Um grave acidente foi registrado na manhã deste domingo (7) na Avenida Engenheiro Roberto Freire, na Zona Sul de Natal. A colisão entre dois carros deixou quatro pessoas feridas. As vítimas foram socorridas inicialmente pelo Corpo de Bombeiros Militar.
Na altura da Rua Walter Fernandes, um carro branco foi atingido por um veículo cinza – com três ocupantes – que seguia na via principal no sentido Ponta Negra.
O carro cinza capotou e parou no canteiro da avenida. A frente do veículo branco ficou destruída. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu romper o teto para retirar uma mulher que ficou presa às ferragens do carro cinza.
O condutor do carro cinza se negou a fazer o teste do bafômetro e, na delegacia, assinou um termo de constatação de embriaguez por apresentar sinais visíveis de ingestão alcoólica. Ele foi encaminhado para a UPA da Cidade da Esperança. As demais vítimas foram levadas ao Hospital Walfredo Gurgel.
A motorista do carro branco recebeu a ajuda de familiares e foi conduzida a um hospital privado.
Em entrevista aos jornalistas Gilson Moura e Ranier Lira, o professor do IFRN, Erom Flávio, reafirmou sua pré-candidatura à prefeitura de Parnamirim e já deixou claro que seu principal projeto será a educação, pois a transformação das pessoas e de uma cidade só ocorrerá com uma população tendo acesso ao conhecimento que transforma.
No campo político, Erom deixou claro que não fará dessa eleição nenhum campo de guerra e sim um ambiente para exposição de ideias para implantação de grandes projetos. Na caixa preta, o pré-candidato do PT, deixou claro sua linha ideológica e disse NÃO para todos os nomes ligados a direita brasileira.
Marcelo Alves Dias de Souza Procurador Regional da República Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL
Volto hoje a um assunto polêmico: a distinção entre a “alta” e a “baixa” literatura. Houve um tempo em que essa distinção era até propagada pelos entendidos do assunto. Como registra Miklós Szabolcsi (em “Literatura universal do século XX: principais correntes”, Editora Universidade de Brasília, 1990), era comum traçar “uma linha divisória entre as duas espécies de literatura, com base em diversos pontos de vista, sejam os da sociologia da literatura ou da estética, sejam os referentes às diferenças de função”. Dizia-se que “as narrativas reiterativas, de produção fácil e compostas por módulos já prontos, que têm o poder de emocionar e horrorizar com facilidade” são características da trivialidade do texto, assim como “a possibilidade de recepção rápida, a compreensão sem dificuldades e, finalmente, determinados procedimentos ligados à difusão e à produção”. Embora estes sejam critérios incertos e discutíveis, essa “divisão da literatura ‘alta’ e ‘baixa’ ou ‘trivial’ consolida-se no final do século XIX, simultaneamente com o fato que é sua causa: a ‘alta’ literatura vai se tornando excludente, em face das dificuldades que oferece para a compreensão”.
Alguns gêneros literários, como a autoajuda, o romance romântico ou “feminino”, o faroeste e a ficção policial ou detetivesca, para muitos eram/são considerados “baixa” literatura. O valor de “alta” literatura, anota Marina Pastore (no texto “Como um clássico se torna um clássico? A fronteira entre arte e entretenimento na literatura”, publicado na revista Anagrama, em 2012), seria “reservado ao domínio dos clássicos e da ‘literatura de proposta’, expressão sugerida por Umberto Eco para designar o tipo de literatura que não atende às expectativas do leitor, mas consegue formar um público próprio e cria novas expectativas para ele”.
É exatamente através de Umberto Eco (1932-2016), pelo seu exemplo, que manifesto e justifico minha indignação a esse preconceito para com a querida literatura policial/detetivesca, barrando-a de entrar no “baile” da “alta” literatura. E também discordo de Tzvetan Todorov (em “Poética da Prosa”, Martins Fontes, 2003), quando afirma, contornando a problemática, que, “quem quiser ‘embelezar’ o romance policial, faz ‘literatura’ e não romance policial”.
