas ligadas a associações e a veículos de mídia da região Sul no Palácio do Planalto. O encontro foi organizado pela Acaert (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão).

O presidente Jair Bolsonaro em café da manhã com 50 pessoas ligadas a associações e a veículos de mídia da região SulMarcos Corrêa/Planalto – 22.ago.2019

Em 2020, o presidente também realizou uma audiência em 7 de outubro com representantes de mídia do Grupo RIC, da Rede Pampa de Comunicação, do Grupo Massa, do Grupo ND de Comunicação e sindicatos e associações do Rio Grande do Sul. O ministro das Comunicação, Fábio Farias, estava presente.

Audiência do presidente Jair Bolsonaro e o ministro Fábio Faria com executivos de mídia do Rio Grande do Sul (Marcos Corrêa/PR

Audiência do presidente Jair Bolsonaro e o ministro Fábio Faria com executivos de mídia do Rio Grande do Sul (Marcos Corrêa/PR

Eis quem participou:

  • Marcello Corrêa Petrelli, presidente Executivo do Grupo RIC Santa Catarina;
  • Alexandre Gadret, presidente da Rede Pampa de Comunicação;
  • Ana Paula Schmidt Melo, presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina;
  • Antônio Cioni, diretor de Comunicação do Grupo Massa;
  • Christina Gadret, diretora-geral da Rede Pampa e Presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e TV do Rio Grande do Sul;
  • Eduardo Petrelli, diretor-operacional do Grupo RIC de Comunicação – PR;
  • Gabriel Massa presidente do Grupo Massa;
  • Leonardo Petrelli Neto, presidente Executivo do Grupo RIC de Comunicação – PR;
  • Mario José Gonzaga, diretor de Marketing do Grupo ND de Comunicação – SC;
  • Marise Westphal Hartke, ex-presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina e ex-presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão;
  • Ranieri Bertoli, ex-presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão;
  • Silvano Silva, presidente da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão.

Poder 360

Bolsonaro deu 135 entrevistas exclusivas desde a posse; Jovem Pan é a mais atendida

O presidente Jair Bolsonaro concedeu 135 entrevistas exclusivas desde que assumiu o Planalto, em 1º de janeiro de 2019. Apesar de ser crítico à imprensa, falou a 54 veículos de comunicação e 7 canais no YouTube. No total, 91 pessoas tiveram a oportunidade de entrevistá-lo com exclusividade.

A TV é o canal de comunicação predileto do presidente. Foram 72 entrevistas a programas e telejornais do Brasil e de outros países. Em seguida, o presidente falou mais a emissoras de rádios: 34 vezes até 21 de dezembro de 2020.

Os dados são de levantamento produzido pelo Poder360 com base na agenda do presidente e divulgações das entrevistas na mídia.

Em 2020, a Jovem Pan tornou-se o veículo a favorito de Bolsonaro. A emissora de rádio, que só havia entrevistado o presidente duas vezes em 2019, chegou à marca de 28 exclusivas com Bolsonaro.

Os apresentadores e comentaristas do programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, entrevistaram o presidente 25 vezes em 2020. Dessas, 23 foram durante a tradicional live do presidente realizada nas quintas-feiras, as quais o veículo passou a transmitir ao vivo no YouTube. As outras duas entrevistas foram por telefone. O chefe do Executivo também falou uma ao programa “Pânico” da emissora.

“Vão lá escutar o finalzinho agora do ‘Os Pingos nos Is’. O Augusto Nunes e sua equipe, eles fazem sempre uns comentários que são muito bem-vindos e esclarecedores. Quando a gente tem alguma falha aqui [sobre o que foi dito na live], eles corrigem lá. A intenção [do programa ‘Os Pingos nos Is’] é sempre corrigir, fazer críticas construtivas e também elogiar, que eles têm elogiado bastante a nossa live”, disse o presidente no fim da transmissão em 10 de dezembro.

