Um grupo de mães de São Paulo decidiu criar um movimento para adiar o acesso de crianças e adolescentes aos smartphones. A iniciativa, que ganhou o nome de Movimento Desconecta, propõe que os pais façam um acordo entre si e só presenteiem os filhos com celulares a partir dos 14 anos. Já as redes sociais seriam liberadas apenas depois dos 16 anos.
O movimento é inspirado em ações parecidas de outros países, como a Wait until 8th e Smartphone Free Childhood, dos Estados Unidos e Reino Unido respectivamente, e leva em consideração uma série de pesquisas que alertam para os riscos do uso excessivo de telas e redes sociais entre crianças.
A ideia brasileira surgiu em abril, em uma escola particular de São Paulo. Cofundadora do movimento, Camila Bruzzi explica que ela e outras mães perceberam que, por mais que quisessem adiar a entrega de smartphones aos filhos, a decisão seria dificultada se outras crianças ao redor tivessem acesso ao celular.
“Caiu a ficha do quanto essa questão social é determinante para esse momento em que o pai e a mãe dão o celular para a criança. Então a gente pensou: ‘Se o grande motivo é que todo mundo tem, isso a gente consegue influenciar’.”
A partir daí, teve início um debate sobre o tema com outros pais por meio de um grupo de WhatsApp. Em pouco tempo, a ideia de criar um “grande acordo” para adiar a entrega dos smartphones ganhou força entre eles e acabou furando a bolha do colégio.
As mães também defendem que as escolas se tornem “zonas livres de telefones celulares” e que as crianças possam brincar livremente para promover a interação social.
Camila explica que o Movimento Desconecta não prega a exclusão total das telas, mas entende que adiar a presença do smartphone na infância é uma forma de equilibrar o uso das tecnologias.
A agência Ratts Ratis entende que o modelo tradicional de agência de propaganda não atende mais as necessidades do mercado. Entende que é preciso mudar, inovar, se transformar. A Ratts Ratis sempre esteve na vanguarda da inovação. Desde o seu início, evoluiu e participou de todas as mudanças do mercado. Mudou com a chegada do digital. Mudou por causa da pandemia. E agora, está fazendo a maior transformação de todas, com a chegada da inteligência artificial. Combinando com a sede nova, a agência implantou uma série de mudanças na sua forma de atuar, para se tornar a primeira agência 4.0 do mercado.
Mas o que isso significa? Significa que aperfeiçoou a criatividade, a entrega e a estratégia, com compreensão mais profunda do comportamento do consumidor e otimização em tempo real das campanhas. Tudo isso para ter o principal: mais performance em vendas para seus clientes.
É como afirma seu diretor, Pedro Ratts, quando diz “fiz visitas técnicas ao longo dos últimos 12 meses em algumas das principais agências de São Paulo e de Nova York, e trouxe uma nova mentalidade, que implantei na agência, unindo o digital, a inteligência artificial e a performance de vendas, para, mais uma vez, fazer da Ratts uma pioniera nas mudancas que o mercado precisa; a mudança era necessária e a inovação está no nosso DNA” concluiu. Conheça a nova Ratts Ratis 4.0. Mais inteligente, mais rápida e mais eficiente.
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A agência Ratts Ratis é pioneira no mercado no uso de Inteligência Artificial e estruturou um núcleo de trabalho que usa a Inteligência Artificial a favor de seus clientes, e com um setor dedicado para as eleições deste ano, já atualizado com as recentes resoluções do TSE – Tribunal Superior Eleitoral. A Inteligência Artificial permite uma coleta e um tratamento poderosos de dados, e um dos principais benefícios disso é entender o comportamento eleitoral, identificando tendências e ondas eleitorais que, muitas vezes, decidem eleições, por meio de metadados coletados nas redes sociais, cruzando dados demográficos e de perfil de voto nas últimas eleições.