Eco faz os dois – “alta” literatura e romance policial –, sem dúvida. E logo em seu romance de estreia, “O nome da rosa” (“Il nome della rosa”), de 1980.
Em “O nome da rosa”, alegadamente, Eco reproduz um manuscrito de um frade chamado Adso de Melk, que, quando jovem, teria presenciado os terríveis acontecimentos narrados no livro. O manuscrito/enredo de “O nome da rosa”, ambientado numa antiquíssima abadia beneditina, está dividido em sete dias. Seguindo a veia dos romances policiais, o enredo gira em torno das mortes de sete monges nos sete dias seguidos, em circunstâncias extraordinárias. Mortes que, a pedido do Abade, o protagonista Guilherme de Baskerville, ajudado pelo seu pupilo Adso de Melk, nos moldes de Sherlock Holmes/Dr. Watson, busca desvendar.
Mas isso tudo coincide com um encontro para solução de intricadas questões teológicas, previamente acertado para se dar na abadia, entre frades franciscanos e uma legação papal, da qual faz parte um dos grandes inquisidores da Igreja, Bernardo Gui (1261-1331). De uma erudição ímpar, cheio de citações em latim, “O nome da rosa” não é simplesmente uma história de crimes. Ele é também um maravilhoso estudo do Medievo, sobretudo da vida religiosa no século XIV e das ideologias – heréticas ou não – no seio da Igreja de então.
Ademais, “O nome da rosa” é uma estória sobre livros e sobre o poder infinito das palavras. A “rosa” do livro, palco dos acontecimentos narrados, é a grande biblioteca da abadia, na qual estariam guardadas – ou escondidas – maravilhas da escrita e da arte das iluminuras, de origem grega e latina, heréticas ou não, numa época em que, antes da invenção da imprensa por Gutenberg (1400-1468), a Igreja detinha, no Ocidente, o monopólio do saber. A biblioteca é um labirinto, infinito e cheio de desvios, como se assim fosse – de fato o é – a sabedoria da humanidade simbolizada nos livros. Aliás, sendo Eco professor de semiótica, um simbolismo especial perpassa a obra, com referências e homenagens a inúmeras figuras da literatura.
Alguém vai me dizer que “O nome da rosa” (1980) não é altíssima literatura detetivesca?
Marcelo Alves Dias de Souza Procurador Regional da República Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL
O ministro Alexandre Padilha afirmou neste sábado/ Foto: Adriano Abreu
O ministro das Relações Institucionais também visitou o terreno onde será construído o Hospital Metropolitano do Rio Grande do Norte. O investimento é de R$ 260 milhões e é uma das prioridades do Estado dentro do PAC. Ele esteve ao lado da comitiva da governadora, com secretários de Estado e parlamentares. “O projeto executivo já está em fase final, creio que no mais tardar, daqui a dois ou três meses, o edital estará sendo publicado”, informou a governadora Fátima.
A expectativa é de que o trâmite de edital, licitação e início das obras aconteça ainda em 2024, afirmou Padilha. “A conclusão toda, com equipamentos, estrutura toda, botar mesmo para funcionar integralmente em 2026, ainda nesse terceiro governo do presidente Lula e no segundo mandato da governadora Fátima Bezerra”, disse.
Morreu aos 91 anos o desenhista e escritor Ziraldo, criador de personagens como os de “O Menino Maluquinho” e “Turma do Pererê”. A informação foi confirmada pela família do desenhista na tarde deste sábado (6). Ziraldo morreu dormindo, quando estava em casa, em um apartamento no bairro da Lagoa, na Zona Sul do Rio, por volta das 15h.
Também chargista, caricaturista e jornalista, ele foi um dos fundadores nos anos 1960 do jornal “O Pasquim”, um dos principais veículos a combater a ditadura militar no Brasil.
Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932 em Caratinga (MG), onde passou a infância. Mais velho de uma família com sete irmãos, foi batizado a partir da combinação do nome da mãe (Zizinha) com o nome do pai (Geraldo). Leitor assíduo desde a infância, teve seu primeiro desenho publicado quando tinha apenas seis anos de idade, em 1939, no jornal “A Folha de Minas”.
Iniciou a carreira nos anos 1950, na revista “Era uma vez…”. Em 1954, passou a fazer uma página de humor no mesmo “
O Centro Especializado em Reabilitação de São Gonçalo do Amarante recebeu uma visita ilustre neste sábado (06), com a presença do Ministro das Relações Institucionais do Governo Lula, Alexandre Padilha, acompanhado pelo prefeito Eraldo Paiva. Durante a visita, o ministro anunciou um significativo repasse de custeio no valor de R$ 370 mil por mês do Ministério da Saúde para o município.
O anúncio foi recebido com entusiasmo, pois representa um importante investimento na melhoria dos serviços de saúde e na qualidade de vida dos cidadãos de São Gonçalo do Amarante. Esses recursos permitirão fortalecer o atendimento oferecido pelo Centro Especializado em Reabilitação, beneficiando diretamente aqueles que mais necessitam.
Além do importante anúncio de repasse de recursos para a saúde, o prefeito Eraldo também acompanhou o ministro Padilha em uma visita às obras de duplicação da Reta Tabajara. Acompanhados pela Governadora Fátima Bezerra e outras autoridades, a visita ressaltou o compromisso do governo com o desenvolvimento e a infraestrutura do Rio Grande do Norte.
“Quero expressar minha gratidão ao Ministro Padilha e ao Governo Lula pela visita e pelos recursos que serão destinados ao nosso município. Essa parceria é fundamental para promovermos melhorias essenciais na saúde de nossa população”, declarou o prefeito Eraldo.
Durante a visita ao Centro Especializado em Reabilitação, o Ministro Padilha destacou: “Estou impressionado com o trabalho realizado pela prefeitura em contratar os profissionais para abrir o CER. Normalmente, o Ministério da Saúde envia R$ 370 mil de repasse para garantir o funcionamento do centro, e tenho certeza de que esse investimento será muito bem aplicado aqui em São Gonçalo do Amarante.”
A visita do Ministro Padilha e as ações anunciadas reforçam o compromisso do Governo Lula com o progresso e o bem-estar da população de São Gonçalo do Amarante, através da parceria e compromisso com o prefeito Eraldo Paiva.
A captura dos dois fugitivos do presídio federal de Mossoró, nesta quinta-feira (4), representa o desfecho da primeira crise encarada pelo ministro Ricardo Lewandowski à frente da pasta da Justiça.
A fuga inédita no sistema penitenciário federal ocorreu na madrugada do dia 14 de fevereiro e os detentos foram presos após 50 dias de buscas.
O episódio, porém, não deve encerrar a pressão de aliados do presidente Lula (PT) para que o ministro dê respostas enfáticas na área da segurança pública.
O mercado de trabalho de Parnamirim apresentou um crescimento positivo no primeiro bimestre de 2024, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O saldo de empregos formais no município foi de 405 vagas, quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado.
O crescimento do mercado de trabalho de Parnamirim é uma boa notícia para a cidade. Parnamirim está em segundo lugar no RN, atrás apenas da capital, Natal. O setor de serviços liderou o crescimento admitindo 1634 trabalhadores, principalmente nas áreas da saúde, educação, comunicação e transporte.
Apesar do crescimento positivo, ainda existem desafios a serem superados no mercado de trabalho da cidade, como a informalidade. As perspectivas para o mercado de trabalho de Parnamirim são positivas. A expectativa é que o município continue crescendo nos próximos meses, impulsionado pela expansão de empreendimentos habitacionais e a chegada de novas obras estruturantes para resolver problemas considerados crônicos, preparando a cidade para as próximas décadas.