Augusto Nunes, jornalista da Jovem Pan que só havia entrevistado o presidente duas vezes em 2019, fechou 2020 com 27 exclusivas com Bolsonaro. Seus colegas no “Os Pingos nos Is” vêm em seguida no ranking: José Maria Trindade (25); Vitor Brown (23); Guilherme Fiuza (21). Depois, José Luiz Datena (11), da Band; Leandro Magalhães (10), da CNN; e Tiago Nolasco (7), da TV Record, foram os que mais entrevistaram.

Saiba quem mais entrevistou Bolsonaro nestes 2 anos de governo por meio de comunicação:

Em 2020, Bolsonaro concedeu 12,5% entrevistas a menos que no mesmo período de 2019. Foram 63 entrevistas exclusivas em 2020 –9 a menos que em 2019

Depois da Jovem Pan, o 2º veículo que teve mais acesso ao presidente em 2020 foi a CNN. O jornalista Leandro Magalhães conseguiu 10 exclusivas com Bolsonaro. Nem todas as entrevistas foram em vídeo ou por telefone e exibidas na TV. Foram informações que o jornalista noticiou com exclusividade após falar por algum meio com o presidente.

 

 

Record e o SBT, emissoras que mais tiveram acesso a Bolsonaro em 2019, reduziram significativamente o número de acesso ao chefe do Executivo. A emissora do bispo Edir Macedo o entrevistou 3 vezes, enquanto a empresa de Silva Santos, apenas duas.

A TV é a plataforma para qual o presidente mais falou: 72 vezes, sendo 27 em 2020. Porém, devido à Jovem Pan, as entrevistas a rádios dispararam em 2020. Passaram de 5 em 2019 para 29 no ano passado.

A última entrevista concedida pelo presidente não foi a um jornalista. Foi ao seu próprio filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O político tem um canal no YouTube e entrevista autoridades do governo.

Na conversa, realizada no Palácio da Alvorada, Eduardo não chama Bolsonaro de pai, somente de “presidente“.

Assista (46min46seg):

 

 

Além das entrevistas exclusivas a veículos, em 7 de julho, quando anunciou que foi diagnosticado com covid-19, o presidente só permitiu a entrada da TV Brasil, da CNN e da Record no Palácio da Alvorada.

A primeira dama Alda Lêda vai comandar a assistência social

 

O prefeito lutou, lutou, mas agora é definitivo o martelo foi batido.

A primeira dama, Alda Lêda Taveira, vai comandar a assistência social do município de Parnamirim.

A mulher de Taveira sempre teve esse olhar para o social, mas no último mandato do marido, assistiu várias indicações políticas que foram realizadas sem ter nenhuma interferência direta na pasta.

Agora, está tudo definido, Lêda vai para linha de frente do social.

Taveira quer nesse mandato, colocar mais peso na área social e resolveu apostar em Lêda que tem vocação para o setor e também para fazer uma reaproximação política com a periferia da cidade, pois na última eleição, o resultado não foi dos melhores.

Lêda chega oficialmente à prefeitura com o status de super secretária e contará com uma equipe técnica preparada, tendo à frente a compete Kátia Soares, uma adjunta que foi considerada os olhos do casal Taveira nas gestões de Elienai Cartaxo e Jacó Jácome.

Kátia sempre foi um braço forte do executivo, é uma profissional que colocava a mão na massa para fazer o serviço acontecer.

Alda Lêda assume a secretaria de ação social com todas as cartas, para fomentar o seu projeto político de garantir uma cadeira de deputado estadual para cidade de Parnamirim.

Esse assunto Taveira não quer nem ouvir falar, mas as pessoas próximas a Alda Lêda, já ouviram esse discurso, pois é desejo da primeira dama.

Por enquanto, vamos focar no hoje, pois o anseio de Alda pelo legislativo estadual é assunto para outro momento.

Wolney França vence e toma posse como presidente da câmara

Há chegada de 2021, traz também a posse dos eleitos em 2020, no legislativo e no executivo.