Segundo o diretor da agência, o publicitário Pedro Ratts “com a IA fica mais fácil identificar tendências eleitorais e se antecipar a elas com peças publicitárias mais certeiras e conectadas, principalmente com o público mais jovem; informação é o maior ativo das próximas eleições, e quem tiver e souber tratar dados vai sair na frente” conclui. Você pode conhecer o trabalho da Ratts Ratis visitando no Instagram o perfil @rattscom e agendando uma visita.
A agência Ratts Ratis está de casa nova, na avenida Rui Barbosa 943, por trás do IF Instituto Federal, ao lado do restaurante Japa em Casa. Com 450 metros quadrados de área, ambientes confortáveis, integrados e funcionais, a nova sede é mais um importante passo da Ratts Ratis para se consolidar como uma das maiores e mais criativas agências de propaganda do mercado potiguar, pioneira no uso de ferramentas digitais e, mais recentemente, a primeira agência do mercado a ter um núcleo dedicado e a usar em campanhas a Inteligência Artificial, para utilizar a nova tecnologia em favor de seus clientes.
Para o diretor e fundador da empresa, o publicitário Pedro Ratts, “a nova sede vem coroar três anos de sólido crescimento e de novos clientes, e ainda celebrando 23 anos de atuação no mercado, mesclando na equipe profissionais experientes e jovens talentos, prontos pros desafios da Nova Comunicação 4.0” concluiu. Você pode conhecer o trabalho da Ratts Ratis visitando no Instagram o perfil @rattscom e agendando uma visita.
A agência Ratts Ratis é pioneira no mercado no uso de Inteligência Artificial e estruturou um núcleo de trabalho que usa a Inteligência Artificial a favor de seus clientes, e com um setor dedicado para as eleições deste ano, já atualizado com as recentes resoluções do TSE – Tribunal Superior Eleitoral. A Inteligência Artificial permite uma coleta e tratamento poderoso de dados, e um dos principais benefícios disso e entender o voto do indeciso de uma forma nunca antes percebida, por meio de metadados coletados nas redes sociais, cruzando dados demográficos e de perfil de consumo.
Segundo o diretor da agência, o publicitário Pedro Ratts, “com a IA fica mais fácil entender a cabeça do indeciso e tentar descobrir pra que lado ele tende seu voto e quais os argumentos mais fortes pra convencê-lo. A informação é o maior ativo das próximas eleições, e quem tiver e souber tratar dados vai sair na frente”, pontua. Você pode conhecer o trabalho da Ratts Ratis visitando no Instagram o perfil @rattscom e agendar uma visita.
O desenvolvimento da inteligência artificial (IA) terá consequências para 40% dos empregos em todo o mundo, sobretudo nas economias avançadas, disse a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI). “No mundo, 40% dos empregos serão afetados. E mais: será o caso de quanto mais qualificado for o emprego. Portanto, para as economias avançadas e alguns países emergentes, 60% dos empregos serão afetados”, declarou Kristalina Georgieva.
Em entrevista à agência de notícias France-Presse (AFP), ela explicou que os impactos não são necessariamente negativos, pois também podem resultar em “aumento dos rendimentos”.
Os dados são de relatório divulgado pelo FMI antes das reuniões do Fórum Económico Mundial em Davos, que começam nesta segunda-feira (15) na estância alpina suíça. O documento alerta que a IA poderá agravar as desigualdades salariais, prejudicando sobretudo a classe média, enquanto os trabalhadores com rendimentos já elevados poderão ver os seus salários “aumentarem mais do que a proporção” dos ganhos de produtividade com essa tecnologia.
“É certo que haverá impacto” disse Georgieva, observando que a IA pode acabar com alguns empregos e melhorar outros. A diretora defendeu que a prioridade deve ser ajudar os trabalhadores afetados e “partilhar os ganhos de produtividade”. De acordo com o relatório, Singapura, Estados Unidos e Canadá são os países que estão melhor preparados até agora para a integração da IA.
“Devemos concentrar-nos nos países de rendimento mais baixo”, destacou a diretora-geral do FMI, que demonstrou receio com o risco de abandono escolar nos Estados mais pobres.