Assessoria de Comunicação de Parnamirim – ASCOM (Joel Câmara)
Desde a fuga de dois presos no dia 14 de fevereiro, a Penitenciária Federal de Mossoró (RN) e as outras quatro unidades de segurança máxima do Brasil passaram por uma série de “providências, revistas e vistorias”. Foi o que afirmou o secretário Nacional de Políticas Penais (Senappen), André Garcia, nesta quinta-feira (4).
Os fugitivos Deibson Nascimento e Rogério Mendonça foram recapturados nesta quinta em Marabá, no Pará, no 51º dia de buscas. A cidade fica 1,6 mil quilômetros distante de Mossoró.
Os dois presos retornaram ainda na noite desta quinta para a Penitenciária Federal de Mossoró, de onde haviam escapado, para o cumprimento das penas. Os dois ficarão em celas separadas e sob constante monitoramento, segundo o Ministério da Justiça. Desde a fuga dos dois, a unidade passou por algumas mudanças.
Segundo o secretário, entre as medidas tomadas estão a troca de iluminação e a compra de novas câmeras de monitoramento para todas as unidades federais de segurança máxima. Segundo o Senappen, também estão sendo construídas muralhas nas cinco unidades federais de segurança máxima no país.
Na Penitenciária de Mossoró também houve a transferência de presos para outras unidades, a instalação de reforços nas grades das luminárias das celas, e a aplicação de cursos e treinamentos de capacitação para os policiais penais.
Em entrevista nesta quinta, o secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia, falou que “o sistema penitenciário federal não é mais o mesmo” desde a fuga, que foi a primeira na história do sistema, criado em 2006.
“As câmeras foram adquiridas e estão sendo instaladas a medida que chegam dos fornecedores. São 10 mil câmeras que foram adquiridas recentemente. Parte delas vai ser trocada e vai reforçar todo o parque de monitoramento das unidades que compõem o sistema penitenciário federal”, disse.
O g1 questionou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à Senappen se a reforma que estava sendo feita no presídio de Mossoró, quando houve a fuga, foi concluída, mas não recebeu resposta até a atualização mais recente desta reportagem.
A Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte deu posse na manhã da última quinta-feira (04) à nova presidente da FECAM/RN, a diretora executiva Erineide Sá. Erineide assume o lugar do vereador Wolney França, que disputará as eleições municipais em Parnamirim. De acordo com o Estatuto da federação, assume o cargo o Diretor(a) Executivo(a).
A nova presidente da FECAM/RN tem formação em Secretariado Executivo e Gestão de Políticas Públicas, está na federação há mais de sete anos e desempenha um papel fundamental na articulação com os presidentes, vereadoras e vereadores da instituição, sendo a primeira mulher a assumir o cargo.
“Vamos continuar com uma gestão de comprometimento, valorizando e fortalecendo o municipalismo e o papel dos vereadores desta instituição, proporcionando mais oportunidades e promovendo cada vez mais a integração dos legisladores do estado do Rio Grande do Norte”, enfatizou a presidente.”
Na imagem, vidraça do Congresso Nacional quebrada depois dos atos extremistas do 8 de Janeiro com uma pichação com os dizeres: “Destituição dos Três Poderes”.
“Vivemos tempos sombrios, onde as piores pessoas perderam o medo e as melhores perderam a esperança.” –Hannah Arendt.
Kakay 5.abr.2024 (sexta-feira) – 5h58.
Um dos legados da tragédia da gestão Bolsonaro foi a divisão irracional e brutal do país. A força das diferenças, impulsionada com a inoculação do ódio, fez com que a impossibilidade da convivência passasse a ser uma regra. Depois das eleições, o natural seria os grupos conviverem em razoável harmonia. Uma coexistência democrática. O modo bolsonarista de governar com a mentira, de criar um mundo paralelo e de atacar todos os pilares da democracia fez com que o ódio fosse um dos ingredientes da massa que foi criada e alimentada com uma completa irresponsabilidade. Insanidade mesmo. Figuras bizarras se aproveitaram do caos e saíram de um esgoto para ocupar o plano nacional.