O prefeito Taveira, aos 63 anos, um ano mais velho quê há cidade, irá governar Parnamirim pela segunda vez.

Na câmara, o jovem advogado, Wolney França, irá presidir e tendo que administrar um colegiado formado por 18, dos quais, obteve 17 votos dos seus pares, Fativan Alves se absteve de votar.

O legislativo sofreu a maior renovação de sua história.

O clima é de uma aparente tranquilidade, principalmente no executivo, em que o prefeito Taveira tem na figura de Wolney um aliado fortíssimo.

O novo presidente do legislativo não esconde sua ligação política, mas tem deixado claro que não abrirá mão da independência e manterá a harmonia entre os poderes.

O prefeito confidenciou, para alguns aliados, que quando Wolney sentar na cadeira de presidente será obrigado a manter a transparência total no legislativo e será necessário também promover algumas mudanças regimentais, especialmente no âmbito da lei orgânica do município para poder governar em sintonia com os órgãos de controle.

Taveira já falou com o futuro presidente e garantiu o apoio necessário para ajudar no que for preciso, sobretudo para Wolney não ter problemas na sua passagem na gestão do legislativo.

Com esse cuidado, só teremos boas notícias, em 2021, 2022 e 2024, tudo seja repleto de esperança, forças e conquistas na cidade trampolim da vitória.

Vem aí, o diário oficial do apocalipse

 

Os poderes executivo e legislativo já estão concluindo as relações dos servidores que serão exonerados no dia 31 de dezembro.

A lista vai do mais simples servidor aos cargos mais elevados. O retorno de alguns nomes só acontecerá após a análise da nova composição política do legislativo e também do alinhamento político com o coronel.

Ele não esconde de ninguém que só fechará o novo grupo de apoio depois do carnaval.

Já no legislativo, o futuro presidente da câmara, Wolney França, por força de lei, irá
realizar as nomeações em janeiro de 2021. Sem as tradicionais programações do réveillon, as atenções se voltam agora para quem irá sobreviver ao diário oficial que alguns observadores políticos, já estão chamando de diário do apocalipse…

Já não basta a nova cepa do corona, agora tem o apocalipse, my God, será o fim do mundo para alguns?

Operação Lei Seca intensifica patrulhamento e montará barreiras durante 4 dias

A Operação Lei Seca, realizada em conjunto pela Polícia Militar e Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN), vai intensificar ainda mais as ações de fiscalização nestes últimos dias de 2020. A ordem é prevenir e evitar que aconteçam acidentes, principalmente, envolvendo motoristas que insistem em dirigir após a ingestão de bebida alcoólica.

Segundo o capitão Isaac Paiva, comandante da Operação Lei Seca no RN, barreiras serão montadas em todos os turnos dos dois dias que antecedem a virada de ano e também em todos os períodos dos dois dias seguintes às celebrações do Réveillon. “Ou seja, vamos montar barreiras já a partir da quarta para a quinta-feira e vamos prosseguir nas ruas durante todo o final de semana. Nossa missão é cumprir a lei. A tolerância para a combinação de bebida e direção é zero”, afirmou.

A PM resolveu anunciar a intensificação da Operação Lei Seca como forma de conscientizar a população quanto aos riscos de se dirigir sob efeito de álcool. “Afinal, o motorista que dirige após beber põe em risco não apenas a vida dele próprio, mas de todos que estão à sua volta”, reforçou Isaac.

Somente na primeira quinzena deste mês, 224 motoristas foram autuados e multados em ações realizadas pela Operação Lei Seca no estado. Destes, cinco receberam voz de prisão em flagrante.