“Devemos agir rapidamente, permitindo-lhes aproveitar as oportunidades oferecidas pela IA. A verdadeira questão será deixar de lado os receios ligados ao setor para nos concentrarmos em como obter o melhor benefício para todos”, afirmou Georgieva.
Segundo ela, em um contexto de abrandamento do ritmo de crescimento global, precisa-se “desesperadamente” de elementos capazes de aumentar a produtividade. “A IA pode ser assustadora, mas também pode ser uma grande oportunidade para todos”, observou.
Câmara Municipal de Natal – foto: Francisco de Assis
A Câmara Municipal de Natal realizou na úiltima quinta-feira (16) uma audiência pública, proposta pela vereadora Nina Souza (PDT), para discutir sobre o fortalecimento do mercado de tecnologia da informação através do Instituto Metrópole Digital (IMD), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
“Discutimos o tema da inovação na gestão pública, startups em funcionamento no parque tecnológico de Natal. Vimos uma pequena mostra de tudo que já foi produzido no IMD e o potencial que temos a explorar”, disse a vereadora, que também é autora de Projetos de Lei que incentivam o financiamento de startups e o desenvolvimento tecnológico na capital.
Durante a audiência, foi apresentado o trabalho desenvolvido pelo instituto, empregos gerados, empresas incubadas e que se desenvolveram a partir do parque tecnológico, resultado dos investimentos já realizados. “Hoje somos mais de 130 mpresas, mais de 2.600 empregos, quase 80 benefícios fiscais concedidos e um faturamento superior a R$ 200 milhões por ano”, destacou o diretor do Parque, Rodrigo Romão.
No momento, o objetivo é ampliar esses números e, por isso, o instituto busca recursos através de emendas parlamentares. “Estamos apostando em aumentar os resultados, em dobrar a meta. E a ampliação do espaço físico vai nos ajudar a concretizar isso”, declarou o professor Frederico Lopes.
Com isso, mais empregos devem ser cirados a partir de novas empresas a serem impulsionadas pelo instituto, a exemplo da startup dirigida pelo empresário Assis Barbosa, ex-aluno do IMD. “Me vi empreendedor dentro da própria academia e o parque foi determinante porque oferece toda uma estrutura, todo um conjunto de consultores para o desenvolvimento do projeto. Seria bem mais difícil sobreviver sem esse tipo de auxílio que o Parque oferece”, enfatizou.
Representantes da Federação das Indústrias do Estado (Fiern) e do Sebrae/RN, também participaram da audiência.
O evento internacional está sendo realizado em Recife/PE e é o ambiente perfeito para conexões e aprendizado entre ecossistemas locais de inovação do país e do mundo – Foto cedida: Rafael Buriti
O ELI Summit 2023 acontece na capital pernambucana de 25 a 27 de novembro. O evento é considerado o grande encontro dos ecossistemas locais de inovação do Brasil e do mundo. Atenta aos avanços tecnológicos e ciente da importância da capacitação contínua, a Prefeitura de Parnamirim enviou sua representação ao congresso. O tema desta edição é “Orquestração de Ecossistemas de Inovação”.
Um dos representantes foi o gestor do Grupo de Ciência e Tecnologia da Informação e Inovação (GCTI), Rafael Buriti. “Hoje Parnamirim se destaca no cenário tecnológico do estado, o que se deve pela constante procura de ‘cases’ de sucesso no Brasil”, disse.
Foto cedida: Rafael Buriti
Este é mais um evento que a Cidade Trampolim da Vitória é representada pelo GCTI e pela Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Setude), por meio do coordenador de eventos, Alexsandro Fernandes. O principal objetivo da dupla é o compartilhamento de experiências entre os ecossistemas de inovação nas esferas pública e privada em busca de propostas exitosas para Parnamirim.
Assessoria de Comunicação – ASCOM (Joel Câmara) Fotos cedidas: Rafael Buriti
Pioneira no mercado no uso de Inteligência Artificial na publicidade, a agência Ratts Ratis está finalizando a implantação de um núcleo de marketing político voltado para as eleições do ano que vem, em que vai utilizar recursos de Inteligência Artificial nas campanhas. Muito mais do que ser uma nova onda, o uso da Inteligência Artificial, quando feito de forma correta e bem encaixada na estratégia, otimiza os resultados e melhora a performance do trabalho de marketing e de propaganda.