O plano desse desmonte era a base para fomentar o golpe. Nada era por acaso. A estratégia era desmantelar todas as estruturas democráticas e propiciar um governo desordenado, com seguidores acríticos, cegos e dispostos a apoiar todas as teratologias criadas pelo grupo bolsonarista. Assim, foram gestadas a ideia e a tentativa de golpe para quebrar a institucionalidade democrática e instaurar uma ditadura de extrema-direita no Brasil.
O outro legado foi disseminar narrativas sobre fatos relevantes, mas mudando a realidade. E o que mais impressiona é que boa parte dos democratas e da esquerda comprou certas versões absolutamente sem nenhuma reflexão. É uma espécie de efeito manada. O gado passa e os incautos vão seguindo. É o que ocorre agora com a investigação do caso Marielle. A Polícia Federal descobriu e prendeu os mandantes, altas autoridades do Estado do Rio de Janeiro, assim como o ex-chefe da Delegacia de Homicídio. A trama é macabra. O responsável, à época, por essa delegacia era, desde o início, um integrante da gangue miliciana.
Se o Lula não fosse eleito e se não tivesse demonstrado interesse político de prestigiar a Polícia Federal, a investigação jamais chegaria aos mandantes. À milícia interessa fragilizar o trabalho que foi feito com êxito. Ora, é evidente que, se durante 6 anos, os responsáveis pela investigação cuidaram de ocultar, esconder e destruir provas, o trabalho, neste momento, é tecnicamente muito difícil. Mas boa parte dos que querem desvendar o crime comprou a perspectiva miliciana.
Por uma falta de sorte, sob um prisma, a apuração sobre a morte de Marielle foi distribuída ao ministro Alexandre de Moraes. O ministro, corajoso, técnico e competente, é relator do inquérito do 8 de Janeiro, o dia da infâmia. Contra ele, a extrema-direita faz sistemático e opressivo trabalho para fazer as pessoas acreditarem em um excesso de rigor. Chegam a falar, em um desserviço ao Judiciário e ao Estado Democrático de Direito, em uma “ditadura do Alexandre e do Supremo Tribunal”.
E essa esdrúxula ideia vai tomando corpo, mesmo entre alguns democratas incautos. Houve quem defendesse que ele deveria se dar por suspeito, pois foi descoberto um plano para prendê-lo, ou, até, para matá-lo. Ora, seria uma maneira infantil de os investigados, os criminosos, escolherem seu juiz. Bastava ameaçar os que entendiam ser “perigosos” no cumprimento da lei e, assim, iriam eliminando os magistrados até que fosse escolhido algum mais flexível.
Esse é um dos nossos grandes desafios neste momento: não permitir que a obtusidade vença a razão e a racionalidade. Continuar acreditando que ainda é possível viver em um mundo em que o respeito, a solidariedade, a compaixão e a preocupação por justiça social sejam a regra e o comum do dia a dia. “Alguém já disse que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas: quem não tem princípios morais costuma se enrolar em uma bandeira, e os bastardos sempre se reportam à pureza da sua raça. A identidade nacional é o último recurso dos deserdados. Muito bem, o senso de identidade se baseia no ódio,
Sob a liderança do Prefeito Eraldo Paiva, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante deu início hoje ao projeto “Avança nos Bairros”, com o objetivo de melhorar ainda mais a qualidade de vida dos moradores do Município.
O primeiro passo do projeto foi um mutirão de limpeza e recuperação de pavimentação no bairro Golandim. As ruas Adjer Barreto, Professor Luiz Soares, São Francisco, Jardim Leblon até a Maurício Fernandes, além de outras ruas e travessas, estão recebendo atenção especial.