Entenda as punições da lei Seca

A Lei 11.705, aprovada em 2008, ficou mais conhecida como Lei Seca por reduzir a tolerância no nível de álcool no sangue de quem dirige. Com a sanção da nova lei, o Código de Trânsito Brasileiro foi alterado e provocou grandes mudanças nos hábitos da população brasileira. A antiga legislação permitia a ingestão de até 6 decigramas de álcool por litro de sangue (o equivalente a dois copos de cerveja). Quando foi sancionada, a Lei Seca tolerava 0,1 mg de álcool por litro de sangue. Atualmente, o nível é zero.

As punições da Lei Seca incluem multa de R$ 2.934,70, suspensão do direito de dirigir por 12 meses, recolhimento da habilitação, retenção do veículo e, até mesmo, a possibilidade de prisão. Ainda há consequências para o condutor que não realiza o teste do bafômetro ou foge de uma blitz policial. Apesar disso, nenhum condutor pode ser obrigado a soprar o bafômetro. O condutor abordado em uma blitz da Lei Seca pode passar pelas seguintes situações ao realizar o teste do bafômetro:

– Ter resultado até 0,04mg/L no bafômetro, ficando dentro da margem de erro prevista para os aparelhos. Se isso acontecer, o motorista deve ser liberado para seguir viagem;

– Autuação por infração de trânsito, conforme o art. 165 do CTB (resultado do bafômetro a partir de 0,05 mg/L de ar alveolar) – gera multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses;

– Acusação por crime de trânsito, conforme art. 306 do CTB (resultado do bafômetro a partir de 0,34 mg/L de ar alveolar) – ocasiona detenção de seis meses a três anos e a suspensão do direito de dirigir, ou a proibição de obter CNH. E se a pessoa se negar a soprar o bafômetro? Essa conduta também traz consequências. As penalidades pela recusa são as mesmas do art. 165: multa gravíssima multiplicada 10 vezes (R$ 2.934,70) e suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

Assecom

O jornalista Valdemir Tapioca, apresenta os destaques em 2020.

Atenção para o bipe de 5 segundos para conhecermos os mais tops de 2020… 1,2, 3, 4, 5…
Voilá, os mais mais de 2020…

1- O mais chato: Nenê (chapeiro de seu Moacir);
2- O sabe tudo: Fernando de Lima Fernandes;
3- Os mais simpáticos: Fativan Alves, Gilson Moura, Marquinhos da Climep e Éder Queiroz;
4- O mais feios: Tapioca e Thiago Dionísio;
5- O fofoqueiro: Isaac Samir;
6- O mais preparados: Dra. Juíza Ana Cláudia Braga, Walter Fernandes, Carlos Magno, Raimundo advogado e Giovanne Jr;
7- Os mais bonitos: Carol Pires e Gabriel César;
8- Os mais falantes: Ana Michelly, Raimundinho Duarte e Amintas do laboratório;
9- Os mais simples: Wolney, Abidene, Diogo Rodrigues, Homero e Dr. Fábio da procuradoria;
10- Os mais tranquilos: Eguiberto do cartório e seu Moacir do café com política.
11- Os mais sabidos: Taveira e Padre Murílo;
12- Os mais elegantes: Ranier Lira, Flávia Jácome, Lorena Siqueira e Rafaela Queiroz;
13- O mais falso: Pastor Sandoval;
14- As Mulheres fortes: Nilda, Advogada Valéria Bacelar, kátia Pires e Alda Leda Taveira;
15- O mais preguiçoso: Dr. Franklin Wanderley;
16- Os mais produtivos: Kátia Soares, Genilson Cruz, Cristiano Barros e Cida do laboratório central;
17- Os intelectuais: Padre João Medeiros Filho, Elinaldo Renovato de Lima, Dra Kássia Kamilla Moura, Airene Paiva e Heronildes Xavier;
18- O mais amarrado: João Alberico Jr;
19- Os articuladores: Gugu Albino, Marcelo Aguiar do Cidadania, Obedis Damásio e Vinicuis Barros;
20- Empreenderes: José Lucena, Manoel Diniz e Abidene Filho.