Segundo o publicitário Pedro Ratts, diretor da agência, “já temos dois projetos de pré-candidatos em andamento, já com o uso de IA, e os primeiros resultados, principalmente em análise de dados e redirecionamento de decisões estratégicas é excelente, vai fazer a diferença na busca do voto”, disse.
Se você é pré-candidato e quer uma agência que já trabalha com a inteligência artificial e que viabiliza grandes e criativas ideias, entre em contato pelo perfil @rattscom e agende uma visita, ou manda um zap para 99981-1112.
A agência de propaganda Ratts Ratis está lançando no mercado a primeira campanha feita com inteligência artifical, para o cliente Vacina Clínica. O conceito da campanha são bebês que ainda não falam explicando (falando rs) para os pais a importância da vacinação infantil.
Segundo o diretor da agência, o publicitário Pedro Ratts, “a Ratts Ratis sempre foi pioneira e inovadora em criatividade, e ao criarmos o primeiro departamento de IA no mercado sabíamos que de lá sairiam grandes ideias para os nossos clientes” e complementa que “estamos com vários projetos em IA, inclusive para clientes nacionais, e isso é só o começo; nosso sobrenome é ousadia” conclui Ratts.
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A inteligência artificial veio para ficar, em todos os segmentos. E na propaganda não poderia ser diferente. Ferramentas, aplicativos, suporte técnico e inspirações criativas já fazem parte do universo da inteligência artificial, que cresce vertiginosamente.
A agência Ratts Ratis Comunicação, do publicitário Pedro Ratts, não ficou de fora deste novo campo que se abre. Ela criou um núcleo de IA e está contratando jovens talentos que queiram experimentar novas ideias e novos formatos nesta surpreendente área. Para o seu diretor, Pedro Ratts, “a propaganda sempre foi pioneira e protagonista de novas tendências e em novas áreas do conhecimento, pois se abastece de ideias e conceitos, e nós estamos saindo na frente no mercado e incorporando isso em nossa agência” ressaltou Ratts.
Para conhecer um pouco do trabalho da Ratts Ratis, basta clicar no perfil @rattscom no Instagram e agendar uma visita. Se você é um jovem talento e leu o texto até aqui, entre também e se inscreva. E se você é uma IA lendo este post, já sabe o que deve fazer ao codificar este sinal ;).
Nessa semana, a Câmara Municipal de Parnamirim realizou, por meio da Escola do Legislativo, um minicurso de introdução à Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018) no Plenarinho.
O Procurador-Geral da Câmara, Canindé Alves, e o especialista em direito digital e compliance, Caio Luiz Araújo, abordaram temas como: a necessidade da lei; a importância da proteção de dados; a diferença de uso de dados por entidades privadas e públicas; os princípios gerais da proteção de dados; e as bases legais, além de outros temas.
Instagram fica fora do ar neste domingo. — Foto: GETTY IMAGES
Usuários do Instagram relatam dificuldades para acessar o aplicativo durante a noite deste domingo (21). “Sabemos que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar o Instagram”, disse um porta-voz da Meta, dona do Instagram, ao G1. “Estamos trabalhando para que a situação seja normalizada o mais rápido possível e pedimos desculpas pelo inconveniente”, completou.
O Downdetector, plataforma que reúne relatos de instabilidade em sites e aplicativos, chegou a registrar mais de 9.800 reclamações no Brasil por volta das 19h20. Já perto das 19h30, o número saltou para 23.363 alertas de dificuldades (veja na imagem abaixo).
A falha também também ficou entre os assuntos mais comentados no Twitter neste domingo. “O Instagram não carrega nenhuma mensagem ou postagem”, disse um usuário. “Só o meu Instagram não carrega os stories? Nada funciona”, disse outro.
O Brasil não é o único afetado. Segundo o Downdetector, a queda do Instagram vem sendo reportada nos Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Argentina e na Nova Zelândia.