Além disso, foi iniciada a recuperação da praça e do parque infantil localizados na Rua São Francisco.
“Em São Gonçalo do Amarante, o trabalho não para. A Prefeitura está empenhada em melhorar a infraestrutura e o bem-estar de todos os São-gonçalenses”, afirmou o Prefeito Eraldo Paiva.
O projeto “Avança nos Bairros” continuará a trazer melhorias para diversas localidades da cidade, demonstrando o compromisso da administração municipal com o progresso e o desenvolvimento de São Gonçalo do Amarante.
Eles tinham escapado do presídio na madrugada de 14 de fevereiro. A fuga foi a primeira desde a implementação do Sistema Penitenciário Federal no Brasil, em 2006.
Segundo a PRF, além de Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento, quatro pessoas foram presas. A corporação informou, ainda, que apreendeu um fuzil com os foragidos do presídio de Mossoró.
A busca pelos detentos envolveu pelo menos 600 agentes. Desde que escaparam da penitenciária, Rogério e Deibson tinham sido vistos em diversas ocasiões. Dois dias após a fuga, os homens teriam feito uma família de refém, na zona rural de Mossoró. Neste dia, a polícia também encontrou pegadas, calçados, roupas, lençóis e uma corda, além de uma camiseta do uniforme da penitenciária, em uma área de mata.
A força-tarefa dedicada à captura encontrou, em 25 de fevereiro, um possível esconderijo onde os fugitivos permaneceram por alguns dias, próximo à prisão. Foram descobertas um facão, uma lona e várias embalagens de comida no local.
Em 27 de fevereiro, os fugitivos foram avistados em um vilarejo no Rio Grande do Norte, onde foram reconhecidos pelos moradores locais. Antes que a polícia pudesse intervir, eles retornaram para a mata. Uma recompensa de R$ 30 mil chegou a ser oferecida pela Polícia Federal por informações que levassem à captura dos foragidos.
Suspeitos de auxiliarem na fuga
Três indivíduos foram detidos em flagrante sob suspeita de auxiliar na fuga de detentos da penitenciária de segurança máxima em Mossoró, no Rio Grande do Norte. As prisões ocorreram na fronteira entre o Rio Grande do Norte e o Ceará em 22 de fevereiro.
Além das detenções, foram apreendidas armas, drogas, munições e um veículo suspeito de ter sido usado para fornecer armas aos criminosos durante a fuga.
Além desses suspeitos, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre prendeu o irmão de um dos fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró. Ele tinha mandado de prisão aberto por roubo e participação em organização criminosa.
Outro homem, suspeito de colaborar com os fugitivos, foi preso em 26 de fevereiro. Identificado como Ronaildo da Silva Fernandes, ele é proprietário de um sítio em Baraúna, na divisão do Rio Grande do Norte com o Ceará. Fernandes teria recebido R$ 5 mil para abrigar os fugitivos por oito dias. Os fugitivos, Deibson Nascimento e Rogério Mendonça, escaparam da penitenciária de segurança máxima em 14 de fevereiro.
Primeira fuga da história em penitenciária federal
A fuga é a primeira desde a implementação do SPF (Sistema Penitenciário Federal) no Brasil, em 2006. Os detentos tiveram acesso a ferramentas usadas na reforma pela qual a unidade passa. Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, uma “série de fatores” levou à fuga, como falhas de construção da estrutura prisional e falta de funcionamento de câmeras e lâmpadas.
Os dois presos fugiram pela luminária que ficava em uma parede lateral da cela. Depois de atravessar a abertura, os fugitivos escalaram o shaft — vão interno para passagem de tubulações e instalações elétricas — até o teto, onde quebraram uma grade metálica e chegaram ao telhado da prisão.