Além desses e das derrotas dos figurões, há um prodígio, para a surpresa de toda a sociedade, o vereador Irani Guedes, sim ele mesmo, o “fenômeno” conseguiu se reeleger sem seu próprio voto e da sua mulher.

Pasmem! Essa nem com a ajuda do gênio da lâmpada foi possível explicar…Mas o COVID-19 explica.

Feliz 2021.

Gasolina sobe 5% a partir de hoje para as distribuidoras

A Petrobrás reajustou em 5% o valor da gasolina e em 4% o óleo diesel S10 e S500. O anúncio foi feito ontem pela estatal, com vigência a partir de hoje (29).

Com a medida, o preço médio da gasolina da Petrobras vendida para as distribuidoras aumentou R$ 0,09 e passou a R$ 1,84 por litro. No acumulado do ano, houve redução de 4,1% no preço da gasolina. Segundo a estatal, em 2020 foram feitos 41 reajustes nesse combustível, sendo 20 aumentos e 21 reduções no valor.

Para o óleo diesel, o valor para as distribuidoras aumentou R$ 0,08, chegando a R$ 2,02 por litro. O diesel acumula queda de 13,2 % no ano, em um total de 32 reajustes, com 17 aumentos e 15 reduções no valor.

Agência Brasil

Argentina inicia campanha de vacinação contra Covid-19 com a russa Sputnik V

A Argentina iniciou nesta terça-feira a campanha de vacinação contra a Covid-19 com a aplicação da vacina Sputnik V e se tornou o primeiro país da América Latina a inocular sua população com o imunizante do laboratório russo Gamaleya.

A primeira etapa da campanha começou de forma simultânea em todo o país vizinho com a vacinação voluntária dos profissionais da saúde. “A ideia é começar a vacinação com os que estão mais expostos ao risco. É realmente épico fazer a maior campanha de vacinação da Argentina com igualdade de acesso”, disse o ministro da Saúde Ginés González García, ao iniciar o processo no Hospital Posadas de Buenos Aires.

A Argentina é o quarto país latino-americano que começa a vacinação contra a covid-19, depois do México, Costa Rica e Chile, que aplicam a vacina do laboratório Pfizer. O país registra desde março mais de 1,5 milhão de casos e 42.868 mortes.

A Sputnik V prevê uma segunda dose para ser aplicada 21 dias após a primeira. A primeira remessa com 300 mil doses chegou à Argentina procedente de Moscou em 24 de dezembro. O acordo com a Rússia contempla outras 19,7 milhões de doses que serão entregues entre janeiro e fevereiro, com a possibilidade de comprar mais 5 milhões.

Além deste acordo, a Argentina assinou também outros de fornecimento de vacinas com a Universidade de Oxford associada com a farmacêutica AstraZeneca e com o mecanismo Covax da Organização Mundial da Saúde (OMS). Também negocia a chegada do produto do laboratório Pfizer. O governo planeja adquirir um total de 51 milhões de doses de vacinas contra a covid-19.

Exemplo

Após ser vacinado, o governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, escreveu nas redes sociais que “hoje é o início do fim da pandemia na Argentina”. Ele também publicou uma foto na qual é visto usando uma máscara e recebendo a dose da Sputnik V.

O Globo

União Europeia vai comprar mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer

A União Europeia decidiu hoje comprar mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer, afirmou a presidente da Comissão Europeia.

No Twitter, Ursula von der Leyen disse que, com a compra adicional, o bloco terá 300 milhões de doses do imunizante.

“Nós decidimos comprar mais 100 milhões de doses adicionais da vacina da BioNTech/Pfizer, que já é utilizada para vacina pessoas em toda a UE. Teremos, portanto, 300 milhões de doses dessa vacina, que foi avaliada como segura e eficaz. Muitas vacinas virão!”

Hoje, 26 dos 27 países que compõem o bloco já iniciaram a imunização. A Holanda, última a iniciar a vacinação, deve imunizar a população em janeiro.

O Antagonista