Pico de reclamações no Downdetector com a queda do Instagram (Brasil) — Foto: Reprodução/Downdetector
O Rio Grande do Norte tem 4,549 gigawatts (GW) em parques eólicos contratados e em construção para serem implementados nos próximos cinco anos, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica).
O investimento nesses projetos será de cerca de R$ 30 bilhões no período, com base no cálculo médio de um megawatt (MW). Essa perspectiva de aporte, no entanto, esbarra na falta de linhas de transmissão para escoar a produção energética pelos ventos potiguares. Novos leilões de transmissão de energia e a adequação para usinas ociosas são as saídas para evitar que a eletricidade produzida no estado fique sem ter para onde ir.
Dificuldade
A dificuldade em destinar a produção da energia renovável é um alerta do diretor técnico da ABEEólica, Sandro Yamamoto. Um dos motivos para isso foi a corrida pelas outorgas, que a partir da concessão de subsídio para empreendimentos licenciados até março do ano passado, segundo a Lei 14.120/22, promoveu uma alta procura dos empreendedores em busca do benefício. Além disso, de acordo com o diretor, somam-se mudanças regulatórias no país.
“Tivemos a corrida pelas outorgas, então muitos empreendedores pediram à Aneel e a próxima etapa é pedir acesso ao ONS. Existem muitos projetos eólicos e até solares na mão de empreendedores que querem colocá-los de pé, mas hoje não há margem de escoamento de transmissão na região Nordeste, por uma série de fatores”, declara Yamamoto.
Ele explica que alguns projetos conseguiram o acesso à conexão, mas novos pedidos e pedidos feitos nos últimos meses tiveram negativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS), por isso, alguns leilões de transmissão ainda precisam ocorrer. “Ou seja, o empreendedor está com a outorga, tem um cronograma para implementar a usina, mas não tem acesso à transmissão”, pontua o diretor técnico da ABEEólica.
Risco de não sair do papel
Segundo dados da Agência Infra, especializada nos temas sobre infraestrutura do país, R$ 50 bilhões que esperam resolução do problema para serem colocados em operação no Brasil. A ABEEólica confirmou a defasagem entre produção e distribuição de energia das usinas, mas não dispunha dos dados em escala nacional nem detalhados sobre o Rio Grande do Norte.
Sandro Yamamoto informou que há riscos dos projetos aguardados para os próximos anos no estado não operarem no sistema de energia. “Uma parte destes projetos tem risco de não sair do papel por alguns fatores. Um dos fatores é a falta de margem de transmissão para escoar a energia”, afirmou.
Falha na transmissão pode gerar atrasos para o Estado
Para o diretor da Associação Potiguar de Energias Renováveis (APER), Max Assunção, a falha na transmissão pode gerar atrasos para o Estado em médio e longo prazos. No entanto, o problema não afetaria o abastecimento de energia do RN, mas a exportação dela para outros estados brasileiros. “Então é uma coisa que, se o parque não tiver linhas de transmissão pra jogar essa energia, que ele consiga se conectar com o subsistema do Sudeste, por exemplo, que é outro sistema, a gente vai ficar limitado”, diz.
Isso ocorre porque o estado potiguar produz mais energia do que consome, então, o que sobra precisa ser escoado para outras regiões do País e isso gera maior demanda por linhas de transmissão disponíveis. “Então essa energia tem que ser distribuída pra outras regiões do Brasil. Sempre vamos precisar de mais linhas de transmissão”, comenta Max Assunção.
Ele também corrobora que a problemática pode trazer implicações, de modo que novos parques que se instalarem no Estado não tenham como exportar a energia produzida. “Os leilões de energia de linha de transmissão são feitos pelo Governo Federal. Então, a não realização desses leilões pode implicar no futuro, uma vez que novos parques que sejam construídos no RN podem não ter como escoar essa energia”, conclui o diretor da APER.