“Em vez de a luminária e o entorno estarem protegidos por laje de concreto, estava fechada por um simples trabalho comum de alvenaria. Outro problema diz respeito à técnica construtiva e ao projeto. Quando os fugitivos saíram pela luminária, entraram naquilo que se chama de shaft, onde se faz a manutenção do presídio, com máquinas, tubulações e fiação”, explicou o ministro em entrevista.
Os fugitivos teriam conseguido alcançar, por meio do shaft, o teto do sistema prisional, onde também não havia nenhuma laje, grade ou sistema de proteção. “É uma questão de projeto. Quem fez deveria ter imaginado que a proteção deveria ter sido mais eficiente”, avaliou o ministro.
Para Lewandowski, o fato de a ação dos criminosos ter ocorrido na madrugada da terça de Carnaval para a Quarta de Cinzas pode ter facilitado a operação, porque as “pessoas costumam estar mais relaxadas” nesse período.
Estrutura da penitenciária
A penitenciária de Mossoró tem área total de 12,3 mil m². Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os custodiados ficam em celas individuais, equipadas com dormitório, sanitário, pia, chuveiro, mesa e assento. Não há tomadas nem equipamentos eletrônicos.
Dentro das penitenciárias federais, há unidades básicas de saúde, e todos os atendimentos básicos são realizados pela equipe de especialistas e técnicos dos locais. Também há parlatórios para o atendimento de advogados e salas de videoconferência para participação em audiências judiciais.
Para ser transferido para o sistema penitenciário federal, os presos precisam ter cargo de liderança ou cometer crime que ponha em risco a integridade física no presídio comum; integrar quadrilha envolvida em crimes com violência ou grave ameaça; ser réus colaboradores ou delatores premiados com risco à integridade física; ou estar envolvidos em fugas, violência ou grave indisciplina no presídio de origem.
Durante a 25ª Sessão Ordinária, realizada na manhã desta quinta-feira (4), o plenário da Câmara de Parnamirim aprovou, por unanimidade, através do Projeto de Lei n. 041/2014, a instituição da hora-aula na Escola Legislativa. A partir de agora os servidores poderão ministrar aulas e receber uma gratificação, de acordo com os cursos ministrados.
A iniciativa é do presidente da Casa Legislativa, Vereador Wolney França, celebra os 19 anos da instituição, e contou com o apoio de todos os vereadores. “Queremos reconhecer os profissionais que trabalham na própria instituição e que possuam formação para ministrar os cursos de capacitação pela Escola do Legislativo”, explicou Wolney.
A Escola do Legislativo Profa. Eva Lúcia funciona na sede da Câmara de Parnamirim e oferece cursos para servidores, vereadores e população em geral. Para se inscrever, basta acessar o aplicativo Câmara Conecta.
Rogério e Deibson foram recapturados no Pará Divulgação/PF
A Polícia Federal anunciou, nesta quinta-feira, 4, a recaptura dos dois fugitivos que haviam escapado da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Após 50 dias de intensa busca, Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, e Deibson Cabral Nascimento, de 33 anos, foram encontrados e detidos.
Os dois presos, originários do Acre, estavam na unidade desde setembro de 2023 e eram membros da facção criminosa Comando Vermelho. A fuga ocorreu no dia 14 de fevereiro, quando os detentos abriram um buraco atrás de uma luminária e cortaram duas cercas de arame utilizando ferramentas provenientes de uma obra em andamento no local.
Esta foi a primeira fuga registrada na história do sistema penitenciário federal, que engloba penitenciárias em Brasília (DF), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO). A segurança dessas unidades tem sido alvo de atenção especial por parte das autoridades, visando evitar a ocorrência de novas fugas.
O Ministério da Justiça realizou uma investigação minuciosa sobre o incidente e concluiu que não há indícios de corrupção envolvida na fuga dos detentos do presídio Federal de Mossoró. As autoridades continuam empenhadas em aprimorar os protocolos de segurança e fortalecer as medidas preventivas para garantir a integridade do sistema penitenciário federal.