Soluções
Outro ponto de discussão para solução do problema se refere a empreendimentos ociosos. Yamamoto explica que há empreendimentos prontos para operar em uma determinada subestação, mas recebem negativa do ONS, porque a rede está ocupada por projetos que tiveram espaço na rede de distribuição de energia garantido, mas não operam. Isso ocorre porque, quando o empreendedor queria mudar o cronograma ou as características do projeto junto à agência reguladora, precisava mostrar para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que a usina ficaria pronta e assinava o contrato do uso do sistema de transmissão.
“Quando o empreendedor assina esse documento, ele já guarda lugar na rede. Hoje a gente sabe que há empreendimentos que assinaram esse contrato e alguns projetos não vão sair do papel, mas estão ocupando espaço na margem [de transmissão]”, explica o diretor técnico da ABEEólica.
Uma solução para esse problema está em análise pela Aneel. A ABEEólica sugeriu uma “limpeza de base” para possibilitar a realização do leilão de margem de escoamento. A proposta é oferecer uma solução para o empreendedor sair do projeto ocioso, com mitigação de pena, para conseqüente liberação de espaço na rede de transmissão. A expectativa é de que o mecanismo seja implementado em cerca de dois meses, segundo Yamamoto.
Outra saída é o aumento das linhas de transmissão para escoamento da energia produzida. Para este ano, a estimativa é de R$ 50 bilhões em investimentos em transmissão de energia no Brasil, de acordo com o diretor da ABBEólica.
A modernização no âmbito legislativo já é marca registrada da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, referência no país em gestão tecnológica, reconhecimento atestado pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). Seguindo esse processo constante em busca da excelência, a ALRN acaba de aparelhar o Plenário da Casa com notebooks equipados com tela sensível ao toque, o popular ‘touch screen’, display eletrônico capaz de detectar o toque em uma determinada área de exibição da tela por meio da pressão exercida sobre ela.
De acordo com o diretor de gestão tecnológica do Legislativo potiguar, Mário Sérgio Gurgel, 27 novas máquinas touch foram instaladas no plenário, sendo 24 para uso pelos parlamentares e outras 3 pela mesa diretora. A sala das Comissões Técnicas da ALRN também passa a dispor de novo maquinário. “A tecnologia touch screen é capaz de otimizar a interação do usuário, nesse caso os deputados, com o computador, dispensando o uso do mouse e teclado, facilitando o uso e agilizando a usabilidade do equipamento – consequentemente, as deliberações em plenário tendem a ser desempenhadas de forma mais intuitiva e célere”, explica o diretor.
Ainda segundo ele, a Casa Legislativa também investiu na aquisição de novos 70 computadores desktops, que se juntam agora aos notebooks antes disponibilizados no plenário, sem a tecnologia touch, para atendimento aos gabinetes parlamentares e setores administrativos da Assembleia. “É preciso salientar que esses equipamentos antes lotados no plenário são máquinas modernas, ainda assim”, observa Mário Sérgio.
Além desses investimentos, destaca-se ainda a modernização dos computadores utilizados pela equipe do setor de desenvolvimento tecnológico da ALRN, que passam a contar com equipamentos mais robustos e adequados para as funções desempenhadas pelos profissionais. “Antes, eles faziam uso de computadores semelhantes aos demais, utilizados para funções administrativas básicas, mas agora dispõem de tecnologia compatível com as atividades desenvolvidas”, analisa o diretor.
Mário Sérgio explica que os investimentos em novas máquinas e tecnologias se justificam em razão do crescimento das demandas. “Com o aumento dos serviços informatizados da Assembleia Legislativa, fez-se necessária também a ampliação e otimização do parque tecnológico da Casa”, avalia ele, estimando em aproximadamente R$ 1,2 milhões o investimento total feito pelo Legislativo.
Para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), o investimento da Casa em modernização é meta permanente da gestão, balizada pelo Planejamento Estratégico que norteia as ações legislativas. “Um parlamento cada vez mais tecnológico se traduz não apenas na oferta de condições adequadas de trabalho aos servidores legislativos, mas principalmente na prestação de serviços de excelência para a população Norte-Rio-Grandense, com transparência, celeridade e eficiência”, pondera o presidente.